Casa Branca divulga integrantes do conselho para gestão em Gaza segundo plano de Trump
A Casa Branca anunciou os membros do chamado “Conselho de Paz” que acompanhará o governo temporário de Gaza, conforme o plano do ex-presidente Donald Trump. Entre os integrantes estão o secretário de Estado americano Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
Desde o cessar-fogo em outubro, Israel e Hamas têm registrado acusações mútuas de violação do acordo, com centenas de mortos em ambos os lados. A tensão ainda cresce pela demora na reabertura da fronteira de Gaza com o Egito e pela resistência do Hamas em se desarmar.
Para avançar na trégua, os Estados Unidos e parceiros precisam superar desafios como o desarmamento do Hamas e a criação de uma força internacional de paz, fundamentais para estabilizar a região ainda marcada por conflitos e incertezas.
A Casa Branca revelou os integrantes do “Conselho de Paz” que fiscalizará o governo temporário em Gaza, conforme o plano do presidente Donald Trump. Entre os membros estão o secretário de Estado americano Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e Jared Kushner, genro de Trump. Trump lidera o conselho, estratégia ligada ao cessar-fogo frágil alcançado na região em outubro.
Desde o início da trégua, Israel e o Hamas se acusam de descumprimentos, com mais de 440 palestinos e três soldados israelenses mortos. A tensão também cresce por causas como o atraso de Israel em reabrir a fronteira de Gaza com o Egito, pelo fracasso em recuperar restos mortais de um refém israelense e pela resistência do Hamas em se desarmar.
Para consolidar a segunda fase do cessar-fogo, Estados Unidos e parceiros terão de enfrentar obstáculos complexos, incluindo o desarmamento do Hamas, a retirada israelense condicionada a isso, e o envio de uma força de manutenção da paz internacional. Essas medidas são essenciais para a estabilidade e controle sobre a região, ainda marcada por fragilidades e desafios constantes.
CPFL Energia aprova cancelamento do registro da CPFL Geração em processo de reestruturação
A CPFL Energia aprovou o cancelamento do registro da CPFL Geração junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A decisão, tomada em Assembleia Geral com apoio unânime, faz parte da reorganização societária do grupo.
Esse movimento visa unir os negócios de geração e comercialização de energia, otimizar a gestão do portfólio energético e reduzir custos contábeis e de auditoria. O pedido será protocolado em breve na CVM.
A medida busca aumentar a competitividade da empresa no mercado livre, tornar o grupo mais eficiente e facilitar a administração dos ativos diante dos desafios do setor elétrico brasileiro.
A CPFL Energia comunicou a aprovação do cancelamento do registro da CPFL Geração junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A decisão ocorreu em Assembleia Geral de Debenturistas e recebeu apoio unânime. O movimento faz parte da reorganização societária do grupo, que inclui a união dos negócios de geração e comercialização de energia.
O pedido será protocolado junto à Secretaria de Empreendedorismo e de Parcerias da CVM em breve. O objetivo da mudança é otimizar a gestão do portfólio energético, elevar a competitividade no mercado livre e aperfeiçoar a estrutura societária. A empresa também espera reduzir custos relacionados à contabilidade e auditoria.
A CPFL Geração deixará de ser registrada como emissora de valores mobiliários na categoria “B”, o que reflete esse novo posicionamento corporativo. Controlada pelo grupo chinês State Grid, a CPFL Energia atua em toda a cadeia elétrica no Brasil, incluindo geração, transmissão, distribuição e comercialização.
Essa reorganização visa tornar o grupo mais eficiente diante dos desafios do mercado energético, facilitando a administração dos ativos e integrando suas operações. A medida deve trazer ganhos administrativos e financeiros, beneficiando a empresa num cenário de maior competição e dinamismo.
O Inter conquistou uma licença bancária nos Estados Unidos que amplia sua atuação no mercado americano. Com a licença foreign banking organization (FBO), obtida após 15 meses de análise pelo Federal Reserve, o banco da família Menin poderá operar como uma filial da matriz brasileira, sem necessidade de nova pessoa jurídica.
Entre os avanços, o banco terá seu próprio routing number, deixando de depender do parceiro de banking as a service. Além disso, poderá usar os depósitos dos clientes localizados nos EUA para conceder crédito, algo que antes era limitado aos investimentos em títulos de alta qualidade. Essa mudança tende a aumentar o potencial de ganho do Inter.
A licença permite ainda que o banco emita cartões de débito, crédito e títulos de dívida similares aos CDBs, com custos de financiamento comparáveis aos do Treasury, atualmente perto de 4% ao ano. Outro ponto importante é que a operação americana será baseada no capital da matriz, dispensando aporte adicional nos EUA.
A operação internacional atual do Inter é uma fração do total do banco, que soma mais de 40 milhões de clientes no Brasil, e 5 milhões na conta global, com 300 mil nos EUA. O foco está em perfis como viajantes, investidores, trabalhadores globais e empresas que atuam com exportação e importação.
Com cerca de US$ 300 milhões em depósitos americanos, o Inter planeja expandir o crédito imobiliário, além de cartões e trading finance, destacando a carteira imobiliária de R$ 1,4 bilhão. O banco enfrenta competição de outras instituições brasileiras no mercado global, mas a nova licença representa um passo importante para o crescimento da operação.
Jogos para Nintendo Switch com até 90% de desconto na eShop internacional
A eShop da Nintendo está com promoções que oferecem até 90% de desconto em jogos para Nintendo Switch, incluindo The Legend of Zelda: Skyward Sword HD e outros títulos populares. As ofertas são válidas para a loja digital internacional, não para o Brasil.
Em destaque estão jogos como Eldest Souls, LEGO DC Super-Villains e Mario + Rabbids Kingdom Battle, com preços especiais. Também há descontos em títulos para Switch 2, como EA Sports FC 26 e Madden NFL 26.
Além dos jogos, é possível adquirir o console Nintendo Switch, modelos Lite e OLED, com descontos usando cupons. Compras na eShop podem ser parceladas e há opções de cashback com gift cards da Nuuvem.
O filme live action baseado na série Zelda está gerando expectativa entre os fãs. Enquanto a produção não é lançada, é possível aproveitar os jogos da franquia com descontos na eShop. Nesta semana, a loja digital da Nintendo oferece promoções que chegam a 90% de desconto em títulos para Switch e Switch 2, incluindo The Legend of Zelda: Skyward Sword HD, além de outros games populares.
Destaques incluem Eldest Souls por R$ 11,99, LEGO DC Super-Villains a R$ 29,99, e Mario + Rabbids Kingdom Battle com 80% off. Também estão em oferta Batman: Arkham Knight e Crash Bandicoot 4: It’s About Time. Para quem busca títulos no Switch 2, EA Sports FC 26 e Madden NFL 26 estão disponíveis com 60% de desconto.
Além dos jogos, é possível adquirir o Nintendo Switch, versões Lite e OLED, mais barato usando cupom KaBuM!. Compras na eShop podem ser parceladas em até 6 vezes sem juros no cartão de crédito, principalmente ao usar os gift cards da Nuuvem, que ainda oferecem cashback, gerando economia em futuras aquisições.
Essa combinação de promoções facilita acessar a biblioteca de jogos, incluindo títulos como Mario, Zelda e Pokémon, a preços reduzidos. Fique de olho na eShop para aproveitar as ofertas enquanto espera o filme baseado em Zelda.
Eztec registra crescimento de 200% em lançamentos e alta de 41% nas vendas no 4º trimestre de 2025
A Eztec apresentou um aumento expressivo em seus resultados no quarto trimestre de 2025. Os lançamentos totalizaram R$ 783 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV), um crescimento próximo a 200% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, as vendas líquidas tiveram alta significativa de 41%, atingindo R$ 557,4 milhões. O índice VSO, que mede a velocidade das vendas, subiu para 16,2%, refletindo maior dinamismo da empresa no mercado imobiliário.
No acumulado do ano, a Eztec lançou 10 projetos, superando os nove de 2024, com crescimento de 47,6% no VGV anual. O estoque da companhia fechou o ano em R$ 2,87 bilhões, e mantêm 16 canteiros de obras ativos, reforçando expansão consistente no setor.
A Eztec registrou um aumento significativo em seus lançamentos e vendas no quarto trimestre de 2025. A prévia operacional divulgada nesta sexta-feira (16) mostrou que o Valor Geral de Vendas (VGV) dos lançamentos atingiu R$ 783 milhões, um avanço de quase 200% em relação ao mesmo período do ano anterior.
As vendas líquidas apresentaram crescimento de 41%, alcançando R$ 557,4 milhões. O índice VSO líquido, que mede a velocidade de vendas sobre o estoque, subiu 3,4 pontos percentuais, chegando a 16,2%. No 4T25, a empresa lançou três projetos ou fases, superando os dois do último trimestre de 2024, um aumento de 50%.
O estoque total da Eztec encerrou o trimestre avaliado em R$ 2,87 bilhões, um crescimento de 7%. A companhia mantém 16 canteiros de obras ativos no momento. No acumulado do ano, foram lançados 10 projetos, contra nove em 2024.
O VGV anual dos lançamentos chegou a R$ 2,36 bilhões, uma alta de 47,6% em comparação ao ano anterior, enquanto as vendas líquidas acumularam R$ 1,9 bilhão, 15% mais que no ano passado. Esses números indicam uma expansão consistente na atividade da construtora e incorporadora no último ano.
Os dados divulgados reforçam a atividade comercial da Eztec no cenário imobiliário brasileiro, refletindo maior dinamismo no setor de lançamentos e comercialização de imóveis residenciais.
Banco do Brasil descarta lançamento imediato da operadora BB Cel, mas avalia futuro no setor móvel
O Banco do Brasil negou que vá lançar a operadora móvel BB Cel no momento, conforme divulgado recentemente. Contudo, a instituição informou que continua avaliando oportunidades para atuar no setor de telecomunicações como uma operadora móvel virtual (MVNO). Atualmente, bancos digitais já oferecem serviços móveis, e o BB analisa propostas para futuro ingresso nesse mercado.
Segundo comunicado oficial, o banco busca expandir seus negócios além da área financeira tradicional, reforçando sua estratégia de plataforma de serviços integrada. Ainda não há confirmação oficial de lançamento de serviços móveis, e qualquer novidade será divulgada através dos canais oficiais da instituição.
Se concretizado, esse movimento representaria a entrada do Banco do Brasil no segmento de telefonia móvel, ampliando sua atuação e acompanhando a tendência de diversificação dos serviços financeiros no Brasil.
O Banco do Brasil negou o lançamento da BB Cel, uma operadora móvel virtual (MVNO), mas não descartou a possibilidade de ingresso futuro no setor de telecomunicações. Reportagem do Mobile Times revelou que o banco analisa propostas de parceiros para oferecer planos pós-pagos e pré-pagos sob esse modelo.
Em comunicado, o banco afirma que “avalia constantemente oportunidades de negócios” e reforça sua estratégia de atuar como plataforma de serviços além da área bancária tradicional. Até o momento, não há anúncio oficial referente a uma possível operadora móvel.
Se confirmado, o projeto seria o primeiro de um banco tradicional brasileiro a operar no segmento MVNO, onde a empresa utiliza infraestrutura de terceiros para oferecer telefonia móvel. Atualmente, fintechs como Nubank e Banco Inter já atuam nesse formato com suas próprias marcas, NuCel e InterCel, respectivamente.
A iniciativa, caso avance, indicaria uma expansão do Banco do Brasil para segmentos além do financeiro, alinhando-se com movimentos recentes no mercado que buscam diversificar ofertas e aumentar a conveniência para os clientes.
A instituição reforça que qualquer novidade sobre produtos ou serviços será divulgada exclusivamente por seus canais oficiais.
Groenlândia: a origem do nome e a estratégia dos vikings para atrair colonos
O nome Groenlândia, que significa “terra verde”, foi uma escolha estratégica feita por Erik, o Vermelho, um viking que queria atrair colonos para a ilha. Embora a maior parte da ilha seja coberta por gelo, o nome buscava destacar as áreas com condições mais favoráveis para a agricultura e o pastoreio.
Durante o período de colonização viking, a região do sudoeste da ilha apresentava um clima mais ameno, permitindo a criação de animais e o cultivo de pastos, fomentando o comércio de recursos como o marfim de morsa. Essa tática reforçou a sobrevivência das pequenas comunidades vikings no local.
Mesmo com o esforço dos vikings, os assentamentos desapareceram no século 15 devido a mudanças climáticas e eventos externos. Hoje, a Groenlândia é habitada por povos indígenas inuit e está sob administração dinamarquesa, com o aquecimento global mudando o cenário da ilha.
A Groenlândia, cujo nome significa “terra verde”, tem uma origem que foge da lógica geográfica, já que mais de 80% de sua superfície está coberta por gelo. O nome foi, na verdade, uma estratégia de marketing criada por Erik, o Vermelho, um viking que buscava atrair colonos para essa ilha distante e desafiadora no final do século 10.
Erik, após conflitos e exílio na Islândia, navegou até o sudoeste da ilha, região com condições relativamente mais favoráveis para agricultura e pastoreio. Ele batizou o local de Groenlândia para tornar a região mais atraente, uma tática para garantir um fluxo constante de colonos essenciais à sobrevivência da colônia.
Durante o período entre 800 e 1300, evidências apontam que o sul da ilha possuía um clima mais ameno, com verões capazes de manter pastos, ainda que nunca tenha sido totalmente verde. Os vikings estabeleceram fazendas, criaram animais e exploraram o comércio, especialmente o marfim de morsa, que tinha valor na Europa medieval.
Apesar dos esforços, por volta do século 15 os assentamentos vikings desapareceram. Pesquisadores apontam para o declínio gradual causado por mudanças climáticas, aumento do gelo marinho, redução do comércio europeu e eventos externos como erupções vulcânicas e epidemias.
Atualmente, a ilha é habitada majoritariamente por povos indígenas inuit e está sob administração da Dinamarca. Com o avanço do aquecimento global, o nome Groenlândia pode ganhar um significado mais próximo da realidade, já que o recuo das geleiras está expondo novas áreas de terras.
Investir ou recuar? Entenda o dilema da ‘bolha da IA’ e o cenário para 2026
O otimismo que marcou o mercado financeiro em 2025, com recordes na bolsa e em ativos como ouro e prata, começa a dar lugar a uma pergunta latente entre os investidores: o mercado está diante de uma bolha prestes a explodir? Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o cenário para 2026 deve ser ditado pelo temor da volatilidade e pela teia de investimentos cruzados no setor de tecnologia.
Segundo Mendlowicz, o ano de 2025 foi excepcional para diversas classes de ativos. O Ibovespa avançou mais de 31% no ano, atingindo os 160 mil pontos, enquanto o ouro superou os US$ 4.500 e a prata ultrapassou, no último dia 26, os US$ 75 pela primeira vez na história. No entanto, o motor dessa euforia (a inteligência artificial) é o que mais acende o sinal de alerta para uma possível bolha.
\”O rali da inteligência artificial (IA) acende uma bolha. Eu concordo e também estou preocupado\”, afirma o economista. Ele destaca que grandes corporações como Disney, Amazon e Nvidia (que hoje, dia 29, anunciou a compra de ações da Intel no valor de US$ 5 bilhões) seguem investindo umas nas outras, criando um cenário de interdependência que pode sacudir o mercado em 2026.
O impacto da IA no emprego: realidade ou narrativa?
Um dos pontos da análise de Mendlowicz é o fenômeno das demissões em massa no setor de tecnologia. Embora, oficialmente, 55 mil postos de trabalho nos Estados Unidos tenham sido cortados em 2025 sob a justificativa do avanço da IA (fonte: consultoria Challenger, Gray & Christmas), o economista pondera que há um componente de conveniência corporativa.
Mendlowicz explica que as empresas muitas vezes precisam reduzir seus quadros de funcionários para cortar custos ou porque contrataram gente demais no passado, por exemplo. No entanto, admitir que a empresa errou no planejamento ou que os funcionários não estão rendendo bem gera um impacto negativo na imagem da marca.
“Ao dizer que a IA é a causa da demissão, a empresa transfere a responsabilidade para a evolução tecnológica. Em vez de dizer ‘Estamos demitindo 10% porque eles não trabalham bem’, a empresa prefere dizer ‘Estamos demitindo 10% porque a tecnologia agora faz o trabalho deles’. A IA acaba servindo como um escudo para decisões administrativas que visam apenas o lucro ou a correção de erros internos”, avalia o Economista Sincero.
Para ele, a mudança de paradigma ocorreu quando Elon Musk demitiu 80% do quadro do Twitter (atual X) e a empresa continuou operando, o que levou outras big techs a reavaliarem seus excessos de contratação do período da pandemia.
Juros nos EUA e o impacto na economia global
A saúde da economia americana é outro fator de instabilidade. O PIB dos EUA cresceu 4,3% no terceiro trimestre, um número forte que, paradoxalmente, preocupa o mercado. Mendlowicz ressalta que, “se a economia crescer demais, o Federal Reserve (Fed) pode ser impedido de baixar os juros, o que devasta a economia mundial e interrompe o fluxo de capital para mercados emergentes como o Brasil”.
Estratégias para 2026: diversificação e longo prazo
Apesar do \”medo que vende notícias\”, Mendlowicz não recomenda o pânico, mas sim o rebalanceamento de carteiras. Ele sugere que investidores reduzam a exposição concentrada em tecnologia e olhem para setores essenciais como energia, saneamento e bancos, além de manter ativos tangíveis.
\”A crise é amiga do investidor na hora de fazer o aporte. Se tiver uma bolha, nós vamos enxergar, mas vamos tentar pensar a longo prazo porque é isso que dá dinheiro\”, conclui, citando a resiliência de investidores como Warren Buffett, que mantém posições em empresas sólidas por décadas.
Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero
Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller \”18 princípios para você evoluir\”. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.
Via: Grayce Rodrigues
16/01/2026 às 19:04 - Sem Categoria
Banco Inter recebe aprovação para abrir agência internacional na Flórida
O Banco Inter, ligado à holding Inter&Co, foi autorizado pelo Federal Reserve e pelo Florida Office of Financial Regulation a abrir uma agência internacional em Miami, EUA. Essa iniciativa integra a estratégia do banco de expandir sua atuação além do Brasil, atendendo clientes no mercado global.
Com a nova agência na Flórida, o Banco Inter poderá oferecer serviços financeiros a clientes de vários países, facilitando o acesso a produtos fora do território brasileiro. Essa expansão reforça a presença global do banco e atende ao potencial do mercado americano.
A aprovação do Fed é fundamental para a operação formal de instituições estrangeiras nos Estados Unidos. Para o Banco Inter, esse avanço representa o fortalecimento da base de clientes e a diversificação dos serviços oferecidos internacionalmente.
O Banco Inter, ligado à holding Inter&Co, recebeu autorização do Federal Reserve (Fed) e do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para abrir uma agência internacional na Flórida, EUA. Com essa aprovação, o banco poderá atender clientes internacionais a partir de sua filial em Miami, onde mantém sede global desde 2021.
Esse movimento faz parte da estratégia do Inter de expandir sua atuação além do Brasil, posicionando-se como uma plataforma financeira global. João Vitor Menin, presidente-executivo global da Inter&Co, destacou o início da operação como um passo importante para essa visão.
Com a agência internacional em Miami, o Inter passa a oferecer serviços bancários para clientes em diversos países, facilitando o acesso a produtos financeiros fora do território brasileiro. A escolha da Flórida está alinhada com a presença global do banco e o potencial do mercado americano para expansão.
Essa autorização do Fed é essencial para que instituições estrangeiras possam operar formalmente nos Estados Unidos, garantindo conformidade legal e acesso a um mercado financeiro robusto. Para o Inter, esse avanço reforça sua ambição de ampliar sua base de clientes e diversificar sua atuação internacional.
Além de ganhar visibilidade no exterior, o banco poderá desenvolver novas soluções financeiras adaptadas ao público global, potencialmente ampliando sua oferta de produtos e serviços por meio da nova agência.
Via Forbes Brasil
16/01/2026 às 18:42 - Tecnologia e Inovação
Reservatórios em níveis críticos afetam Sabesp e causam perda de R$ 7 bilhões na bolsa
As ações da Sabesp caíram mais de 8% em 2026 devido aos baixos níveis do reservatório da Cantareira, que abastece cerca de 9 milhões na região metropolitana de São Paulo.
Para lidar com a escassez, a Sabesp adotou medidas como redução da pressão da água, mas a baixa nos reservatórios pode reduzir o volume distribuído e a receita.
Investidores veem a situação como um fator negativo para o crescimento da empresa, que já perdeu cerca de R$ 7 bilhões em valor de mercado, refletindo preocupações com a gestão dos recursos hídricos.
As ações da Sabesp, maior empresa de saneamento da América Latina, acumularam queda superior a 8% em 2026, refletindo preocupações dos investidores com os baixos níveis do reservatório da Cantareira. Esse sistema abastece cerca de 9 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo, mas atualmente opera com menos de 20% de sua capacidade útil, segundo dados oficiais.
Desde setembro, a Sabesp vem adotando medidas preventivas, como reduzir a pressão da água durante a noite, para lidar com a escassez hídrica. Especialistas alertam que a situação dos reservatórios pode causar redução nos volumes de água distribuídos e, consequentemente, na receita da companhia.
Lucca Silva, gestor na Persevera Asset Management, observa que “o tema dos reservatórios baixos entrou para a narrativa”, o que contribui para a expectativa de menor crescimento nas receitas. A Sabesp, por sua vez, afirma seguir as políticas de gestão dos recursos definidas pelo órgão regulador, cumprindo os contratos firmados com o governo de São Paulo para manter a neutralidade hidrológica, mecanismo que protege contra situações críticas.
Os papéis da Sabesp começaram o ano em baixa, acumulando perda de cerca de R$ 7 bilhões em valor de mercado, após terem valorizado mais de 50% em 2025, período marcado por juros altos e maior interesse em ações de utilities. Na última sexta-feira, as ações recuaram quase 2% durante a sessão.
Para Luis Mussili, analista da JGP Asset Management, “nessas ocasiões, toda operação fica mais custosa”, causando redução temporária das margens da empresa.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação