Bessent nega conclusão de acordo com UE e defende tarifas sobre Groenlândia
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o acordo comercial com a União Europeia não foi finalizado. Ele defende as tarifas aplicadas recentemente, incluindo as relacionadas à Groenlândia, como ações emergenciais para proteger os interesses americanos.
Bessent destacou a importância estratégica da Groenlândia para os EUA, ressaltando que a proteção da ilha é fundamental para evitar conflitos futuros e garantir a paz. Também mencionou a disposição dos EUA em agir caso o equilíbrio com a China ou Índia seja ameaçado.
Além disso, o secretário minimizou preocupações sobre o impacto das tarifas na Otan e reforçou que os europeus aceitarão a liderança americana para manter a segurança global.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o acordo comercial com a União Europeia (UE) não foi finalizado. Em entrevista ao programa Meet the Press, ele defendeu as novas tarifas que o presidente Donald Trump aplicou recentemente, incluindo aquelas relacionadas à Groenlândia. Segundo Bessent, essas medidas podem afetar a confiança de parceiros em negociações, mas são parte de ações emergenciais para proteger os interesses americanos.
Bessent destacou que os Estados Unidos mantêm um “equilíbrio muito bom” com a China, mas que Trump está disposto a agir caso esse equilíbrio seja quebrado. O mesmo vale para a Índia. O secretário usou como exemplo o fato de que a própria UE já enfrenta tarifas adicionais por compra de petróleo russo, reforçando que o presidente utiliza poderes emergenciais para lidar com essas questões.
Sobre a Groenlândia, ele afirmou que os europeus não têm capacidade para proteger a ilha contra ameaças externas, o que reforça a importância estratégica para os EUA. Isso porque, caso haja um ataque, os Estados Unidos seriam envolvidos devido a garantias da Otan. Bessent ressaltou que “é melhor garantir a paz através da força” e que manter a Groenlândia sob controle americano evitaria conflitos futuros.
Ele não descartou possíveis ações militares na ilha e minimizou preocupações sobre o impacto disso na Otan, ressaltando que os europeus mudariam sua visão para permanecer sob a proteção americana. O secretário reforçou argumentos já usados por Trump, como o papel da Groenlândia para a segurança nacional e sistemas estratégicos.
Lançamentos de games da semana: Final Fantasy VII Remake chega ao Xbox Series e Nintendo Switch 2
Janeiro de 2026 promete novidades para os fãs de jogos eletrônicos. Final Fantasy VII Remake chega para Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2, com gráficos aprimorados e conteúdo extra após exclusividade em outras plataformas.
Além desse RPG, o Nintendo Switch 2 recebe Dynasty Warriors: Origins, com batalhas e combos intensos, e MIO: Memories in Orbit estreia em múltiplas plataformas, explorando uma narrativa emocionante com memórias simbólicas.
Jogadores de estratégia ainda podem aproveitar Arknights: Endfield e Escape From Ever After, com combates táticos e ação com puzzles, garantindo variedade de opções para diversos gostos.
O mês de janeiro revela que 2026 trará novidades para os fãs de jogos, com vários lançamentos marcantes. Entre eles, destaca-se a chegada de Final Fantasy VII Remake às plataformas Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2, após período de exclusividade para PlayStation e PC. O título traz uma versão modernizada da história de Cloud Strife, combinando combate em tempo real e elementos estratégicos, além de melhorias visuais e conteúdo extra.
Também chega ao Nintendo Switch 2 o jogo Dynasty Warriors: Origins, que mescla batalhas em larga escala com combos elaborados e enredo focado em alianças entre generais lendários, aproveitando os recursos do novo hardware com visuais e modos extras. Outro destaque é MIO: Memories in Orbit, disponível para múltiplas plataformas, com exploração emocional e narrativa centrada em fragmentos de memórias dentro de universos simbólicos e oníricos.
Para fãs de estratégia e RPG, o spin-off Arknights: Endfield surge com combates táticos em tempo real, oferecendo modos solo e cooperativo, e pré-registro gratuito. Já Escape From Ever After, para consoles e PC, mistura ação, puzzles e combates em turnos, com atmosfera tensa e visual inspirado em Paper Mario. Ele está disponível em demonstração gratuita e ainda aguarda definição de preço.
Esses lançamentos refletem um cenário diversificado que deve manter jogadores engajados, com novidades para diferentes gostos e plataformas.
Trump chega a Davos com tensão crescente entre EUA e União Europeia por tarifas e Groenlândia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarcou em Davos anunciando medidas que podem agravar as tensões comerciais com a União Europeia. Entre as ações está a ameaça de tarifas de até 10% para países europeus e o Reino Unido, relacionadas à disputa pelo controle estratégico da Groenlândia.
Essa postura aumentou o atrito com aliados europeus, que já convocaram reuniões emergenciais para debater possíveis retaliações. Trump acusa a Europa de prejudicar as empresas americanas de tecnologia e busca reforçar a presença dos EUA na Groenlândia para ampliar sua influência global.
Apesar das pressões comerciais, a imposição das tarifas depende ainda de aprovação legal. Internamente, há alertas sobre os riscos dessa estratégia para as relações com a Otan, mas Trump segue firme em sua agenda, que inclui também um plano interno de habitação popular.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Davos com uma postura que promete aumentar as tensões comerciais entre os EUA e a União Europeia. Ele ameaçou impor tarifas de até 10% a países europeus e ao Reino Unido, relacionado a disputas sobre a Groenlândia, um território estratégico que os EUA desejam controlar diretamente para reforçar seu poder de dissuasão. Essas medidas podem desrespeitar acordos firmados anteriormente com a UE e os britânicos.
Trump expressa há tempos descontentamento com a Europa, considerando que os aliados se aproveitam da força americana e impõem restrições sobre empresas americanas de tecnologia. A iniciativa tarifária já gerou reação imediata: líderes europeus convocaram uma reunião emergencial para discutir possíveis retaliações comerciais. O presidente francês Emmanuel Macron advertiu sobre o uso de mecanismos comerciais inéditos.
Enquanto Trump se prepara para participar do Fórum Econômico Mundial, sua equipe busca ampliar a influência dos EUA em áreas como a Groenlândia. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, destacou que a administração acredita ser estratégico ter controle mais direto sobre o território, atualmente sob defesa americana, para melhorar o posicionamento dos Estados Unidos globalmente.
A imposição das tarifas ainda depende de respaldo legal, que pode ser questionado na Suprema Corte. A Casa Branca não detalhou a base jurídica, mas caracteriza a medida como uma tática de negociação. O ex-vice-presidente Mike Pence sugeriu moderação para evitar danos às relações com a Otan, enquanto Trump segue focado em sua agenda, que inclui um plano de habitação popular para fortalecer seu apoio interno.
Países da União Europeia criticam ameaças tarifárias dos EUA e estudam resposta
Países da União Europeia, incluindo França, Alemanha e Reino Unido, condenaram as ameaças tarifárias feitas pelos Estados Unidos. Donald Trump condicionou o aumento das tarifas ao avanço nas negociações pela venda da Groenlândia, medida vista como chantagem.
Os países afetados já enfrentam tarifas americanas e reforçam que querem diálogo respeitando a soberania e integridade territorial. Líderes europeus, como a primeira-ministra da Dinamarca, descartam aceitar pressões dos EUA.
A União Europeia avalia contramedidas, como o uso do “Instrumento Anti-Coerção”, para restringir o acesso dos EUA a licitações e investimentos, buscando proteger seus interesses econômicos e regionais.
Países da União Europeia criticaram as ameaças tarifárias feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que condiciona o aumento de tarifas contra aliados europeus ao aceite da venda da Groenlândia, ilha ártica vinculada à Dinamarca. A medida foi vista como chantagem por oito países, incluindo França, Alemanha e Reino Unido.
Na prática, Trump prometeu elevar taxas para até 15% sobre produtos de Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega caso não consiga avançar na negociação pela Groenlândia. Todos esses países já enfrentam tarifas americanas, e recentemente participaram de uma ação militar conjunta na Groenlândia, que é descrita como reforço à segurança regional, sem representar ameaça.
Em comunicado conjunto, os países envolvidos afirmaram que querem manter o diálogo respeitando soberania e integridade territorial, rejeitando a escalada tarifária. A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, reforçou que a Europa não aceitará pressão, posição apoiada por líderes da Alemanha e da Suécia. O ministro das Relações Exteriores da Holanda qualificou as ações dos EUA como chantagem.
O Chipre, atual presidente rotativo da UE, convocou embaixadores para tratar da situação em Bruxelas. A França, por sua vez, considera usar o “Instrumento Anti-Coerção” para contra-atacar, medida inédita que pode restringir acesso americano a licitações públicas, investimentos e comércio de serviços, setor onde há saldo positivo para os EUA na UE.
Na Alemanha, a indústria reagiu com críticas às recentes ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, que planeja usar tarifas para pressionar a venda da Groenlândia pela Dinamarca. A medida aumenta a tensão comercial entre os dois países e preocupa o setor industrial europeu, principalmente a alemã, que depende fortemente da exportação.
O presidente da associação de engenharia VDMA, Bertram Kawlath, alertou que ceder à pressão americana pode incentivar mais exigências semelhantes. Ele ressaltou que objetivos políticos controversos estariam sendo ligados a sanções econômicas de maneira inaceitável. Volker Treier, da Câmara Alemã de Comércio e Indústria, concordou com a necessidade de uma resposta europeia consolidada.
Entre as medidas citadas está o uso do Instrumento Anti-Coerção da União Europeia, capaz de retaliar economicamente países que exerçam pressão sobre membros do bloco para mudar suas políticas. O risco é que essa nova onda de tarifas destrua acordos comerciais recentes fechados entre a UE, Reino Unido e Estados Unidos.
A VDMA e a DIHK expressaram dúvidas sobre a aprovação parlamentar da União Europeia para reduzir tarifas sobre produtos americanos, caso as ameaças tarifárias continuem. Kawlath enfatizou que o Parlamento Europeu não pode avançar com cortes tarifários enquanto Washington mantiver pressões econômicas punitivas.
Copel paga R$ 1,1 bilhão em juros aos acionistas; JHSF define data para dividendos
Nesta semana, a Copel efetuará o pagamento de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 1,1 bilhão, equivalente a R$ 0,37 por ação, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025. O pagamento será feito no dia 19 de janeiro de 2026.
Outras empresas também têm datas importantes para acionistas. A JHSF marcou o dia 20 de janeiro como data-base para seus dividendos, que somam R$ 45,8 milhões, com pagamento previsto para 3 de fevereiro. A Allos e a Tim também anunciaram pagamentos para os próximos dias.
Esses pagamentos reforçam a política de distribuição de proventos dessas companhias, beneficiando os investidores registrados nas datas-base estabelecidas. As datas e valores podem sofrer alterações conforme decisão das empresas.
Nesta semana, algumas empresas brasileiras se preparam para remunerar seus acionistas com dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP). A Copel (CPLE3) realiza o pagamento de JCP no valor total de R$ 1,1 bilhão, o que corresponde a R$ 0,37 por ação, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025. O pagamento ocorrerá na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026.
Na quarta-feira, dia 21, será a vez da Tim (TIMS3) efetuar o pagamento de JCP a seus investidores. O valor por ação será de R$ 0,19, considerado o cadastro acionário de 26 de setembro de 2025.
Além disso, outras duas empresas definiram suas datas-base para o recebimento de dividendos nos próximos dias. A JHSF (JHSF3) instituiu o dia 20 de janeiro como data de corte para acionistas que receberão R$ 0,07 por ação, totalizando R$ 45,8 milhões, com pagamento programado para 3 de fevereiro de 2026.
Já a Allos (ALOS3) deve pagar R$ 0,29 por ação, correspondente a R$ 146 milhões no total. A data base é 21 de janeiro, e o pagamento está previsto para 29 de janeiro.
Esses proventos são direcionados aos acionistas que estiverem registrados nas datas-base estabelecidas e reforçam a política dessas empresas em distribuir ganhos aos seus investidores.
*As datas e valores dos pagamentos estão sujeitos a alterações pelas companhias.
Câmeras noturnas no Pantanal flagraram uma cena incomum: quatro onças-pintadas, normalmente solitárias, interagindo em grupo próximas a uma cerca elétrica que protege o gado. As imagens registraram o aprendizado social dessas onças ao receberem um choque, o que levou o grupo a evitar a barreira, sugerindo uma comunicação e adaptação coletiva.
O grupo é formado por uma fêmea adulta, seus dois filhotes subadultos e um jovem macho aparentado, porém não filho dela. A aceitação desse macho no núcleo familiar indica uma tolerância incomum para a espécie, que normalmente vive isolada. Eles foram observados compartilhando espaço e dividindo carcaças, o que evidencia um comportamento coordenado.
Os registros mostram que o choque elétrico sofrido por uma das onças jovens serviu de alerta para as demais, que passaram a manter distância da cerca, evitando riscos. Essa aprendizagem pode influenciar positivamente a convivência entre humanos e onças, já que o uso de cercas eletrificadas reduz ataques ao gado.
Essas descobertas indicam que as onças-pintadas podem adaptar seu comportamento diante de barreiras artificiais, principalmente entre os jovens, que ainda desenvolvem habilidades de caça. Além disso, o estudo destaca a possibilidade de que laços familiares e o compartilhamento de informações entre indivíduos ajudem a manter um equilíbrio no território compartilhado com a pecuária.
O monitoramento contínuo com armadilhas fotográficas no Pantanal permite observar esses comportamentos raramente registrados, ampliando o conhecimento sobre a vida social dos jaguares e as estratégias para proteger o gado sem prejudicar os felinos.
Nike lança tênis que homenageia local da morte de Martin Luther King Jr.
A Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado inspirado no Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O modelo faz parte da edição “Honor the King” e foi usado por LeBron James em um jogo comemorativo.
O design, que busca homenagear o legado de King, gerou polêmica devido à associação de um local trágico com um produto esportivo. A Nike afirmou que a intenção é valorizar a luta pelos direitos civis, apesar das interpretações variadas.
O lançamento acontece em um momento de maior atenção às questões de direitos civis nos Estados Unidos. O Museu Nacional dos Direitos Civis, que funciona no local, reconhece a importância da história representada, mas não participou do projeto.
Nesta terça-feira (20), a Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado que remete ao modelo LeBron XXIII, numa edição chamada “Honor the King”. A cor do produto busca reproduzir o tom externo do Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O local atualmente funciona como o Museu Nacional dos Direitos Civis.
LeBron James, jogador da NBA que dá nome ao tênis, usou o modelo em um jogo contra o Memphis Grizzlies, em 2 de janeiro, como parte das celebrações dos 23 anos de carreira do atleta. A ideia é prestar uma homenagem ao legado de King, segundo a Nike.
Mas o uso da paleta que lembra o motel gerou polêmica, com críticas que apontam possível falta de tato na associação entre um local trágico e um acessório esportivo.
John Jowers, vice-presidente de comunicação da Nike, afirmou que o design pode ser interpretado de formas diferentes, mas ressaltou a intenção da marca em honrar a figura e seu impacto na luta pelos direitos civis.
Esse lançamento ocorre em um momento em que questões ligadas a direitos civis ganham destaque no país. O presidente do National Civil Rights Museum comentou que não participou do projeto, mas reconhece a importância de valorizar a história representada pelo local.
A Nike já realizou outras iniciativas relacionadas à história negra, como uniformes especiais para o Atlanta Hawks e edição do tênis Air Force One com a palavra “EQUALITY”.
A repercussão do tênis destaca a complexidade de abordar temas históricos em produtos culturais e de consumo.
11817: filme de ficção científica com Wagner Moura e Greta Lee estreia em 2026
O filme 11817 é uma produção de ficção científica prevista para estrear em 2026 na Netflix. A trama acompanha uma família que fica presa dentro de casa, enfrentando o esgotamento de recursos e uma ameaça misteriosa. O elenco principal conta com Wagner Moura e Greta Lee, e o suspense cresce pelo mistério em torno do confinamento.
Dirigido por Louis Leterrier, o longa mistura suspense, ficção científica e terror psicológico, explorando a luta pela sobrevivência em ambiente claustrofóbico. A narrativa foca na dinâmica familiar sob pressão e nas incertezas causadas pelo fenômeno inexplicado que prende os personagens.
Com um conceito original, o filme promete uma experiência tensa e reflexiva, remetendo a séries como The Twilight Zone. Embora sem data oficial, a expectativa é que estreie direto no catálogo da Netflix, atraindo fãs do gênero e do elenco.
O filme 11817 já desperta interesse mesmo antes de divulgar um trailer. Produzido para a Netflix, com estreia prevista para 2026, este sci-fi thriller traz Wagner Moura e Greta Lee no elenco principal. A trama centraliza-se em uma família de quatro pessoas que fica subitamente presa dentro de casa, enfrentando o esgotamento de suprimentos enquanto uma ameaça misteriosa ronda o confinamento.
O suspense cresce a partir da pergunta provocativa: o que ocorre quando o que deveria ser o local mais seguro do mundo se torna uma prisão? A ausência de detalhes sobre as causas do bloqueio reforça o clima de mistério, deixando o público na mesma dúvida dos personagens quanto ao fator por trás do fenômeno.
Dirigido por Louis Leterrier, conhecido por filmes de ação, o longa aposta em uma atmosfera claustrofóbica e tensa, misturando ficção científica e terror psicológico. O roteiro de Matthew Robinson mantém a narrativa focada na luta pela sobrevivência e na dinâmica familiar em situação extremo.
O elenco ainda conta com Gabriel Barbosa, Noah Alexander Sosnowski, Emma Ho e Riley Chung, embora seus papéis não tenham sido revelados. O filme não é adaptação de obra pré-existente e apresenta um conceito original que remete ao estilo de The Twilight Zone, explorando dilemas morais e reviravoltas.
Sem data oficial para lançamento, a expectativa é que o filme estreie diretamente no catálogo da Netflix. O filme 11817 se destaca pela combinação de elenco, conceito e direção, prometendo ser um título a acompanhar para quem curte ficção científica com suspense.
China cria cinturão verde para conter avanço do deserto de Taklamakan
A China desenvolve um projeto chamado Grande Muralha Verde para frear o avanço do deserto de Taklamakan, localizado no oeste do país. Esse deserto, um dos mais desafiadores do mundo, ameaçava cidades, estradas e plantações na região de Xinjiang.
Para conter essa expansão, são plantadas espécies nativas adaptadas ao clima seco, como tamargueiras e arbustos resistentes. Sistemas de irrigação por gotejamento, alimentados por energia solar, mantêm a vegetação viva e eficiente no combate à erosão.
Hoje, mais de 90% das áreas críticas já possuem cobertura vegetal ou estruturas para conter a areia. O governo usa tecnologia para monitorar o projeto e ajusta o uso de água para garantir a sustentabilidade diante das mudanças climáticas.
A Grande Muralha Verde é um projeto da China para conter o avanço do deserto de Taklamakan, um dos maiores e mais desafiadores do planeta. Localizado no oeste do país, o Taklamakan vinha crescendo e ameaçando estradas, cidades e plantações na região de Xinjiang. A iniciativa visa proteger essas áreas criando um cinturão verde de mais de 3 mil quilômetros ao seu redor.
Como o objetivo não é transformar areia em floresta densa, o projeto aposta em espécies nativas adaptadas à seca, como tamargueiras e arbustos resistentes. Para garantir a sobrevivência dessas plantas, sistemas de irrigação por gotejamento alimentados por poços controlados foram instalados. Além disso, a energia necessária para manter a irrigação e sensores ambientais é fornecida por painéis solares colocados ao longo do cinturão.
Esses painéis ajudam não só na geração de energia limpa, mas também na contenção do avanço das dunas, alterando o vento e favorecendo o crescimento de vegetação rasteira. Hoje, mais de 90% das áreas críticas ao redor do deserto já possuem cobertura vegetal ou estruturas de contenção, reduzindo impactos ambientais e econômicos causados pelas tempestades de areia.
No entanto, o desafio agora é manter essa vegetação diante das mudanças climáticas, com menos água disponível e eventos extremos. O governo chinês monitora o projeto com satélites e sensores, ajustando o uso de água para garantir a estabilidade do cinturão verde.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação