Como funciona o streaming de jogos e suas vantagens práticas
O streaming de jogos, ou cloud gaming, possibilita jogar títulos pesados diretamente da nuvem, sem a necessidade de computadores ou consoles potentes. Os jogos são processados em servidores remotos e transmitidos em tempo real para o dispositivo do usuário, similar a um serviço de streaming interativo.
Essa tecnologia evoluiu bastante, oferecendo alta resolução e baixa latência, desde que a conexão de internet seja estável e rápida, acima de 25 Mbps. Serviços populares incluem Xbox Cloud Gaming e Nvidia GeForce Now, cada um com suas características e opções de acesso.
Para usar o streaming de jogos, basta ter um dispositivo compatível, conexão adequada e um controle ou teclado e mouse. Apesar das melhorias, a experiência pode variar conforme a latência e a biblioteca de jogos disponível em cada plataforma.
O cloud gaming permite jogar títulos complexos diretamente da nuvem, sem a necessidade de PCs potentes ou consoles dedicados. Neste modelo, os jogos são processados em servidores remotos, que transmitem imagens em tempo real para o dispositivo do usuário, funcionando de forma semelhante a um streaming interativo. Nas últimas gerações, essa tecnologia avançou a ponto de oferecer alta resolução, baixa latência e compatibilidade com vários aparelhos, consolidando serviços como Xbox Cloud Gaming, Nvidia GeForce Now e Amazon Luna.
Essas plataformas utilizam data centers equipados com hardware atual, incluindo GPUs e CPUs robustos, para rodar os jogos em máquinas virtuais que respondem imediatamente aos comandos enviados pelo jogador. A qualidade da conexão de internet é essencial para uma experiência fluida, sendo recomendados conexões estáveis acima de 25 Mbps, preferencialmente via cabo Ethernet ou Wi-Fi 5/6, para reduzir atrasos e perdas na transmissão.
Entre as soluções disponíveis, a Nvidia GeForce Now destaca-se pelo desempenho, permitindo jogar títulos comprados em lojas digitais com suporte a funções avançadas, como ray tracing. O Xbox Cloud Gaming está integrado ao Game Pass Ultimate, oferecendo acesso a uma vasta biblioteca sem necessidade de download. Já o Amazon Luna aposta em canais de assinatura segmentados, embora no Brasil ainda não ofereça jogatina na nuvem. Serviços como o Boosteroid trazem títulos exclusivos, apesar de operarem com assinaturas em moeda estrangeira e filas para iniciar o jogo.
Para jogar por streaming, basta um dispositivo compatível, uma conexão rápida e estável, além de um controle ou teclado e mouse. Apesar das melhorias, jogos competitivos ainda podem ser afetados pela latência, e a disponibilidade de títulos varia entre as plataformas, exigindo atenção na escolha do serviço ideal para cada perfil.
John Deere inaugura nova fábrica em Canoas (RS) com investimento de R$ 42 milhões
A John Deere inaugurou uma fábrica em Canoas, no Rio Grande do Sul, após investir R$ 42 milhões. A unidade vai produzir o pulverizador 1025E, substituindo a linha PLA e reforçando a presença da marca no mercado brasileiro.
A produção do novo pulverizador começa em agosto, focando em culturas como soja, milho, cana-de-açúcar e mandioca. O equipamento é adaptado para diversos terrenos, otimizando a aplicação de defensivos e fertilizantes.
Esse investimento amplia a capacidade produtiva da John Deere no Brasil e destaca a importância do Rio Grande do Sul para o setor agrícola. A nova planta também contribui para empregos e desenvolvimento regional.
A John Deere inaugurou uma nova fábrica em Canoas, no Rio Grande do Sul, após investir R$ 42 milhões no projeto. A unidade terá como foco a produção do pulverizador 1025E, que substituirá a linha da marca PLA, retomando presença direta no mercado brasileiro.
A fabricação do equipamento está prevista para iniciar em agosto. O pulverizador é indicado para diversas culturas agrícolas, incluindo soja, milho, cana-de-açúcar, mandioca e batata, e é adaptado para diferentes tipos de terrenos, facilitando a aplicação de defensivos e fertilizantes.
Esse movimento faz parte da estratégia da John Deere de ampliar seu portfólio local. Atualmente, outros modelos de pulverizadores da empresa são fabricados em Catalão, Goiás. A nova planta reforça o compromisso da companhia em aumentar sua capacidade produtiva no país e atender a demanda do setor agrícola.
O investimento destaca a importância do Rio Grande do Sul para a indústria agrícola e o interesse da fabricante em garantir maior proximidade com seus clientes e parceiros. Além de impulsionar empregos e o desenvolvimento regional, a fábrica em Canoas representa uma ampliação na produção nacional.
A John Deere segue consolidando sua presença nas linhas agrícolas com equipamentos prontos para uso em diferentes condições e culturas, mantendo a operação ajustada às necessidades do mercado brasileiro, com foco no aprimoramento tecnológico e eficiência.
Goldman Sachs alerta sobre dificuldade do Brasil em controlar gastos públicos
O relatório do Goldman Sachs revela que o déficit fiscal do setor público no Brasil superou 8% do PIB, indicando uma postura reluctante do governo em controlar gastos. Essa situação compromete a credibilidade das metas fiscais e contribui para o superaquecimento da economia.
A dívida pública brasileira aumentou em 2025, chegando a 78,7% do PIB, e o banco projeta déficits primários contínuos. Para reduzir a dívida, seriam necessários superávits primários acima de 2% do PIB, cenário considerado improvável a curto prazo.
No mercado de trabalho, a baixa taxa de desemprego e o crescimento real dos salários mantêm as pressões sobre os custos, sugerindo cautela na política monetária do Banco Central.
O déficit fiscal do setor público consolidado voltou a superar 8% do PIB, segundo relatório do Goldman Sachs, após dados do Banco Central. O déficit total chegou a 8,34% do Produto Interno Bruto em 12 meses, com resultado primário consolidado negativo em 0,43% do PIB. Apesar de ter registrado superávit de R$ 6,3 bilhões em dezembro, o valor ficou abaixo do apurado no ano anterior.
De acordo com o economista Alberto Ramos e sua equipe, uma postura fiscal pró-cíclica e a relutância em controlar gastos prejudicaram a credibilidade das metas fiscais, contribuindo para o superaquecimento da economia. O relatório destaca que esse cenário enfraquece a confiança nas políticas fiscais e aumenta os prêmios de risco, dificultando a ancoragem das expectativas de inflação no curto e médio prazos.
A dívida bruta do governo geral encerrou 2025 em 78,7% do PIB, acima dos 71,7% registrados no final de 2022, com tendência de alta. Considerando critérios do FMI, que inclui títulos na carteira do Banco Central, esse percentual sobe para 93,4% do PIB. O Goldman Sachs estima que o resultado primário seguirá deficitário e que a dívida continuará crescendo.
O banco projeta que, para reduzir a dívida, seriam necessários superávits primários acima de 2% do PIB, um cenário considerado improvável a curto prazo. No mercado de trabalho, a taxa de desemprego historicamente baixa, combinada ao crescimento real dos salários, mantém pressões nos custos, principalmente em serviços que demandam mão de obra. Isso sugere uma postura cautelosa do Banco Central na política monetária.
Experimento dos EUA para ensinar golfinhos a falar inglês nos anos 1960
Nos anos 1960, um experimento nos Estados Unidos buscou ensinar golfinhos a falar inglês. Liderado pelo Dr. John Lilly, o estudo pretendia criar uma comunicação inteligente entre humanos e golfinhos por meio de sons da língua inglesa.
O projeto contou com a pesquisadora Margaret Howe Lovatt, que morou no tanque com um golfinho chamado Peter para facilitar o aprendizado. Apesar dos esforços, dificuldades como comportamentos inesperados do animal e falta de sucesso na comunicação verbal levaram ao fim do estudo.
Nos anos 1960, um experimento curioso nos Estados Unidos tentou ensinar golfinhos a falar inglês. Liderado pelo Dr. John Lilly, o projeto buscava uma forma de comunicação inteligente entre humanos e golfinhos. Lilly acreditava que, com treinamento, esses animais poderiam reproduzir sons da língua inglesa e até participar de diálogos humanos.
O laboratório chamado Dolphin House, localizado no Caribe, abrigava três golfinhos: Peter, Pamela e Sissy. A pesquisadora Margaret Howe Lovatt, sem formação científica formal, passou a morar no tanque com Peter para aumentar a proximidade e o aprendizado. Ela tentava ensinar o golfinho a repetir palavras e sons, numa rotina intensa de convivência.
No entanto, o projeto encontrou desafios inesperados: Peter apresentava comportamentos sexuais direcionados à pesquisadora, o que interferia no treinamento. Margaret acabou lidando com a situação manualmente para evitar interrupções frequentes nas sessões. Apesar dos esforços, não houve sucesso na comunicação verbal entre golfinhos e humanos.
O financiamento governamental do estudo caiu, e o projeto foi encerrado após alguns meses. Peter foi transferido para outro laboratório, onde acabou se suicidando, fato ligado ao controle consciente da respiração dos golfinhos, indicando depressão. John Lilly continuou seu trabalho com cetáceos usando métodos como telepatia e música, mas nunca conseguiu um diálogo eficaz.
Essa experiência ilustra os limites e as dificuldades na tentativa de ensinar golfinhos a falar inglês, uma ideia que, apesar de atraente, não passou de uma curiosidade científica com desfecho frustrante.
Fatos e mitos sobre o Caso Varginha: uma análise crítica
Trinta anos após o Caso Varginha, muitos relatos sobre naves e alienígenas ainda geram dúvidas devido à falta de provas sólidas. A cidade mineira ficou conhecida pela suposta captura de seres extraterrestres, mas as versões sensacionalistas e contradições dificultam a compreensão dos fatos reais.
Testemunhas como o empresário Carlos de Souza e o bombeiro Robson Oliveira apresentaram versões com inconsistências e admitiram terem sido influenciadas a criar histórias. Além disso, a morte do policial Marco Eli Chereze foi esclarecida como causada por uma infecção bacteriana comum, e não por contato alienígena.
Investigações apontam que atividades militares e hospitalares associadas ao caso eram rotineiras, e o mito do Caso Varginha está ligado à cultura popular e ao sensacionalismo midiático. A análise reforça a importância de separar fatos concretos de fantasias e suposições quando se estuda esse episódio.
Trinta anos após o surgimento do Caso Varginha, uma análise aprofundada revela que grande parte dos relatos sobre naves e criaturas alienígenas carecem de evidências sólidas. O episódio ganhou notoriedade pela suposta captura de seres extraterrestres na cidade mineira em janeiro de 1996, mas versões sensacionalistas e contradições ofuscam os fatos confirmados.
Surgiram relatos, como o do empresário Carlos de Souza, que afirmou ter acompanhado um objeto aéreo em queda, e o testemunho do bombeiro Robson Oliveira, que contou sobre a captura de uma criatura. No entanto, ambos os relatos têm inconsistências e admitem, posteriormente, terem inventado histórias ou sido induzidos a isso.
A morte do policial Marco Eli Chereze, que foi relacionada a uma infecção misteriosa causada por contato com alienígenas, foi de fato causada por uma infecção bacteriana comum, conforme atestado em exame médico-legais. O suposto transporte das criaturas para hospitais e posterior encaminhamento para a Escola de Sargentos das Armas (ESA) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também não encontra comprovação nas investigações, sendo muitos relatos desacreditados ou retratados.
A movimentação militar mencionada em hospitais e universidades coincide com atividades rotineiras, como exumações e serviços administrativos, que foram confundidas com operações secretas. Por fim, depoimentos recentes indicam que boa parte das testemunhas envolvidas foram coagidas ou influenciadas para criar narrativas sensacionais.
Esse histórico aponta para a formação de um mito, alimentado pela cultura popular e pelo interesse midiático, e salienta a importância de distinguir fatos de suposições e fantasias ao analisar o caso.
Temores aumentam após Trump estimular desvalorização do dólar
Nos últimos dias, o dólar enfrentou sua maior queda desde 2018, influenciado por declarações do ex-presidente Donald Trump que reacenderam apostas na desvalorização da moeda. Essa movimentação gerou instabilidade e incertezas entre investidores.
O índice Bloomberg Dollar Spot caiu cerca de 10%, levando o dólar ao nível mais baixo desde 2022. Fatores como a volta das ameaças tarifárias, expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve e tensões políticas internas nos EUA contribuem para essa tendência de baixa, afetando a confiança na moeda.
Além disso, há especulações de que o governo americano pode estar aceitando um dólar mais fraco para favorecer exportações e estimular a competitividade, o que pode refletir numa possível mudança estrutural do papel do dólar como moeda de reserva global.
Nos últimos dias, o dólar sofreu sua maior queda desde as tensões tarifárias de 2018, influenciada por movimentos no mercado financeiro que refletem uma “aposta na desvalorização”. O recuo tem ligação direta com ações e declarações do ex-presidente Donald Trump, cuja política “America First” reintroduz incertezas para investidores estrangeiros e impacta a confiança na moeda americana.
O índice Bloomberg Dollar Spot caiu quase 10% no período, trazendo o dólar ao menor patamar desde 2022. A volta das ameaças tarifárias, pressões para o Federal Reserve cortar juros e discordâncias sobre o controle da Groenlândia fizeram com que investidores reduzissem sua exposição à moeda. Além disso, crescentes riscos fiscais e polarização política interna ampliaram as dúvidas.
Investidores também passaram a buscar proteção contra queda adicional, o que intensifica a desvalorização e pode afetar valores de ações e títulos americanos. Apesar do discurso oficial, especula-se que o governo admite um dólar mais fraco para favorecer a competitividade das exportações.
Outros fatores como expectativas de cortes nos juros pelo Fed e a recuperação econômica global contribuem para a tendência de baixa. Analistas apontam que essa movimentação sinaliza uma possível mudança estrutural na posição do dólar como moeda de reserva global, com investidores buscando alternativas fora dos Estados Unidos.
O secretário do Tesouro ressaltou que o governo mantém apoio a uma moeda forte, mas o cenário atual mostra uma transição gradual para um panorama menos centrado no dólar. Ao mesmo tempo, o aumento da dívida pública americana reforça a necessidade de equilíbrio para evitar instabilidades cambiais que elevem custos de financiamento.
Waymo, da Alphabet, pode alcançar avaliação de US$ 110 bilhões com nova rodada de investimentos
A Waymo, divisão de veículos autônomos da Alphabet, planeja captar cerca de US$ 16 bilhões em nova rodada de financiamento. A maior parte do valor, cerca de US$ 13 bilhões, virá da controladora Alphabet, com participação de novos investidores.
Essa captação pode elevar a avaliação da Waymo para quase US$ 110 bilhões, quase o dobro da avaliação de US$ 45 bilhões registrada em outubro de 2024. A empresa já realizou mais de 20 milhões de viagens com seus robotáxis, focando em segurança e inovação.
O investimento reforça a expectativa de crescimento da Waymo no mercado global de veículos autônomos, um setor estratégico para a transformação da mobilidade urbana.
A Waymo, divisão de veículos autônomos da Alphabet, pretende captar cerca de US$ 16 bilhões em uma nova rodada de investimentos, o que pode fazer com que a empresa seja avaliada em quase US$ 110 bilhões. A maior parte desse montante, cerca de US$ 13 bilhões, deve vir da controladora Alphabet. O restante está previsto para ser aportado por novos investidores, como Sequoia Capital, DST Global e Dragoneer Investment Group.
Essa rodada sucederia outra fechada em outubro de 2024, quando a Waymo foi avaliada em mais de US$ 45 bilhões. Na ocasião, a Alphabet também liderou os aportes. A empresa destaca que já realizou mais de 20 milhões de viagens em seus robotáxis, reforçando o foco em segurança e liderança tecnológica no setor de mobilidade autônoma.
Relatos anteriores da Bloomberg indicavam que a Waymo buscava investimentos na casa dos US$ 15 bilhões e uma avaliação superior a US$ 100 bilhões. A rodada mais recente reforça o interesse da Alphabet em expandir sua participação nesse mercado.
Não houve resposta imediata do Google sobre a movimentação financeira da subsidiária. O investimento indica a expectativa de crescimento contínuo da Waymo no segmento de veículos autônomos, setor que segue competitivo e importante para a transformação da mobilidade urbana e transporte.
Missão espacial investiga meditação e efeitos da microgravidade nos olhos
Uma missão espacial programada para fevereiro irá estudar os efeitos da meditação em astronautas e os impactos da microgravidade nos olhos humanos. A equipe de quatro membros será lançada a bordo da Crew Dragon, da SpaceX, para uma estadia de oito meses na Estação Espacial Internacional.
Liderada pela astronauta Jessica Meir, a tripulação inclui especialistas da NASA, ESA e cosmonautas russos. O foco da missão é avaliar como a meditação pode ajudar no bem-estar dos astronautas e investigar a síndrome neuro-ocular, que afeta a visão após exposição prolongada à gravidade zero.
Além disso, a missão fará simulações de alunissagem para analisar mudanças na pilotagem entre gravidade e microgravidade. O estudo contribuirá para futuras viagens à Lua e Marte, especialmente diante dos desafios da saúde ocular em ambientes espaciais.
Uma missão espacial programada para fevereiro investigará os impactos da meditação em astronautas e os efeitos da microgravidade nos olhos humanos. A equipe, formada por quatro membros, decolará a bordo da Crew Dragon, da SpaceX, a partir do Centro Espacial Kennedy, com previsão de oito meses na Estação Espacial Internacional (ISS).
Comandada pela astronauta Jessica Meir, que retorna à ISS, a tripulação inclui o piloto Jack Hathaway, a especialista francesa Sophie Adenot, da Agência Espacial Europeia, e o cosmonauta russo Andrey Fedyaev. Adenot é a segunda mulher francesa astronauta após Claudie Haigneré.
Um dos focos da missão é analisar como a prática da meditação e atenção plena pode beneficiar os astronautas durante longos períodos fora da Terra. Meir destacou que elas irão testar exercícios relacionados a esse tema, buscando entender os efeitos positivos para o bem-estar em ambientes espaciais.
A missão também realizará simulações de alunissagens para estudar as transições entre gravidade e microgravidade e como elas influenciam a capacidade de pilotagem. Outro ponto é o estudo contínuo da síndrome neuro-ocular, que provoca alterações na visão após a exposição prolongada à gravidade zero.
Essa síndrome pode achatam a parte posterior dos globos oculares, afetando a visão de alguns astronautas, o que ainda precisa ser compreendido para futuras missões à Lua e a Marte. A missão foi antecipada para 11 de fevereiro após a evacuação prematura de uma tripulação anterior e ainda pode ter sua partida ajustada devido à sobreposição com o lançamento do Artemis 2, primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos.
8 filmes baseados em livros que chegam aos cinemas em 2026
O ano de 2026 trará diversos filmes baseados em obras literárias, envolvendo desde clássicos até best-sellers recentes. Essas adaptações chegam para atrair tanto fãs dos livros quanto novos espectadores, ampliando o impacto cultural dessas histórias.
A lista inclui gêneros variados, como ficção científica, suspense, fantasia e romance. Entre os destaques estão Duna 3, encerrando a trilogia de Frank Herbert, e Devoradores de Estrelas, com Ryan Gosling. Também estão presentes produções como Remain e Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita.
Esses filmes reforçam a conexão entre cinema e literatura, gerando debates sobre fidelidade às obras originais. Além disso, prometem movimentar o público nas salas de cinema e estimular o interesse pela leitura.
O ano de 2026 chega cheio de novidades para quem aprecia filmes inspirados em livros. A indústria cinematográfica prepara uma série de adaptações que envolvem clássicos, como O Morro dos Ventos Uivantes, e best-sellers recentes com grande número de fãs ao redor do mundo. Essas produções atraem tanto os leitores originais quanto novos públicos, ampliando o impacto cultural dessas histórias.
A lista inclui gêneros variados, entre eles ficção científica, suspense psicológico, fantasia épica e romances góticos, explorando temas como amor, sobrevivência, poder e mistério. Duna 3, dirigida por Denis Villeneuve, encerra a trilogia baseada no universo de Frank Herbert, retornando com Paul Atreides como imperador, enquanto Devoradores de Estrelas apresenta uma trama de ficção científica sobre uma missão para salvar a Terra, com Ryan Gosling no elenco.
Outros destaques são Remain, uma colaboração entre Nicholas Sparks e M. Night Shyamalan que mistura romance sobrenatural e suspense, e Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, que explora eventos anteriores à saga original, focando em Haymitch Abernathy. Odisseia, de Christopher Nolan, traz à tela a clássica jornada do herói homérico, com um elenco que inclui Matt Damon e Zendaya.
Esses filmes reforçam a tradicional ligação entre literatura e cinema, criando discussões sobre fidelidade às obras originais e incentivando novas leituras. A chegada dessas adaptações promete movimentar o público, tanto nas salas de cinema quanto nas livrarias.
CEO da Nvidia confirma investimento significativo na OpenAI e nega desentendimentos
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou em Taipei que a empresa fará um investimento significativo na OpenAI, negando qualquer insatisfação ou desavença entre as companhias.
Ele destacou que a relação estratégica permanece sólida e que o aporte financeiro é um dos maiores já feitos pela Nvidia, voltado para fortalecer o desenvolvimento de inteligência artificial.
O investimento, anunciado inicialmente em até US$ 100 bilhões, visa garantir o fornecimento de chips avançados à OpenAI, reforçando sua posição no mercado frente a concorrentes como Google e Anthropic.
A Nvidia deve realizar um investimento considerado “gigantesco” na OpenAI, como revelou o CEO Jensen Huang em Taipei. Ele negou quaisquer insatisfações com a empresa criadora do ChatGPT e afirmou que a relação entre as duas companhias segue firme. O aporte financeiro deve ser um dos maiores já feitos pela fabricante de chips, mantendo a parceria estratégica em foco.
Em setembro passado, a Nvidia anunciou a intenção de investir até US$ 100 bilhões na OpenAI, plano que visa garantir o fornecimento de chips avançados essenciais para a competição no mercado de inteligência artificial. Essa movimentação busca fortalecer a posição da OpenAI diante dos concorrentes, como Google e Anthropic.
Apesar de relatos na mídia apontarem hesitações internas na Nvidia em relação ao montante, Huang ressaltou que o acordo não é definitivo nem vinculativo. Ele também comentou críticas privadas à gestão comercial da OpenAI, mas reafirmou publicamente sua confiança e admiração pelo trabalho de Sam Altman, CEO da companhia.
Questionado sobre superar o investimento inicial de US$ 100 bilhões, Huang afirmou que isso não acontecerá, esclarecendo que o valor final dependerá da rodada que Altman está finalizando. Huang deixou claro que a Nvidia participará ativamente dessa captação, reforçando o compromisso com o avanço tecnológico em IA.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação