O GPA anunciou novas mudanças em sua diretoria estatutária poucos dias depois de nomear Alexandre de Jesus Santoro como diretor-presidente. Rafael Sirotsky Russowsky renunciou aos cargos de vice-presidente executivo financeiro e diretor de relações com investidores, cargos que exercia até então.
Rafael Russowsky trabalhou por mais de dez anos como diretor de desenvolvimento corporativo e participações do grupo francês Casino, antigo controlador do GPA. Com a saída dele, o conselho de administração escolheu Alexandre Santoro para acumular também a função de diretor interino vice-presidente de finanças.
Para a diretoria de relações com investidores, foi indicado Rodrigo Manso. Outra alteração envolve Joaquim Alexandre Fernandes Sousa, que deixou a diretoria estatutária, mas segue como diretor executivo comercial e de logística da empresa.
O mandato da diretoria estatutária será unificado em dois anos, alinhado ao mandato do diretor-presidente definido na reunião do conselho de 5 de janeiro. Essas mudanças acontecem após a reformulação societária do ano passado, quando a família mineira Coelho Diniz tornou-se a maior acionista do GPA, substituindo o grupo Casino.
Relatório da Moody’s: IA deve aumentar ameaças cibernéticas em 2026
O relatório da Moody’s aponta que o avanço das ferramentas de inteligência artificial deve acelerar as ameaças cibernéticas em 2026. Atacantes usarão IA para criar ataques automatizados e malwares adaptativos, dificultando a detecção. Por outro lado, defensores também aplicam IA para identificar vulnerabilidades antes que sejam exploradas.
Sistemas de IA já tornaram ataques de phishing mais sofisticados, e práticas como prompt injections e model poisoning tendem a crescer. Os agentes autônomos de IA aumentam a dificuldade de identificar ameaças e ampliam riscos imprevisíveis.
Enquanto isso, ataques de ransomware diminuem para empresas menores, mas continuam graves para grandes organizações. O roubo de criptomoedas e falhas em serviços de nuvem expõem vulnerabilidades. O avanço das regras globais de cibersegurança traz desafios para a conformidade das empresas.
O avanço das ferramentas de inteligência artificial deve acelerar as ameaças cibernéticas em 2026, segundo relatório da Moody’s. Atacantes estão usando IA para criar ataques automatizados e malwares capazes de mudar seu comportamento para escapar de detecção. Inteligência artificial também está sendo aplicada por defensores para identificar pontos fracos antes que sejam explorados.
Os sistemas de IA já tornaram ataques de phishing mais sofisticados, e a tendência é que práticas como prompt injections e model poisoning se tornem mais comuns à medida que a tecnologia avança. Agentes de IA autônomos, capazes de executar múltiplas tarefas independente, complicam a identificação de ameaças e aumentam o risco de erros imprevisíveis.
Enquanto isso, o impacto do ransomware diminui para empresas menores, com queda na criptografia de dados em ataques bem-sucedidos. Entretanto, empresas maiores permanecem vulneráveis devido à complexidade de suas redes e maior capacidade para pagar resgates.
O roubo de criptomoedas segue em alta, com ataques tanto a plataformas de blockchain quanto vulnerabilidades fora da cadeia na gestão de ativos digitais. Recentes falhas em serviços de nuvem, como AWS, Azure e Cloudflare, expõem riscos operacionais, ainda que não tenham sido ataques maliciosos.
Por fim, a expansão de regras de cibersegurança em várias jurisdições cria um cenário complexo para empresas globais, dificultando a conformidade. Esforços para unificar normas avançam lentamente, mantendo desafios neste campo.
Ibovespa fecha em alta discreta com valorização de ações da Petrobras
O Ibovespa encerrou a quinta-feira (8) com alta de 0,49%, chegando a 162.761 pontos. O desempenho positivo foi puxado principalmente pelo aumento de mais de 1% nas ações da Petrobras, que refletiu a alta de mais de 3% no preço do petróleo, atingindo o maior valor em duas semanas.
Os investidores mantêm atenção nos desdobramentos da Venezuela, que impactam a oferta global de petróleo, e esperam por dados importantes sobre o mercado de trabalho nos EUA e inflação no Brasil. Esses indicadores podem influenciar as próximas decisões sobre taxas de juros.
No mercado cambial, o dólar ficou estável em R$ 5,39, com pouca oscilação. A cautela prevaleceu enquanto o mercado aguarda os postos dados econômicos que guiarão os próximos passos dos investidores.
O Ibovespa encerrou o pregão desta quinta-feira (8) com uma alta de 0,49%, fechando aos 162.761 pontos. A valorização das ações da Petrobras, que subiram mais de 1%, foi um dos principais suportes para o desempenho positivo do índice. O movimento nos papéis da estatal esteve relacionado ao aumento de mais de 3% no preço do petróleo, atingindo seu maior nível em duas semanas.
Os investidores acompanham de perto os desdobramentos na Venezuela, que geram incertezas sobre o abastecimento global de petróleo. Essa preocupação tem influenciado o mercado, refletindo-se na valorização do óleo e das ações ligadas ao setor.
Além disso, para esta sexta-feira (9), estão previstos dados importantes sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos e a inflação no Brasil. Essas informações devem trazer sinais a respeito da direção das taxas de juros nos dois países.
No mercado de câmbio, o dólar ficou estável frente ao real, com fechamento aos R$ 5,39, após oscilar em margens apertadas durante o dia. Os operadores optaram por aguardar os novos números econômicos, o que criou um ambiente de cautela.
A movimentação dos preços do petróleo e a expectativa com indicadores econômicos reforçam a atenção dos investidores quanto ao cenário para o curto prazo, principalmente no que se refere à política monetária e à oferta global de commodities.
Trump afirma que Estados Unidos podem intensificar ações militares na Nigéria
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que pode haver mais ataques militares americanos na Nigéria caso a violência contra cristãos no país africano continue. O comentário foi feito após uma operação dos EUA contra militantes do Estado Islâmico na região noroeste da Nigéria em resposta a pedido do governo local.
Trump ressaltou a possibilidade de novas ações militares se os ataques contra cristãos persistirem, apesar do governo nigeriano afirmar que a operação foi contra terroristas e sem foco religioso. Enquanto isso, a população da Nigéria está dividida entre cristãos e muçulmanos, e o país enfrenta desafios com insurgentes islâmicos.
As autoridades nigerianas negam perseguição religiosa sistemática e garantem que militantes também atacam muçulmanos. O governo segue colaborando com os EUA para combater grupos extremistas na região, buscando estabilidade e segurança para a população.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que podem ocorrer mais ataques militares dos EUA na Nigéria caso continue a violência contra os cristãos no país africano. As afirmações foram feitas em entrevista ao New York Times, publicada nesta quinta-feira. Trump fez o comentário em resposta ao ataque dos EUA contra militantes do Estado Islâmico na região noroeste da Nigéria no dia de Natal, realizado a pedido do governo local.
Enquanto o governo nigeriano afirma que a operação foi uma ação conjunta contra terroristas, sem ligação com religiões específicas, Trump ressaltou que, se os ataques contra cristãos persistirem, outras ações podem ser desencadeadas. Ele também mencionou que acredita que a maioria das vítimas da violência no país são cristãs, embora seu próprio conselheiro para a África tenha afirmado que mais muçulmanos estão sendo mortos.
O líder americano já havia alertado para uma suposta “ameaça existencial” ao cristianismo na Nigéria, ameaçando intervenção militar devido ao que considera falha do governo local em controlar a violência contra as comunidades cristãs. A população da Nigéria, superior a 230 milhões, é praticamente dividida entre cristãos, presentes no sul, e muçulmanos, no norte, região afetada por insurgentes islâmicos como o Boko Haram.
Apesar das preocupações externas, as autoridades nigerianas rejeitam que exista perseguição sistemática contra cristãos no país e garantem que militantes têm atacado muçulmanos igualmente. O governo do país pretende continuar trabalhando com os Estados Unidos para combater os grupos extremistas.
Glencore confirma negociações com Rio Tinto para possível fusão no setor de mineração
Glencore confirmou o início de conversas com a Rio Tinto para avaliar uma possível fusão por ações que resultaria na maior mineradora do mundo. O acordo ainda está em fase inicial, sem garantias, e futuras informações serão divulgadas em momento apropriado.
A união das duas empresas superaria a BHP Group em valor de mercado, combinando os US$ 103 bilhões da Rio Tinto e US$ 55 bilhões da Glencore. O foco está em fortalecer a extração de cobre, essencial para projetos de descarbonização, apesar da demanda mais fraca por minério de ferro.
Esse movimento reflete a estratégia das mineradoras para se adaptarem às mudanças econômicas globais, ampliando operações e focando em tecnologias sustentáveis para manter sua competitividade no mercado.
Glencore confirmou conversas iniciais com o grupo Rio Tinto para possível combinação de negócios, incluindo uma fusão por ações que formaria a maior mineradora do mundo. A Glencore ressaltou que ainda não há garantia de acordo, e novas comunicações serão feitas em momento oportuno.
Fontes próximas à negociação indicam que a proposta poderia unir totalmente as operações das duas empresas, mas os detalhes finais ainda são indefinidos. Uma fusão entre Rio Tinto e Glencore superaria o BHP Group, hoje líder do setor, com valor de mercado estimado em US$ 126 bilhões.
A Rio Tinto possui valor aproximado de US$ 103 bilhões, enquanto a Glencore está avaliada em US$ 55 bilhões. Ambas controlam importantes minas de cobre, metal essencial para projetos globais de descarbonização, cenário que impulsiona o setor. No entanto, Rio Tinto, assim como a BHP, depende significativamente do minério de ferro, cuja demanda deve permanecer fraca devido ao fim do ciclo de construção da China.
No mercado, as ações da Rio Tinto caíram, enquanto a Glencore teve valorização recente. O segmento de mineração tem registrado diversas negociações nos últimos anos focadas na expansão da extração de cobre, item-chave para energias renováveis e tecnologias limpas.
Esse movimento demonstra interesse das gigantes mineradoras em se posicionarem frente às mudanças na economia global, diversificando suas operações para manter competitividade em ambientes de transformação.
GM registra baixa de US$ 6 bilhões por ajuste na produção de veículos elétricos nos EUA
A General Motors revelou que terá um impacto financeiro de US$ 6 bilhões devido à redução na produção de veículos elétricos. Parte desse valor, US$ 4,2 bilhões, está ligada ao cancelamento de contratos com fornecedores que se prepararam para volumes maiores.
Apesar da baixa bilionária, a montadora garante que os modelos elétricos atuais continuarão disponíveis no mercado americano. A decisão acompanha uma tendência de queda nas vendas pós-fim do crédito fiscal para veículos elétricos.
Além da baixa, a GM já começou a ajustar seus investimentos e produção, suspendendo a fabricação de baterias em algumas unidades. A expectativa é que os carros elétricos representem cerca de 6% das vendas da marca até 2026, refletindo a desaceleração do setor nos EUA.
A General Motors anunciou que vai registrar uma baixa contábil de US$ 6 bilhões devido ao recuo na produção de veículos elétricos. Esse valor inclui um impacto de US$ 4,2 bilhões relacionado ao cancelamento de contratos com fornecedores, que haviam preparado capacidade para volumes maiores.
Embora este ajuste financeiro seja significativo, a GM afirma que a medida não afetará a linha atual dos seus modelos elétricos disponíveis nos Estados Unidos, garantindo a continuidade dessas ofertas aos consumidores.
Esse movimento acompanha uma tendência no setor americano, que viu uma queda nas vendas de veículos elétricos após o fim do crédito fiscal de US$ 7.500 para compras desses carros, encerrado em setembro. Montadoras como a Ford também registraram baixas contábeis importantes e ajustaram seus planos para veículos elétricos.
A GM, que prometeu eliminar gradativamente veículos a combustão até 2035, já começou a reduzir investimentos, suspendeu produção de baterias em algumas fábricas por seis meses e alterou planos para uma fábrica em Michigan, dedicando-a agora a modelos como o utilitário Cadillac Escalade.
As vendas elétricas da montadora caíram 43% no último trimestre, demonstrando a desaceleração do mercado nos EUA, onde a expectativa é que veículos elétricos representem cerca de 6% das vendas totais em 2026.
A presidente-executiva Mary Barra destaca que a empresa seguirá ajustando suas ações conforme a demanda dos clientes.
Descoberta de fósseis de 773 mil anos no Marrocos pode esclarecer a evolução humana
Um conjunto raro de fósseis com cerca de 773 mil anos foi descoberto na região de Casablanca, no Marrocos. Essa descoberta pode ajudar a esclarecer como as linhagens que deram origem ao Homo sapiens, neandertais e denisovanos começaram a se separar. A datação dos fósseis foi realizada com alta precisão, utilizando magnetostratigrafia, e inclui mandíbulas, dentes, vértebras e um fêmur.
Esses fósseis não pertencem a nenhuma espécie conhecida, mas representam uma população africana ancestral pouco diferenciada, próxima do ancestral comum dos humanos modernos e seus parentes próximos. Eles não mostram características típicas do Homo erectus ou dos neandertais europeus, indicando uma fase distinta da evolução humana.
O ambiente da época era formado por dunas e cavernas no litoral atlântico do Marrocos, onde o perigo de predadores era presente, como evidenciado pelas marcas num fêmur. A descoberta é crucial para entender o período entre 1 milhão e 600 mil anos atrás, uma fase pouco documentada que foi decisiva para a formação das espécies humanas atuais.
Um raro conjunto de fósseis datados de 773 mil anos foi encontrado na região de Casablanca, no Marrocos, e pode ajudar a esclarecer uma importante fase da evolução humana. Esses restos humanos surgiram quando as linhagens que originaram o Homo sapiens, os neandertais e os denisovanos começaram a se separar, preenchendo uma lacuna significativa no registro fóssil africano. A datação foi feita com alta precisão, usando magnetostratigrafia, com margem de erro de apenas quatro mil anos.
Os fósseis incluem mandíbulas adultas e infantis, dentes, vértebras e um fêmur, encontrados na Grotte à Hominidés, caverna no sítio Thomas Quarry I. Análises indicam que estes hominídeos não pertencem a nenhuma espécie conhecida, mas representam uma população africana pouco diferenciada, próxima ao ancestral comum dos humanos modernos e seus parentes próximos. Eles não exibem características típicas do Homo erectus nem traços especializados dos neandertais encontrados na Europa.
O ambiente dessa época no litoral atlântico do Marrocos incluía dunas e sistemas de cavernas, oferecendo recursos e perigos, como predadores que deixaram marcas, por exemplo, no fêmur encontrado. A importância da descoberta está no contexto prático da evolução entre 1 milhão e 600 mil anos atrás — período pouco documentado e decisivo para entender como as espécies humanas atuais se formaram.
Tenda integra inteligência artificial generativa para impulsionar transformação digital
A Construtora Tenda incorporou a inteligência artificial generativa como parte fundamental de sua estratégia digital para 2025. A tecnologia foi integrada em áreas como jurídico, marketing, RH e operações, aumentando a eficiência e a segurança no uso de dados.
O avanço foca em equilibrar produtividade com governança, garantindo conformidade com a LGPD e reduzindo a dependência de fornecedores externos. Equipes usam diariamente assistentes digitais que aceleram tarefas antes manuais.
Desde a adoção, processos que levavam dias foram reduzidos a minutos, com maior confiabilidade. Mais de 80% dos colaboradores utilizam a plataforma, que planeja ampliar o uso da tecnologia em sistemas críticos em 2026.
A Construtora Tenda adotou a inteligência artificial generativa como componente essencial de sua transformação digital em 2025. A tecnologia deixou o campo experimental e foi incorporada em diversas áreas, incluindo jurídico, marketing, RH e operações, por meio de uma plataforma interna que funciona como um hub de agentes especializados. O foco está em aumentar eficiência, autonomia e segurança no manuseio de dados corporativos.
Esse avanço se apoia numa estratégia que equilibra produtividade e governança, garantindo conformidade com a LGPD e menor dependência de fornecedores externos. A integração da inteligência artificial generativa aos processos internos tem acelerado tarefas repetitivas e estimulado a inovação entre equipes, que agora usam copilots, bots e assistentes digitais diariamente.
Décimas de produtividade e agilidade já são perceptíveis, especialmente em processos antes manuais. Um exemplo inclui a automação completa de procedimentos que levavam cerca de quinze dias, reduzidos a minutos com resultados mais confiáveis. A mudança cultural foi apoiada por iniciativas de educação e comunicação, reduzindo o medo de substituição e aumentando o engajamento interno.
Com mais de 80% dos colaboradores ativos na plataforma e mais de 100 agentes criados, a Tenda planeja expandir o uso da inteligência artificial generativa, integrando-a a sistemas críticos para 2026. O objetivo é consolidar a tecnologia como ferramenta estratégica que oferece ganhos mensuráveis em eficiência e impacto nos negócios.
Preço do petróleo sobe 3% com tensões na Venezuela e dúvidas sobre oferta da Rússia, Iraque e Irã
O preço do petróleo registrou alta de 3% nesta quinta-feira (8), após quedas nos dias anteriores. Os contratos futuros do Brent fecharam em US$ 61,99 por barril, enquanto o WTI dos EUA atingiu US$ 57,76. A alta foi motivada por preocupações sobre a oferta de petróleo da Rússia, Iraque e Irã, além de novidades relacionadas à Venezuela.
Nos últimos dias, houve movimentação na Venezuela com visitas de representantes de empresas petrolíferas americanas e europeias, após acordo dos EUA para fornecimento de produtos ao país. Os Estados Unidos também intensificaram sanções, bloqueando embarcações venezuelanas, parte de uma estratégia para reforçar sua influência no mercado.
Embora essa mobilização gere tensões, analistas apontam que o impacto imediato no mercado é limitado, pois um aumento real da oferta venezuelana na Costa do Golfo pode levar anos para se concretizar. Paralelamente, o Senado americano aprovou resoluções para limitar ações militares na Venezuela, enquanto grandes petrolíferas planejam ampliar operações na região.
Os preços do petróleo tiveram alta de mais de 3% nesta quinta-feira (8), após duas quedas seguidas, atingindo o maior valor em duas semanas. Os contratos futuros do Brent fecharam em US$61,99 por barril, e o West Texas Intermediate (WTI) dos EUA fechou a US$57,76. O movimento foi impulsionado por preocupações com a oferta da Rússia, Iraque e Irã, além de movimentações na Venezuela.
Nos últimos dias, as embaixadas estrangeiras na Venezuela começaram a organizar visitas que incluirão representantes de empresas petrolíferas americanas e europeias, após o anúncio de Washington de um acordo de petróleo de US$ 2 bilhões e fornecimento de produtos norte-americanos ao país. Os Estados Unidos intensificaram o bloqueio a embarcações com sanções contra a Venezuela, incluindo a apreensão de dois navios petroleiros, um sob bandeira russa.
Os avanços dos EUA na região são parte de uma estratégia para fortalecer sua influência no mercado de petróleo das Américas e pressionar o governo venezuelano. Apesar da mobilização, analistas notam que o impacto imediato no mercado é limitado, já que um aumento significativo na oferta venezuelana na Costa do Golfo dos EUA ainda pode levar anos.
O Senado dos EUA aprovou uma resolução para limitar ações militares isoladas na Venezuela, enquanto o secretário de Energia americano sinalizou abertura para equilibrar a presença dos EUA e da China no país sul-americano.
Grandes petrolíferas americanas, como Chevron, ConocoPhillips e Exxon Mobil, planejam ampliar atuação na Venezuela. O governo dos EUA também marcou reuniões com líderes de comércio de commodities para discutir a comercialização do petróleo venezuelano. Por sua vez, a indiana Reliance Industries manifestou interesse em comprar petróleo da Venezuela caso as vendas para compradores não americanos sejam autorizadas.
Você já se perguntou se o número na camisa dos times de futebol pode ter mais de dois dígitos? A resposta é que isso depende muito do campeonato. Em grandes torneios como a Copa do Mundo, a FIFA limita os números entre 1 e 26, enquanto a Conmebol determina a numeração entre 1 e 99 para Libertadores e Copa Sul-Americana, com a camisa 1 reservada para goleiros. A UEFA adota regras semelhantes.
No entanto, em países como Brasil e México, existe maior liberdade para a escolha dos números, permitindo camisas com três dígitos. No México, por exemplo, times como o Toluca FC chegaram a ter jogadores com números altos nas costas. No Brasil, jogadores usam tais números para marcar datas ou feitos especiais. O ex-jogador Juninho Pernambucano vestiu as camisas 300 e 114 para celebrar seu 300º jogo e o aniversário do Vasco, respectivamente. Rogério Ceni também usou números altos para comemorar recordes.
A tradição do uso de números entre 1 e 11 vem da origem do futebol, quando os números indicavam posições na equipe. Três dígitos geram às vezes desafios logísticos, como nas placas de substituição, que geralmente suportam no máximo dois algarismos. Isso aconteceu, por exemplo, quando Roger Guedes usou o número 123 no Corinthians.
Existem casos curiosos, como o goleiro Sergio Vargas, que usou a camisa 188 como divulgação de uma patrocinadora, mas essa numeração não é aceita em competições internacionais. Outras situações incluem inovações na forma de exibir números, como na Inter de Milão, quando Ivan Zamorano usou uma camisa com “1+8”.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação