Tênis de grandes marcas com até 50% de desconto na Netshoes
A Netshoes está com promoções especiais na categoria de calçados esportivos e urbanos, oferecendo descontos de até 50% em modelos de marcas renomadas. A seleção inclui tênis para corrida, treino e uso casual, atendendo diversos estilos e necessidades.
Entre as marcas em destaque estão Adidas, Nike, Asics e Puma, com opções como o tênis Adidas Breaknet Feminino por R$199,99 e o Nike Air Max Excee Masculino a R$459,99. Também há modelos acessíveis para uso diário, além de calçados específicos para esportes, como chuteiras Umbro e Mizuno.
A promoção é válida enquanto durarem os estoques e a compra pode ser feita online com entrega em casa. Aproveite para garantir tênis de qualidade com preços reduzidos, ideais para treino ou conforto do dia a dia.
A Netshoes oferece uma série de descontos em seu catálogo, focado em calçados esportivos e urbanos. A promoção Top Marcas destaca tênis de marcas conhecidas com preços reduzidos, atraindo tanto atletas quanto quem busca conforto para o dia a dia. A variedade contempla modelos para treino, corrida, caminhada e uso casual, com até 50% de desconto por tempo limitado.
Dentre os produtos em destaque, estão tênis Nike, Adidas, Puma e Asics. Entre as opções, o tênis Adidas Breaknet Feminino – Off White está disponível por R$ 199,99, enquanto o tênis Nike Air Max Excee Masculino – Preto sai por R$ 459,99. Para quem prefere estilos casuais, o tênis Vizzano Casual Feminino aparece por R$ 85,49, e o tênis Kolosh Calce Fácil Feminino por R$ 119,99.
A promoção também inclui calçados específicos para esportes, como chuteiras Umbro e Mizuno. Além disso, modelos como o tênis Adidas Ultraboost 5 Masculino e o tênis Asics Gel Nimbus 27 Masculino estão com preços reduzidos, contemplando diversas necessidades e preferências.
Esses descontos são por tempo limitado e válidos enquanto durarem os estoques. A Netshoes, reconhecida no mercado brasileiro, garante a comodidade de comprar online e receber os produtos em casa.
Confira as opções indicadas e aproveite para garantir calçados para treino ou para o dia a dia a preços mais acessíveis.
Bitcoin ultrapassa US$ 95 mil e movimenta o mercado de criptomoedas nesta quarta-feira (14)
O bitcoin (BTC) chegou à casa dos US$ 95 mil após uma alta de mais de 3% em 24 horas, influenciando positivamente o mercado global de criptomoedas. Essa valorização foi motivada por dados de inflação nos EUA que geraram otimismo entre os investidores.
Outras criptomoedas também registraram ganhos significativos, como Ethereum e BNB. O mercado de futuros do bitcoin mostrou intensa movimentação, com liquidação de mais de US$ 500 milhões em posições apostando na queda das moedas digitais.
Analistas alertam para um cenário cauteloso no curto prazo devido à incerteza macroeconômica e expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve apenas para 2025. A volatilidade do setor permanece elevada enquanto os fatores econômicos não se definem.
O bitcoin (BTC) se aproxima da resistência na faixa dos US$ 95 mil após subir mais de 3% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas acompanha esse movimento positivo, impulsionado por resultados de inflação nos Estados Unidos dentro do esperado, que geram um clima de otimismo. Enquanto isso, as bolsas asiáticas fecharam com resultados variados, os principais índices europeus avançam e os futuros de Nova York operam com leve queda.
Nas últimas horas, diversas criptomoedas em destaque apresentaram variações expressivas. Ethereum (ETH) valorizou-se 5,26%, atingindo US$ 3.296,95, enquanto BNB subiu 2,59%. Outras moedas como XRP, Solana (SOL), Dogecoin (DOGE) e Cardano (ADA) também registraram ganhos em diferentes escalas.
O mercado de contratos futuros de bitcoin teve movimentação intensa, com mais de US$ 500 milhões em posições apostando na queda das criptomoedas sendo liquidadas recentemente. O volume de negociação de futuros na Binance superou US$ 25 trilhões, destacando o bitcoin como ativo principal. O recorde histórico de open interest para BTC foi de US$ 15 bilhões em 6 de outubro, mas vem caindo mais de 31%, atualmente em torno de US$ 10 bilhões, indicando menor risco sistêmico.
Guilherme Prado, da Bitget Brasil, observa que o mercado cripto está lateralizado há mais de 45 dias devido à incerteza macroeconômica. A expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve só para o final de 2025, aliado ao ritmo lento na convergência da inflação para a meta de 2%, mantém a liquidez global restrita e a volatilidade no setor.
O cenário de curto prazo permanece cauteloso até que os fatores macroeconômicos se definam.
Publicidade começa a aparecer em chatbots de IA e gera debates no Brasil
A partir de 2026, a publicidade começará a ser inserida em chatbots de inteligência artificial, como assistentes virtuais que oferecem descontos e promoções relacionadas às buscas dos usuários. Empresas como Google e OpenAI adotam essa medida com cautela, buscando não afetar a confiança dos usuários com anúncios invasivos.
Enquanto algumas companhias testam a inserção gradual de propagandas, a Meta usa dados dos usuários para segmentar anúncios fora dos chatbots, evitando interrupções diretas nas conversas. O principal desafio é monetizar os investimentos em IA sem prejudicar a experiência do usuário.
Espera-se que empresas menores adotem anúncios nos chatbots já em 2026, enquanto líderes do setor podem oferecer planos pagos para uso livre de publicidade. Essa medida visa manter a qualidade da interação e a confiança do público nas ferramentas de inteligência artificial.
Em 2026, a presença de publicidade começa a se expandir para chatbots de inteligência artificial, como o assistente AI Mode do Google. Esses anúncios aparecem em ofertas comerciais dentro das conversas, por exemplo, quando o usuário recebe um cupom de desconto relacionado ao tema pesquisado. A gigante Google destaca que esses cupons pagos não influenciam as respostas da IA, mas servem para oferecer promoções ligadas ao interesse dos usuários.
Além do Google, outras companhias envolvidas com IA, como a OpenAI, avaliam a introdução de anúncios em sistemas como o ChatGPT, mas com uma postura cautelosa para preservar a confiança dos usuários. A Meta, por sua vez, optou por usar dados compartilhados nos bots para segmentar publicidade no Instagram e Facebook, porém não exibe anúncios dentro do seu chatbot.
O desafio está em equilibrar a monetização dos investimentos em IA, que demandam recursos significativos, com a experiência do usuário, que pode rejeitar publicidade invasiva. Isso é ainda mais delicado porque chatbots atuam como espaços de conversa pessoal e confiável. Anúncios mal posicionados, como promoções em temas sensíveis ou interrupções inesperadas, podem afastar o público.
Especialistas indicam que empresas menores provavelmente adotarão a publicidade nos chatbots em 2026, enquanto líderes do setor testarão com cuidado até 2027. Também é prevista a oferta de assinaturas para quem quiser usar as IAs sem anúncios, garantindo uma experiência sem interrupções e mantendo a confiança construída com os usuários.
Fed perder independência? Riscos para a inflação e estabilidade financeira, diz Rehn
O presidente do Banco Central da Finlândia, Olli Rehn, alertou sobre os riscos de perda da independência do Federal Reserve (Fed). Segundo ele, essa interferência poderia elevar a inflação estrutural e comprometer a estabilidade financeira nos Estados Unidos.
Rehn destacou que a credibilidade dos mercados e dos títulos públicos americanos depende da autonomia do Fed. A intervenção política nessa independência pode afetar a confiança dos investidores e gerar desequilíbrios econômicos.
O alerta ocorre em um momento delicado, com discussões políticas envolvendo o banco central americano. A opinião de Rehn reforça a importância global da autonomia do Fed, fundamental para o controle da inflação e a segurança dos mercados financeiros.
O presidente do banco central finlandês, Olli Rehn, alertou que a perda de independência do Fed poderia elevar a inflação e ameaçar a estabilidade financeira nos Estados Unidos. Em entrevista à CNBC, Rehn destacou que qualquer interferência na autonomia do Federal Reserve levaria a um aumento estrutural da inflação.
Rehn reforçou que a credibilidade dos mercados financeiros e dos títulos americanos depende da manutenção dessa independência monetária. Segundo ele, ameaças ou ações contra essa autonomia podem comprometer a confiança dos investidores, afetando diretamente a estabilidade econômica do país.
Demonstrando solidariedade ao atual presidente do Fed, Jerome Powell, Rehn ressaltou que a independência do banco central é crucial para evitar desequilíbrios e preservar o bom funcionamento dos mercados financeiros dos EUA.
O alerta ocorre em meio a discussões sobre a relação do Federal Reserve com outras esferas políticas, o que pode gerar incertezas para os mercados. A autonomia do Fed tem sido tradicionalmente vista como um pilar para o controle da inflação e para a estabilidade financeira no país.
A manifestação de um nome ligado ao Banco Central Europeu reforça a importância global do tema, uma vez que decisões da autoridade monetária americana influenciam a economia mundial.
Especialistas acompanham de perto os desdobramentos para entender os impactos futuros sobre a política monetária dos EUA e sobre o panorama inflacionário internacional.
Suprema Corte dos EUA decide sobre tarifas impostas por Trump
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve anunciar decisões importantes que definem o futuro das tarifas comerciais impostas pelo governo Trump. A decisão envolve a análise da legalidade do uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para justificar tais tarifas.
O caso questiona os limites do poder presidencial sobre a imposição de tarifas, com disputas envolvendo empresas, estados e o governo. O resultado poderá influenciar o comércio interno americano e as relações econômicas globais, tendo impacto direto nas parcerias comerciais entre EUA, China, Canadá e México.
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve anunciar decisões importantes nesta quarta-feira (14), incluindo casos que avaliam a legalidade das tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump. A divulgação está prevista para ocorrer por volta das 12h, horário de Brasília, sem aviso prévio sobre quais casos serão decididos.
O foco recai sobre litígios que questionam o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, invocada por Trump para justificar tarifas “recíprocas” sobre produtos de vários parceiros comerciais. A lei foi usada para tratar do que o presidente classifica como emergências nacionais, como déficits comerciais e o tráfico de fentanil e outras drogas ilícitas provenientes da China, Canadá e México.
As disputas colocam em xeque os limites do poder presidencial, com juízes de orientação liberal e conservadora expressando dúvidas quanto à extensão da autoridade de Trump. O governo recorre de decisões anteriores que entenderam haver extrapolação dessa autoridade.
Empresas afetadas pelas tarifas e 12 estados, a maioria governada por democratas, são parte das contestações legais. O resultado da decisão tem potencial para influenciar não apenas o comércio interno dos EUA, mas também as relações econômicas globais.
Presidente da Royal Society defende permanência de Elon Musk na academia científica
Paul Nurse, presidente da Royal Society, defendeu a permanência de Elon Musk como membro da academia, mesmo após críticas relacionadas ao uso da inteligência artificial Grok para gerar conteúdo polêmico.
Nurse ressaltou que a expulsão deve ocorrer apenas em casos de ciência falha ou fraudulenta. Ele também destacou que figuras históricas controversas já fizeram contribuições importantes para a ciência.
A Royal Society enfrenta debate sobre ações disciplinares enquanto cortes em financiamentos científicos nos EUA e restrições ao Grok aumentam o cenário de tensão internacional.
Paul Nurse, presidente da Royal Society, defendeu a permanência de Elon Musk como membro da renomada academia científica, mesmo após críticas relacionadas ao uso da inteligência artificial Grok, da empresa de Musk, para gerar imagens sexualizadas, inclusive de menores. Nurse afirmou que a instituição deve evitar julgamentos sobre o “caráter” dos membros e destacou que existem pessoas com comportamentos questionáveis que contribuíram para avanços científicos.
A Royal Society, fundada há 365 anos e que já teve figuras como Isaac Newton entre seus membros, enfrenta polêmica desde que Musk passou a ser alvo de críticas por disseminar desinformação e por cortes em financiamentos científicos nos EUA, vinculados ao Departamento de Eficiência Governamental (Doge). Em março, a academia decidiu não aplicar medidas disciplinares, ressaltando que punições políticas poderiam prejudicar sua reputação.
Nurse frisou que a expulsão deveria ser reservada a casos em que a ciência apresentada seja “falha, fraudulenta ou altamente defeituosa”. Ele destacou que o passado da Royal Society inclui membros com comportamentos controversos, mas que deram contribuições significativas à ciência.
A controvérsia aumentou com a limitação do acesso ao Grok, restrito a assinantes pagos após polêmica gerada no Reino Unido e na União Europeia, onde autoridades avaliam multas e restrições. A empresa por trás do Grok afirmou ter removido conteúdos ilegais e ressaltou que usuários que divulgarem material proibido sofrerão consequências legais.
Além disso, Nurse comentou sobre os impactos dos cortes de financiamento científico nos EUA e a tendência de colaboração crescente entre cientistas de outros países, incluindo a China.
Microsoft alerta sobre avanço da DeepSeek e destaca necessidade de subsídios
O presidente da Microsoft, Brad Smith, alertou sobre o crescimento da startup chinesa DeepSeek, que oferece soluções de inteligência artificial em código aberto, facilitando o acesso em regiões menos atendidas, como a África. Essa estratégia, aliada a subsídios governamentais, permite preços competitivos frente às empresas tradicionais americanas.
Um relatório da Microsoft mostra que a adoção de IA é desigual globalmente, com 25% no Norte Global e 14% no Sul Global, incluindo o Brasil, onde o índice é inferior a 20%. A DeepSeek amplia seu alcance global graças a parcerias estratégicas e oferta aberta, o que altera a concorrência na área.
Brad Smith defende mais investimentos em infraestrutura e linhas de crédito para data centers, para reduzir a desigualdade no acesso à IA. Ignorar esse avanço na África e em outras regiões emergentes pode comprometer o desenvolvimento tecnológico mundial.
A adoção da inteligência artificial tem avançado de forma desigual entre o Norte e o Sul Global, com destaque para a China que está ganhando terreno notável em países emergentes. O presidente da Microsoft, Brad Smith, apontou que a oferta gratuita e código aberto da startup chinesa DeepSeek facilitou o acesso em regiões menos atendidas, especialmente na África. Esse modelo, aliado a subsídios governamentais, permite preços mais competitivos frente às empresas americanas, que normalmente operam com soluções fechadas e pagas.
Segundo um relatório da Microsoft, cerca de 25% da população adulta do Norte Global utiliza ferramentas de AI, enquanto no Sul Global a cifra é de 14%. Países com infraestrutura digital consolidada, como Emirados Árabes, Singapura e França, apresentam adoção superior a 40%, enquanto no Brasil o índice é inferior a 20%. A DeepSeek ampliou seu alcance graças à licença aberta e parcerias estratégicas, como com a Huawei. Isso impacta significativamente a competição global.
Smith destacou que a disparidade no acesso à inteligência artificial poderia se acentuar se não houver mais investimentos em infraestrutura e subsídios, especialmente em regiões pobres. Ele sugeriu que bancos internacionais e governos ocidentais considerem linhas de crédito para data centers e energia, para que a tecnologia não fique limitada a fluxos privados, incapazes de rivalizar com empresas subsidiadas.
Para o executivo, ignorar o crescimento da AI na África seria um erro que afetaria o desenvolvimento mundial. A expansão da DeepSeek mostra como acessibilidade e abertura podem alterar o cenário da inteligência artificial nos países emergentes.
CEO da Nestlé pede desculpas após recall de fórmulas infantis na Europa
O CEO da Nestlé, Philipp Navratil, emitiu um pedido público de desculpas após o recall de lotes de fórmulas infantis detectado em uma fábrica na Holanda. A empresa afirmou que não há registros de doenças relacionadas aos produtos e que já anunciou todos os recalls até o momento.
O recall afetou países europeus onde os produtos haviam sido vendidos, motivado por uma falha de qualidade na produção. A empresa adotou medidas preventivas para retirar os lotes do mercado, demonstrando preocupação com a segurança dos consumidores.
Essa situação reforça a importância do controle rigoroso na fabricação de alimentos infantis, um segmento sensível que exige cuidados extras. A Nestlé busca, assim, retomar a confiança dos clientes e assegurar a qualidade dos seus produtos de nutrição infantil.
O CEO da Nestlé, Philipp Navratil, pediu desculpas público diante do recall de lotes de fórmulas infantis que atingiu dezenas de países. Em vídeo divulgado pela empresa, ele reconheceu o transtorno causado a pais e cuidadores, ressaltando que todos os recalls já foram anunciados e, até o momento, não há registros de doenças ligadas aos produtos afetados.
O caso teve origem em uma fábrica da Nestlé na Holanda, onde uma falha de qualidade foi detectada no mês passado. Como medida preventiva, a empresa iniciou a retirada desses produtos do mercado europeu, onde foram vendidos.
Esse episódio vem se somar aos desafios enfrentados pela companhia suíça, que detém marcas como KitKat e Nescafé. Desde que assumiu a liderança, Navratil tem atuado para retomar o crescimento da Nestlé por meio de mudanças no portfólio e ajustes administrativos.
A abordagem rápida diante do problema mostra atenção da empresa com a segurança dos consumidores, enquanto busca assegurar que a confiança nos itens de nutrição infantil seja mantida. Funcionários e clientes aguardam uma resposta mais detalhada sobre as correções implementadas para evitar novos ocorridos.
O recall e as medidas tomadas reforçam a importância do controle rigoroso na produção de alimentos infantis, um segmento sensível que requer cuidados extras devido à saúde dos bebês.
O Banco de Brasília (BRB) agendou uma assembleia geral extraordinária para decidir sobre alterações em seu conselho de administração. O encontro digital está previsto para 19 de fevereiro de 2026, às 10h. A mudança ocorre após o governo do Distrito Federal, controlador da instituição, indicar novos integrantes para o conselho.
Os acionistas avaliarão as nomeações de Edison Antônio Costa Britto Garcia, Joaquim Lima de Oliveira e Sérgio Ricardo Miranda Nazaré. A posse deles depende do cumprimento dos procedimentos de governança interna.
Essa movimentação surge pouco depois de uma operação da Polícia Federal que investigou suspeitas envolvendo diretores do Banco Master e do próprio BRB. As apurações indicam um possível esquema que teria causado prejuízos superiores a R$ 10 bilhões ao banco público, direcionando atenção redobrada para sua governança.
Edison Garcia é advogado com especialização em Direito Societário e Mercado de Capitais, além de presidir a CEB Holding. Já Joaquim Lima traz experiência no setor público e financeiro, incluindo altos cargos na Caixa Econômica Federal. Sérgio Nazaré é economista com doutorado em Ciências Contábeis, professor e com atuação em direções no sistema financeiro.
Com essas mudanças, o banco busca reforçar sua estrutura administrativa em meio às recentes investigações que impactaram a instituição e seu mercado.
Industry: Confira o calendário de estreia da 4ª temporada na HBO Max
A 4ª temporada da série Industry estreou no último domingo na HBO Max. A trama aprofunda os desafios do mercado financeiro e as rivalidades entre jovens investidores.
Os episódios exploram temas como fraude financeira e debates sobre política e poder. Os capítulos são liberados semanalmente aos domingos, às 23h, até o dia 1º de março.
A série acompanha o dia a dia dos personagens na Pierpoint & Co, banco londrino, com foco em dilemas éticos e estratégias para se destacar no competitivo mundo das finanças.
No último domingo (11), a série Industry retornou à HBO Max com sua quarta temporada, que aprofunda os desafios e rivalidades no competitivo mercado financeiro. A trama desta fase foca na fintech Tender, que processa pagamentos da Siren, plataforma de conteúdo adulto similar ao OnlyFans, passando por obstáculos gerados por novas leis sobre proteção a menores.
O cocriador Mickey Down adiantou que os episódios também exploram uma fraude financeira significativa, ampliando o debate sobre política, poder e capitalismo dentro da série. A temporada 4 de Industry lançou seu primeiro episódio no dia 11 de janeiro, e novos capítulos estreiam semanalmente aos domingos, às 23h (horário de Brasília), até 1º de março.
Episódios liberados entre 11 de janeiro e 1º de março;
Disponível simultaneamente na HBO Max e em canais da HBO por TV a cabo;
Elenco traz nomes como Max Minghella, Kiernan Shipka, Charlie Heaton, Kal Penn e Clair Forlanni.
Lançada em 2020, a série acompanha jovens investidores na Pierpoint & Co, banco londrino prestigiado que, ao longo do tempo, perde espaço para outras corporações. A trama acompanha Harper Stern, protagonista com talento reconhecido, e Yasmin Kara-Hanani, poliglota de família rica.
Os episódios tratam das tensões e alianças nesse cenário, com personagens enfrentando dilemas éticos e estratégias para se destacar no mundo das finanças.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação