Elon Musk defende o Grok e afirma que IA não produz imagens ilegais de forma espontânea
Elon Musk se pronunciou sobre as controvérsias envolvendo o chatbot Grok, da rede social X. Ele garantiu que a inteligência artificial não cria imagens ilegais por conta própria, apenas responde a comandos dos usuários, respeitando as leis vigentes.
Musk também mencionou que invasões nos comandos do Grok podem ter causado conteúdos inesperados, mas que esses erros são corrigidos rapidamente. O caso gerou críticas internacionais e pedidos de restrições ao chatbot.
Grupos de proteção digital e organizações feministas pedem o bloqueio do Grok no Brasil, apontando riscos de abusos. A empresa desenvolvedora nega as acusações, mas o assunto segue em debate e com investigações em andamento.
O bilionário Elon Musk se posicionou sobre a polêmica envolvendo o chatbot Grok, da rede social X, que foi acusado de criar imagens falsas, algumas sexualizadas, incluindo menores de idade. Musk afirmou que o Grok não gera esses conteúdos espontaneamente e só responde a solicitações dos usuários, recusando produzir material ilegal, respeitando as normas vigentes.
Anunciou que pode ter havido invasões nos comandos do Grok, o que ocasionaria resultados inesperados, e garantiu que, quando isso ocorre, as falhas são corrigidas rapidamente. A declaração surge após investigações no Reino Unido e críticas em outros países, como Índia, Indonésia e Malásia, que exigiram ou impuseram restrições ao chatbot.
No início de janeiro, o próprio Grok admitiu falhas nos sistemas de proteção que permitiram a geração de imagens sexualizadas de menores, as quais circularam na plataforma. Casos de manipulação de fotos, conhecidos como deepfake, também foram relatados, como o de uma brasileira que teve sua imagem alterada sem consentimento.
Organizações feministas e grupos de proteção digital pedem o bloqueio do Grok no Brasil e pressionam Apple e Google a retirarem o aplicativo da X de suas lojas, alegando que o sistema facilita abusos a mulheres e crianças. A empresa por trás da tecnologia, xAI, negou tais acusações chamando a mídia tradicional de mentirosa. Até o momento, Apple e Google não se pronunciaram sobre o assunto.
Saks, ícone do luxo nos EUA, entra com pedido de recuperação judicial
A Saks Global Enterprises, dona das lojas Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, entrou com pedido de recuperação judicial no Texas para lidar com dívidas altas e prejuízos crescentes.
A empresa tem grandes credores como LVMH, Kering e Chanel, com uma dívida de US$ 136 milhões só para a Chanel, e anunciou a nomeação de novo CEO e um financiamento de US$ 1,75 bilhão para reestruturação.
As operações continuarão abertas durante o processo, que inclui pagamento a fornecedores e salário dos empregados, visando a manter a liquidez e ajustar a empresa diante dos desafios do mercado de luxo.
A Saks Global Enterprises, responsável pelas lojas Saks Fifth Avenue, Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11) no Texas para enfrentar dívidas elevadas e prejuízos crescentes. A lista de credores inclui grandes nomes do setor de luxo, como LVMH, Kering — proprietária da Gucci — e Chanel, sendo que a dívida com a Chanel chega a aproximadamente US$ 136 milhões.
O conglomerado de luxo LVMH é credor de cerca de US$ 26 milhões, enquanto a Kering deve receber US$ 60 milhões. A empresa informou que a quantidade de credores varia entre 10 mil e 25 mil, indicando a escala do desafio financeiro enfrentado.
Em comunicado, a Saks anunciou a nomeação de Geoffroy van Raemdonck, ex-CEO do Neiman Marcus, como novo CEO, ressaltando planos de reestruturação e foco em investimentos estratégicos de longo prazo. A companhia assegurou US$ 1,75 bilhão em financiamento, incluindo US$ 1,5 bilhão de um grupo ad hoc de detentores de bonds seniores.
O financiamento de US$ 1 bilhão, após aprovação judicial, permitirá liquidez para operações e reestruturação, com mais US$ 500 milhões disponíveis ao final do processo, previsto para este ano. As lojas permanecerão abertas, e a empresa garantirá pagamentos a fornecedores, salários e benefícios.
Este pedido de recuperação judicial segue um período difícil para a empresa, que, após levantamento de novas dívidas, teve queda de 13% na receita no segundo trimestre de 2025, impactada por desafios na gestão de estoques e na adaptação do mercado de luxo, com as marcas vendendo diretamente ao consumidor.
China proíbe uso de softwares de cibersegurança dos EUA e Israel devido a riscos de segurança
Agências chinesas ordenaram que empresas locais parem de usar softwares de segurança provenientes dos Estados Unidos e Israel. A medida, que visa evitar o envio de dados sensíveis para fora do país, atinge grandes empresas como VMware, Palo Alto Networks, Fortinet e Check Point Software Technologies.
Essa ação integra o esforço da China de reduzir sua dependência de tecnologia estrangeira e priorizar soluções nacionais, especialmente em áreas estratégicas como inteligência artificial. O governo pretende assim ampliar sua autonomia digital e fortalecer o setor tecnológico interno.
Embora órgãos reguladores chineses ainda não tenham se manifestado, espera-se que novas informações confirmem o movimento para substituir tecnologias ocidentais por produtos nacionais, em meio a restrições e embargos impostos pelos EUA que dificultam o avanço tecnológico chinês.
Agências chinesas pediram que empresas do país suspendam o uso de softwares de segurança vindos dos Estados Unidos e Israel. Segundo a Reuters, existe preocupação de que essas ferramentas possam enviar dados sensíveis para fora da China.
A medida atingiu programas de companhias americanas como VMware, Palo Alto Networks e Fortinet, além da israelense Check Point Software Technologies. Nenhuma dessas empresas comentou o caso até o momento.
Não está claro o número exato de organizações chinesas notificadas, mas a ação visa evitar que invasores estrangeiros usem esses softwares para espionagem. Essa decisão faz parte do esforço de Pequim para diminuir a dependência tecnológica de produtos ocidentais e fortalecer soluções domésticas, inclusive no setor de inteligência artificial.
O governo chinês quer substituir tecnologias americanas por opções nacionais e mais acessíveis, ampliando sua autonomia digital. A China já avançou em IA com produtos como o DeepSeek e investimentos da Alibaba. Por outro lado, os Estados Unidos aplicaram embargos para dificultar o desenvolvimento tecnológico chinês, incluindo restrições à venda de chips avançados usados em IA.
Órgãos reguladores locais como a Administração do Ciberespaço da China e o Ministério da Indústria e Tecnologia não se pronunciaram. Mais informações sobre essa proibição de softwares de segurança estrangeiros devem surgir em breve, confirmando o movimento da China em priorizar sua independência tecnológica.
GameStop prioriza investimentos em bitcoin e colecionáveis e reduz foco em games
A GameStop, rede varejista americana, está mudando seu foco estratégico ao priorizar investimentos em bitcoin e itens colecionáveis, deixando os games em segundo plano. Desde 2026, a empresa fechou quase 500 lojas nos Estados Unidos, refletindo a queda nas vendas físicas de jogos e a competição crescente do comércio digital.
O mercado de colecionáveis, como cartas de Pokémon, tem crescido, e a GameStop busca atuar como intermediária e certificadora desses produtos. A adoção de criptomoedas como reserva financeira também faz parte da nova estratégia, repercutindo positivamente no valor das ações da empresa.
Essa mudança representa uma tentativa de adaptação frente à digitalização do consumo e à concorrência de gigantes do e-commerce, numa busca para manter a relevância financeira em setores emergentes e mercados alternativos.
A GameStop, cadeia varejista fundada em 1984 e conhecida por suas lojas de jogos, está mudando sua estratégia ao priorizar investimentos em bitcoin e itens colecionáveis, colocando os games em segundo plano. Desde o início de 2026, a rede fechou quase 500 lojas nos Estados Unidos, somando mais de mil fechamentos globais nos últimos dois anos.
A empresa de Texas enfrenta o desafio do avanço das compras digitais, que reduzem a demanda por pontos físicos. A venda de consoles, jogos e acessórios caiu no último ano fiscal, enquanto o mercado de colecionáveis, como cartas de Pokémon, cresce. A GameStop pretende atuar como intermediária e certificadora desses itens, valorizados por sua escassez e especulação.
A decisão também passa pela valorização dos ativos digitais. A GameStop está adotando criptomoedas como reserva financeira e poderá emitir dívida em moedas digitais. Esse movimento fez o valor de suas ações subir 16% logo após o anúncio. Investidores veem a empresa mais como investidora em ativos financeiros do que apenas uma varejista de games.
O fechamento das lojas e a mudança de foco refletem transformações nas preferências dos consumidores e nos hábitos virtuais. A concorrência com gigantes digitais como Amazon e a digitalização das compras de jogos pressionam o modelo tradicional da cadeia.
Assim, a GameStop busca se reinventar diante do cenário atual, apostando em novos mercados para manter sua relevância financeira enquanto o mercado de games físicos perde espaço.
Lula lidera pesquisa sobre eleições de 2026 contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, aponta Genial/Quaest
A pesquisa Genial/Quaest divulgada em 14 de junho aponta que Luiz Inácio Lula da Silva mantém vantagem em todos os cenários das eleições presidenciais de 2026. No primeiro turno, Lula aparece com 36% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 23% e Tarcísio de Freitas com 9%.
No segundo turno, Lula venceria tanto Flávio Bolsonaro quanto Tarcísio de Freitas, com diferença de votos que varia entre cinco e sete pontos percentuais. Outros candidatos, como Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, ficam atrás com menos intenções de voto.
A pesquisa também revela que 43% dos entrevistados acreditam que outro candidato da oposição, fora da família Bolsonaro, teria mais chances contra Lula. A aprovação do governo Lula permanece estável, com 49% de avaliação positiva e 47% negativa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém liderança em todos os cenários para as eleições de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). No primeiro turno que envolve Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula aparece com 36% das intenções de voto, seguido por Flávio com 23% e Tarcísio com 9%.
Outros nomes como Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo) ficam atrás, com 7%, 3% e 2%, respectivamente. Sem Tarcísio na disputa, Flávio Bolsonaro sobe para 26%, mas Lula permanece na frente com 35%. Caso Flávio seja excluído, Tarcísio alcança 27% das intenções.
No segundo turno, Lula venceria todos os adversários, com vantagem de sete pontos contra Flávio Bolsonaro e cinco contra Tarcísio. A distância aumenta para 7, 11 e 15 pontos diante de Ratinho Júnior, Caiado e Zema.
A pesquisa mostra que 43% acreditam que um candidato da oposição fora da família Bolsonaro teria mais chances de derrotar Lula, contra 34% que pensam o contrário. Ainda revela que 44% veem erro na indicação de Flávio como candidato por Jair Bolsonaro, número que era de 54% em dezembro.
Sobre a aprovação do governo Lula, o levantamento indica 49% de aprovação e 47% de desaprovação, uma diferença de dois pontos entre os índices, mantendo estabilidade em relação ao mês anterior.
Fórum Econômico Mundial aponta confronto econômico como maior risco global
Pesquisa anual do Fórum Econômico Mundial revela que o confronto econômico entre países superou o conflito armado como o maior risco global. Mais de 1.300 especialistas identificaram práticas como tarifas, restrições a investimentos e controle de minerais estratégicos como formas de pressão econômica.
A diretora-gerente Saadia Zahidi explica que as medidas econômicas são usadas como armas em disputas comerciais, especialmente entre Estados Unidos e China, após políticas nacionalistas aumentarem as tensões. O estudo também aponta que riscos ambientais têm menor prioridade no curto prazo, apesar de continuarem preocupantes a longo prazo.
Uma pesquisa anual do Fórum Econômico Mundial revelou que o confronto econômico entre países assumiu o lugar do conflito armado como o maior risco global. Mais de 1.300 especialistas apontaram esse desafio, destacando práticas como aumento de tarifas, restrições a investimentos estrangeiros e controles sobre minerais essenciais, usadas como ferramentas econômicas de pressão.
Saadia Zahidi, diretora-gerente do Fórum, explicou que essas medidas colaboram para um cenário em que políticas econômicas são acionadas mais como armas do que instrumentos de cooperação. As tensões comerciais entre Estados Unidos e China foram citadas como fator relevante, especialmente após as políticas de “América em primeiro lugar”.
O estudo indica uma queda na preocupação imediata com riscos ambientais, como eventos climáticos extremos e poluição, que tiveram menor relevância nos próximos dois anos. Contudo, quando avaliados a longo prazo, esses temas permanecem entre as maiores ameaças para o planeta.
Outro destaque do levantamento é a percepção sobre inteligência artificial. Embora este risco esteja menos presente no curto prazo, na visão para os próximos dez anos, preocupações sobre uma governança inadequada da tecnologia estão em quinto lugar. Especialistas alertam para os impactos da IA no mercado de trabalho, sociedade e saúde mental, além do seu uso crescente em conflitos.
O Fórum baseia sua pesquisa em respostas de líderes e especialistas do setor acadêmico, empresarial, governamental e da sociedade civil, oferecendo um panorama amplo dos riscos globais atuais e futuros.
Ibovespa registra alta com ações de bancos, Petrobras, Vale e varejo
O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, alcançando 163,2 mil pontos. A valorização foi puxada principalmente por ações de bancos, Petrobras, Vale e do setor de varejo, refletindo ganhos nas commodities e no mercado financeiro.
Apesar do desempenho positivo, o mercado segue atento às incertezas globais, como tensões no Oriente Médio e possíveis impactos nas relações internacionais. Também há atenção para alertas de autoridades econômicas internacionais sobre inflação e estabilidade financeira.
No cenário político e econômico nacional, pesquisas indicam liderança de Lula nas intenções de voto, enquanto o mercado observa resultados e decisões globais que podem influenciar os rumos da economia brasileira e internacional.
O Ibovespa registrou alta nesta quarta-feira, alcançando a marca dos 163,2 mil pontos, impulsionado principalmente pelas ações de bancos, petroquímicas e varejo. O dólar comercial apresentou leve oscilação, sendo cotado a R$ 5,37, enquanto os juros futuros mostraram recuo no início do pregão.
Apesar do movimento positivo na bolsa brasileira, o cenário externo traz algumas incertezas, como as tensões envolvendo o Irã e a possibilidade de ataques contra bases dos EUA caso Washington interfira nos protestos locais. Além disso, o presidente do Banco Central Europeu na Finlândia, Olli Rehn, alertou que a perda de independência do Fed poderia aumentar a inflação e ameaçar a estabilidade financeira global.
No âmbito político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na liderança das intenções de voto para a disputa presidencial, à frente do senador Flávio Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas, segundo pesquisa Genial/Quaest.
No mercado financeiro internacional, as atenções se voltam para potenciais decisões da Suprema Corte dos EUA sobre as tarifas comerciais do ex-presidente Donald Trump. Também são aguardados os balanços do quarto trimestre de grandes bancos norte-americanos, como Citigroup, Bank of America e Wells Fargo, cujos resultados influenciam as estimativas para o setor financeiro em 2026.
Enquanto isso, entre as maiores altas na bolsa brasileira estão Petrobras e Vale, refletindo ganhos no setor de commodities. O mercado permanece atento à conjuntura global, acompanhando fatores geopolíticos e econômicos que seguem impactando os investidores.
Saks Global pede recuperação judicial nos Estados Unidos em meio a desafios financeiros
A Saks Global, controladora da Saks Fifth Avenue, entrou com pedido de recuperação judicial nos EUA após enfrentar dificuldades financeiras e falta de investidores. A medida busca reorganizar a empresa, quitar dívidas e garantir a continuidade das operações.
Geoffroy van Raemdonck, ex-CEO da Neiman Marcus, assumiu a liderança da empresa, enquanto a Saks negocia sua reestruturação e possíveis vendas. As lojas permanecem abertas com financiamento de US$ 1,75 bilhão. O futuro da varejista de luxo segue incerto e pode incluir mudanças no modelo de negócios.
A Saks Global, controladora da famosa loja de departamentos Saks Fifth Avenue, entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11) após ficar sem recursos financeiros e não conseguir atrair novos investidores. A medida visa reorganizar a empresa, quitar dívidas e buscar um comprador para seus negócios. Apesar do momento delicado, as lojas seguem abertas após a obtenção de um financiamento de US$ 1,75 bilhão e a nomeação de um novo CEO.
Geoffroy van Raemdonck, ex-CEO da Neiman Marcus, assume a liderança da Saks Global, substituindo Richard Baker, responsável pela estratégia que elevou o endividamento da empresa. Darcy Penick e Lana Todorovich, também ex-executivas da Neiman Marcus, foram designadas para cargos-chave no grupo.
Conhecida por atrair consumidores abastados e marcas como Chanel, Burberry e Gucci, a Saks acumula grandes dívidas, incluindo US$ 136 milhões com a Chanel e US$ 60 milhões com a Kering, dona da Gucci. A empresa enfrenta dificuldades desde a aquisição da Neiman Marcus e a separação dos ativos de luxo sob a nova estrutura da Saks Global.
O pedido de recuperação foi inevitável após a empresa atrasar o pagamento de juros em dezembro e não conseguir obter um empréstimo essencial para manter as operações. O futuro da Saks e suas cerca de 200 lojas, que incluem Neiman Marcus e Bergdorf Goodman, segue incerto. A empresa pode ser vendida, liquidada ou migrar para um modelo de negócios exclusivamente online.
Nos próximos meses, o processo judicial deve definir os rumos da varejista e seu impacto no mercado de luxo dos EUA.
Textos judaico-cristãos revelam interpretações diversas sobre Jesus como homem ou arcanjo
Estudos recentes destacam textos judaico-cristãos que retratam Jesus como um homem comum ou como um arcanjo. Esses escritos surgiram em comunidades como os ebionitas e nazarenos, que tinham raízes judaicas e destinavam suas próprias versões da vida de Jesus, divergindo da narrativa tradicional do Novo Testamento.
Esses relatos indicam que Jesus teria sido um homem escolhido após o batismo, recebendo a filiação divina naquele momento, sem a ideia da natureza milagrosa desde o nascimento. Uma das versões, conhecida como Evangelho dos Ebionitas, descrevia Jesus como um arcanjo encarnado, uma visão intermediária entre a humanidade plena e a divindade.
Esses documentos refletem a diversidade religiosa das primeiras comunidades de fé judaico-cristãs, que mantiveram suas crenças mesmo após a destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C. Com o tempo, a visão cristã dominante se consolidou, mas esses textos ajudam a entender o processo de formação teológica e cultural do cristianismo.
Estudos recentes revelam fragmentos de textos judaico-cristãos que interpretam Jesus como um homem comum ou mesmo um arcanjo, demonstrando a diversidade das primeiras crenças sobre sua natureza. Esses escritos, atribuídos a grupos como os ebionitas e nazarenos, mantinham vínculos com o judaísmo e ofereciam versões próprias sobre a vida e missão de Jesus, diferentes das narrativas tradicionais do Novo Testamento.
Esses textos, mencionados por autores antigos, sugerem que Jesus teria sido um homem escolhido após seu batismo, quando teria recebido a filiação divina, sem referências a concepções miraculadas ou momentos da infância. Tal visão contrasta com a cristologia estabelecida posteriormente, que destaca o caráter divino de Jesus desde seu nascimento.
Segundo relatos do século 4, o chamado Evangelho dos Ebionitas o descrevia como um arcanjo encarnado, uma perspectiva intermediária entre a humanidade plena e a divindade absoluta. Isso reflete um cenário complexo das primeiras comunidades de fé, especialmente antes da difusão do cristianismo aos povos não judaicos.
Apesar de não haver versões integrais desses textos, eles indicam que pequenas comunidades judaico-cristãs continuaram a existir após a destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C., principalmente em regiões como Síria e Jordânia. Com o tempo, contudo, novas interpretações, como as dos grupos gnósticos, passaram a divergir ainda mais do judaísmo tradicional.
Essas descobertas ajudam a entender a pluralidade das crenças iniciais em torno de Jesus e indicam que a consolidação da visão cristã dominante foi resultado de um longo processo de convergência teológica e cultural.
Descontos de até 42% na Linha Bar Stanley no site oficial
Os copos térmicos da linha Bar Stanley oferecem isolamento eficiente para manter suas bebidas frias ou quentes por horas. Confeccionados em aço inox resistente, esses produtos são ideais para o uso cotidiano, seja no trabalho ou lazer.
Nesta temporada, o site oficial da Stanley oferece até 42% de desconto em diversos modelos, como o kit Pilsner Glass Happy Hour e copos térmicos individuais. Aproveite a oportunidade para garantir qualidade e praticidade na hora de consumir suas bebidas.
Os copos térmicos da Stanley são reconhecidos por manter bebidas na temperatura ideal por horas, aliando resistência e praticidade para uso no cotidiano, seja no trabalho, passeio ou descanso. Nesta temporada quente, a linha Bar da Stanley recebe descontos de até 42% no site oficial, facilitando o acesso a produtos que mantêm a água, os sucos ou outras bebidas frescas e agradáveis durante mais tempo.
Entre as opções em promoção, destaca-se o kit com três Pilsner Glass Happy Hour, feito em aço inox sem BPA, com isolamento a vácuo de parede dupla. Ele conserva bebidas frias por até 4 horas, ou até 14 horas com gelo, e conta com base emborrachada e fundo prismático. O kit está disponível por R$ 328,86.
Outro produto popular é o copo térmico de 473 ml, também em aço inox, que mantém líquidos frios por 4 horas e conserva bebidas quentes por até 15 horas. Resistente, pode ser lavado em máquina lava-louças, e está à venda por R$ 79 usando o cupom SALE52.
Outros modelos incluem o Copo Térmico Everyday de 296 ml, que mantém a bebida gelada por 5 horas, com tampa de acrílico antiderrapante, e o Can Cooler com canudo, ideal para latinhas de 350 ml, mantendo a temperatura por até 16 horas com gelo. Ambos contam com preços promocionais especiais no site oficial.
Vale aproveitar as ofertas para garantir bebidas sempre na temperatura ideal neste verão, com produtos versáteis e design funcional da linha Bar Stanley.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação