6 filmes com Finn Wolfhard, o Mike de Stranger Things
Finn Wolfhard, famoso por seu papel como Mike na série Stranger Things, também tem uma carreira significativa no cinema. Nascido em Vancouver, o ator estreou em 2013 e desde então participou de vários filmes que destacam sua versatilidade.
Entre os seus trabalhos estão “Um Verão Infernal”, um thriller em um acampamento dos anos 1980, e “Quando Você Terminar de Salvar o Mundo”, um drama focado na trajetória de um jovem músico. Ele também estrelou “Ghostbusters: Mais Além” e dublou personagens em produções como “Pinóquio”.
Além disso, Finn se destaca no gênero de terror com “It: A Coisa” e sua sequência, filmes disponíveis em plataformas de streaming como HBO Max e Netflix. Essas produções mostram sua diversidade e aumento de reconhecimento no cinema.
Finn Wolfhard, conhecido por seu papel na série Stranger Things, tem se destacado também no cinema com uma variedade de trabalhos. O ator, nascido em 2002 em Vancouver, iniciou a carreira em 2013 com o curta Aftermath e ganhou reconhecimento ao interpretar Mike na série da Netflix, o que alavancou outras oportunidades.
Entre seus filmes está Um Verão Infernal, ambientado em um acampamento dos anos 1980, onde seu personagem Chris enfrenta uma ameaça mortal. O filme está disponível na HBO Max. Outro destaque é Quando Você Terminar de Salvar o Mundo (2022), no qual vive Ziggy, um jovem músico, explicando sua convivência com a mãe que cuida de vítimas de abuso doméstico. Esse longa pode ser comprado ou alugado em plataformas digitais.
Em Ghostbusters: Mais Além, Wolfhard interpreta Trevor, neto de um dos Caça-Fantasmas originais. O filme retrata a descoberta de segredos ligados à família e também está disponível para compra ou aluguel. Na fantasia A Lenda de Ochi (2025), ele vive Petro, irmão da protagonista que protege uma criatura mística; pode ser acessado digitalmente.
O ator também emprestou sua voz a Pavio em Pinóquio (2022), versão do clássico que está na Netflix. No gênero de terror, Wolfhard participou de It: A Coisa (2017) e seu segundo capítulo, interpretando Richie, figura central no enfrentamento contra a entidade Pennywise. Ambos estão na HBO Max, com o segundo também disponível na Netflix.
Brava Energia anuncia renúncia do CEO e novas mudanças na diretoria
Brava Energia confirmou a renúncia do CEO Décio Oddone, que permanecerá no cargo até 31 de janeiro de 2026 para garantir uma transição organizada. Richard Kovacs assume o comando da companhia a partir de 1º de fevereiro de 2026, deixando a presidência do conselho, onde Alexandre Cruz será o novo presidente.
O conselho destacou que a mudança visa manter a continuidade da estratégia de longo prazo, focada em disciplina financeira, segurança operacional e eficiência. Kovacs também permanecerá como membro do conselho após assumir o cargo máximo da Brava Energia.
Em desempenho recente, a empresa registrou crescimento na produção média diária de petróleo, atingindo 74,6 mil barris equivalentes em dezembro de 2026, resultado da normalização em campos estratégicos. A produção no ano cresceu 46% em relação a 2024, destacando o momento positivo e a estratégia sólida da companhia sob nova liderança.
A Brava Energia anunciou a renúncia de Décio Oddone ao cargo de diretor presidente (CEO), mantendo-o na função até 31 de janeiro de 2026 para garantir uma transição organizada. Richard Kovacs foi eleito para assumir o comando a partir de 1º de fevereiro de 2026, deixando a presidência do conselho, cargo que será ocupado por Alexandre Cruz.
O conselho destacou que a escolha de Kovacs visa manter a continuidade da estratégia de longo prazo da empresa, incluindo foco em disciplina de capital, segurança operacional e eficiência. Kovacs seguirá como membro do conselho após a posse na presidência da Brava.
No desempenho recente, a petrolífera registrou produção média diária de 74,6 mil barris de óleo equivalente (boe) em dezembro de 2026, avanço de 6% em relação ao mês anterior. Esse aumento é resultado da normalização da produção nos campos Atlanta e Papa-Terra, após manutenções, compensando paradas em Parque das Conchas e outras regiões, além da queda na demanda de gás em Manati.
Os dados indicam que, em dezembro de 2025, a Brava produziu 28,9 mil boe em terra e 45,6 mil boe no mar. O total médio diário no ano foi de 81,3 mil boe, um crescimento de 46% sobre 2024, com destaque para os campos Papa-Terra e Atlanta, que alcançaram os melhores resultados históricos em produção e eficiência.
Essas movimentações reforçam o momento da companhia no mercado de petróleo e gás, além de evidenciar a estratégia para a continuidade da operação sob nova liderança.
Fazenda em MT reduz R$ 1 milhão em custos graças ao 4G no campo
A Fazenda Conectada, em Água Boa (MT), utiliza a conectividade 4G para aprimorar a gestão agrícola e reduzir custos operacionais em cerca de R$ 1 milhão. Na safra 2024/25, essa estratégia resultou em produção de soja 10% maior que a temporada anterior, com rendimento acima das médias regional, estadual e nacional.
O uso integrado de máquinas conectadas e monitoramento em tempo real aumentou a eficiência do campo, reduziu o consumo de combustível em 32% e acelerou a colheita. Além disso, práticas de agricultura regenerativa diminuíram em 23,6% as emissões de CO2 por saca de soja, destacando o impacto ambiental positivo do projeto.
O sistema ainda ampliou o acesso à internet para mais de 25 mil moradores da região, beneficiando comunidades locais. Para as próximas safras, a fazenda planeja incluir drones e tecnologias de pulverização seletiva para manter o foco em inovação e sustentabilidade.
A Fazenda Conectada Case IH, localizada em Água Boa (MT), demonstra como a conectividade 4G impacta a produtividade e a economia no agronegócio. Nesta safra 2024/25, a produção de soja atingiu 14.054 toneladas, 10% acima da temporada anterior e com rendimento superior a médias regional, estadual e nacional. O avanço na gestão de dados e o uso integrado de tecnologias permitiram aumentar a eficiência e reduzir custos em cerca de R$ 1 milhão.
Essa propriedade, fruto da parceria entre a Case IH e a TIM, funciona como um laboratório comercial de agricultura digital desde 2021. São usadas máquinas conectadas, monitoramento em tempo real e análise contínua de dados, fatores que resultaram em ganho operacional, menor custo e rendimento elevado, mesmo com o cenário desafiador para produtores.
O projeto evoluiu também nas práticas de agricultura regenerativa, com controle inteligente no plantio e mapeamento aéreo, o que contribuiu para a redução de 23,6% nas emissões de CO₂ equivalente por saca de soja, segundo estudo da Agricef e Unicamp.
Além disso, houve mudanças na frota que diminuíram o uso de equipamentos, reduzindo manutenção e combustível. A colheita foi mais rápida e eficiente, com economia de 32% no consumo de combustível via monitoramento em tempo real. O uso do 4G foi fundamental para essas melhorias, viabilizando gestão integrada e ganhos reais na operação agrícola.
O sistema também ampliou a cobertura de internet para mais de 25 mil habitantes da região, beneficiando instituições locais. Para futuras safras, o projeto planeja incluir drones e pulverização seletiva, mantendo o foco em tecnologia e gestão inteligente no campo.
Via Forbes Brasil
12/01/2026 às 07:22 - Sem Categoria
Jerome Powell enfrenta ameaça criminal nos EUA e discute influência política sobre juros
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, recebeu uma intimação com ameaça de acusação criminal ligada a uma reforma na sede do Fed. Ele afirma que a ação seria retaliação política por ajustes nas taxas de juros, não alinhados aos interesses de Donald Trump.
Powell ressaltou seu compromisso com a estabilidade econômica e afirmou que mantém sua atuação independente de pressões políticas. Ele destacou a importância do mandato do Fed, focado em controlar a inflação e garantir o emprego.
No Brasil, o Ibovespa fechou em alta leve enquanto o dólar caiu. O cenário internacional permanece misto, com variações em bolsas e mercados globais influenciando as negociações locais.
O início da semana nos Estados Unidos trouxe notícias relevantes envolvendo o Federal Reserve. Jerome Powell, presidente do banco central, comunicou que o Departamento de Justiça enviou uma intimação acompanhada de uma ameaça de acusação criminal. A questão está ligada à reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do Fed, em Washington, e a declarações feitas por Powell em audiência no Congresso.
Embora o vídeo oficial do Fed desminta relação direta com o depoimento ou as obras, Powell afirmou que a ação reflete divergências sobre a política monetária adotada. Segundo ele, a ameaça seria uma reação às decisões do Fed de ajustar taxas de juros com base em análises técnicas, e não conforme desejos do presidente Donald Trump. O ex-presidente tem pressionado para reduções mais rápidas nos juros, mesmo com o banco central mostrando cautela diante da inflação e do mercado de trabalho.
Powell destacou sua trajetória atuando sob diferentes administrações, seja republicana ou democrata, e reafirmou o compromisso com a estabilidade econômica, independente de pressões políticas. Ele ressaltou que manterá sua função com foco no mandato do Fed, que envolve estabilidade de preços e pleno emprego.
No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 0,27%, enquanto o dólar recuou 0,43%, refletindo a movimentação dos mercados globais. Bolsas da Ásia apresentaram ganhos e futuros de Nova York operam em baixa. As commodities e criptomoedas também mostram variações, destacando um cenário de mercado misto nesta segunda-feira.
Google lança plataforma para integrar IA e facilitar compras online no varejo
O Google anunciou o Universal Commerce Protocol (UCP), uma plataforma que integra inteligência artificial para facilitar toda a jornada de compra, do planejamento ao pagamento com Google Pay. A novidade foi apresentada na NRF, principal feira global do varejo.
Em parceria com grandes varejistas como Shopify, Etsy e Walmart, o UCP permite que agentes de IA conversem e ofereçam recomendações e ofertas variadas sem sair da mesma interface. Isso pode transformar a experiência de compra, centralizando tudo em um único lugar.
O Google anunciou o Universal Commerce Protocol (UCP), uma plataforma aberta que vai permitir que o consumidor realize toda a compra usando a inteligência artificial Gemini, desde a busca até o pagamento pelo Google Pay. A novidade foi apresentada na NRF, principal feira global do varejo.
Desenvolvido em parceria com grandes varejistas como Shopify, Etsy, Wayfair, Target e Walmart, o UCP cria um padrão para que agentes de IA conversem entre si, eliminando a necessidade de integrações exclusivas para o comércio conversacional. O objetivo é facilitar recomendações, finalização da compra e atendimento pós-venda dentro da mesma interface.
Na prática, o consumidor poderá descrever o produto ideal ao Gemini e receber ofertas de diversas lojas conectadas ao UCP. Depois, concluirá o pagamento sem sair da plataforma. Segundo Sundar Pichai, CEO da Alphabet, em breve haverá um botão de compra diretamente nos serviços do Google.
A proposta surpreendeu varejistas brasileiros presentes no evento, já que empresas como Walmart e Target, concorrentes da Amazon, já embarcaram na iniciativa. Para especialistas, a mudança pode alterar o comportamento de compra nos EUA, onde o Google pode se tornar central na jornada do consumidor.
Pichai ressaltou que o UCP mantém o papel dos varejistas, permitindo estratégias como preços diferenciados e programas de fidelidade. O protocolo também foi desenvolvido para interagir com outros sistemas de IA e já conta com o apoio de 20 empresas. É uma aposta para popularizar o uso de agentes de IA no comércio.
Presidente do Fed revela intimação da Justiça dos EUA e denuncia pressão política
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, informou que o banco central dos EUA foi intimado pela Justiça americana, motivando uma investigação que pode levar a acusações criminais. Ele esclareceu que as ações não estão relacionadas ao seu depoimento ao Congresso ou às reformas no Fed.
Powell contestou a ideia de que as investigações visam seu trabalho e ressaltou que o principal desafio é manter a independência do Fed na definição das taxas de juros, livre de influências políticas e intimidações.
A situação agrava a relação entre o Fed e o governo Trump, que pressionava por cortes nos juros e tentou alterar a liderança do banco. O anúncio impactou mercados, com queda do dólar e alta no ouro, mas Powell reafirmou seu compromisso com o serviço público, mesmo diante das pressões.
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, revelou que o banco central dos EUA recebeu intimações de um grande júri emitidas pelo Departamento de Justiça, que podem resultar em acusações criminais devido a seu depoimento ao Congresso e reformas em andamento no Fed. Powell afirmou que essas ações não foram motivadas por seu testemunho ou pelos projetos.
Em comunicado, Powell negou que a iniciativa tenha relação com suas declarações ou obras na sede do banco e classificou como “desculpas” a ideia de que as investigações têm outro propósito. Ele destacou que a principal questão é se o Fed poderá continuar definindo as taxas de juros com base em análises e condições econômicas, ou se haverá influência política ou intimidação.
O cenário tensiona ainda mais a relação entre o presidente Donald Trump e o Fed, já que Trump busca cortes mais agressivos nos juros e tentou demitir um diretor do Fed, decisão que está sob avaliação judicial. A declaração de Powell aponta para pressões constantes do governo sobre a condução da política monetária.
Após a notícia, o dólar caiu frente às principais moedas, enquanto o ouro atingiu um recorde histórico. Os contratos futuros do índice S&P 500 também recuaram 0,3%. Powell afirmou que continuará a desempenhar seu papel com integridade e dedicação ao serviço público, apesar da pressão e ameaças.
Debate científico sobre os redemoinhos em ‘A Noite Estrelada’ de Van Gogh
A pintura ‘A Noite Estrelada’, de Vincent van Gogh, é alvo de debate entre cientistas sobre a presença de turbulência, um fenômeno físico. Um estudo recente sugere que as pinceladas da obra mostram padrões matemáticos desse movimento caótico comum em fluidos naturais.
No entanto, especialistas em física contestam essa interpretação, apontando erros conceituais e afirmando que a pintura representa formas artísticas, não fenômenos reais. Pesquisas com obras de outros artistas reforçam a dificuldade de associar padrões visuais à turbulência verdadeira.
Apesar disso, o estudo original defende que a análise revela a aplicação da lei da turbulência na arte, e outro pesquisador indica que a pintura pode conter assinaturas estatísticas parecidas com a turbulência sem representar fluxo físico real. A controvérsia expõe a complexidade da relação entre arte e ciência.
A Noite Estrelada, pintura de Vincent van Gogh, virou tema de debate entre cientistas sobre a presença de um fenômeno físico chamado turbulência. Em 2024, um estudo de pesquisadores chineses e franceses afirmou que as pinceladas da obra mostrariam padrões desse fluxo caótico, comum em fluidos naturais. A análise identificou esses padrões com base em leis matemáticas da mecânica dos fluidos.
Contudo, especialistas em física de fluidos contestaram a pesquisa. James Riley, da Universidade de Washington, classificou o artigo como inadequado e publicou críticas detalhadas, apontando erros conceituais na interpretação dos dados. Outros artigos reforçaram a ideia de que a pintura não representa fenômenos reais, apenas formas artísticas que não podem ser analisadas como processos físicos.
Um estudo adicional analisou uma obra do pintor francês Edgar Degas e encontrou padrões semelhantes às pinceladas de Van Gogh, apesar da falta de semelhança com fenômenos naturais turbulentos. Isso dificultou a associação direta entre as características visuais e a presença real de turbulência.
Embora reconheçam que a pintura não é um experimento científico, os autores do estudo original afirmam que a análise rigorosa revela a aplicação da lei de escala da turbulência observada no quadro. A discussão evidencia como a ciência se desenvolve, com debates que aprimoram o conhecimento, inclusive sobre interpretações artísticas.
Para o físico José Luis Aragón, outra abordagem usando a análise do brilho das pinceladas sugere que a pintura pode transmitir assinaturas estatísticas próximas da turbulência, embora ele reconheça que não há fluxo físico real no quadro.
Essa controvérsia entre arte e ciência mostra como diferentes metodologias podem levar a conclusões distintas, ilustrando a complexidade da relação entre representações visuais e fenômenos naturais.
Nova Zelândia permite compra de imóveis para investidores que aplicarem R$ 15 milhões
O governo da Nova Zelândia anunciou a flexibilização das regras para estrangeiros comprarem imóveis, após sete anos de restrições. Investidores que aplicarem pelo menos NZ$ 5 milhões (cerca de R$ 15,35 milhões) poderão adquirir propriedades e obter residência no país.
Essa mudança faz parte do programa Active Investor Plus, que requer aporte financeiro ao longo de três anos. A medida vale apenas para imóveis de alto valor, localizados em áreas turísticas, protegendo o mercado imobiliário local.
A iniciativa atraiu quase 500 candidaturas, com forte interesse dos Estados Unidos e da China. O país reforça seu apelo para investidores globais ao equilibrar a atração de capital e a proteção do mercado imobiliário.
O governo da Nova Zelândia anunciou uma flexibilização nas regras para compra de imóveis por estrangeiros, após sete anos de restrições. Investidores que aportarem no mínimo NZ$ 5 milhões, cerca de R$ 15,35 milhões, poderão adquirir propriedades e obter residência no país.
Essa medida, prevista para entrar em vigor no início de 2026, integra o programa de visto Active Investor Plus, que exige aporte ao longo de três anos. A flexibilização se aplica apenas a imóveis de alto valor, praticamente excluindo propriedades rurais e terras agrícolas.
Para o primeiro-ministro Christopher Luxon, a iniciativa busca um equilíbrio entre atrair capital internacional e proteger o mercado imobiliário local. Imóveis avaliados em pelo menos NZ$ 5 milhões representam menos de 1% do estoque residencial da Nova Zelândia, sendo localizados em áreas turísticas como Queenstown, conhecida por paisagens naturais e opções de lazer sofisticadas.
O programa já despertou interesse significativo, com quase 500 candidaturas e mais de NZ$ 770 milhões comprometidos até dezembro. Investidores dos Estados Unidos lideram as inscrições, seguidos por chineses.
A Nova Zelândia destaca-se em rankings de qualidade de vida e estabilidade, fatores valorizados por investidores de alta renda. A abertura é seletiva, focada em atrair capitais substanciais para ativos imobiliários exclusivos, reforçando o apelo do país para investidores globais com alto patrimônio.
Brasil é mercado-chave para inovação do TikTok, diz diretor da rede social
O Brasil se destaca como um mercado estratégico para o TikTok, principalmente no desenvolvimento de produtos voltados para criadores e marcas. Segundo Thomas King, diretor da rede social, o país é um dos poucos onde muitas inovações globais têm início devido ao grande interesse local.
Entre as soluções destacadas está o Creator Content Adscale, que conecta marcas a milhares de criadores, permitindo que escolham as melhores propostas de conteúdo, remuneradas conforme o desempenho. Também há o TikTok Creative Exchange, marketplace que facilita a criação de campanhas alinhadas aos objetivos comerciais.
Essas iniciativas mostram como o TikTok estreita a relação entre marcas e criadores, ampliando a produção de conteúdo relevante. Além disso, a plataforma permite a formação de grupos privados para capacitar vendedores e revendedoras que possam gerar conteúdos pagos, especialmente no setor de beleza.
O mercado brasileiro tem ganhado destaque como uma área estratégica para o TikTok, especialmente no desenvolvimento de produtos voltados para criadores de conteúdo e marcas. Thomas King, Head of Creative Product, Marketing and Ops na América Latina, destaca que o Brasil é um dos poucos mercados globais onde muitas iniciativas da rede social começam devido ao interesse local em inovação e soluções criativas.
Entre as ferramentas criadas para favorecer a interação entre marcas e criadores está o Creator Content Adscale, que permite que marcas submetam um briefing acessível a milhares de criadores na plataforma TikTok One. Esses criadores então enviam suas propostas, das quais as marcas escolhem as mais adequadas, recebendo pagamento proporcional ao desempenho.
Outra solução mencionada é o TikTok Creative Exchange (TTCX), um marketplace que conecta marcas com parceiros criativos capacitados para desenvolver conteúdos alinhados com objetivos de campanhas. A plataforma conta com mais de 25 parceiros que atuam desde o roteiro até a entrega final do conteúdo.
Além disso, o TikTok permite a criação de um pool privado na TikTok One para que marcas possam treinar seus próprios stakeholders e vendedores para gerar conteúdo. Isso possibilita, por exemplo, que revendedoras do setor de beleza se tornem criadoras remuneradas, contribuindo para a divulgação de produtos diretamente ao público-alvo.
Essas iniciativas evidenciam como o TikTok busca estreitar a relação entre marcas e criadores, alinhando interesses e estimulando a produção de conteúdo relevante dentro do ecossistema da rede social.
Marcas próprias no varejo brasileiro ganham espaço além do preço baixo
Marcas próprias deixaram de ser apenas um diferencial para virar estratégia essencial no varejo brasileiro, abrangendo supermercados e farmácias regionais. O segmento movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano, com produtos variados como fraldas e cápsulas de café, que ajudam a fidelizar clientes e ampliar margens.
Associações como a Assifarma, com 1.200 lojas, e empresas como Intercron impulsionam o desenvolvimento das marcas exclusivas, projetando faturamento bilionário para os próximos anos. Grandes redes já contam com fatias expressivas de receita vindas dessas marcas, como Carrefour e RD Saúde.
Apesar do crescimento, o principal desafio segue sendo a confiança do consumidor em relação às marcas próprias. O mercado brasileiro aposta agora na qualidade, tecnologia e escala para transformar ainda mais o varejo, acompanhando tendências globais, especialmente no setor alimentício e têxtil.
Ter marca própria já não é diferencial, mas exigência para supermercados e farmácias que buscam se destacar no mercado. Essa estratégia, antes comum apenas em grandes redes, vem ganhando espaço em estabelecimentos regionais, movimentando mais de R$ 100 bilhões anualmente. Produtos variados, como fraldas, algodão para curativos e cápsulas de café, têm sido uma aposta para fidelizar clientes e aumentar margens.
Na Assifarma, associação que integra 12 grupos com 1.200 lojas, a empresa Intercron desenvolve marcas exclusivas e projeta faturar R$ 1 bilhão em 2025. A Intercron oferece mais de 1.200 itens, incluindo produtos diferenciados, como cremes com peptídeos, facilitando a entrada de redes menores no mercado com custos reduzidos.
Grandes redes já apresentam fatias expressivas de seu faturamento com marcas próprias. A RD Saúde, líder no setor farmacêutico, alcançou R$ 1,7 bilhão em vendas de seus rótulos no último ano. No varejo alimentar, o Carrefour Brasil reporta 24,7% das vendas em produtos próprios, com crescimento acelerado desde 2023.
Nos Estados Unidos, a força das marcas próprias supera gigantes como Unilever e Pepsico. No Brasil, o segmento ainda representa fatias menores, porém registra crescimento, principalmente no varejo alimentar e têxtil, onde marcas próprias já faturam R$ 150 bilhões, sendo R$ 110 bilhões do setor de vestuário.
O desafio para o avanço maior está na confiança do consumidor, ainda fiel a marcas tradicionais. No entanto, o mercado se prepara para expandir com qualidade, tecnologia e escala, refletindo uma transformação importante no varejo brasileiro.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação