Airbus entrega 793 aeronaves comerciais em 2025 com crescimento de 4% em relação a 2024
A Airbus entregou 793 aeronaves comerciais em 2025, com um crescimento de 4% em relação ao ano anterior. A maior parte das entregas foi da família A320, totalizando 607 unidades, seguida pelos modelos A220, A350 e A330. No ano, 91 clientes receberam seus pedidos, refletindo a demanda crescente no setor.
O total de pedidos comercializados pela Airbus chegou a cerca de mil unidades, elevando o estoque para 8.754 aeronaves, recorde para a empresa. O segmento de aviões de fuselagem larga também teve alta, com 1.124 pedidos, mostrando expansão em diversas categorias do mercado.
Apesar do cenário operacional desafiador, a Airbus manteve o ritmo de entregas e conquistou novos clientes para vários modelos, incluindo A220, A321XLR, A330neo e A350-1000. Os resultados financeiros de 2025 serão divulgados em fevereiro, detalhando o desempenho anual da fabricante.
A Airbus entregou 793 aeronaves comerciais em 2025, registrando um aumento de quase 4% em relação a 2024. O desempenho positivo reflete a demanda contínua no setor aeronáutico, com 91 clientes recebendo modelos variados. A família A320 dominou as entregas, com 607 unidades, seguida pelos modelos A220, A350 e A330.
Em 2025, a fabricante comercializou cerca de mil pedidos, elevando sua carteira de encomendas para um recorde de 8.754 aeronaves. Esse número representa o interesse constante do mercado pela diversidade de produtos da Airbus. Além disso, o segmento de aviões de fuselagem larga atingiu a marca inédita de 1.124 pedidos, indicando crescimento em diferentes categorias.
O ano marcou entregas relevantes e a entrada de novos operadores para os modelos A220, A321XLR, A330neo e A350-1000, abrangendo várias regiões. A Airbus destacou a continuidade do aumento nas entregas, apesar de um cenário operacional complexo e em evolução. Clientes antigos e novos fecharam negócios tanto para aeronaves de corredor único quanto para fuselagem larga.
Os resultados financeiros relativos a 2025 serão divulgados em 19 de fevereiro, momento em que a empresa apresentará um panorama completo do seu desempenho anual.
Participação minoritária no Golden State Warriors, o time mais valioso da NBA, é posta à venda por US$ 11 bilhões
Uma participação de 5% na Golden State Group, holding do Golden State Warriors, está à venda por cerca de US$ 11 bilhões. A fatia permite assento no conselho e acesso a privilégios nos jogos.
A holding administra o time masculino da NBA, o mais valioso da liga, além do time feminino, equipe da G League, a arena Chase Center e o complexo Thrive City.
A valorização acompanha o sucesso do time sob o comando de Stephen Curry, que conquistou quatro títulos desde 2015, elevando o valor da franquia a números recordes.
Uma fatia minoritária de 5% da Golden State Group (GSG), holding do time de basquete Golden State Warriors, está disponível para venda. Fontes próximas ao assunto estimam que a GSG valorize os Warriors em mais de US$ 11 bilhões. Essa participação inclui assento no conselho da empresa, acesso ao lounge de proprietários e entradas privilegiadas nos jogos.
A holding não apenas administra o time masculino, considerado o mais valioso da NBA e com maior receita da liga, mas também é dona do time feminino WNBA Valkyries, da equipe da NBA G League Santa Cruz Warriors, da arena Chase Center e do complexo Thrive City.
O banco Citigroup está atuando como assessor na negociação, enquanto a GSG mantém silêncio sobre o processo. Caso a venda seja concluída, ela se une a outras transações recentes no mercado de esportes americanos, como participações vendidas pela Monumental Sports & Entertainment e Maple Leaf Sports & Entertainment.
A valorização dos Warriors reflete a era de sucesso comandada pelo jogador Stephen Curry. Desde 2010, quando o time foi comprado por US$ 450 milhões por Joe Lacob e Peter Guber, o clube conquistou quatro campeonatos entre 2015 e 2022, o que elevou significativamente seu valor de mercado.
Nos últimos anos, equipes da NBA alcançaram valores recordes em suas negociações. O Los Angeles Lakers foi vendido por US$ 10 bilhões em 2023, enquanto o Boston Celtics, Portland Trailblazers e outros times também registraram vendas bilionárias.
Quando O Agente Secreto estará disponível no streaming no Brasil?
O filme brasileiro O Agente Secreto estreou nos cinemas em novembro de 2024 e já conquistou prêmios internacionais importantes. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, a obra retrata a vida na ditadura de 1977.
A estreia no streaming no Brasil deve acontecer somente depois da cerimônia do Oscar em março de 2026. A previsão inicial indica que o lançamento digital pode ocorrer na Globoplay, embora ainda não tenha plataforma confirmada.
O desempenho do filme no Oscar pode influenciar a data de disponibilidade online e a abertura para sessões extras nos cinemas. A expectativa é alta para que O Agente Secreto seja um dos principais concorrentes no streaming em 2026.
O Agente Secreto estreou em 6 de novembro nos cinemas brasileiros e já acumula prêmios internacionais, incluindo Melhor Filme Internacional no Critics Choice Awards e Globo de Ouro. Wagner Moura também recebeu o prêmio de Melhor Ator de Drama. O longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho, acompanha Marcello, um professor que deixa São Paulo para reconstruir a vida em Recife, mas enfrenta os desafios da ditadura de 1977.
A expectativa pelo lançamento de O Agente Secreto no streaming é alta, mas o acesso online só deve ocorrer após as premiações do Oscar 2026, previsto para 15 de março. A distribuição pelo serviço Vitrine Filmes não obedecerá o padrão habitual de venda e aluguel digital antes da estreia em plataformas por assinatura.
O desempenho do filme no Oscar pode alterar o cronograma de lançamentos. A lista oficial de selecionados será divulgada em 22 de janeiro de 2026, momento que pode incentivar sessões extras nos cinemas brasileiros, seguindo estratégia adotada por outros títulos indicados ao prêmio.
Apesar da ausência de uma plataforma exclusiva, a Globoplay surge como candidata provável para a estreia, baseada no histórico da distribuidora. Caso o longa esteja entre os indicados ou vença alguma categoria, um leilão de serviços pode definir seu destino digital.
Com 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e boa recepção internacional, O Agente Secreto representa forte concorrente no Oscar e espera-se que alcance o streaming somente após a cerimônia.
Trump lança programa de US$ 200 bilhões para tentar reduzir juros imobiliários nos EUA
O ex-presidente Donald Trump anunciou um programa de compra de títulos hipotecários avaliado em US$ 200 bilhões, visando reduzir os juros dos financiamentos imobiliários nos Estados Unidos. A medida busca aliviar os altos custos dos imóveis, atribuídos por Trump à inflação ligada à administração atual.
A ação será executada pela agência federal de financiamento imobiliário, por meio das entidades Fannie Mae e Freddie Mac, sem necessidade de aprovação do Congresso. Além disso, Trump anunciou restrições para impedir que grandes investidores comprem casas unifamiliares, estratégia que ele considera responsável pela elevação dos preços.
O programa pretende facilitar o acesso das famílias ao mercado imobiliário, enfrentando práticas que limitam a oferta e elevam os valores dos imóveis em diversas regiões.
O presidente Donald Trump anunciou um programa de compra de títulos hipotecários no valor de US$ 200 bilhões para tentar reduzir as taxas de juros dos financiamentos imobiliários nos Estados Unidos. A iniciativa busca aliviar o impacto dos altos preços dos imóveis, que Trump atribui à inflação elevada ligada à gestão do presidente Joe Biden e ao Congresso Democrata.
Segundo Trump, o programa visa baixar os juros dos financiamentos e, assim, diminuir os pagamentos mensais das famílias. A agência federal de financiamento imobiliário, sob a direção de Bill Pulte, indicada por Trump, será responsável pelas compras por meio das entidades Fannie Mae e Freddie Mac, sem precisar de autorização do Congresso. Pulte destacou que essa é uma ação para reverter os efeitos negativos da atual administração na acessibilidade do mercado imobiliário.
Além disso, Trump revelou que tomou medidas imediatas para impedir que grandes investidores institucionais adquiram novas casas unifamiliares, estratégia apontada por críticos como responsável por inflacionar os preços e diminuir a oferta de imóveis para compradores comuns. Ele pretende propor ao Congresso a formalização dessa restrição em lei.
Investidores institucionais têm comprado casas em larga escala para aluguel, o que, segundo especialistas do setor, contribui para o aumento dos valores imobiliários em várias regiões. A medida de Trump busca enfrentar essa dinâmica e tornar o mercado mais acessível para famílias americanas.
Fraudes cibernéticas são uma das principais ameaças globais, aponta relatório do Fórum Econômico Mundial
Um relatório do Fórum Econômico Mundial revelou que fraudes cibernéticas se tornaram uma das ameaças digitais mais comuns globalmente. Em 2025, 73% dos entrevistados foram afetados por golpes virtuais, superando preocupações como ransomware.
A inteligência artificial intensifica os riscos, com 94% dos líderes vendo a IA como fator chave para a segurança digital em 2026. A instabilidade geopolítica e vulnerabilidades nas cadeias de suprimentos aumentam os desafios para proteger dados e sistemas.
Especialistas recomendam cooperação entre governos, empresas e fornecedores para fortalecer a defesa digital, especialmente com o uso da IA e estratégias baseadas em confiança digital.
O relatório Global Cybersecurity Outlook 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Accenture, aponta que a fraude cibernética virou uma das ameaças mais generalizadas no cenário digital. A pesquisa indica que 73% dos entrevistados foram afetados ou conhecem alguém que sofreu golpes virtuais em 2025, colocando a fraude e o phishing à frente do ransomware entre as maiores preocupações dos CEOs.
Além disso, a inteligência artificial está acelerando os riscos de segurança com ameaças que cresceram significativamente, sobretudo vazamentos relacionados à IA generativa. Cerca de 94% dos líderes empresariais acreditam que a IA será o principal fator a moldar a cibersegurança em 2026, investindo mais em avaliações de segurança específicas para essa tecnologia.
A instabilidade geopolítica complica ainda mais a proteção digital, com 64% das organizações considerando ataques ligados a motivações políticas em suas estratégias de risco. Já as cadeias de suprimentos representam outra vulnerabilidade forte, destacada por 65% das grandes empresas como a principal barreira para a resiliência cibernética.
O relatório também destaca a desigualdade no fortalecimento contra ameaças: organizações menores e economias emergentes sentem mais a escassez de profissionais e recursos, o que amplia os riscos sistêmicos globais.
Para enfrentar esse cenário, especialistas defendem uma atuação coordenada entre governos, empresas e fornecedores de tecnologia, focada na construção coletiva de defesa baseada em IA e confiança digital.
Ex-assessora de Trump assume presidência do conselho da Meta
Dina Powell McCormick foi nomeada presidente do conselho da Meta, empresa responsável pelo Facebook e outras plataformas. Ela traz experiência do governo dos EUA, onde atuou como vice-assessora de Segurança Nacional no governo Trump, e do setor financeiro, com passagem no banco Goldman Sachs.
McCormick terá a missão de buscar financiamentos para investimentos da Meta em inteligência artificial, especialmente para a construção de data centers. A nomeação ocorre em um momento de forte investimento na área, com planos da empresa de aplicar bilhões em infraestrutura até 2025.
Essa mudança mostra a estratégia da Meta de fortalecer conexões com governos e investidores para expandir sua atuação em IA e se manter competitiva no mercado global.
A Meta anunciou a nomeação de Dina Powell McCormick como nova presidente do conselho, reforçando sua conexão com o governo republicano dos Estados Unidos. Ex-assessora do presidente Donald Trump, ela terá a missão de buscar financiamento para investimentos da Meta no setor de inteligência artificial, com foco especial na construção de data centers.
A experiência de Dina inclui atuação como vice-assessora de Segurança Nacional, responsável pelo Oriente Médio durante o governo Trump, além de passagens por cargos no governo George W. Bush e 16 anos no banco Goldman Sachs. Sua rede de contatos globais e o conhecimento em finanças são apontados como diferenciais para apoiar o crescimento da empresa nesta nova etapa.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, destacou que a atuação de McCormick é fundamental para conduzir as próximas fases da companhia em IA. Trump também definiu a escolha como positiva, reafirmando a confiança na profissional.
No fim de outubro, a Meta anunciou um investimento que pode chegar a US$ 72 bilhões (R$ 386,24 bilhões) em infraestrutura em 2025, incluindo planos para aumentar ainda mais o orçamento no ano seguinte. A aposta da empresa está alinhada ao ciclo intenso de gastos para ampliar as capacidades de inteligência artificial e manter a competitividade neste setor.
Essa movimentação evidencia a busca da Meta por alianças estratégicas para suportar a expansão dos seus projetos em IA, ao mesmo tempo em que reforça vínculos com setores governamentais influentes.
Águas-vivas dormem cerca de oito horas por dia mesmo sem cérebro
Pesquisadores da Universidade Bar-Ilan, em Israel, descobriram que águas-vivas dormem cerca de oito horas por dia, apesar de não possuírem cérebro. O estudo, publicado na revista Nature Communications, sugere que o sono é um comportamento presente desde os primeiros animais com neurônios.
Além das águas-vivas, anêmonas do mar também passam por ciclos de inatividade que equivalem a um terço do dia. Durante o sono, esses animais ampliam os processos de reparo do DNA, destacando a função protetora do descanso para suas células nervosas.
A descoberta reforça que o sono é um mecanismo biológico essencial para a saúde celular e pode ter surgido com a evolução dos primeiros sistemas nervosos, expandindo nossa compreensão sobre a importância do descanso na natureza.
Pesquisadores da Universidade Bar-Ilan, em Israel, comprovaram que águas-vivas, mesmo sem terem cérebro, dormem cerca de oito horas diárias. O estudo, publicado na revista Nature Communications, revela que esse padrão assemelha-se ao sono humano, sugerindo que o descanso surgiu com o aparecimento dos primeiros neurônios no reino animal.
Além das águas-vivas, anêmonas do mar também entram em período de inatividade, que equivale a um ciclo de sono e representa um terço do dia desses animais. A constatação amplia a ideia de que o sono é um mecanismo biológico presente desde os primórdios da evolução.
Durante o descanso, ocorre um aumento expressivo no processo de reparo do DNA dessas criaturas. Quando os cientistas expuseram os animais a radiação, que danifica o material genético, observaram um aumento no tempo de sono, reforçando a hipótese do sono como forma de proteger os neurônios e reparar o DNA.
Não se sabe se há outras funções relacionadas ao sono nesses animais, mas a pesquisa amplia o entendimento da importância biológica do descanso para sistemas nervosos espalhados e sem órgãos controladores centrais.
Esse estudo ajuda a esclarecer a origem do sono e a sua manutenção como um comportamento fundamental, que vai muito além do simples descanso, desde os primeiros seres vivos com células nervosas.
Strategy faz compra de US$ 1,2 bilhão em bitcoin e amplia reserva de criptomoedas
A Strategy realizou a maior compra de bitcoin em cinco meses, adquirindo cerca de 13.600 unidades, totalizando mais de US$ 1,2 bilhão. A empresa agora possui aproximadamente US$ 62,8 bilhões em bitcoin, consolidando-se como a maior Bitcoin Treasury Company do mundo.
A operação foi financiada pela emissão de 6,8 milhões de ações ordinárias e 119 milhões em ações preferenciais STRC para investidores conservadores. Apesar da compra, as ações da Strategy caíram 5,7% devido a incertezas no mercado e fatores políticos internacionais.
A Strategy anunciou a maior aquisição de bitcoin (BTC) em mais de cinco meses, comprando cerca de 13.600 unidades na última semana, somando mais de US$ 1,2 bilhão pelo valor atual. Com isso, a empresa passa a deter aproximadamente US$ 62,8 bilhões, o equivalente a 687.400 BTC, mantendo-se como a maior Bitcoin Treasury Company do mundo.
Essa compra foi financiada principalmente pela emissão de 6,8 milhões de ações ordinárias, que renderam US$ 1,1 bilhão. Além disso, a companhia lançou US$ 119 milhões em ações preferenciais STRC, direcionadas a investidores mais conservadores, conforme divulgado por Michael Saylor, cofundador e presidente executivo da empresa.
Contudo, as ações da Strategy recuaram cerca de 5,7% no começo do pregão, fechando próximo a US$ 157, em meio a incertezas do mercado relacionadas à independência do Federal Reserve e a possíveis impactos das investigações envolvendo Donald Trump.
O preço médio de aquisição do bitcoin pela Strategy agora é de US$ 75.300 por unidade. Investidores mostraram-se aliviados ao saber que a MSCI manteve a elegibilidade de companhias com forte exposição a criptomoedas em seus índices, adiando a decisão para fevereiro. Essa medida evita possíveis saídas bilionárias das ações da empresa, como alertado por analistas do JP Morgan.
O múltiplo sobre o valor patrimonial líquido da empresa (mNAV) estava em 1,03x no início da última segunda-feira. A Strategy segue reforçando sua postura de investimento em bitcoin, mesmo diante de desafios no mercado financeiro.
Alphabet, controladora do Google, alcança US$ 4 trilhões em valor de mercado pela primeira vez
As ações da Alphabet, empresa-mãe do Google, subiram 1% nesta segunda-feira (12), levando a companhia a alcançar um valor de mercado de US$ 4 trilhões pela primeira vez. Com esse feito, a empresa se junta a outras gigantes como Apple, Nvidia e Microsoft que ultrapassaram essa marca bilionária.
O crescimento recente se relaciona à parceira com a Apple, que escolheu a tecnologia Gemini, da Alphabet, para desenvolver modelos próprios de inteligência artificial. Além disso, a empresa tem lançado avanços tecnológicos importantes, como o chip Ironwood e a atualização Gemini 3.
Esses movimentos reforçam a posição da Alphabet no mercado global de tecnologia e inteligência artificial. O desempenho de 2025 inclui alta de 65%, destacando o potencial da empresa para os próximos anos, segundo analistas do setor.
As ações da Alphabet, empresa-mãe do Google, subiram cerca de 1% nesta segunda-feira (12), levando a companhia a alcançar um valor de mercado de US$ 4 trilhões pela primeira vez na história. Assim, a Alphabet se junta a Apple, Nvidia e Microsoft, as únicas empresas a ultrapassarem essa marca bilionária.
Esse crescimento ocorre pouco depois da Apple anunciar que escolheu o Gemini, tecnologia da Alphabet, como base para seus modelos próprios de inteligência artificial. Essa decisão deve influenciar diretamente a próxima versão da assistente virtual Siri.
A Alphabet tem investido significativamente em avanços tecnológicos. Em dezembro, o lançamento do Gemini 3 foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público. No mês anterior, a empresa lançou o Ironwood, chip personalizado de IA, uma alternativa ao produto da Nvidia.
O mercado respondeu positivamente a esses desenvolvimentos, e a Listada na bolsa americana fechou 2025 com alta de 65%, o maior crescimento da empresa desde 2009.
O banco Citi recomendou recentemente o Google como uma das principais opções do setor de internet para 2026. O analista Deepak Mathivanan destacou que a Alphabet e o potencial do Gemini ainda estão subestimados pelos investidores.
Com essas movimentações, a Alphabet reforça seu papel entre as gigantes da tecnologia e expande sua influência no mercado global de inteligência artificial.
Cloudflare é multada na Itália por não bloquear sites piratas e pode encerrar operações no país
A Cloudflare recebeu uma multa de 14,2 milhões de euros da autoridade italiana AGCOM por não bloquear o acesso a sites piratas usando seu serviço de DNS 1.1.1.1. A penalidade está baseada na lei Piracy Shield, destinada a proteger direitos autorais na Itália.
A empresa não cumpriu as ordens de bloqueio alegando riscos à infraestrutura que afeta bilhões de requisições diárias. O CEO criticou a multa e afirmou que ela viola valores democráticos. Entre as ameaças estão encerrar operações, suspender serviços e cancelar investimentos no país.
Apesar do tom firme, a Cloudflare busca diálogo com o governo italiano e autoridades americanas para avaliar impactos. O caso evidencia o conflito entre leis locais e a operação global de serviços digitais essenciais.
A Cloudflare foi multada em 14,2 milhões de euros na Itália por se recusar a bloquear o acesso a sites de pirataria usando seu serviço de DNS 1.1.1.1. A penalidade, imposta pela AGCOM, baseia-se na lei Piracy Shield, criada para proteger direitos autorais e combater a distribuição ilegal, permitindo multas de até 2% da receita anual. No caso da Cloudflare, a multa corresponde a 1% da receita.
Em fevereiro de 2025, a autoridade italiana determinou que a Cloudflare bloqueasse domínios e IPs associados à pirataria por meio do DNS. A empresa não cumpriu a ordem, alegando que essa ação prejudicaria sua infraestrutura, afetando cerca de 200 bilhões de requisições diárias, com impacto na latência e na resolução de DNS, além de risco para o acesso legítimo a sites.
No X, o CEO Matthew Prince criticou a decisão como “repugnante” e afirmou que a multa viola valores democráticos. Entre as possíveis reações estão a suspensão dos serviços de segurança cibernética para os Jogos Olímpicos de Inverno, o fim do suporte gratuito na Itália, o encerramento das operações locais e o cancelamento de futuros investimentos no país.
Apesar do tom firme, Prince disse que a Cloudflare está disposta a dialogar com o governo italiano e buscará conversas com autoridades americanas para avaliar os impactos da decisão. A situação exemplifica o conflito entre leis nacionais de direitos digitais e a operação global de tecnologias essenciais como os serviços de DNS.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação