Waymo, da Alphabet, pode alcançar avaliação de US$ 110 bilhões com nova rodada de investimentos
A Waymo, divisão de veículos autônomos da Alphabet, planeja captar cerca de US$ 16 bilhões em nova rodada de financiamento. A maior parte do valor, cerca de US$ 13 bilhões, virá da controladora Alphabet, com participação de novos investidores.
Essa captação pode elevar a avaliação da Waymo para quase US$ 110 bilhões, quase o dobro da avaliação de US$ 45 bilhões registrada em outubro de 2024. A empresa já realizou mais de 20 milhões de viagens com seus robotáxis, focando em segurança e inovação.
O investimento reforça a expectativa de crescimento da Waymo no mercado global de veículos autônomos, um setor estratégico para a transformação da mobilidade urbana.
A Waymo, divisão de veículos autônomos da Alphabet, pretende captar cerca de US$ 16 bilhões em uma nova rodada de investimentos, o que pode fazer com que a empresa seja avaliada em quase US$ 110 bilhões. A maior parte desse montante, cerca de US$ 13 bilhões, deve vir da controladora Alphabet. O restante está previsto para ser aportado por novos investidores, como Sequoia Capital, DST Global e Dragoneer Investment Group.
Essa rodada sucederia outra fechada em outubro de 2024, quando a Waymo foi avaliada em mais de US$ 45 bilhões. Na ocasião, a Alphabet também liderou os aportes. A empresa destaca que já realizou mais de 20 milhões de viagens em seus robotáxis, reforçando o foco em segurança e liderança tecnológica no setor de mobilidade autônoma.
Relatos anteriores da Bloomberg indicavam que a Waymo buscava investimentos na casa dos US$ 15 bilhões e uma avaliação superior a US$ 100 bilhões. A rodada mais recente reforça o interesse da Alphabet em expandir sua participação nesse mercado.
Não houve resposta imediata do Google sobre a movimentação financeira da subsidiária. O investimento indica a expectativa de crescimento contínuo da Waymo no segmento de veículos autônomos, setor que segue competitivo e importante para a transformação da mobilidade urbana e transporte.
Missão espacial investiga meditação e efeitos da microgravidade nos olhos
Uma missão espacial programada para fevereiro irá estudar os efeitos da meditação em astronautas e os impactos da microgravidade nos olhos humanos. A equipe de quatro membros será lançada a bordo da Crew Dragon, da SpaceX, para uma estadia de oito meses na Estação Espacial Internacional.
Liderada pela astronauta Jessica Meir, a tripulação inclui especialistas da NASA, ESA e cosmonautas russos. O foco da missão é avaliar como a meditação pode ajudar no bem-estar dos astronautas e investigar a síndrome neuro-ocular, que afeta a visão após exposição prolongada à gravidade zero.
Além disso, a missão fará simulações de alunissagem para analisar mudanças na pilotagem entre gravidade e microgravidade. O estudo contribuirá para futuras viagens à Lua e Marte, especialmente diante dos desafios da saúde ocular em ambientes espaciais.
Uma missão espacial programada para fevereiro investigará os impactos da meditação em astronautas e os efeitos da microgravidade nos olhos humanos. A equipe, formada por quatro membros, decolará a bordo da Crew Dragon, da SpaceX, a partir do Centro Espacial Kennedy, com previsão de oito meses na Estação Espacial Internacional (ISS).
Comandada pela astronauta Jessica Meir, que retorna à ISS, a tripulação inclui o piloto Jack Hathaway, a especialista francesa Sophie Adenot, da Agência Espacial Europeia, e o cosmonauta russo Andrey Fedyaev. Adenot é a segunda mulher francesa astronauta após Claudie Haigneré.
Um dos focos da missão é analisar como a prática da meditação e atenção plena pode beneficiar os astronautas durante longos períodos fora da Terra. Meir destacou que elas irão testar exercícios relacionados a esse tema, buscando entender os efeitos positivos para o bem-estar em ambientes espaciais.
A missão também realizará simulações de alunissagens para estudar as transições entre gravidade e microgravidade e como elas influenciam a capacidade de pilotagem. Outro ponto é o estudo contínuo da síndrome neuro-ocular, que provoca alterações na visão após a exposição prolongada à gravidade zero.
Essa síndrome pode achatam a parte posterior dos globos oculares, afetando a visão de alguns astronautas, o que ainda precisa ser compreendido para futuras missões à Lua e a Marte. A missão foi antecipada para 11 de fevereiro após a evacuação prematura de uma tripulação anterior e ainda pode ter sua partida ajustada devido à sobreposição com o lançamento do Artemis 2, primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos.
8 filmes baseados em livros que chegam aos cinemas em 2026
O ano de 2026 trará diversos filmes baseados em obras literárias, envolvendo desde clássicos até best-sellers recentes. Essas adaptações chegam para atrair tanto fãs dos livros quanto novos espectadores, ampliando o impacto cultural dessas histórias.
A lista inclui gêneros variados, como ficção científica, suspense, fantasia e romance. Entre os destaques estão Duna 3, encerrando a trilogia de Frank Herbert, e Devoradores de Estrelas, com Ryan Gosling. Também estão presentes produções como Remain e Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita.
Esses filmes reforçam a conexão entre cinema e literatura, gerando debates sobre fidelidade às obras originais. Além disso, prometem movimentar o público nas salas de cinema e estimular o interesse pela leitura.
O ano de 2026 chega cheio de novidades para quem aprecia filmes inspirados em livros. A indústria cinematográfica prepara uma série de adaptações que envolvem clássicos, como O Morro dos Ventos Uivantes, e best-sellers recentes com grande número de fãs ao redor do mundo. Essas produções atraem tanto os leitores originais quanto novos públicos, ampliando o impacto cultural dessas histórias.
A lista inclui gêneros variados, entre eles ficção científica, suspense psicológico, fantasia épica e romances góticos, explorando temas como amor, sobrevivência, poder e mistério. Duna 3, dirigida por Denis Villeneuve, encerra a trilogia baseada no universo de Frank Herbert, retornando com Paul Atreides como imperador, enquanto Devoradores de Estrelas apresenta uma trama de ficção científica sobre uma missão para salvar a Terra, com Ryan Gosling no elenco.
Outros destaques são Remain, uma colaboração entre Nicholas Sparks e M. Night Shyamalan que mistura romance sobrenatural e suspense, e Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, que explora eventos anteriores à saga original, focando em Haymitch Abernathy. Odisseia, de Christopher Nolan, traz à tela a clássica jornada do herói homérico, com um elenco que inclui Matt Damon e Zendaya.
Esses filmes reforçam a tradicional ligação entre literatura e cinema, criando discussões sobre fidelidade às obras originais e incentivando novas leituras. A chegada dessas adaptações promete movimentar o público, tanto nas salas de cinema quanto nas livrarias.
CEO da Nvidia confirma investimento significativo na OpenAI e nega desentendimentos
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou em Taipei que a empresa fará um investimento significativo na OpenAI, negando qualquer insatisfação ou desavença entre as companhias.
Ele destacou que a relação estratégica permanece sólida e que o aporte financeiro é um dos maiores já feitos pela Nvidia, voltado para fortalecer o desenvolvimento de inteligência artificial.
O investimento, anunciado inicialmente em até US$ 100 bilhões, visa garantir o fornecimento de chips avançados à OpenAI, reforçando sua posição no mercado frente a concorrentes como Google e Anthropic.
A Nvidia deve realizar um investimento considerado “gigantesco” na OpenAI, como revelou o CEO Jensen Huang em Taipei. Ele negou quaisquer insatisfações com a empresa criadora do ChatGPT e afirmou que a relação entre as duas companhias segue firme. O aporte financeiro deve ser um dos maiores já feitos pela fabricante de chips, mantendo a parceria estratégica em foco.
Em setembro passado, a Nvidia anunciou a intenção de investir até US$ 100 bilhões na OpenAI, plano que visa garantir o fornecimento de chips avançados essenciais para a competição no mercado de inteligência artificial. Essa movimentação busca fortalecer a posição da OpenAI diante dos concorrentes, como Google e Anthropic.
Apesar de relatos na mídia apontarem hesitações internas na Nvidia em relação ao montante, Huang ressaltou que o acordo não é definitivo nem vinculativo. Ele também comentou críticas privadas à gestão comercial da OpenAI, mas reafirmou publicamente sua confiança e admiração pelo trabalho de Sam Altman, CEO da companhia.
Questionado sobre superar o investimento inicial de US$ 100 bilhões, Huang afirmou que isso não acontecerá, esclarecendo que o valor final dependerá da rodada que Altman está finalizando. Huang deixou claro que a Nvidia participará ativamente dessa captação, reforçando o compromisso com o avanço tecnológico em IA.
JBS e outras quatro ações recomendadas pela Terra Investimentos para a primeira semana de fevereiro
A Terra Investimentos atualizou sua carteira para a primeira semana de fevereiro, retirando as ações da Localiza e Fleury após atingirem suas metas de valorização. O portfólio atual inclui JBS, Hypera, MRV, Porto Seguro e Iguatemi, todas com peso igual.
No acumulado de 12 meses, a carteira apresenta valorização de 71,62%, superando o desempenho do Ibovespa. As mudanças refletem a busca por otimizar os retornos no curto prazo, mantendo confiança no potencial dos ativos selecionados.
A Terra Investimentos atualizou sua carteira para a primeira semana de fevereiro, realizando alterações estratégicas. Foram retiradas as ações da Localiza (RENT3) e Fleury (FLRY3), após ambos atingirem as metas estipuladas, com rentabilidade de 20% para a Localiza e 17% para o Fleury.
Seguem na carteira as ações da Hypera (HYPE3), MRV (MRVE3), Porto Seguro (PSSA3), JBS (JBSS32) e Iguatemi (IGTI11), todas com peso igual de 20%. Esses papéis compõem a seleção recomendada para o período entre 30 de janeiro e 6 de fevereiro.
Na última semana, o portfólio teve desempenho positivo de 4,34%, ligeiramente acima do Ibovespa, que cresceu 4,30%. O destaque foi a Localiza, com alta de 11,67%, enquanto a Hypera apresentou o menor avanço, de 0,24%. No acumulado dos últimos 12 meses, a carteira acumula valorização de 71,62%, superando os 48,37% registrados pelo Ibovespa.
O analista Régis Chinchila reforça que as mudanças refletem resultados concretos das empresas e buscam otimizar o retorno do portfólio no curto prazo. A manutenção das ações recomendadas indica confiança no desempenho esperado desses ativos para o próximo período.
SpaceX busca autorização para satélites com energia solar para sustentar data centers de IA
A SpaceX enviou um pedido à Comissão Federal de Comunicações dos EUA para aprovar uma constelação de até 1 milhão de satélites movidos a energia solar. Esses satélites têm a função de alimentar data centers de inteligência artificial em órbita, com menor custo e impacto ambiental.
O projeto integra a estratégia da empresa para ampliar sua presença na área de IA, competindo com grandes nomes como Google e Meta. A iniciativa depende da eficiência do foguete Starship para viabilizar lançamentos frequentes e econômicos de satélites.
Se aprovada, a proposta poderá revolucionar a infraestrutura tecnológica no espaço, trazendo inovações no fornecimento energético para data centers. No entanto, ainda é incerta a quantidade exata de satélites que serão efetivamente lançados em órbita.
A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, planeja lançar uma constelação de 1 milhão de satélites que funcionarão com energia solar para alimentar data centers de inteligência artificial. O projeto foi detalhado em um pedido enviado à Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC). Os satélites têm como objetivo aproveitar energia solar quase constante para operar com custos reduzidos e menor impacto ambiental em comparação com os centros terrestres.
Essa iniciativa faz parte dos esforços da SpaceX para expandir sua atuação na corrida da inteligência artificial, competindo com empresas como Google, Meta e OpenAI. A proposta inclui também o desenvolvimento de data centers em órbita, que dependem de grande capacidade energética para funcionar.
A empresa solicitou autorização para o lançamento de até 1 milhão de satélites, embora seja improvável que essa quantidade seja totalmente colocada em órbita. Atualmente, a constelação Starlink da SpaceX conta com cerca de 9,5 mil satélites, e a empresa já recebeu aprovação para 42 mil unidades em seu sistema de internet via satélite.
O projeto depende do sucesso da Starship, foguete reutilizável da SpaceX, que permitirá reduzir custos de lançamento e aumentar a frequência de missões ao espaço. Até agora, a Starship realizou 11 testes e está prevista para colocar suas primeiras cargas em órbita ainda neste ano, impulsionando a expansão da rede e a capacidade dos satélites para suportar o crescente uso de IA.
A aprovação da FCC é fundamental para que a SpaceX avance com essa proposta ambiciosa, que busca unir tecnologia espacial e inteligência artificial para criar uma infraestrutura energética inovadora no espaço.
Conheça os novos personagens da terceira temporada de Jujutsu Kaisen
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen foca no arco Jogo do Abate, trazendo um universo em desequilíbrio após o selo em Satoru Gojo.
Novos personagens surgem com poderes e histórias próprias, como Naoya Zenin, Kinji Hakari e Hana Kurusu, que influenciam diretamente a trama.
Essa fase adiciona batalhas intensas e dilemas morais, ampliando a complexidade do anime e o envolvimento dos fãs.
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen retorna focada no arco Culling Game (Jogo do Abate), vigente após o selo colocado em Satoru Gojo, que deixa o universo do anime em desequilíbrio total. Esse cenário abre espaço para uma nova geração de personagens, que desafiam tanto os poderes já conhecidos quanto a linha moral dentro da narrativa criada por Gege Akutami.
Nessa temporada, diversos personagens chamam a atenção, como Naoya Zenin, um herdeiro do temido Clã Zenin, cujo comportamento arrogante e misógino gera tensão, apesar de sua popularidade. Outro destaque é Kinji Hakari, ex-aluno conhecido pela Técnica Amaldiçoada Trem do Amor Puro Privado, que traz um estilo de luta imprevisível e complexo, inspirado em pachinko.
Também surgem feiticeiros reencarnados como Yorozu e Hajime Kashimo, que têm vínculos diretos ao passado e motivações profundas ligadas a figuras chaves da trama, como Ryomen Sukuna. A trama ganha ainda camadas inéditas com Fumihiko Takaba, cuja Técnica Amaldiçoada, Comediante, manipula a realidade baseada em humor, oferecendo um contraste inusitado ao drama.
A importância de Hana Kurusu (ou Angel) também é central: ela é o único ser capaz de quebrar o selo que aprisiona Gojo, o que a torna um alvo crucial. Por último, o retorno de Yuta Okkotsu sinaliza uma virada significativa, apresentando um feiticeiro mais maduro e preparado para os desafios finais.
Com o arco do Jogo do Abate, a temporada mistura personagens complexos, batalhas intensas e dilemas morais, consolidando Jujutsu Kaisen como um anime que segue explorando temas sombrios e relações humanas.
IA do Google cria jogos digitais inspirados em Fortnite e impacta ações de estúdios
A Google lançou o Genie 3, ferramenta de IA capaz de gerar mundos digitais semelhantes a jogos famosos como Fortnite, Dark Souls e GTA, usando comandos simples. A tecnologia cria cenários 3D a partir de imagens estáticas, mas não produz conteúdo original do zero.
Especialistas destacam que a inteligência artificial ainda não substitui o desenvolvimento tradicional de jogos, que envolve equipes grandes e narrativas complexas. Apesar disso, a novidade provocou queda nas ações de empresas como Take-Two, Roblox e Unity.
O mercado financeiro reagiu negativamente ao avanço da IA voltada para games, mas profissionais avaliam que a tecnologia está em estágio inicial e não ameaça os modelos atuais das grandes produtoras.
A indústria de videogames voltou ao debate sobre os limites da inteligência artificial após o lançamento do Genie 3, uma ferramenta do Google que cria mundos digitais interativos a partir de poucos comandos. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, a tecnologia gerou clipes semelhantes a jogos como Fortnite, Dark Souls e GTA, com ambientes básicos e movimentação simples.
De acordo com a Forbes, o sistema parte de imagens estáticas já existentes para construir os cenários em 3D, o que indica que não cria conteúdos originais do zero. Profissionais do setor destacam que, embora o resultado seja visualmente impactante, a ferramenta está longe de substituir o desenvolvimento tradicional de jogos AAA, que envolvem longos ciclos, equipes grandes e narrativa complexa.
Ferramentas de IA já são usadas internamente em estúdios para acelerar tarefas como design preliminar e geração de ativos, mas não são atalhos para substituir todas as fases da produção. Ainda assim, os vídeos causaram reações negativas no mercado financeiro, com quedas nas ações de empresas do setor, como Take-Two Interactive (-10%), Roblox (-12%) e Unity Software (-21%).
Especialistas afirmam que a tecnologia ainda está em estágio inicial e não configura ameaças diretas aos modelos de negócios das grandes produtoras de jogos.
Dingos serão sacrificados após morte de jovem na Austrália; entenda a situação
Após a morte de uma turista canadense de 19 anos na ilha de K’gari, Austrália, o governo local autorizou o sacrifício de uma matilha de dingos encontrados próximos ao corpo. A autópsia indicou que o óbito foi causado por afogamento, com mordidas ocorrendo após a morte.
Seis dingos já foram abatidos, medida que gerou críticas de especialistas e do povo aborígene Butchulla. A população local ressalta que os dingos de K’gari são geneticamente únicos e vivem em risco de extinção, além de considerar os animais parte sagrada da cultura.
O governo alega risco à segurança pública devido ao comportamento agressivo dos dingos, mas dados mostram poucos incidentes negativos com turistas. Comunidades aborígenes pedem uma solução que respeite a cultura local e preserve o ecossistema da ilha.
Após a morte de Piper James, turista canadense de 19 anos encontrada na ilha de K’gari, na Austrália, o governo de Queensland anunciou o sacrifício de uma matilha de dingos. Esses caninos selvagens estavam próximos ao corpo da jovem e apresentavam marcas de mordidas, mas a autópsia indicou que a causa provável do óbito foi afogamento, e as mordidas ocorreram após a morte.
Seis dingos já foram abatidos, medida que provocou críticas de especialistas e da comunidade Butchulla, povo aborígene local e co-gestor da ilha, que considera o dingos sagrados e geneticamente únicos. Os animais de K’gari diferem dos da Austrália Continental e enfrentam risco de extinção dada a diminuta população — estimada em cerca de 200 indivíduos, com baixa diversidade genética.
O governo justifica o abate alegando risco à segurança pública, após relatos de comportamento agressivo dos animais contra acampantes. Porém, dados indicam que somente 0,12% dos turistas enfrentam situações negativas com os dingos por ano. Desde um caso fatal em 2001, a prática de matar alguns indivíduos ocorre, mas especialistas apontam falta de evidências que comprovem a efetividade dessa ação para a segurança.
A ilha de K’gari é um destino turístico importante, recebendo centenas de milhares de visitantes anualmente, o que influencia diretamente o comportamento dos animais. A alimentação oferecida por turistas e a alta presença humana alteram o convívio natural dos dingos com o ambiente.
Comunidades locais expressam insatisfação com a decisão unilateral do governo, que não consultou os povos Butchulla. Para eles, as medidas devem respeitar a cultura e o ecossistema da ilha, buscando soluções que equilibrem segurança e preservação.
BTG aponta os principais FIIs de lajes corporativas com bons descontos e dividendos
O BTG Pactual mantém uma perspectiva otimista para os fundos imobiliários (FIIs) de lajes corporativas, prevendo valorização com o corte de juros previsto para março. Os fundos VBI Prime Properties (PVBI11), BTG Pactual Corporate Office (BRCR11) e JS Real Estate (JSRE11) são destaques pela liquidez e descontos relevantes.
Outros FIIs recomendados são Pátria Escritórios (HGRE11), Tellus Properties (TEPP11) e Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), com boa gestão e aumento nos aluguéis. O setor apresenta um ponto de entrada favorável devido a um desvio padrão abaixo da média histórica.
São Paulo lidera com alta absorção e queda na vacância, enquanto no Rio de Janeiro a ocupação se mantém estável. Melhorias nos contratos e controle da alavancagem podem elevar os dividendos em 2026, segundo relatório do BTG.
O BTG Pactual mantém a visão positiva para o segmento de lajes corporativas, apostando que o ciclo de cortes de juros, previsto para março, deve valorizar os FIIs do setor e tornar seus dividendos mais atraentes. A instituição destaca os fundos imobiliários VBI Prime Properties (PVBI11), BTG Pactual Corporate Office (BRCR11) e JS Real Estate (JSRE11) como principais escolhas, apontando boa liquidez e negociações com descontos relevantes sobre o valor patrimonial.
Além desses, o banco recomenda compra dos FIIs Pátria Escritórios (HGRE11), Tellus Properties (TEPP11) e Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), ressaltando o bom desempenho das gestoras na comercialização e aumento dos aluguéis. Segundo os analistas Daniel Marinelli e Matheus Oliveira, o setor opera com um desvio padrão inferior à média histórica, oferecendo um ponto de entrada considerado favorável.
São Paulo se destaca no mercado, com absorção líquida de mais de 238 mil m² em 2025, a melhor desde 2005 para lajes de alto padrão. A vacância em algumas áreas da capital paulista caiu para abaixo de 15%, níveis semelhantes aos anteriores à pandemia, enquanto os preços tiveram alta de 6% no último trimestre de 2025, com aluguéis chegando a R$ 300 por m².
No Rio de Janeiro, a estabilidade na ocupação dos FIIs também é observada. O relatório do BTG evidencia avanços na ocupação, contratos revisados positivamente e controle da alavancagem, o que deve dar suporte à melhora dos resultados operacionais e ao aumento dos dividendos em 2026.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação