Infraestrutura Global de Data Centers Deve Movimentar US$ 3 Trilhões Até 2030
A infraestrutura global de data centers está projetada para movimentar cerca de US$ 3 trilhões até 2030, impulsionada pelo crescimento da inteligência artificial, nuvem e digitalização dos serviços. A construção física representa uma parcela significativa desse investimento, envolvendo obras civis e equipamentos.
Grandes empresas como Microsoft, Amazon e Google já assumiram contratos relevantes, garantindo parte do mercado e aumentando a dependência desses operadores. A expansão do setor também atrai investimentos diversificados, inclusive de bancos e fundos institucionais.
Os desafios incluem o aumento dos custos e o consumo elevado de eletricidade pelos centros de dados. Regionalmente, o crescimento se apresenta de forma desigual, com destaque para São Paulo como um hub importante na América Latina, beneficiado por incentivos locais e um mercado aquecido.
A infraestrutura global de data centers está prestes a movimentar cerca de US$ 3 trilhões (R$ 16,11 trilhões) até 2030, segundo levantamento da Moody’s Ratings. Esse investimento expressivo é impulsionado pelo crescimento da inteligência artificial, computação em nuvem e digitalização dos serviços em escala mundial.
Entre os valores previstos, a construção física dos centros deve representar entre US$ 700 bilhões e US$ 1 trilhão, cerca de um terço do total, englobando obras civis e sistemas. O restante será destinado a equipamentos e infraestrutura operacional. Empresas como Microsoft, Amazon, Google, Oracle e Meta já garantiram contratos significativos, reduzindo riscos de vacância mas aumentando a dependência desses grandes operadores.
O setor também tem captado investimentos diversificados, envolvendo bancos tradicionais, fundos institucionais e crédito privado, até na fase de construção dos data centers. Grandes provedores de nuvem investiram US$ 400 bilhões em 2025, com previsão de US$ 600 bilhões para 2027, refletindo a intensa expansão da capacidade.
Os desafios incluem o aumento dos custos de construção e operação, devido à alta demanda por mão de obra e equipamentos especializados. A Moody’s aponta que o consumo de eletricidade dos data centers pode alcançar 600 terawatts/hora em 2026, 14% acima do ano anterior.
A expansão ocorre de modo desigual: nos EUA, crescimento industrial; na Ásia e Pacífico, rapidez motivada por custos baixos; na Europa, avanço seletivo; e na América Latina, mercado maduro e aquecido, com destaque para São Paulo, visto como hub importante. No Brasil, incentivos como o regime ReData facilitam investimentos, embora temas regulatórios de IA complexifiquem o cenário.
Entenda o cenário econômico e comercial da China para 2026
A China encerrou 2025 com um superávit comercial acima de US$ 1 trilhão e crescimento do PIB de 5%, após enfrentar desafios como atritos comerciais e baixa demanda interna.
Para 2026, o país segue como um ator chave no comércio global, com destaque para sua força em manufatura, exportações diversificadas e avanço em setores como inteligência artificial e veículos elétricos.
Multinacionais precisam se adaptar à competição acirrada, focar em inovação e diferenciação para aproveitar as oportunidades na economia chinesa mais dinâmica e tecnológica.
Em 2025, a China enfrentou desafios com atritos comerciais e uma demanda interna fraca, mas encerrou o ano com um superávit comercial recorde acima de US$ 1 trilhão e crescimento do PIB estável em 5%. Para 2026, especialistas destacam que o país continuará sendo um ator importante no cenário global, apesar das incertezas tarifárias e do avanço dos concorrentes locais.
A economia chinesa mantém sua força na manufatura e nas cadeias de suprimentos, com exportações diversificadas principalmente para o Sul Global, incluindo a Asean, América Latina e África. Assim, a participação da China no comércio mundial permanece robusta, exigindo das multinacionais maior flexibilidade e capacidade de adaptação para competir.
No consumo, apesar da confiança baixa e do mercado imobiliário estagnado, os chineses seguem gastando em turismo, cultura e veículos elétricos, indicando um mercado que valoriza inovação e diversidade de ofertas. Marcas globais precisam apresentar propostas que despertem esse interesse, já que competir apenas por preço não é suficiente.
Além disso, o ambiente empresarial interno é marcado pela “involução”, uma competição acirrada que pressiona margens, enquanto o investimento desacelera após uma fase de superexpansão. Empresas que apostam em tecnologia, serviços e diferenciação de marca tendem a obter vantagem.
A China também cresce como investidora global, ampliando presença em mercados da América Latina, Oriente Médio e Europa, e seu setor de IA avançou rapidamente, com destaque para o modelo de código aberto da DeepSeek. Essa tecnologia tem potencial para remodelar a produtividade industrial e impulsionar o PIB até 2040.
Para negócios internacionais, estar pronto para lidar com a velocidade, custo e inovação chinesa será crucial para aproveitar as oportunidades no país no ano do cavalo.
Trump anuncia tarifa de 25% para países que mantêm comércio com o Irã; Brasil pode ser impactado
O presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos aplicarão uma tarifa de 25% sobre todos os negócios feitos com países que mantêm relações comerciais com o Irã. A medida tem efeito imediato e visa pressionar os parceiros comerciais da República Islâmica.
China, Índia, Emirados Árabes Unidos, Turquia e Brasil podem sofrer impactos. Em 2025, o Brasil importou cerca de US$ 84,5 milhões em produtos iranianos e exportou US$ 2,9 bilhões em commodities. A nova tarifa pode alterar significativamente as relações comerciais e cadeias globais.
Apesar da tensão, o Irã mantém canais de diálogo com Washington. Trump não descartou negociações ou uma ação militar relacionada aos protestos internos no Irã, cenário que complica ainda mais as relações diplomáticas e comerciais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que países que mantiverem relações comerciais com o Irã terão uma nova tarifa de 25% aplicada sobre todos os negócios feitos com os EUA. A medida foi anunciada na rede social Truth Social com validade imediata, deixando clara a intenção de pressionar os parceiros do Irã.
China, Índia, Emirados Árabes Unidos e Turquia estão entre os principais países que fazem comércio com a República Islâmica, e agora podem ser afetados por essa política tarifária. O Brasil também pode sentir impacto, visto que em 2025 importou cerca de US$ 84,5 milhões em produtos iranianos, entre ureia, pistache e uvas secas. As exportações brasileiras ao Irã, por sua vez, alcançaram aproximadamente US$ 2,9 bilhões, focadas em commodities agrícolas como milho, soja e açúcar.
Enquanto isso, o Irã declarou que mantém canais de comunicação abertos com Washington, apesar das tensões recentes provocadas pela repressão violenta a protestos internos. Trump chegou a mencionar a possibilidade de negociações com autoridades iranianas, mas também não descartou a opção de ação militar em resposta à situação dos protestos.
Esses desdobramentos indicam um cenário complexo para as relações comerciais e diplomáticas entre os Estados Unidos, Irã e seus parceiros comerciais, com a imposição da nova tarifa de 25% tendo potencial para alterar cadeias de comércio importantes.
Abercrombie & Fitch ajusta estratégia e mantém desempenho positivo mesmo após mudança no perfil dos modelos
A Abercrombie & Fitch enfrenta ajuste em sua previsão para o último trimestre, com queda de quase 20% nas ações após revisão do crescimento esperado das vendas e do lucro por ação. Essa mudança chamou atenção, já que os investidores estavam otimistas devido à recuperação gradual da marca.
A empresa tem se reposicionado sob nova liderança, substituindo o antigo foco em modelos extremamente sarados por um público mais amplo, especialmente millennials. A redução de lojas e o investimento em inovação fazem parte desse processo e ajudam a manter o desempenho mesmo diante das mudanças.
Com foco em expansão internacional e adaptação às demandas atuais, a Abercrombie segue investindo em tecnologia e aprimoramento dos produtos para consolidar sua presença global, apesar da volatilidade recente no mercado.
A Abercrombie & Fitch enfrenta uma volatilidade significativa na Bolsa após revisar sua previsão para o quarto trimestre. A ação da empresa caiu quase 20% no último pregão, após reajustar o crescimento esperado das vendas para 5% e o earning per share (EPS) entre US$ 3,50 e US$ 3,60, valores levemente inferiores às projeções anteriores. O ajuste financeiro, embora pequeno, surpreendeu investidores que vinham animados com a recuperação da marca.
Nos últimos meses, os papéis da Abercrombie subiram cerca de 80%, refletindo o otimismo gerado pela reestruturação financeira e de imagem da companhia. Esse processo, chamado de turnaround, começou após um período difícil, marcado por acusações contra o ex-CEO Mike Jeffries, desligado em 2014, e queda nas vendas. Jeffries, apesar de ter impulsionado a marca nos anos 1990, tinha uma abordagem controversa, focada em atrair perfis específicos de consumidores.
Desde 2017, sob a liderança de Fran Horowitz, a empresa passou a ouvir mais os clientes, ajustando seu posicionamento. A Abercrombie procura atender principalmente o público millennial, enquanto a Hollister foca nos adolescentes. Mudanças nos produtos, como a adoção de zíperes em jeans, contribuíram para o crescimento nas vendas de denim.
A redução de lojas, que diminuiu de 1.000 em 2010 para cerca de 700 em 2022, reforçou o reposicionamento da marca, com espaços mais cuidadosos e roupas menos marcadas por grandes logos. A estratégia também envolve expansão internacional, com foco nas cidades de Londres e Xangai, onde hoje o comércio global representa 20% dos negócios.
Horowitz ressalta que o turnaround é um processo contínuo e que a empresa seguirá investindo em inovação, incluindo o uso de inteligência artificial para produtividade.
Meta vai reduzir 10% do time do metaverso para focar em inteligência artificial
A Meta vai cortar cerca de 10% do time da Reality Labs, divisão responsável pelos projetos no metaverso, o que significa demissão de aproximadamente 1,5 mil funcionários. A empresa está redistribuindo foco e investimentos para áreas de inteligência artificial, aumentando o orçamento para 2026.
Os cortes atingem diretamente quem desenvolve os óculos Meta Quest e softwares ligados ao metaverso, que acumulam prejuízos desde 2021. A estratégia é controlar gastos para preservar recursos essenciais à pesquisa em IA, segundo orientações do CEO Mark Zuckerberg.
Apesar dos ajustes, os óculos inteligentes em parceria com a Ray-Ban continuam com sucesso, com mais de 2 milhões de unidades vendidas. A Meta reconhece desafios do mercado e promete manter seus projetos iniciais enquanto ajusta a produção conforme a demanda.
A Meta anunciou planos para cortar cerca de 10% da equipe da divisão Reality Labs, responsável pelos investimentos no metaverso. Com aproximadamente 15 mil funcionários, a redução deve atingir cerca de 1,5 mil trabalhadores. A decisão reflete uma mudança estratégica, já que a empresa foca agora em projetos de inteligência artificial (IA), área que terá aumento de orçamento em 2026.
Além do impacto no quadro da Reality Labs, que desenvolve os óculos Meta Quest e software relacionado, a Meta enfrenta prejuízos superiores a US$ 73 bilhões desde o lançamento dessa iniciativa em 2021. O executivo-chefe Mark Zuckerberg orientou os líderes a controlarem gastos ao longo do ano para garantir recursos para a pesquisa em IA.
O diretor de tecnologia Andrew Bosworth deve comunicar os funcionários durante uma reunião marcada para 14 de junho. Apesar dos cortes, os óculos inteligentes criados em parceria com a Ray-Ban, que incluem câmera e assistente pessoal com recursos de IA, não devem ser tão afetados devido ao sucesso do produto, que vendeu mais de 2 milhões de unidades.
A Meta admite resistência do mercado, consumidores e investidores ao metaverso, mas mantém o compromisso com suas iniciativas iniciais. A empresa também controla cuidadosamente a distribuição dos óculos Ray-Ban Meta enquanto ajusta sua produção para atender à demanda atual.
Tesouro Nacional projeta pico das despesas com precatórios fora da meta em 2028
O Tesouro Nacional projeta que as despesas com precatórios que ficam fora da meta fiscal alcançarão o pico em 2028, totalizando cerca de R$ 98,7 bilhões. Esses valores, que correspondem a dívidas judiciais do governo, devem começar a cair em 2029 e sumir até 2036.
Em 2026, a previsão é de déficit no resultado primário, seguido por recuperação e superávit a partir de 2028. A emenda constitucional aprovada excluiu os precatórios da meta fiscal, mas a incorporação dos valores deve ocorrer de forma gradual a partir de 2027, com aumento anual até 2036.
O relatório indica também que os gastos com precatórios devem atingir R$ 57,8 bilhões em 2024 e crescer até quase R$ 100 bilhões em 2027. Após isso, a previsão é de redução progressiva até o fim do ciclo em 2036.
O Tesouro Nacional projetou que os pagamentos com precatórios fora da meta fiscal devem alcançar o pico em 2028, totalizando R$ 98,7 bilhões. Esses valores, referentes a dívidas judiciais do governo, começarão a diminuir a partir de 2029 e tendem a desaparecer em 2036.
No próximo ano, as despesas previstas com precatórios ficam em R$ 57,8 bilhões. A emenda constitucional aprovada no ano passado excluiu esses pagamentos do cálculo do resultado primário, mas a incorporação gradual dos valores está prevista a partir de 2027, aumentando anualmente até sua total inclusão em 2036.
As previsões do Tesouro indicam que em 2027, os gastos com precatórios chegam a R$ 96 bilhões, caindo para R$ 91,3 bilhões em 2029 e R$ 21,6 bilhões em 2035, ano final dessa projeção fora do limite fiscal. O relatório também informa que a inclusão desses custos na meta fiscal será feita gradualmente, começando com 10% a mais ao ano a partir de 2027, até atingir 100% em 2036.
Quanto ao resultado primário, a expectativa é de um déficit de 0,2% do PIB em 2026 e 2027, com recuperação para superávit de 0,3% em 2028 e crescimento constante até alcançar 1% em 2033. O cenário considera crescimento médio anual do PIB real de 2,7% e aumento salarial nominal de 8,8%, além da redução gradual da Selic até 6,4% em 2031.
Entenda como o cérebro coordena as expressões faciais
Um estudo recente da Universidade Rockefeller mostra que o cérebro cria expressões faciais por meio da interação entre diversas regiões cerebrais. A pesquisa observou macacos para entender a atuação integrada do córtex motor cingulado, córtices motor primário e pré-motor, além do córtex somatossensorial.
As expressões faciais não são controladas separadamente pela emoção ou pelo movimento voluntário, mas por uma rede dinâmica que ajusta a resposta conforme o ritmo da expressão. Essa descoberta muda o entendimento tradicional da neurociência sobre emoções e movimentos.
Além de ampliar o conhecimento sobre o cérebro, o estudo pode contribuir para avanços em tecnologia assistiva, como interfaces cérebro-máquina, beneficiando pacientes com lesões neurológicas a se comunicarem de forma mais natural.
Um estudo recente publicado na revista Science revela como o cérebro cria expressões faciais, mostrando que diferentes regiões cerebrais trabalham juntas de forma integrada, e não separada entre emoção e movimento voluntário. Os pesquisadores do Laboratório de Sistemas Neurais da Universidade Rockefeller observaram a atuação dessas áreas em macacos, que possuem musculatura facial semelhante à humana.
As expressões são controladas por uma rede que envolve o córtex motor cingulado, os córtices motor primário e pré-motor e o córtex somatossensorial. Cada área contribui de forma diferente conforme o ritmo da expressão: as regiões laterais respondem rapidamente para ajustar movimentos finos, enquanto as áreas mediais apresentam uma resposta mais lenta para sustentar a expressão.
Essa descoberta mostra que o cérebro divide a execução das expressões faciais conforme a necessidade temporal, e não por categorias fixas como “emoção” ou “vontade”. Além disso, o estudo reforça que os sentimentos surgem da interação entre a percepção do outro e a resposta motora. Isso muda a visão tradicional da neurociência sobre como o cérebro processa emoções e movimento.
O que antes se acreditava ser controlado por circuitos independentes para movimentos voluntários e emocionais agora é entendido como uma rede dinâmica e flexível. A descoberta pode contribuir para o desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina mais eficientes, auxiliando pacientes com lesões cerebrais a se comunicarem de forma natural.
Novo Nordisk prevê pílulas representando mais de um terço do mercado global de GLP-1 até 2030
A Novo Nordisk projeta que as pílulas para tratamento com GLP-1 conquistarão mais de um terço do mercado global até 2030, superando a preferência até então por medicamentos injetáveis. Essa projeção indica uma mudança significativa na forma como os pacientes optam pelo tratamento da obesidade.
A empresa lançou uma versão oral do medicamento Wegovy, voltada para ampliar o acesso especialmente entre homens e pacientes jovens. Essa alternativa oral também atende a quem evita injeções e ainda não reconhece a obesidade como uma doença.
Com o apoio da inteligência artificial, a Novo Nordisk busca entender o comportamento dos pacientes para segmentar melhor o público-alvo. A expectativa é que a nova abordagem amplie o alcance dos tratamentos para obesidade, que têm alta demanda global.
A Novo Nordisk projeta que as pílulas poderão conquistar mais de um terço do mercado global de GLP-1 até 2030, superando estimativas anteriores que davam prioridade aos medicamentos injetáveis. Ludovic Helfgott, vice-presidente da empresa para estratégia de portfólio, comentou que o mercado de obesidade tem se mostrado mais voltado para o consumidor, com muitos pacientes aderindo ao tratamento por conta própria.
A empresa lançou recentemente uma versão oral do medicamento Wegovy, que deve ampliar o acesso dos tratamentos especialmente para grupos pouco representados, como homens e pacientes mais jovens. Helfgott destacou que a nova fórmula oral ajuda a atingir pessoas que ainda não reconhecem a obesidade como doença ou que evitam injetáveis, abrindo espaço para categorias além do alcance dos tratamentos tradicionais.
Embora analistas estimem que os comprimidos representarão até 10% desse mercado até 2030, a visão da Novo Nordisk é mais otimista, avaliando que a fatia pode avançar para mais de um terço. Com o auxílio de inteligência artificial, a empresa segmente novos usuários potenciais em vários grupos comportamentais, buscando compreender melhor as motivações para iniciar o tratamento com GLP-1.
Essa abordagem indica que o mercado de medicamentos orais para perda de peso pode ganhar espaço significativo nos próximos anos, ampliando o alcance dos tratamentos para obesidade, que tem crescente demanda no mundo todo.
Realme GT 8 Pro oferece câmera aprimorada, mas preço elevado no Brasil
O Realme GT 8 Pro traz melhorias significativas nas câmeras, feitas em parceria com a japonesa Ricoh, garantindo fotos com sombras mais intensas e cores naturais. Além disso, oferece tela OLED de 6,79″, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, bateria de 7.000 mAh e até 16 GB de RAM.
Visualmente, o modelo Dream Edition se destaca pela cor Aston Racing Green e moldura intercambiável das câmeras traseiras. O desempenho é adequado para jogos, graças à taxa de atualização de 144 Hz.
O preço inicial no Brasil, a partir de R$ 6.999, é mais elevado que concorrentes como o Galaxy S25 Ultra. Isso pode limitar a competitividade do smartphone, apesar do equilíbrio entre performance e qualidade das imagens.
A Realme GT 8 Pro chega oferecendo uma atualização significativa nas câmeras, desenvolvidas em parceria com a japonesa Ricoh, que garante fotos com sombras mais profundas e cores mais naturais. O smartphone mantém o hardware potente, com tela OLED de 6,79″, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, até 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, além de bateria de 7.000 mAh que suporta até 25 horas de uso intenso.
Visualmente, o aparelho se destaca pela edição Dream Edition com a cor Aston Racing Green, referência à equipe de Fórmula 1 Aston Martin, e pela possibilidade de trocar a moldura que envolve as câmeras traseiras. O desempenho é adequado para jogos e tarefas pesadas, graças à tela com taxa de atualização de 144 Hz.
Porém, o preço do GT 8 Pro no Brasil, a partir de R$ 6.999, contrasta com sua proposta inicial de oferecer custo-benefício. O valor supera o do Galaxy S25 Ultra, vendido em torno de R$ 5.999, invertendo o cenário visto na geração anterior, quando o GT 7 era cerca de 30% mais barato.
Esta elevação de preço pode estar relacionada ao uso do processador Snapdragon e ao aumento do custo da memória RAM, afetada pela demanda de datacenters de inteligência artificial. Apesar de não contar com zoom avançado como o Galaxy S25 Ultra ou o processamento do iPhone 16 Pro Max, o Realme GT 8 Pro mostra evolução no sistema fotográfico, alinhando-se melhor às demais qualidades do aparelho.
Assim, a marca chinesa entrega um smartphone com equilíbrio entre desempenho e qualidade de imagem, mesmo que o preço mais alto possa limitar sua competitividade no mercado atual.
Ibovespa e dólar fecham quase estáveis apesar da tensão nos EUA
O Ibovespa fechou praticamente estável aos 163.249 pontos, refletindo a cautela dos investidores diante da crise política nos Estados Unidos envolvendo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Apesar das ameaças de investigação criminal contra Powell pelo governo Trump, o mercado brasileiro não apresentou oscilações significativas.
O dólar teve leve alta de 0,11%, cotado a R$ 5,37, enquanto no mercado internacional a moeda americana caiu perante a maioria das outras divisas. A situação reforça a preocupação global com a autonomia do Fed e seus impactos econômicos.
Investidores acompanham atentamente os desdobramentos dessa tensão política, que pode influenciar a estabilidade dos mercados mundiais e o desempenho da economia brasileira nos próximos dias.
O Ibovespa encerrou esta segunda-feira, 12 de janeiro, praticamente estável, fechando aos 163.249 pontos. A estabilidade veio mesmo com a situação delicada nos Estados Unidos envolvendo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. O governo de Donald Trump ameaçou abrir uma investigação criminal contra Powell, gerando dúvidas sobre a independência da autoridade monetária americana.
Enquanto isso, o dólar teve alta leve de 0,11%, sendo cotado a R$ 5,37. No cenário internacional, a moeda norte-americana apresentou queda frente à maioria das outras divisas. Essa movimentação reflete a reação dos mercados globais à situação política e às incertezas envolvendo o Fed.
O Departamento de Justiça dos EUA emitiu intimações referentes a declarações feitas por Powell ao Congresso, especialmente sobre os custos acima do previsto de US$ 2,5 bilhões em uma reforma da sede do Fed em Washington. Esse episódio adicionou tensão aos mercados, mas o Ibovespa e o dólar mantiveram-se relativamente estáveis.
Diante desse cenário, os investidores observam de perto os desdobramentos dessa tensão, que podem influenciar a economia global e o desempenho das bolsas. A autonomia do Federal Reserve é um ponto-chave para a estabilidade financeira mundial, o que torna a situação atual relevante para economias e mercados ao redor do mundo.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação