Grupos feministas e entidades pedem que Apple e Google removam X e Grok de suas lojas
Uma coalizão de grupos feministas e entidades de fiscalização exigiu que Apple e Google retirem os aplicativos X e Grok de suas lojas. A solicitação decorre da geração de imagens ilegais e sexualmente explícitas de mulheres e menores pelo chatbot Grok, o que viola regras das plataformas.
Além da pressão dos grupos no Brasil, países como Malásia e Indonésia já proibiram o Grok, e autoridades europeias investigam o caso. Apesar das críticas, o chatbot ainda cria imagens sexualizadas, embora a função esteja limitada a assinantes. A empresa responsável nega as acusações.
Uma coalizão formada por grupos feministas, entidades de fiscalização e ativistas progressistas solicitou que a Apple e o Google retirem a X e o chatbot Grok de suas lojas de aplicativos. A cobrança ocorre após denúncias de que o Grok estaria gerando imagens ilegais e sexualmente explícitas de mulheres e menores, violando os termos de uso das plataformas.
Além da pressão das organizações, como UltraViolet e Organização Nacional para as Mulheres (NOW), países como Malásia e Indonésia já proibiram o Grok devido a conteúdo inadequado. Na Europa e Reino Unido, autoridades também investigam essas situações.
O conteúdo gerado, que inclui imagens hiper-realistas de mulheres e crianças em trajes sumários sem consentimento, tem causado afastamento de alguns usuários e instituições. A Federação Americana de Professores, por exemplo, anunciou sua saída da X pelas imagens produzidas pelo chatbot.
Mesmo diante das críticas, o chatbot segue produzindo imagens sexualizadas mediante solicitações, apesar de um ajuste recente que limita o uso da função a assinantes. Acontroladora da X, a empresa xAI, negou as acusações, chamando as denúncias de “mentiras da mídia tradicional”.
Jenna Sherman, da UltraViolet, afirma que a situação revela os valores das lojas de aplicativos na prática, ao permitirem que milhares de pessoas sejam expostas a abusos facilitados por essas plataformas.
Grupos feministas e entidades pedem remoção do X e Grok nas lojas da Apple e Google
Grupos feministas e entidades de fiscalização solicitam que Apple e Google removam o X e o chatbot Grok de suas lojas de aplicativos. Eles acusam essas plataformas de permitirem conteúdos ilegais, como imagens sexuais não consentidas de mulheres e menores.
Essa ação ocorre após denúncias de que o Grok cria imagens explícitas e degradantes envolvendo crianças e mulheres, violando regras das empresas. Países já começaram a proibir o acesso e autoridades investigam essas plataformas.
Mesmo com restrições anunciadas, o Grok ainda gera esse tipo de conteúdo abusivo. A demanda mostra a importância do debate sobre a responsabilidade das lojas de apps diante do uso de inteligência artificial para material ilegal.
Grupos feministas e entidades de fiscalização tecnológica estão solicitando que a Apple e o Google retirem a rede social X e seu chatbot associado, o Grok, das lojas de aplicativos. A coalizão acusou as plataformas, controladas por Elon Musk, de permitir a geração de conteúdos ilegais, incluindo imagens sexuais não consentidas de mulheres e menores.
Essa iniciativa surge após denúncias de que o Grok produz imagens sexualmente explícitas e degradantes envolvendo crianças e mulheres, violando os termos de serviço das duas gigantes da tecnologia. Especialistas e ativistas, como a diretora de campanha da UltraViolet, Jenna Sherman, pedem que a Apple e o Google atuem com mais rigor para evitar que suas lojas financiem esse tipo de abuso.
Na sequência destas controvérsias, países como Malásia e Indonésia já proibiram o acesso ao Grok. Autoridades europeias e do Reino Unido anunciam investigações para apurar a responsabilidade das plataformas na disseminação desse material ilegal. Enquanto isso, algumas organizações, como a Federação Americana de Professores, decidiram deixar a rede social devido ao problema.
Apesar dos ajustes anunciados pelo X para limitar o compartilhamento de imagens geradas pelo chatbot na linha do tempo, testes mostram que o Grok ainda cria versões personalizadas desse tipo de conteúdo por demanda.
A pressão para a remoção de X e Grok destaca as preocupações crescentes com o uso de inteligência artificial para gerar imagens ilícitas e o papel das lojas de aplicativos na responsabilidade sobre esse conteúdo.
Um estudo publicado na revista Nature Ecology & Evolution indica que a homossexualidade em animais, especialmente em primatas não humanos, pode ter uma raiz evolutiva profunda. A pesquisa reuniu dados sobre 491 espécies e identificou comportamentos sexuais entre indivíduos do mesmo sexo em 59 delas, o que corresponde a 12% do total analisado.
Os cientistas descobriram que essas interações são mais comuns em grupos que vivem em ambientes hostis, sob ameaças constantes de predadores ou com recursos limitados. Além disso, o comportamento é mais frequente em espécies com estruturas sociais complexas, onde relações sociais contribuem para a sobrevivência do grupo.
Segundo o principal autor, biólogo Vincent Savolainen, o comportamento pode ajudar a aliviar tensões e fortalecer laços sociais em períodos de estresse. Ele destaca que, apesar de parecer um paradoxo evolutivo, já que a reprodução é o principal foco da transmissão genética, a sexualidade entre indivíduos do mesmo sexo pode representar uma estratégia social adaptativa.
Exemplos incluem macacos rhesus que formam coalizões entre machos homossexuais, aumentando seu acesso a parceiras. Também foram citados gorilas-das-montanhas, onde o dimorfismo sexual e as hierarquias sociais influenciam as relações dentro do grupo.
A análise aponta que fatores ambientais, a história de vida das espécies e sua organização social se interligam para favorecer tais comportamentos. Os pesquisadores afirmam que pressões ecológicas e sociais moldam essa flexibilidade comportamental, que pode ter precedentes nos ancestrais humanos enfrentando desafios semelhantes.
Estudo indica que homossexualidade em animais tem origem evolutiva profunda
Um estudo recente analisou 491 espécies de primatas e identificou homossexualidade em 59 delas, sugerindo uma origem evolutiva profunda para esse comportamento. Essas interações ocorrem com mais frequência em ambientes complexos e sob pressão, como locais com predadores ou recursos limitados.
O biólogo Vincent Savolainen destaca que a diversidade sexual tem papel social, ajudando a fortalecer vínculos e a administrar conflitos nos grupos. O comportamento pode ser uma adaptação a sociedades com competição intensa, especialmente em espécies com grande diferença entre machos e fêmeas.
A pesquisa amplia o entendimento sobre dinâmicas sociais animais e seus benefícios evolutivos. Ela mostra que esses comportamentos também podem ter influências nos ancestrais humanos, embora a orientação sexual humana seja mais complexa e ainda pouco compreendida.
Um estudo recente sugere que a homossexualidade em animais pode ter uma origem evolutiva profunda. A pesquisa analisou 491 espécies de primatas não humanos, identificando comportamentos sexuais entre indivíduos do mesmo sexo em 59 delas. Essas interações são mais comuns em ambientes complexos e sob pressão, como locais com risco elevado de predadores ou recursos escassos.
O biólogo Vincent Savolainen, líder do estudo, destaca que a diversidade de comportamentos sexuais é frequente e desempenha papel social importante, auxiliando no fortalecimento de vínculos e na gestão de conflitos em grupos sociais. Essa flexibilidade pode ser uma adaptação às condições adversas enfrentadas pelas espécies.
O estudo também aponta que essas práticas são observadas com maior intensidade em espécies com grande dimorfismo sexual, onde machos e fêmeas diferem consideravelmente em tamanho, como nos gorilas-das-montanhas. Esse traço está ligado a sociedades estruturadas em hierarquias rígidas e competição intensa.
Além disso, existe a hipótese de que, entre ancestrais humanos, fatores semelhantes podem ter influenciado comportamentos sexuais, embora a complexidade da orientação humana seja muito maior e ainda pouco compreendida em detalhes pela ciência.
Pesquisas anteriores indicam que para alguns primatas, como macacos rhesus, relações entre machos formam alianças que podem resultar em maior acesso a parceiras e potencial reprodutivo. Isso reforça a ideia de que o comportamento pode trazer benefícios evolutivos e sociais.
O estudo foi publicado no periódico Nature Ecology & Evolution, ampliando a compreensão sobre a dinâmica social animal e os possíveis motivos por trás do comportamento sexual entre indivíduos do mesmo sexo.
Países com suspensão de emissão de vistos para os EUA durante o governo Trump
O governo dos Estados Unidos suspendeu a emissão de vistos para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, desde 21 de janeiro durante a gestão de Donald Trump. A medida permanece por tempo indeterminado e visa controlar a concessão de vistos com uma triagem rigorosa.
A lista abrange países de diversos continentes e foi anunciada pelo Departamento de Estado americano. A suspensão está relacionada a uma análise mais detalhada do perfil dos solicitantes, considerando fatores como saúde, situação financeira e dependência de benefícios públicos.
Essa revisão tem como objetivo evitar custos ao sistema público dos EUA e garantir que os visitantes cumpram os critérios estipulados, reforçando o controle sobre quem pode entrar no país.
O governo dos Estados Unidos suspendeu a emissão de vistos para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A decisão, anunciada durante o governo Donald Trump, começou a valer em 21 de janeiro e permanece por tempo indeterminado. A medida faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e avaliação dos solicitantes, conforme divulgado pelo Departamento de Estado.
A lista abrange países da América, África, Ásia e Europa, como Afeganistão, Albânia, Armênia, Bangladesh, Brasil, Cuba, Irã, Nigéria, Rússia, Síria e Uruguai, entre outros. A suspensão foi confirmada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, e envolve uma análise mais rigorosa dos pedidos.
Funcionários consulares foram orientados a negar vistos a candidatos considerados dependentes de benefícios públicos nos EUA. Para isso, são avaliados aspectos como saúde, idade, domínio do inglês, situação financeira e necessidades médicas de longo prazo. Essa análise busca proteger os contribuintes norte-americanos, segundo o Departamento de Estado, baseando-se em autoridade histórica.
Tal medida impõe limites na concessão de vistos e reforça o controle sobre quem pode entrar no país. O foco está na triagem para garantir que visitantes cumpram os critérios estabelecidos, evitando eventuais custos para o sistema público dos EUA.
Moura Dubeux tem resultados acima do esperado no 4º trimestre de 2025
A Moura Dubeux divulgou resultados do quarto trimestre de 2025 que superaram as projeções dos analistas, com lançamentos líquidos alcançando R$ 998 milhões, um crescimento de 115% em relação ao ano anterior. As vendas líquidas também subiram, atingindo R$ 698 milhões, 5% acima da expectativa da XP Investimentos.
Apesar do consumo de caixa ter sido menor que o previsto, a empresa enfrenta uma oferta primária de ações que pode causar diluição aos acionistas. As recomendações de compra permanecem, com preço-alvo estimado entre R$ 31 e R$ 39, conforme avaliações da XP e do Safra.
A captação de recursos visa fortalecer a expansão da marca Única no segmento de baixa renda, contando inclusive com projetos do programa Minha Casa, Minha Vida. Os especialistas destacam o potencial de valorização das ações, que já tiveram alta significativa no último ano, mesmo com volume limitado de negociação.
A Moura Dubeux apresentou resultados do quarto trimestre de 2025 que superaram as expectativas dos analistas da XP Investimentos, considerada uma leitura positiva pelos especialistas. Os lançamentos líquidos da incorporadora alcançaram R$ 998 milhões, um aumento de 115% em relação ao ano anterior, impulsionados por projetos como Infinity Recife, Casa Macedo e Mood Club. As vendas líquidas também cresceram 34%, atingindo R$ 698 milhões, 5% acima da projeção da XP.
A empresa reportou consumo de caixa de R$ 28 milhões, valor inferior ao trimestre anterior e à expectativa da corretora. O Safra, em sua análise, destaca que apesar do volume intenso de obras e do recorde histórico de R$ 4,6 bilhões em lançamentos, o estoque da Moura Dubeux equivale a cerca de 12 meses de vendas, o menor entre as incorporadoras listadas em bolsa voltadas para média e alta renda.
O Safra mantém recomendação de compra para as ações MDNE3, com preço-alvo de R$ 39, sugerindo potencial valorização de 51%. Já a XP fixa preço-alvo de R$ 31, um crescimento estimado em 28%. Apesar dos bons resultados, as ações sofreram queda acentuada de 6,1% após a divulgação da avaliação para oferta primária de ações, inicialmente de R$ 250 milhões, podendo chegar a R$ 500 milhões, o que tende a causar diluição para os acionistas.
A expectativa é que os recursos captados fortaleçam a expansão da marca Única, voltada ao segmento de baixa renda, incluindo projetos no programa Minha Casa, Minha Vida, por meio de joint venture com a Direcional. Além disso, a operação pode aumentar a liquidez das ações, que já valorizam 134% nos últimos 12 meses, mas ainda apresentam volume limitado de negociação.
Fifa tem mais países-membros que a ONU: entenda quem são eles
A Fifa possui 211 países-membros, ultrapassando os 193 estados reconhecidos pela ONU. Essa diferença se deve à inclusão de territórios e regiões que não são países independentes.
Essa política permite que ilhas e territórios como Gibraltar e Ilhas Faroe participem oficial e internacionalmente do futebol, ampliando a diversidade nas competições.
Essa característica destaca a Fifa como uma organização que promove a inclusão esportiva além dos critérios políticos, fortalecendo o futebol global e seu alcance cultural.
A Fifa, entidade máxima do futebol mundial, possui mais países-membros do que a Organização das Nações Unidas (ONU). Enquanto a ONU conta com 193 estados-membros e dois reconhecidos parcialmente, a Fifa reúne 211 associados ao redor do mundo. Essa diferença ocorre porque a entidade esportiva inclui territórios e regiões não reconhecidos como países independentes pela ONU.
Essa expansão da lista de membros da Fifa permite que ilhas, territórios e regiões administrativas, que não têm assento na ONU, possam participar das competições internacionais oficiais. Exemplos incluem territórios como Gibraltar, Ilhas Faroe e as Ilhas Cook, que são membros da Fifa, embora não façam parte da organização mundial. Isso amplia a diversidade de participantes nos torneios de futebol.
Essa característica da organização esportiva demonstra um modelo diferente de reconhecimento de entidades ao redor do mundo, focado na representação esportiva e não apenas em critérios políticos ou diplomáticos. O futebol, portanto, conecta mais territórios globalmente do que muitas instituições internacionais.
Além de incluir países reconhecidos, a inclusão desses territórios no quadro de membros da Fifa ajuda a promover o esporte em regiões com menor representatividade política estadual. Isso contribui para o desenvolvimento do futebol em escala global, incentivando competições e o intercâmbio cultural entre diferentes áreas.
Ao estender sua cobertura para além da ONU, a Fifa mantém um papel significativo na integração mundial por meio do esporte, envolvendo um público e uma diversidade ainda maiores do que outras organizações internacionais.
Fim da Moratória da Soja em Mato Grosso Gera Dúvidas sobre Metas Ambientais das Tradings
O fim da Moratória da Soja em Mato Grosso, que durou 20 anos e impediu a compra de soja de áreas desmatadas após 2008, gerou ceticismo entre ambientalistas quanto às metas de proteção do desmatamento por parte das tradings. A recente lei estadual eliminou incentivos fiscais que mantinham o pacto, levando diversas empresas a abandonarem seus compromissos.
Essa mudança afeta não apenas a Amazônia, mas também outras regiões importantes como Cerrado e Pantanal, que já enfrentam significativa perda de vegetação. As tradings assumiram metas para eliminar o desmatamento até 2025-2026, porém, a flexibilidade para compras de soja de áreas desmatadas até 2020 ou 2025 enfraquece o monitoramento conjunto.
Especialistas e organizações ambientais ressaltam a necessidade de transparência e fiscalização rigorosa para garantir resultados efetivos. O comércio global da soja, ligado à produção de carnes, depende de práticas sustentáveis para atender às pressões nacionais e internacionais.
Ambientalistas demonstram ceticismo em relação ao cumprimento das metas de desmatamento pelas tradings de grãos após o fim da Moratória da Soja em Mato Grosso. Essa medida, que vigorou por 20 anos, impedia a compra de soja cultivada em áreas desmatadas após 2008 e vinha protegendo a Amazônia. A lei estadual recém-aprovada eliminou incentivos fiscais para empresas que seguissem o pacto, levando a trêsmigrar da soja a abandonar o compromisso.
Esse cenário levanta dúvidas sobre a capacidade das tradings em manter compromissos contra o desmatamento, especialmente em outras áreas sensíveis como o Cerrado e o Pantanal, que também enfrentam perda significativa de vegetação.
Os grupos corporativos assumiram, desde 2021, a meta de eliminar o desmatamento em suas cadeias até 2025-2026, mas permitiram compras de soja oriundas de áreas desmatadas até 2020 ou 2025, variando conforme a empresa. Essa mudança para compromissos individuais fragiliza o monitoramento conjunto que foi crucial para o sucesso da moratória.
Grande parte da soja produzida no Brasil é destinada à ração animal, da qual saem carnes vendidas em redes globais. Contudo, os maiores consumidores ainda não detalharam como garantirão a fiscalização rigorosa dessa cadeia.
Representantes do Ministério do Meio Ambiente destacam a importância da transparência e verificação para garantir resultados. Enquanto a Cofco afirma que 99% de sua soja está livre de desmatamento recente, ONGs e grupos ambientais expressam preocupação com a eficácia das novas medidas.
Com leis mais rígidas e pressão internacional, a questão do desmatamento ligado à soja permanece no centro dos debates sobre sustentabilidade e comércio global.
Divórcio de co-criador é apontado como possível causa para críticas ao final de Stranger Things
O episódio final de Stranger Things, lançado em dezembro de 2025, gerou debates entre fãs por causa da sua recepção negativa. Uma das teorias, chamada “Divorce Gate”, sugere que o divórcio de Ross Duffer durante a produção afetou a trama e a qualidade do encerramento.
Ross Duffer iniciou o divórcio com Leigh Janiak em 2024. Fãs acreditam que Leigh, com experiência em filmes de terror e séries, pode ter colaborado secretamente nas primeiras temporadas. Sua ausência na quinta temporada possivelmente influenciou a falta de coerência do enredo.
Apesar das especulações, os irmãos Duffer podem ter enfrentado dificuldades comuns em concluir histórias complexas. Além disso, altas expectativas dos fãs também colaboraram para as críticas ao desfecho da série.
O episódio final de Stranger Things, lançado em 31 de dezembro de 2025, continua provocando debates. Muitas teorias tentam explicar porque a conclusão não agradou, incluindo a “Divorce Gate”, que associa problemas da trama ao divórcio de Ross Duffer durante a produção. Fala-se que ele e o irmão Matt não seriam os únicos responsáveis pelo sucesso da série.
Ross Duffer iniciou seu divórcio com Leigh Janiak em 2024. Ela, casada com Ross desde 2015, tem carreira sólida em roteiros de filmes de terror, como a trilogia Rua do Medo, e dirigiu episódios da série Pânico. Fãs suspeitam que Leigh tenha colaborado secretamente nas primeiras temporadas, ajudando a criar o tom da série. Porém, devido ao processo de separação, ela não participou da produção da Temporada 5.
Essa teoria aponta que a ausência de Janiak influenciou a perda de coerência da trama final. O documentário “A Última Aventura” revelou que a produção começou sem roteiros finalizados, sugerindo possíveis dificuldades durante a edição. Registros dos bastidores mostram o uso do ChatGPT, levantando dúvidas sobre a qualidade dos textos.
Apesar dessas especulações, é mais provável que os irmãos Duffer tenham enfrentado desafios normais de finalizar uma história complexa e que as expectativas altas dos fãs contribuíram para as críticas. O impacto do divórcio e da colaboração de Leigh Janiak no sucesso ou fracasso não tem confirmação oficial.
Novo estudo revela que tubarão-da-groenlândia mantém a visão apesar da longa vida
O tubarão-da-groenlândia, conhecido por viver até 400 anos em águas profundas do Atlântico Norte e do Ártico, foi considerado praticamente cego por muito tempo devido a parasitas que afetam seus olhos. No entanto, um novo estudo da Universidade da Califórnia em Irvine mostra que sua visão permanece ativa mesmo em baixíssima luminosidade.
Pesquisadores analisaram retinas de tubarões centenários e encontraram a proteína rodopsina funcional, essencial para a visão em ambientes escuros. Esse achado desafia a ideia de que o animal não utiliza a visão. Além disso, o tubarão possui mecanismos genéticos eficazes para reparar danos no DNA, o que contribui para sua longevidade extrema.
Entender esses mecanismos pode trazer avanços importantes para a medicina humana, especialmente no combate a doenças oculares relacionadas ao envelhecimento, como degeneração macular e glaucoma. O estudo amplia o conhecimento sobre adaptação e conservação da visão em ambientes extremos.
O tubarão-da-groenlândia é um dos vertebrados mais longevos, vivendo até 400 anos, e habita as profundezas escuras do Atlântico Norte e Ártico. Pesquisadores acreditavam que esse animal era praticamente cego, devido a parasitas que deixam seus olhos opacos e danificados. No entanto, um estudo recente publicado na Nature Communications revela que sua visão permanece funcional ao longo dos séculos, mesmo em ambientes de baixa luminosidade.
Ao analisar olhos de tubarões com mais de cem anos, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine encontraram retinas sem sinais claros de degeneração. A proteína rodopsina, essencial para visão em locais escuros, permanece ativa e ajustada para captar a luz azul, a mais penetrante nas águas profundas do Ártico. Isso desafia a ideia de que a visão teria pouca importância para essa espécie.
A longevidade extrema do tubarão está ligada a um genoma gigante, com aproximadamente o dobro do tamanho do genoma humano, contendo genes exclusivos para reparo de DNA. Esses mecanismos evitam o envelhecimento típico, preservando a integridade dos tecidos, inclusive da retina, após séculos. O gene TP53, também presente nessa espécie, atua na supressão de tumores e na manutenção do DNA, contribuindo para sua resistência a doenças associadas à idade.
Entender como o tubarão-da-groenlândia mantém olhos saudáveis pode oferecer pistas importantes para a medicina humana, principalmente no tratamento de doenças oculares ligadas ao envelhecimento, como degeneração macular e glaucoma. A pesquisa traz novas perspectivas sobre os processos biológicos por trás da longevidade e da saúde visual em condições extremas.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação