InfoMoney mantém liderança no mercado financeiro brasileiro em 2025
O InfoMoney completou 25 anos em 2025, consolidando sua posição como uma das principais fontes de informação econômica e financeira no Brasil. Em dezembro, o site alcançou 25,57% de market share, com grande diferença em relação aos concorrentes.
Além da audiência, o portal expandiu sua comunidade digital para 14,2 milhões de pessoas, incluindo seguidores em redes sociais e usuários de podcasts e newsletters. O InfoMoney também foi reconhecido como veículo mais influente no mercado financeiro segundo relatório da Anbima.
Durante o ano, o site promoveu eventos e rankings que destacam o mercado, reforçando seu papel na democratização do conhecimento financeiro. A marca continua investindo em inovação para ampliar seu impacto em um público crescente e diversificado.
O InfoMoney completou 25 anos em 2025, consolidando sua posição como principal fonte de informação econômica, investimentos e negócios no Brasil. No último mês do ano, o portal alcançou seu maior recorde de audiência, com 25,57% de market share entre os principais sites do segmento, segundo dados da SimilarWeb. A diferença para o segundo colocado no ranking foi de 12 pontos percentuais, reforçando sua liderança.
Além do elevado número de visitantes, InfoMoney ampliou significativamente sua presença digital, atingindo uma comunidade de 14,2 milhões de pessoas em dezembro de 2025. Esse público inclui usuários únicos, seguidores em redes sociais, vídeos, podcasts e newsletters, totalizando 596 milhões de impressões e visualizações.
O reconhecimento da marca também veio pela influência no mercado financeiro, destacando-se como o veículo mais influente segundo o relatório Finfluence da Anbima. O portal lidera as redes Facebook e Instagram e ocupa a segunda posição no X (antigo Twitter) entre os veículos dedicados à economia e finanças.
Durante 2025, o InfoMoney promoveu eventos e publicou rankings que destacam diferentes segmentos do mercado, reforçando seu papel na democratização do conhecimento. A premiação Aberje 2025 reconheceu a trajetória da marca por traduzir a complexidade do mercado para públicos variados.
Com sete recordes de audiência no ano, o portal segue investindo em inovação para manter sua relevância e ampliar o impacto junto a um público cada vez mais exigente e diverso.
PF investiga ataques coordenados ao Banco Central após caso do Banco Master
A Polícia Federal está investigando ataques coordenados direcionados ao Banco Central, ocorridos após a liquidação do Banco Master. O objetivo é entender se há motivos para abrir um inquérito a respeito desses ataques.
Os ataques ocorreram em um curto período e envolveram influência nas redes sociais contra o Banco Central e a Febraban. O principal alvo das críticas foi o ex-diretor do BC, que vetou a venda do Master ao BRB.
Influenciadores digitais foram procurados para promover conteúdos favoráveis ao Banco Master e críticas ao Banco Central, enquanto a Febraban registrou um pico de publicações relacionadas ao caso, reforçando o impacto digital da questão.
A Polícia Federal está analisando os ataques coordenados contra o Banco Central após a liquidação do Banco Master. A investigação inicial visa produzir um relatório que indicará se há motivos para abrir um inquérito policial. Essa análise ocorre paralelamente a outro inquérito que já apura crimes financeiros envolvendo a venda do Master ao Banco Regional de Brasília (BRB).
Os ataques, concentrados em 36 horas no fim do ano, usaram contas de redes sociais com grande alcance para questionar a credibilidade do Banco Central e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O objetivo principal foi o ex-diretor do BC, Renato Dias Gomes, que vetou a compra do Master pelo BRB.
Influenciadores, como o vereador Rony Gabriel (PL), relataram terem sido abordados para promover conteúdos favoráveis ao Banco Master e críticos ao BC. Gabriel foi procurado por uma empresa de marketing que oferecia vídeos para retratar o Master como vítima do BC, com a missão de defender uma investigação no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a atuação do BC.
Outro nome citado foi Firmino Cortada, criador de conteúdo que, apesar de não atuar no ramo financeiro, postou vídeos criticando o BC, alegando liberdade de expressão e ausência de vínculo comercial com o banco. Também o hipnoterapeuta Paulo Cardoso discutiu o tema nas redes e negou qualquer relação contratual com o Master.
O levantamento da Febraban aponta um pico de publicações ligadas ao caso justamente no dia 27 de dezembro, totalizando 4.560 posts, evidenciando o esforço digital em torno da questão.
Tecnologia de IA e neurociência auxiliam na criação de novos hábitos
Muitas pessoas têm dificuldade em manter hábitos como meditação e exercícios, especialmente nos primeiros meses do ano, quando as metas são mais comuns. Pesquisa mostra que menos de 10% conseguem persistir por mais de três meses.
A combinação de inteligência artificial e neurociência está trazendo mudanças, utilizando sensores e machine learning para entender o funcionamento do cérebro e adaptar rotinas ao ritmo individual. Isso reduz a frustração e aumenta as chances de sucesso.
Além de apoiar hábitos, essa tecnologia também contribui para a saúde mental, ajudando a controlar ansiedade e estresse. O mercado de IA cognitiva deve crescer significativamente nos próximos anos, mas o uso deve contar com orientação técnica para resultados eficazes.
Na jornada para construir novos hábitos, muita gente enfrenta o desafio de manter metas como meditar, treinar ou dormir melhor, especialmente nos primeiros meses do ano. Pesquisa revela que menos de 10% conseguem seguir seus objetivos por mais de três meses.
A união entre tecnologia baseada em IA e neurociência vem mudando esse cenário. Ao analisar dados reais sobre atenção, carga cognitiva e padrões mentais, essas soluções usam sensores e machine learning para identificar quando o cérebro está mais apto ao foco ou cansado. Isso permite criar rotinas que respeitam os limites individuais, ao invés de depender apenas da disciplina pessoal.
Gabriel Rodrigues, líder técnico da Autonomic, explica que o problema de hábitos falhos ocorre porque muitos tentam repetir modelos que não consideram o funcionamento neurocientífico. A tecnologia facilita ajustes precisos e personalizados, sugerindo pausas e reorganizando tarefas conforme o desempenho do usuário. Assim, o sistema aprende e reduz a frustração que leva ao abandono dos objetivos.
Essas soluções digitais também ganham espaço no cuidado com a saúde mental, ajudando a reduzir ansiedade e estresse. Estima-se que o mercado global de IA cognitiva deve crescer de US$ 33,8 bilhões em 2025 para US$ 110,4 bilhões até 2030.
Apesar do avanço, é fundamental que o uso de IA neste campo conte com orientação técnica, pois a tecnologia complementa, mas não substitui, a expertise clínica e neurocientífica. A proposta é que mudanças pequenas e constantes, guiadas por dados, aumentem a permanência dos hábitos ao longo do tempo, promovendo decisões mais sustentáveis e eficientes.
A história de Guinefort, o cachorro cultuado como santo na Idade Média
Na Idade Média, um galgo inglês chamado Guinefort foi cultuado como santo após salvar um bebê de uma cobra venenosa. Seu dono matou o cachorro por engano, mas depois descobriu o ato heroico. A história virou um culto popular conhecido como São Guinefort.
A Igreja Católica proibiu a veneração oficial por meio do inquisidor Estêvão de Bourbon, que destruiu o memorial do animal. Apesar disso, o povo manteve a devoção, realizando rituais para proteção das crianças no Bosque de São Guinefort.
Essa história mistura fé e folclore, mostrando como um cachorro ganhou status de santo para muitos, mesmo sob proibição da Igreja. O local ainda pode ser visitado e a data 22 de agosto mantém a lembrança do culto.
Na Idade Média, o galgo inglês Guinefort ganhou status de santo popular após salvar um bebê de uma cobra venenosa. Seu dono, um nobre francês, o matou ao encontrar berço derrubado e o cachorro com sangue na boca, acreditando que o animal atacara o filho. Mais tarde, o casal descobriu o bebê vivo e a serpente morta, revelando o ato heroico de Guinefort.
A história circulou oralmente e o povo o cultuou como um protetor das crianças, criando o culto de São Guinefort. Durante a época em que o processo formal de canonização ainda era incipiente, santos locais eram comuns. No entanto, a Igreja Católica, por meio do inquisidor Estêvão de Bourbon, proibiu oficialmente essa veneração. Ele destruiu os restos do cachorro e as árvores no memorial construído em sua homenagem.
Apesar dessa repressão, a devoção persistiu. O povo criou um ritual para pedir a cura das crianças, trançando galhos no bosque chamado Bosque de São Guinefort. A crença incluía histórias sobre changelings, crianças supostamente trocadas por fadas, e a fé em Guinefort como protetor.
Uma pesquisa no final do século 19 registrou o ritual e os testemunhos locais confirmando a memória do cão como santo. O dia 22 de agosto é lembrado como a data dedicada a São Guinefort, ligada a outro santo de mesmo nome. Atualmente, o bosque ainda pode ser visitado.
Essa história única ilustra como a fé e o folclore podem se misturar, levando um cachorro a ser santo para muitos, mesmo diante da desconfiança e proibição da Igreja.
Novo CEO da Berkshire Hathaway terá salário de US$ 25 milhões, bem acima do de Buffett
Greg Abel assumirá como novo presidente da Berkshire Hathaway com um salário anual de US$ 25 milhões, valor muito superior ao que Warren Buffett recebia. Buffett manteve um salário fixo de apenas US$ 100 mil durante décadas, raramente ultrapassando US$ 500 mil por ano, incluindo benefícios de segurança.
Abel está na empresa desde 1999 e atuou como CEO da Berkshire Hathaway Energy. O aumento no salário dele representa um crescimento de 19% em relação ao ano anterior. Apesar disso, o montante ainda fica abaixo do pago a executivos do setor de tecnologia.
Com um estilo mais operacional, Abel deve manter a filosofia de autonomia das subsidiárias do grupo. Sua primeira carta aos acionistas, prevista para o fim de fevereiro, deve revelar sua visão para a gestão após a transição.
Greg Abel, novo presidente da Berkshire Hathaway, terá um salário anual de US$ 25 milhões, um valor muito superior ao que Warren Buffett recebeu durante seu tempo à frente do conglomerado. Buffett manteve por décadas um salário fixo de apenas US$ 100 mil e raramente ultrapassou US$ 500 mil ao ano, mesmo incluindo benefícios relacionados à sua segurança pessoal.
O aumento na remuneração de Abel representa um crescimento de 19% em relação aos US$ 21 milhões pagos a ele em 2024. Apesar disso, o pacote de Abel ainda fica abaixo dos pagamentos bilionários oferecidos a executivos do setor de tecnologia, como o acordo de até US$ 1 trilhão aprovado para Elon Musk na Tesla em 2024.
Abel é canadense e está na Berkshire Hathaway desde 1999, quando o grupo comprou a MidAmerican, empresa no setor de energia. Ele foi CEO dessa área, hoje Berkshire Hathaway Energy, a partir de 2008, e passou a ser vice-presidente do conglomerado em 2018, cuidando dos negócios fora do setor de seguros. Desde 2021, Buffett já indicava Abel como seu sucessor.
O novo presidente tem um estilo mais operacional, acompanhando de perto as empresas do grupo, mas mantém a filosofia de autonomia das subsidiárias que caracteriza a empresa. A expectativa é que Abel revele sua visão para a Berkshire em sua primeira carta aos acionistas no fim de fevereiro, sinalizando a continuidade na gestão após a transição.
UE determina que X preserve documentos do chatbot Grok após controvérsia com fotos manipuladas
A Comissão Europeia ordenou que a rede social X preserve todos os documentos relacionados ao chatbot de IA Grok até o final de 2026. A decisão vem após críticas sobre o uso do Grok para manipular imagens, principalmente fotos de mulheres e crianças em situações impróprias.
O objetivo é garantir a manutenção desses registros para futuras análises e verificar se a plataforma está cumprindo as normas legais da União Europeia. Esta medida reforça o controle sobre o conteúdo ilegal e o funcionamento das tecnologias de inteligência artificial.
Essa ação não representa uma investigação formal ainda, mas demonstra uma maior atenção regulatória sobre o uso de chatbots de IA, especialmente diante dos riscos à privacidade e segurança dos usuários.
A Comissão Europeia determinou que a rede social X, controlada por Elon Musk, preserve todos os documentos internos e dados relacionados ao seu chatbot de IA, o Grok, até o fim de 2026. A medida ocorre após críticas sobre o uso do Grok para manipular imagens, especialmente fotos de mulheres e crianças com nudez ou pouca roupa.
O órgão executivo da União Europeia afirmou que a circulação dessas imagens no X é ilegal e repreensível. A decisão amplia uma ordem anterior, focada em algoritmos e na disseminação de conteúdo ilegal, para garantir o acesso a documentos que podem confirmar a conformidade da plataforma com a legislação vigente.
Thomas Regnier, porta-voz da Comissão, explicou que a ordem exige que a plataforma mantenha esses registros disponíveis para futuras solicitações, evitando a eliminação de provas. Apesar dessa determinação, a ação não configura uma investigação formal sob a Lei de Serviços Digitais da União Europeia (DSA) até o momento.
O uso do Grok para a manipulação de imagens gerou repercussão negativa, principalmente por criar fotos com pessoas em situações comprometedoras sem consentimento. A postura da Comissão Europeia visa fortalecer o controle sobre conteúdos ilegais e o funcionamento das inteligências artificiais em redes sociais.
Essa movimentação indica maior atenção regulatória às práticas envolvendo chatbots de IA, especialmente quando seu uso envolve riscos à privacidade e à segurança de usuários vulneráveis.
Cuba enfrenta grave crise econômica com apagões e escassez de alimentos
Cuba enfrenta a pior crise econômica em mais de seis décadas, com apagões de até 20 horas diárias, falta de alimentos e alta inflação. A redução do apoio da Venezuela no fornecimento de petróleo agrava a escassez de energia e impacta setores como o transporte e a saúde pública.
O sistema de racionamento praticamente colapsou, e o acesso a gasolina é limitado, com agendamento demorado. Empresas privadas crescem, mas preços altos dificultam o acesso para grande parte da população. O governo culpa o embargo dos EUA, enquanto especialistas apontam falhas na gestão como causas adicionais.
Essa combinação de fatores aumentou a migração, com cerca de 2,75 milhões de cubanos deixando o país desde 2020 em busca de melhores condições de vida.
Cuba enfrenta sua pior crise econômica em mais de seis décadas, marcada por apagões frequentes, falta de alimentos e dificuldades na rede de proteção social. O país acumula uma queda significativa no PIB, aumento da inflação e restrições no fornecimento de bens essenciais, fatores que pressionam a população local. A redução do apoio da Venezuela, principal fornecedor de petróleo, agravou a situação energética e industrial da ilha.
Os apagões podem durar até 20 horas diárias em algumas regiões, prejudicando indústrias como a do níquel e impactando serviços básicos. A dependência do petróleo venezuelano diminuiu, saindo de cerca de 90 mil para apenas 35 mil barris diários, o que afeta diretamente o transporte, a coleta de lixo e a saúde pública. A escassez de remédios e a inflação alta agravam o dia a dia dos cubanos.
O sistema de racionamento de alimentos praticamente deixou de funcionar, e o acesso a gasolina requer agendamento com semanas de antecedência. As empresas privadas, legalizadas recentemente, têm ganhado importância, apesar dos altos preços, inacessíveis para grande parte da população com renda local.
Embora o governo atribua o colapso ao embargo dos Estados Unidos, especialistas apontam que erros de gestão e regulamentações pesadas também contribuem para o cenário atual.
A combinação desses fatores levou a uma onda intensa de migração, com cerca de 2,75 milhões de cubanos deixando o país desde 2020.
Produção industrial brasileira fica estável em novembro, abaixo das expectativas
A produção industrial no Brasil não apresentou variação em novembro, contrariando a previsão de leve aumento de 0,2%, segundo o IBGE. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, houve queda de 1,2%, maior do que a esperada pelos economistas.
Apesar da estabilidade recente, o setor está 14,8% abaixo do pico de 2011, mas 2,4% acima do nível pré-pandemia. Alguns setores, como veículos automotores e produtos químicos, tiveram queda, enquanto farmacêuticos e metalurgia mostraram crescimento.
No acumulado anual, a produção cresceu 0,6%, mas a desaceleração preocupa. Setores como coque e derivados de petróleo influenciaram negativamente o desempenho, indicando desafios para a indústria brasileira.
A produção industrial no Brasil manteve-se estável em novembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação mensal, o índice não registrou variações, contrariando a expectativa de alta de 0,2%. Em relação a novembro do ano anterior, houve queda de 1,2%, maior do que o previsto pelos economistas, que estimavam uma redução de 0,1%.
Apesar da estabilidade recente, o setor industrial ainda se encontra 14,8% abaixo do pico atingido em maio de 2011, embora esteja 2,4% acima do nível pré-pandemia de fevereiro de 2020. O ano acumula um crescimento de 0,6%, e, em 12 meses, o aumento é de 0,7%, indicando desaceleração frente a meses anteriores.
Dentre os principais setores, as indústrias extrativas tiveram um recuo de 2,6%, devido à menor produção de óleos brutos, gás natural e minério de ferro. Outras áreas com desempenho negativo foram veículos automotores (-1,6%), produtos químicos (-1,2%), alimentos (-0,5%) e bebidas (-2,1%).
Por outro lado, os setores responsáveis por produtos farmoquímicos e farmacêuticos apresentaram alta significativa de 9,8%, enquanto metalurgia (1,8%), produtos de metal (2,7%) e máquinas e equipamentos (2,0%) também cresceram.
Ao analisar o resultado anual comparado a novembro anterior, três das quatro grandes categorias econômicas e mais da metade dos produtos pesquisados apresentaram recuo. Os setores de coque e derivados de petróleo (-9,2%) e veículos automotores (-7,0%) foram os que mais influenciaram esse desempenho negativo.
IGP-DI registra alta menor que a prevista em dezembro e fecha 2025 com deflação de 1,20%, diz FGV
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,10% em dezembro de 2025, abaixo da expectativa de 0,15%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse resultado foi influenciado principalmente pelo comportamento do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que cresceu modestamente após retração no mês anterior.
Em 2025, o IGP-DI fechou o ano com deflação de 1,20%, revertendo a alta de 6,86% em 2024. O índice reflete também a estabilidade do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que manteve alta de 0,28% em novembro e dezembro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou, com alta de 0,21% em dezembro e acumulado de 5,92% no ano.
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve alta menor que o esperado em dezembro de 2025, subindo 0,10% após 0,01% em novembro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). A expectativa era de uma alta de 0,15%, mas o resultado ficou abaixo disso, refletindo principalmente o comportamento dos preços ao produtor.
Em 2025, o IGP-DI registrou deflação de 1,20%, voltando a fechar o ano no negativo após subidas de 6,86% em 2024 e quedas de 3,30% em 2023. A desaceleração foi influenciada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que corresponde a 60% do indicador geral e cresceu 0,03% em dezembro, revertendo a retração de 0,11% no mês anterior. Em 12 meses, o IPA-DI acumulou queda de 3,61%, marcada por reduções nos preços da indústria extrativa e agrícola.
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), responsável por 30% do IGP-DI, manteve a alta de 0,28% tanto em novembro quanto em dezembro, acumulando 4% no ano. Entre as oito categorias de despesa, destaque para avanço nos preços de Transportes (de -0,03% para 0,38%), Alimentação (de -0,03% para 0,13%) e Vestuário (de -0,87% para 0,27%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou em dezembro, com elevação de 0,21% ante 0,27% em novembro, fechando o ano com alta acumulada de 5,92%. O IGP-DI considera preços ao produtor, consumidor e custos da construção civil coletados entre o primeiro e o último dia do mês.
Chevron negocia com governo dos EUA para prorrogar licença de operação na Venezuela
Autoridades norte-americanas estão em negociações com a Chevron para prorrogar uma licença especial que permite à empresa atuar no setor de petróleo da Venezuela, apesar das sanções vigentes. A conversa ocorre em um momento estratégico para os Estados Unidos, que buscam revitalizar a indústria petrolífera venezuelana.
Atualmente, a Chevron opera no país sul-americano conforme as regras presentes na licença, que a isenta das sanções. A produção venezuela é afetada por problemas de infraestrutura e corrupção, o que tem limitado a extração a cerca de 1 milhão de barris diários, bem abaixo do passado.
O interesse americano na extensão dessa licença reflete uma tentativa de fortalecer sua presença energética global e apoiar a recuperação do setor na Venezuela, que possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas enfrenta desafios significativos para investimentos e produção.
Autoridades dos Estados Unidos estão negociando com a Chevron sobre a possibilidade de estender a licença especial que permite a empresa operar no setor petrolífero da Venezuela. A conversa acontece enquanto o presidente Donald Trump se prepara para um encontro com líderes da indústria do petróleo na Casa Branca, marcado para esta sexta-feira, poucos dias depois da captura do líder acusado Nicolás Maduro.
A Chevron continua suas operações na Venezuela sob essa licença, que a isenta das sanções americanas, e informou que atua em conformidade com as leis vigentes. A Casa Branca, até o momento, não se pronunciou oficialmente sobre as negociações.
A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas enfrenta um desafio significativo para manter a produção atual. De acordo com a consultoria Rystad Energy, seriam necessários cerca de US$ 53 bilhões em investimentos nos próximos 15 anos para sustentar a produção.
Atualmente, a produção venezuelana está em torno de 1 milhão de barris por dia, bem inferior ao pico de quase 4 milhões registrado em 1974. A queda se deve a um longo período de corrupção, falta de investimentos, incêndios e roubos, que comprometem severamente a infraestrutura de petróleo do país.
Essas negociações ressaltam o interesse dos EUA em revitalizar a indústria petrolífera venezuelana como parte de sua estratégia energética.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação