Descontos de até 42% na Linha Bar Stanley no site oficial
Os copos térmicos da linha Bar Stanley oferecem isolamento eficiente para manter suas bebidas frias ou quentes por horas. Confeccionados em aço inox resistente, esses produtos são ideais para o uso cotidiano, seja no trabalho ou lazer.
Nesta temporada, o site oficial da Stanley oferece até 42% de desconto em diversos modelos, como o kit Pilsner Glass Happy Hour e copos térmicos individuais. Aproveite a oportunidade para garantir qualidade e praticidade na hora de consumir suas bebidas.
Os copos térmicos da Stanley são reconhecidos por manter bebidas na temperatura ideal por horas, aliando resistência e praticidade para uso no cotidiano, seja no trabalho, passeio ou descanso. Nesta temporada quente, a linha Bar da Stanley recebe descontos de até 42% no site oficial, facilitando o acesso a produtos que mantêm a água, os sucos ou outras bebidas frescas e agradáveis durante mais tempo.
Entre as opções em promoção, destaca-se o kit com três Pilsner Glass Happy Hour, feito em aço inox sem BPA, com isolamento a vácuo de parede dupla. Ele conserva bebidas frias por até 4 horas, ou até 14 horas com gelo, e conta com base emborrachada e fundo prismático. O kit está disponível por R$ 328,86.
Outro produto popular é o copo térmico de 473 ml, também em aço inox, que mantém líquidos frios por 4 horas e conserva bebidas quentes por até 15 horas. Resistente, pode ser lavado em máquina lava-louças, e está à venda por R$ 79 usando o cupom SALE52.
Outros modelos incluem o Copo Térmico Everyday de 296 ml, que mantém a bebida gelada por 5 horas, com tampa de acrílico antiderrapante, e o Can Cooler com canudo, ideal para latinhas de 350 ml, mantendo a temperatura por até 16 horas com gelo. Ambos contam com preços promocionais especiais no site oficial.
Vale aproveitar as ofertas para garantir bebidas sempre na temperatura ideal neste verão, com produtos versáteis e design funcional da linha Bar Stanley.
Quanto custa trazer um novo cliente para sua empresa?
No competitivo mercado de crédito consignado, a margem de lucro muitas vezes é decidida nos detalhes da operação. Para Gustavo Tremel, cofundador e CEO da VAAS, o modelo tradicional de consulta de dados, realizado de forma linear e indiscriminada, tornou-se um gargalo para empresas que buscam escala.
\”Em operações de crédito, cada consulta tem um custo. Quando a empresa consulta todos os dados de todos os leads da mesma forma, ela está queimando margem desnecessariamente\”, explica Tremel. Para o executivo, o segredo para a escalabilidade não é apenas vender mais, mas sim filtrar com inteligência.
Escala é desafio para empresas
Uma promotora de crédito de atuação nacional, com um time de mais de 100 colaboradores, sentia essa dor na prática. A empresa enfrentava dois grandes obstáculos: o alto custo de consulta em múltiplas fontes e a complexidade técnica para gerenciar as diferentes regras de aprovação exigidas por seus diversos fundos e bancos parceiros.
A cada novo lead, a operação iniciava uma sequência de consultas custosas, independentemente da qualidade inicial do contato. O resultado era um CAC (Custo de Aquisição de Cliente) operacional inflado e uma dependência constante de equipes de TI para ajustar fluxos de aprovação.
Para reverter esse cenário, a startup catarinense VAAS implementou uma estratégia de análise em cascata apoiada por um motor de decisão flexível. A lógica é simples, mas poderosa: em vez de consultar tudo de uma vez, a validação ocorre em sequência.
\”Nós estruturamos a operação para usar primeiro os dados confiáveis de baixo custo. Se o lead não atende aos critérios básicos iniciais, ele é reprovado automaticamente, poupando o investimento em consultas mais caras que viriam a seguir\”, pontua Tremel.
Além disso, a plataforma permitiu que a promotora de crédito personalizasse os fluxos para cada fundo parceiro de forma autônoma, eliminando a espera por desenvolvimentos técnicos complexos.
Ao adotar a tecnologia, a empresa alcançou 64% de redução no CAC operacional (métrica que indica quanto custa, em média, trazer um novo cliente para a empresa), obteve validações mais assertivas e que reduziram os riscos de fraude e inadimplência, e capacidade de escalar e alterar regras de negócio sem depender do departamento de TI.
Para Gustavo Tremel, este caso é um exemplo claro de como a tecnologia de dados deve servir ao negócio: \”Nosso objetivo é transformar a conformidade e a análise de dados em uma vantagem competitiva, e não em um custo fixo pesado\”, conclui o CEO da VAAS.
Sobre a VAAS
A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de riscos e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Para mais informações, basta acessar o site vaas.com.br.
Via: Grayce Rodrigues
14/01/2026 às 09:42 - Tecnologia e Inovação
Banco do Brasil opera mais de 800 modelos e agentes de inteligência artificial
O Banco do Brasil investe há mais de uma década em inteligência artificial para aprimorar serviços e otimizar suas operações. Em 2025, reforçou sua estratégia de IA e dados para garantir sustentabilidade digital e governança rigorosa, além de liderar pautas sobre ética em IA na América Latina.
Com mais de 800 modelos e agentes de IA em uso, entre as soluções estão ferramentas para planejamento financeiro e atendimento personalizado, que já beneficiaram milhões de clientes físicos e empresariais, gerando economia e produtividade.
O banco também aposta em capacitação contínua para seus colaboradores e foca na integração ética da IA, priorizando o papel das pessoas nas decisões e a inovação dentro da organização em 2026.
O Banco do Brasil tem investido há mais de 10 anos em Inteligência Artificial para aprimorar seus serviços e operações. Em 2025, o banco intensificou sua estratégia, estruturando a Estratégia de IA e Dados para garantir sustentabilidade digital e maior uso coordenado de dados, com governança rigorosa. O BB foi pioneiro na América Latina ao publicar um guia de boas práticas para IA ética, que inclui privacidade, combate a vieses e supervisão humana.
Entre as soluções, destacam-se a ferramenta Dicas Personalizadas, voltada para clientes pessoa física, integrada ao Minhas Finanças Multibanco. Desde março de 2022, já foram realizados mais de 3 milhões de planejamentos financeiros, com R$ 22 bilhões em valores planejados e R$ 7,5 bilhões em economia estimada, alcançando 25 milhões de usuários.
Para empresas, o ARI Conversacional oferece recomendações personalizadas para 2,6 milhões de clientes pessoa jurídica, com aprovação superior a 89%. Os funcionários também utilizam o IN.GPT, um sistema que unifica mais de 1,3 mil normativas internas, gerando ganhos expressivos de produtividade.
Além disso, o banco criou programas para capacitação contínua em IA, como AcademIA e Líder Digital, democratizando o conhecimento entre colaboradores com diferentes níveis de especialização. A maturidade analítica avançou 16% em seis meses, e a governança de dados também apresentou crescimento significativo, refletindo o compromisso do BB com a integração ética, segura e estratégica da IA.
Em 2026, o foco segue no papel central das pessoas nas decisões, utilizando a IA para aumentar a eficiência e inovação dentro da organização.
Quem é o assassino na série Dele & Dela? Entenda o final
Dele & Dela é uma minissérie da Netflix lançada em janeiro de 2026, que narra um assassinato em uma pequena cidade através dos olhos da repórter Anna e do detetive Jack. A trama acompanha as diferentes interpretações dos acontecimentos e mantém o mistério sobre o verdadeiro culpado.
A história mostra Rachel, amiga de Anna, morta, e as suspeitas recaindo sobre Anna e Jack. Após outras mortes, uma carta revela que Alice, mãe de Anna, é a assassina. Ela buscava vingança por agressões contra Lexy, outra vítima, e simulou demência para fugir das suspeitas.
No final, Anna escolhe esconder a verdade, enquanto Jack e o público ficam com a suspeita de Lexy como culpada. A série termina deixando um mistério não totalmente esclarecido para todos.
Lançada em janeiro de 2026 pela Netflix, Dele & Dela é uma minissérie em seis episódios que explora um assassinato numa pequena cidade por meio dos olhares da repórter Anna (Tessa Thompson) e do detetive Jack (Jon Bernthal). A narrativa mostra como os mesmos fatos podem ter interpretações muito distintas, mantendo o mistério sobre o verdadeiro culpado.
O caso começa com a morte de Rachel, antiga amiga de Anna, que havia tido um relacionamento com Jack. Tanto a repórter quanto o detetive se tornam suspeitos enquanto tentam desvendar o crime. Quando Helen, outra amiga, é assassinada e seu corpo achado por Anna, as suspeitas sobre ela aumentam, enquanto Jack enfrenta desconfiança até por parte de sua parceira, Priya.
A sequência de assassinatos inclui a irmã de Jack, Zoe, e Anna passa a acreditar que Lexy, uma colega que sofria bullying das vítimas anteriores, seja a responsável. Depois de Lexy virar alvo das investigações e ser morta por Priya, uma carta escrita por Alice, mãe de Anna, revela que ela própria é a verdadeira assassina. Alice queria vingança pelas agressões sofridas por Lexy na juventude e encobriu os crimes, simulando demência para evitar suspeitas.
O desfecho mostra Anna compreendendo as ações da mãe, que não se arrepende, e opta por manter a verdade em segredo. Para Jack e o público, Lexy permanece como a principal suspeita, encerrando a série com um mistério não totalmente esclarecido para todos.
Pré-mercado: Investidores ficam cautelosos com resultados das empresas nos EUA
Na terça-feira (13), o JP Morgan Chase divulgou resultados que superaram as expectativas, mas o mercado reagiu negativamente devido à compra da divisão de cartões da Apple.
Investidores acompanham ainda fatores como tarifas comerciais, mão de obra escassa e inflação estável, que influenciam as projeções econômicas para os EUA.
O Federal Reserve deve manter as taxas de juros estáveis no início de 2026, enquanto o mercado observa dados econômicos que podem impactar futuras decisões e a pressão política sobre seu presidente.
Na terça-feira (13), o banco JP Morgan Chase anunciou resultados que superaram as expectativas, registrando lucro de US$ 5,23 por ação, contra uma previsão de US$ 4,92. No entanto, a reação do mercado foi negativa devido à recente aquisição da divisão de cartões de crédito da Apple pela instituição. Essa estreia do banco na temporada de balanços trouxe ceticismo aos investidores, que aguardam um crescimento projetado de 8,8% nos lucros do quarto trimestre, em relação a 2024.
Os investidores permanecem atentos ao impacto de fatores como tarifas comerciais, escassez de mão de obra qualificada e a inflação persistente, que podem influenciar os resultados econômicos dos Estados Unidos.
A inflação ao consumidor de dezembro, medida pelo Consumer Price Index (CPI), ficou em 0,3%, alinhada às projeções, mantendo o índice anual em 2,7%. Esse cenário reforça as expectativas de cortes nas taxas de juros para o segundo semestre de 2026, visto que as pressões inflacionárias permanecem sob controle.
O Federal Reserve (FED) deve manter as taxas de juros estáveis durante a maior parte do primeiro semestre, inclusive em sua reunião de janeiro, desde que a inflação e o crescimento econômico sigam consistentes. As atenções agora se voltam para os dados de preços ao produtor e as vendas no varejo, indicadores que influenciarão as decisões futuras do banco central.
No pré-mercado, as ações apresentam queda, refletindo a cautela diante da incerteza nos resultados corporativos e da pressão política contra Jerome Powell, presidente do FED.
A maioria das pessoas no Brasil acredita que mudanças climáticas afetam mais os outros
Pesquisas indicam que 65% das pessoas acreditam estar menos expostas aos riscos das mudanças climáticas do que outras. Esse fenômeno, chamado viés de otimismo, foi observado em diversos países e culturas.
O estudo analisou dados de mais de 70 mil participantes e revelou que a percepção do risco diminui conforme a comparação se amplia: da própria pessoa para grupos maiores, como o país e a humanidade.
Essa distorção pode dificultar ações sociais e políticas de combate ao aquecimento global. Entender essa percepção é essencial para melhorar o engajamento em medidas eficazes no Brasil.
Apesar dos impactos crescentes do aquecimento global, para a maioria das pessoas as mudanças climáticas ainda parecem ser um problema dos outros. Uma revisão publicada na Nature Sustainability revelou que 65% dos entrevistados acreditam estar menos expostos aos riscos climáticos do que outras pessoas, fenômeno conhecido como viés de otimismo.
A análise considerou dados de 83 estudos em 17 países, envolvendo mais de 70 mil participantes. O resultado mostrou que, independentemente da região, a maioria imagina que as consequências das alterações no clima tendem a atingir mais outras pessoas ou grupos do que a si mesmos. Essa percepção aumenta conforme o “outro” se torna mais abrangente, como a comparação com o país ou a humanidade.
Por outro lado, populações mais diretamente dependentes do clima, como fazendeiros na China e Coreia do Sul, apresentam menos essa tendência. Isso demonstra que o contato diário com os efeitos climáticos influencia a percepção do risco individual.
Esse distanciamento na percepção do perigo pode afetar as respostas sociais e políticas, tornando mais difícil implementar medidas eficazes para adaptar e mitigar os efeitos do aquecimento global. A pesquisa ressalta a importância de entender como as pessoas veem o problema para que estratégias sejam alinhadas, especialmente em regiões menos afetadas atualmente.
O viés observado não é exclusivo ao tema ambiental e é semelhante ao que ocorre em outros contextos, como no consumo de cigarro, quando as pessoas subestimam os riscos para si mesmas.
Compreender essa dinâmica é relevante para aprimorar o engajamento coletivo frente às mudanças que já estão acontecendo no planeta.
Tênis de grandes marcas com até 50% de desconto na Netshoes
A Netshoes está com promoções especiais na categoria de calçados esportivos e urbanos, oferecendo descontos de até 50% em modelos de marcas renomadas. A seleção inclui tênis para corrida, treino e uso casual, atendendo diversos estilos e necessidades.
Entre as marcas em destaque estão Adidas, Nike, Asics e Puma, com opções como o tênis Adidas Breaknet Feminino por R$199,99 e o Nike Air Max Excee Masculino a R$459,99. Também há modelos acessíveis para uso diário, além de calçados específicos para esportes, como chuteiras Umbro e Mizuno.
A promoção é válida enquanto durarem os estoques e a compra pode ser feita online com entrega em casa. Aproveite para garantir tênis de qualidade com preços reduzidos, ideais para treino ou conforto do dia a dia.
A Netshoes oferece uma série de descontos em seu catálogo, focado em calçados esportivos e urbanos. A promoção Top Marcas destaca tênis de marcas conhecidas com preços reduzidos, atraindo tanto atletas quanto quem busca conforto para o dia a dia. A variedade contempla modelos para treino, corrida, caminhada e uso casual, com até 50% de desconto por tempo limitado.
Dentre os produtos em destaque, estão tênis Nike, Adidas, Puma e Asics. Entre as opções, o tênis Adidas Breaknet Feminino – Off White está disponível por R$ 199,99, enquanto o tênis Nike Air Max Excee Masculino – Preto sai por R$ 459,99. Para quem prefere estilos casuais, o tênis Vizzano Casual Feminino aparece por R$ 85,49, e o tênis Kolosh Calce Fácil Feminino por R$ 119,99.
A promoção também inclui calçados específicos para esportes, como chuteiras Umbro e Mizuno. Além disso, modelos como o tênis Adidas Ultraboost 5 Masculino e o tênis Asics Gel Nimbus 27 Masculino estão com preços reduzidos, contemplando diversas necessidades e preferências.
Esses descontos são por tempo limitado e válidos enquanto durarem os estoques. A Netshoes, reconhecida no mercado brasileiro, garante a comodidade de comprar online e receber os produtos em casa.
Confira as opções indicadas e aproveite para garantir calçados para treino ou para o dia a dia a preços mais acessíveis.
Bitcoin ultrapassa US$ 95 mil e movimenta o mercado de criptomoedas nesta quarta-feira (14)
O bitcoin (BTC) chegou à casa dos US$ 95 mil após uma alta de mais de 3% em 24 horas, influenciando positivamente o mercado global de criptomoedas. Essa valorização foi motivada por dados de inflação nos EUA que geraram otimismo entre os investidores.
Outras criptomoedas também registraram ganhos significativos, como Ethereum e BNB. O mercado de futuros do bitcoin mostrou intensa movimentação, com liquidação de mais de US$ 500 milhões em posições apostando na queda das moedas digitais.
Analistas alertam para um cenário cauteloso no curto prazo devido à incerteza macroeconômica e expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve apenas para 2025. A volatilidade do setor permanece elevada enquanto os fatores econômicos não se definem.
O bitcoin (BTC) se aproxima da resistência na faixa dos US$ 95 mil após subir mais de 3% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas acompanha esse movimento positivo, impulsionado por resultados de inflação nos Estados Unidos dentro do esperado, que geram um clima de otimismo. Enquanto isso, as bolsas asiáticas fecharam com resultados variados, os principais índices europeus avançam e os futuros de Nova York operam com leve queda.
Nas últimas horas, diversas criptomoedas em destaque apresentaram variações expressivas. Ethereum (ETH) valorizou-se 5,26%, atingindo US$ 3.296,95, enquanto BNB subiu 2,59%. Outras moedas como XRP, Solana (SOL), Dogecoin (DOGE) e Cardano (ADA) também registraram ganhos em diferentes escalas.
O mercado de contratos futuros de bitcoin teve movimentação intensa, com mais de US$ 500 milhões em posições apostando na queda das criptomoedas sendo liquidadas recentemente. O volume de negociação de futuros na Binance superou US$ 25 trilhões, destacando o bitcoin como ativo principal. O recorde histórico de open interest para BTC foi de US$ 15 bilhões em 6 de outubro, mas vem caindo mais de 31%, atualmente em torno de US$ 10 bilhões, indicando menor risco sistêmico.
Guilherme Prado, da Bitget Brasil, observa que o mercado cripto está lateralizado há mais de 45 dias devido à incerteza macroeconômica. A expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve só para o final de 2025, aliado ao ritmo lento na convergência da inflação para a meta de 2%, mantém a liquidez global restrita e a volatilidade no setor.
O cenário de curto prazo permanece cauteloso até que os fatores macroeconômicos se definam.
Publicidade começa a aparecer em chatbots de IA e gera debates no Brasil
A partir de 2026, a publicidade começará a ser inserida em chatbots de inteligência artificial, como assistentes virtuais que oferecem descontos e promoções relacionadas às buscas dos usuários. Empresas como Google e OpenAI adotam essa medida com cautela, buscando não afetar a confiança dos usuários com anúncios invasivos.
Enquanto algumas companhias testam a inserção gradual de propagandas, a Meta usa dados dos usuários para segmentar anúncios fora dos chatbots, evitando interrupções diretas nas conversas. O principal desafio é monetizar os investimentos em IA sem prejudicar a experiência do usuário.
Espera-se que empresas menores adotem anúncios nos chatbots já em 2026, enquanto líderes do setor podem oferecer planos pagos para uso livre de publicidade. Essa medida visa manter a qualidade da interação e a confiança do público nas ferramentas de inteligência artificial.
Em 2026, a presença de publicidade começa a se expandir para chatbots de inteligência artificial, como o assistente AI Mode do Google. Esses anúncios aparecem em ofertas comerciais dentro das conversas, por exemplo, quando o usuário recebe um cupom de desconto relacionado ao tema pesquisado. A gigante Google destaca que esses cupons pagos não influenciam as respostas da IA, mas servem para oferecer promoções ligadas ao interesse dos usuários.
Além do Google, outras companhias envolvidas com IA, como a OpenAI, avaliam a introdução de anúncios em sistemas como o ChatGPT, mas com uma postura cautelosa para preservar a confiança dos usuários. A Meta, por sua vez, optou por usar dados compartilhados nos bots para segmentar publicidade no Instagram e Facebook, porém não exibe anúncios dentro do seu chatbot.
O desafio está em equilibrar a monetização dos investimentos em IA, que demandam recursos significativos, com a experiência do usuário, que pode rejeitar publicidade invasiva. Isso é ainda mais delicado porque chatbots atuam como espaços de conversa pessoal e confiável. Anúncios mal posicionados, como promoções em temas sensíveis ou interrupções inesperadas, podem afastar o público.
Especialistas indicam que empresas menores provavelmente adotarão a publicidade nos chatbots em 2026, enquanto líderes do setor testarão com cuidado até 2027. Também é prevista a oferta de assinaturas para quem quiser usar as IAs sem anúncios, garantindo uma experiência sem interrupções e mantendo a confiança construída com os usuários.
Fed perder independência? Riscos para a inflação e estabilidade financeira, diz Rehn
O presidente do Banco Central da Finlândia, Olli Rehn, alertou sobre os riscos de perda da independência do Federal Reserve (Fed). Segundo ele, essa interferência poderia elevar a inflação estrutural e comprometer a estabilidade financeira nos Estados Unidos.
Rehn destacou que a credibilidade dos mercados e dos títulos públicos americanos depende da autonomia do Fed. A intervenção política nessa independência pode afetar a confiança dos investidores e gerar desequilíbrios econômicos.
O alerta ocorre em um momento delicado, com discussões políticas envolvendo o banco central americano. A opinião de Rehn reforça a importância global da autonomia do Fed, fundamental para o controle da inflação e a segurança dos mercados financeiros.
O presidente do banco central finlandês, Olli Rehn, alertou que a perda de independência do Fed poderia elevar a inflação e ameaçar a estabilidade financeira nos Estados Unidos. Em entrevista à CNBC, Rehn destacou que qualquer interferência na autonomia do Federal Reserve levaria a um aumento estrutural da inflação.
Rehn reforçou que a credibilidade dos mercados financeiros e dos títulos americanos depende da manutenção dessa independência monetária. Segundo ele, ameaças ou ações contra essa autonomia podem comprometer a confiança dos investidores, afetando diretamente a estabilidade econômica do país.
Demonstrando solidariedade ao atual presidente do Fed, Jerome Powell, Rehn ressaltou que a independência do banco central é crucial para evitar desequilíbrios e preservar o bom funcionamento dos mercados financeiros dos EUA.
O alerta ocorre em meio a discussões sobre a relação do Federal Reserve com outras esferas políticas, o que pode gerar incertezas para os mercados. A autonomia do Fed tem sido tradicionalmente vista como um pilar para o controle da inflação e para a estabilidade financeira no país.
A manifestação de um nome ligado ao Banco Central Europeu reforça a importância global do tema, uma vez que decisões da autoridade monetária americana influenciam a economia mundial.
Especialistas acompanham de perto os desdobramentos para entender os impactos futuros sobre a política monetária dos EUA e sobre o panorama inflacionário internacional.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação