Banco Master inicia pagamentos do FGC; Copel e Inter têm novidades de proventos e expansão
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começou a pagar os credores do Banco Master, com mais de 150 mil solicitações já concluídas. Os pagamentos são feitos à vista diretamente nas contas dos depositantes e investidores que completaram o processo.
Copel distribuirá R$ 1,1 bilhão em juros sobre capital próprio aos acionistas nesta semana, e a Tim também pagará JCP com base na posição acionária de 2025. JHSF e Allos também têm datas definidas para pagamento de dividendos.
O Banco Inter recebeu autorização para atuar como banco estrangeiro nos EUA, abrindo agência em Miami. Essa expansão visa ampliar os serviços financeiros para clientes internacionais e fortalecer sua presença global.
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) iniciou os pagamentos aos credores do Banco Master nesta segunda-feira (19). Mais de 360 mil solicitações foram recebidas desde a liquidação do banco em novembro, e cerca de 150 mil pedidos já foram finalizados. Os valores serão pagos à vista, diretamente na conta dos depositantes e investidores que completaram o processo até agora.
Além disso, a Copel (CPLE3) vai distribuir R$ 1,1 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas esta semana, correspondendo a R$ 0,37 por ação. A base usada para cálculo é a posição acionária de 30 de dezembro de 2025. Já na quarta-feira (21), a Tim (TIMS3) fará o pagamento de JCP no valor de R$ 0,19 por ação, com base dos acionistas em 26 de setembro do ano anterior.
Outras empresas também se movimentam no calendário de proventos. A JHSF (JHSF3) define o dia 20 como data-base para dividendos de R$ 45,8 milhões a serem pagos em 3 de fevereiro, enquanto a Allos (ALOS3) tem data-base no dia 21, com dividendos de R$ 146 milhões previstos para 29 de janeiro.
O banco Inter (INBR32) recebeu autorização do Federal Reserve e do Florida Office of Financial Regulation para atuar como banco estrangeiro nos EUA. A aprovação permitirá a abertura de uma agência em Miami, ampliando sua oferta de serviços financeiros para clientes internacionais e fortalecendo sua estratégia de expansão global.
As melhores ações para investir no Brasil nesta semana, segundo análises recentes
O Money Picks desta semana destaca as principais ações para investidores no mercado brasileiro, considerando o impacto da Copa do Mundo nas negociações. O Mercado Livre é citado como uma opção promissora, aproveitando o aumento nas vendas online de artigos esportivos e eletrônicos.
Por outro lado, o UBS BB rebaixou a recomendação de compra da CPFL Energia e da Porto Seguro, citando crescimento consolidado e estabilidade nas ações, com previsões de valorização moderada. Além disso, a TSMC, líder em semicondutores, recebe destaque pela sua relevância global mesmo após alta recente.
O Money Picks desta semana, apresentado por Juliana Caveiro, destacou as melhores opções para quem investe na bolsa brasileira, aproveitando a movimentação gerada pela Copa do Mundo. Segundo o Santander, o Mercado Livre pode beneficiar-se do aumento nas vendas de artigos esportivos e eletrônicos, explorando o potencial do e-commerce, que não depende do funcionamento das lojas físicas durante os horários dos jogos.
Por outro lado, a CPFL Energia teve seu status de compra rebaixado para neutro pelo UBS BB. O banco aponta que o crescimento da empresa, que já subiu 38% desde outubro, está praticamente consolidado, reduzindo as chances de valorização significativa. O preço-alvo foi reavaliado levemente, criando uma previsão de alta de cerca de 7% para os próximos 12 meses.
A seguradora Porto Seguro também perdeu a recomendação de compra no UBS BB, que agora aponta suas ações como estáveis, mas com pouco espaço para ganhos rápidos. O banco cortou o preço-alvo de R$ 61 para R$ 54, mantendo a análise de que a empresa entrega resultados previsíveis, sem sinais fortes de crescimento acelerado.
Como bônus, a empesa de semicondutores TSMC, referência global e principal fornecedora da Nvidia, recebeu destaque pela Empiricus. Mesmo após alta de 20% nos últimos 30 dias, as ações ainda são consideradas atrativas, diante da sua liderança tecnológica e participação de cerca de 70% do mercado mundial de fundição.
União Europeia se articula para evitar tarifas dos EUA sobre Groenlândia e prepara resposta
A União Europeia está se mobilizando para impedir que os Estados Unidos imponham tarifas sobre países do bloco, em meio à disputa envolvendo a Groenlândia. A ação ocorre após o presidente Donald Trump condicionar o fim das tarifas à permissão para comprar a ilha ártica.
Os embaixadores da UE entraram em acordo para impedir as tarifas e preparam retaliações, incluindo a possibilidade de aplicar taxas sobre importações americanas no valor de €93 bilhões. Também estudam usar o Instrumento Anti-Coerção para limitar o acesso dos EUA a licitações e investimentos.
A situação será tema na cúpula da UE em Bruxelas e no Fórum Econômico Mundial em Davos. A disputa causou impacto nos mercados, com queda do euro e da libra frente ao dólar, além de maior volatilidade global.
Em meio à ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas sobre países da União Europeia, o bloco europeu se mobiliza para evitar essas medidas. A disputa sobre a Groenlândia envolvendo Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega ganhou atenção após Trump condicionar o fim das tarifas à permissão para comprar a ilha ártica.
Os embaixadores da UE chegaram a um acordo para deter a aplicação das tarifas e preparam retaliações, incluindo a possibilidade de tarifas sobre importações americanas no valor de €93 bilhões. Essa resposta poderá ser ativada automaticamente em 6 de fevereiro, caso os Estados Unidos sigam em frente com as cobranças.
Outra alternativa para pressionar inclui o uso do chamado Instrumento Anti-Coerção (ACI), que poderia limitar o acesso dos EUA a licitações públicas, investimentos e atividades bancárias dentro da UE, além de restringir o comércio de serviços digitais.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, reforçou o compromisso com a Dinamarca e Groenlândia, ressaltando a disposição do bloco em defender seus membros contra qualquer forma de coerção. A Dinamarca aposta na diplomacia e criou um grupo de trabalho com os EUA para tratar do assunto.
Os eventos serão discutidos na cúpula da UE em Bruxelas e no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump fará sua primeira aparição em seis anos. A situação tem causado impacto nos mercados, refletido na queda do euro e da libra frente ao dólar, além de aumentar a volatilidade global.
A visão inovadora sobre inteligência artificial do fundador da VTEX
Mariano Gomide, fundador e CEO da VTEX, critica o uso tradicional da inteligência artificial como mera automação. Segundo ele, a verdadeira revolução da IA está na eliminação completa de processos, o que pode acarretar decisões difíceis como demissões e monitoramento rigoroso dos funcionários.
O CEO sinaliza que grandes empresas já utilizam esse “Big Brother corporativo”, e agora essa vigilância pode beneficiar mais organizações, capturando oportunidades e insatisfações ocultas para melhorar resultados.
Na VTEX, o uso dessa estratégia reduziu o suporte de 120 para 45 pessoas e aumentou o NPS em 11 pontos. Para Mariano, a IA é uma transformação indispensável para empresas se manterem competitivas, buscando alto crescimento e lucro.
Mariano Gomide, fundador e CEO da VTEX, aponta que muitas empresas ainda adotam a AI de forma equivocada, vendo-a apenas como uma ferramenta de automatização. Para ele, o verdadeiro potencial está na capacidade da AI de eliminar processos inteiros, o que exige decisões difíceis, como demissões e monitoramento completo das atividades dos funcionários, uma espécie de Big Brother corporativo.
Segundo Mariano, o Big Brother já existe em grandes empresas como Meta, Google e OpenAI, mas agora essa vigilância pode beneficiar todas as organizações. A adoção ampla da AI implica gravar todas as interações de colaboradores para capturar oportunidades e insatisfações que humanos muitas vezes ocultam para manter seu poder.
Na VTEX, essa abordagem já resultou na redução do time de suporte de 120 para 45 pessoas, acompanhado de um aumento de 11 pontos no NPS. Essa estratégia busca não só redução de custos, mas melhoria da qualidade e eficiência por meio da eliminação de processos manuais.
O CEO destaca que a inteligência artificial não é apenas evolução, mas transformação radical, necessária para a sobrevivência das empresas em um cenário onde custo do dinheiro e pressão por resultados crescem. Ele afirma que é preciso ser simultaneamente high growth e high profit.
Sobre o domínio das big techs, Mariano acredita que o poder está mais descentralizado, beneficiando as marcas e reduzindo a influência de controladores de tráfego como Google e marketplaces. Quanto às aquisições, a VTEX mantém prudência diante dos preços elevados do mercado.
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Google entra no comércio eletrônico com inovação no varejo global
O Google anuncia sua entrada oficial no comércio eletrônico com o Universal Commerce Protocol (UCP), apresentado na NRF 2026. Essa inovação transforma o mecanismo de busca em uma plataforma capaz de executar transações diretamente, utilizando inteligência artificial.
A iniciativa visa reduzir a distância entre o interesse do consumidor e a realização da compra, aumentando a personalização e a segurança nas operações. O impacto econômico é expressivo, com previsão de receita anual bilionária e influência significativa no mercado brasileiro.
Com 34% dos consumidores preferindo interagir com agentes de IA, o varejo global e latino-americano caminha para integrar a inteligência artificial nas decisões de compra, tornando o processo mais rápido e eficiente para marcas e consumidores.
O varejo global está mudando com a entrada oficial do Google na camada transacional do comércio, anunciada durante a NRF 2026. Com o lançamento do Universal Commerce Protocol (UCP), a empresa transforma o mecanismo de busca numa interface que executa transações, marcando uma transição da busca por palavras-chave para a ação direta via agentes de IA.
Sundar Pichai, CEO do Google, resumiu a proposta afirmando que “o comércio não é mais sobre encontrar um link, mas sobre cumprir uma intenção”. O Google busca minimizar a distância entre o desejo do consumidor e a concretização da compra, usando inteligência artificial para realizar operações de forma segura e personalizada.
O impacto econômico já é notável: a Alphabet prevê uma receita anual de US$ 385 bilhões para 2025, sustentada por sua liderança de 90% nas buscas globais e um faturamento publicitário diário na ordem de US$ 800 milhões. No Brasil, esse efeito ultrapassa R$ 215 bilhões, demonstrando o papel central do Google no motor de intenção de compra, não apenas como um canal de mídia.
Com o UCP e agentes de IA, a empresa se posiciona como executor direto das transações, não mais apenas indexador de links. Cerca de 34% dos consumidores já preferem interagir com agentes para obter resultados mais rápidos e personalizados. Isso altera a forma como marcas e influenciadores atuam, pois agora é a inteligência artificial que filtra e decide o que recomendar.
Essa mudança representa um avanço significativo para o varejo, acelerando a adoção da IA também na América Latina, onde ferramentas similares já são usadas por grandes redes. O caminho aponta para uma colaboração entre intuição humana e precisão algorítmica, tornando a rapidez e a precisão da informação essenciais para a conveniência do consumidor.
ChatGPT e Grok permitem remoção de roupas em fotos sem consentimento
O ChatGPT, da OpenAI, e o Grok, da xAI, possuem funções que permitem a remoção de roupas em fotos sem o consentimento dos retratados. Essa prática tem gerado preocupações éticas e legais, especialmente após denúncias envolvendo mulheres e menores de idade.
Testes indicam que o ChatGPT mantém bloqueios para evitar imagens sexualizadas, ao contrário do Grok, que apresenta resultados mais explícitos. No Brasil, manipular ou divulgar fotos íntimas falsas com IA é crime, e a pena pode chegar a seis anos de prisão.
Especialistas alertam que a criação e divulgação dessas imagens violam o consentimento e destacam a importância de cautela na publicação de fotos online. Empresas de segurança recomendam evitar expor menores e usar ferramentas para proteger dados pessoais.
O ChatGPT da OpenAI permite editar fotos, inclusive removendo roupas sem o consentimento das pessoas retratadas, prática semelhante observada no Grok, inteligência artificial da empresa xAI, de Elon Musk. Essa função gerou preocupações legais e éticas, especialmente após denúncias de abuso envolvendo mulheres e menores de idade.
Testes realizados pela Folha mostram que o ChatGPT troca roupas por trajes de banho, com cuidado de usar imagens do próprio repórter ou personagens fictícios para evitar exposição indevida. Diferente do Grok, que exibiu resultados sexualizados, o ChatGPT mantém certos bloqueios, embora em algumas situações suas restrições tenham sido flexibilizadas.
No Brasil, é crime manipular ou divulgar fotos íntimas falsas produzidas por inteligência artificial, com pena de dois a seis anos de reclusão e multa. Essa penalidade é agravada quando vítimas são mulheres, crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência. Apesar disso, usuários têm encontrado maneiras de contornar as proteções do ChatGPT.
A OpenAI afirma bloquear conteúdos que violem suas regras, mas atualizou o algoritmo para evitar excessos restritivos. Por outro lado, a xAI declarou ter proibido a edição de imagens reais de pessoas com roupas reveladoras em países com legislação contra o uso indevido.
Especialistas em segurança destacam que a geração e divulgação de imagens em roupas de banho ou eróticas sem autorização violam o consentimento e podem configurar crime. Enquanto o Grok publica amplamente suas imagens, o ChatGPT não divulga publicamente os conteúdos gerados, dificultando o monitoramento.
Para proteger dados, empresas de segurança recomendam cautela ao publicar fotos online, evitar imagens de menores e usar ferramentas para verificar se dados pessoais vazaram.
Via Folha de S.Paulo
19/01/2026 às 06:46 - Tecnologia e Inovação
Fórum de Davos destaca agro e meio ambiente como bases da economia global
O Fórum Econômico Mundial 2026, realizado em Davos, posicionou a agricultura integrada e o meio ambiente como infraestrutura essencial para a economia global. Água, solo e sistemas alimentares foram tratados como pilares para garantir produtividade e segurança diante das mudanças climáticas e tensões geopolíticas.
Cerca de 400 líderes, incluindo chefes de estado, discutiram a importância da tecnologia, finanças da natureza e inovação agrícola para a segurança alimentar. A gestão da água e soluções baseadas na natureza foram identificadas como fundamentais para a estabilidade econômica.
O relatório do evento alerta para riscos crescentes de nacionalismo econômico e conflitos por recursos escassos. Ao mesmo tempo, destaca que a cooperação internacional e a modernização dos sistemas agrícolas são cruciais para garantir a estabilidade e o crescimento econômico mundial.
O Fórum Econômico Mundial 2026, realizado em Davos, Suíça, começou com a agricultura integrada como tema central, posicionando o agro e o meio ambiente como infraestrutura essencial para a economia global. Água, solo e sistemas alimentares são discutidos não apenas como questões ambientais, mas como pilares para produtividade, segurança e fluxo de investimentos em meio a choques climáticos e tensões geopolíticas.
Børge Brende, presidente do World Economic Forum, destacou a necessidade urgente de diálogo diante das incertezas globais, com a presença de cerca de 400 líderes, incluindo 65 chefes de estado e seis membros do G7. O evento enfatiza como a tecnologia, água, finanças da natureza e inovação agrícola estão moldando um novo panorama para a segurança alimentar e estabilidade econômica.
A gestão da água é vista como base para a estabilidade social e econômica, enquanto as soluções baseadas na natureza ganham espaço como ativos econômicos que exigem investimentos privados. Tecnologias como inteligência artificial e ciências biológicas são apontadas como transformadoras para o sistema alimentar, aumentando eficiência e rastreabilidade.
O relatório global do Fórum ressalta que o aumento da escassez de recursos promove o nacionalismo econômico, com países estocando alimentos e minerais, elevando preços e aumentando conflitos geoeconômicos, especialmente em bacias hidrográficas estratégicas. A adoção crescente de tecnologias agrícolas avançadas também traz desafios estruturais, como o risco de desemprego, mesmo ao aprimorar a produção.
O encontro evidencia que a segurança alimentar está profundamente ligada à cooperação internacional e à modernização dos sistemas, reforçando a agricultura como componente-chave da economia mundial.
Recuperação da PDVSA enfrenta desafios técnicos e econômicos, alerta ex-diretor da ANP
A PDVSA, estatal petrolífera da Venezuela, enfrenta desafios significativos para recuperar sua posição entre os principais produtores globais. Segundo o ex-diretor da ANP David Zylbersztajn, a perda de profissionais qualificados devido à crise migratória impactou a capacidade técnica da empresa.
Além do aspecto técnico, a situação econômica da Venezuela e a insegurança jurídica dificultam o retorno de investimentos. A necessidade de reconstruir infraestruturas e restaurar a credibilidade é fundamental para a retomada produtiva da PDVSA.
A PDVSA, empresa estatal de petróleo da Venezuela, enfrenta dificuldades técnicas e econômicas para retomar seu papel entre os principais grupos produtores globais. Segundo David Zylbersztajn, pesquisador e ex-diretor da ANP, a companhia perdeu uma parcela significativa de seu quadro qualificado, fator essencial para o funcionamento eficiente do setor.
O especialista destacou que a saída de cerca de 8 milhões de venezuelanos, muitos deles profissionais experientes, afetou diretamente a capacidade técnica da PDVSA. Além disso, Zylbersztajn enfatiza que, assim como na Petrobras, a qualidade do capital humano é um dos ativos mais importantes em produção, logística e tecnologia.
Além do desafio técnico, a recuperação da empresa também esbarra em um contexto econômico complexo. A confiança dos investidores foi abalada por expropriações passadas, situação agravada pela insegurança jurídica na Venezuela, algo comparado às experiências brasileiras, onde o mercado já se beneficiou de maior estabilidade e respeito aos contratos ao longo dos anos.
Para que os investimentos retornem, será necessário reconstruir as infraestruturas de exploração, produção e transporte de petróleo, além de restaurar a governança e a credibilidade no país. Zylbersztajn também levanta dúvidas sobre como se dará a atuação dos EUA no setor venezuelano, um ponto ainda incerto no panorama atual.
O processo de recuperação da PDVSA é complexo e vai além da simples reconstrução física das instalações, envolvendo aspectos humanos, técnicos e legais que precisarão ser alinhados para garantir um futuro sustentável à empresa.
Tyrannosaurus rex levava até 40 anos para crescer e podia viver até 55 anos
Um estudo recente revelou que o Tyrannosaurus rex demorava cerca de 40 anos para atingir o tamanho adulto, chegando a pesar cerca de 8 toneladas. Essa descoberta corrigiu estimativas anteriores, que indicavam um crescimento mais rápido.
Os pesquisadores também identificaram que o crescimento variava conforme as condições ambientais e a disponibilidade de recursos. O T. rex mantinha a fase juvenil por um longo tempo, adaptando seu desenvolvimento para sobreviver.
Além disso, o dinossauro poderia viver até 55 anos, vivendo mais que o esperado e recorrendo à carniça em idades avançadas. Esses dados oferecem novas perspectivas sobre a biologia e o comportamento dessa espécie pré-histórica.
Estudo recente traz novas informações sobre o crescimento do Tyrannosaurus rex. Segundo a pesquisa publicada na revista PeerJ, esse dinossauro levava cerca de 40 anos para atingir seu tamanho adulto, cerca de 8 toneladas – tempo 15 anos maior do que estimativas anteriores. Cientistas analisaram fósseis usando luz polarizada para identificar marcas de crescimento nas pernas de 17 espécimes.
A pesquisa revelou que a evolução do T. rex foi gradual, mantendo-se juvenis e subadultos por grande parte da vida. O padrão de crescimento era flexível e variava de acordo com recursos disponíveis e condições ambientais. Em anos menos favoráveis, o crescimento diminuía, e aumentava em períodos de maior abundância.
Essa adaptação pode ter ajudado o dinossauro a sobreviver em situações adversas, competindo principalmente com membros da mesma espécie. O paleontólogo Jack Horner, coautor do estudo, destaca que a expectativa de vida do T. rex pode chegar a 50 anos, prolongando o que antes se pensava ser cerca de 30 anos, com adultos mais velhos recorrendo mais a carniça.
O T. rex podia ultrapassar 12 metros de comprimento e sua mordida era poderosa o suficiente para esmagar ossos. Ele vivia no território hoje correspondente ao oeste da América do Norte, alimentando-se de presas como Edmontosaurus, Triceratops e Alamosaurus. Essa nova compreensão do crescimento abre caminho para revisitar a biologia e estratégias de sobrevivência dessa espécie.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação