Trump propõe restrição a grandes investidores na compra de casas nos EUA
O ex-presidente Donald Trump anunciou que adotará medidas para impedir que grandes investidores institucionais comprem novas casas unifamiliares nos Estados Unidos. Ele pretende sugerir ao Congresso a aprovação dessa limitação por meio de uma lei, buscando conter a alta dos preços dos imóveis.
Trump atribui o aumento dos valores à inflação recorde, mencionando o atual governo dos EUA como responsável. A proposta tem impacto no mercado imobiliário, afetando principalmente jovens e compradores comuns, já que o preço médio dos imóveis continua elevado.
Além disso, Trump planeja abordar o tema no Fórum Econômico Mundial em Davos. A compra em massa por investidores é vista como um dos fatores que elevam os preços e reduzem a oferta de casas, mas ainda há dúvidas sobre a aprovação da legislação.
O ex-presidente Donald Trump anunciou que está adotando medidas para impedir que grandes investidores institucionais adquiram novas casas unifamiliares nos Estados Unidos. Ele também afirmou que irá sugerir ao Congresso a aprovação dessa restrição por meio de uma lei.
De acordo com Trump, a ação busca controlar o aumento dos preços dos imóveis, atribuído à “inflação recorde causada por Joe Biden e pelos democratas no Congresso”. O cenário atual tem tornado a compra de imóveis cada vez mais difícil para muitos americanos, especialmente os jovens.
O mercado imobiliário nos EUA enfrenta alta pressão, com o preço médio de uma casa unifamiliar atingindo US$ 426.800 no terceiro trimestre de 2025, após o recorde de US$ 435.300 no verão passado, segundo dados da Associação Nacional de Corretores de Imóveis.
A declaração causou impacto imediato no mercado financeiro, com a Blackstone, maior proprietária privada de imóveis para aluguel, tendo seus papéis caindo 4,4% em 7 de janeiro. No dia seguinte, as ações se recuperaram e subiram 0,23%.
Trump pretende abordar o tema e outras propostas relacionadas à habitação e acessibilidade durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, marcado para os dias 19 a 23 de janeiro.
Nos últimos anos, a compra massiva de casas por investidores institucionais tem sido apontada como um fator que contribui para a elevação dos preços e diminuição da oferta em algumas regiões. Contudo, ainda não está claro como a política de restrição seria aplicada, já que depende de aprovação legislativa.
Cupom Motorola: Descontos de até 60% nas promoções de janeiro de 2026
Trocar de smartphone pode sair mais barato com o Cupom Motorola. A oferta traz descontos em diversos modelos, facilitando a compra de aparelhos novos durante janeiro de 2026.
Para obter até R$200 de desconto na primeira compra, basta se cadastrar no site oficial. Também é possível encontrar cupons em sites especializados e canais no WhatsApp, garantindo ofertas exclusivas e maiores reduções de preço.
Modelos como Razr, G e Edge têm descontos expressivos, que chegam até 60% na seção Outlet. Datas promocionais, como a Black Friday, são ideais para aproveitar essas oportunidades.
Trocar de smartphone pode ser caro, mas com o Cupom Motorola é possível comprar aparelhos novos por preços mais acessíveis. Para ganhar até R$200 de desconto na primeira compra, basta se cadastrar no site da Motorola e receber as ofertas diretamente no email. Essa estratégia facilita o acesso a promoções exclusivas e descontos em modelos selecionados.
Para quem busca descontos ainda maiores, existem sites com listas de cupons, como o Tecmundo, e canais de ofertas no WhatsApp, onde as melhores promoções chegam em primeira mão. Usar um Cupom Motorola é simples: escolha a oferta desejada, clique para visitar a promoção e verifique se o desconto está aplicado diretamente ou se há um código para inserir no carrinho.
Entre os modelos mais procurados, há descontos para celulares da linha Razr, G e Motorola Edge, como os Moto Edge 30, 40 e 50, com ofertas que chegam a mais de 40% de redução no preço. Caso não encontre um cupom específico, a seção Outlet da Motorola oferece produtos com até 60% de desconto.
Datas como Black Friday, Dia dos Pais e Natal são as melhores para aproveitar Cupom Motorola. Na Black Friday, por exemplo, descontos de até R$200 são comuns, além da Cyber Monday nas ofertas que seguem.
A Motorola, presente no mercado desde 1928, continua atraindo consumidores com smartphones como Edge 40, G84 e E22, que aparecem frequentemente em promoções com cupons.
Dexco realiza nova venda de ativos florestais para reduzir dívida
A Dexco concluiu a venda de R$ 200 milhões em ativos florestais, marcando o segundo negócio desse tipo em 30 dias. A operação faz parte da estratégia da empresa para diminuir seu endividamento.
As vendas envolveram a transferência de ações preferenciais das subsidiárias Cambuí e Jatobá para investidores institucionais. O objetivo é aliviar o caixa e reduzir a alavancagem da companhia, que busca acelerar a desalavancagem até 2025.
No terceiro trimestre, o endividamento bruto da Dexco era de R$ 7 bilhões. Analistas reforçam a expectativa de novas medidas para desinvestimentos e venda de ativos não operacionais, visando a estabilidade financeira da empresa.
A Dexco realizou a venda de R$ 200 milhões em ativos florestais, consolidando o segundo negócio desse tipo em 30 dias. Controlada pela Itaúsa e pelas famílias Setúbal, Villela e Seibel, a empresa já levantou R$ 350 milhões com essas operações, destinadas a reduzir sua dívida.
Nos dois negócios recentes, a Dexco cedeu 100% das ações preferenciais das subsidiárias de ativos florestais Cambuí e Jatobá a investidores institucionais, que agora possuem participação minoritária nos ativos, embora seus nomes não tenham sido divulgados.
Essas transações visam aliviar o caixa da companhia no curto prazo, ajudando a diminuir a alavancagem de 3,48x ao final do terceiro trimestre para cerca de 3,2x, conforme observou Leonardo Correa, analista do BTG. A redução do endividamento é prioridade no plano da empresa para 2025, ano que marca 75 anos da Dexco, antiga Duratex.
Ao término do terceiro trimestre, a companhia registrava um endividamento bruto de R$ 7 bilhões, após um ciclo intenso de investimentos que terminou no ano passado. Em 2026, a Dexco terá vencimentos de dívida que totalizam R$ 1,38 bilhão.
Os analistas do BTG consideram as iniciativas recentes como passos positivos, mas esperam que a empresa continue buscando alternativas para acelerar a desalavancagem, incluindo pequenos desinvestimentos e a possível venda de ativos maiores. A empresa também avalia monetizar créditos tributários e vender terrenos e ativos não-operacionais.
A Dexco possui valor de mercado próximo de R$ 4,8 bilhões e teve queda de 5,91% em suas ações no ano passado, refletindo preocupações sobre seu nível de dívida.
Dexco realiza nova venda de ativos florestais para diminuir endividamento
A Dexco concluiu a venda de R$ 200 milhões em ativos florestais, somando R$ 350 milhões captados em 30 dias. O objetivo é reduzir a dívida da empresa, prioridade no plano de negócios para 2025.
Com a venda das ações preferenciais das subsidiárias Cambuí e Jatobá, investidores institucionais passaram a ter participação minoritária. A medida deve reduzir a alavancagem da Dexco, aliviando o caixa de curto prazo.
A companhia também planeja vender terrenos e ativos não operacionais, além de monetizar créditos tributários para acelerar a desalavancagem. Tais ações são vistas como avanços positivos para a saúde financeira da empresa.
A Dexco realizou a venda de R$ 200 milhões em ativos florestais, marcando o segundo negócio dessa natureza em 30 dias pelo grupo controlado pela Itaúsa e as famílias Setúbal, Villela e Seibel. Com essas operações, o total captado alcança R$ 350 milhões, recurso destinado a reduzir a dívida da companhia, prioridade no plano de negócios para 2025, alinhado aos 75 anos da empresa.
Nas duas transações, a Dexco transferiu 100% das ações preferenciais das subsidiárias Cambuí e Jatobá a investidores institucionais, que agora detêm participação minoritária. Essas negociações, embora de porte moderado, ajudam a aliviar o caixa de curto prazo e devem diminuir a alavancagem da empresa de 3,48x para cerca de 3,2x, conforme análise de Leonardo Correa, analista do BTG.
Ao fim do terceiro trimestre, o endividamento bruto da Dexco estava em R$ 7 bilhões, resultado de um ciclo de investimentos concluído no ano passado. Em 2026, os compromissos financeiros somam R$ 1,38 bilhão em vencimentos de dívidas. Os analistas do BTG enxergam essas medidas como avanços positivos e esperam que a empresa continue avaliando outros desinvestimentos, podendo ampliar a venda de ativos caso seja necessário.
Além dessas negociações, a Dexco prevê monetizar créditos tributários e vender terrenos e ativos não-operacionais como parte da estratégia para acelerar a desalavancagem. Atualmente, a companhia possui valor de mercado de R$ 4,8 bilhões, com ações que caíram 5,91% no último ano, impactadas por preocupações relacionadas ao endividamento.
China atrai cientistas em tecnologia e engenharia com incentivos e pragmatismo
Universidades chinesas têm investido em incentivos estatais que facilitam a contratação rápida e oferecem subsídios para profissionais das áreas de tecnologia e engenharia. O país conta com laboratórios avançados e recursos que atraem principalmente jovens pesquisadores.
O governo chinês busca consolidar a liderança global em inovação, atraindo especialistas renomados que retornam ao país devido a melhorias no financiamento e infraestrutura. O foco está em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
Apesar de desafios culturais e restrições acadêmicas, o desenvolvimento industrial e o mercado interno robusto incentivam pesquisas práticas. Essa combinação tem favorecido especialmente cientistas no início da carreira.
Universidades chinesas têm atraído cientistas ao oferecer incentivos estatais que facilitam contratações rápidas e subsídios para profissionais em setores estratégicos, como tecnologia e engenharia. O país se tornou um destino promissor para pesquisadores, incluindo jovens no início da carreira, que contam com acesso a laboratórios avançados e recursos para áreas como inteligência artificial e pesquisa quântica.
O governo chinês foca em atrair cientistas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), visando consolidar seu posicionamento como líder global em inovação. Nos últimos anos, pelo menos 20 especialistas renomados, entre eles pesquisadores com experiência nos Estados Unidos e Europa, retornaram ao país, impulsionados por melhorias no financiamento, infraestrutura e apoio à pesquisa.
Além do suporte financeiro e logístico, o rápido desenvolvimento industrial e o vasto mercado chinês têm incentivado uma pesquisa mais prática, com foco em aplicações reais. As principais instituições chinesas em ciências naturais e saúde figuram entre as líderes mundiais, segundo índices internacionais.
Apesar dos avanços, cientistas citam desafios culturais e restrições na autonomia acadêmica, que refletem controles rígidos sobre informações sensíveis. A experiência de adaptação ao ambiente acadêmico local e às relações interpessoais também é destacada. No entanto, a combinação de recursos e pragmatismo oferece uma opção relevante, especialmente para jovens pesquisadores motivados.
Outro fator que tem impacto é o contexto global, onde políticas restritivas em países como os EUA, como a vigilância sobre pesquisadores de origem chinesa, aumentaram a migração destes profissionais para a China.
Relatório aponta avanço da industrialização do cibercrime para 2026
Um relatório recente da Fortinet revela que o cibercrime passará por uma industrialização até 2026, impulsionada por inteligência artificial, automação e maior especialização das operações criminosas.
O estudo destaca que ataques cibernéticos ocorrerão com rapidez maior, graças à automação que reduz o tempo entre invasão e dano, e que grupos de ransomware expandirão suas operações de forma simultânea e organizada.
A pesquisa aponta a necessidade de defesas automatizadas e integração de inteligência contínua para acompanhar essa velocidade, além de ressaltar a importância da cooperação internacional e educação para conter o avanço do cibercrime.
A Fortinet lançou um relatório que destaca a crescente industrialização do cibercrime até 2026, impulsionada por inteligência artificial, automação e a especialização das operações criminosas. O documento do FortiGuard Labs prevê que, até 2027, as ações maliciosas terão escala semelhante à de indústrias legítimas, com cadeias de suprimentos organizadas e mercados ilegais segmentados.
O estudo aponta que velocidade será um fator decisivo tanto para ataques quanto para defesas. A automação e uso de IA permitirão que etapas inteiras dos ataques, como roubo de credenciais e movimentação lateral, sejam realizadas rapidamente, reduzindo o tempo entre a invasão e o dano de dias para minutos.
Grupos de ransomware devem ampliar significativamente suas operações, realizando diversas campanhas simultâneas. Serviços clandestinos também vão se tornar mais organizados, oferecendo aluguel de botnets e credenciais específicas para setores e regiões. A Fortinet recomenda que as organizações adotem defesas que operem na velocidade de máquina, integrando automação, inteligência contínua e frameworks como o MITRE ATT&CK.
A identidade digital ganhará peso, incluindo o controle de agentes automatizados e processos baseados em IA. O relatório ainda destaca que a cooperação internacional é essencial para conter essa expansão, citando operações como a Serengeti 2.0 da INTERPOL, apoiada pela Fortinet, que age contra infraestruturas criminosas.
Além disso, investimentos em educação e prevenção são indicados como estratégia para reduzir o ingresso de novos atores no cibercrime, especialmente entre jovens e grupos vulneráveis. Para mais análises e dicas de adaptação, o relatório completo está disponível no site da Fortinet.
CPC aponta 75% de chance de La Niña dar lugar à neutralidade até março
O fenômeno climático La Niña continua ativo, mas há uma probabilidade de 75% de que ele evolua para uma fase neutra do ENSO até março, conforme relatório do Centro de Previsão Climática dos EUA (CPC). Ventos e anomalias no Oceano Pacífico ainda reforçam o La Niña neste momento.
A neutralidade do ENSO tende a estabilizar as temperaturas do Oceano Pacífico, o que pode resultar em condições meteorológicas mais regulares e melhores para diversas regiões agrícolas. No momento, o La Niña está em um ciclo considerado fraco, com possibilidade de El Niño surgindo no fim do verão no Hemisfério Norte.
Essa transição é importante para a agricultura global, influenciando culturas como trigo, milho e soja. Regiões como Argentina e centro-sul dos EUA podem se beneficiar com maior umidade, favorecendo a produção agrícola durante esse período.
O fenômeno climático La Niña continua influenciando as condições atmosféricas, com 75% de chance de transição para a neutralidade do ENSO até março, segundo o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos (CPC). As anomalias persistem no Oceano Pacífico tropical, com ventos que reforçam o La Niña.
Esse ciclo climático, que faz parte do El Niño-Oscilação Sul, provoca temperaturas mais baixas na superfície do Pacífico, o que pode levar a enchentes e secas, impactando culturas agrícolas. A neutralidade no ENSO indica estabilidade nas temperaturas do oceano, favorecendo condições climáticas mais regulares.
O atual evento é considerado fraco e há expectativa de que o estado neutro se estabeleça entre fevereiro e março. Além disso, existe possibilidade de desenvolvimento de El Niño no fim do verão no Hemisfério Norte. Não há sinais de seca generalizada nas principais regiões de cultivo globalmente.
De acordo com Donald Keeney, meteorologista agrícola da Vaisala Weather, a neutralidade do ENSO pode resultar em condições mais úmidas na Argentina, beneficiando o trigo de inverno. No centro-sul dos EUA, espera-se perspectivas favoráveis para o cultivo tardio do trigo duro vermelho, milho e soja, devido à umidade maior no final do verão.
Essas mudanças climáticas ligadas ao fenômeno La Niña têm papel importante na definição das condições agrícolas nas principais regiões produtoras do mundo, impactando diretamente a produção de commodities.
Adam Capital prevê Selic em 15% durante todo o ano de 2026, contrariando expectativas
A Adam Capital apresenta uma visão divergente sobre a taxa Selic em 2026, apontando que ela pode se manter em 15%. Essa previsão contraria a maioria das projeções que esperam uma redução da taxa possivelmente já no começo do ano.
A gestora destaca que pressões internas, como reajustes de salários e serviços, e uma inflação básica resistente impedem cortes na Selic. Além disso, o Banco Central teria subestimado a demanda na economia, o que mantém a inflação próxima ao limite.
Com o mercado de trabalho aquecido e estímulos fiscais previstos para 2025, a economia tende a operar perto do seu limite inflacionário. A Adam alerta para riscos caso a taxa seja reduzida prematuramente, indicando que a Selic deve fechar 2025 e se manter alta em 2026.
A Adam Capital trouxe um olhar diferente sobre as expectativas para a taxa Selic em 2026. A gestora acredita que a Selic pode se manter em torno de 15% durante todo o ano, contrariando a maioria das projeções que indicam queda, possivelmente a partir de março.
Em carta mensal, a Adam Capital destaca que a redução da Selic enfrenta limitações por conta de pressões econômicas internas, como os reajustes em serviços, salários e demanda forte. A gestora também aponta que a recente queda da inflação se beneficiou de fatores externos favoráveis, especialmente uma valorização cambial, e que a tendência é que a inflação básica permaneça resistente com o fim desses choques.
Além disso, a Adam destaca que o Banco Central parece ter subestimado o impacto da demanda na inflação, revelado por revisões no hiato do produto em 2025. A expectativa da gestora é que o estímulo fiscal e parafiscal alcance cerca de 2% do PIB no próximo ano, influenciando o consumo enquanto o mercado de trabalho se mantém aquecido, com desemprego em níveis baixos e produtividade ainda fraca.
Diante desse cenário, a economia deve continuar operando próximo de seu limite inflacionário, dificultando cortes na Selic. A Adam alerta para a possibilidade de decepção caso o Banco Central decida reduzir a taxa.
Sobre 2025, a Selic fechou em 15%, conforme a projeção da Adam Capital, mas o câmbio apresentou variações fora do esperado, impactando a inflação geral e o desempenho do fundo da gestora, que ficou abaixo do CDI durante o ano.
Produtores vietnamitas de café robusta seguram estoques e impactam mercado
O mercado de café robusta no Vietnã enfrenta lentidão, pois produtores estão retendo seus estoques esperando preços mais vantajosos. Apesar da demanda aquecida, a oferta permanece restrita, com negociações girando em torno de US$3,71 a US$3,74 por kg no Planalto Central.
Os contratos futuros indicam preços em queda, e os produtores sentem pouca pressão para vender, já que outras culturas também trazem renda, como o durian. A expectativa é de uma safra maior, com crescimento entre 5% e 10%, impulsionada por condições climáticas favoráveis.
Mesmo diante das limitações no comércio, o Vietnã ampliou suas exportações em 17,5%, alcançando 1,58 milhão de toneladas em 2025, e as receitas cresceram 59%, totalizando US$8,9 bilhões. Na Indonésia, o cenário do café robusta também muda, com prêmios em alta e possíveis impactos climáticos na produção futura.
O comércio de café robusta no Vietnã segue lento, apesar da demanda em alta. Os produtores vêm segurando seus estoques, esperando por preços melhores para vender. Enquanto isso, exportadores buscam cumprir contratos, mesmo com a oferta restrita. No Planalto Central, os grãos são negociados entre 97.500 e 98.200 dongs por kg, o que equivale a cerca de US$3,71 a US$3,74.
O contrato futuro para março fechou em US$3.939 por tonelada, queda de US$68. Segundo operadores, produtores desfrutam de pouca pressão para vender já que podem obter renda com outras culturas, como o durian. Estima-se que a produção da nova safra cresça entre 5% e 10%, com condições climáticas favoráveis aos cafezais.
Apesar do mercado restrito, o Vietnã exportou 1,58 milhão de toneladas em 2025, avanço de 17,5% comparado ao ano anterior. A receita teve aumento significativo de 59%, alcançando US$8,9 bilhões. Em dezembro, as exportações cresceram 40,8% em volume, chegando a 180.000 toneladas.
Na Indonésia, os prêmios para o café robusta Sumatra também subiram. Ofertas para o contrato de fevereiro chegaram a US$215 de prêmio, acima dos US$120 em janeiro. Produtores da região alertam que recentes chuvas fortes podem impactar a colheita, derrubando as cerejas das plantas e afetando o fornecimento futuro.
Empresa chinesa Envision Energy entra no Brasil com turbinas eólicas de alta potência
A Envision Energy, empresa chinesa, firmou parceria com a Casa dos Ventos para fornecer turbinas eólicas Galileo AI de alta potência no Brasil. O contrato também inclui acordo de manutenção por 30 anos, adaptado às condições locais.
Esta entrada ocorre em um momento de desafio para o setor eólico brasileiro, com redução da demanda e saída de grandes multinacionais, enquanto fornecedores chineses ganham espaço. Além do fornecimento, a parceria poderá ampliar para gestão digital de ativos e projetos em hidrogênio verde.
A Envision negocia sua presença no país desde 2023, com apoio do governo brasileiro, mostrando uma expansão da tecnologia chinesa focada em potência, sustentabilidade e inovação digital para energia limpa.
A chinesa Envision Energy firmou parceria com a geradora brasileira Casa dos Ventos para fornecer turbinas eólicas e serviços no Brasil, marcando sua estreia no setor de energia limpa no país. O contrato inclui a implantação de aerogeradores Galileo AI de 8.x MW, entre os mais potentes a operar no Brasil, adaptados ao sistema local, além de um acordo de manutenção válido por 30 anos.
O acordo ocorre em um momento desafiador para a indústria eólica nacional, que enfrenta queda na demanda por novos parques, enquanto fornecedores chineses ampliam sua presença após a saída de multinacionais como GE e Siemens.
Além do fornecimento de turbinas, a parceria poderá crescer para incluir gerenciamento digital completo de ativos, data centers baseados em inteligência artificial (AIDC), além de projetos integrados em hidrogênio verde e amônia. Henry Peng, executivo da Envision Energy para América Latina e Europa, revelou interesse em explorar soluções de zero emissões apoiadas por IA, armazenamento de energia e combustíveis sustentáveis para aviação.
A Envision já vinha negociando sua entrada no Brasil desde o ano passado, com reuniões envolvendo o presidente Lula e o Ministério de Minas e Energia. Essa é a segunda grande compra de aerogeradores anunciada pela Casa dos Ventos neste mês, que também fechou contrato com a Vestas para 828 MW e projeto com a chinesa Goldwind para construir a torre eólica mais alta do Brasil, com 257 metros.
A movimentação indica uma maior atuação chinesa em tecnologia eólicos no mercado brasileiro, com foco em potência, sustentabilidade e inovação digital para o setor.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação