O uso da inteligência artificial para criar imagens íntimas falsas sem consentimento tem aumentado na rede social X, gerando preocupações legais no Brasil. Usuários vêm manipulando fotos de mulheres com a ferramenta Grok, integrada à plataforma de Elon Musk, para gerar imagens com nudez simulada.
Essa prática é considerada crime no país. Advogados afirmam que produzir ou divulgar conteúdo íntimo falso sem autorização configura violação da intimidade e pode resultar em punições que incluem detenção de 6 meses a 2 anos e multas.
Além disso, o Código Penal prevê a remoção imediata do material mediante notificação da vítima, sem necessidade de ordem judicial. A criação e o compartilhamento dessas imagens podem ser enquadrados como crimes contra a honra e, em casos de perseguição, como stalking.
A facilidade e o baixo custo do acesso à IA pelo Grok ampliam o risco de abusos. Segundo dados, só entre os dias 5 e 6 de janeiro, foram geradas cerca de 6.700 imagens sugestivas por hora na plataforma. Esse volume supera o encontrado em sites pagos com serviços semelhantes.
Vítimas relatam impactos emocionais graves. Giovanna*, que teve uma foto sua modificada para parecer que estava de biquíni, descobriu a manipulação na rede social. Ela denunciou o caso e pretende registrar boletim de ocorrência.
Para se proteger, especialistas recomendam preservar provas, denunciar o conteúdo às plataformas e buscar apoio legal. A empresa responsável pelo Grok afirma que usuários que criarem ou incentivarem conteúdo ilegal sofrerão consequências equivalentes às da publicação abusiva.
LG planeja ampliar mercado no Brasil com foco em eletrodomésticos e Copa do Mundo
A LG planeja crescer no Brasil, aumentando sua receita em 30% até 2028. O país já está entre os três maiores mercados globais da empresa. A estratégia inclui a produção local de eletrodomésticos com a inauguração de uma fábrica no Paraná.
A nova unidade terá capacidade para produzir até 500 mil geladeiras por ano, além de máquinas de lavar a partir de 2027. A expectativa é ampliar a participação no mercado de linha branca de 3% para 20%, oferecendo produtos competitivos como geladeiras bivolt.
No segmento de televisores, a LG busca se destacar com produtos de alta qualidade e integração com streaming. A produção local visa reduzir custos e competir melhor com Samsung e Brastemp, especialmente com a chegada da Copa do Mundo em 2026.
Após 30 anos no país, a sul-coreana LG planeja aumentar sua receita no Brasil em 30% até 2028. O Brasil já é um dos três maiores mercados globais da empresa, junto com Coreia do Sul e Estados Unidos. A empresa aposta no aumento da demanda por televisores durante a Copa do Mundo em 2026 e na produção local de eletrodomésticos, com a inauguração de uma fábrica no Paraná no segundo semestre.
Rodrigo Fiani, vice-presidente de vendas da LG no Brasil, destaca que a maior receita global vem dos refrigeradores e máquinas de lavar, mas no Brasil essa área ainda é pequena, pois o portfólio é quase todo importado. A nova fábrica terá capacidade para fabricar até 500 mil geladeiras por ano e começará a produzir máquinas de lavar e lava e seca em 2027, com investimento de R$ 1,5 bilhão.
A expectativa é ampliar a participação de mercado em linha branca de 3% para 20%. A produção local pretende reduzir custos e oferecer produtos mais competitivos, como geladeiras bivolt, que facilitam a operação dos varejistas.
No segmento de televisores, o mercado é liderado pela Samsung, com a LG na vice-liderança, focando em produtos de maior valor agregado. Os consumidores valorizam agora além do tamanho, a qualidade da imagem, taxa de atualização para esportes e games, e integração com plataformas de streaming.
Enquanto a divisão de televisores tem receita alta, enfrenta prejuízos por conta da competição acirrada e pressão por preços. Já a linha branca é a principal fonte de lucro da LG globalmente, com US$ 4,9 bilhões faturados no terceiro trimestre de 2025.
Caso Americanas completa três anos sem punições definitivas e em processo de recuperação judicial
O escândalo das Lojas Americanas completa três anos desde a descoberta de uma fraude de R$ 20 bilhões que impactou gravemente as finanças da empresa. A manipulação contábil gerou queda de 77% nas ações e levou a companhia à recuperação judicial em janeiro de 2023.
Ex-executivos, incluindo o ex-presidente Miguel Gutierrez, estão indiciados, mas aguardam julgamento. A Polícia Federal e o Ministério Público investigam uma organização criminosa. A empresa recebeu investimentos de R$ 12 bilhões para evitar a falência e mantém um plano de recuperação judicial ativo.
Apesar dos esforços, o valor de mercado da Americanas caiu significativamente, e as dificuldades financeiras continuam. A troca na direção financeira e o acompanhamento do presidente Fernando Dias Soares fazem parte da tentativa de reestruturação e superação da crise atual.
O escândalo da Lojas Americanas completa três anos desde a revelação de um rombo de R$ 20 bilhões nas contas da empresa, que causou queda de 77% nas ações e levou à recuperação judicial em janeiro de 2023. A fraude, que durou desde 2016 até o fim de 2022, envolve um esquema de manipulação contábil para inflar lucros e influenciar o preço das ações.
Os ex-executivos, incluindo o ex-presidente Miguel Gutierrez, foram indiciados e denunciados, mas ainda aguardam julgamento. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal apontam uma organização criminosa liderada por Gutierrez. Ele chegou a ser preso na Espanha, mas segue em liberdade mediante medidas cautelares. A Comissão de Valores Mobiliários mantém vários processos administrativos contra envolvidos.
O valor de mercado da companhia caiu de R$ 10,8 bilhões antes da fraude para cerca de R$ 1,0 bilhão atualmente. As vendas anuais também caíram, passando de R$ 25,8 bilhões em 2022 para R$ 14,3 bilhões em 2024 até o terceiro trimestre de 2025, com prejuízo líquido acumulado de R$ 227 milhões.
Para evitar falência, os sócios controladores da 3G Capital injetaram R$ 12 bilhões na empresa, acompanhados de igual aporte dos bancos credores. O plano de recuperação judicial, aprovado em fevereiro de 2024, incluiu um reconhecimento de dívidas superiores a R$ 50 bilhões envolvendo 9 mil credores, entre eles Bradesco, BTG Pactual, Itaú e Santander.
A empresa segue em recuperação judicial. Após a saída da diretora financeira anterior, Camille Loyo Faria, Sebastien Durchon assumiu como CFO em uma fase de reestruturação sob o comando do presidente Fernando Dias Soares.
Bolsas asiáticas fecham em alta com avanço das ações do setor de defesa
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, lideradas pelo avanço das ações do setor de defesa. O índice Nikkei, em Tóquio, subiu 1,61%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul cresceu 0,75%, renovando máxima histórica pelo sexto dia.
Esse movimento reflete a influência da operação militar dos EUA na Venezuela e a proposta de aumento nos gastos militares de Washington até 2027. Além disso, indicadores econômicos positivos da China contribuíram para o otimismo dos investidores.
Outros mercados asiáticos também registraram ganhos, como Hong Kong e Xangai, enquanto a bolsa australiana teve estabilidade. A notícia destaca a convergência do cenário geopolítico e econômico na valorização dos ativos na região.
As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em alta na sexta-feira (9), impulsionadas pelo desempenho das ações do setor de defesa e por indicadores econômicos da China. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 1,61%, alcançando 51.939,89 pontos, com destaque para empresas como IHI Corp (+3,32%) e Kawasaki Heavy Industries (+3,17%).
Na Coreia do Sul, o índice Kospi avançou 0,75%, atingindo 4.586,32 pontos, em meio ao forte salto das ações de defesa: Hanwha Aerospace subiu 11,38%, Poongsan ganhou 6,05% e Korea Aerospace valorizou 4,90%. O Kospi renovou a máxima histórica pelo sexto dia consecutivo.
O movimento nos papéis do setor de defesa está relacionado à operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que derrubou Nicolás Maduro, além das pressões de Washington para controlar a Groenlândia e a proposta do presidente Donald Trump para aumentar os gastos militares em 50% até 2027, chegando a US$ 1,5 trilhão.
Outras bolsas asiáticas também tiveram variações positivas: o Hang Seng em Hong Kong subiu 0,32%, enquanto o Xangai Composto na China continental avançou 0,92%. A inflação ao consumidor na China acelerou levemente para 0,8% em dezembro, em linha com as previsões.
Já a bolsa australiana fechou praticamente estável, com baixa de 0,03%, enquanto as ações da mineradora Rio Tinto caíram 6,27% após a retomada de negociações com a Glencore para uma possível fusão.
Como a Intel Reestruturou Suas Operações para Atender à Demanda de IA na América Latina
Em 2025, a Intel passou por uma reestruturação importante para enfrentar desafios financeiros e substituir a liderança. Sob o comando de Lip-Bu Tan, adotou cortes de pessoal e interrompeu operações em fábricas na Europa para conter prejuízos.
Na América Latina, a empresa ajustou sua operação para se aproximar dos clientes locais e acelerar a inovação em inteligência artificial, auxiliando países como o Brasil a avançarem em projetos nacionais. A nova estrutura visa oferecer agilidade e soluções adaptadas à infraestrutura regional.
Além disso, a Intel prepara lançamentos de chips avançados e apoia discussões sobre infraestrutura e data centers na região. O objetivo é fortalecer o mercado de tecnologia e a capacidade local diante da próxima onda de investimentos em IA.
O ano de 2025 marcou uma mudança significante para a Intel. Em meio a desafios financeiros e a saída de Pat Gelsinger, a companhia de Santa Clara adotou uma reestruturação profunda. Sob a liderança de Lip-Bu Tan, houve corte de funcionários e suspensão de fábricas na Europa, estratégias para conter perdas financeiras. Contudo, a situação se estabilizou graças ao suporte do governo americano e a uma parceria inédita de US$ 5 bilhões com a Nvidia, reforçando a importância da Intel na soberania dos chips nos Estados Unidos.
Gisselle Ruiz Lanza, presidente da Intel para a América Latina, destaca que a região participou ativamente da transformação global da empresa. Segundo ela, o foco atual é aproximar-se dos clientes e entregar inovação adaptada à infraestrutura local e às demandas em inteligência artificial. Isso ajuda países como o Brasil a avançarem nos seus projetos nacionais de IA, apoiados pela nova estrutura operacional da Intel, que prioriza rapidez e eficiência.
Na CES 2026, a Intel revela a linha Intel Core Ultra Série 3 (Panther Lake), com chips fabricados no processo Intel 18A. A novidade promete notebooks com até 27 horas de bateria, reforçando o compromisso da empresa com design, fabricação e comercialização integrados, aspectos essenciais que a Intel prioriza para seguir competitiva. Para a América Latina, a expectativa é que a empresa sustente a próxima onda de investimentos em data centers e produtos com inteligência artificial.
A Intel também atua consultando discussões locais sobre infraestrutura e data centers, auxiliando na construção de estratégias sólidas e sustentáveis, alinhadas ao ritmo acelerado da tecnologia mundial.
Rio Tinto e Glencore discutem fusão que pode criar maior mineradora mundial
A fusão entre Rio Tinto e Glencore está em fase preliminar, podendo criar a maior mineradora do mundo em valor de mercado. A negociação envolve troca de ações, com prazo para definição até 5 de fevereiro, conforme regras britânicas.
Ambas as empresas possuem forte atuação em cobre, minério de ferro e outros metais essenciais para a eletrificação industrial e a transição energética global. A união fortalecia sua posição frente à concorrência, como a BHP e a Vale.
O novo grupo teria valor de mercado estimado em mais de US$ 200 bilhões. Isso reforça o interesse em dominar o mercado de metais para eletrificação, diante das projeções de alta demanda nos próximos anos.
A fusão entre a Rio Tinto e a Glencore está em fase preliminar, com conversas abertas para uma possível junção que criaria a maior mineradora do mundo em valor de mercado, ultrapassando a BHP. Segundo informações oficiais, a negociação envolveria a troca de ações, e o prazo para anunciar um acordo vinculante ou encerrar as conversas é 5 de fevereiro, conforme regras britânicas.
A australiana Rio Tinto, que compete com a Vale na produção de minério de ferro, tem investido em cobre, mirando o crescimento impulsionado pela transição energética global. Among its assets, the Rio Tinto operates the Simandou project in Guinea, uma das novas frentes para minério de ferro, com parcerias chinesas iniciando operações.
A Glencore é conhecida por sua atuação em trading de commodities e mineração de metais-chave como cobre e níquel, que são essenciais para a eletrificação industrial. A fusão fortaleceria a presença dos dois grupos no cobre, mercado em expansão devido ao aumento no consumo, especialmente para data centers de inteligência artificial e baterias elétricas.
Estimativas indicam que a nova empresa teria um valor de mercado superior a US$ 200 bilhões, contra os US$ 160 bilhões da BHP. A Rio Tinto projeta produção de cobre entre 780 mil e 850 mil toneladas, enquanto a Glencore mira 850 mil a 875 mil toneladas, números bastante superiores aos da Vale no mesmo setor.
Este movimento reforça o interesse dos grandes players em dominar o mercado de metais para eletrificação, em meio a projeções de desbalanceamento entre oferta e demanda nas próximas décadas.
Asteroide gigante com rotação recorde é identificado pelo Observatório Vera Rubin
O Observatório Vera Rubin identificou um asteroide incomum chamado 2025 MN45, com cerca de 710 metros de diâmetro. Ele se destaca por girar em torno do próprio eixo em apenas 113 segundos, uma velocidade recorde para seu tamanho.
Esse corpo sólido desafia a ideia de que asteroides maiores são frágeis e não suportam rotações rápidas. A observação sugere que o 2025 MN45 pode ser um fragmento resistente de um asteroide maior destruído por colisões antigas.
A descoberta foi feita com a ajuda da câmera LSST, no projeto Legacy Survey of Space and Time, e reforça o estudo sobre a formação do Sistema Solar. O Vera Rubin continua analisando esses corpos para ampliar o conhecimento sobre suas características.
O Observatório Vera Rubin identificou um asteroide diferente de tudo que já foi visto até hoje. Nomeado como 2025 MN45, esse corpo tem cerca de 710 metros de diâmetro e surpreende por girar em torno do próprio eixo em apenas 113 segundos. Essa velocidade recorde é inédita para um objeto tão grande, que normalmente não deveria suportar rotações tão rápidas.
Asteroides geralmente são “pilhas de escombros”, ou seja, aglomerados frágeis de rochas, e não sobrevivem a rotações rápidas, que podem despedaçá-los. No entanto, a rotação acelerada do 2025 MN45 sugere que ele é um corpo sólido e resistente, possivelmente fragmento de um asteroide maior destruído em colisões antigas. Isso desafia os modelos tradicionais e ajuda a entender melhor a estrutura interna desses objetos.
A descoberta foi possível graças à câmera LSST, a maior já construída, implementada no Legacy Survey of Space and Time, projeto do observatório localizado no Chile. Em poucos dias de operação, o Vera Rubin detectou quase 1.900 asteroides não catalogados e coletou dados detalhados sobre 76 deles, incluindo 2025 MN45, que se destaca por sua velocidade extrema.
Além dele, outros asteroides com rotações muito rápidas foram observados, mas nenhum com o diâmetro e a rapidez do 2025 MN45. Essas informações alimentam o estudo dos processos que formaram nosso Sistema Solar há bilhões de anos. Com observações contínuas, o Vera Rubin promete ampliar o conhecimento sobre esses corpos celestes e suas características inesperadas.
Life is Strange: Reunion, novo jogo com Max e Chloe, será lançado para PS5
A PEGI, órgão europeu de classificação indicativa, confirmou a existência de Life is Strange: Reunion. O jogo traz de volta as personagens Max Caulfield e Chloe Price e será lançado para PlayStation 5, sob publicação da Square Enix.
A trama do novo título segue Chloe na Universidade de Caledon, continuando a narrativa de Double Exposure. Apesar das dificuldades enfrentadas pelo estúdio Deck Nine, a produção avança para cumprir o contrato com a editora.
Ainda não há datas oficiais de lançamento ou anúncios pela Square Enix, mas espera-se novidades em eventos como State of Play ou Summer Game Fest.
O órgão europeu de classificação indicativa, PEGI, revelou a existência de Life is Strange: Reunion. Este novo game da franquia traz de volta as protagonistas Max Caulfield e Chloe Price, e deve ser lançado para PlayStation 5, sob publicação da Square Enix. A sinopse oficial menciona que Chloe chegou à Universidade de Caledon, dando sequência à história iniciada em Double Exposure.
O lançamento acontece em um momento delicado para a Deck Nine, estúdio responsável pelo título anterior, que enfrentou demissões e questões internas. Apesar disso, a produção segue em frente, atendendo a uma obrigação contratual com a editora. Até o momento, a Square Enix não fez comentários sobre o novo jogo, e espera-se algum anúncio futuro em eventos como State of Play ou Summer Game Fest.
Além do anúncio da PEGI, surgiram indicações de que a MachineGames, estúdio da Bethesda, está trabalhando tanto em Wolfenstein 3 quanto em um shooter multiplayer inspirado em Rainbow Six Siege. A proposta para o terceiro título da série é continuar a narrativa de B.J. Blazkowicz, confirmando que a franquia será uma trilogia, conforme declarado pelo chefe do estúdio.
Outro destaque vem da Blizzard, que estaria desenvolvendo um shooter baseado no universo de StarCraft, liderado por Dan Hay, ex-chefe da franquia Far Cry. O projeto pode ser revelado ainda este ano na BlizzCon. Por fim, rumores indicam que a Bethesda prepara remakes de Fallout 3 e New Vegas, com Fallout 3 previsto para ser lançado primeiro.
Já a Ubisoft anunciou o fechamento do estúdio Halifax e a demissão de 71 funcionários, justificando a decisão como parte de uma reestruturação para redução de custos.
CFO do GPA renuncia em meio a programa de corte de custos
O CFO do GPA, Rafael Russowsky, anunciou sua saída dos cargos de vice-presidente financeiro e diretor de relações com investidores. O novo CEO, Alexandre Santoro, assumirá interinamente a função financeira enquanto a empresa realiza um programa de corte de custos.
O grupo supermercadista busca reduzir gastos em mais de R$ 700 milhões entre despesas e investimentos para tornar suas operações mais eficientes. A consultoria Alvarez & Marsal foi contratada para auxiliar na reestruturação e melhoria da eficiência.
Essas mudanças fazem parte da estratégia do GPA para ajustar as finanças e otimizar os resultados, impactando diretamente as redes Pão de Açúcar e Extra, que pertencem ao grupo.
O GPA comunicou que Rafael Russowsky deixou os cargos de vice-presidente executivo financeiro e diretor de relações com investidores. Alexandre Santoro, anunciado como novo CEO na última segunda-feira, vai responder também interinamente pela vice-presidência financeira. Santoro era líder da rede IMC de restaurantes antes de assumir o comando do grupo supermercadista.
Russowsky ocupava a função de CFO desde julho de 2023. Ele tem trajetória no grupo francês Casino, que foi controlador do GPA e hoje é o segundo maior acionista do varejista, ficando atrás apenas dos Coelho Diniz, familiares que administram uma rede no leste de Minas Gerais.
Essa mudança na gestão financeira acontece durante um programa de corte de custos que o GPA iniciou em novembro de 2023. Para apoiar esse projeto, a empresa contratou a consultoria americana Alvarez & Marsal, especializada em melhorar eficiência operacional.
O plano tem como meta reduzir gastos e investimentos significativamente. São esperados cortes mínimos de R$ 415 milhões em despesas operacionais, mais uma diminuição entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões nos investimentos previstos para 2026. Isso representa quase metade do valor que seria investido no período anterior.
Essas medidas fazem parte da estratégia para ajustar as contas do grupo que controla as redes Pão de Açúcar e Extra, apontando para uma reestruturação focada em eficiência e redução de custos.
Os 50 filmes com maior bilheteria de 2025 no mercado global
O ranking dos 50 filmes com maior bilheteria de 2025 revela uma grande diversidade, com destaque para a animação chinesa Ne Zha 2, que liderou o ranking com US$ 2,24 bilhões. Filmes como Zootopia 2 e Avatar: Fogo e Cinzas também se destacaram, mostrando diferentes estilos e públicos.
Franquias consolidadas como Harry Potter e produções da DC e Marvel mantiveram seu espaço, enquanto animações japonesas como Demon Slayer ganharam protagonismo, refletindo uma mudança no consumo global. Relançamentos de clássicos adicionaram ainda mais força ao mercado.
Esses dados reforçam a crescente importância do mercado asiático e mostram como diferentes gêneros e estratégias impactam a bilheteria mundial, preparando o terreno para novidades e celebrações futuras no cinema.
O cinema em 2025 confirmou sua força global nas bilheterias. O ranking dos 50 filmes com maior bilheteria em 2025 mostra diversidade de gêneros como animação, live-action e adaptações de games. No topo, a animação chinesa Ne Zha 2 liderou com impressionantes US$ 2,24 bilhões, refletindo o peso crescente do mercado asiático.
Na sequência, Zootopia 2 manteve a tradição da Disney, enquanto Avatar: Fogo e Cinzas surpreendeu ao alcançar o terceiro lugar apesar de ter sido lançado apenas no final do ano, acumulando mais de US$ 1 bilhão rapidamente. O Top 5 ainda conta com Lilo & Stitch na versão live-action e Um Filme Minecraft, que apesar de controvérsias se tornou um fenômeno mundial.
Franquias famosas continuam marcando presença. Filmes do universo Harry Potter retornaram com relançamentos que impactaram a bilheteria, confirmando a força da nostalgia. Além disso, produções como Superman iniciaram o novo ciclo do DCU com desempenho superior a várias produções da Marvel, dando um novo fôlego à disputa entre os dois universos.
Outro destaque foi o crescimento das animações japonesas, com filmes como Demon Slayer e Chainsaw Man, que deixaram de ser nicho para competir diretamente com grandes lançamentos de Hollywood. Esse fenômeno indica uma mudança no perfil de consumo e no mercado cinematográfico global.
2025 reforçou também o poder dos relançamentos, com clássicos como The Batman e Matrix, além da preparação para celebrar os 25 anos de O Senhor dos Anéis em 2026, que promete novos movimentos nas bilheterias.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação