Neymar mostra coleção de veículos de luxo inspirada no Batman avaliada em mais de R$ 300 milhões
Neymar Jr. compartilhou um vídeo nas redes sociais exibindo sua coleção de veículos de luxo, que inclui um jatinho, um helicóptero e uma réplica do Batmóvel. A soma dos bens ultrapassa R$ 300 milhões.
O destaque é o jatinho Dassault Falcon 900LX, envelopado em preto para seguir a estética Batman, avaliado em cerca de R$ 250 milhões. O helicóptero Airbus H145 e o Batmóvel também fazem parte da coleção. Neymar utilizou o helicóptero para facilitar seus deslocamentos.
Com contrato renovado até 2026 pelo Santos, Neymar terá um salário anual de cerca de R$ 1 milhão. O acordo também prevê um pagamento de R$ 85 milhões à empresa que administra sua imagem.
Neymar Jr. compartilhou nas redes sociais um vídeo exibindo sua coleção de veículos de luxo, que inclui um helicóptero, um avião particular e uma réplica do Batmóvel. A soma dos bens ultrapassa R$ 300 milhões, conforme mostra o material divulgado pelo jogador do Santos.
O destaque mais valioso é o jatinho Dassault Falcon 900LX, avaliado em cerca de R$ 250 milhões. O aparelho, envelopado de preto para seguir a temática Batman, possui três motores, pode transportar até 14 pessoas e é adequado para voos curtos e longos.
Outro veículo que aparece no vídeo é o helicóptero Airbus H145, também preto, estimado em R$ 52 milhões. Neymar usou essa aeronave para viajar diariamente entre sua residência em Mangaratiba (RJ) e o CT Rei Pelé, facilitando seu retorno ao Santos. Cada viagem chegava a custar R$ 7 mil, valor próximo a seis salários mínimos.
Também faz parte da coleção o Batmóvel, réplica do Tumbler do filme “O Cavaleiro das Trevas”. Avaliado em R$ 8 milhões, o carro não circula nas ruas por não ser homologado.
Com a renovação de contrato anunciada pelo Santos até 2026, Neymar receberá aproximadamente R$ 1 milhão em salários ao longo do ano. O acordo inclui também um pagamento parcelado de R$ 85 milhões para a empresa NR Sports, que administra sua imagem.
EUA e o desafio de governar a Venezuela: um cenário complexo
Após a prisão do presidente Nicolás Maduro, os Estados Unidos declararam intenção de controlar a Venezuela até uma transição segura ser organizada. Especialistas apontam que a intervenção militar dificilmente cria legitimidade política interna, essencial para estabilidade.
Experiências no Afeganistão, Iraque e Líbia mostram que derrubar regimes pela força não resulta em governos sólidos nem instituições estáveis. Para os EUA, governar a Venezuela exigiria enfrentar problemas graves como falta de infraestrutura e insatisfação popular.
Além disso, a prioridade militar sobre a diplomacia pode comprometer a credibilidade dos EUA no cenário internacional. A ocupação dificilmente resolveria questões básicas como energia e alimentos, dificultando uma paz duradoura.
Após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro, o governo dos Estados Unidos declarou que assumiria o controle da Venezuela até a organização de uma “transição segura, adequada e criteriosa”. No entanto, especialistas alertam que essa forma de intervenção, baseada no uso da força, não é capaz de estabelecer legitimidade política interna, um elemento essencial para a estabilidade duradoura.
Casos anteriores como Afeganistão, Iraque e Líbia mostram que a simples derrubada de regimes via força militar não resulta em governos sólidos nem na reconstrução de instituições essenciais. A experiência dessas nações demonstra que a imposição externa gera resistência local e pode agravar conflitos, já que governar a Venezuela dessa forma implicaria enfrentar as consequências de uma infraestrutura devastada e ampla insatisfação.
Além disso, os Estados Unidos têm direcionado muito mais recursos militares do que diplomáticos para suas ações exteriores, fomentando um modelo que prioriza a coerção em detrimento da negociação e cooperação internacional. Essa abordagem “cinética” pode comprometer a credibilidade dos EUA no cenário global e abrir precedentes usados por potências rivais para justificar suas próprias intervenções agressivas.
Assumir a administração da Venezuela deixaria os EUA responsáveis por problemas essenciais como abastecimento de energia e alimentos, o que dificilmente criaria uma base legítima de poder. Ao invés disso, a ocupação reforçaria a ideia de uma potência estrangeira impondo sua autoridade, dificultando qualquer possibilidade de paz sustentável.
Portanto, a experiência histórica indica que governar a Venezuela à força tende a replicar falhas do passado, mostrando que o poder militar sozinho não constrói autoridade política nem uma ordem estável.
XP Investimentos projeta cenário econômico estável e ambiente político conturbado para 2026
A XP Investimentos aponta que o Brasil deverá ter um cenário econômico estável em 2026, com crescimento do PIB em torno de 2,3% e inflação em queda. O Banco Central deve começar a reduzir a taxa Selic gradualmente a partir de março, finalizando o ano em 12,50%.
No âmbito fiscal, espera-se relativa tranquilidade com deficit controlado e medidas para reforçar a arrecadação. Contudo, a XP alerta para riscos de crise fiscal e inflação crescente a partir de 2027, caso não ocorram reformas importantes.
Politicamente, as eleições de 2026 prometem mobilizar o país, com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e a popularidade do presidente Lula influenciando o cenário que deve permanecer indefinido até a votação.
A avaliação da XP Investimentos indica que o cenário econômico brasileiro deve se manter relativamente estável em 2026, mesmo diante de incertezas políticas e globais. A previsão aponta para um crescimento do PIB em torno de 2,3% em 2025, com a inflação apresentando queda acelerada, influenciada pela valorização do real e redução nos preços de alimentos e bens importados.
Com essa estabilidade, o Banco Central deve iniciar, a partir de março, um ciclo gradual de cortes na taxa Selic, estimando-se que ela termine o ano em 12,50% após cinco quedas consecutivas de 0,50 ponto percentual, com possível pausa para avaliação no segundo semestre.
Quanto à política fiscal, a expectativa é de relativa calma em 2026. Após cumprir as metas de 2025, apoiadas por receitas extraordinárias, a arrecadação deve receber reforço por meio da aprovação de novas medidas, com estimativa de déficit total em R$ 45,8 bilhões, o equivalente a 0,3% do PIB.
Entretanto, a XP adverte para a necessidade de ajustes nas despesas, pois o aumento nas despesas discricionárias pode elevar os gastos públicos. Sem reformas significativas, o banco prevê riscos de crise fiscal e maior inflação a partir de 2027, quando o crescimento do PIB também deve desacelerar para 1,2%, abaixo do potencial de 2%.
No campo político, as eleições de 2026 devem movimentar o cenário nacional, com destaque para a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e a manutenção da popularidade do presidente Lula, cujas políticas públicas serão decisivas para a disputa que deve ficar indefinida até perto da votação.
Qual mamífero tem o maior peso total na Terra considerando todos os indivíduos?
O mamífero que reúne o maior peso total na Terra não é o elefante, mas a espécie humana. Atualmente, o peso combinado de todos os seres humanos vivos chega a cerca de 420 milhões de toneladas.
Este número cresce desde 1850, quando era de aproximadamente 50 milhões de toneladas, refletindo o aumento populacional e o impacto humano na biomassa global. Ao mesmo tempo, a massa dos mamíferos selvagens diminuiu significativamente.
Além dos humanos, animais domesticados como gado, cães e gatos também pesam mais do que os mamíferos selvagens, mostrando a influência das atividades humanas na transformação dos ecossistemas.
Ao analisar o peso total dos mamíferos na Terra, surpreendente é saber que o título não vai para o maior deles, como o elefante, mas para uma espécie bem diferente. O mamífero que causa mais peso em conjunto no planeta é a espécie humana. Atualmente, a soma do peso de todos os humanos vivos chega a cerca de 420 milhões de toneladas.
Esse número é bastante significativo se comparado ao passado: em 1850, o total era de apenas 50 milhões de toneladas. Esse crescimento reflete o aumento populacional e as mudanças no impacto humano na biomassa do planeta. Enquanto isso, as populações de mamíferos selvagens reduziram drasticamente.
Outro aspecto relevante é a biomassa dos mamíferos domesticados, que superou em massa os animais selvagens. Animais como o gado, além de cães e gatos, cresceram em número e em peso total, refletindo a influência da atividade humana em transformar ecossistemas.
Estudos recentes documentam essa mudança global na quantidade e distribuição da massa dos mamíferos, indicando um desequilíbrio no ecossistema mundial. A crescente dominância do peso dos humanos e dos animais domesticados ressalta a transformação causada pela civilização humana na natureza.
Esses dados dão uma nova perspectiva sobre a presença humana na Terra não apenas como indivíduos, mas como um efeito coletivo que domina a biomassa dos mamíferos, tornando-se o grupo mais peso-contribuinte no planeta atualmente.
Via Super
07/01/2026 às 15:52 - Tecnologia e Inovação
LATAM utiliza IA para identificar 90% dos clientes e agilizar atendimento digital
A LATAM integra a Inteligência Artificial para fortalecer sua transformação digital até 2025. Com IA, o atendimento telefônico reconhece 90% dos clientes sem pedir dados adicionais, reduzindo o tempo de espera em 20%. Essa tecnologia também personaliza o serviço via aplicativo, trazendo mais autonomia ao passageiro.
A inovação inclui parcerias com Google, Microsoft e outros, além de uso no aeroporto de Guarulhos para gerir aeronaves em solo. Internamente, a plataforma AmelIA agiliza o acesso a informações, enquanto o Contact Center recebe suporte para campanhas e atendimento mais precisos.
A companhia equilibra o avanço tecnológico com normas regulatórias, assegurando compliance e segurança de dados. Para 2026, a LATAM planeja ampliar o uso da IA para manutenção preditiva e comunicação personalizada, otimizando a experiência dos viajantes.
A LATAM definiu a Inteligência Artificial Generativa como um elemento-chave na sua transformação digital em 2025, integrando tecnologias que aprimoram desde o atendimento ao cliente até processos internos. Com recurso de IA, o atendimento telefônico reconhece 90% dos clientes sem necessidade de informações extras, reduzindo o tempo de espera em 20% e facilitando uma experiência mais autônoma e personalizada via aplicativo.
O uso da IA ganhou suporte de parceiros como Google, Microsoft, OpenAI e Amazon, e avançou com a migração total para a nuvem. No aeroporto de Guarulhos, um sistema de monitoramento otimiza a gestão das aeronaves em solo. Internamente, a plataforma AmelIA ajuda colaboradores a acessar informações institucionais e a resolver demandas com mais rapidez.
Além disso, a tecnologia oferece suporte aos agentes do Contact Center através de informações customizadas, e permite segmentar clientes para campanhas mais precisas. Essas iniciativas contribuíram para o Net Promoter Score da companhia subir de 19 pontos em 2018 para 55 em 2025, alcançando 61 pontos entre os clientes premium.
O desafio é conciliar a inovação acelerada com a conformidade regulatória exigida por órgãos como ANAC e ICAO, especialmente em segurança e governança de dados. A LATAM adotou políticas de IA desde o início da jornada, reforçando compliance e segurança da informação, além de capacitar equipes para o uso responsável dessas soluções.
Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais o uso da IA, principalmente em manutenção preditiva, operações em solo e personalização na comunicação com o passageiro, buscando eficiência e maior fluidez na experiência da viagem.
Ações da Cogna (COGN3) sobem quase 8% após revisão positiva do JP Morgan
As ações da Cogna (COGN3) tiveram alta de quase 8% nesta quarta-feira, liderando os ganhos do Ibovespa. O movimento ocorreu após o JP Morgan revisar a recomendação para compra e elevar o preço-alvo para R$ 6,50.
Essa mudança indica um potencial de valorização de 95,2%, mesmo após alta expressiva no ano. O banco destacou que a empresa continua com avaliação atrativa, especialmente por perspectivas de crescimento no ensino superior e básico.
Além disso, mudanças regulatórias do MEC sobre cursos presenciais de enfermagem podem reduzir perdas à Cogna. O quarto trimestre de 2025 tem expectativa de receita de R$ 2,425 bilhões e lucro líquido estimado em R$ 416 milhões.
As ações da Cogna (COGN3) tiveram forte alta nesta quarta-feira (7), liderando os ganhos do Ibovespa com valorização de quase 8%. Por volta das 15h, o papel atingiu máxima intradia de 7,81%, cotado a R$ 3,59. O movimento ocorre após o banco JP Morgan melhorar a recomendação para compra da ação, elevando o preço-alvo para R$ 6,50 em dezembro.
Esse novo preço indica uma valorização potencial de 95,2% em relação ao fechamento do dia anterior, que foi de R$ 3,33. Os analistas do banco destacam que a Cogna segue com uma avaliação considerada atrativa, mesmo após alta de 240% no ano corrente.
Marcelo Santos e Livea Mizobata, do JP Morgan, apontam uma perspectiva de crescimento mais acelerado para 2026, com previsão de receita subir 12%, especialmente puxada pelo ensino superior (Kroton) e pelo segmento de ensino fundamental e médio (K12), que cresce em ritmo maior.
Além disso, mudanças regulatórias recentes do Ministério da Educação (MEC) sobre os cursos de enfermagem, que passarão a ser obrigatoriamente presenciais, são vistas como um fator que pode reduzir perdas para a empresa. O MEC liberou um período de transição de dois anos, permitindo o credenciamento de unidades presenciais.
Para o quarto trimestre de 2025, a expectativa do JP Morgan é de que a receita da Cogna alcance R$ 2,425 bilhões, com lucro líquido estimado em R$ 416 milhões, e margem EBITDA de 35,6%. O resultado será divulgado em 11 de março.
Vírus em TV Box atinge mais de 2 milhões de dispositivos, inclusive no Brasil
Uma botnet chamada Kimwolf infectou mais de 2 milhões de dispositivos Android desde agosto de 2025, incluindo smart TVs com Android e TV boxes genéricas. O vírus aproveita vulnerabilidades no Android Debug Bridge e já atinge usuários no Brasil, Argentina, Vietnã e outros países.
Os aparelhos contaminados são usados para ataques DDoS em alta escala, afetando serviços e gerando lucro para criminosos. Muitos dispositivos já vêm infectados de fábrica, o que amplia o alcance do ataque e dificulta a proteção dos usuários.
Especialistas recomendam evitar TV boxes genéricas e usar ferramentas de verificação para identificar infecções. O problema evidencia falhas na segurança das redes residenciais, impactando tanto a velocidade da internet quanto a segurança digital dos usuários.
Uma operação massiva infecta milhões de aparelhos Android, criando uma botnet que controla dispositivos sem que os usuários percebam. A botnet Kimwolf, variante da Aisuru DDoS Botnet, já atingiu mais de 2 milhões de dispositivos desde agosto de 2025, segundo pesquisa da Synthient. Smart TVs com Android e TV boxes genéricos são os principais alvos.
O perigo é maior porque muitos dispositivos já vêm infectados de fábrica, com malware ativo assim que são ligados à internet. A infecção ocorre via redes de proxy residencial, explorando brechas no serviço Android Debug Bridge (ADB) aberto nos dispositivos. Países como Brasil, Argentina, Vietnã e Arábia Saudita concentram a maioria dos aparelhos vulneráveis.
Os criminosos usam a botnet para realizar ataques DDoS recordes, chegando a 29,7 terabits por segundo, volume que pode derrubar grandes sites e serviços. A botnet também gera receita por meio de aluguel de banda larga, instalação forçada de apps e oferta de ataques DDoS como serviço.
Técnicas avançadas de evasão, como criptografia e uso de domínios baseados em blockchain, dificultam a detecção e derrubada da rede. A Synthient alerta que o problema reflete uma vulnerabilidade sistêmica na cadeia de proxies residenciais, especialmente por provedores que permitem acesso a dispositivos locais.
Donos das máquinas infectadas são vítimas duplas: têm sua internet lenta e, sem saber, participam de crimes cibernéticos. Para se proteger, evite TV boxes genéricos, prefira marcas certificadas e use a ferramenta de verificação da Synthient em synthient.com/check.
Qual o valor da Groenlândia, ilha que Trump tentou comprar?
Os Estados Unidos manifestaram interesse em adquirir a Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca, cuja estimativa de valor varia entre US$ 200 bilhões e US$ 2,8 trilhões. Esse valor é calculado considerando as riquezas naturais da região, como reservas de gás, petróleo e minerais raros essenciais para tecnologias renováveis e defesa.
Além dos recursos naturais, a Groenlândia tem uma importância estratégica devido à sua localização no Ártico e proximidade com rotas marítimas importantes. Isso também reforça o interesse americano em termos militares e de segurança, valorizando a ilha para questões geopolíticas.
Apesar das tentativas de compra no passado e dos interesses recentes, autoridades da Groenlândia e aliados, como a Otan, resistem à ideia de incorporar a ilha aos Estados Unidos. A região também é vista como crucial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e para a proteção estratégica do Ártico.
Após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o governo americano voltou a considerar a aquisição da Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca. Entre as opções discutidas está a compra da região, estimada em valores que variam entre US$ 200 bilhões e até US$ 2,8 trilhões, dependendo dos critérios analisados.
Esses valores são baseados principalmente nas riquezas naturais da ilha, que incluem reservas de gás natural, petróleo, minerais de terras raras como neodímio, grafite e lítio, essenciais para tecnologias renováveis e defesa. A Groenlândia também possui uma localização estratégica no Ártico, próxima a rotas marítimas importantes e com valor militar.
Historicamente, os Estados Unidos já tentaram comprar a ilha, com ofertas em 1868 e 1946. Ajustadas pela inflação e crescimento econômico, essas propostas chegariam hoje a cerca de US$ 12,9 bilhões. Pesquisadores apontam que a compra da Groenlândia tem respaldo mais na geopolítica e estratégia de segurança do que apenas em valores comerciais.
Apesar do interesse americano, autoridades da Groenlândia manifestam resistência à ideia de se tornar parte dos Estados Unidos, tendo o apoio de líderes da Otan. A região é vista como uma peça importante para o futuro das tecnologias sustentáveis e também para fortalecer a proteção do Ártico sob a perspectiva dos EUA.
DNA encontrado em desenho do século 16 pode ser de Leonardo da Vinci
Uma equipe de pesquisadores descobriu fragmentos de DNA que podem pertencer a Leonardo da Vinci, em um esboço do século 16 chamado “Menino Jesus”. O material genético foi coletado de forma não invasiva e comparado com uma carta assinada por um parente do artista.
O estudo focou no cromossomo Y, que indica linhagens masculinas, e encontrou semelhanças com variantes comuns na região da Toscana, onde Leonardo nasceu. Apesar de não ter deixado filhos, a linhagem de seu pai permanece na região.
Os pesquisadores planejam ampliar a análise, incluindo possíveis restos mortais de familiares e até o túmulo de Leonardo na França. O objetivo é mapear mais detalhes genéticos do artista e entender melhor suas origens.
Fragmentos de DNA possivelmente do próprio Leonardo da Vinci foram encontrados em um esboço do século 16, conhecido como “Menino Jesus”, feito com giz vermelho e atribuído ao artista. A descoberta, realizada pelo Projeto DNA de Leonardo da Vinci (LDVP), aponta semelhanças entre o material genético extraído desse desenho e uma carta assinada por um parente antigo do mestre renascentista.
Apesar da autoria do desenho ainda ser questionada por alguns especialistas, a equipe utilizou uma técnica não invasiva para coletar o DNA do desenho, estudando especialmente o cromossomo Y, que é transmitido de pai para filho e pode ajudar a mapear linhagens masculinas.
O estudo, liderado pelo cientista Norberto González-Juarbe, da Universidade de Maryland, indica que tanto o esboço quanto a carta compartilham variantes do subgrupo E1b1/E1b1b do cromossomo Y, comum na região da Toscana, onde nasceu Leonardo.
Embora Leonardo não tenha deixado filhos, seu pai teve mais de 20 descendentes, aumentando as chances de o material genético identificado ainda existir em atuais habitantes da região.
A equipe do LDVP planeja ampliar a investigação, incluindo análises em restos mortais de familiares em igrejas na Toscana e até tentar extrair DNA do túmulo do próprio Leonardo, em Amboise, França. Caso isso seja possível, pode-se avançar para um mapeamento genômico completo do artista, que traria mais informações sobre suas origens.
Lovable: startup sueca que se tornou unicórnio fora dos grandes centros de tecnologia
Lovable é uma startup de Estocolmo que atingiu avaliação de US$ 6,6 bilhões em poucos meses. Seu produto permite criar e compartilhar aplicativos funcionais rapidamente, sem necessidade de conhecimento técnico.
A empresa conta com mais de 8 milhões de usuários e gera US$ 200 milhões em receita anual recorrente. Seus jovens fundadores se tornaram bilionários self made antes dos 40 anos, mostrando um modelo de sucesso fora do Vale do Silício.
O diferencial da Lovable está no foco em produto e crescimento orgânico, evitando gastos elevados com mídia paga. Esse método fortalece a cultura local e contribui para a retenção, destacando a eficiência de polos tecnológicos além das grandes capitais.
Lovable é uma startup de Estocolmo que conseguiu alcançar avaliação de US$ 6,6 bilhões em poucos meses ao oferecer um produto que permite a qualquer pessoa criar e compartilhar um aplicativo funcional em minutos, sem necessidade de conhecimento técnico. Com mais de 8 milhões de usuários, gera cerca de US$ 200 milhões em receita anual recorrente.
A empresa levantou US$ 330 milhões em uma rodada Série B em dezembro, após captar US$ 200 milhões em Série A em julho, quando já valia US$ 1,8 bilhão. Seus fundadores, jovens empreendedores suecos, se tornaram bilionários self made antes dos 40 anos, fenômeno pouco comum fora do Vale do Silício.
O diferencial da Lovable é transformar o produto em canal de distribuição. O uso gera marketing espontâneo, pois os usuários compartilham o que criaram, divulgando sua própria competência. Esse método elimina a necessidade de investimento pesado em mídia, semelhante ao que ocorreu com a OpenAI e o ChatGPT.
Enquanto no Vale do Silício as empresas enfrentam alta competição por talento e atenção, Estocolmo oferece um ambiente mais tranquilo, com menor rotatividade e menor atrito para desenvolvimento do produto. Isso permite maior foco na continuidade e retenção, criando uma cultura sólida que favorece o crescimento orgânico.
Casos como Shopify e Duolingo comprovam que polos tecnológicos fora das grandes capitais conseguem produzir unicórnios ao focar em engenharia e produto em ambientes locais estáveis. A Lovable exemplifica como o crescimento pode ocorrer de forma eficiente fora do circuito tradicional, priorizando produto e utilização em vez de mídia paga.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação