Groenlândia: por que a maior ilha do mundo é rica em recursos naturais valiosos
A Groenlândia é reconhecida mundialmente por sua vasta riqueza em recursos naturais, incluindo lítio, elementos de terras raras e hidrocarbonetos. Esses minerais são fundamentais para tecnologias verdes e a transição energética global, destacando a importância da ilha no futuro das energias sustentáveis.
Apesar do grande potencial, o gelo que cobre a maior parte da ilha dificulta a exploração comercial e apresenta desafios ambientais significativos. O derretimento das geleiras abre novas possibilidades, mas também representa um risco para a paisagem e o aumento do nível do mar.
A crescente pressão internacional, especialmente dos Estados Unidos, busca flexibilizar regulamentações rígidas para mineração, o que pode influenciar o mercado global e os cuidados ambientais na região.
A Groenlândia, maior ilha do mundo, é destaque mundial por sua vasta riqueza em recursos naturais. Entre seus minerais, estão o lítio e os elementos de terras raras, essenciais para tecnologias verdes e a transição energética global. Essas reservas dão à ilha um papel importante no futuro dos tecnologias sustentáveis, apesar dos desafios para explorar esses recursos.
A região possui depósitos expressivos de hidrocarbonetos, incluindo petróleo e gás, com estimativas sugerindo cerca de 31 bilhões de barris equivalentes na costa nordeste, volume comparável às reservas totais dos Estados Unidos. Entretanto, o gelo que cobre a maior parte da ilha dificulta a exploração comercial e ambiental.
A formação geológica da Groenlândia, que inclui algumas das rochas mais antigas da Terra, contribui para a grande variedade de recursos. A história da ilha envolve episódios de formação de montanhas, separação da crosta terrestre e atividade vulcânica, que criaram depósitos de metais preciosos como ouro, diamantes, chumbo, cobre, ferro e zinco.
Além disso, há reservas subglaciais importantes de elementos menos comuns, mas fundamentais para motores elétricos e energia eólica, como o disprósio e neodímio. Esses elementos são difíceis de extrair, e seu desenvolvimento poderia influenciar fortemente o mercado global.
Enquanto o derretimento das geleiras abre caminhos para novas explorações, isso também representa um dilema ambiental devido ao impacto das mudanças climáticas, que ameaça a paisagem e pode elevar o nível do mar, afetando a ilha e outras regiões costeiras.
Por conta dos interesses internacionais, especialmente dos Estados Unidos, cresce a pressão para flexibilizar as regulações de mineração, que atualmente são rígidas para proteger o meio ambiente local.
Via Folha de S.Paulo
10/01/2026 às 15:36 - Tecnologia e Inovação
Onde assistir Heated Rivalry: série gay de romance e hóquei estreia em 2026
Dentro das quadras de hóquei, Heated Rivalry mostra a rivalidade entre Shane Hollander, dos Montreal Metros, e Ilya Rozanov, dos Boston Raider. Fora das pistas, os adversários vivem um romance intenso que conquistou fãs no mundo todo.
Criada pelo canadense Jacob Tierney e baseada nos livros de Rachel Reid, a série mistura esportes e narrativas homoafetivas. A HBO Max Brasil estreia a primeira temporada com seis episódios em fevereiro de 2026.
Heated Rivalry é elogiada pela profundidade emocional e pelas atuações de Hudson Williams e Connor Storrie. A crítica destacou o retrato sensível do amadurecimento afetivo dos personagens, apesar de algumas cenas íntimas menos naturais.
Dentro das quadras de hóquei, Shane Hollander e Ilya Grigoryevich Rozanov são concorrentes que não medem esforços, representando Montreal Metros e Boston Raider, respectivamente. Fuera das pistas, esses atletas vivem um romance intenso, que tem atraído atenção mundial na série Heated Rivalry.
Criada por Jacob Tierney para o canal canadense Crave, a história ganhou fãs até no Brasil, mesmo antes da estreia oficial. A série, baseada nos livros Game Changer de Rachel Reid, mistura o universo do hóquei com narrativas homoafetivas. O catálogo da HBO Max no Brasil vai receber os seis episódios da primeira temporada em fevereiro de 2026.
Além da trama envolvente, Heated Rivalry se destaca pelo equilíbrio entre cenas ousadas e a profundidade emocional entre Shane e Ilya, o que não deixa a história perder seu foco central no relacionamento dos protagonistas. As atuações de Hudson Williams e Connor Storrie receberam elogios por mostrarem essa complexidade.
O público e a crítica mundial aprovaram a série com 98% das avaliações positivas no Rotten Tomatoes entre especialistas, e 95% entre espectadores. Ainda que algumas críticas apontem para uma representação menos natural das cenas íntimas, o retrato do amadurecimento afetivo dos personagens foi considerado sensível e autêntico.
As edições brasileiras dos livros, nomeadas Rivalidade Ardente, chegam também em fevereiro pela editora Alt, acompanhando o lançamento da série. Fãs nacionais agora poderão acompanhar oficialmente esta trama que une competição esportiva e romance.
NASA realiza primeira evacuação da Estação Espacial Internacional por motivo de saúde
A NASA tomou uma medida inédita ao evacuar a Estação Espacial Internacional (ISS) por questões médicas. Um astronauta da missão Crew-11 apresentou uma condição grave, porém estável, o que levou a agência a antecipar o retorno da equipe para avaliação e tratamento na Terra.
Essa é a primeira evacuação por motivo de saúde na ISS em seus 25 anos de operação e também a primeira em mais de 60 anos para a NASA. A missão estava próxima de ser concluída, minimizando impactos nas pesquisas e na manutenção da estação.
Enquanto aguarda a chegada da próxima missão Crew-12, a ISS continuará operando com três tripulantes focados na manutenção do local. A identidade do astronauta e detalhes da condição médica foram mantidos em sigilo para garantir a privacidade e segurança da equipe.
Em uma medida inédita, a NASA decidiu antecipar o retorno da missão Crew-11 da SpaceX na Estação Espacial Internacional (ISS) devido a uma questão médica. Um dos astronautas apresentou uma condição considerada grave, porém estável, levando a agência a optar pela evacuação preventiva para melhor diagnóstico e tratamento na Terra.
A missão que deveria durar seis meses foi quase concluída, o que minimiza o impacto nas atividades científicas e de manutenção da estação. A evacuação por motivos de saúde é a primeira em 25 anos de operação da ISS e a primeira vez em mais de seis décadas para a NASA.
A identidade do tripulante e os detalhes sobre a doença permanecem sigilosos. Após a confirmação do problema, a caminhada espacial planejada para ser realizada por dois membros da Crew-11 foi cancelada. Além dos dois astronautas da NASA, a tripulação inclui ainda um japonês da JAXA e um russo da Roscosmos.
Enquanto aguarda o retorno, a estação continuará operada por três tripulantes, entre eles dois russos e um americano, que focarão na manutenção da ISS. A chegada da próxima missão, a Crew-12, inicialmente prevista para fevereiro, pode ser antecipada conforme o cronograma seja ajustado.
Esta decisão ressalta os desafios de manter operações humanas em órbita, onde limitações médicas tornam a prevenção fundamental para preservar a saúde dos astronautas e a segurança da estação.
Teste de Turing e avanços da inteligência artificial: máquinas pensam como humanos?
Desde 1950, o Teste de Turing avalia se máquinas conseguem se passar por humanos em conversas por texto. Criado por Alan Turing, o teste mede a capacidade das máquinas de imitar o comportamento humano de forma convincente.
Em 2014, o chatbot Eugene Goostman superou o teste, mas com estratégias que levantaram debates. Em 2025, o ChatGPT 4.5 foi identificado como humano em 73% das vezes, indicando avanços, porém há ceticismo sobre se isso representa pensamento real ou apenas imitação.
Especialistas alertam para a dificuldade crescente em diferenciar humanos e máquinas, levantando questões éticas. O Teste de Turing permanece relevante para entender o limite entre simulação e compreensão na inteligência artificial.
Desde 1950, o Teste de Turing avalia se um computador pode ser confundido com um ser humano durante uma conversa por texto. Criado por Alan Turing, o teste mede a capacidade da máquina de imitar o comportamento humano de forma convincente.
Em 2014, o chatbot Eugene Goostman superou o teste ao convencer 33% dos juízes de que era humano, mas gerou debate devido à estratégia usar a persona de um adolescente ucraniano, o que disfarçou limitações linguísticas.
Mais recentemente, uma pesquisa de 2025 indicou que o ChatGPT 4.5 foi identificado como humano em 73% das vezes, superando outros modelos, como o Llama 3.1 da Meta, que atingiu 56%. Esses resultados mostram avanços significativos na inteligência artificial, embora haja ceticismo sobre se isso indica pensamento real ou apenas imitação sofisticada.
Críticas apontam que o foco em enganar o interlocutor não comprova compreensão profunda. O experimento mental do “quarto chinês” destaca que respostas automatizadas podem parecer inteligentes sem entendimento real. Por isso, surgem alternativas que testam a utilidade e o comportamento em ambientes naturais, não apenas a capacidade de enganar.
Especialistas dizem que a distinção entre humano e máquina pode se tornar cada vez mais difícil, o que levanta questões legais sobre o uso responsável da IA. Enquanto isso, o Teste de Turing mantém relevância por medir essa habilidade dinâmica de simular interação humana.
Para quem interage diariamente online, entender até que ponto estamos falando com máquinas é cada vez mais importante.
Inteligência Artificial Física é destaque na CES, mas robôs domésticos ainda são uma expectativa futura
Quatro anos após o lançamento do ChatGPT, a inteligência artificial foi o principal tema da CES em Las Vegas, com foco na evolução da IA física. O evento reuniu empresas de tecnologia e setor automotivo, que apresentaram avanços em robótica, humanoides e veículos autônomos.
Startups e grandes fabricantes exibiram produtos que aplicam IA para diferentes tarefas, desde assistentes pessoais a cortadores de cabelo inteligentes. No entanto, limitações técnicas, como autonomia de bateria e processamento, ainda retardam a chegada dos robôs humanoides às residências.
Além das inovações em hardware e software, especialistas destacam a busca por soluções práticas e o impacto dos custos dos processamentos em data centers, acelerando o desenvolvimento de chips específicos para IA. O mercado do consumidor deve avançar conforme a tecnologia evolui.
Quatro anos após o lançamento do ChatGPT, a inteligência artificial dominou a CES em Las Vegas, com grande destaque para a transição do software de IA para o que chamam de “IA física”. O evento reuniu empresas de tecnologia e setor automotivo, mostrando avanços em robótica, humanoides e veículos autônomos.
Enquanto gigantes do setor exibiram projetos para transformar vidas e lares, startups apresentaram dispositivos que aplicam inteligência artificial a tarefas diversas, como cortar cabelo e oferecer suporte emocional. No entanto, a presença de robôs humanoides ainda enfrenta limitações técnicas, como processamento e autonomia de bateria, o que adia sua popularização doméstica.
Fabricantes como Lenovo e Meta revelaram produtos integrando hardware e software. Lenovo lançou seu assistente de voz Qira AI, com serviços que vão de planejamento de viagens a controle de dispositivos, e a Meta aprimorou itens como o Ray-Ban Display e a Neural Band. O Google apresentou o modelo Gemini para TVs e dispositivos residenciais.
Além das inovações, a CES exibiu procuras por soluções práticas, como máquinas de lavagem a seco com IA e cortadores de cabelo inteligentes. Especialistas destacam o impacto dos custos crescentes de processamento em data centers, incentivando o desenvolvimento de chips específicos para IA, como o Panther Lake AI da Intel e microprocessadores da AMD.
Analistas indicam que o consumidor ainda não compreende completamente o que um PC com IA pode oferecer, mas essa percepção tende a mudar com o avanço da tecnologia e novos produtos no mercado.
Bill Gates transfere US$ 8 bilhões para fundação de Melinda após o divórcio
O bilionário e cofundador da Microsoft, Bill Gates, fez uma doação de quase US$ 8 bilhões para a fundação criada por Melinda French Gates, sua ex-esposa. Essa transferência faz parte do acordo de divórcio do casal, que ocorreu após quase 30 anos de casamento.
A fundação Pivotal Philanthropies, criada por Melinda em 2022, já é uma das maiores dos EUA, com mais de US$ 7 bilhões em ativos em 2024. A doação reforça a continuidade dos projetos sociais que o casal apoia, mesmo após o término da relação pessoal.
O bilionário e cofundador da Microsoft, Bill Gates, realizou uma doação significativa de quase US$ 8 bilhões à fundação privada criada por sua ex-esposa, Melinda French Gates. A transferência ocorreu também em decorrência do acordo de divórcio do casal, formalizado em 2021 após quase 30 anos de casamento.
De acordo com documentos fiscais analisados pelo The New York Times, a doação foi destinada à Pivotal Philanthropies Foundation, instituição criada por Melinda em 2022 e que se transformou em uma das maiores fundações privadas dos Estados Unidos. Em 2024, a fundação registrou US$ 7,4 bilhões em ativos, número que mostrou crescimento significativo ao longo do ano.
Melinda havia comunicado em maio de 2024 sua saída da copresidência da Fundação Bill e Melinda Gates, afirmando que o compromisso do casal era realizar doações que totalizam US$ 12,5 bilhões para seus projetos sociais. A Pivotal confirmou que a doação de US$ 7,88 bilhões faz parte do acordo, embora não tenha detalhado a diferença entre os valores.
A colaboração entre Bill e Melinda, mesmo após o término do casamento, segue focada em ações filantrópicas, com destaque para o uso consciente dos recursos para gerar impacto. A parceria rendeu uma fundação com mais de US$ 7 bilhões em 2024, pouco após sua criação, mesmo com doações relativamente controladas naquele período.
A doação reforça a continuidade dos projetos sociais estabelecidos pelo casal, com Melinda enfatizando a responsabilidade de gerir essa fortuna para beneficiar quem mais precisa.
Os copos Stanley são reconhecidos pela resistência e capacidade de manter a temperatura das bebidas por longos períodos, sejam frias ou quentes. Seu design moderno e materiais duráveis atraem diferentes públicos, servindo tanto para o dia a dia quanto para momentos de lazer. Atualmente, é possível adquirir esses copos com descontos que chegam a 64% no site oficial da marca.
Entre as opções em promoção, destaca-se o Copo e Can Cooler Stanley com canudo de 296ml, que preserva o frio por até 16 horas e o calor por 30 minutos, compostos em aço inox com tampa e canudo inclusos. Outra escolha é o Copo Stanley Pilser Glass Happy Hour de 444ml, que mantém bebidas geladas por até 14 horas com gelo e possui base emborrachada para maior estabilidade.
O Copo Stanley sem tampa de 473ml também está disponível, mantendo a temperatura fria por até 15 horas e o calor por 45 minutos. Feito em aço inox livre de BPA, pode ser lavado na máquina. Para quem prefere algo compacto, o copo Stanley Everyday de 296ml oferece isolamento por até 20 horas para bebidas geladas e 1h30 para quentes, com tampa contra respingos e construção em aço inoxidável 18/8.
Esses modelos combinam funcionalidade e estilo, sendo apropriados para diferentes ocasiões. A promoção é válida por tempo limitado ou até o fim do estoque. Para aproveitar, é só acessar os links indicados e utilizar os cupons de desconto disponíveis.
Número de Empregados na Indústria de Manufatura dos EUA Cai Mesmo com Tarifas de Trump
O setor de manufatura dos Estados Unidos registrou queda no número de empregos pelo oitavo mês consecutivo, contrariando as expectativas de recuperação promovidas pelas tarifas impostas pelo governo Trump. Em dezembro, foram perdidas 8.000 vagas, totalizando o menor número de trabalhadores da indústria desde março de 2022.
Apesar das tarifas que geraram arrecadação de cerca de US$ 30 bilhões mensais, o crescimento de empregos não se concretizou. A taxa de desemprego caiu para 4,4%, mas a criação de vagas desacelerou significativamente em 2025, refletindo uma recuperação econômica ainda lenta.
Mudanças demográficas e regras de imigração mais rígidas também influenciam o mercado de trabalho. A Suprema Corte dos EUA ainda analisará a legalidade das tarifas, que têm impacto direto na indústria nacional e no ritmo de criação de empregos.
Em dezembro, o setor de manufatura dos Estados Unidos continuou a perder empregos pelo oitavo mês seguido, contrariando a expectativa de crescimento prometida pelo presidente Donald Trump, que aplicou tarifas agressivas para fortalecer a indústria nacional. Apesar da arrecadação de cerca de US$ 30 bilhões mensais com tarifas, o aumento no número de empregos na manufatura não ocorreu.
Os dados mostram que a criação de empregos no país desacelerou, com uma estimativa de 49.000 vagas mensais em 2025, menos da metade dos 168.000 criados no ano anterior. A taxa de desemprego caiu para 4,4% em dezembro, mas as revisões para baixo na criação de empregos e a força de trabalho estável indicam uma recuperação econômica ainda lenta.
O emprego nas fábricas recuou, com perda de 8.000 vagas em dezembro, totalizando 12,69 milhões de trabalhadores, o menor número desde março de 2022. Setores como construção mantiveram crescimento modesto, impulsionados por investimentos em data centers, enquanto mineração e extração de madeira perderam empregos.
O cenário inclui mudanças demográficas no mercado de trabalho, com aumento da taxa de desemprego entre negros para 7,5%, mas estabilidade entre brancos. Além disso, regras mais rígidas de imigração limitaram o crescimento da força de trabalho.
O impacto das tarifas enfrentará uma decisão da Suprema Corte, que analisará a legalidade dessas medidas implementadas sob a justificativa de segurança nacional e proteção da indústria americana.
Desempenho do agronegócio em 2025 e perspectivas para 2026 no Brasil
O agronegócio brasileiro enfrentou um ano desafiador em 2025, com poucas ações em valorização. Minerva, Irani e 3tentos foram as empresas que mais se destacaram no mercado, enquanto Raízen e São Martinho sofreram quedas expressivas.
Para 2026, especialistas apontam que o setor ainda lidará com preços baixos em commodities como soja e milho, mas há destaque para o desempenho de café e carnes de animais menores. Além disso, a possível queda nos juros pode favorecer a recuperação de algumas empresas, apesar da volatilidade esperada devido às eleições presidenciais.
O ano de 2025 foi desafiador para o agronegócio e refletiu nas ações do setor na Bolsa. Entre 12 papéis acompanhados pelo Money Times, apenas três apresentaram valorização. Destaque positivo para Minerva (BEEF3) com alta de 39,47%, Irani (RANI3) com 43,23% e 3tentos (TTEN3) que cresceu 25,93%. Já Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3) tiveram quedas superiores a 60%.
Instituições financeiras como Banco do Brasil consideram 2025 um ano de ajuste para o segmento, enquanto o Santander classifica a crise atual como diferente das anteriores. O Itaú BBA alerta para margens menores, e o BTG Pactual vê oportunidades “da porteira para fora”, mas com ressalvas para empresas endividadas.
Para 2026, o professor Marcos Jank, do Insper, prevê que o setor ainda lide com o rescaldo do recente passado, com preços mais baixos para commodities como soja e milho e dólar sem valorização significativa. Apesar disso, produtos como café e carnes de pequenos animais apresentam melhor desempenho.
Os analistas do Bank of America apontam que a possível queda dos juros pode impulsionar a recuperação dos papéis do agronegócio. Empresas com maior alavancagem financeira, como Cosan e Raízen, podem se beneficiar nesse cenário. No entanto, as eleições presidenciais de 2026 representam um fator de volatilidade, o que costuma afastar investidores e apresentar resultados mistos para as ações do setor.
Dentro do universo de proteínas, a JBS é vista como uma proteção para investidores, devido ao volume recorde de exportações no 4º trimestre de 2025. Por fim, a 3tentos destaca-se com a usina de etanol de milho pronta para iniciar operações, oferecendo perspectiva de crescimento.
SMT V: Vengeance e outros jogos para PC com descontos de até 90% na Steam (promoção internacional)
A Steam está oferecendo descontos de até 90% em vários jogos para PC, incluindo SMT V: Vengeance, Stray e A Plague Tale: Requiem. Os preços variam, com títulos como Agent A disponíveis por apenas R$ 3,79.
Além dos jogos, existem opções acessíveis nos gêneros aventura, RPG, puzzles e ação, como Overcooked! por R$ 3,89 e Dragon’s Dogma: Dark Arisen a R$ 20,64. Essas promoções não são exclusivas do Brasil, mas internacionais.
Para quem busca montar ou melhorar o PC, cupons da Amazon ajudam a economizar em componentes, e a Nuuvem oferece facilidades como parcelamento e cashback em jogos na Steam. Fique atento, pois os descontos podem ser temporários.
Com o fim do TGA em dezembro, o momento é para aproveitar descontos em jogos com destaque no Steam. A plataforma oferece jogos para PC em promoção com descontos que chegam a 90%. Entre os títulos em oferta, estão Shin Megami Tensei V: Vengeance, Stray, A Plague Tale: Requiem e Agent A: A puzzle in disguise, que custa R$ 3,79.
Outros jogos com descontos expressivos incluem Overcooked! por R$ 3,89, The Escapists 2 por R$ 15,30 e Dragon’s Dogma: Dark Arisen por R$ 20,64. É possível encontrar descontos variados em diversos gêneros, como aventura, RPG, puzzles e ação, com preços que cabem no bolso.
Além das promoções do Steam, quem quer montar ou melhorar o computador pode recorrer ao cupom Amazon para economizar em componentes e periféricos. Para completar, a Nuuvem também oferece opções para comprar jogos na Steam com descontos, parcelamentos e cashback, facilitando o acesso aos títulos desejados.
Comprar jogos com desconto é uma boa oportunidade para aproveitar títulos reconhecidos sem gastar muito. Vale ficar de olho nas promoções do Steam, pois os preços especiais podem durar pouco antes de voltarem aos valores originais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação