Conheça destinos no Brasil para escapar do calor intenso do verão
O Brasil enfrenta ondas de calor intensas no verão, com temperaturas que chegam a 40°C, como no Rio de Janeiro, alertado pelo Inmet. Para quem busca fugir do calor, o Ministério do Turismo indica destinos com climas mais frescos e agradáveis.
Petrópolis, Monte Verde, Serra do Rio do Rastro, Gramado e Canela são algumas opções com clima ameno, atrações naturais e culturais. Curitiba e Campos do Jordão também oferecem refúgios contra o calor, com paisagens e pontos turísticos que agradam diversos perfis de visitantes.
Esses locais são alternativas para aproveitar o verão no Brasil sem o desconforto das altas temperaturas, garantindo momentos de lazer e descanso em ambiente mais fresco.
O verão no Brasil traz temperaturas elevadas e, nesta semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja para onda de calor em quatro estados, incluindo o Rio de Janeiro, que chegou a registrar 40°C. Para quem busca um clima mais ameno, existem opções de destinos indicados pelo Ministério do Turismo para fugir do calor intenso típico dessa estação.
Uma alternativa próxima ao Rio é Petrópolis, conhecida como “Cidade Imperial”, que oferece clima fresco e atrações históricas como o Museu Imperial e a casa de Santos Dumont. No interior de Minas Gerais, Monte Verde atrai casais e famílias com trilhas, gastronomia e belas vistas panorâmicas.
Na Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, o destaque fica para as curvas impressionantes da estrada e a temperatura mais baixa durante o ano todo. O local possui vinícolas, chalés e trilhas para diferentes perfis de visitantes.
Já Gramado e Canela, na Serra Gaúcha, são reconhecidas pela arquitetura europeia e diversas atividades, como trilhas, escalada, rafting, além de jardins e opções de degustação de chocolates e vinhos artesanais.
Curitiba, no Paraná, tem seu clima característico, o Jardim Botânico e pontos turísticos como o Museu Oscar Niemeyer e a Ópera de Arame, enquanto Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, conhecida como a “Suíça Brasileira”, destaca-se pela altitude e atrações como teleférico e o Palácio da Boa Vista.
Essas cidades representam opções para quem quer aproveitar o verão brasileiro sem se submeter às altas temperaturas.
Ibovespa registra terceiro recorde consecutivo com forte influência de ações de commodities e bancos
O Ibovespa inicia o pregão de sexta-feira com a expectativa de atingir seu terceiro recorde consecutivo, após fechar a quinta-feira em 165.568 pontos. O índice acumula alta de 2,8% no ano, impulsionado principalmente pelas ações da Petrobras, Vale e do setor bancário.
Esse desempenho é influenciado sobretudo por fatores internacionais, como o aumento dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, motivado por tensões geopolíticas. Além disso, a expectativa de queda dos juros beneficia as ações bancárias, que tendem a apresentar maior lucro com a redução da inadimplência.
O pregão desta sexta-feira (16) inicia com a expectativa de a Ibovespa alcançar seu terceiro recorde consecutivo, após fechar na quinta-feira em 165.568 pontos, um novo máximo nominal. O índice já acumula uma alta de 2,8% no ano, mostrando força principalmente graças às ações da Petrobras, Vale e bancos, que lideram o movimento.
O desempenho positivo do índice tem pouco a ver com o desempenho da economia interna e mais com fatores internacionais. A valorização das empresas de commodities, como Petrobras e Vale, ocorre devido à elevação dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, provocada por tensões geopolíticas. Isso eleva os resultados dessas empresas no mercado financeiro.
As ações bancárias também estão em alta graças à expectativa de queda dos juros, o que tende a reduzir a inadimplência e aumentar os lucros dessas instituições.
No âmbito internacional, o pregão acompanha a alta nos contratos futuros dos principais índices americanos e também a valorização das cotas do ETF EWZ iShares MSCI Brazil. O otimismo está centrado nas ações do setor de tecnologia, especialmente aquelas relacionadas à Inteligência Artificial, que impulsionam o mercado global.
Os indicadores locais mais recentes mostram que o IGP-10 de janeiro registrou 0,3%, e o IBC-Br de novembro teve uma expectativa de crescimento de 0,3%, melhorando em relação ao mês anterior, que apresentou queda.
Brava Energia adquire participação da Petronas na Bacia de Campos por US$ 450 milhões
A Brava Energia firmou contrato para adquirir 50% da participação da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte, na Bacia de Campos. O valor da negociação é de US$ 450 milhões, com pagamentos escalonados entre 2025 e 2027.
A operação depende da aprovação de órgãos reguladores e da manifestação da Petrobras, que detém direito de preferência. A expectativa é concluir a transação em 2026, alinhada à estratégia da Brava para diversificar ativos e otimizar capital.
Os campos possuem produção média de 55,6 mil barris por dia em 2025 e concessões válidas até 2039. A empresa comunicará o mercado sobre o andamento da aquisição, seguindo boas práticas de governança.
A Brava Energia firmou contrato para adquirir 50% da participação da Petronas Petróleo Brasil nos campos de Tartaruga Verde e no Módulo III do campo de Espadarte, localizados na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro. O acordo, fechado em 15 de janeiro de 2026, envolve um total de US$ 450 milhões.
Destes, US$ 50 milhões foram pagos na assinatura, com US$ 350 milhões a serem desembolsados no fechamento, sujeito a ajustes pela data efetiva de 1º de julho de 2025. Mais duas parcelas de US$ 25 milhões cada estão previstas para 12 e 24 meses após a conclusão da negociação.
A operação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da manifestação da Petrobras, que possui direito de preferência. A expectativa é concluir a transação em 2026.
A aquisição está alinhada à estratégia da Brava de revisar seu portfólio, buscando retorno ajustado ao risco, além de diversificar ativos e otimizar capital. Os campos ficam na porção sul da Bacia de Campos, com lâminas d’água de 700 a 1.620 metros e reservatórios a cerca de 3.000 metros de profundidade.
Operados atualmente pela Petrobras, esses ativos contam com 14 poços produtores e tiveram produção média de 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia em 2025. As concessões vigorarão até 2039.
A Brava manterá o mercado informado sobre novidades da aquisição, em conformidade com as melhores práticas de governança. A empresa nasceu em 2024 da fusão entre 3R Petroleum e Enauta e é uma das maiores produtoras independentes do país.
Tensão entre Trump e Powell pode influenciar política monetária e juros nos EUA
O Federal Reserve enfrenta pressões políticas crescentes em 2026, com Donald Trump pedindo cortes agressivos nas taxas de juros para estimular a economia. Powell, atual presidente do Fed, mantém cautela frente aos riscos inflacionários, enquanto sua indicação futura ainda gera dúvidas.
A taxa de juros nos EUA está entre 3,5% e 3,75%, com possível nova redução dependendo dos dados econômicos. A pressão política inclui uma investigação criminal contra Powell, o que pode afetar a independência do banco central e a estabilidade do mercado.
Especialistas acreditam que os cortes de juros serão condicionados aos indicadores econômicos, com inflação em 2,7% e desemprego em 4,4%. A instabilidade política pode aumentar a volatilidade dos juros futuros e impactar a liquidez, especialmente para mercados emergentes como o brasileiro.
O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos inicia 2026 enfrentando uma crescente tensão política, que pode afetar a condução da política monetária e as expectativas de juros futuros. O ex-presidente Donald Trump pressiona o Fed a realizar cortes mais agressivos nas taxas de juros para estimular a economia, enquanto a autoridade monetária mantém cautela devido aos riscos inflacionários.
Os juros americanos estão atualmente entre 3,5% e 3,75%, após um corte de 0,25 pontos percentuais em dezembro. O Fed sinalizou uma possível pausa e um novo corte em 2026, dependendo dos dados econômicos. Contudo, a indefinição sobre o mandato de Jerome Powell, que expira em maio, aumenta a expectativa pela indicação de um novo presidente alinhado às preferências políticas de Trump.
Além disso, o Departamento de Justiça dos EUA abriu investigação criminal contra Powell por supostas declarações falsas durante um depoimento sobre gastos na reforma da sede do Fed. Essa situação levanta dúvidas sobre a independência do banco central e intensifica a pressão política à medida que a próxima reunião do Fed se aproxima.
Apesar disso, especialistas acreditam que essas tensões não devem antecipar cortes de juros, que continuarão condicionados a dados concretos sobre inflação e desemprego. A atual inflação é de 2,7%, enquanto o desemprego segue em 4,4%, números que sustentam a postura conservadora do Fed.
Analistas apontam que a pressão política pode gerar maior volatilidade nos juros futuros e afetar a atratividade dos ativos americanos. Para mercados emergentes, como o brasileiro, isso pode significar menos liquidez caso as taxas de longo prazo subam devido à instabilidade institucional.
TikTok vai intensificar verificação de idade na Europa diante de pressões regulatórias
Nas próximas semanas, o TikTok vai lançar na Europa uma nova ferramenta para identificar usuários menores de 13 anos. O objetivo é atender às normas rígidas sobre proteção de dados, melhorando o controle do público infantil na plataforma.
O sistema utiliza análise de perfis, vídeos e comportamentos, além de métodos como verificação facial e documentos oficiais. Contas suspeitas serão revisadas por moderadores, não bloqueadas automaticamente.
Essa iniciativa ajuda a cumprir legislações locais e reforça a segurança online das crianças, alinhando-se às regras europeias de privacidade e proteção digital.
Nas próximas semanas, o TikTok vai implementar na Europa uma nova ferramenta para identificação de usuários menores de 13 anos. A iniciativa busca atender a regras mais rígidas sobre proteção de dados e melhorar o controle do público infantil na plataforma, que está sob forte pressão regulatória.
O sistema, desenvolvido especialmente para a região, analisa perfis, vídeos e comportamento nas redes para estimar a idade do usuário. Contas suspeitas não serão bloqueadas automaticamente, mas examinadas por moderadores especializados. O projeto-piloto realizado no Reino Unido por um ano resultou na remoção de milhares de contas de crianças.
A tecnologia se apoia também em métodos adicionais, como verificação facial feita pelo provedor Yoti, confirmação por cartão de crédito e documentos oficiais. A Meta, dona do Facebook, já usa a Yoti em suas plataformas para confirmar a idade dos usuários.
Essa iniciativa do TikTok na Europa ocorre em um momento em que países de todo o mundo discutem limites para menores acessarem redes sociais. Em 2023, a Austrália proibiu o uso de redes por crianças abaixo de 16 anos, enquanto parlamentares europeus e nações como a Dinamarca visam restrições similares.
Usuários receberão notificações conforme o sistema for ativado. A empresa colaborou com a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda para ajustar a tecnologia, garantindo alinhamento com as normas de privacidade da União Europeia.
Embora não exista ainda um método global ideal que confirme a idade preservando a privacidade, essa medida representa um passo para obedecer legislações locais e reforçar a segurança das crianças no ambiente digital.
Steinbruch adota austeridade para reduzir dívida da CSN até 2026
Benjamin Steinbruch, líder da CSN, revelou um plano para diminuir a alta alavancagem da siderúrgica. A estratégia prevê levantar até R$ 18 bilhões com a venda de participações em setores de cimento e infraestrutura, visando ajustar a relação entre dívida líquida e Ebitda da empresa.
O objetivo principal é reduzir a alavancagem para entre 1,8 e 2 vezes até o fim de 2026 e atingir o índice de 1 vez em até oito anos. O plano inclui a venda do controle da CSN Cimentos e oferta de participações relevantes, mantendo controle logístico.
Mesmo com o anúncio, as ações da CSN caíram 3,1%, refletindo cautela do mercado diante da dependência do comando de Steinbruch e a complexidade do plano. A empresa mantém mineração, siderurgia e energia como foco de crescimento e busca parcerias para modernizar a produção.
Benjamin Steinbruch, líder da CSN, apresenta um plano para reduzir a alta alavancagem da siderúrgica. A estratégia contempla levantar até R$ 18 bilhões com a venda de participações em unidades de cimento e infraestrutura, visando ajustar a relação entre dívida líquida e Ebitda do grupo.
O objetivo é reduzir a alavancagem para entre 1,8 e 2 vezes até o fim de 2026 e alcançar o índice de 1 vez em oito anos. Isso inclui a venda do controle da CSN Cimentos e a oferta de participação relevante na área de infraestrutura, mantendo o controle dessas operações logísticas. A expectativa é que esses ativos, vendidos em blocos, garantam receita substancial e simplifiquem o balanço.
Apesar do anúncio, as ações da CSN caíram 3,1% no dia. O mercado também demonstra cautela pela dependência da companhia na liderança de Steinbruch e pela complexidade do plano, especialmente diante do cenário de menor tolerância para riscos no Brasil.
A CSN mantém mineração, siderurgia e energia fora do pacote de vendas, destacando esses setores como fontes fortes de geração de caixa e crescimento. A expansão da produção de minério de ferro para 65 milhões de toneladas até 2030 reforça essa visão.
O grupo também busca parcerias estratégicas para modernizar a siderurgia, cuja produção nacional tende a cair devido à concorrência chinesa. Steinbruch reforça que o plano passa pela execução rigorosa, com foco na redução de custos e estoques, para tornar a CSN menos vulnerável e com caixa mais equilibrado.
Um estudo recente da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (OHSU) indica que dormir menos de sete horas por noite reduz mais a expectativa de vida do que hábitos como má alimentação e sedentarismo. A pesquisa, publicada na revista Sleep Advances, analisou dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) e identificou a falta de sono como um dos principais fatores de risco para a longevidade, ficando atrás apenas do tabagismo.
O levantamento mostrou que, em quase todos os estados dos EUA, a privação do sono teve um impacto significativo na redução dos anos de vida, superando outros fatores tradicionalmente associados à saúde, como dieta e exercício físico.
No Brasil, dados de 2019 da Associação Brasileira do Sono indicam que a média diária de sono é de cerca de 6,4 horas, valor abaixo do recomendado, o que pode contribuir para a redução da expectativa de vida nacional. Especialistas destacam a necessidade de valorizar o sono da mesma forma que a alimentação e a atividade física, pois ele é fundamental para o bom funcionamento do sistema cardiovascular, imunológico e outras funções corporais essenciais.
Embora o estudo não tenha investigado os mecanismos que ligam o sono à longevidade, é sabido que a ausência de um descanso adequado afeta diretamente a saúde geral das pessoas. Priorizar uma rotina de sono regular pode, portanto, ser um passo importante para ampliar a qualidade e a duração da vida.
NASA planeja lançar astronautas em missão para contornar a Lua em 6 de fevereiro
A NASA deve lançar a missão Artemis 2 no dia 6 de fevereiro de 2026. Quatro astronautas farão um voo em volta da Lua, sem pousar, em aproximadamente dez dias. O lançamento usa o foguete SLS, testado e preparado no Centro Espacial Kennedy, EUA.
Essa será a primeira missão tripulada além da órbita terrestre neste século, com uma equipe diversificada. A cápsula Orion e o módulo de serviço da Agência Espacial Europeia serão usados. A trajetória de “retorno livre” permite um caminho seguro usando a gravidade lunar para o retorno.
A Artemis 2 alcançará até 7.500 km da superfície da Lua, maior distância que em missões anteriores, proporcionando vistas privilegiadas do sistema Terra-Lua. A missão é um importante passo para o retorno da exploração humana no espaço profundo.
A NASA planeja lançar a missão Artemis 2 no dia 6 de fevereiro de 2026, marcando o primeiro voo tripulado a ultrapassar a órbita terrestre neste século. A missão levará quatro astronautas à Lua em uma trajetória de contorno sem pouso, um voo de ida e volta estimado em cerca de dez dias. O lançamento será feito pelo foguete SLS, que passou por testes em 2022 e ainda está no Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
Essa missão é a primeira desde 1972, ano do último voo tripulado Apollo, e apresenta uma tripulação diversificada: o comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover, os especialistas Christina Koch e Jeremy Hansen, este último da Agência Espacial Canadense. A trajetória adotada, chamada de retorno livre, permite um percurso seguro, onde a cápsula utiliza a gravidade da Lua para voltar à Terra sem manobras extras, evitando riscos caso haja falhas de propulsão.
O foguete SLS, cuja produção custou mais de US$ 31 bilhões, ainda é o único aprovado para levar humanos à Lua. A missão Artemis 2 usará a cápsula Orion e o módulo de serviço fornecido pela Agência Espacial Europeia. Durante o voo, os astronautas alcançarão uma distância maior da superfície lunar do que nas missões anteriores, cerca de 7.500 km, proporcionando uma vista privilegiada do sistema Terra-Lua.
A chegada da Artemis 2 na plataforma de lançamento está prevista para breve, e o cronograma ajusta-se às condições órbitas e de iluminação da Lua para garantir a melhor janela de lançamento. Assim, a missão representa um passo importante para a retomada da presença humana além da órbita terrestre.
Como as Grandes Petrolíferas Estão Lucrando Duas Vezes com a Inteligência Artificial
As grandes petrolíferas têm encontrado uma maneira de maximizar seus lucros usando inteligência artificial (IA) para otimizar a extração de combustíveis fósseis. Além disso, elas vendem a energia gerada para data centers que demandam muita eletricidade, criando um ciclo vantajoso para o setor.
Essa estratégia envolve aumentar a eficiência na produção e também construir infraestrutura para fornecer energia diretamente para esses centros de dados, assegurando a continuidade da demanda por petróleo e gás natural. Parcerias e investimentos em tecnologia reforçam esse modelo, que mantém o consumo de combustíveis fósseis mesmo com metas globais de redução de emissões.
Enquanto o setor de tecnologia busca cada vez mais energia para alimentar data centers, as grandes petrolíferas encontraram uma forma de lucrar em dobro com a IA. Elas usam essa tecnologia para otimizar a extração de combustíveis fósseis e ainda vendem energia para os próprios centros de dados que demandam esses recursos. Assim, o consumo de petróleo pode se estender por décadas.
Esse modelo funciona em duas frentes: aplicação da IA nas operações para aumentar produção e reduzir custos, além de construir infraestrutura energética dedicada, fornecendo eletricidade gerada por gás natural diretamente a data centers. A maior eficiência na extração gera mais gás para alimentar esses centros, criando um ciclo de dependência.
A Abu Dhabi National Oil Company (ADNOC) já implementou dezenas de ferramentas de IA, gerando US$ 500 milhões em valor e reduzindo emissões. Parcerias estratégicas com Microsoft e Masdar apoiam infraestrutura de energia e IA, enquanto empresas americanas como Chevron e ExxonMobil investem em usinas para abastecer data centers, visando operação plena até 2027.
A Saudi Aramco desenvolve seu modelo próprio de IA com parceria para criar um dos maiores data centers de inferência do mundo. O modelo de negócios inclui monetização de gás residual para alimentar data centers, geração direta de energia “atrás do medidor” e integração com captura de carbono, embora emissões continuem a crescer.
Essa estratégia reforça a continuidade da produção e da infraestrutura de combustíveis fósseis, com a IA mantendo a demanda por energia fóssil mesmo diante de metas globais para redução de emissões. O avanço tecnológico converge com interesses econômicos, configurando um cenário de longo prazo para o uso do petróleo na economia digital.
Golpe do falso desconto no IPVA atinge motoristas em cinco estados brasileiros
Golpistas usam sites falsos que imitam portais oficiais para enganar motoristas com um desconto inexistente no IPVA. O golpe foi detectado em, pelo menos, cinco estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.
Os criminosos solicitam o pagamento via Pix para contas de terceiros, utilizando sites que parecem oficiais para aumentar a credibilidade do golpe. Os usuários são induzidos a fornecer dados reais do veículo, o que reforça a falsa autenticidade.
Para se proteger, é fundamental desconfiar de descontos muito altos e urgentes, confirmar o endereço da página e o nome do recebedor no Pix. O pagamento do IPVA deve ser feito apenas nos canais oficiais dos governos estaduais ou bancos autorizados.
Golpistas têm usado sites falsos que simulam portais oficiais para enganar motoristas em pelo menos cinco estados brasileiros. A fraude envolve um esquema de desconto no IPVA que não existe, com pagamentos direcionados por Pix para contas de terceiros, conforme identificou a empresa de segurança digital Kaspersky.
Os estados afetados são Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Os sites fraudados lembram os endereços dos órgãos oficiais, como Detran e Secretarias da Fazenda, o que aumenta a credibilidade do golpe. Após inserir o Renavam, o usuário vê dados reais do veículo, reforçando a falsa autenticidade.
Na etapa final, o criminoso oferece descontos inexistentes e solicita o pagamento via Pix, geralmente com QR Code. O dinheiro é enviado para contas em nome de laranjas em bancos digitais, dificultando o rastreamento.
Para evitar cair no golpe, especialistas recomendam desconfiar de descontos altos e urgentes, verificar cuidadosamente o endereço das páginas, conferir o nome do destinatário no Pix e evitar informar dados pessoais como Renavam e CPF em links recebidos por mensagens. Também é indicado usar ferramentas de segurança digital para detectar sites falsos.
O pagamento do IPVA deve ser feito exclusivamente em canais oficiais dos governos estaduais ou por bancos autorizados. Confirmar informações diretamente nos sites oficiais pode evitar prejuízos financeiros causados por esses golpes.
Atenção redobrada é necessária neste período de vencimento do imposto, para evitar fraudes que já estão mobilizando cinco estados.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação