Austrália anuncia apoio financeiro de R$ 500 milhões para projetos de terras raras em Minas Gerais
O governo australiano sinalizou financiamento de até R$ 500 milhões para apoiar dois projetos de terras raras no Brasil, localizados em Minas Gerais. O aporte visa contratar empresas australianas para engenharia, construção e gestão dos empreendimentos.
Os projetos contemplados são Caldeira, em Poços de Caldas, e Colossus, que possuem reservas significativas de minerais como neodímio e térbio, essenciais para tecnologias avançadas. A iniciativa também conta com o respaldo do Export-Import Bank dos EUA.
Essa ação destaca a importância do Brasil como fornecedor global de minerais críticos e reforça o interesse internacional na mineração de terras raras, fundamentais para indústrias como veículos elétricos e defesa.
O governo da Austrália demonstrou interesse em financiar dois projetos de terras raras no Brasil por meio da Export Finance Australia, com aportes que podem chegar a US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 500 milhões). Um dos investimentos será no projeto Caldeira, em Poços de Caldas (MG), conhecido pelas reservas de argilas de absorção iônica, que possibilitam uma extração com menor impacto ambiental em relação aos métodos tradicionais em rochas.
Esse aporte busca apoiar o desenvolvimento do projeto através da contratação de empresas australianas para as áreas de engenharia, suprimentos, construção e gestão. Além disso, o financiamento tem o suporte do Export-Import Bank dos Estados Unidos, agência oficial de crédito à exportação.
Outro empreendimento contemplado é o Colossus, também localizado em Minas Gerais. Este projeto conta com grandes reservas de elementos essenciais para tecnologia avançada, como neodímio, térbio, disprósio e praseodímio, minerais que são utilizados na fabricação de ímãs para veículos elétricos, turbinas e sistemas de defesa.
Com a emissão da carta de intenção, ambos os projetos entram na fase de due diligence, etapa que engloba avaliações técnicas, financeiras e ambientais pela agência australiana antes da aprova formal do financiamento.
Esse movimento reforça a importância do Brasil no cenário mundial de minerais críticos e destaca o interesse internacional no setor de terras raras, que são centrais para diversas indústrias estratégicas.
Trump afirma que já decidiu sobre próximo presidente do Federal Reserve
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ao The New York Times que já escolheu quem será o próximo presidente do Federal Reserve, mas não revelou o nome e ainda não conversou oficialmente com candidatos.
Trump indicou que o nome deve apoiar a redução das taxas de juros, uma postura que levanta preocupações sobre a independência do Fed, já que a decisão sobre juros é tomada por um comitê especializado.
Kevin Hassett, assessor econômico, é um dos nomes considerados, mas tenta tranquilizar o mercado dizendo que Trump não terá influência direta nas decisões do banco central.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ao The New York Times que já tomou uma decisão sobre quem será o próximo presidente do Federal Reserve. No entanto, ele ainda não revelou a escolha e não conversou oficialmente com ninguém a respeito.
Durante a entrevista, Trump evitou comentar sobre Kevin Hassett, seu principal assessor econômico, mas reconheceu que Hassett é uma das pessoas que considera para o cargo. O presidente tem deixado claro que o candidato ideal apoiará a redução das taxas de juros, e advertiu que quem discordar dessa posição não será escolhido.
Essa postura aumentou preocupações sobre a possível interferência do presidente na independência da autoridade monetária, uma tradição do Federal Reserve. A decisão sobre juros é tomada pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), composto por 12 membros, incluindo o presidente do banco de Nova York e membros regionalmente rotativos, além dos sete conselheiros em Washington.
Kevin Hassett, que é diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, tem tentado acalmar esses temores e afirmou que Trump não terá influência direta nas decisões do Fed, embora ele escute o presidente.
As declarações de Trump indicam que o próximo líder da instituição deverá estar alinhado com sua visão econômica, especialmente no que se refere a juros, o que pode representar mudanças na condução das políticas monetárias nos Estados Unidos.
JP Morgan substitui consultores de voto por inteligência artificial em decisões corporativas
O JP Morgan anunciou a substituição dos serviços dos consultores de voto (proxy advisors) por uma plataforma interna baseada em inteligência artificial chamada Proxy1Q. Essa mudança começa na próxima temporada de assembleias de empresas nos Estados Unidos, onde o banco gerencia votos em milhares de reuniões anuais.
A iniciativa visa automatizar a análise de dados em mais de 3 mil assembleias por ano, fortalecendo o controle do banco sobre suas decisões de investimento. A ação também responde a críticas e investigações sobre a influência e conflitos de interesse dos consultores tradicionais.
O JP Morgan anunciou que vai substituir os serviços dos proxy advisors por uma plataforma interna alimentada por inteligência artificial. A mudança começa já na próxima temporada de assembleias de empresas abertas nos EUA. A nova ferramenta, chamada Proxy1Q, será responsável por gerenciar os votos do banco em milhares de reuniões anuais de companhias investidas.
Essa iniciativa visa automatizar a análise dos dados, contemplando mais de 3 mil assembleias por ano, com base em inteligência artificial. O banco administra mais de US$ 7 trilhões, o que garante a ele direitos de voto significativos em muitas companhias.
A indústria de proxy advisors é dominada por duas empresas principais: Institutional Shareholder Services (ISS) e Glass Lewis. Elas prestam serviços de pesquisa, aconselhamento e infraestrutura para o voto de investidores institucionais.
Contudo, essas empresas enfrentam críticas sobre a influência exercida nos processos de votação e possíveis conflitos de interesse em seus modelos de negócios. Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, tem se manifestado contra os proxy advisors, chegando a questionar sua competência e sugerir o fim desse tipo de serviço.
Em resposta a preocupações semelhantes, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) iniciou uma investigação em dezembro sobre práticas nos serviços de proxy. A ISS reforçou que não dita regras de governança corporativa, e a Glass Lewis planeja focar em aconselhamento individualizado a partir de 2027.
Dólar fecha em alta a R$ 5,38 com atenção ao IPCA e dados de emprego nos EUA
O dólar encerrou a quinta-feira em leve alta, fechando a R$ 5,3890, influenciado pela valorização do índice DXY e pela alta nos rendimentos dos títulos dos EUA. Essa movimentação ocorreu após a divulgação de dados comerciais e trabalhistas positivos nos Estados Unidos.
No Brasil, o foco está na publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mostra a inflação oficial do país. A produção industrial em novembro ficou estável, indicando um crescimento econômico mais lento diante dos juros elevados e tarifas comerciais persistentes.
O mercado acompanha também a expectativa de manutenção das taxas de juros americanas até março, com possíveis cortes a partir de abril, o que pode impactar a cotação do dólar e as decisões de investimento globalmente.
O dólar encerrou esta quinta-feira (8) em alta, fechando a R$ 5,3890, um avanço de 0,04%. Esse movimento acompanhou a valorização do índice DXY, que compara a moeda norte-americana a outras seis divisas globais importantes, como o euro e a libra, subindo 0,24% e chegando aos 98.922 pontos por volta das 17h (horário de Brasília).
O principal fator por trás da valorização do dólar foi o aumento dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasurys). Esse crescimento nas taxas ocorreu após a divulgação de dados comerciais e trabalhistas. O déficit comercial dos EUA caiu 39%, atingindo US$ 29,4 bilhões em outubro, marcando o nível mais baixo desde 2009, contrariamente às previsões que apontavam aumento do déficit.
Além disso, o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiu levemente na semana que terminou em 3 de janeiro, totalizando 208 mil solicitações, um pouco abaixo da expectativa de 210 mil. Esses dados influenciam as expectativas sobre a trajetória das taxas de juros nos Estados Unidos, que hoje variam entre 3,50% e 3,75% ao ano. O mercado aposta que o Federal Reserve (Fed) manterá os juros estáveis até março, com cortes previstos a partir de abril.
No Brasil, a atenção está voltada para a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A produção industrial do país em novembro ficou estável, contrariando a previsão de crescimento de 0,2% e reforçando o cenário de crescimento lento, prejudicado por juros elevados e tarifas norte-americanas persistentes sobre exportações brasileiras.
Quatro tecnologias que devem transformar o dia a dia até 2026
Em 2026, a inteligência artificial generativa ganhará destaque com chatbots avançados e assistentes virtuais que tornam a interação mais natural. Essas inovações prometem facilitar tarefas cotidianas e aprimorar a comunicação por voz.
Além disso, a busca pelo sucessor do smartphone está em alta, com óculos inteligentes e celulares com telas dobráveis em desenvolvimento. A navegação na internet também será impactada por recursos baseados em IA, integrados a plataformas populares.
No setor automotivo, os carros autônomos avançam com táxis robôs já em operação e novas opções de grandes empresas. Essas tecnologias indicam uma transformação acelerada que afetará desde a mobilidade até o uso de dispositivos no dia a dia.
Em 2026, diversas inovações estão ganhando espaço no cotidiano. A inteligência artificial generativa tem se destacado, especialmente em chatbots como ChatGPT, Gemini e Claude, que tornam a interação com computadores mais natural, abrindo caminho para conversas por voz em público. Isso transforma o uso dos assistentes virtuais, que antes eram limitados a tarefas simples.
Enquanto isso, a busca pelo sucessor do smartphone continua. Óculos inteligentes, como os Ray-Ban Meta com tela digital, têm atraído atenção como possíveis novos dispositivos, apesar dos desafios enfrentados no passado por produtos similares, como o Google Glass. A Apple prepara seu primeiro iPhone com tela dobrável, apostando em outra direção dentro desse mercado em evolução.
A própria navegação na internet está sendo remodelada pela inteligência artificial. O Google e outras empresas têm integrado IA em serviços do dia a dia, incluindo mecanismos de busca e aplicativos como o Gmail, que agora podem resumir mensagens e auxiliar na composição de respostas.
No setor automotivo, os carros autônomos ganham espaço com serviços como os táxis robôs da Waymo, já operando em várias cidades americanas e avançando para o uso em rodovias. Apesar de desafios recentes, como interrupções provocadas por apagões, a tecnologia promete se expandir, com a entrada de novas opções da Amazon e da Uber. Portanto, experiências comuns com veículos autônomos podem se tornar rotina ainda este ano.
Essas tendências indicam o ritmo acelerado das transformações tecnológicas que se consolidam em 2026, afetando desde a forma como interagimos com dispositivos até nossos hábitos de deslocamento.
Ministério da Agricultura reforça regras para produtos agropecuários na bagagem de viajantes
O Ministério da Agricultura e Pecuária atualizou as normas para o transporte de produtos agropecuários na bagagem de quem chega ao Brasil. A medida visa evitar a entrada de pragas e doenças que possam afetar o setor agropecuário e a saúde pública.
Alimentos, sementes, embutidos e produtos veterinários só podem entrar no país lacrados e na embalagem original. Itens como mel, frutas frescas, carnes e derivados suínos, queijos e ovos de aves domésticas estão proibidos. A fiscalização é feita pelo Sistema Vigiagro, que segue padrões internacionais para proteger o patrimônio nacional.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou as regras sobre o transporte de produtos agropecuários na bagagem dos viajantes que entram no Brasil. A nova portaria, publicada no Diário Oficial da União (DOU), tem como objetivo evitar a entrada de pragas e doenças que possam ameaçar o setor agropecuário e a saúde pública.
Entre os itens controlados estão alimentos, vegetais, sementes, embutidos, além de produtos de uso veterinário e materiais genéticos. Para entrar no país, esses produtos precisam estar lacrados, rotulados e na embalagem original, sem sinais de violação, mesmo quando a documentação não for exigida.
Produtos como mel, própolis, frutas, verduras frescas, carnes e derivados suínos (com exceção de enlatados), queijos e requeijão, além de ovos de aves domésticas e seus derivados, estão proibidos de entrar no Brasil.
A fiscalização é feita pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), que analisa riscos sanitários e zoossanitários conforme normas internacionais. Viajantes com produtos que exigem autorização devem preencher um documento eletrônico do Mapa com informações detalhadas dos bens, transporte e identificação pessoal.
Caso carregue itens proibidos, o viajante pode descartá-los voluntariamente em pontos específicos antes do controle aduaneiro ou deve declará-los na Declaração Eletrônica de Bens do Viajante (e-DBV) e se apresentar ao Vigiagro.
Essas medidas reforçam a proteção do patrimônio agropecuário brasileiro, alinhando o controle sanitário nacional às exigências internacionais.
Anta Sports faz oferta para comprar 29% da Puma controlados pela família Pinault
A Anta Sports, empresa chinesa dona da marca Fila, apresentou proposta para adquirir 29% das ações da Puma que pertencem à família Pinault. A oferta foi feita recentemente e conta com financiamento garantido, no entanto, as negociações estão atualmente estagnadas.
O objetivo da Anta é revitalizar a Puma, que enfrenta queda nas vendas e busca reposicionar sua atuação globalmente. Após a proposta, as ações da Puma chegaram ao maior valor em quase um ano, refletindo expectativas de recuperação.
A Puma tenta se reerguer cortando custos e realinhando seu foco em esportes como corrida e futebol. A Anta, que tem experiência em aquisições estratégicas, pretende fortalecer sua presença no mercado global com essa ação.
A empresa chinesa Anta Sports Products, responsável pela marca Fila, apresentou uma proposta para adquirir 29% da Puma, fabricante alemã de artigos esportivos controlada pela família Pinault. A oferta foi feita nas últimas semanas e já conta com financiamento garantido, segundo fontes ligadas ao negócio, mas as negociações estão estagnadas no momento.
A Anta mira nessa participação como parte de um plano estratégico para revitalizar a Puma, que enfrenta dificuldades após uma queda nas vendas. A ação da Puma subiu até 9% após a divulgação da proposta, chegando a 24,6 euros, maior patamar desde maio de 2025. O valor de mercado da empresa está estimado em cerca de 3,3 bilhões de euros, metade do registrado no ano anterior.
Puma tenta reposicionar sua atuação no mercado global, destacando setores como corrida, futebol e treinamento. Sob o comando do novo presidente Arthur Hoeld, a marca nomeou Andreas Hubert, ex-executivo da Adidas, como diretor de operações para reformular o marketing e aumentar a atratividade dos produtos. Apesar dos esforços, seus lançamentos recentes não conseguiram captar o interesse esperado, perdendo espaço para concorrentes como Adidas, On e Hoka.
A Anta tem histórico de aquisições de marcas ocidentais, liderando o consórcio que comprou a Amer Sports em 2019, dona da Wilson e Salomon. Enquanto isso, a Puma busca cortar custos e realinhar o foco para crescer novamente até 2027 e consolidar-se entre as três maiores marcas esportivas globais.
ChatGPT Health chega para auxiliar no cuidado com a saúde
A OpenAI lançou o ChatGPT Health, uma versão do ChatGPT dedicada ao setor de saúde. A ferramenta cria um ambiente seguro e isolado para consultas médicas, com criptografia e autenticação para proteger os dados dos usuários.
Integrado a aplicativos como Apple Health, o sistema personaliza as respostas conforme o histórico e hábitos do usuário. Além disso, o ChatGPT Health conta com avaliações feitas por médicos para garantir recomendações claras e seguras.
A OpenAI lançou o ChatGPT Health, uma versão focada em saúde e bem-estar dentro do seu modelo de linguagem. Com mais de 230 milhões de usuários semanais utilizando o ChatGPT para dúvidas médicas, a nova ferramenta oferece um ambiente seguro que não substitui o acompanhamento profissional.
O ChatGPT Health opera em uma área isolada do aplicativo, assegurando que as conversas médicas não sejam usadas para treinar os modelos da OpenAI. O sistema conta com criptografia avançada e autenticação multifator, protegendo informações sensíveis.
Há integração com apps como Apple Health, MyFitnessPal, Function e registros médicos eletrônicos dos EUA. Isso permite que o ChatGPT forneça respostas personalizadas baseadas em histórico médico e hábitos do usuário, funcionando como um hub digital de saúde.
Para garantir a qualidade, a OpenAI criou o HealthBench, conjunto que avalia 5.000 conversas realistas em saúde, com a participação de 262 médicos de 60 países. O benchmark verifica clareza, segurança e instruções precisas, aproximando a performance da IA ao nível de especialistas.
O ChatGPT Health pode interpretar resultados de exames, preparar perguntas para médicos, analisar dados de dispositivos vestíveis e resumir orientações. Essas funções incentivam a autonomia dos pacientes e auxiliam profissionais, oferecendo suporte em triagem e educação em saúde.
Com esse lançamento, a OpenAI reforça a interseção entre inteligência artificial e medicina, combinando privacidade, integração de dados e validação clínica para ampliar o acesso à informação médica confiável.
Exportação de soja do Brasil em janeiro pode atingir recorde de 2024, aponta Anec
As exportações brasileiras de soja em janeiro estão previstas para alcançar 2,4 milhões de toneladas, igualando o recorde histórico registrado em 2024, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Este volume é mais que o dobro do exportado em janeiro do ano anterior.
O crescimento nas exportações é atribuído ao atraso nos embarques de dezembro por causa das chuvas e ao estoque acumulado após uma safra recorde em 2025. O Brasil encerrou o ano com cerca de 7 milhões de toneladas em estoque, conforme dados da Abiove.
A Anec monitora semanalmente as previsões, que podem ser ajustadas conforme condições climáticas e logística. As perspectivas para 2026 indicam continuidade no crescimento das exportações de soja, mesmo com maior demanda dos EUA da China, após a retomada das compras.
As exportações brasileiras de soja previstas para janeiro devem atingir 2,4 milhões de toneladas, igualando o recorde histórico de 2024, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Esse volume representa mais que o dobro do registrado no mesmo mês do ano passado, que foi de 1,12 milhão de toneladas.
O aumento nos embarques está relacionado ao atraso nas exportações de dezembro, causada pelas chuvas, além dos maiores estoques que o país acumulou após a produção recorde no ano anterior. O Brasil, principal produtor e exportador global de soja, encerrou 2025 com cerca de 7 milhões de toneladas em estoque, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
A Anec atualiza as projeções de exportação semanalmente, o que significa que os números podem ser ajustados conforme as condições climáticas e de logística portuária. Embora janeiro costume registrar menor volume de embarques, o país tem potencial para superar até mesmo a marca de 2024, que atingiu 15,7 milhões de toneladas em março.
Além disso, a associação projeta que as exportações brasileiras de soja continuarão crescendo em 2026, mesmo com a expectativa de maior importação dos Estados Unidos pela China, devido à retomada das compras após trégua comercial.
No mesmo período, as exportações de milho devem cair para 2,85 milhões de toneladas, em comparação com os 3,19 milhões em janeiro de 2025, enquanto o farelo de soja mantém estável, com 1,64 milhão de toneladas previstas.
Governo ainda avalia CPI do Banco Master devido ao calendário eleitoral, diz líder no Congresso
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, afirmou que ainda não há definição sobre o apoio do governo para a abertura da CPI do Banco Master. Ele destacou que o calendário eleitoral pode dificultar o andamento da comissão, afetando sua viabilidade prática.
Randolfe ressaltou que o governo não se opõe às investigações e que as apurações, inclusive do Banco Master, são importantes. O pedido para a CPI foi apresentado pelo deputado Carlos Jordy, mas a decisão final depende do presidente do Senado.
Além disso, o senador afirmou que o Executivo trabalhará para manter o veto presidencial que mantém as penas para os condenados pelo 8 de Janeiro, reforçando o compromisso com as decisões do Supremo Tribunal Federal.
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), declarou que o governo ainda não definiu se apoiará a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar o Banco Master. Ele apontou que o funcionamento da comissão pode enfrentar dificuldades devido ao esvaziamento natural do Congresso em ano de eleições, o que pode afetar a “viabilidade pragmática” do colegiado.
Randolfe deixou claro que o governo não se opõe a investigações de qualquer natureza, incluindo a possível CPI. “Vamos avaliar a questão”, disse durante evento no Palácio do Planalto, antes da cerimônia relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. O senador reforçou que o Executivo defende que as apurações continuem e que o Banco Central deve ser respeitado em suas atribuições, mesmo diante das críticas que sofreu nas redes sociais.
O pedido para instalar a CPI está sendo liderado pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), que afirma já ter reunido as assinaturas necessárias para protocolo. A decisão final sobre a abertura cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-RJ), que geralmente demonstra resistência a CPIs por considerar que elas podem atrasar os trabalhos do Congresso.
Além disso, Randolfe afirmou que o governo trabalhará para manter o veto presidencial ao projeto que reduz penas para os condenados pelo 8 de Janeiro. Na cerimônia, Lula vetou essa proposta aprovada pela Câmara e Senado, buscando garantir as punições definidas pelo Supremo Tribunal Federal.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação