Alphabet supera Apple e se torna a segunda maior empresa do mundo por valor de mercado
A Alphabet, empresa controladora da Google, passou a Apple como a segunda maior empresa do mundo em valor de mercado, alcançando US$ 3,93 trilhões. A Apple ficou em terceiro, com US$ 3,83 trilhões, após queda nas ações nos últimos dias.
Essa mudança reflete o avanço da Alphabet no setor de inteligência artificial, que impulsionou suas ações. Enquanto isso, a Apple enfrenta atrasos em suas inovações, especialmente no lançamento de sua assistente virtual Siri, e não teve o mesmo desempenho na área de IA.
A Nvidia permanece como líder isolada, apesar de uma queda recente. A disputa pelo topo do mercado reflete a nova dinâmica entre as maiores empresas de tecnologia em 2026.
A Alphabet, controladora da Google, ultrapassou a Apple em valor de mercado, alcançando US$ 3,93 trilhões, enquanto a Maçã ficou com US$ 3,83 trilhões. Essa troca de posições acontece pela primeira vez desde 2019, devido a uma alta de 2,4% nas ações da Alphabet após o fechamento do mercado no dia anterior, enquanto as ações da Apple caíram quase 5% em seis dias.
Com esse movimento, a Alphabet assume o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas da Nvidia, que permanece líder isolada com valor de mercado de US$ 4,5 trilhões. A empresa de chips, contudo, registra queda em relação a outubro de 2025, quando atingiu US$ 5 trilhões.
O cenário atual é reflexo do desempenho das companhias neste início de 2026. A Alphabet se destaca graças ao seu avanço no setor de inteligência artificial, reposicionando seu chatbot Gemini e lançando motores generativos de imagem e vídeo reconhecidos pela precisão e realismo, além de fortalecer sua presença no mercado de nuvem, impulsionada pela demanda por IA.
Já a Apple enfrenta desafios, principalmente por atrasos no lançamento de uma nova Siri, que seria a sua aposta no segmento de IA. Mesmo com uma expectativa de inovação, especialmente com o possível lançamento em setembro do seu primeiro celular dobrável, a Maçã ainda não tem se mostrado referência em ferramentas de inteligência artificial em seu ecossistema.
União Europeia aprova acordo comercial com Mercosul após décadas de negociação
A União Europeia aprovou o acordo comercial com o Mercosul após mais de 25 anos de negociações, criando a maior zona de livre comércio global. O pacto elimina tarifas sobre produtos industriais e agrícolas entre os países do Mercosul e a UE, incluindo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
O acordo facilita o comércio entre as regiões, beneficiando setores como veículos, vinhos e produtos agrícolas, sobretudo carnes bovinas. Apesar da resistência de alguns países da UE preocupados com o impacto no setor agrícola local, a aprovação marca avanço nas relações comerciais entre Europa e Mercosul.
Essa decisão deve impactar positivamente o comércio mundial, abrindo novos mercados e estabelecendo regras que promovem a economia para produtores e consumidores dos dois blocos.
A União Europeia aprovou o acordo comercial com o Mercosul, após mais de 25 anos de negociações. O pacto cria a maior zona de livre comércio global, possibilitando a eliminação de tarifas sobre produtos industriais e agrícolas entre o bloco europeu e os países sul-americanos — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
O acordo visa facilitar o comércio, especialmente para setores como veículos e vinhos europeus, além de ampliar a entrada de carnes bovinas e outros produtos agrícolas do Mercosul no mercado europeu. Essa abertura comercial atende a cláusulas que buscam reduzir a resistência, sobretudo dos agricultores da União Europeia, preocupados com possíveis impactos negativos.
A ratificação do acordo acontece em um cenário de relações transatlânticas complexas, marcadas por tensões entre a UE e os Estados Unidos durante a administração do presidente Donald Trump. A Comissão Europeia apostou na rápida aprovação, após finalizar as negociações em dezembro de 2024.
Apesar de sua importância, o acordo enfrentou resistência de alguns países dentro da União Europeia, como a França, devido a preocupações com o setor agrícola local. Ainda assim, a decisão representa um avanço nas relações comerciais entre a Europa e o Mercosul, mostrando o interesse mútuo em fortalecer o comércio internacional.
Esse passo pode ter efeitos significativos para o comércio mundial ao estabelecer novas regras e abrir mercados para produtos de ambas as regiões, com consequências econômicas relevantes para produtores e consumidores.
Acordo Mercosul-UE: o que muda para o Brasil com o novo tratado comercial
A União Europeia aprovou politicamente o acordo comercial com o Mercosul, que elimina gradualmente tarifas sobre 91% dos bens trocados entre os blocos. O tratado deve ampliar o acesso de produtos brasileiros, especialmente do agronegócio, ao mercado europeu, um dos principais destinos das exportações do Brasil.
O acordo cria a maior área de livre-comércio do mundo, com cerca de 700 milhões de pessoas, facilitando comércio de serviços, investimentos e compras públicas. Apesar da necessidade de aprovação final no Parlamento Europeu, o tratado pode diversificar a pauta comercial e atrair investimentos para o país.
A União Europeia deu um passo fundamental na aprovação política do acordo comercial com o Mercosul, negociado desde 1999. O tratado elimina gradualmente tarifas sobre cerca de 91% dos bens trocados entre os blocos, podendo expandir o acesso de produtos brasileiros, principalmente do agronegócio, ao mercado europeu, que já é um dos principais destinos das exportações do país.
Esse acordo abre espaço para a maior área de livre-comércio mundial, que abrange aproximadamente 700 milhões de pessoas. Além da redução Tarifária, o texto inclui medidas para facilitar o comércio de serviços, investimentos e compras públicas, ampliando oportunidades para empresas brasileiras, inclusive pequenas e médias, que enfrentam desafios regulatórios e aduaneiros.
No âmbito agrícola, produtos como carne bovina, café, soja, celulose e frango representam fatias expressivas das exportações ao bloco europeu. O acordo prevê a redução de tarifas e a manutenção dos padrões rigorosos da UE em saúde, meio ambiente e direitos trabalhistas, o que deve aumentar os custos principalmente para produtores menores.
Apesar de ainda precisar da aprovação do Parlamento Europeu e das regulamentações complementares, o tratado beneficia a diversificação comercial e pode atrair investimentos ao Brasil. O contexto político internacional e o interesse europeu em fortalecer parcerias diante do crescimento econômico da China foram decisivos para a retomada das negociações.
Por fim, instrumentos de salvaguarda para setores agrícolas sensíveis da UE ainda serão definidos, o que pode limitar o volume de importações brasileiras em determinados segmentos. O acordo também traz cláusulas para monitoramento e respostas rápidas em caso de desequilíbrios no comércio.
A Liquidação Fantástica do Magazine Luiza começou no dia 9 de janeiro, trazendo descontos de até 80% em diversas categorias no site e aplicativo. A campanha oferece ofertas em smartphones, notebooks, smart TVs, eletrodomésticos, móveis, produtos para casa, além de itens de supermercado e perfumaria. Os preços são ainda inferiores aos vistos na Black Friday, com estoques limitados.
A ação reforça a presença digital do Magalu, que garante entrega rápida e prática. Parceiros como Netshoes, KaBuM! e Época Cosméticos participam da promoção, ampliando as opções para os consumidores que buscam aproveitar o começo do ano para economizar sem sair de casa.
Entre os destaques, está o smartphone Samsung Galaxy S24 FE 128GB por R$ 2.299,00, e o Galaxy S25 5G 256GB por R$ 3.498,00. O console PlayStation 5 Edição Digital com dois jogos sai por R$ 3.292,68. Para quem prefere tablets, o Galaxy Tab S10 Lite de 128GB está disponível por R$ 2.114,10, enquanto a Smart TV AOC 50″ 4K custa R$ 1.614,05 com cupom de desconto.
Além de eletrônicos, a promoção inclui eletrodomésticos como o refrigerador Electrolux Frost Free duplex de 400 litros por R$ 2.899,40 e o ar-condicionado Philco Inverter 9000BTUs a R$ 1.973,06. Itens de áudio, como o fone Samsung Buds Core por R$ 249,00 e a caixa de som amplificada Vivensis Vibe Sound V6 por R$ 719,10, também estão entre as ofertas.
As promoções são válidas por tempo limitado e dependem da disponibilidade dos produtos, então quem quiser aproveitar deve se apressar.
IPCA registra alta de 0,33% em dezembro e inflação de 2025 fica dentro da meta
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,33% em dezembro de 2025, segundo o IBGE. Esta alta mensal foi maior que a de novembro, que foi 0,18%. No acumulado do ano, o IPCA fechou em 4,26%, permanecendo dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, que estipula 3% com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
A inflação anual dentro da meta indica estabilidade na política econômica do país. Esse resultado está alinhado com as projeções de mercado, mostrando que a economia brasileira tem conseguido controlar a alta de preços. Essa manutenção é importante para influenciar decisões futuras do Banco Central sobre a taxa de juros e outras medidas econômicas.
Informações atualizadas do IPCA são essenciais para investidores, analistas e tomadores de decisão. Esses dados impactam diretamente o planejamento financeiro e mostram a direção da economia brasileira para o próximo ano, reafirmando o compromisso com a estabilidade dos preços.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, registrou alta de 0,33% em dezembro de 2025, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa inflação mensal acelerou em relação a novembro, que teve alta de 0,18%, mas o índice anual fechou em 4,26%, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância estabelecido pelo Banco Central, que mira 3% com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
A projeção do mercado indicava uma inflação de 0,33% para dezembro e uma taxa acumulada em 2025 de 4,27%, o que mostra alinhamento com a mediana das expectativas divulgadas pelo Broadcast. O desempenho anual do IPCA sinaliza que a inflação oficial do país ficou dentro do objetivo de política monetária que visa preservar a estabilidade dos preços.
Essa manutenção da inflação dentro das metas é importante para sustentação das condições macroeconômicas e pode influenciar decisões futuras do Banco Central sobre taxas de juros e outras medidas econômicas. O monitoramento cuidadoso destes indicadores segue sendo um dos pilares para a formulação de política econômica adequada para os próximos períodos.
Dados precisos e atualizados do IPCA são fundamentais para investidores, analistas e tomadores de decisão, pois impactam diretamente no planejamento financeiro e nas expectativas de mercado para o Brasil.
Por que o Irã bloqueia a internet em momentos de protesto?
Quando manifestações tomam as ruas do Irã, um padrão se repete quase imediatamente: a internet começa a desaparecer. Aplicativos param de funcionar, redes sociais ficam inacessíveis e chamadas de vídeo se tornam impossíveis. Para quem está fora do país, parece um apagão repentino. Para quem vive ali, já virou um sinal claro de que algo sério está acontecendo.
O bloqueio não é um acidente técnico nem uma falha de infraestrutura. Ele é parte de uma estratégia deliberada de controle em momentos de instabilidade política.
O que está acontecendo no Irã agora?
Nas últimas semanas, protestos voltaram a crescer em diferentes cidades iranianas, impulsionados por insatisfação econômica, repressão política e restrições sociais. À medida que vídeos e relatos começaram a circular nas redes, o acesso à internet passou a ser severamente limitado.
Relatos de organizações internacionais e monitoramento de tráfego mostram quedas abruptas na conectividade móvel, especialmente durante a noite. Plataformas como WhatsApp, Instagram e Telegram — amplamente usadas no país — tornaram-se intermitentes ou totalmente inacessíveis.
Esse tipo de resposta não é novo. O Irã já utilizou a mesma tática em protestos anteriores, transformando a internet em um recurso que pode ser desligado quando o Estado julga necessário.
Por que a internet se torna alvo em momentos de protesto?
Em contextos autoritários, a internet não é vista apenas como um serviço público. Ela é entendida como um espaço de organização, visibilidade e narrativa. Quando protestos crescem, o controle da informação passa a ser tão importante quanto o controle físico das ruas.
Ao bloquear a internet, o governo reduz três coisas essenciais para os manifestantes:
Coordenação – sem mensagens instantâneas, organizar encontros e rotas fica mais difícil.
Visibilidade – vídeos e imagens deixam de circular para o exterior.
Pressão internacional – menos registros significam menos repercussão global imediata.
O silêncio digital cria uma espécie de isolamento forçado, onde os acontecimentos continuam, mas deixam de ser vistos.
Como o Irã consegue bloquear a internet?
Diferente de países com infraestrutura descentralizada, o Irã mantém forte controle estatal sobre os principais provedores e pontos de troca de tráfego. Isso permite que autoridades reduzam a velocidade, filtrem conteúdos ou interrompam conexões quase em tempo real.
Além disso, o país investe há anos em uma rede nacional de dados, pensada para funcionar mesmo quando o acesso à internet global é limitado. Assim, serviços governamentais e alguns sites internos continuam ativos, enquanto o contato com o mundo exterior é cortado.
Não se trata de desligar tudo, mas de selecionar o que pode ou não circular.
O impacto real para a população
Para quem vive no Irã, o bloqueio vai muito além da política. Ele afeta trabalho, estudo, comunicação familiar e até acesso a serviços básicos. Pequenos negócios que dependem de redes sociais para vender param de operar. Estudantes perdem acesso a aulas e materiais. Famílias ficam sem notícias de parentes em outras cidades.
O apagão digital transforma um momento de tensão social em uma experiência ainda mais angustiante, marcada por isolamento e incerteza.
O bloqueio funciona?
A curto prazo, sim. O bloqueio dificulta a organização e reduz a circulação de imagens que poderiam ampliar os protestos. Mas, a médio e longo prazo, o efeito é ambíguo.
Muitos iranianos recorrem a VPNs, redes alternativas e métodos criativos para contornar as restrições. Além disso, o uso recorrente dessa estratégia reforça a desconfiança da população e se torna, por si só, um gatilho simbólico: quando a internet cai, cresce a percepção de que algo grave está sendo escondido.
O controle da rede não elimina o descontentamento. Apenas o empurra para outros espaços.
O que esse cenário revela sobre poder e tecnologia?
O caso do Irã expõe uma realidade desconfortável: a internet, frequentemente tratada como sinônimo de liberdade, pode ser convertida em ferramenta de controle quando concentrada nas mãos do Estado.
Protestos em ascensão e bloqueios digitais caminham juntos porque ambos disputam a mesma coisa: a capacidade de comunicar, narrar e mobilizar. Quem controla a rede, controla parte significativa do jogo político moderno.
O Irã bloqueia a internet durante protestos porque o controle da informação é uma forma eficaz de reduzir organização, visibilidade e pressão externa em momentos de instabilidade. Não é uma falha técnica, mas uma escolha estratégica.
Perguntas frequentes sobre o bloqueio da internet no Irã
O bloqueio da internet no Irã é permanente?
Não. As interrupções costumam ocorrer em momentos específicos de instabilidade, como protestos em larga escala, e podem variar de restrições parciais a apagões mais amplos.
O bloqueio afeta todo o país igualmente?
Geralmente não. Regiões com maior concentração de protestos costumam sofrer quedas mais severas, especialmente na internet móvel.
Serviços locais continuam funcionando durante o bloqueio?
Em muitos casos, sim. Plataformas internas e serviços governamentais podem permanecer acessíveis, enquanto o acesso a redes internacionais é limitado.
Essa prática é exclusiva do Irã?
Não. Outros países também já recorreram ao bloqueio da internet em momentos de crise, embora a frequência e o nível de controle variem conforme a estrutura política e tecnológica de cada Estado.
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Para ampliar o contexto sobre como o controle digital e as interrupções de conectividade vêm sendo usados em diferentes países, análises recentes ajudam a compreender o impacto dessas estratégias em cenários políticos distintos:
O bloqueio da internet revela mais do que censura: revela medo
Os protestos no Irã mostram que o controle da internet não é apenas uma resposta técnica a momentos de instabilidade, mas um reflexo direto da fragilidade do poder diante da mobilização popular. Quando o acesso à rede é interrompido, o objetivo não é apenas silenciar vozes, mas ganhar tempo, confundir narrativas e reduzir a capacidade de organização.
No entanto, a repetição dessa estratégia também expõe seus limites. Cada apagão digital reforça a percepção de que algo precisa ser escondido e amplia a desconfiança interna e externa. A internet pode ser desligada, mas o descontentamento que leva pessoas às ruas não desaparece com a queda do sinal.
O caso iraniano evidencia uma tensão central do mundo contemporâneo: governos tentam controlar a tecnologia, enquanto a sociedade aprende constantemente a contorná-la. No fim, o bloqueio da internet se torna menos um sinal de força e mais um indicativo de que o poder teme aquilo que não consegue mais conter apenas com silêncio.
Via: SILVIA DE ALMEIDA BARROS
09/01/2026 às 09:03 - Sem Categoria
União Europeia aprova acordo comercial com Mercosul após mais de duas décadas
Países da União Europeia aprovaram um acordo comercial com o Mercosul depois de 26 anos de negociações. A decisão foi tomada em reunião de embaixadores da UE, abrindo caminho para a assinatura do maior tratado de livre comércio da história do bloco europeu.
Apesar da aprovação, França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda votaram contra, enquanto Bélgica se absteve. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu para entrar em vigor. Mecanismos de controle foram incluídos para monitorar e reagir a distúrbios no mercado.
O tratado estabelece regras para o comércio entre UE e países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), com impacto importante nos setores agrícola e industrial. Essa parceria marca um avanço significativo nas relações comerciais internacionais dos dois blocos.
Países da União Europeia deram sinal verde para um acordo comercial com o Mercosul após 26 anos de negociações. A aprovação ocorreu em reunião de embaixadores da UE em Bruxelas e prepara o terreno para que o bloco europeu assine, provavelmente na próxima semana, o maior tratado de livre-comércio da sua história.
Apesar de o acordo ter sido avançado, a França e outros países, como Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda, votaram contra. A Bélgica optou pela abstenção. Para seguir adiante e entrar em vigor, o tratado ainda precisará do aval do Parlamento Europeu.
Para atender às preocupações de alguns Estados-membros, foi incluída uma salvaguarda que permite à UE monitorar as importações do Mercosul e agir caso haja perturbações relevantes no mercado europeu. A Itália contribuiu para que o limite que aciona essa verificação fosse reduzido de 8% para 5% das importações.
O acordo vai estabelecer regras para o comércio entre a UE e o bloco composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, representando um marco importante nas relações comerciais internacionais dos dois lados.
Essa medida é um passo após duas décadas e meia de negociações, trazendo potencial impacto para os setores agrícolas e industriais envolvidos nos fluxos comerciais entre os continentes. Fica claro o interesse em equilibrar a abertura comercial com mecanismos de controle que evitem desequilíbrios bruscos.
Bitcoin mantém estabilidade em torno de US$ 90 mil no início do ano; confira preços das criptomoedas
O bitcoin (BTC) manteve estabilidade na casa dos US$ 90 mil, com leve alta de 1,14% na última semana, segundo dados do Coin Market Cap. O mercado de criptomoedas apresentou movimentação discreta, com alguns tokens como XRP, Solana e Cardano registrando ganhos maiores.
O cenário econômico global segue incerto, com a atenção dos investidores voltada para o relatório de empregos dos EUA e decisões jurídicas que podem afetar o ambiente econômico. Apesar disso, as oscilações nas criptomoedas permanecem moderadas e o mercado opera com cautela.
Os próximos desdobramentos econômicos e jurídicos, especialmente nos EUA, podem influenciar o ritmo das negociações e a confiança dos investidores no setor ao longo do ano.
O bitcoin (BTC) mantém estabilidade na casa dos US$ 90 mil, com uma leve alta de 1,14% na última semana, segundo o Coin Market Cap. O mercado de criptomoedas segue quase sem variações relevantes, enquanto alguns tokens tiveram ganhos acima de 10% no mesmo período. A movimentação discreta ocorre em meio à espera dos investidores pelo relatório de empregos dos EUA, conhecido como payroll, divulgado nesta sexta-feira (9).
As bolsas asiáticas fecharam com ganhos, e os principais índices europeus, assim como os futuros de Nova York, operam em território positivo. Apesar do cenário geopolítico ainda incerto para 2024, as notícias macroeconômicas não tiveram impacto imediato nos preços das cryptomoedas.
Além disso, a Suprema Corte dos Estados Unidos deve analisar a legalidade das tarifas globais impostas durante o governo Trump. Empresas e estados americanos contestam a cobrança, buscando o reembolso de cerca de US$ 150 bilhões em impostos pagos por importadores. Esse fator pode influenciar as condições comerciais e o ambiente econômico global.
Entre as dez principais criptomoedas, além do bitcoin, o XRP se destaca com alta de mais de 11% nos últimos sete dias, acompanhado por Solana e Cardano, que apresentam desempenho positivo. Já novidades mais expressivas para os operadores de bitcoin ficaram em segundo plano, refletindo um ano que começa com cautela e pouca volatilidade no segmento.
O mercado segue atento aos próximos desdobramentos econômicos e jurídicos que podem alterar o ritmo das negociações e a confiança dos investidores.
Avatar: Frontiers of Pandora evidencia vantagens de esperar antes de jogar lançamentos
Avatar: Frontiers of Pandora foi lançado no final de 2023 e não recebeu a atenção esperada diante de grandes títulos do mercado, como Hogwarts Legacy e Baldur’s Gate 3. O jogo em primeira pessoa dividiu opiniões, e seu preço elevado afastou parte dos jogadores.
Em 2025, a Ubisoft lançou a expansão From the Ashes, adicionando modo em terceira pessoa e conteúdo novo, que melhoram a experiência e destacam o visual de Pandora. O jogo hoje tem preço mais acessível, mostrando que esperar por atualizações pode valer mais a pena do que jogar no lançamento.
Lançado no final de 2023, Avatar Frontiers of Pandora passou despercebido diante de grandes lançamentos do mercado, como Hogwarts Legacy e Baldur’s Gate 3. O jogo, exclusivo em perspectiva de primeira pessoa, dividiu opiniões devido a essa escolha, e seu preço elevado também foi um fator que afastou parte dos jogadores.
Em janeiro de 2025, a Ubisoft lançou a expansão From the Ashes para o título, adicionando conteúdo que complementa a história do filme Avatar 3: Fogo e Cinzas. A atualização trouxe uma mudança significativa ao incluir um modo em terceira pessoa que pode ser aplicado em toda a campanha, melhorando a fluidez do gameplay e destacando a beleza dos cenários de Pandora.
Essa nova perspectiva permite uma leitura mais ampla dos mapas e valoriza a verticalidade e a direção de arte do universo, tornando a exploração mais imersiva e cinematográfica. No entanto, alguns ajustes ainda são necessários, já que certas animações podem parecer rígidas, e interações específicas, como a natação, retornam à primeira pessoa.
A expansão adiciona cerca de 20 horas de jogo e coloca o jogador no papel de So’lek, líder Na’vi que enfrenta o impacto devastador da RDA e do clã das Cinzas. Além da trama mais aprofundada, melhorias no combate, novos inimigos e ajustes no voo do ikran enriquecem a experiência.
O preço mais acessível do jogo base e da expansão hoje, aliado à oferta do Ubisoft+ Premium, evidencia a tendência atual: adquirir jogos AAA no lançamento nem sempre oferece o melhor custo-benefício, pois eles evoluem muito com o tempo.
Inflação na China bate recorde em 3 anos, mas deflação no setor produtivo persiste
A inflação ao consumidor na China atingiu em dezembro o maior nível dos últimos três anos, com alta de 0,8% na comparação anual, impulsionada principalmente pelo aumento dos preços dos alimentos. Este crescimento ocorre em meio ao clima quente e ao aumento da demanda, reflexo também das compras típicas de fim de ano.
Por outro lado, o setor produtivo enfrenta deflação contínua, com queda de 1,9% no índice de preços ao produtor em relação ao ano anterior. As autoridades chinesas seguem buscando estimular a economia para equilibrar oferta e demanda, com foco na elevação da renda e no incentivo ao consumo.
Mesmo com o aumento moderado nos preços ao consumidor, abaixo da meta oficial de 2%, a recuperação econômica ainda é cautelosa. O desafio permanece principalmente na indústria, onde pressões deflacionárias refletem questões globais, especialmente em commodities e políticas internas de controle de capacidade.
A inflação na China atingiu o maior nível em quase três anos em dezembro, apesar da persistente deflação nos preços ao produtor, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas. O índice de preços ao consumidor subiu 0,8% na comparação anual, um aumento em relação aos 0,7% de novembro, pressionado principalmente pelos alimentos, com destaque para a alta de 18,2% nos valores dos vegetais frescos e 6,9% na carne bovina.
Esse cenário reflete um clima quente e aumento na demanda, além das compras tradicionais de fim de ano, que influenciaram a elevação dos preços. Ao mesmo tempo, a deflação no atacado permanece, com o índice de preços ao produtor recuando 1,9% em relação ao ano anterior, apesar de uma leve desaceleração do ritmo em comparação a novembro.
Autoridades chinesas continuam empenhadas em estimular a economia e conter pressões deflacionárias. Elas buscam aumentar a renda da população para impulsionar o consumo e promover um equilíbrio melhor entre oferta e demanda. Mesmo com essas medidas, a demanda subjacente segue fraca, mantendo sinais de cautela na recuperação econômica.
O aumento moderado dos preços ao consumidor, ainda abaixo da meta de 2% definida pelo governo, sugere que mais estímulos monetários podem ser adotados este ano para reforçar a atividade econômica. No entanto, o desafio permanece especialmente no setor produtivo, onde a deflação dura mais de três anos, refletindo pressões sobre preços globais de commodities e políticas de controle de capacidade.
Esses dados mostram os contrastes da economia chinesa de US$ 19 trilhões, afetada por fatores internos e externos, principalmente a demanda ainda fraca do consumidor e os impactos comerciais globais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação