Tecnologia: 4 lançamentos mais relevantes de janeiro de 2026
O começo de 2026 apresenta novidades impactantes no setor de tecnologia. Entre os destaques está o Spéirling, superesportivo britânico com aerodinâmica ativa e aceleração de 0 a 100 km/h em 1,5 segundos, além do Echo Aviation Controller, controle compacto para simuladores de voo que aumenta o realismo.
Na área da fotografia, o Leica Lux Grip é um acessório para iPhone que melhora a ergonomia e oferece controles físicos, enquanto o Redmi K90 Pro Max da Xiaomi traz uma bateria grande e design em jeans. Esses lançamentos chamam atenção pelo desempenho e inovação.
Embora alguns preços e lançamentos sejam internacionais, esses produtos mostram as tendências para o mercado tecnológico em 2026. Eles oferecem novidades para diferentes perfis, desde entusiastas de velocidade até usuários de dispositivos móveis e simuladores de voo.
O início de 2026 traz novidades interessantes para quem acompanha lançamentos em tecnologia. O Spéirling, superesportivo britânico, adota um sistema de aerodinâmica ativa com ventiladores que sugam ar para aumentar a downforce, tecnologia criada na F-1 mas banida por deixar carros muito rápidos. Este modelo vai de 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundos e será lançado por US$ 1,3 milhão.
Para entusiastas de simuladores de voo, o Echo Aviation Controller oferece uma alternativa compacta e acessível. Com preço de US$ 150, o controle replica manche e comandos de aeronaves, como motores, flaps e trem de pouso, e funciona em PCs e Macs. Isso torna os simuladores mais realistas sem ocupar muito espaço.
Na fotografia móvel, o Leica Lux Grip é um acessório para iPhone que melhora a empunhadura e adiciona botões físicos para disparo e controles, além do sistema magnético MagSafe. A compra inclui um ano de acesso ao app Leica Pro, que traz filtros e recursos típicos da marca, por US$ 395.
A Xiaomi lançou o Redmi K90 Pro Max, que combina hardware potente com design diferente: a traseira é revestida em jeans. O smartphone traz Snapdragon 8 Elite Gen 5, 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e bateria de 7.560 mAh — 50% maior que a do Galaxy S25 Ultra —, com tela OLED de 6,9 polegadas. Chega à China por cerca de R$ 4.200.
Via Super
19/01/2026 às 15:41 - Tecnologia e Inovação
NYSE apresenta plataforma de ações tokenizadas com negociação contínua
A NYSE desenvolve uma nova plataforma para negociação de ações tokenizadas, possibilitando operações 24 horas por dia, todos os dias, com liquidação imediata via blockchain.
A iniciativa oferece negociação de ações fracionadas e uso de stablecoins, combinando tecnologia tradicional e blockchain para maior eficiência e segurança. A plataforma estará disponível para corretoras qualificadas, mantendo padrões regulatórios.
Esse projeto integra a transformação digital da NYSE e visa facilitar operações globais, garantindo direitos dos investidores como dividendos e participação em votações.
A NYSE anunciou o desenvolvimento de uma plataforma para negociar valores mobiliários tokenizados, permitindo operações 24 horas por dia, todos os dias. O sistema vai facilitar a compra e venda de ações por meio de blockchain, com liquidação imediata, eliminando a espera típica de dias para concluir transações.
A nova plataforma oferecerá negociação de ações fracionadas, onde as ordens podem ser realizadas em valores em dólar, além de permitir o uso de stablecoins para movimentação de fundos. A infraestrutura combinará a tecnologia tradicional da NYSE com soluções baseadas em blockchain para registrar e liquidar operações.
De acordo com Lynn Martin, presidente do NYSE Group, o projeto une “proteções incomparáveis” a altos padrões regulatórios, buscando atender às demandas de um mercado digital. A iniciativa abrirá o uso da plataforma para corretoras qualificadas, respeitando regras do mercado tradicional.
No futuro, a NYSE planeja incluir tanto ações tradicionais convertidas em tokens quanto títulos emitidos diretamente em formado digital. Os investidores manterão direitos equivalentes aos acionistas comuns, como dividendos e participação em votações.
Esse movimento integra a estratégia digital da Intercontinental Exchange, controladora da NYSE, que está adaptando processos para funcionar de forma contínua. A empresa colabora com bancos como BNY e Citi para desenvolver depósitos tokenizados, facilitando transferências em diferentes fusos horários e fora do horário bancário.
Usuários do iPhone já encontram em fase de testes uma novidade no WhatsApp: a possibilidade de adicionar uma foto de capa ao perfil. Semelhante ao recurso disponível no Facebook, esse banner aparece atrás da foto de perfil redonda e pode ser configurado pela própria tela de edição, substituindo ou utilizando fotos já existentes.
Esse recurso adiciona uma nova forma de personalização e permite ao usuário definir níveis de privacidade, podendo deixar a foto de capa pública ou restrita apenas aos contatos, de modo parecido com a foto de perfil atual. A opção de alterar a imagem está visível por meio de um ícone em forma de lápis.
Até o momento, a funcionalidade está limitada à versão do app para o sistema iOS, sem confirmação oficial da Meta para o lançamento em dispositivos Android ou para um lançamento público geral. Entretanto, quem usa a versão Business do aplicativo já tem acesso a essa função, onde a foto de capa é pública por padrão.
Além da possibilidade de inserir e remover a foto de capa livremente, especialistas alertam para os cuidados com imagens públicas, que podem ser usadas indevidamente em golpes ou em manipulações com inteligência artificial.
O recurso é uma novidade que pode impulsionar a personalização dos perfis no WhatsApp, aproximando a experiência do usuário da interface de outras redes sociais.
Suprema Corte dos EUA avalia maior teste da independência do Federal Reserve em um século
A Suprema Corte dos EUA examina o maior desafio à independência do Federal Reserve em mais de 100 anos. O caso envolve a tentativa do ex-presidente Trump de demitir Lisa Cook, diretora do Fed, sob alegações polêmicas e sem evidências formais.
Lisa Cook, com mandato até 2038, afirma ter sido alvo de remoção por motivos políticos, algo protegido por lei para garantir a autonomia do banco central. O governo argumenta que o presidente pode decidir a “causa” para dispensas, o que pode alterar essas garantias.
A decisão do tribunal pode definir regras para futuras interferências políticas no Fed. Economistas alertam que qualquer enfraquecimento da independência do banco central pode impactar a estabilidade econômica dos EUA.
Esta semana, a Suprema Corte dos EUA avalia o maior teste da independência do Federal Reserve em mais de 100 anos. O foco está na tentativa do ex-presidente Donald Trump de demitir Lisa Cook, diretora do Fed, sob acusação de fraude hipotecária, sem evidências formais ou processo. Esse caso desafia a proteção legal que impede remoções motivadas por discordâncias políticas, demonstrando os limites da autonomia do banco central.
Cook alega que sua demissão, com mandato até 2038, foi motivada por disputas sobre a política monetária, algo que o próprio Fed tenta preservar em sua independência. A legislação atual exige “causa” para remoções, uma cláusula feita para evitar interferências políticas diretas. O governo Trump argumenta que a “causa” pode ser determinada pelo presidente, o que poderia fragilizar essa proteção.
Especialistas consideram provável que Cook permaneça no cargo, mas o julgamento definirá quais critérios o presidente deve cumprir para dispensar membros da diretoria. A decisão pode abrir precedentes para o futuro, indicando como um governo pode atuar contra a autonomia do Fed sem quebrar a lei.
A questão preocupa economistas pela possibilidade de enfraquecer a independência do banco central, fundamental para a estabilidade econômica. Mesmo com o efeito esperado de manutenção das garantias, análises apontam que o tribunal conservador pode flexibilizar os parâmetros, dando espaço para futuras influências políticas.
Essa avaliação judicial é acompanhada de perto, pois suas repercussões vão além do caso específico e têm impacto direto na governança do sistema financeiro americano.
Missão Artemis II: detalhes da expedição da NASA à Lua em fevereiro de 2026
A missão Artemis II da NASA está programada para fevereiro de 2026 e marcará o retorno dos humanos à órbita lunar após mais de cinco décadas. Quatro astronautas, incluindo uma mulher, um homem negro e um canadense, testarão sistemas cruciais a bordo da cápsula Orion durante uma viagem de cerca de 10 dias, sem aterragem na Lua.
O foguete Sistema de Lançamento Espacial (SLS) lançará a Orion, que realizará uma trajetória de “retorno livre” ao redor da Lua e se tornará a missão tripulada mais distante da Terra, superando 400 mil quilômetros. A viagem seguirá com manobras ao redor da Terra para aceleração.
Essa missão diversifica a equipe lunar e é essencial para os próximos passos da NASA, que planeja pousos humanos na Lua com Artemis III e construção de infraestrutura no satélite terrestre. O lançamento ocorrerá no Centro Espacial Kennedy e poderá ser acompanhado ao vivo online.
A missão Artemis II da NASA está marcada para fevereiro de 2026, sinalizando o retorno dos humanos à órbita lunar após mais de 50 anos. A bordo da cápsula Orion, quatro astronautas — três americanos e um canadense — vão testar sistemas essenciais para garantir missões mais longas no satélite natural da Terra. A viagem terá duração aproximada de 10 dias e não incluirá pouso na Lua.
O foguete Sistema de Lançamento Espacial (SLS) lançará a Orion, que fará uma trajetória de “retorno livre” ao redor da Lua, chegando a mais de 400 mil quilômetros da Terra, tornando-se a missão tripulada mais distante já realizada. A nave também passará duas vezes ao redor da Terra para acelerar antes do trajeto lunar.
A tripulação representa uma mudança na diversidade das missões lunares, incluindo pela primeira vez uma mulher, um homem negro e um astronauta não americano, quebrando o padrão das missões Apollo, formadas apenas por homens brancos dos EUA. O lançamento acontecerá no Kennedy Space Center, na Flórida, e poderá ser acompanhado ao vivo online.
A programação de Artemis II evita eclipses solares devido ao sistema de painéis solares da nave, que não pode ficar sem luz por mais de 90 minutos. Essa missão é um passo importante para futuros planos da NASA, que incluem colocar humanos caminhando na Lua com Artemis III e desenvolver infraestrutura lunar nas missões subsequentes.
Banco Central da Índia Sugere Integração das Moedas Digitais dos Países do Brics
O Banco Central da Índia propôs que os países do Brics vinculem suas moedas digitais oficiais. O objetivo é facilitar o comércio entre os membros e pagamentos ligados ao turismo, reduzindo a dependência do dólar.
A proposta deve ser discutida na cúpula do Brics em 2026, a ser realizada na Índia. Se aprovada, essa será a primeira iniciativa oficial para conectar as moedas digitais dos países do grupo.
Até agora, nenhum membro lançou oficialmente sua moeda digital, mas todos executam projetos-piloto. A iniciativa pode enfrentar resistência dos EUA, que veem com preocupação a redução do uso do dólar.
O banco central da Índia propôs que os países do Brics vinculem suas moedas digitais oficiais para facilitar o comércio entre os membros e os pagamentos relacionados ao turismo. A ideia é incentivar o financiamento em moeda local e reduzir a dependência do dólar em meio às crescentes tensões geopolíticas.
A recomendação é que essa proposta de conexão entre as moedas digitais dos bancos centrais (CBDCs) seja incluída na agenda da cúpula do Brics em 2026, que será realizada na Índia. Caso aprovada, será a primeira vez que essa iniciativa será oficialmente apresentada para o grupo, que inclui Brasil, Rússia, China, África do Sul e Índia.
Essa movimentação segue o compromisso firmado na cúpula do Brics de 2025, realizada no Rio de Janeiro, que estimulou a interoperabilidade dos sistemas de pagamento entre os países para tornar as transações internacionais mais ágeis e econômicas.
Até o momento, nenhum dos cinco principais países do Brics lançou oficialmente suas moedas digitais, mas todos executam projetos-piloto. A proposta do banco central indiano pode encontrar resistência dos Estados Unidos, que já manifestaram preocupação com iniciativas que visem contornar o uso do dólar.
Apesar dos pedidos de comentários, os bancos centrais da Índia, Brasil, China, África do Sul e Rússia não se manifestaram formalmente sobre o assunto.
IA resolve 30% das demandas do Service Desk na Copa Energia
A Copa Energia deu um passo importante em sua transformação digital ao integrar Inteligência Artificial Generativa em áreas com grande volume de dados, como o Service Desk. Cerca de 30% das demandas passaram a ser atendidas diretamente pelo assistente de IA, o que reduziu o retrabalho e aumentou a eficiência operacional.
O projeto, iniciado em 2025, utilizou o Microsoft Teams como base para facilitar a adaptação dos colaboradores e expandir o uso da tecnologia para Marketing, Pricing e outros setores. Para 2026, a empresa planeja ampliar a integração da IA nos processos, fortalecendo a cultura data driven e garantindo segurança e governança.
A liderança destaca que, apesar da tecnologia ser um acelerador, o papel humano é fundamental para conduzir a transformação de forma ética e responsável. A capacitação técnica contínua e a adaptação das equipes são desafios para o sucesso da inovação.
A Copa Energia avançou em sua transformação digital em 2025 ao integrar a Inteligência Artificial Generativa em áreas com grande volume de dados. A empresa iniciou o projeto com provas de conceito em Marketing, Pricing e Service Desk, usando o Microsoft Teams como base. Essa estratégia facilitou a experiência e avaliação dos resultados em um ambiente familiar aos colaboradores.
Os resultados já mostram efeitos concretos. No Marketing, houve melhoria na padronização de conteúdos e aplicação do brandbook. No Service Desk, cerca de 30% das demandas passaram a ser resolvidas diretamente pelo assistente de IA, reduzindo retrabalho e aumentando a eficiência. No Pricing, a agilidade na análise de informações de preços aumentou, otimizando o tempo de decisão.
O aprendizado incluiu a necessidade de capacitação técnica contínua para garantir segurança, governança e eficiência. A escolha das ferramentas também foi cuidadosa, considerando custo e escalabilidade. A maior dificuldade está na adoção pelas áreas usuárias, que enfrentam desafios para compreender o valor e os cuidados com a tecnologia.
Para 2026, a Copa Energia planeja expandir o uso da IA integrando-a nativamente aos sistemas e ampliando sua aplicação em processos críticos. A meta é fortalecer uma cultura data driven, acelerar resultados operacionais e financeiros e garantir a governança e segurança necessárias.
Claudia Marquesani, CIO da empresa, reforça que a tecnologia é um acelerador, mas a liderança humana continua central para direcionar a transformação, garantindo ética e desenvolvimento das pessoas para trabalhar com a IA de forma responsável.
União Europeia estuda tarifas sobre US$ 108 bilhões em produtos dos EUA após ameaça de Trump
A União Europeia considera a aplicação de tarifas sobre aproximadamente US$ 108 bilhões em produtos americanos caso os EUA implementem taxa de 10% sobre países europeus a partir de fevereiro. Representantes dos 27 países da UE debatem estratégias com possibilidade de medidas diplomáticas antes de ações econômicas.
O presidente Donald Trump anunciou tarifas motivadas por interesses estratégicos na Groenlândia, enquanto líderes europeus classificam a ameaça como inaceitável e preparam resposta coordenação. A UE também suspendeu a aprovação de acordo comercial pendente com os EUA.
Estima-se que imposição das tarifas possa reduzir as exportações europeias afetadas em até 50%, especialmente na Alemanha, Suécia e Dinamarca. A possibilidade de retaliação inclui taxas sobre produtos como aeronaves, carros e uísque americanos.
A União Europeia analisa impor tarifas sobre cerca de € 93 bilhões (US$ 108 bilhões) em produtos dos Estados Unidos, caso o presidente Donald Trump aplique uma taxa de 10% aos países europeus a partir de 1º de fevereiro. O plano prevê também contramedidas adicionais, mas o bloco tende a tentar uma solução diplomática antes de avançar.
Representantes dos 27 países da UE se reuniram para definir estratégias, e uma reunião de emergência está agendada em Bruxelas para debater as medidas. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reforçou a união do bloco contra qualquer forma de coerção, em apoio à Dinamarca e à Groenlândia.
Trump anunciou a tarifa de 10% sobre produtos de oito países europeus, que pode subir para 25% em junho, a menos que os EUA fechem acordo para adquirir a Groenlândia. A medida foi motivada por exercícios militares da OTAN planejados na região.
Líderes europeus reagiram contrariamente. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer chamou os comentários de “completamente errados”, e o francês Emmanuel Macron classificou a ameaça como “inaceitável”, propondo ativar o instrumento anticoerção da UE para responder.
Como resposta imediata, a UE suspendeu a aprovação de um acordo comercial com os EUA, que estava pendente de ratificação no Parlamento Europeu. O partido maioritário no parlamento planeja bloquear o acordo, criticado por favorecer excessivamente os EUA.
Se Trump aplicar a tarifa, estimativas indicam que as exportações dos países afetados poderão cair até 50%, com Alemanha, Suécia e Dinamarca entre os mais impactados. A UE poderá retomar taxas retaliatórias sobre produtos americanos como aeronaves, carros e uísque.
Entenda a diferença entre espécie e subespécie na biologia
A distinção entre espécie e subespécie é fundamental para compreender a classificação dos seres vivos na biologia. Espécies distintas não se cruzam para gerar descendentes férteis, enquanto subespécies são variações dentro da mesma espécie que vivem em regiões diferentes e ainda podem se reproduzir entre si.
Subespécies representam etapas de transição evolutiva, podendo, com o tempo e isolamento geográfico, se transformar em espécies separadas. Essa classificação, porém, não é consenso entre biólogos, que usam múltiplas definições para o conceito de espécie.
Um exemplo são as girafas, antes consideradas uma única espécie com várias subespécies, mas estudos recentes apontam para múltiplas espécies e subespécies. Isso ilustra a complexidade e a evolução contínua do entendimento científico sobre essa categorização.
Na biologia, a diferença entre espécie e subespécie é fundamental para entender como classificamos os seres vivos, mesmo que a natureza não se organize em categorias rígidas. Espécies diferentes não conseguem cruzar e gerar descendentes férteis, enquanto subespécies são grupos da mesma espécie que vivem em áreas distintas e apresentam variações anatômicas e comportamentais, mas ainda podem se cruzar.
Essas subespécies funcionam como uma espécie de “transição” evolutiva. Com o passar do tempo e o isolamento geográfico, diferenças crescentes podem transformar subespécies em espécies distintas. Contudo, essa classificação não é unânime. Uma pesquisa de 2021 mostrou que biólogos usam pelo menos 16 definições variadas para o termo “espécie”.
Um caso que ilustra essa questão são as girafas. Por mais de 200 anos, cientistas as consideraram uma única espécie — Giraffa camelopardalis — com nove subespécies. Estudo recente analisando DNA e crânio aponta que existem quatro espécies diferentes e sete subespécies reconhecidas hoje. Isso mostra a complexidade para definir e classificar a vida.
Classificar espécies e subespécies facilita análises científicas, mas é importante lembrar que essas categorias são construções humanas. O entendimento evolui conforme novas descobertas e métodos, principalmente com avanços genéticos que permitem revisitar antigas classificações.
Etanol é mais vantajoso que gasolina apenas no Mato Grosso do Sul, segundo ANP
O etanol mostrou-se mais competitivo que a gasolina somente no Mato Grosso do Sul, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) da semana encerrada em 17 de junho. No estado, o litro do etanol custa R$ 4,14, com paridade de 68,20%, abaixo da média nacional de 72,31%.
Mesmo com maior preço médio do etanol em comparação à gasolina na maior parte do país, especialistas afirmam que o combustível pode ser vantajoso dependendo do tipo de veículo e eficiência do motor. Na semana analisada, o preço do etanol subiu em 19 estados e caiu em alguns.
Mato Grosso do Sul teve o menor preço médio do etanol, enquanto Pernambuco registrou o maior valor e a maior alta percentual. A variação de preços e a eficiência do consumo influenciam a escolha entre etanol e gasolina.
O etanol mostrou-se mais competitivo que a gasolina apenas em Mato Grosso do Sul na semana encerrada em 17 de junho, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No estado, o litro do combustível custa R$ 4,14, com paridade de 68,20%, ficando abaixo do percentual médio nacional de 72,31%, que indica menor atratividade do etanol em comparação à gasolina.
Apesar da média indicar desvantagem, especialistas do setor apontam que o etanol pode ser vantajoso mesmo com paridade acima de 70%, dependendo do tipo de veículo utilizado. Essa análise varia conforme a eficiência do motor e o perfil do consumo.
Na comparação semanal, o preço médio do etanol subiu em 19 estados; caiu em três e ficou estável em outros três, enquanto o Distrito Federal também registrou queda. A média nacional alcançou R$ 4,57 o litro, alta de 0,88%. Em São Paulo, maior produtor e consumidor, o valor subiu 0,93%, para R$ 4,36.
Pernambuco teve a maior elevação percentual no preço, de 8,13%, com o litro a R$ 4,92, enquanto Alagoas apresentou queda máxima de 2,1%, para R$ 4,66. A menor cotação mínima do combustível foi vista em um posto paulista, a R$ 3,69 o litro, e o maior preço, R$ 6,49, ocorreu em Pernambuco. Mato Grosso do Sul registrou o menor preço médio estadual, R$ 4,14, enquanto Rondônia atingiu o maior, R$ 5,50.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação