Conheça os livros que inspiraram a série Rivalidade Ardente da HBO Max
Rivalidade Ardente é uma série canadense que mistura drama esportivo e romance, baseada no universo do hóquei profissional. A trama foca na relação secreta entre os jogadores Shane Hollander e Ilya Rozanov, que são rivais em público, mas vivem um romance intenso longe dos holofotes.
A série estreia no Brasil pela HBO Max em fevereiro de 2026, trazendo histórias que exploram temas como identidade, masculinidade e a pressão da fama. Os livros que inspiram a produção fazem parte da série Game Changers, escrita por Rachel Reid, que acompanha diferentes casais e desafios no mundo do esporte.
Além do romance e rivalidade, a narrativa destaca questões profundas de autodescoberta e exposição, abordando a tensão entre vida pública e privada dos atletas. A saga literária e a série oferecem uma visão complexa sobre amor, competição e recomeços.
Após fazer sucesso entre fãs de romance e drama esportivo na América do Norte, Rivalidade Ardente será lançada no Brasil pela HBO Max em fevereiro de 2026, ainda sem data exata ou definição se terá estreia semanal ou todos os episódios de uma vez.
Produzida no Canadá para a plataforma Crave, a série combina rivalidade no hóquei, bastidores da fama, autodescoberta e um romance secreto entre os jogadores Shane Hollander e Ilya Rozanov. Eles são rivais em público, mas mantêm um relacionamento intenso longe dos holofotes, vivenciando a pressão de uma liga que exige masculinidade padrão.
A narrativa se destaca por abordar temas como identidade e exposição, mostrando como a disputa esportiva alimenta a imagem de inimigos no rinque. Rivalidade Ardente é baseada no segundo livro da série Game Changers, escrita por Rachel Reid, que explora diferentes casais dentro desse universo do hóquei profissional, criando conexões e recorrências nas histórias.
Para quem preferir, os leitores podem mergulhar desde o primeiro volume, que apresenta o casal Scott Hunter e Kip Grady, lidando com a tensão entre amor e imagem pública. A saga segue explorando temas como recomeço, reabilitação da reputação e desafios emocionais, até o fechamento com o último livro, onde Shane e Ilya enfrentam a questão de manter o amor oculto.
A estreia no Brasil ocorre em um momento em que a HBO Max renova seu catálogo com produções variadas, alinhando-se ao interesse crescente por histórias que misturam romance e drama esportivo.
Walmart e Alphabet lançam compras assistidas por IA na plataforma Gemini
O Walmart firmou parceria com a Alphabet para oferecer compras assistidas por inteligência artificial na plataforma Gemini, desenvolvida pelo Google. A novidade permitirá que usuários façam pedidos pelo navegador ou aplicativo, acessando produtos do Walmart e Sam’s Club.
A funcionalidade será lançada nos próximos meses e contemplará diversas categorias, como eletrônicos, roupas e artigos de consumo. A IA irá sugerir produtos personalizados e ajudar em consultas que não estejam diretamente relacionadas a compras.
Por enquanto, alimentos frescos e congelados ficam fora da experiência, mas a previsão é de expansão gradual. A iniciativa faz parte de uma tendência maior no varejo para integrar IA e oferecer mais autonomia e personalização aos consumidores.
A rede varejista Walmart firmou uma parceria com a Alphabet para integrar compras assistidas por IA na plataforma Gemini, desenvolvida pelo Google. A novidade visa permitir que usuários façam compras diretamente pelo navegador ou aplicativo da Gemini, com acesso a produtos disponíveis no Walmart e Sam’s Club.
Segundo David Guggina, diretor de e-commerce do Walmart nos EUA, a funcionalidade chega nos próximos meses, contemplando diversas categorias, como roupas, eletrônicos, artigos de consumo e entretenimento. Os pedidos serão processados pela Walmart.
O diferencial está na interação por IA: os clientes poderão receber sugestões personalizadas, como recomendações de tênis de corrida, com possibilidade de compra imediata. Ainda, a Gemini interpretará consultas não diretamente relacionadas a compras, apontando, por exemplo, produtos que auxiliem na resolução de problemas indicados pelo usuário.
Por enquanto, alimentos frescos e congelados não estarão disponíveis nessa experiência, que deve expandir para incluir mais itens com o tempo. O uso da IA tem crescido no varejo para facilitar pesquisas e comparações, e o Walmart também mantém uma colaboração inicial com a OpenAI para compras via ChatGPT.
Além do Walmart, outras grandes redes, como a Target, também investem em parcerias com IA para melhorar a experiência do consumidor e processos internos. A intenção é que a tecnologia transforme todo o ecossistema de compras e cadeia produtiva, tornando tudo mais automatizado e personalizado.
Excesso de vídeos curtos pode prejudicar a saúde dos olhos, diz estudo
Um estudo recente na Índia mostrou que assistir muitos vídeos curtos em redes sociais pode provocar fadiga ocular digital maior que outras atividades, como leitura de e-books. Isso ocorre porque os olhos piscam menos e as pupilas oscilam mais, sinais claros de cansaço.
A pesquisa acompanhou jovens durante uma hora com equipamentos que mediram a frequência de piscadas e variações nas pupilas. Foi constatado ressecamento e desconforto, sintomas da chamada astenopia, causada pelo uso intenso de vídeos rápidos.
Com o aumento do uso de smartphones no Brasil, recomenda-se a regra 20-20-20 para evitar danos: fazer pausas frequentes, ajustar o brilho da tela e piscar mais. Essas ações ajudam a reduzir o desgaste e proteger a visão a longo prazo.
Um estudo recente realizado na Índia apontou que consumir muitos vídeos curtos e dinâmicos, como os populares em redes sociais, pode causar efeitos negativos para a saúde dos olhos. Essa forma de consumo provoca maior fadiga ocular digital em comparação com a leitura de e-books ou a visualização de vídeos mais longos. Os pesquisadores observaram que os olhos piscam menos e as pupilas sofrem mais oscilações ao assistir a conteúdos rápidos, indicadores claros de cansaço visual.
O experimento acompanhou jovens adultos por uma hora com um sistema portátil que mediu a frequência de piscadas e o diâmetro da pupila, sem interferir no uso natural do celular. Enquanto a taxa de piscadas caiu significativamente durante todas as atividades, as variações no tamanho da pupila foram mais intensas nos vídeos curtos. Isso favorece o ressecamento ocular e o desconforto, sintomas comuns da chamada astenopia, ou fadiga ocular.
O efeito do uso excessivo das telas, especialmente para esse tipo de vídeo, pode gerar ardor, visão embaçada e dor de cabeça. A longo prazo, pode agravar condições como olho seco e acelerar problemas como a miopia em crianças, que também são mais sensíveis ao impacto digital. Para proteger a visão, especialistas recomendam seguir a regra 20-20-20: pausar a cada 20 minutos, olhando para um ponto a cerca de seis metros por 20 segundos, além de ajustar o brilho da tela e piscar com mais frequência.
Com a adesão crescente ao uso de smartphones, que atingiu 88,9% da população brasileira com 10 anos ou mais em 2024, os cuidados com a saúde visual se tornam essenciais para evitar sintomas e transtornos mais sérios associados ao consumo intenso de mídias digitais.
O futuro das viagens no Brasil: IA, chatbots e realidade virtual
O setor de viagens vive uma transformação impulsionada por tecnologias como inteligência artificial, automação e realidade virtual. Essas inovações estão mudando desde o planejamento das viagens até a experiência durante a estadia, com agentes virtuais e dispositivos inteligentes que personalizam serviços.
Em hotéis e aeroportos brasileiros, soluções como chatbots e robôs facilitam processos, enquanto a realidade virtual permite explorar destinos antes da viagem. Além disso, a sustentabilidade ganha espaço com tecnologias que reduzem impactos ambientais, mostrando um futuro turístico mais conectado e consciente.
O futuro das viagens está sendo redesenhado por tecnologias como inteligência artificial, automação e experiências digitais imersivas, que transformam desde o planejamento até a estadia. Em 2026, agentes de IA possibilitam um suporte ao cliente ativo, ajustando roteiros em tempo real e personalizando serviços, como demonstra a assistente virtual Hallie no aeroporto de Heathrow, que resolve a maioria das demandas sem intervenção humana.
A automação incrementa a experiência em hotéis por meio de robôs, Internet das Coisas (IoT) e análise preditiva, com redes como Marriott e Accor adotando sistemas que antecipam preferências e facilitam check-ins com biometria. Até mesmo o serviço de quarto pode ser realizado por robôs em algumas localizações.
Outra inovação é a aplicação da realidade virtual e aumentada, que permite aos viajantes explorar hotéis, cruzeiros e destinos com antecipação, integrando a visualização 3D às plataformas de reservas, o que torna o planejamento mais envolvente e informativo.
Além disso, o marketing no turismo passa a se adaptar à popularização da IA generativa, como o ChatGPT, que auxilia usuários na criação de roteiros e tradução, exigindo mudanças nas estratégias tradicionais para garantir presença nas recomendações automatizadas.
A busca pela sustentabilidade também ganha força, com as tecnologias focando em reduzir emissões, minimizar desperdícios e otimizar rotas aéreas, enquanto agregadores destacam opções ambientalmente responsáveis para os consumidores.
Essas transformações indicam que o setor de viagens e turismo em 2026 estará cada vez mais conectado a tecnologias inteligentes, proporcionando experiências mais fluidas, personalizadas e sustentáveis.
Abimaq alerta para riscos do acordo Mercosul-União Europeia na indústria de transformação
O presidente executivo da Abimaq, José Velloso, afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, apesar de beneficiar o agronegócio e o consumidor, representa riscos para a indústria de transformação brasileira.
Ele destacou que os custos altos de produção e um ambiente econômico desfavorável tornam difícil competir com os produtos europeus no mercado nacional. Velloso enfatiza a necessidade de reformas para melhorar a competitividade da indústria.
Para aproveitar os benefícios do acordo, o país precisa investir em melhorias econômicas e reduzir custos produtivos. Sem essas ações, a indústria pode ser prejudicada pela maior concorrência externa.
O presidente executivo da Abimaq, José Velloso, apontou que o acordo Mercosul-UE, previsto para assinatura no próximo sábado, oferece benefícios para o consumidor final e para o agronegócio brasileiro. No entanto, ele destaca que o pacto traz riscos para a indústria de transformação do país. Isso porque a abertura do mercado para concorrentes europeus pode tornar o cenário competitivo mais desafiador para a indústria nacional.
Segundo Velloso, o Brasil enfrenta custos elevados de produção, causados por impostos, juros altos e um ambiente de negócios pouco favorável. Essas condições dificultam a competitividade do setor industrial diante das vantagens do mercado europeu decorrentes do acordo. Para minimizar os impactos, o presidente da Abimaq defende que o país deve focar em corrigir essas deficiências e melhorar a situação macroeconômica.
Ele destaca que somente com esses ajustes a indústria de transformação terá condições de tirar proveito do acordo para acessar o mercado europeu de forma efetiva. Caso contrário, a entrada de produtos estrangeiros poderá prejudicar o setor, apesar dos ganhos observados no agronegócio e para os consumidores.
O acordo entre Mercosul e União Europeia abre novas possibilidades para o comércio, mas ressalta a necessidade de investimento interno para fortalecer a indústria brasileira e evitar que a iniciativa seja uma desvantagem competitiva. Melhorar o ambiente econômico e reduzir o custo produtivo são passos essenciais para que todos os setores aproveitem as oportunidades internacionais.
Gigabyte lança quatro novos monitores com inteligência artificial na CES 2026
A Gigabyte lançou quatro novos monitores OLED na CES 2026 focados em gamers e entusiastas. Eles trazem recursos de inteligência artificial que ajustam automaticamente brilho, contraste e gama para diferentes conteúdos, como jogos e filmes.
Essa tecnologia promove experiências visuais mais confortáveis, reduzindo a fadiga, graças ao modo AI Picture. Além disso, os painéis suportam até 360 Hz e contam com melhorias especiais para ambientes claros e escuros.
Os modelos usam tecnologia avançada para aumentar o brilho e a definição da tela sem perder qualidade. Ainda não há informações sobre preços ou disponibilidade no Brasil.
A Gigabyte revelou na CES 2026 quatro novos monitores OLED voltados para jogadores e entusiastas, destacando a aplicação de inteligência artificial para otimizar a qualidade da imagem conforme o uso. Esses modelos ajustam automaticamente brilho, contraste e gama para diferentes tipos de conteúdo, como jogos, filmes e trabalho, reduzindo a necessidade de configurações manuais.
Um dos principais recursos é o AI Picture Mode, que adapta a visualização em tempo real, por exemplo, diminuindo a luz azul durante o trabalho para aliviar a fadiga visual e clareando áreas escuras em jogos FPS sem perder definição. Essas mudanças são suaves e contínuas, promovendo uma experiência mais fluida.
A tecnologia HyperNits trata da limitação de brilho comum nas telas OLED, especialmente em cenas HDR com grandes áreas claras, aumentando o brilho em até 30% sem prejudicar detalhes. O usuário pode escolher modos para ambientes claros ou mais escuros, melhorando a visibilidade conforme o local.
Além disso, os monitores mantêm características para gamers, como o Tactical Switch 2.0 para alternar rápido entre resoluções e o Ultra Clear para reduzir o motion blur, acompanhando as altas taxas de atualização, que chegam até 360 Hz no modelo ultrawide de 34″.
Os painéis variam entre WOLED e QD-OLED de última geração, com melhorias como o filme Obsidian Shield, que eleva o contraste e a resistência a riscos, e uma nova estrutura de subpixels que aprimora a definição de texto. A Gigabyte ainda não anunciou preços nem disponibilidade.
Setor elétrico na bolsa: principais ações para investir em 2026, segundo BofA
O setor elétrico teve forte desempenho na bolsa em 2025, com valorização de 60%, o que representa o dobro do índice Ibovespa. Para 2026, o Bank of America destaca que, apesar das eleições brasileiras, o risco de interferência populista está menor devido à gestão privada do setor.
O banco recomenda atenção a empresas com potencial de revisão positiva nos lucros, como Axia (ex-Eletrobras) e Copel, que devem apresentar crescimento consistente e dividendos atrativos. Além disso, menciona outras ações fora do setor elétrico, como Sabesp e Orizon, com boas perspectivas.
As eleições influenciam aspectos como tarifas e privatizações locais, beneficiando investidores que buscam estabilidade e crescimento sustentável em seus portfólios no setor elétrico.
O setor elétrico destacou-se na bolsa em 2025, com o índice IEEX da B3 subindo 60%, o dobro do Ibovespa. Para 2026, o Bank of America observa que cenário macroeconômico e as eleições no Brasil continuam influentes, mas o risco de interferência populista está mais controlado, já que a iniciativa privada passou a gerir o setor.
O banco aconselha foco em empresas com maior chance de revisão positiva nos lucros, especialmente aquelas mais impactadas pelos preços da energia e que crescem por iniciativas internas. A Axia (antiga Eletrobras) aparece como uma destas, com potencial para ganhos impulsionados por esses preços.
A Copel também é destacada por seus diferenciais, prevendo crescimento do EBITDA em torno de 15% ao ano nos próximos três anos e rendimento de dividendos próximo de 25% em 2026 e 2027. Fora do setor elétrico, o Bank of America recomenda ações como Sabesp, com expectativa de crescimento do EBITDA de 24% em três anos, e Orizon, que se destaca no segmento de resíduos.
As eleições continuam exercendo impacto por meio das tarifas e privatizações locais, como as possíveis para empresas como Sanepar e Cemig, influenciando o cenário para investidores que buscam dividendos estáveis e crescimento consistente no setor elétrico.
Entenda o que é edge computing e sua aplicação no Brasil
A edge computing é uma tecnologia que realiza o processamento de dados próximo ao local onde eles são gerados, reduzindo a latência e acelerando as respostas automáticas. Isso é especialmente útil para empresas que dependem de decisões rápidas e precisam diminuir a carga nos data centers centrais.
Dispositivos como câmeras e sensores fazem um pré-processamento local dos dados, enviando para a nuvem apenas informações essenciais. Essa abordagem torna as operações mais ágeis, diminui o uso de banda e aumenta a resistência a falhas em servidores remotos.
Criada na década de 1990, a computação de borda se destaca em aplicações que exigem respostas imediatas, como monitoramento via smartwatches, casas inteligentes e jogos em realidade virtual. Apesar dos benefícios, ela tem desafios, como custos e complexidade na implementação.
Empresas que dependem do processamento rápido de dados enfrentam desafios relacionados à centralização em data centers e à expectativa crescente pelo uso da nuvem. A edge computing surge como uma alternativa descentralizada, que realiza o processamento próximo ao local onde os dados são gerados. Essa tecnologia reduz a latência ao acelerar decisões e ações automatizadas.
Na prática, dispositivos como câmeras e sensores coletam dados e realizam um pré-processamento local antes de enviar somente informações críticas para a nuvem. Isso torna a operação mais ágil e diminui o consumo de banda, além de aumentar a resistência do sistema a falhas em servidores remotos.
Ao contrário da computação em nuvem, feita por meio de servidores centralizados e remotos, a computação de borda atua na “fronteira” da rede. Essa abordagem é especialmente útil para aplicações que demandam respostas imediatas, como monitoramento em saúde via smartwatches, controle de casas inteligentes, jogos em realidade virtual e transmissões ao vivo, onde atrasos impactam a experiência do usuário.
O conceito surgiu em 1998 com pesquisadores da empresa Akamai, preocupados com o aumento do tráfego na internet. Desde então, a adoção dessa arquitetura tem crescido por permitir o balanceamento entre grandes volumes de dados tratados na nuvem e respostas rápidas pelo edge computing.
Embora traga vantagens como menor uso de banda e maior privacidade dos dados, essa tecnologia exige maior complexidade e custo na implementação, além de apresentar limitações em comparação a data centers tradicionais.
O custo de vida dos bilionários atinge novo recorde global em 2025
Em 2025, o custo de viver como bilionário atingiu um novo recorde global, com compradores gastando US$ 532 milhões em um leilão de puro-sangue em Kentucky. O preço médio dos potros cresceu 23% em relação ao ano anterior, impulsionado por benefícios fiscais em vigor nos EUA.
Esse aumento mostra como o mercado de luxo continua aquecido, mesmo com a inflação de 5,5% para esse grupo, o dobro do índice geral. A riqueza acumulada dos bilionários alcança US$ 18,7 trilhões, com gastos expressivos em iates, jatos e serviços exclusivos como concierge.
Apesar da alta em vários segmentos de luxo, alguns serviços como gerentes de propriedade apresentaram queda, refletindo mudanças regionais. O cenário reafirma o impacto dos impostos e tendências globais nas finanças das pessoas mais ricas do mundo.
No último leilão de puro-sangue em Kentucky, compradores gastaram US$ 532 milhões, estabelecendo um recorde no custo de viver como um bilionário. O preço médio dos potros de um ano atingiu quase US$ 650 mil, um aumento de 23% em relação a 2024. Esse crescimento foi impulsionado por benefícios fiscais, permitindo a dedução total da compra no primeiro ano de propriedade, conforme o One Big Beautiful Bill Act do presidente Donald Trump.
O editor da BloodHorse, Eric Mitchell, compara a atual alta ao período dos anos 1980, quando deduções fiscais similares estimularam o mercado. Esse cenário evidencia como o mercado de luxo para bilionários está aquecido, mesmo diante de uma inflação mais alta para esse público em 2025, medida pelo índice CLEWI, que subiu 5,5% — o dobro do índice geral de preços ao consumidor.
Os bilionários somam uma fortuna conjunta de US$ 18,7 trilhões, e os gastos com luxo alcançaram US$ 1,7 trilhão em 2025, concentrando-se em experiências exclusivas como serviços de concierge, que passaram a custar até US$ 200 mil anuais. Itens como iates, jatos particulares e espingardas esportivas também tiveram aumentos significativos. Apesar disso, alguns serviços, como gerentes de propriedade, apresentaram queda nos valores, refletindo mudanças regionais no mercado.
Esse aumento no custo de viver como um bilionário mostra que, além da riqueza acumulada, o padrão de consumo dessas pessoas continua a puxar a inflação em segmentos ultraluxuosos, reforçando o impacto dos impostos e tendências globais nas finanças desse grupo.
O custo de vida dos bilionários bate recorde em 2025, diz Forbes
Em 2025, o custo para manter o estilo de vida dos bilionários atingiu níveis recordes, com alta de 5,5% no índice CLEWI, que acompanha a inflação do grupo ultra-rico. Isso representa quase o dobro da inflação geral registrada no ano, que foi de 2,7%.
Os bens de luxo, como cavalos puro-sangue, iates e serviços exclusivos, tiveram aumentos que vão de 7% a mais de 20%. Apesar disso, alguns produtos permanecem estáveis, como carros Rolls-Royce Phantom e camisas sob medida. A base de consumidores ultra-ricos diminuiu para 340 milhões, mas o gasto está cada vez mais concentrado nos bilionários mais ricos.
Em 2025, o custo de viver como um bilionário atingiu níveis inéditos, segundo levantamento da Forbes. O índice CLEWI, que mede a inflação para consumidores ultra-ricos, subiu 5,5%, quase o dobro da taxa geral de 2,7%. Com uma riqueza combinada de US$ 18,7 trilhões, os bilionários enfrentam aumentos significativos nos preços de bens e serviços de luxo.
Os gastos com cavalos puro-sangue bateram recorde: no leilão Keeneland em Kentucky, o preço médio de um potro atingiu US$ 647 mil, 23% mais alto que em 2024. Parte desse crescimento está ligada à nova legislação tributária americana, permitindo dedução total na compra no primeiro ano.
Os serviços exclusivos também ficaram mais caros. Por exemplo, o serviço de concierge de luxo Pure Entertainment, com assinatura anual de US$ 200 mil, aumentou 11,1% seus preços devido à maior demanda na Europa e Oriente Médio. Já os iates Oyster 595 tiveram alta de quase 7%, chegando a US$ 4,2 milhões.
Outros itens de luxo como charutos, jatos particulares e espingardas esportivas registraram aumentos entre 3% e 26%. No entanto, alguns produtos mantiveram preços estáveis, como camisas sob medida e carros Rolls-Royce Phantom.
Apesar da alta nos custos, a base de consumidores ultra-ricos diminuiu para 340 milhões, com maior concentração dos gastos nos bilionários mais abastados. O crescimento da população bilionária e sua mobilidade levaram a uma expansão de mercados especializados que atendem esse grupo.
O cenário revela um mercado de luxo com reajustes de preços variados, onde experiências e exclusividades ganham peso no orçamento dos muito ricos.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação