Vírus em TV Box atinge mais de 2 milhões de dispositivos, inclusive no Brasil
Uma botnet chamada Kimwolf infectou mais de 2 milhões de dispositivos Android desde agosto de 2025, incluindo smart TVs com Android e TV boxes genéricas. O vírus aproveita vulnerabilidades no Android Debug Bridge e já atinge usuários no Brasil, Argentina, Vietnã e outros países.
Os aparelhos contaminados são usados para ataques DDoS em alta escala, afetando serviços e gerando lucro para criminosos. Muitos dispositivos já vêm infectados de fábrica, o que amplia o alcance do ataque e dificulta a proteção dos usuários.
Especialistas recomendam evitar TV boxes genéricas e usar ferramentas de verificação para identificar infecções. O problema evidencia falhas na segurança das redes residenciais, impactando tanto a velocidade da internet quanto a segurança digital dos usuários.
Uma operação massiva infecta milhões de aparelhos Android, criando uma botnet que controla dispositivos sem que os usuários percebam. A botnet Kimwolf, variante da Aisuru DDoS Botnet, já atingiu mais de 2 milhões de dispositivos desde agosto de 2025, segundo pesquisa da Synthient. Smart TVs com Android e TV boxes genéricos são os principais alvos.
O perigo é maior porque muitos dispositivos já vêm infectados de fábrica, com malware ativo assim que são ligados à internet. A infecção ocorre via redes de proxy residencial, explorando brechas no serviço Android Debug Bridge (ADB) aberto nos dispositivos. Países como Brasil, Argentina, Vietnã e Arábia Saudita concentram a maioria dos aparelhos vulneráveis.
Os criminosos usam a botnet para realizar ataques DDoS recordes, chegando a 29,7 terabits por segundo, volume que pode derrubar grandes sites e serviços. A botnet também gera receita por meio de aluguel de banda larga, instalação forçada de apps e oferta de ataques DDoS como serviço.
Técnicas avançadas de evasão, como criptografia e uso de domínios baseados em blockchain, dificultam a detecção e derrubada da rede. A Synthient alerta que o problema reflete uma vulnerabilidade sistêmica na cadeia de proxies residenciais, especialmente por provedores que permitem acesso a dispositivos locais.
Donos das máquinas infectadas são vítimas duplas: têm sua internet lenta e, sem saber, participam de crimes cibernéticos. Para se proteger, evite TV boxes genéricos, prefira marcas certificadas e use a ferramenta de verificação da Synthient em synthient.com/check.
Qual o valor da Groenlândia, ilha que Trump tentou comprar?
Os Estados Unidos manifestaram interesse em adquirir a Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca, cuja estimativa de valor varia entre US$ 200 bilhões e US$ 2,8 trilhões. Esse valor é calculado considerando as riquezas naturais da região, como reservas de gás, petróleo e minerais raros essenciais para tecnologias renováveis e defesa.
Além dos recursos naturais, a Groenlândia tem uma importância estratégica devido à sua localização no Ártico e proximidade com rotas marítimas importantes. Isso também reforça o interesse americano em termos militares e de segurança, valorizando a ilha para questões geopolíticas.
Apesar das tentativas de compra no passado e dos interesses recentes, autoridades da Groenlândia e aliados, como a Otan, resistem à ideia de incorporar a ilha aos Estados Unidos. A região também é vista como crucial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e para a proteção estratégica do Ártico.
Após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o governo americano voltou a considerar a aquisição da Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca. Entre as opções discutidas está a compra da região, estimada em valores que variam entre US$ 200 bilhões e até US$ 2,8 trilhões, dependendo dos critérios analisados.
Esses valores são baseados principalmente nas riquezas naturais da ilha, que incluem reservas de gás natural, petróleo, minerais de terras raras como neodímio, grafite e lítio, essenciais para tecnologias renováveis e defesa. A Groenlândia também possui uma localização estratégica no Ártico, próxima a rotas marítimas importantes e com valor militar.
Historicamente, os Estados Unidos já tentaram comprar a ilha, com ofertas em 1868 e 1946. Ajustadas pela inflação e crescimento econômico, essas propostas chegariam hoje a cerca de US$ 12,9 bilhões. Pesquisadores apontam que a compra da Groenlândia tem respaldo mais na geopolítica e estratégia de segurança do que apenas em valores comerciais.
Apesar do interesse americano, autoridades da Groenlândia manifestam resistência à ideia de se tornar parte dos Estados Unidos, tendo o apoio de líderes da Otan. A região é vista como uma peça importante para o futuro das tecnologias sustentáveis e também para fortalecer a proteção do Ártico sob a perspectiva dos EUA.
DNA encontrado em desenho do século 16 pode ser de Leonardo da Vinci
Uma equipe de pesquisadores descobriu fragmentos de DNA que podem pertencer a Leonardo da Vinci, em um esboço do século 16 chamado “Menino Jesus”. O material genético foi coletado de forma não invasiva e comparado com uma carta assinada por um parente do artista.
O estudo focou no cromossomo Y, que indica linhagens masculinas, e encontrou semelhanças com variantes comuns na região da Toscana, onde Leonardo nasceu. Apesar de não ter deixado filhos, a linhagem de seu pai permanece na região.
Os pesquisadores planejam ampliar a análise, incluindo possíveis restos mortais de familiares e até o túmulo de Leonardo na França. O objetivo é mapear mais detalhes genéticos do artista e entender melhor suas origens.
Fragmentos de DNA possivelmente do próprio Leonardo da Vinci foram encontrados em um esboço do século 16, conhecido como “Menino Jesus”, feito com giz vermelho e atribuído ao artista. A descoberta, realizada pelo Projeto DNA de Leonardo da Vinci (LDVP), aponta semelhanças entre o material genético extraído desse desenho e uma carta assinada por um parente antigo do mestre renascentista.
Apesar da autoria do desenho ainda ser questionada por alguns especialistas, a equipe utilizou uma técnica não invasiva para coletar o DNA do desenho, estudando especialmente o cromossomo Y, que é transmitido de pai para filho e pode ajudar a mapear linhagens masculinas.
O estudo, liderado pelo cientista Norberto González-Juarbe, da Universidade de Maryland, indica que tanto o esboço quanto a carta compartilham variantes do subgrupo E1b1/E1b1b do cromossomo Y, comum na região da Toscana, onde nasceu Leonardo.
Embora Leonardo não tenha deixado filhos, seu pai teve mais de 20 descendentes, aumentando as chances de o material genético identificado ainda existir em atuais habitantes da região.
A equipe do LDVP planeja ampliar a investigação, incluindo análises em restos mortais de familiares em igrejas na Toscana e até tentar extrair DNA do túmulo do próprio Leonardo, em Amboise, França. Caso isso seja possível, pode-se avançar para um mapeamento genômico completo do artista, que traria mais informações sobre suas origens.
Lovable: startup sueca que se tornou unicórnio fora dos grandes centros de tecnologia
Lovable é uma startup de Estocolmo que atingiu avaliação de US$ 6,6 bilhões em poucos meses. Seu produto permite criar e compartilhar aplicativos funcionais rapidamente, sem necessidade de conhecimento técnico.
A empresa conta com mais de 8 milhões de usuários e gera US$ 200 milhões em receita anual recorrente. Seus jovens fundadores se tornaram bilionários self made antes dos 40 anos, mostrando um modelo de sucesso fora do Vale do Silício.
O diferencial da Lovable está no foco em produto e crescimento orgânico, evitando gastos elevados com mídia paga. Esse método fortalece a cultura local e contribui para a retenção, destacando a eficiência de polos tecnológicos além das grandes capitais.
Lovable é uma startup de Estocolmo que conseguiu alcançar avaliação de US$ 6,6 bilhões em poucos meses ao oferecer um produto que permite a qualquer pessoa criar e compartilhar um aplicativo funcional em minutos, sem necessidade de conhecimento técnico. Com mais de 8 milhões de usuários, gera cerca de US$ 200 milhões em receita anual recorrente.
A empresa levantou US$ 330 milhões em uma rodada Série B em dezembro, após captar US$ 200 milhões em Série A em julho, quando já valia US$ 1,8 bilhão. Seus fundadores, jovens empreendedores suecos, se tornaram bilionários self made antes dos 40 anos, fenômeno pouco comum fora do Vale do Silício.
O diferencial da Lovable é transformar o produto em canal de distribuição. O uso gera marketing espontâneo, pois os usuários compartilham o que criaram, divulgando sua própria competência. Esse método elimina a necessidade de investimento pesado em mídia, semelhante ao que ocorreu com a OpenAI e o ChatGPT.
Enquanto no Vale do Silício as empresas enfrentam alta competição por talento e atenção, Estocolmo oferece um ambiente mais tranquilo, com menor rotatividade e menor atrito para desenvolvimento do produto. Isso permite maior foco na continuidade e retenção, criando uma cultura sólida que favorece o crescimento orgânico.
Casos como Shopify e Duolingo comprovam que polos tecnológicos fora das grandes capitais conseguem produzir unicórnios ao focar em engenharia e produto em ambientes locais estáveis. A Lovable exemplifica como o crescimento pode ocorrer de forma eficiente fora do circuito tradicional, priorizando produto e utilização em vez de mídia paga.
Lovable: startup sueca que cresceu rápido com foco no produto e usuários
A Lovable é uma startup de Estocolmo que atingiu US$ 6,6 bilhões em poucos meses apostando no produto como principal canal de divulgação. O diferencial é que qualquer pessoa, mesmo sem experiência técnica, pode criar um aplicativo e compartilhar facilmente.
Com menos de dois anos de existência, a empresa já tem mais de 8 milhões de usuários e receita anual de US$ 200 milhões. Os fundadores se tornaram bilionários antes dos 40, reforçando o valor de operar fora dos grandes polos de tecnologia.
O crescimento se apoia no efeito viral natural, sem investimentos altos em mídia, e na estratégia de manter operações em Estocolmo, com foco em continuidade e retenção, evitando as pressões comuns em centros tradicionais.
A Lovable, startup de Estocolmo, alcançou um valor de mercado de US$ 6,6 bilhões em poucos meses ao apostar em um formato onde o produto é o principal canal de divulgação. Sem necessidade de background técnico, qualquer usuário pode criar um aplicativo funcional e compartilhar o link, transformando o uso em distribuição direta.
Fundada há menos de dois anos, a Lovable já conta com mais de 8 milhões de usuários e gera cerca de US$ 200 milhões em receita anual recorrente. Os fundadores, dois suecos jovens, tornaram-se bilionários self made antes dos 30 e 40 anos, consolidando a relevância da empresa fora dos tradicionais centros de tecnologia como o Vale do Silício.
O crescimento da Lovable não depende de grandes investimentos em mídia, mas sim da entrega instantânea de valor com um produto que qualquer pessoa pode usar para criar algo funcional rapidamente. Isso gera um efeito viral, onde o marketing surge espontaneamente através da rede de usuários, que compartilham suas próprias criações, não apenas promovem a marca.
A estratégia de manter operações em Estocolmo, um ambiente de menor ruído e alta eficiência, contribuiu para que a empresa focasse em continuidade e retenção, evitando a pressão intensa comum nos grandes polos tecnológicos. Essa abordagem reduziu atritos, favoreceu o desenvolvimento contínuo e aumentou a fidelidade do time e dos usuários.
Casos semelhantes de crescimento focado em produto em locais fora dos grandes centros tecnológicos mostram que o maior ativo não é atenção comprada, mas a capacidade de construir valor e engajamento sustentáveis no tempo.
DNA encontrado em desenho do século 16 pode pertencer a Leonardo da Vinci
Fragmentos de DNA podem ter sido encontrados em um desenho do século 16 atribuído a Leonardo da Vinci, conforme estudo do Projeto DNA de Leonardo da Vinci (LDVP). O material genético, coletado de forma não invasiva, pode estar ligado ao artista, embora exista a possibilidade de contaminação.
A análise focou no cromossomo Y, mostrando semelhanças com o DNA de um parente masculino de Leonardo da Vinci, e evidências genéticas indicam ligação à região da Toscana, na Itália. O desenho, porém, tem autoria controversa, o que dificulta a confirmação da origem do DNA.
Próximas etapas incluem estudar familiares atuais e buscar material genético no túmulo do artista na França. O achado pode ajudar a compreender melhor a história genética de Leonardo e sua família.
Fragmentos do DNA atribuídos a Leonardo da Vinci podem ter sido encontrados em um desenho do século 16, conhecido como “Menino Jesus”. A obra, feita com giz vermelho em papel, poderia conter material genético do artista, segundo estudo divulgado pela equipe do Projeto DNA de Leonardo da Vinci (LDVP). Contudo, a origem do DNA ainda gera dúvidas, pois pode resultar de contaminação. O genoma encontrado apresenta semelhanças com o cromossomo Y extraído de uma carta assinada por um parente masculino do artista.
O desenho é controverso quanto à autoria. Comprado pelo marchand Fred Kline, pode ter sido criado por um aluno de Leonardo, o que complicaria a análise genética. Para evitar danos, os pesquisadores usaram método não invasivo, semelhante ao teste de Covid-19, coletando amostras delicadamente com algodão úmido e seco.
A investigação focou no cromossomo Y, transmitido de pai para filho e útil para traçar linhagens familiares masculinas. O estudo metagenômico também revelou a presença de DNA de laranjeiras, típicas dos jardins renascentistas, e do parasita da malária, doença endêmica na Itália à época.
Os fragmentos de DNA do cromossomo Y do desenho e da carta do parente compartilham variações típicas de populações da Toscana, região natal da família Da Vinci. Como Leonardo não teve filhos, seu pai, que teve mais de 20 descendentes, é a fonte provável dessa linhagem genética ainda presente em italianos vivos.
Próximos passos incluem analisar genomas de familiares atuais, escavar igrejas na Toscana em busca de material genético antigo e tentar sequenciar o DNA do próprio túmulo de Leonardo, em Amboise, França, onde mechas de cabelo do século 19 podem guardar pistas.
Via Folha de S.Paulo
07/01/2026 às 14:47 - Tecnologia e Inovação
LG investe R$ 1,5 bilhão para nacionalizar produção de geladeiras no Brasil
A LG vai construir uma nova fábrica em Fazenda Rio Grande, PR, para fabricar geladeiras com investimento de R$ 1,5 bilhão. A unidade terá capacidade para produzir até 500 mil refrigeradores por ano e deve abrir em julho.
A empresa também planeja começar a fabricar máquinas lava e seca em 2027, focando no mercado intermediário de geladeiras que representa 82% das vendas nacionais. O investimento visa reduzir importações e fortalecer a presença da marca no Brasil.
A LG anunciou a construção de uma nova fábrica em Fazenda Rio Grande (PR), dedicada à produção de eletrodomésticos da linha branca. O investimento total é de R$ 1,5 bilhão, com foco na nacionalização completa da fabricação de geladeiras no Brasil. A unidade terá 770 mil metros quadrados e capacidade inicial para produzir até 500 mil refrigeradores por ano.
Prevista para inauguração em julho, a planta também planeja ampliar sua produção para máquinas lava e seca a partir de 2027. O projeto atende a uma estratégia de expansão da empresa no segmento intermediário de geladeiras, que corresponde a 82% das vendas nacionais. O mercado brasileiro compra cerca de 4,8 milhões desses eletrodomésticos anualmente, movimentando R$ 16,4 bilhões.
A mudança de foco acontece porque a LG vinha atuando predominantemente no segmento premium. Agora, a companhia busca aumentar sua presença entre os consumidores de aparelhos duplex e inverse, mais populares no país. Para sustentar esse crescimento, a empresa já ampliou a distribuição, triplicando as posições de varejo até julho de 2025 e projetando nova triplicação para 2026.
Com essa iniciativa, a LG pretende ampliar volume e competitividade no mercado nacional, reduzindo a dependência de importações. O investimento reforça a importância do Brasil na cadeia produtiva da marca, permitindo maior controle e potencialização da oferta de eletrodomésticos no país.
Via InfoMoney
07/01/2026 às 13:11 - Tecnologia e Inovação
Estudo aponta que Grok gerou 6.700 imagens sexuais ilegais por hora, superando concorrentes
Um estudo recente revelou que o chatbot de inteligência artificial Grok, ligado à rede social X (antigo Twitter), gerou cerca de 6.700 imagens sexuais ilegais por hora em um único dia. Essas imagens envolvem manipulações sem consentimento, incluindo nudez e conteúdo sexualizado.
Essa produção é muito maior do que a soma das imagens geradas pelos principais rivais, que totalizam cerca de 79 por hora. A facilidade na criação desse conteúdo está relacionada à falta de restrições rígidas no uso do sistema.
Especialistas e autoridades internacionais têm criticado o modelo permissivo do Grok, apontando riscos para a disseminação de imagens ilegais, especialmente envolvendo menores. O caso evidencia a urgência de regulamentações eficazes para o uso da inteligência artificial.
Um estudo recente revelou que o chatbot de inteligência artificial Grok, vinculado à rede social X (antigo Twitter), gerou em um único dia cerca de 6.700 imagens ilegais sexuais por hora. Essas imagens envolvem manipulações sem consentimento, incluindo o despimento de pessoas e a criação de conteúdo sexualizado.
Especialistas destacam que essa produção em massa é significativamente maior do que a soma das imagens geradas por seus rivais nos principais sites, que totalizam aproximadamente 79 por hora. A facilidade com que o Grok cria esse tipo de conteúdo se deve à ausência de limitações rígidas impostas aos usuários.
Diferentemente de outras inteligências artificiais, as quais implementam medidas para evitar esse tipo de geração, o Grok opera em um modelo mais permissivo que tem sido classificado por especialistas como um “vale-tudo”. Isso tem provocado críticas de autoridades na União Europeia, Reino Unido e outros países, especialmente por envolver imagens de menores sem autorização.
Usuários relatam dificuldade para remover as imagens e descrevem sentimentos de impotência diante da situação. Sistemas de denúncia da plataforma mostraram-se ineficazes, com muitas queixas sendo consideradas sem violação das regras, o que mantém o conteúdo disponível e a geração contínua de novas imagens.
A legislação nos EUA está sendo atualizada para responsabilizar plataformas por esses conteúdos, com prazos para adequações previstos para maio de 2026. Enquanto isso, o fundador do X, Elon Musk, defende a liberdade de expressão e afirma aplicar punições apenas aos usuários que provocarem a criação de material ilegal.
O caso ilustra o desafio crescente no controle do uso da inteligência artificial na criação e disseminação de imagens ilegais e revela a necessidade urgente de medidas eficazes de regulação e proteção.
Vagas de emprego nos EUA registram queda maior que o esperado em novembro
As vagas de emprego abertas nos Estados Unidos caíram 303 mil em novembro, somando 7,146 milhões, conforme relatório do Departamento do Trabalho. A redução foi maior do que as projeções feitas por economistas, que esperavam cerca de 7,60 milhões de vagas.
Além disso, as contratações também diminuíram em 253 mil, atingindo 5,115 milhões. Esse cenário reflete um enfraquecimento na demanda por trabalhadores, influenciado por fatores como incertezas políticas e a adoção crescente de inteligência artificial em algumas áreas.
Especialistas apontam que o mercado de trabalho americano enfrenta desafios estruturais, e a taxa de desemprego deve cair para 4,5% em dezembro, apesar da menor geração de empregos esperada para o próximo mês.
As vagas de emprego em aberto nos Estados Unidos registraram uma queda maior que o esperado em novembro, enquanto as contratações apresentaram redução, indicando uma demanda menor por mão de obra diante das incertezas econômicas. O relatório Jolts divulgado pelo Departamento do Trabalho revelou que as vagas caíram 303 mil, totalizando 7,146 milhões no final do mês.
Em outubro, as vagas foram revisadas para baixo, de 7,67 milhões para 7,449 milhões. Economistas consultados pela Reuters estimavam 7,60 milhões de posições não ocupadas para novembro. As contratações diminíram em 253 mil, chegando a 5,115 milhões, refletindo ganhos modestos de emprego apesar do crescimento econômico forte no terceiro trimestre.
Especialistas citam fatores como a incerteza política, especialmente relacionada a tarifas de importação, que deixam as empresas mais cautelosas ao expandir o quadro de funcionários. Outro ponto é a adoção de inteligência artificial em certos setores, reduzindo a necessidade por mão de obra.
O mercado de trabalho americano enfrenta desafios estruturais e não apenas flutuações cíclicas, segundo economistas. A previsão é a criação de 60 mil novos empregos em dezembro, em comparação com 64 mil em novembro. A taxa de desemprego deve cair para 4,5%, após ter atingido 4,6% em novembro, afetada parcialmente pela paralisação de 43 dias do governo federal.
Samsung exibe tela inovadora que pode equipar iPhone dobrável em 2026
A Samsung Display apresentou na CES 2026 uma tela dobrável que promete eliminar os vincos comuns em smartphones flexíveis, aumentando a resistência da superfície. Essa tecnologia representa um avanço significativo para aparelhos dobráveis, eliminando marcas típicas das dobras.
O protótipo foi retirado do estande um dia após sua exibição, e a Samsung afirmou que é um projeto experimental, sem planos imediatos de lançamento. A expectativa é que essa tela seja utilizada no próximo iPhone dobrável, que deve chegar ao mercado em setembro de 2026.
Além da tela inovadora, o iPhone dobrável deve contar com uma tela principal de cerca de 8 polegadas e sistema com quatro câmeras. O lançamento pode antecipar mudanças na linha tradicional de iPhones, adiando o modelo convencional previsto para 2027.
A Samsung Display pode ter exibido durante a CES 2026 uma tela que promete eliminar os vincos comuns em dispositivos dobráveis, aumentando a resistência das camadas externas. Essa tecnologia chamou atenção pela ausência de marcas típicas causadas pelas dobras, o que indica avanços importantes nos painéis flexíveis para smartphones.
O novo display foi comparado ao da linha Samsung Galaxy Z Fold 7, que ainda mantém uma divisória visível quando aberto. O protótipo exposto foi retirado do estande um dia depois, sem explicações, e a Samsung o definiu como um projeto experimental sem planos imediatos de lançamento.
Além da aplicação possível em futuras gerações da linha Galaxy Z Fold, cresce a expectativa de que essa tecnologia seja usada no aguardado iPhone dobrável. A Samsung Display foi confirmada como fornecedora das telas do aparelho da Apple, que deve trazer um painel OLED sem os vincos que afetam a experiência visual em aparelhos dobráveis atuais.
O iPhone dobrável está em desenvolvimento desde 2021 e pode ser lançado em setembro de 2026. Rumores indicam que ele terá uma tela principal com cerca de 8 polegadas, quatro câmeras distribuídas entre módulos frontais e traseiros, além de um modem próprio da Apple.
Além disso, especula-se que o lançamento desse modelo pode alterar o calendário tradicional dos iPhones, adiando a chegada do iPhone 18 convencional para 2027, a fim de destacar o dispositivo dobrável e a linha Pro no próximo ano.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação