Nike lança tênis que homenageia local da morte de Martin Luther King Jr.
A Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado inspirado no Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O modelo faz parte da edição “Honor the King” e foi usado por LeBron James em um jogo comemorativo.
O design, que busca homenagear o legado de King, gerou polêmica devido à associação de um local trágico com um produto esportivo. A Nike afirmou que a intenção é valorizar a luta pelos direitos civis, apesar das interpretações variadas.
O lançamento acontece em um momento de maior atenção às questões de direitos civis nos Estados Unidos. O Museu Nacional dos Direitos Civis, que funciona no local, reconhece a importância da história representada, mas não participou do projeto.
Nesta terça-feira (20), a Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado que remete ao modelo LeBron XXIII, numa edição chamada “Honor the King”. A cor do produto busca reproduzir o tom externo do Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O local atualmente funciona como o Museu Nacional dos Direitos Civis.
LeBron James, jogador da NBA que dá nome ao tênis, usou o modelo em um jogo contra o Memphis Grizzlies, em 2 de janeiro, como parte das celebrações dos 23 anos de carreira do atleta. A ideia é prestar uma homenagem ao legado de King, segundo a Nike.
Mas o uso da paleta que lembra o motel gerou polêmica, com críticas que apontam possível falta de tato na associação entre um local trágico e um acessório esportivo.
John Jowers, vice-presidente de comunicação da Nike, afirmou que o design pode ser interpretado de formas diferentes, mas ressaltou a intenção da marca em honrar a figura e seu impacto na luta pelos direitos civis.
Esse lançamento ocorre em um momento em que questões ligadas a direitos civis ganham destaque no país. O presidente do National Civil Rights Museum comentou que não participou do projeto, mas reconhece a importância de valorizar a história representada pelo local.
A Nike já realizou outras iniciativas relacionadas à história negra, como uniformes especiais para o Atlanta Hawks e edição do tênis Air Force One com a palavra “EQUALITY”.
A repercussão do tênis destaca a complexidade de abordar temas históricos em produtos culturais e de consumo.
11817: filme de ficção científica com Wagner Moura e Greta Lee estreia em 2026
O filme 11817 é uma produção de ficção científica prevista para estrear em 2026 na Netflix. A trama acompanha uma família que fica presa dentro de casa, enfrentando o esgotamento de recursos e uma ameaça misteriosa. O elenco principal conta com Wagner Moura e Greta Lee, e o suspense cresce pelo mistério em torno do confinamento.
Dirigido por Louis Leterrier, o longa mistura suspense, ficção científica e terror psicológico, explorando a luta pela sobrevivência em ambiente claustrofóbico. A narrativa foca na dinâmica familiar sob pressão e nas incertezas causadas pelo fenômeno inexplicado que prende os personagens.
Com um conceito original, o filme promete uma experiência tensa e reflexiva, remetendo a séries como The Twilight Zone. Embora sem data oficial, a expectativa é que estreie direto no catálogo da Netflix, atraindo fãs do gênero e do elenco.
O filme 11817 já desperta interesse mesmo antes de divulgar um trailer. Produzido para a Netflix, com estreia prevista para 2026, este sci-fi thriller traz Wagner Moura e Greta Lee no elenco principal. A trama centraliza-se em uma família de quatro pessoas que fica subitamente presa dentro de casa, enfrentando o esgotamento de suprimentos enquanto uma ameaça misteriosa ronda o confinamento.
O suspense cresce a partir da pergunta provocativa: o que ocorre quando o que deveria ser o local mais seguro do mundo se torna uma prisão? A ausência de detalhes sobre as causas do bloqueio reforça o clima de mistério, deixando o público na mesma dúvida dos personagens quanto ao fator por trás do fenômeno.
Dirigido por Louis Leterrier, conhecido por filmes de ação, o longa aposta em uma atmosfera claustrofóbica e tensa, misturando ficção científica e terror psicológico. O roteiro de Matthew Robinson mantém a narrativa focada na luta pela sobrevivência e na dinâmica familiar em situação extremo.
O elenco ainda conta com Gabriel Barbosa, Noah Alexander Sosnowski, Emma Ho e Riley Chung, embora seus papéis não tenham sido revelados. O filme não é adaptação de obra pré-existente e apresenta um conceito original que remete ao estilo de The Twilight Zone, explorando dilemas morais e reviravoltas.
Sem data oficial para lançamento, a expectativa é que o filme estreie diretamente no catálogo da Netflix. O filme 11817 se destaca pela combinação de elenco, conceito e direção, prometendo ser um título a acompanhar para quem curte ficção científica com suspense.
China cria cinturão verde para conter avanço do deserto de Taklamakan
A China desenvolve um projeto chamado Grande Muralha Verde para frear o avanço do deserto de Taklamakan, localizado no oeste do país. Esse deserto, um dos mais desafiadores do mundo, ameaçava cidades, estradas e plantações na região de Xinjiang.
Para conter essa expansão, são plantadas espécies nativas adaptadas ao clima seco, como tamargueiras e arbustos resistentes. Sistemas de irrigação por gotejamento, alimentados por energia solar, mantêm a vegetação viva e eficiente no combate à erosão.
Hoje, mais de 90% das áreas críticas já possuem cobertura vegetal ou estruturas para conter a areia. O governo usa tecnologia para monitorar o projeto e ajusta o uso de água para garantir a sustentabilidade diante das mudanças climáticas.
A Grande Muralha Verde é um projeto da China para conter o avanço do deserto de Taklamakan, um dos maiores e mais desafiadores do planeta. Localizado no oeste do país, o Taklamakan vinha crescendo e ameaçando estradas, cidades e plantações na região de Xinjiang. A iniciativa visa proteger essas áreas criando um cinturão verde de mais de 3 mil quilômetros ao seu redor.
Como o objetivo não é transformar areia em floresta densa, o projeto aposta em espécies nativas adaptadas à seca, como tamargueiras e arbustos resistentes. Para garantir a sobrevivência dessas plantas, sistemas de irrigação por gotejamento alimentados por poços controlados foram instalados. Além disso, a energia necessária para manter a irrigação e sensores ambientais é fornecida por painéis solares colocados ao longo do cinturão.
Esses painéis ajudam não só na geração de energia limpa, mas também na contenção do avanço das dunas, alterando o vento e favorecendo o crescimento de vegetação rasteira. Hoje, mais de 90% das áreas críticas ao redor do deserto já possuem cobertura vegetal ou estruturas de contenção, reduzindo impactos ambientais e econômicos causados pelas tempestades de areia.
No entanto, o desafio agora é manter essa vegetação diante das mudanças climáticas, com menos água disponível e eventos extremos. O governo chinês monitora o projeto com satélites e sensores, ajustando o uso de água para garantir a estabilidade do cinturão verde.
Fones de ouvido Huawei com até 66% de desconto na loja oficial da Shopee
A loja oficial da Huawei na Shopee oferece descontos de até 66% em diversos modelos de fones de ouvido. As opções vão desde modelos básicos até produtos com tecnologias avançadas, como cancelamento de ruído e bateria de longa duração.
Os preços variam conforme o modelo, com destaque para o FreeBuds SE 2, que oferece 9 horas de música por carga, e o FreeBuds 6i, que conta com cancelamento de ruído e até 35 horas de bateria. A promoção inclui frete grátis, mas é por tempo limitado e com estoque reduzido.
Para quem procura fones de ouvido que unem tecnologia, conforto e bateria duradoura, os modelos da Huawei aparecem como opções variadas para o uso diário. Seja para curtir músicas, atender ligações ou ouvir podcasts, a oferta atual na loja oficial da Huawei na Shopee traz descontos significativos, com até 66% OFF e frete grátis.
Entre os produtos em promoção, destacam-se diferentes categorias, contemplando desde modelos básicos até opções com funcionalidades mais avançadas. O FreeBuds SE 2 oferece até 9 horas de música por carga e resistência IP54, custando R$134,99. Um pouco mais sofisticado, o FreeBuds SE 3 garante 42 horas de autonomia total e recarga rápida por R$269,00.
Para quem busca cancelamento de ruído e graves mais intensos, o FreeBuds 6i traz ANC Dinâmico Inteligente e bateria para 35 horas com estojo, disponível por R$539,00. Outros modelos como o FreeArc (R$799,00), ideal para exercícios, e o FreeClip (R$1.199,00), com chamadas aprimoradas por IA, também estão entre as ofertas.
Esses fones podem ser adquiridos diretamente na página oficial da Huawei na Shopee. A promoção é limitada e os estoques podem acabar rapidamente, então vale a pena aproveitar para renovar seu equipamento com os descontos atuais.
Cientista chinês condenado por edição genética de bebês retoma pesquisas na China
O cientista chinês He Jiankui, conhecido por criar os primeiros bebês geneticamente editados, voltou a atuar na área da pesquisa genética após cumprir três anos de prisão. Agora, ele trabalha em um laboratório ao norte de Pequim, com foco no estudo de doenças como Alzheimer e distrofia muscular de Duchenne, utilizando modelos em camundongos.
Apesar da controvérsia global gerada em 2018, He Jiankui não demonstra arrependimento e defende suas ações como avanços à frente do seu tempo. Ele acredita que a China está avançando na edição genética e conta com crescente apoio público, além de regulamentações que estimulam a biotecnologia.
O cientista ressalta o objetivo do país em liderar a ciência e tecnologia mundial até 2049, critica restrições éticas estrangeiras e mantém cautela sobre o futuro da edição genética em humanos. Apesar do passaporte apreendido, ele tem liberdade relativa para continuar seus trabalhos científicos.
O cientista chinês He Jiankui, condenado por criar os primeiros bebês geneticamente editados do mundo, voltou a atuar na pesquisa genética. Após cumprir três anos de prisão, ele trabalha em um laboratório ao norte de Pequim, focado no estudo de doenças como Alzheimer e distrofia muscular de Duchenne, usando modelos em camundongos, e não humanos.
Ele não demonstra arrependimento pelo experimento que causou polêmica global em 2018, defendendo que estava à frente de seu tempo. He acredita que a China está se abrindo para a edição genética e destaca o apoio crescente do público local a essa área, além das recentes regulamentações do governo que estimulam novas tecnologias biomédicas.
He ressalta o esforço do país para liderar mundialmente em ciência e tecnologia até 2049, o que inclui a biotecnologia. Ele critica a postura dos Estados Unidos, considerando que as restrições éticas e regulatórias americanas limitam os avanços em edição genética, e prevê que a China dominará o setor.
Apesar das regras chinesas proibirem a modificação do DNA em células reprodutivas humanas para implantação, He enxerga brechas nas normas que podem permitir avanços futuros. A localização e a saúde dos bebês com genes editados que ele criou permanecem em segredo, e ele defende que essas crianças devem ser tratadas com humanidade e respeito.
Com o apoio do governo, He conta com liberdade relativa para expressar suas ideias e continua trabalhando no desenvolvimento científico; entretanto, seu passaporte permanece apreendido, impedindo viagens ao exterior.
Irmãos Wesley e Joesley Batista avaliam investimento no petróleo da Venezuela
Os irmãos Wesley e Joesley Batista estão avaliando um investimento estratégico no setor petrolífero da Venezuela, envolvendo um projeto com potencial de um bilhão de barris. A novidade surge no contexto de planos de revitalização da indústria energética promovidos por Donald Trump.
Por meio de parcerias indiretas, os Batista já têm participação na Petrolera Roraima, empresa que opera campos petrolíferos adquiridos da ConocoPhillips. O grupo acompanha atentamente as mudanças políticas do país, especialmente após a recente transição de poder.
A entrada dos irmãos está condicionada à segurança e clareza regulatória local. Além do petróleo, eles também estudam oportunidades em mineração e infraestrutura elétrica, buscando diversificar e consolidar sua atuação na Venezuela.
Os irmãos Wesley e Joesley Batista, da J&F, estão avaliando entrar em um projeto petrolífero na Venezuela, com potencial estimado em um bilhão de barris, impulsionado pelos planos de Donald Trump para revitalizar a indústria de energia local. Por meio de um sócio, os Batista já possuem participação na Petrolera Roraima, um conjunto de campos antes controlados pela ConocoPhillips.
Embora a J&F afirme não ter ativos diretos na Venezuela, o grupo acompanha o cenário político e econômico do país de perto. Um representante comercial dos irmãos estava envolvido na negociação do antigo projeto, e a Fluxus, empresa de petróleo vinculada à família, pode expandir suas operações assim que as condições institucionais e legais se estabilizem.
Desde a queda recente de Nicolás Maduro, Joesley Batista tem assumido papel importante na transição venezuelana, viajando a Caracas para reuniões com a presidente interina, Delcy Rodríguez. Ele relatou otimismo em relação à abertura do país para investimentos estrangeiros, especialmente no setor de petróleo e gás.
A participação dos Batista está condicionada ao ambiente de segurança e clareza regulatória. Enquanto empresas americanas e europeias aguardam garantias, o grupo brasileiro se posiciona numa área estratégica, aproveitando a relação construída com diferentes lideranças ao longo dos anos.
Além de petróleo, os Batista também analisam possibilidades no setor de mineração e infraestrutura elétrica venezuelana, buscando diversificar sua atuação na chamada “nova Venezuela”. A Petrolera Roraima opera com atuação compartilhada entre o Estado venezuelano e os investidores privados, produzindo cerca de 32 mil barris diários antes de sofrer impactos das sanções e bloqueios das exportações.
O avanço dos deepfakes cria um desafio crescente para a credibilidade de vídeos e imagens. Agora, é essencial comprovar a autenticidade dos conteúdos visuais para evitar a disseminação de informações falsas.
Esse fenômeno, conhecido como “triunfo da mentira”, já afeta contextos sociais e políticos complexos. Vídeos verdadeiros são questionados e manipulados digitalmente, o que dificulta a verificação dos fatos.
Especialistas alertam para a necessidade de desenvolver novas tecnologias aliadas à investigação humana para garantir a confiança no formato audiovisual. Essa combinação é fundamental para preservar a verdade na era digital.
O avanço da tecnologia dos deepfakes criou um desafio que vai além da simples manipulação de imagens e vídeos. O problema principal é a crescente dúvida que esses recursos trazem à credibilidade do material visual real. Agora, não basta apresentar um vídeo como prova; é necessário evidenciar sua autenticidade para que seja aceito como verdade.
Esse fenômeno, chamado de “triunfo da mentira” ou liar’s dividend, foi previsto há alguns anos por especialistas, mas hoje já é uma realidade, como mostram ocorrências recentes, por exemplo, nos protestos no Irã, onde vídeos originais foram questionados sob a acusação de uso de inteligência artificial para manipulação.
Detalhes como filtros aplicados para melhorar a resolução já são usados para desqualificar imagens reais, criando um cenário de desconfiança constante. Esse contexto dificulta a verificação de fatos e abre espaço para a disseminação de desinformação, onde vídeos gerados por IA se misturam a conteúdos verdadeiros com facilidade.
Além disso, a manipulação digital nem sempre refaz uma imagem completa, mas altera pontos específicos que podem mudar o significado de cenas. Isso amplia os riscos, especialmente em contextos políticos e sociais delicados, exigindo mais rigor e novas estratégias de verificação.
Diante disso, especialistas defendem o desenvolvimento de soluções técnicas combinadas com investigação humana para garantir que o conceito de realidade não se perca. A confiança no formato audiovisual, antes considerada quase absoluta, hoje demanda ferramentas que autentiquem sua origem e integridade.
O que a experiência de 20 anos na prisão revela sobre a lealdade no trabalho
Muitos empregadores enfrentam dificuldades para encontrar funcionários leais, mas acabam excluindo candidatos com antecedentes criminais, apesar de lamentar a falta de comprometimento no trabalho. Essa prática pode estar limitando o acesso a profissionais disciplinados e confiáveis, que são frequentemente barrados por sistemas automatizados antes mesmo de uma avaliação justa.
Especialistas destacam que dentro das prisões existem trabalhadores talentosos e dedicados, cujas habilidades e lealdade são subaproveitadas no mercado de trabalho. Contratar essas pessoas pode reduzir a rotatividade, fortalecer a cultura organizacional e apoiar a reintegração social, promovendo benefícios para empresas e comunidade.
Para que a “segunda chance” funcione, é fundamental revisar os critérios de contratação e criar parcerias com organizações especializadas. Confiar e responsabilizar esses profissionais resulta em equipes mais estáveis e influencia positivamente a segurança social ao diminuir a reincidência criminal.
Empresas em todo o país enfrentam dificuldades para encontrar funcionários confiáveis, mas um fator raro é discutido abertamente: muitos empregadores estão excluindo candidatos qualificados por terem antecedentes criminais, apesar de lamentarem a falta de lealdade no trabalho. Esse paradoxo revela que a escassez de mão de obra pode estar sendo criada por quem filtra automaticamente esses profissionais.
Um diretor de presídio e um ex-detento que hoje trabalha no desenvolvimento da reintegração social apontam que dentro das prisões há trabalhadores disciplinados, talentosos e leais, porém esses atributos não são aproveitados no mercado devido à falta de acesso. Candidatos com antecedentes são frequentemente barrados por sistemas automatizados antes mesmo de uma avaliação humana.
Lealdade no trabalho não é apenas sentimental; é um elemento operacional. Pesquisas indicam que profissionais com antecedentes criminais apresentam desempenho equivalente e, em alguns casos, superior, mostrando maior tempo de permanência e menor rotatividade.
Além de reduzir custos com rotatividade, contratar pessoas com passagem pelo sistema prisional pode fortalecer a cultura da empresa, transmitindo a mensagem de que o crescimento é possível e que os funcionários não são descartáveis. A experiência desses trabalhadores também inclui habilidades em lidar com desafios complexos, o que pode ser um diferencial.
Para adotar essa segundachance de forma eficaz, é necessário revisar filtros de contratação, estabelecer metas claras e buscar parcerias com organizações especializadas. A prática demonstra que confiar e responsabilizar resulta em equipes estáveis, beneficiando tanto empresas quanto comunidades, ao reduzir a reincidência criminal e aumentar a segurança social.
Vírus em alerta para 2026: epidemias e surtos que desafiam especialistas
Especialistas em saúde acompanham com atenção vários vírus que podem causar epidemias em 2026. Um dos principais é o vírus da gripe aviária H5N1, que pode se adaptar para infectar humanos e provocar uma pandemia, ainda sem vacina específica.
Outro alvo da vigilância é o vírus Mpox, que surgiu na África e espalhou-se globalmente, com duas variantes, incluindo uma mais grave detectada recentemente nos EUA. Além disso, o vírus Oropouche, transmitido por mosquitos, avança na América e pode alcançar os EUA.
Doenças como chikungunya, sarampo e HIV também estão no radar, devido a fatores como queda na vacinação e interrupções no suporte internacional. O monitoramento e desenvolvimento de vacinas seguem fundamentais para controlar esses riscos em 2026.
Especialistas em saúde monitoram várias ameaças virais em 2026, com destaque especial para o vírus da gripe aviária H5N1. Este vírus apresenta risco de adaptação para transmissão entre humanos, o que poderia desencadear uma pandemia. Embora as vacinas atuais não protejam contra ele, pesquisadores buscam desenvolver imunizantes específicos.
Outro vírus em foco é o Mpox, anteriormente conhecido como varíola dos macacos. Emergindo inicialmente na África, o Mpox se espalhou globalmente a partir de 2022, com duas variantes principais: o clado I, mais grave, e o clado II, que provocou uma pandemia controlada, mas ainda ativa. Casos recentes dos Estados Unidos incluem a forma mais severa.
O vírus Oropouche, transmitido por mosquitos e outros insetos, está ganhando terreno nas Américas. Até pouco tempo restrito à região amazônica, seu alcance já se estendeu ao Caribe e América Central, com potencial de avanço para o sudeste dos EUA, onde o vetor já está presente. Não há vacinas ou tratamentos específicos contra ele.
Além desses, doenças como chikungunya, sarampo, que tem ressurgido devido à queda nas taxas de vacinação, e HIV, afetado por interrupções no suporte internacional, mantêm os especialistas atentos. O aumento da população mundial, as mudanças climáticas e a mobilidade humana aceleram a disseminação desses vírus e complicam o controle.
O acompanhamento constante e o desenvolvimento de vacinas e terapias continuarão essenciais para prevenir novos surtos e limitar seu impacto global em 2026.
Cientista chinês condenado por editar genes de bebês retoma pesquisas na China
He Jiankui, cientista chinês que criou os primeiros bebês com genes editados, voltou a trabalhar em pesquisas na China após cumprir três anos de prisão.
Ele foca agora em doenças como Alzheimer e distrofia muscular, enquanto a China regula e apoia pesquisas genéticas sob supervisão estatal.
He acredita estar “à frente do tempo” e defende o uso da edição genética para prevenir doenças, destacando o avanço acelerado da biomedicina chinesa.
He Jiankui, cientista chinês que ficou conhecido por criar os primeiros bebês geneticamente editados do mundo, retomou suas pesquisas em Pequim, focando em doenças como Alzheimer e distrofia muscular de Duchenne. Condenado e preso em 2019 por editar genes de embriões humanos, ele cumpriu três anos de prisão e agora trabalha em um laboratório apoiado pelo governo.
He, que não se arrepende do experimento que gerou controvérsia mundial, acredita que estava à frente do seu tempo. Para ele, a China está se tornando uma potência na área de biotecnologia, e há um crescente apoio público para uso da edição genética na prevenção de doenças. O pesquisador defende que sua edição genética visa prevenir enfermidades, não melhorar traços como inteligência, condenando esse tipo de uso.
A China estabeleceu novas regras proibindo alterações genéticas em células reprodutivas usadas para gerar bebês, mas mantém brechas para pesquisas sob supervisão estatal. He ressalta que a regulamentação atual indica uma abertura gradual do país para esse campo.
O cientista destaca que a biomedicina chinesa avança mais rápido que a americana, enfrentando menos barreiras éticas e regulatórias. Ele ainda comentou sobre o segredo em torno dos bebês editados, afirmando que não os trata como objetos de estudo, mas como pessoas.
He vive sob supervisão, com passaporte apreendido, e não pode deixar a China. Seu retorno às pesquisas reflete o interesse do país em liderar globalmente em ciência e tecnologia até 2049, especialmente em manipulação genética.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação