A Cambuhy, fundo de investimentos da família Moreira Salles, vendeu sua participação de 3,4% na Eneva em uma operação de block trade que movimentou cerca de R$ 1,4 bilhão. Foram negociadas 65 milhões de ações a R$ 21 cada, valor com leve desconto em relação ao fechamento do pregão anterior.
A Eneva está avaliada em R$ 40 bilhões, e o bloco foi intermediado pelo BTG Pactual, maior acionista com 25,5% das ações. A Cambuhy vem reduzindo sua posição desde o follow-on da Eneva em 2024, que financiou a compra de usinas térmicas pelo BTG.
Outros investidores importantes incluem Dynamo e GQG Partners. A movimentação reflete uma reorganização do controle acionário e estratégias de financiamento dos principais ativos da empresa.
A Cambuhy, veículo de investimentos da família Moreira Salles, finalizou a venda da sua participação de 3,4% na Eneva em um block trade realizado na última quinta-feira. A operação encerrou 65 milhões de ações a R$ 21 cada, preço com desconto de 1,4% em relação ao fechamento do pregão anterior, movimentando cerca de R$ 1,4 bilhão, o que representa sete vezes o volume médio diário dos últimos três meses.
A ação da Eneva fechou a sexta-feira em R$ 20,60, atingindo seu valor máximo na Bolsa, com a empresa avaliada em R$ 40 bilhões. O block trade foi intermediado pelo BTG Pactual, que até então mantinha uma presença significativa na companhia junto da Cambuhy, que passou a ser acionista da Eneva em 2013 após investir na OGX Maranhão, empresa que detinha reservas de gás natural. Essa operação originou a parceria com o BTG, que além de executar transações gigantescas pelo banco de André Esteves, hoje é o maior acionista individual da Eneva, controlando 25,5% das ações, com sócios também detendo 22,6% por meio do Partners Alpha.
Desde o follow-on de R$ 4,2 bilhões da Eneva em 2024, que financiou a compra de usinas térmicas do BTG, a Cambuhy iniciou a gradual redução de sua posição. Nos últimos meses, a venda de ações, totalizando cerca de R$ 3,4 bilhões, foi feita via block trades até a completa saída do bloco acionário.
Outros investidores relevantes na Eneva incluem Dynamo, com 9,5%, e a GQG Partners, com pouco mais de 5%. A movimentação mostra uma realocação de participação com foco em controle e financiamentos de ativos estratégicos, refletindo a dinâmica entre os acionistas principais.
Tarifa americana sobre Europa pode reduzir PIB de países europeus, alerta Goldman Sachs
O governo dos EUA anunciou uma tarifa de 10% sobre importações de oito países europeus, incluindo Alemanha e Reino Unido, com aumento para 25% previsto para junho. A medida visa pressionar para uma negociação sobre a compra da Groenlândia.
Análise do Goldman Sachs indica que essa tarifa poderá causar queda no PIB de até 3,5% em países como Alemanha, afetando fortemente a economia europeia. A União Europeia avalia retaliações, como tarifas recíprocas e restrições em serviços, enquanto o Reino Unido busca diálogo diplomático.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a partir de 1º de fevereiro será aplicada uma tarifa de 10% sobre as importações de oito países europeus, incluindo Alemanha, Reino Unido e França. Essa tarifa deve subir para 25% em 1º de junho e permanecer até um possível acordo para a compra da Groenlândia.
Segundo análise do Goldman Sachs, a aplicação dessa tarifa traria impactos econômicos significativos. As exportações afetadas representam cerca de 270 bilhões de euros por ano, o que equivale a metade das vendas da União Europeia para os EUA. Em países como Alemanha, Holanda e Finlândia, a perda no PIB poderia chegar a até 3,5% caso a tarifa alcance todos os bens exportados aos EUA.
O banco estima que a tarifa americana de 10% possa reduzir o PIB real entre 0,1% e 0,2% nos países envolvidos, com maior efeito na Alemanha, que enfrentaria queda de até 0,3%. Para a zona do euro e Reino Unido, o recuo no PIB ficaria em torno de 0,1%. O impacto poderia ser maior caso haja efeitos negativos na confiança do mercado ou finanças.
A União Europeia está avaliando três formas de retaliação, como atrasar a ratificação de acordos comerciais, impor tarifas recíprocas e usar o Instrumento Anticoerção, que pode incluir restrições além das tarifas, como em serviços digitais e investimentos. O Reino Unido deve optar por um diálogo diplomático para tratar do assunto.
Pré-mercado mostra tensão entre investidores por nova guerra de tarifas EUA-UE
O começo da semana foi marcado pela baixa movimentação nos mercados devido ao feriado do Dia de Martin Luther King nos Estados Unidos, com pregões americanos fechados.
Mesmo assim, os contratos futuros mostraram queda pela preocupação dos investidores com a escalada da guerra de tarifas entre EUA e União Europeia, após anúncio de aumento nas taxas sobre produtos europeus.
A resposta da União Europeia trouxe ameaças de retaliação, elevando a tensão em meio ao Fórum Econômico Mundial, impactando o euro, metais preciosos e o preço do petróleo, com possível volatilidade nos mercados globais.
O início da semana registra menor movimentação nos mercados por conta do feriado do dia de Martin Luther King nos Estados Unidos, com os pregões americanos fechados. Apesar disso, os contratos futuros seguem ativos, e as cotações mostram queda diante do receio crescente dos investidores sobre uma possível intensificação da guerra de tarifas entre os Estados Unidos e a União Europeia.
No último sábado, o presidente Donald Trump anunciou a intenção de aumentar as tarifas sobre produtos importados de países europeus como Alemanha, França, Reino Unido e Holanda. As taxas adicionais começaram em 10% a partir de 1º de fevereiro e podem subir para 25% em 1º de junho caso não haja acordo para a compra da Groenlândia pelos EUA.
A resposta da União Europeia foi rápida: os países envolvidos classificaram as ameaças como chantagem e sinalizaram medidas de retaliação inéditas, incluindo um pacote de tarifas sobre US$ 108 bilhões em exportações americanas e um possível uso do Instrumento Anticoerção para afetar o comércio de serviços e investimentos dos EUA.
Esses eventos elevam a tensão política e econômica justamente na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos, que reúne líderes globais e uma delegação americana liderada por Trump.
Nos mercados, o euro recuperou-se ligeiramente, enquanto os preços do ouro e prata subiram, refletindo aversão ao risco. O petróleo apresentou queda devido ao temor de que uma escalada no conflito comercial impacte a demanda mundial.
O cenário sugere uma jornada negativa para os mercados acionários, com menor volume de negócios por causa do feriado americano, aumentando a volatilidade com menor liquidez.
Análise do Razer Kraken V4: bateria longa e conforto, mas áudio decepciona
O Razer Kraken V4 se destaca pela bateria de até 70 horas sem iluminação ativa e pelo conforto proporcionado pela espuma respirável. Seu design mantém a identidade da linha Kraken, com conchas RGB personalizáveis e múltiplas conexões, como Bluetooth 5.3 e dongle 2,4 GHz.
Apesar dessas vantagens, o som do headset não impressiona, especialmente para quem busca graves impactantes em jogos FPS. O microfone retrátil tem áudio com timbre metálico e filtragem de ruído moderada. O software apresenta falhas no salvamento das configurações.
Com preço sugerido de R$ 1.699, o Kraken V4 é indicado para quem prioriza conforto e autonomia, ficando atrás em qualidade sonora. Oferece alternativas a modelos como Astro A30 e Logitech G Pro X 2 Lightspeed com características semelhantes.
A Razer Kraken V4 é um headset gamer que se destaca principalmente pelo conforto e longa duração da bateria, capaz de alcançar até 70 horas sem a iluminação RGB ativada. O design mantém a identidade visual da linha Kraken, com melhorias como o logo RGB personalizado nas conchas e espuma respirável que evita desconforto durante horas de uso.
O headset oferece múltiplas formas de conexão, incluindo dongle de 2,4 GHz, Bluetooth 5.3 e conexão USB tipo A, garantindo versatilidade para diferentes dispositivos. Os controles estão distribuídos nas próprias conchas, com botões para volume, ligar/desligar, mute do microfone e troca de modos, facilitando o manuseio.
Apesar desses pontos positivos, a qualidade sonora do Razer Kraken V4 ficou aquém do esperado para um modelo topo de linha, apresentando um som equilibrado, porém sem destaque para graves, o que pode não agradar jogadores que buscam impacto sonoro em FPS. O microfone retrátil tem operação prática, mas entrega um áudio com leve timbre metálico e filtro de ruído pouco eficiente.
O software Razer Synapse permite personalização rápida, mas ainda sofre com problemas no salvamento das configurações e o controle das luzes RGB, que fazem o headset consumir bateria desnecessariamente. Considerando o preço sugerido de R$ 1.699 no Brasil, o Kraken V4 se mostra mais indicado para quem prioriza conforto e autonomia de bateria do que qualidade de áudio premium.
Para opções próximas nesse valor, modelos como o Astro A30 e Logitech G Pro X 2 Lightspeed oferecem funcionalidades semelhantes com diferenças no som e conectividade.
Via TecMundo
19/01/2026 às 08:42 - Sem Categoria
Carros de 2026 mostram avanço da eletrificação com modelos variados nas competições internacionais
O World Car Awards seleciona anualmente os melhores carros do mundo, destacando os veículos lançados ou renovados nos últimos 14 meses. Entre os dez finalistas ao prêmio principal, sete são carros elétricos ou eletrificados, refletindo a crescente presença dessa tecnologia no setor automotivo.
Modelos de diversas categorias, desde SUVs a carros de luxo, participam da disputa, evidenciando a diversidade e inovação. A premiação acompanha as transformações globais, como o investimento em autonomia e tecnologia digital, além de destacar alguns modelos tradicionais barulhentos que ainda permanecem.
O evento revela tendências para o futuro dos automóveis, com foco em eficiência, performance e sustentabilidade. A competição destaca as mudanças do mercado, especialmente a ascensão dos veículos elétricos sem deixar de lado as características clássicas de alguns concorrentes.
Todo mês de janeiro, a indústria automotiva se movimenta em direção ao World Car Awards, com o destaque para o anúncio do Carro do Ano no Mundo durante o New York Auto Show, na primavera do hemisfério norte. O processo é rigoroso, envolvendo jornalistas de várias partes do mundo que testam veículos novos ou reformulados vendidos em ao menos dois continentes nos últimos 14 meses.
Dentre cerca de cem modelos iniciais, restam pouco mais de vinte para avaliação final dividida em seis categorias. Entre os dez finalistas ao prêmio principal, sete são carros elétricos ou eletrificados, refletindo o avanço global desses veículos, mesmo com desaceleração nos Estados Unidos.
Veículos como Audi Q5 / SQ5, BMW iX3, BYD Seal 6 DM-i, Hyundai Ioniq 9, Hyundai Palisade, Kia EV4, Kia EV5, Mercedes-Benz CLA, Nissan Leaf e Toyota RAV4 aparecem na disputa, mostrando diversidade de segmentos, do SUV ao luxo acessível.
Na categoria Carro Elétrico do Ano, a competição exige excelência em design, autonomia, eficiência e experiência digital, contando com finalistas como Audi A6 e-tron, BMW iX3, Hyundai Ioniq 9, Mercedes-Benz CLA e o experiente Nissan Leaf.
Enquanto isso, o segmento de luxo destaca modelos que unem silêncio, tecnologia de ponta e alcance para longas distâncias. Performance e carros urbanos também ganham atenção especial, refletindo tendências tecnológicas e mudanças de mercado em diversas categorias.
O prêmio revela o que há de mais atual no setor automotivo, acompanhando as transformações no uso e desenvolvimento de alternativas eletrificadas e novos designs.
Banco Master inicia pagamentos do FGC; Copel e Inter têm novidades de proventos e expansão
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começou a pagar os credores do Banco Master, com mais de 150 mil solicitações já concluídas. Os pagamentos são feitos à vista diretamente nas contas dos depositantes e investidores que completaram o processo.
Copel distribuirá R$ 1,1 bilhão em juros sobre capital próprio aos acionistas nesta semana, e a Tim também pagará JCP com base na posição acionária de 2025. JHSF e Allos também têm datas definidas para pagamento de dividendos.
O Banco Inter recebeu autorização para atuar como banco estrangeiro nos EUA, abrindo agência em Miami. Essa expansão visa ampliar os serviços financeiros para clientes internacionais e fortalecer sua presença global.
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) iniciou os pagamentos aos credores do Banco Master nesta segunda-feira (19). Mais de 360 mil solicitações foram recebidas desde a liquidação do banco em novembro, e cerca de 150 mil pedidos já foram finalizados. Os valores serão pagos à vista, diretamente na conta dos depositantes e investidores que completaram o processo até agora.
Além disso, a Copel (CPLE3) vai distribuir R$ 1,1 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas esta semana, correspondendo a R$ 0,37 por ação. A base usada para cálculo é a posição acionária de 30 de dezembro de 2025. Já na quarta-feira (21), a Tim (TIMS3) fará o pagamento de JCP no valor de R$ 0,19 por ação, com base dos acionistas em 26 de setembro do ano anterior.
Outras empresas também se movimentam no calendário de proventos. A JHSF (JHSF3) define o dia 20 como data-base para dividendos de R$ 45,8 milhões a serem pagos em 3 de fevereiro, enquanto a Allos (ALOS3) tem data-base no dia 21, com dividendos de R$ 146 milhões previstos para 29 de janeiro.
O banco Inter (INBR32) recebeu autorização do Federal Reserve e do Florida Office of Financial Regulation para atuar como banco estrangeiro nos EUA. A aprovação permitirá a abertura de uma agência em Miami, ampliando sua oferta de serviços financeiros para clientes internacionais e fortalecendo sua estratégia de expansão global.
As melhores ações para investir no Brasil nesta semana, segundo análises recentes
O Money Picks desta semana destaca as principais ações para investidores no mercado brasileiro, considerando o impacto da Copa do Mundo nas negociações. O Mercado Livre é citado como uma opção promissora, aproveitando o aumento nas vendas online de artigos esportivos e eletrônicos.
Por outro lado, o UBS BB rebaixou a recomendação de compra da CPFL Energia e da Porto Seguro, citando crescimento consolidado e estabilidade nas ações, com previsões de valorização moderada. Além disso, a TSMC, líder em semicondutores, recebe destaque pela sua relevância global mesmo após alta recente.
O Money Picks desta semana, apresentado por Juliana Caveiro, destacou as melhores opções para quem investe na bolsa brasileira, aproveitando a movimentação gerada pela Copa do Mundo. Segundo o Santander, o Mercado Livre pode beneficiar-se do aumento nas vendas de artigos esportivos e eletrônicos, explorando o potencial do e-commerce, que não depende do funcionamento das lojas físicas durante os horários dos jogos.
Por outro lado, a CPFL Energia teve seu status de compra rebaixado para neutro pelo UBS BB. O banco aponta que o crescimento da empresa, que já subiu 38% desde outubro, está praticamente consolidado, reduzindo as chances de valorização significativa. O preço-alvo foi reavaliado levemente, criando uma previsão de alta de cerca de 7% para os próximos 12 meses.
A seguradora Porto Seguro também perdeu a recomendação de compra no UBS BB, que agora aponta suas ações como estáveis, mas com pouco espaço para ganhos rápidos. O banco cortou o preço-alvo de R$ 61 para R$ 54, mantendo a análise de que a empresa entrega resultados previsíveis, sem sinais fortes de crescimento acelerado.
Como bônus, a empesa de semicondutores TSMC, referência global e principal fornecedora da Nvidia, recebeu destaque pela Empiricus. Mesmo após alta de 20% nos últimos 30 dias, as ações ainda são consideradas atrativas, diante da sua liderança tecnológica e participação de cerca de 70% do mercado mundial de fundição.
União Europeia se articula para evitar tarifas dos EUA sobre Groenlândia e prepara resposta
A União Europeia está se mobilizando para impedir que os Estados Unidos imponham tarifas sobre países do bloco, em meio à disputa envolvendo a Groenlândia. A ação ocorre após o presidente Donald Trump condicionar o fim das tarifas à permissão para comprar a ilha ártica.
Os embaixadores da UE entraram em acordo para impedir as tarifas e preparam retaliações, incluindo a possibilidade de aplicar taxas sobre importações americanas no valor de €93 bilhões. Também estudam usar o Instrumento Anti-Coerção para limitar o acesso dos EUA a licitações e investimentos.
A situação será tema na cúpula da UE em Bruxelas e no Fórum Econômico Mundial em Davos. A disputa causou impacto nos mercados, com queda do euro e da libra frente ao dólar, além de maior volatilidade global.
Em meio à ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas sobre países da União Europeia, o bloco europeu se mobiliza para evitar essas medidas. A disputa sobre a Groenlândia envolvendo Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega ganhou atenção após Trump condicionar o fim das tarifas à permissão para comprar a ilha ártica.
Os embaixadores da UE chegaram a um acordo para deter a aplicação das tarifas e preparam retaliações, incluindo a possibilidade de tarifas sobre importações americanas no valor de €93 bilhões. Essa resposta poderá ser ativada automaticamente em 6 de fevereiro, caso os Estados Unidos sigam em frente com as cobranças.
Outra alternativa para pressionar inclui o uso do chamado Instrumento Anti-Coerção (ACI), que poderia limitar o acesso dos EUA a licitações públicas, investimentos e atividades bancárias dentro da UE, além de restringir o comércio de serviços digitais.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reforçou o compromisso com a Dinamarca e Groenlândia, ressaltando a disposição do bloco em defender seus membros contra qualquer forma de coerção. A Dinamarca aposta na diplomacia e criou um grupo de trabalho com os EUA para tratar do assunto.
Os eventos serão discutidos na cúpula da UE em Bruxelas e no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump fará sua primeira aparição em seis anos. A situação tem causado impacto nos mercados, refletido na queda do euro e da libra frente ao dólar, além de aumentar a volatilidade global.
A visão inovadora sobre inteligência artificial do fundador da VTEX
Mariano Gomide, fundador e CEO da VTEX, critica o uso tradicional da inteligência artificial como mera automação. Segundo ele, a verdadeira revolução da IA está na eliminação completa de processos, o que pode acarretar decisões difíceis como demissões e monitoramento rigoroso dos funcionários.
O CEO sinaliza que grandes empresas já utilizam esse “Big Brother corporativo”, e agora essa vigilância pode beneficiar mais organizações, capturando oportunidades e insatisfações ocultas para melhorar resultados.
Na VTEX, o uso dessa estratégia reduziu o suporte de 120 para 45 pessoas e aumentou o NPS em 11 pontos. Para Mariano, a IA é uma transformação indispensável para empresas se manterem competitivas, buscando alto crescimento e lucro.
Mariano Gomide, fundador e CEO da VTEX, aponta que muitas empresas ainda adotam a AI de forma equivocada, vendo-a apenas como uma ferramenta de automatização. Para ele, o verdadeiro potencial está na capacidade da AI de eliminar processos inteiros, o que exige decisões difíceis, como demissões e monitoramento completo das atividades dos funcionários, uma espécie de Big Brother corporativo.
Segundo Mariano, o Big Brother já existe em grandes empresas como Meta, Google e OpenAI, mas agora essa vigilância pode beneficiar todas as organizações. A adoção ampla da AI implica gravar todas as interações de colaboradores para capturar oportunidades e insatisfações que humanos muitas vezes ocultam para manter seu poder.
Na VTEX, essa abordagem já resultou na redução do time de suporte de 120 para 45 pessoas, acompanhado de um aumento de 11 pontos no NPS. Essa estratégia busca não só redução de custos, mas melhoria da qualidade e eficiência por meio da eliminação de processos manuais.
O CEO destaca que a inteligência artificial não é apenas evolução, mas transformação radical, necessária para a sobrevivência das empresas em um cenário onde custo do dinheiro e pressão por resultados crescem. Ele afirma que é preciso ser simultaneamente high growth e high profit.
Sobre o domínio das big techs, Mariano acredita que o poder está mais descentralizado, beneficiando as marcas e reduzindo a influência de controladores de tráfego como Google e marketplaces. Quanto às aquisições, a VTEX mantém prudência diante dos preços elevados do mercado.
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Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação