Impactos da Copa do Mundo 2026 no Varejo Brasileiro: Quem Ganha e Quem Perde
A Copa do Mundo de 2026 trará impactos variados ao varejo brasileiro, com efeitos diferentes entre os setores. O evento, o maior das últimas décadas com 48 seleções, tende a ampliar os jogos e a duração, influenciando a economia do país de forma significativa.
Setores como o varejo de vestuário, especialmente lojas físicas de moda, devem registrar queda nas vendas durante os jogos, enquanto alimentos, eletrônicos e móveis devem superar as médias anuais, aproveitando a alta demanda. Grandes varejistas como Casas Bahia, Magazine Luiza e o Grupo SBF (Nike) são esperados como beneficiados.
Jogos em horários fora do expediente tradicional devem limitar o impacto negativo no varejo físico. Ao final, o evento vai provocar retração em alguns segmentos e ampliação de receitas em outros, equilibrando os efeitos no comércio brasileiro durante o período.
A Copa do Mundo de Futebol de 2026 terá efeitos variados no varejo brasileiro, segundo análise do Santander. O evento será o maior das últimas décadas, com 48 times disputando mais jogos e duração mais longa, o que deve intensificar seus impactos econômicos. Apesar da dificuldade em quantificar o efeito total, os dados indicam que meses que antecedem o torneio apresentam crescimento anual menor no varejo, especialmente em segmentos como moda.
O varejo de vestuário é apontado como o mais afetado negativamente, principalmente varejistas de moda física como C&A, Guararapes e Lojas Renner, que tendem a sofrer com menor fluxo de clientes durante os jogos. O setor farmacêutico também pode ter retração, embora menos intensa, já que produtos essenciais mantêm demanda estável.
Por outro lado, categorias como alimentos, eletrônicos e móveis costumam superar médias anuais nos meses do evento. O Grupo SBF, responsável pela Nike no Brasil, é visto como beneficiado pela alta demanda por camisas da seleção, com expectativa de cerca de 850 mil unidades vendidas, 21% mais que em 2022. Mercado Livre deve registrar ganhos em bens duráveis, aproveitando parceria com Casas Bahia, especialmente em vendas de TVs.
Grandes varejistas de eletrodomésticos, como Casas Bahia e Magazine Luiza, também podem ter aumento expressivo, comparável a uma Black Friday extra. Outros beneficiados incluem Vulcabras, por exposição da Mizuno, McDonald’s com produtos temáticos e CVC por estimular viagens aos países-sede.
Jogos fora do horário comercial, devido ao fuso horário dos países anfitriões, devem limitar a interrupção no varejo físico. No geral, espera-se queda nas vendas em alguns segmentos, enquanto outros aproveitam o evento para potencializar receitas.
IBGE alerta sobre golpes envolvendo candidatos em seleção para vagas
O IBGE emitiu um alerta para candidatos sobre golpes que estão circulando durante processos seletivos. O instituto informou que há mensagens falsas pedindo pré-agendamento de exames médicos, que só são solicitados após convocação oficial.
O órgão recomenda cautela e orienta os candidatos a não fornecerem informações pessoais fora dos canais oficiais. A ação visa proteger os participantes contra fraudes e garantir a integridade do processo seletivo.
É fundamental que os candidatos estejam atentos e confirmem todas as informações diretamente com o IBGE para evitar prejuízos e garantir sua participação segura no processo.
Em 2025, a poupança no Brasil registrou saques líquidos de R$ 85,57 bilhões, mantendo um fluxo negativo pelo quinto ano consecutivo, segundo dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira (9). Apenas nos meses de maio, junho e dezembro houve depósitos positivos, sendo dezembro o melhor com R$ 5,41 bilhões. No mesmo mês, o SBPE teve saída líquida anual de R$ 62,98 bilhões e a poupança rural apresentou saques de R$ 22,59 bilhões.
Na mesma data, o IBGE alertou sobre golpes a candidatos de processos seletivos do instituto, que receberam mensagens falsas sobre necessidade de pré-agendamento de exame médico. O órgão reforça que tal exame só é solicitado após convocação e orienta a não fornecer dados pessoais fora dos canais oficiais.
Ainda na sexta, a FAO informou que os preços globais de alimentos recuaram pelo quarto mês seguido em dezembro, com queda nos preços de laticínios, carnes e óleos vegetais, apesar do índice anual de 2025 ter fechado 4,3% maior que em 2024. A alta de cereais em dezembro foi influenciada por preocupações com exportações no Mar Negro e aumento da produção de etanol no Brasil e nos EUA.
No mercado financeiro brasileiro, as ações da Azul caíram 70% em um dia, acumulando queda superior a 90% no ano, devido ao processo de recuperação judicial nos Estados Unidos e a conversão de dívidas em ações.
No cenário internacional, investidores acompanham mudanças políticas na América Latina, apontando para maior entrada de capital estrangeiro ligada a reformas pró-mercado e influência dos EUA, além de oscilações no comércio global, como queda estimada na exportação brasileira de soja para a China por conta da concorrência americana.
Influencer revela contrato de três meses e pagamento de R$ 7,8 mil por post crítico ao Banco Central
Um influencer de São Paulo confessou ter recebido R$ 7,8 mil por uma postagem crítica ao Banco Central após a liquidação do Banco Master. Ele revelou que foi oferecido um contrato de três meses para publicar vídeos que criticavam a instituição, mas recusou ao perceber que ultrapassava limites éticos.
O contrato envolvia oito vídeos mensais, com orientações prévias e sem investigação independente, totalizando R$ 188 mil. Outros influenciadores também relataram propostas semelhantes, enquanto a Polícia Federal investiga ataques coordenados ao Banco Central.
O caso gerou repercussão, com destaque para o vereador Rony Gabriel, que recusou um contrato parecido. As agências responsáveis e o Banco Master não se posicionaram sobre o assunto até o momento.
Um criador de conteúdo digital de São Paulo recebeu R$ 7,8 mil por uma única postagem crítica ao Banco Central em dezembro, após a liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O influenciador, que pediu anonimato, afirmou ter recusado um contrato para três meses de publicações após perceber que o conteúdo “ultrapassava limites éticos”. Ele devolveu o pagamento e apagou o post.
O contrato, obtido pela reportagem, envolvia a Miranda Comunicação e a Olivetto Comunicação, determinando que o influenciador deveria publicar oito vídeos mensais no formato reels, com orientações prévias e sem necessidade de investigação própria, limitando-se a um comentário informativo e neutro. O valor total previsto era R$ 188 mil, já descontada a comissão de 20% da agência.
Além disso, influenciadores relatam que receberam propostas similares em dezembro, período em que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) identificou uma série de ataques coordenados ao Banco Central nas redes sociais, fato que motivou a abertura de investigação pela Polícia Federal.
O vereador Rony Gabriel, do PL de Erechim (RS), contou ter sido procurado para um trabalho similar por uma agência que mencionava o “Projeto DV”, provável referência a Daniel Vorcaro, com multa de R$ 800 mil por quebra de confidencialidade. Ele recusou o contrato após descobrir o objetivo, que era criticar o Banco Central e defender o Master.
A reportagem tentou contato com os responsáveis pela Miranda Comunicação, Olivetto e a defesa de Vorcaro, sem sucesso. O Banco Master declarou não ter posicionamento sobre o assunto.
Planta parasita em floresta tropical malásia rouba energia de fungos subterrâneos
Uma planta rara descoberta próxima a Kuala Lumpur, na Malásia, chamou atenção por ser parasita. Ela não realiza fotossíntese e obtém energia de fungos micorrízicos subterrâneos, explorando a rede que conecta outras plantas.
A espécie, batizada de Thismia selangorensis, tem uma flor rosada com forma de lanterna e tentáculos na cúpula. Apenas 20 exemplares foram encontrados perto de um riacho, indicando que a planta é pouco comum e precisa de proteção.
Essa descoberta revela a complexidade das relações entre plantas e fungos no subsolo de florestas tropicais. O estudo destaca a biodiversidade pouco conhecida e as inovações naturais para a sobrevivência das espécies.
Uma planta descoberta na Malásia, próxima a Kuala Lumpur, chamou atenção por sua peculiaridade: trata-se de um parasita que se alimenta da energia e nutrientes de fungos subterrâneos. A espécie, apelidada de lanterna de fada, é rara e produz uma flor rosada com um topo em forma de cúpula, semelhante a um guarda-chuva. Dessa cúpula saem três estruturas que lembram tentáculos, cuja função ainda é desconhecida.
A naturalista Gim Siew Tan foi quem encontrou a planta em novembro de 2023. Suas fotos foram analisadas pela botânica Siti Munirah, do Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia, que identificou uma nova espécie, nomeada Thismia selangorensis. Foram localizados apenas 20 exemplares próximos a um riacho na Floresta Recreativa de Sungai Congkak, alguns dentro de ocos de árvores, indicando sua distribuição limitada e necessidade de proteção.
O parasitismo ocorre porque essa planta não realiza fotossíntese. Ela obtém seu sustento explorando fungos micorrízicos no solo, os mesmos que formam parcerias com outras plantas para troca de nutrientes. Esses fungos conectam diversas plantas, permitindo que a lanterna de fada retire energia sem oferecer nada em troca.
Com raízes curtas e semelhantes a corais, a planta hospeda os fungos que manipula para obter seu alimento. Este tipo de interação é raro e especializado, evidenciando a complexidade das relações ecológicas no subsolo das florestas tropicais. A ampla cúpula da flor pode proteger sua estrutura interna da umidade e detritos.
A descoberta traz à tona a diversidade ainda pouco conhecida das plantas parasitas e a inventividade da natureza em evoluir sistemas inusitados para sobrevivência.
As 20 Equipes Esportivas Mais Lucrativas do Mundo em 2026, Segundo a Forbes
O Dallas Cowboys se mantém como o time esportivo mais lucrativo do mundo em 2026, com um valor estimado em US$ 13 bilhões e lucro operacional de US$ 629 milhões na última temporada. A equipe supera em mais de US$ 200 milhões a segunda colocada, o Golden State Warriors.
Entre as 211 franquias avaliadas, apenas 28 ultrapassaram a receita operacional dos Cowboys. As 20 equipes mais lucrativas juntas arrecadaram US$ 4,5 bilhões, refletindo um crescimento médio de 16% em relação ao ano anterior. A NFL domina o ranking com sete times, seguida pela NBA.
O aumento nas receitas de patrocínios, assentos premium e direitos de mídia impulsionam os lucros dos clubes. Apesar disso, 37 times masculinos apresentaram prejuízo, como o New York Mets, afetado principalmente por multas da liga. A média de receita por equipe na NFL chegou a US$ 662 milhões em 2026.
Pelo 30º ano seguido, os Dallas Cowboys operam em casa no domingo de Super Bowl, mesmo com poucas vitórias importantes. O que chama atenção é que o proprietário Jerry Jones mantém a equipe como a mais lucrativa do mundo esportivo. Avaliados em US$ 13 bilhões, os Cowboys alcançaram um lucro operacional (Ebitda) estimado em US$ 629 milhões na última temporada, ficando mais de US$ 200 milhões à frente do Golden State Warriors, time da NBA que vem em segundo lugar.
Das 211 franquias analisadas em 2025 pela Forbes, apenas 28 superaram a receita operacional dos Cowboys. As 20 equipes mais lucrativas juntas arrecadaram US$ 4,5 bilhões, com média de US$ 226 milhões, crescimento de 16% em comparação ao ano anterior.
A NFL domina o ranking com sete franquias, seguida pela NBA com seis equipes. A NHL e a Premier League apresentam três times cada, e uma equipe de Fórmula 1 também aparece entre as mais lucrativas. A lucratividade esportiva não é garantida: 37 times masculinos avaliados tiveram prejuízo, como o New York Mets, que perdeu US$ 268 milhões em 2024, principalmente por multas da liga.
O aumento das receitas com patrocínios, assentos premium e direitos de mídia nacional tem impulsionado os lucros. A NFL, por exemplo, viu sua receita média por equipe subir para US$ 662 milhões, com cada time recebendo cerca de US$ 443 milhões da liga na última temporada, o que ajuda a manter os clubes no azul.
As 20 Equipes Esportivas Mais Lucrativas do Mundo em 2026 (Fora do Brasil)
Por 30 anos consecutivos, os Dallas Cowboys lideram como a equipe esportiva mais lucrativa do mundo, com lucro operacional estimado em US$ 629 milhões em 2025. O Golden State Warriors está em segundo lugar, seguido por times de outras ligas como NHL, Premier League e Fórmula 1.
A NFL domina o ranking com sete equipes entre as vinte mais lucrativas, enquanto a NBA conta com seis representantes. No total, as 20 equipes geraram US$ 4,5 bilhões em lucro operacional, um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Algumas equipes ainda enfrentam prejuízos, mas a tendência é de fortalecimento financeiro.
O destaque para os times não está apenas nas vitórias esportivas, mas na saúde econômica, impulsionada por patrocínios e assentos premium. Controles financeiros nas ligas garantem maior equilíbrio e lucratividade, evidenciando que o esporte é também um grande negócio global.
Pelo 30º ano seguido, os Dallas Cowboys não estarão no Super Bowl, mas continuam comandando como a equipe esportiva mais lucrativa do mundo. Avaliados em US$ 13 bilhões, os Cowboys registraram um lucro operacional (Ebitda) estimado em US$ 629 milhões no último ano, superando qualquer outra franquia esportiva.
O Golden State Warriors da NBA aparece em segundo lugar, com um Ebitda estimado em US$ 409 milhões, seguido por outras franquias de diversas ligas. Entre as 211 equipes avaliadas pela Forbes em 2025, somente 28 tiveram receita operacional maior que a dos Cowboys.
A NFL domina o ranking com sete times entre os 20 mais lucrativos, seguida pela NBA com seis. O equilíbrio vem aumentando, com representatividade também da NHL, Premier League e Fórmula 1. No geral, as 20 equipes mais lucrativas somaram US$ 4,5 bilhões em Ebitda, alta de 16% sobre o ano anterior.
Apesar do crescimento financeiro das franquias, alguns times ainda enfrentam prejuízos, como o New York Mets, que reportou perdas de US$ 268 milhões em 2024. Enquanto isso, a NFL tem receita média por equipe de US$ 662 milhões, com distribuições da liga chegando a US$ 443 milhões por time na última temporada.
Setores como patrocínios e assentos premium impulsionam as receitas, e as ligas estão implementando controles financeiros para garantir saúde econômica, destaque para a Fórmula 1 e NHL. Proprietários como Stan Kroenke dominam múltiplas franquias entre as mais lucrativas.
O domínio financeiro dos Dallas Cowboys confirma a dimensão do esporte americano como negócio, com lucratividade garantida mesmo sem vitórias recentes em campo.
Maria Clara Fleury é a nova líder de marketing da OpenAI na América Latina
Maria Clara Fleury foi nomeada Head de Marketing da OpenAI para a América Latina, trazendo sua experiência do Google e Adobe. Ela tem o objetivo de conectar a estratégia global da empresa às especificidades culturais da região, especialmente do Brasil, que é um dos principais mercados para o ChatGPT com mais de 50 milhões de usuários.
A executiva destaca a importância de criar campanhas que reflitam o “jeitinho brasileiro” de usar a inteligência artificial, promovendo uma comunicação acessível e alinhada à cultura local. Seu foco está em facilitar o entendimento da IA no cotidiano e incentivar o uso criativo das tecnologias pela população.
Maria Clara pretende fortalecer a voz local da OpenAI e valorizar a inovação da América Latina. A estratégia busca integrar a tecnologia global com a diversidade cultural do hemisfério sul, influenciando tendências e ampliando o alcance da IA na região.
A OpenAI reforça sua estratégia na América Latina com a nomeação de Maria Clara Fleury como nova Head de Marketing para a região. Com ampla experiência no Google e Adobe, ela assume a missão de adaptar a comunicação da empresa à cultura local, destacando o Brasil como um dos principais mercados para o ChatGPT, com mais de 50 milhões de usuários mensais.
Maria Clara ressalta a importância de equilibrar a força global da marca com as características regionais. “O desafio é criar campanhas que dialoguem com a cultura brasileira e latino-americana, mantendo a conexão com a visão global”, afirma. Ela também destaca o uso criativo que os brasileiros fazem das ferramentas de inteligência artificial, demonstrando uma alta participação e interação com a tecnologia.
Além de ampliar o uso acessível do ChatGPT, a executiva aponta como objetivo fortalecer a voz local da plataforma. Seu histórico inclui a tradução de produtos complexos para linguagens mais simples, facilitando a compreensão do público sobre o papel da IA no cotidiano.
Maria Clara pretende ainda valorizar a criatividade e inovação da América Latina, projetando que essa iniciativa poderá influenciar tendências globais. O compromisso da OpenAI segue em conectar a tecnologia global às especificidades culturais do hemisfério sul, promovendo o uso integrado e orgânico da inteligência artificial.
CES 2026: Testamos o Meta Display, óculos inteligente com tela integrada de informação
O Meta Display é o novo óculos inteligente apresentado pela Meta na CES 2026, em Las Vegas. Equipado com uma tela na lente direita, ele exibe mapas, traduções e notificações com brilho alto, facilitando o acesso a informações sem atrapalhar a visão.
A interação é feita por uma pulseira com sensores que reconhecem gestos musculares para controlar comandos, como a criação de textos no ar. A bateria oferece até 30 horas com carregamento portátil e as lentes adaptam-se à luminosidade ambiente.
Além de oferecer uma experiência visual discreta, o Meta Display conta com a função de transcrição em tempo real das conversas. Contudo, esse recurso pode gerar desconforto para interlocutores. O modelo ainda destaca-se pela baixa interferência visual e usabilidade prática em diferentes ambientes.
Depois do sucesso do Meta Ray-Ban, a Meta lançou em setembro o Meta Display, um óculos inteligente com uma pequena tela na lente direita. Essa tela exibe informações como mapas, traduções e notificações, oferecendo até 5.000 nits de brilho, superior ao de alguns smartphones, e pode ser desligada com um gesto do usuário. A experiência, porém, depende bastante do foco visual para alternar entre a tela e o ambiente.
O kit inclui um carregador e uma pulseira que integra uma interface neural, usando sensores de eletromiografia. A pulseira interpreta os impulsos musculares para permitir comandos aos óculos, como criar textos ao escrever no ar. O ajuste correto da pulseira no braço é fundamental, pois a leitura dos gestos pode falhar se não estiver bem posicionada.
O display tem baixa interferência visual, com apenas 2% de vazamento de luz, e fica na lateral da lente direita para não atrapalhar a visão do usuário. As lentes se adaptam à luz do sol, mudando de cor. A bateria dura até 30 horas com a caixa de carregamento, ou 18 horas sem ela. Um recurso interessante é a transcrição em tempo real das conversas, que aparece como legenda, mas pode causar desconforto para quem está participando do diálogo.
O Meta Display esteve em destaque na CES 2026, em Las Vegas, onde foi possível testá-lo e observar sua aplicação prática como uma fonte rápida e discreta de informações no campo de visão do usuário.
Grok, IA de Elon Musk, limita edição de imagens após polêmica com fotos de mulheres e crianças
A inteligência artificial Grok, integrada à rede social X de Elon Musk, passou a limitar o uso gratuito da função de edição de imagens. A mudança ocorreu após denúncias de criação de fotos falsas envolvendo mulheres e crianças, com uso indevido da ferramenta.
Agora, a edição de imagens está disponível apenas para assinantes pagantes. A rede social X investiga os casos e pretende atualizar sobre as medidas de controle. A ação visa impedir abusos e proteger usuários de conteúdos sensíveis e manipulados digitalmente.
A inteligência artificial Grok, integrada à rede social X, de Elon Musk, passou a restringir o uso gratuito da função de edição de imagens. Essa mudança ocorre depois que a ferramenta foi utilizada para criar fotos íntimas falsas de mulheres e crianças, usando imagens reais. Agora, o Grok alerta que a geração e modificação de imagens estão disponíveis apenas para assinantes.
Ao tentar usar o recurso, a resposta apresentada orienta que “a geração e edição de imagens atualmente são limitadas a assinantes pagantes” e oferece um link para a página de assinatura. A medida foi percebida após denúncias de uso indevido da ferramenta.
O caso ganhou destaque após relatos de pessoas, como a jornalista Julie Yukari, que teve imagens manipuladas para simular nudez, e também uma brasileira que teve fotos adulteradas para criar imagens falsas com pouca roupa. A prática tem sido muito criticada, já que envolve conteúdos sensíveis e expõe vítimas.
A rede social X informou que está investigando o assunto e promete fornecer atualizações em breve. O episódio evidencia os desafios relacionados à moderação e controle do uso de inteligência artificial em plataformas digitais.
A mudança no acesso à função de edição pode ser vista como uma tentativa de conter o uso indevido da IA para a criação de imagens manipuladas, protegendo usuários contra esse tipo de abuso. A polêmica deve continuar a mobilizar discussões sobre ética e limites no uso da tecnologia.
Via g1
09/01/2026 às 10:04 - Sem Categoria
BTG Pactual troca Direcional por Aura e indica 10 ações para janeiro de 2026
O BTG Pactual atualizou sua carteira de ações recomendadas para janeiro de 2026, substituindo Direcional (DIRR3) por Aura (AURA33). A mudança visa equilibrar o portfólio para um ano esperado como mais volátil, com maior presença em exportadoras e redução em construtoras. Aura Minerals se destaca por seu crescimento e exposição ao ouro.
Aura foi escolhida pelo BTG com base em seis pilares, incluindo crescimento consistente, dividendos atrativos e baixo risco operacional. A mineradora canadense tem mostrado expansão da produção e bons resultados financeiros, tornando-se uma opção estratégica para diversificação e potencial de valorização.
Analistas do BTG alertam para a volatilidade em 2026 por conta das eleições e fatores econômicos no Brasil. O banco disponibilizou gratuitamente o relatório com as 10 ações recomendadas, auxiliando investidores a aproveitarem as oportunidades iniciais do ano.
O BTG Pactual, principal banco de investimentos da América Latina, atualizou sua carteira com as 10 ações mais indicadas para janeiro de 2026. Uma das principais mudanças foi a substituição de Direcional (DIRR3) por Aura (AURA33), refletindo uma estratégia para equilibrar o portfólio em um ano esperado como mais volátil.
Em 2025, o banco manteve a exposição ao dólar limitada a 10%, mas para janeiro está elevando a presença em exportadores e reduzindo investimentos em construtoras, incluindo a mineradora de ouro Aura.
A Aura Minerals é uma empresa canadense que tem apresentado crescimento nos lucros, impulsionado pelo aumento da produção e pelos preços elevados do ouro. O BTG afirma que a escolha por AURA33 baseia-se em seis pilares:
Crescimento consistente, com expectativa de quase dobrar a produção;
Exposição ao ouro para diversificar carteiras;
Pagamentos trimestrais de dividendos com yield entre 7% e 9%;
Baixa alavancagem e balanço saudável;
Risco operacional reduzido devido à diversificação de ativos;
Valuation atrativo com potencial para expansão de múltiplos.
Os analistas do BTG também destacam que 2026 será um ano promissor, porém com turbulências, principalmente por conta das eleições no Brasil e a política econômica local, que pode causar volatilidade nos mercados, principalmente no primeiro trimestre.
O banco disponibilizou gratuitamente seu relatório com as 10 ações recomendadas para janeiro, para auxiliar investidores interessados em aproveitar as oportunidades da bolsa neste início de ano.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação