Visa integra inteligência artificial generativa em rede global de pagamentos
A Visa avançou na adoção de inteligência artificial generativa para melhorar a segurança, prevenção de fraudes e eficiência em suas operações internas durante 2025. A empresa utiliza copilotos e assistentes baseados em IA, como o Copilot for M365 e o Visa Secure ChatGPT, adotados pela maior parte da equipe para acelerar processos e aumentar a qualidade do trabalho.
Com capacidade para processar até 85 mil transações por segundo, a Visa incorporou modelos de IA que identificam padrões complexos para tornar as operações mais seguras e personalizadas. Seu projeto Visa Intelligent Commerce integra agentes de IA que facilitam transações em uma rede com 4,8 bilhões de credenciais e 150 milhões de lojistas.
Além de melhorar a experiência do usuário, a tecnologia aumentou a velocidade e a precisão do trabalho dos colaboradores, com resultados expressivos na redução de fraudes e na aprovação de crédito. Para 2026, a empresa planeja expandir suas soluções de pagamento digital, incluindo no Brasil, com foco em avanços nas análises de risco e novas parcerias tecnológicas.
A Visa avançou na integração de Inteligência Artificial Generativa durante 2025, fortalecendo seu uso em risco, prevenção de fraudes e operações internas. A empresa implementou copilotos e assistentes, como o Copilot for M365, usado por 99% dos colaboradores, e o Visa Secure ChatGPT, presente em 67% da equipe, acelerando processos e elevando a qualidade das entregas.
A capacidade global da Visa, que processa até 85 mil transações por segundo, ganhou eficiência com modelos generativos que reconhecem padrões complexos antes inacessíveis para sistemas tradicionais. O projeto Visa Intelligent Commerce permite que agentes de IA realizem transações seguras dentro de sua rede, com mais de 4,8 bilhões de credenciais e 150 milhões de estabelecimentos, trazendo personalização ao comércio digital.
Impactos concretos foram sentidos na equipe: 71% dos colaboradores concluíram tarefas mais rápido e 73% perceberam maior qualidade no trabalho. Em segurança, a Visa bloqueou US$ 40 bilhões em fraudes em 2024, apoiada por ferramentas como o VAAI Score, que usa IA generativa para avaliações de risco em tempo real. Além disso, a combinação entre IA tradicional e generativa aprimorou a análise de crédito, aumentando a aprovação em até 5 pontos percentuais.
Para 2026, a empresa pretende expandir o comércio agêntico, fortalecer pagamentos conta a conta — incluindo testes no Brasil com Visa Protect para PIX — e evoluir modelos de risco e crédito. A Visa também mantém investimentos em startups e democratização do uso de agentes inteligentes, amparada por parcerias estratégicas com Microsoft, OpenAI e outras.
Loggi anuncia Viviane Sales como nova CEO para liderar empresa em 2026
A Loggi anunciou Viviane Sales como sua nova CEO, que assumirá a liderança da empresa a partir de 2026. Viviane, que era vice-presidente de Clientes e Receitas, sucede Thibaud Lecuyer após um processo de transição estruturado.
Ela tem vasta experiência em empresas de tecnologia e reforça o compromisso da Loggi em ampliar sua atuação, especialmente no atendimento às PMEs e grandes marketplaces. A empresa atua em mais de 5 mil municípios com milhares de entregas diárias.
Viviane destaca o foco na inovação e na eficiência logística para fortalecer a operação da Loggi, buscando consolidar a empresa como referência em entregas para e-commerce no Brasil.
A Loggi anuncia nova CEO para liderar um novo ciclo em 2026. Viviane Sales, vice-presidente de Clientes e Receitas, assume o cargo após um processo estruturado de transição, sucedendo Thibaud Lecuyer, que esteve à frente da empresa por seis anos. Viviane participou ativamente da evolução da operação nacional e do fortalecimento do portfólio de clientes, com foco especial em pequenas e médias empresas (PMEs).
Com experiência em empresas e startups de tecnologia como Creditas, Twitter e BCG, além de formação em administração pela FGV-EAESP e MBA pela Kellogg School of Management, Viviane traz uma visão ampla para ampliar a atuação da Loggi. Ela destaca o compromisso da empresa em facilitar o acesso à logística, oferecendo soluções que atendem desde pequenos empreendedores até grandes marketplaces.
A Loggi opera em mais de 5 mil municípios, realizando centenas de milhares de entregas diárias para mais de 22 mil clientes, incluindo pequenas empresas e multinacionais. A empresa oferece serviços que vão desde a coleta em rede capilarizada até entregas com rastreabilidade e flexibilidade, na jornada do primeiro ao último quilômetro.
Viviane reafirma o foco no desenvolvimento do mercado de PMEs e na inovação das soluções logísticas para garantir uma operação cada vez mais eficiente e abrangente. Ela ressalta que a inovação e a tecnologia permanecem como pilares para o crescimento e o aprimoramento do serviço, com o objetivo de consolidar a Loggi como referência em entregas leves para e-commerce no Brasil.
A DICE Awards, premiação da indústria de games, divulgou seus indicados para a edição deste ano. O evento acontecerá em 12 de fevereiro, em Las Vegas, e é conhecido por ter seu voto exclusivo de profissionais do setor, reconhecendo os títulos sob a perspectiva dos criadores.
Os jogos Clair Obscur: Expedition 33 e Ghost of Yotei lideram as indicações, com oito categorias cada, incluindo Jogo do Ano e Direção de Jogo. Em seguida, Dispatch e ARC Raiders aparecem com seis indicações cada, competindo em áreas como Direção de Arte, Design de Áudio e Jogo Online do Ano.
Blue Prince conquistou cinco indicações, enquanto Death Stranding 2: On the Beach tem quatro, destacando-se em animação e aspectos técnicos. Um ponto curioso é Hollow Knight: Silksong, que teve cinco indicações no The Game Awards, mas recebeu apenas uma no DICE, evidenciando a diferença entre o olhar dos desenvolvedores e do público.
A cerimônia contará com 23 categorias que contemplam desde direção artística até desempenho técnico e jogos independentes. A transmissão ao vivo terá apresentação de Greg Miller e Stella Chung, oferecendo uma visão completa da produção e inovação no mercado de games em 2025.
Entre os indicados destacam-se títulos que têm diversidade de propostas, abrangendo desde grandes produções até experiências em realidade virtual, mostrando o panorama atual do setor sob análise dos próprios profissionais.
Fim da moratória da soja na Amazônia: o que muda a partir de 2026
A moratória da soja, que proibiu a comercialização da soja proveniente de áreas desmatadas na Amazônia desde 2008, chegou ao fim. Essa mudança ocorre em decorrência de uma lei do Mato Grosso que condiciona benefícios fiscais à participação em acordos restritivos da agropecuária, valendo a partir de 2026.
Com o fim do pacto, associações do setor anunciam a retirada para evitar perdas fiscais, enquanto cresce o debate sobre a vulnerabilidade de milhões de hectares de vegetação nativa à abertura para o plantio. A rastreabilidade do produto para mercados internacionais ganha mais importância.
Especialistas apontam que o foco agora está em comprovar que a soja não traz riscos ambientais e em incentivar a conservação das áreas florestadas. Plataformas tecnológicas podem financiar serviços ambientais, unindo investidores, produtores e indústria numa nova fase de combate ao desmatamento.
A moratória da soja, acordo que impediu a comercialização de soja oriunda de áreas desmatadas na Amazônia após 2008, chegou ao fim. O pacto envolvia tradings e produtores, bloqueando negócios com quem desmatasse, mesmo dentro dos limites legais. A mudança ocorre após lei estadual do Mato Grosso, aprovada em 2024, que condiciona benefícios fiscais à participação em acordos de restrição agropecuária, valer desde o último dia de 2025.
Com isso, a Abiove, associação das indústrias de óleos vegetais, anunciou a saída da moratória para evitar perdas fiscais, como as bilhões recebidas por Bunge e ADM no Mato Grosso. Esse cenário traz à tona a existência de cerca de 8 milhões de hectares de vegetação nativa com aptidão agrícola na Amazônia, potencialmente vulneráveis a desmatamento.
O Código Florestal estabelece 80% de reserva legal na região, mas a moratória ia além, proibindo o uso de áreas desmatadas após 2008 para soja. Sem o pacto, o princípio da rastreabilidade de produtos para mercados internacionais, especialmente a Europa, que exige comprovação contra desmatamento, ganha ainda mais importância.
Segundo Sérgio Rocha, CEO da Agrotools, o foco agora é a capacidade de cada empresa demonstrar que seus produtos não trazem risco ambiental, e remunerar produtores para que preservem áreas florestadas. A Agrotools propõe plataformas tecnológicas para financiar serviços ambientais e projetos de baixo carbono, conectando investidores, produtores e indústrias numa nova abordagem para o combate ao desmatamento.
Essa transição marca o fim de uma era, demandando soluções que alinhem produção e conservação em um mercado com exigências socioambientais cada vez mais firmes.
Impactos da Copa do Mundo 2026 no Varejo Brasileiro: Quem Ganha e Quem Perde
A Copa do Mundo de 2026 trará impactos variados ao varejo brasileiro, com efeitos diferentes entre os setores. O evento, o maior das últimas décadas com 48 seleções, tende a ampliar os jogos e a duração, influenciando a economia do país de forma significativa.
Setores como o varejo de vestuário, especialmente lojas físicas de moda, devem registrar queda nas vendas durante os jogos, enquanto alimentos, eletrônicos e móveis devem superar as médias anuais, aproveitando a alta demanda. Grandes varejistas como Casas Bahia, Magazine Luiza e o Grupo SBF (Nike) são esperados como beneficiados.
Jogos em horários fora do expediente tradicional devem limitar o impacto negativo no varejo físico. Ao final, o evento vai provocar retração em alguns segmentos e ampliação de receitas em outros, equilibrando os efeitos no comércio brasileiro durante o período.
A Copa do Mundo de Futebol de 2026 terá efeitos variados no varejo brasileiro, segundo análise do Santander. O evento será o maior das últimas décadas, com 48 times disputando mais jogos e duração mais longa, o que deve intensificar seus impactos econômicos. Apesar da dificuldade em quantificar o efeito total, os dados indicam que meses que antecedem o torneio apresentam crescimento anual menor no varejo, especialmente em segmentos como moda.
O varejo de vestuário é apontado como o mais afetado negativamente, principalmente varejistas de moda física como C&A, Guararapes e Lojas Renner, que tendem a sofrer com menor fluxo de clientes durante os jogos. O setor farmacêutico também pode ter retração, embora menos intensa, já que produtos essenciais mantêm demanda estável.
Por outro lado, categorias como alimentos, eletrônicos e móveis costumam superar médias anuais nos meses do evento. O Grupo SBF, responsável pela Nike no Brasil, é visto como beneficiado pela alta demanda por camisas da seleção, com expectativa de cerca de 850 mil unidades vendidas, 21% mais que em 2022. Mercado Livre deve registrar ganhos em bens duráveis, aproveitando parceria com Casas Bahia, especialmente em vendas de TVs.
Grandes varejistas de eletrodomésticos, como Casas Bahia e Magazine Luiza, também podem ter aumento expressivo, comparável a uma Black Friday extra. Outros beneficiados incluem Vulcabras, por exposição da Mizuno, McDonald’s com produtos temáticos e CVC por estimular viagens aos países-sede.
Jogos fora do horário comercial, devido ao fuso horário dos países anfitriões, devem limitar a interrupção no varejo físico. No geral, espera-se queda nas vendas em alguns segmentos, enquanto outros aproveitam o evento para potencializar receitas.
IBGE alerta sobre golpes envolvendo candidatos em seleção para vagas
O IBGE emitiu um alerta para candidatos sobre golpes que estão circulando durante processos seletivos. O instituto informou que há mensagens falsas pedindo pré-agendamento de exames médicos, que só são solicitados após convocação oficial.
O órgão recomenda cautela e orienta os candidatos a não fornecerem informações pessoais fora dos canais oficiais. A ação visa proteger os participantes contra fraudes e garantir a integridade do processo seletivo.
É fundamental que os candidatos estejam atentos e confirmem todas as informações diretamente com o IBGE para evitar prejuízos e garantir sua participação segura no processo.
Em 2025, a poupança no Brasil registrou saques líquidos de R$ 85,57 bilhões, mantendo um fluxo negativo pelo quinto ano consecutivo, segundo dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira (9). Apenas nos meses de maio, junho e dezembro houve depósitos positivos, sendo dezembro o melhor com R$ 5,41 bilhões. No mesmo mês, o SBPE teve saída líquida anual de R$ 62,98 bilhões e a poupança rural apresentou saques de R$ 22,59 bilhões.
Na mesma data, o IBGE alertou sobre golpes a candidatos de processos seletivos do instituto, que receberam mensagens falsas sobre necessidade de pré-agendamento de exame médico. O órgão reforça que tal exame só é solicitado após convocação e orienta a não fornecer dados pessoais fora dos canais oficiais.
Ainda na sexta, a FAO informou que os preços globais de alimentos recuaram pelo quarto mês seguido em dezembro, com queda nos preços de laticínios, carnes e óleos vegetais, apesar do índice anual de 2025 ter fechado 4,3% maior que em 2024. A alta de cereais em dezembro foi influenciada por preocupações com exportações no Mar Negro e aumento da produção de etanol no Brasil e nos EUA.
No mercado financeiro brasileiro, as ações da Azul caíram 70% em um dia, acumulando queda superior a 90% no ano, devido ao processo de recuperação judicial nos Estados Unidos e a conversão de dívidas em ações.
No cenário internacional, investidores acompanham mudanças políticas na América Latina, apontando para maior entrada de capital estrangeiro ligada a reformas pró-mercado e influência dos EUA, além de oscilações no comércio global, como queda estimada na exportação brasileira de soja para a China por conta da concorrência americana.
Influencer revela contrato de três meses e pagamento de R$ 7,8 mil por post crítico ao Banco Central
Um influencer de São Paulo confessou ter recebido R$ 7,8 mil por uma postagem crítica ao Banco Central após a liquidação do Banco Master. Ele revelou que foi oferecido um contrato de três meses para publicar vídeos que criticavam a instituição, mas recusou ao perceber que ultrapassava limites éticos.
O contrato envolvia oito vídeos mensais, com orientações prévias e sem investigação independente, totalizando R$ 188 mil. Outros influenciadores também relataram propostas semelhantes, enquanto a Polícia Federal investiga ataques coordenados ao Banco Central.
O caso gerou repercussão, com destaque para o vereador Rony Gabriel, que recusou um contrato parecido. As agências responsáveis e o Banco Master não se posicionaram sobre o assunto até o momento.
Um criador de conteúdo digital de São Paulo recebeu R$ 7,8 mil por uma única postagem crítica ao Banco Central em dezembro, após a liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O influenciador, que pediu anonimato, afirmou ter recusado um contrato para três meses de publicações após perceber que o conteúdo “ultrapassava limites éticos”. Ele devolveu o pagamento e apagou o post.
O contrato, obtido pela reportagem, envolvia a Miranda Comunicação e a Olivetto Comunicação, determinando que o influenciador deveria publicar oito vídeos mensais no formato reels, com orientações prévias e sem necessidade de investigação própria, limitando-se a um comentário informativo e neutro. O valor total previsto era R$ 188 mil, já descontada a comissão de 20% da agência.
Além disso, influenciadores relatam que receberam propostas similares em dezembro, período em que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) identificou uma série de ataques coordenados ao Banco Central nas redes sociais, fato que motivou a abertura de investigação pela Polícia Federal.
O vereador Rony Gabriel, do PL de Erechim (RS), contou ter sido procurado para um trabalho similar por uma agência que mencionava o “Projeto DV”, provável referência a Daniel Vorcaro, com multa de R$ 800 mil por quebra de confidencialidade. Ele recusou o contrato após descobrir o objetivo, que era criticar o Banco Central e defender o Master.
A reportagem tentou contato com os responsáveis pela Miranda Comunicação, Olivetto e a defesa de Vorcaro, sem sucesso. O Banco Master declarou não ter posicionamento sobre o assunto.
Planta parasita em floresta tropical malásia rouba energia de fungos subterrâneos
Uma planta rara descoberta próxima a Kuala Lumpur, na Malásia, chamou atenção por ser parasita. Ela não realiza fotossíntese e obtém energia de fungos micorrízicos subterrâneos, explorando a rede que conecta outras plantas.
A espécie, batizada de Thismia selangorensis, tem uma flor rosada com forma de lanterna e tentáculos na cúpula. Apenas 20 exemplares foram encontrados perto de um riacho, indicando que a planta é pouco comum e precisa de proteção.
Essa descoberta revela a complexidade das relações entre plantas e fungos no subsolo de florestas tropicais. O estudo destaca a biodiversidade pouco conhecida e as inovações naturais para a sobrevivência das espécies.
Uma planta descoberta na Malásia, próxima a Kuala Lumpur, chamou atenção por sua peculiaridade: trata-se de um parasita que se alimenta da energia e nutrientes de fungos subterrâneos. A espécie, apelidada de lanterna de fada, é rara e produz uma flor rosada com um topo em forma de cúpula, semelhante a um guarda-chuva. Dessa cúpula saem três estruturas que lembram tentáculos, cuja função ainda é desconhecida.
A naturalista Gim Siew Tan foi quem encontrou a planta em novembro de 2023. Suas fotos foram analisadas pela botânica Siti Munirah, do Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia, que identificou uma nova espécie, nomeada Thismia selangorensis. Foram localizados apenas 20 exemplares próximos a um riacho na Floresta Recreativa de Sungai Congkak, alguns dentro de ocos de árvores, indicando sua distribuição limitada e necessidade de proteção.
O parasitismo ocorre porque essa planta não realiza fotossíntese. Ela obtém seu sustento explorando fungos micorrízicos no solo, os mesmos que formam parcerias com outras plantas para troca de nutrientes. Esses fungos conectam diversas plantas, permitindo que a lanterna de fada retire energia sem oferecer nada em troca.
Com raízes curtas e semelhantes a corais, a planta hospeda os fungos que manipula para obter seu alimento. Este tipo de interação é raro e especializado, evidenciando a complexidade das relações ecológicas no subsolo das florestas tropicais. A ampla cúpula da flor pode proteger sua estrutura interna da umidade e detritos.
A descoberta traz à tona a diversidade ainda pouco conhecida das plantas parasitas e a inventividade da natureza em evoluir sistemas inusitados para sobrevivência.
As 20 Equipes Esportivas Mais Lucrativas do Mundo em 2026, Segundo a Forbes
O Dallas Cowboys se mantém como o time esportivo mais lucrativo do mundo em 2026, com um valor estimado em US$ 13 bilhões e lucro operacional de US$ 629 milhões na última temporada. A equipe supera em mais de US$ 200 milhões a segunda colocada, o Golden State Warriors.
Entre as 211 franquias avaliadas, apenas 28 ultrapassaram a receita operacional dos Cowboys. As 20 equipes mais lucrativas juntas arrecadaram US$ 4,5 bilhões, refletindo um crescimento médio de 16% em relação ao ano anterior. A NFL domina o ranking com sete times, seguida pela NBA.
O aumento nas receitas de patrocínios, assentos premium e direitos de mídia impulsionam os lucros dos clubes. Apesar disso, 37 times masculinos apresentaram prejuízo, como o New York Mets, afetado principalmente por multas da liga. A média de receita por equipe na NFL chegou a US$ 662 milhões em 2026.
Pelo 30º ano seguido, os Dallas Cowboys operam em casa no domingo de Super Bowl, mesmo com poucas vitórias importantes. O que chama atenção é que o proprietário Jerry Jones mantém a equipe como a mais lucrativa do mundo esportivo. Avaliados em US$ 13 bilhões, os Cowboys alcançaram um lucro operacional (Ebitda) estimado em US$ 629 milhões na última temporada, ficando mais de US$ 200 milhões à frente do Golden State Warriors, time da NBA que vem em segundo lugar.
Das 211 franquias analisadas em 2025 pela Forbes, apenas 28 superaram a receita operacional dos Cowboys. As 20 equipes mais lucrativas juntas arrecadaram US$ 4,5 bilhões, com média de US$ 226 milhões, crescimento de 16% em comparação ao ano anterior.
A NFL domina o ranking com sete franquias, seguida pela NBA com seis equipes. A NHL e a Premier League apresentam três times cada, e uma equipe de Fórmula 1 também aparece entre as mais lucrativas. A lucratividade esportiva não é garantida: 37 times masculinos avaliados tiveram prejuízo, como o New York Mets, que perdeu US$ 268 milhões em 2024, principalmente por multas da liga.
O aumento das receitas com patrocínios, assentos premium e direitos de mídia nacional tem impulsionado os lucros. A NFL, por exemplo, viu sua receita média por equipe subir para US$ 662 milhões, com cada time recebendo cerca de US$ 443 milhões da liga na última temporada, o que ajuda a manter os clubes no azul.
As 20 Equipes Esportivas Mais Lucrativas do Mundo em 2026 (Fora do Brasil)
Por 30 anos consecutivos, os Dallas Cowboys lideram como a equipe esportiva mais lucrativa do mundo, com lucro operacional estimado em US$ 629 milhões em 2025. O Golden State Warriors está em segundo lugar, seguido por times de outras ligas como NHL, Premier League e Fórmula 1.
A NFL domina o ranking com sete equipes entre as vinte mais lucrativas, enquanto a NBA conta com seis representantes. No total, as 20 equipes geraram US$ 4,5 bilhões em lucro operacional, um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Algumas equipes ainda enfrentam prejuízos, mas a tendência é de fortalecimento financeiro.
O destaque para os times não está apenas nas vitórias esportivas, mas na saúde econômica, impulsionada por patrocínios e assentos premium. Controles financeiros nas ligas garantem maior equilíbrio e lucratividade, evidenciando que o esporte é também um grande negócio global.
Pelo 30º ano seguido, os Dallas Cowboys não estarão no Super Bowl, mas continuam comandando como a equipe esportiva mais lucrativa do mundo. Avaliados em US$ 13 bilhões, os Cowboys registraram um lucro operacional (Ebitda) estimado em US$ 629 milhões no último ano, superando qualquer outra franquia esportiva.
O Golden State Warriors da NBA aparece em segundo lugar, com um Ebitda estimado em US$ 409 milhões, seguido por outras franquias de diversas ligas. Entre as 211 equipes avaliadas pela Forbes em 2025, somente 28 tiveram receita operacional maior que a dos Cowboys.
A NFL domina o ranking com sete times entre os 20 mais lucrativos, seguida pela NBA com seis. O equilíbrio vem aumentando, com representatividade também da NHL, Premier League e Fórmula 1. No geral, as 20 equipes mais lucrativas somaram US$ 4,5 bilhões em Ebitda, alta de 16% sobre o ano anterior.
Apesar do crescimento financeiro das franquias, alguns times ainda enfrentam prejuízos, como o New York Mets, que reportou perdas de US$ 268 milhões em 2024. Enquanto isso, a NFL tem receita média por equipe de US$ 662 milhões, com distribuições da liga chegando a US$ 443 milhões por time na última temporada.
Setores como patrocínios e assentos premium impulsionam as receitas, e as ligas estão implementando controles financeiros para garantir saúde econômica, destaque para a Fórmula 1 e NHL. Proprietários como Stan Kroenke dominam múltiplas franquias entre as mais lucrativas.
O domínio financeiro dos Dallas Cowboys confirma a dimensão do esporte americano como negócio, com lucratividade garantida mesmo sem vitórias recentes em campo.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação