Lenovo revela protótipo de óculos inteligentes na CES 2026 com foco em profissionais
A Lenovo apresentou na CES 2026 o conceito dos óculos inteligentes AI Glasses Concept, que pesam apenas 45g. O dispositivo oferece uma experiência leve para profissionais, diferente dos modelos tradicionais de realidade virtual.
Os óculos usam a tecnologia Lenovo Qira, integrando IA com smartphones ou PCs para tradução simultânea e reconhecimento de imagens em tempo real. Eles possibilitam chamadas, reprodução de música e controle por voz sem precisar usar o celular.
Além disso, o aparelho traz funções como teleprompter e controles intuitivos, mantendo o usuário conectado sem fios. Ainda não há previsão para lançamento comercial.
A Lenovo apresentou na CES 2026 seu conceito de AI Glasses Concept, óculos inteligentes que pesam apenas 45g. O dispositivo busca facilitar a rotina de profissionais ao oferecer uma experiência leve e contínua, diferente dos tradicionais óculos de Realidade Virtual que costumam ser volumosos. Os óculos competem diretamente com o modelo Meta Ray-Ban, trazendo recursos impulsionados pela inteligência artificial.
O aparelho funciona com a tecnologia Lenovo Qira, uma camada de IA que opera em conjunto com smartphones ou PCs conectados. Isso permite recursos como tradução simultânea em menos de milissegundos e reconhecimento de imagens em tempo real, aplicando o que o mercado denomina “compreensão contextual”.
Contrariando a ideia de uso pesado para criação de conteúdo, como em notebooks, os óculos focam na chamada “interação de borda” (edge computing). Isso possibilita que o usuário realize chamadas, ouça música e traduza conversas sem precisar tirar o celular do bolso.
Além disso, o dispositivo oferece controles intuitivos por toque e voz, chamadas sem uso das mãos e funções como teleprompter para apresentações, tudo conectado sem fio. O usuário pode, assim, permanecer conectado à tecnologia sem recorrer ao telefone ou computador a todo momento. Ainda não há previsão para o lançamento comercial desses óculos.
Principais Riscos Globais para 2026 e Seus Impactos no Brasil
O ano de 2026 trará desafios globais significativos, incluindo incertezas geopolíticas e tensões na América Latina. A estratégia dos Estados Unidos na região pode gerar efeitos políticos que influenciam o Brasil, principalmente nas eleições presidenciais do país.
Além disso, conflitos como a guerra entre Rússia e Ucrânia e a instabilidade econômica na China afetam diretamente o mercado brasileiro, especialmente no setor de commodities. O Brasil deve enfrentar um cenário complexo, mas conta com vantagens estratégicas como suas reservas minerais.
Diante dessas variáveis, o país precisará lidar com riscos externos enquanto aproveita oportunidades que surgirem. O ambiente internacional instável exige atenção redobrada para garantir estabilidade política e econômica em 2026.
O ano de 2026 apresenta um cenário complexo e cheio de desafios, com destaque para a previsão de grande incerteza geopolítica, segundo relatório da Eurasia. A estratégia do governo Trump na América Latina, que revive e amplia a Doutrina Monroe, tem gerado tensões, como a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, agravando conflitos regionais e elevando riscos políticos que podem afetar o Brasil.
Apesar disso, o impacto desses fatos no Brasil deve ser moderado, com possíveis benefícios no curto prazo. A importância estratégica do país, especialmente por suas reservas de minerais críticos para tecnologias avançadas, confere uma proteção relativa frente às pressões externas. No entanto, as eleições presidenciais de 2026 serão decisivas e o ambiente político poderá ser influenciado pelos riscos globais, como as reações americanas a decisões do Supremo Tribunal Federal.
Além das tensões na América Latina, a instabilidade política nos Estados Unidos e a crescente intervenção econômica também são fatores preocupantes, pois podem afetar negativamente o apetite global por risco e, consequentemente, a economia brasileira. Outro ponto crítico é a prolongada guerra entre Rússia e Ucrânia, que aumenta a vulnerabilidade do Brasil nos mercados de commodities, especialmente fertilizantes e energia.
Tecnologia e economia global também sinalizam desafios, como a dominância chinesa na “pilha elétrica” – base de veículos elétricos e inteligência artificial – e o aprofundamento da armadilha deflacionária na China. Essas movimentações globais impactam diretamente o contexto econômico mundial e, por consequência, o Brasil.
Com essas variáveis em jogo, 2026 exigirá atenção para como o Brasil navegará entre riscos e oportunidades em um panorama internacional instável.
Calendário do PIS/Pasep 2026: pagamentos começam em fevereiro
O calendário do PIS/Pasep 2026 tem início marcado para 15 de fevereiro, com os pagamentos do abono salarial seguindo até 15 de agosto. O valor do benefício pode chegar a um salário mínimo e os critérios variam conforme o mês de nascimento para PIS e número final da inscrição para Pasep.
Cerca de 26,9 milhões de trabalhadores devem ser beneficiados com um total de R$ 33,5 bilhões liberados pelo governo. A consulta para verificar quem tem direito estará disponível a partir de 5 de fevereiro, por meio dos canais oficiais como a Carteira de Trabalho Digital e o telefone 158.
O abono é destinado aos trabalhadores que cumpriram requisitos como trabalhar pelo menos 30 dias com carteira assinada, receber até dois salários mínimos e atuar para empregadores contribuintes. Pagamentos são feitos pela Caixa Econômica para a iniciativa privada e pelo Banco do Brasil para servidores públicos.
O calendário do PIS/Pasep 2026 está confirmado, com início dos pagamentos do abono salarial programado para 15 de fevereiro e término em 15 de agosto. O benefício pode alcançar o valor de até um salário mínimo, seguindo critérios distintos: no PIS, o pagamento ocorre conforme o mês de nascimento do trabalhador, enquanto no Pasep, depende do número final da inscrição.
Estima-se que aproximadamente 26,9 milhões de trabalhadores sejam contemplados, com recursos totais de R$ 33,5 bilhões liberados pelo governo. A consulta para saber quem tem direito estará disponível a partir de 5 de fevereiro de 2026, pelos canais da Carteira de Trabalho Digital, Portal Emprega Brasil e pelo telefone 158 do Ministério do Trabalho e Emprego. Nessas plataformas, será possível conferir o valor do benefício, a data do pagamento e o banco responsável pelo crédito.
O abono salarial é destinado aos trabalhadores que cumpriram alguns requisitos: ter atuado pelo menos 30 dias com carteira assinada ou como servidor público, ter recebido até dois salários mínimos mensais na média e ter exercido atividade para empregador contribuinte do PIS ou Pasep. O pagamento será relativo ao ano-base de 2024, seguindo a regra de defasagem de dois anos.
Os pagamentos são distribuídos entre a Caixa Econômica Federal para os trabalhadores da iniciativa privada e o Banco do Brasil para servidores públicos. Para quem ainda não sacou o benefício em anos anteriores, o prazo para retirada é de até cinco anos, inclusive por dependentes em caso de falecimento do titular.
A xAI, empresa de inteligência artificial fundada por Elon Musk, captou US$ 20 bilhões na sua última rodada de investimentos, acima da meta inicial de US$ 15 bilhões. Mesmo com críticas ao seu assistente virtual Grok, que permite gerar imagens falsas sexualizadas, a captação demonstra o interesse contínuo dos investidores no setor de IA generativa.
Entre os investidores que participaram da rodada estão o Valor Equity Partners, Stepstone Group, Fidelity Management & Research Company, Qatar Investment Authority, MGX, Baron Capital Group e a Nvidia, que também fornecerá hardware e software essenciais para a expansão da estrutura da xAI.
A empresa destaca avanços em 2025, como a ativação dos data centers Colossus I e II, com mais de um milhão de GPUs de alto desempenho, essenciais para o processamento de IA. A xAI também lançou novas versões do modelo Grok, incluindo o Grok 4 e o Grok Voice, um assistente de voz disponível nos veículos Tesla.
Segundo a companhia, as soluções de IA da xAI já alcançam cerca de 600 milhões de usuários ativos mensalmente através da plataforma X e aplicativos relacionados. Atualmente, o desenvolvimento do Grok 5 está em andamento, ampliando as capacidades do sistema.
Apesar dos rumos promissores, a Grok tem enfrentado reprovação por conteúdos sensíveis que circulam em sua plataforma, um desafio para Musk e sua equipe em meio a um mercado cada vez mais competitivo, com rivais como OpenAI e Google.
Mistério em Red Dead Redemption 2 é descoberto após 7 anos e pode ter ligação com GTA 6
Sete anos após o lançamento de Red Dead Redemption 2, jogadores descobriram um easter egg envolvendo teias de aranha em postes telegráficos. O fenômeno ocorre em horários específicos do jogo, formando um padrão misterioso que ainda não foi totalmente decifrado.
O mistério começou após um usuário do Reddit notar uma teia diferente próxima à Floresta de Cumberland. Outros jogadores encontraram teias em diversas regiões do mapa, sugerindo uma ligação com o personagem Eagle Flies e suas missões. A comunidade acredita que isso pode ser um teaser para GTA 6, cuja estreia está marcada para novembro de 2026.
Depois de sete anos do lançamento de Red Dead Redemption 2, um novo easter egg chamou a atenção da comunidade. Jogadores descobriram um conjunto de teias de aranha em postes telegráficos, visíveis somente em horários específicos do jogo, formando um padrão que ainda não foi completamente decifrado.
A investigação começou no final de dezembro, quando um jogador no Reddit identificou um poste diferente ao sul da Floresta de Cumberland. Entre 3h e 4h da manhã no jogo, aparece uma teia que deu início ao mistério. A partir daí, outras teias semelhantes foram encontradas em diversas regiões, com detalhes como penas vermelhas e pretas, sugerindo uma ligação com o personagem Eagle Flies e suas missões na campanha.
Segundo o YouTuber The Strange Man, as teias no mapa formam um desenho de aranha, onde cada “pata” corresponde a uma teia com horário específico. No centro desse quebra-cabeça visual, uma teia maior aparece entre 1h e 2h da manhã, contendo símbolos, incluindo a letra “F” e uma indicação para novos postes. Essas pistas levam a locais emblemáticos como Fort Wallace e Dodd’s Bluff.
O mistério ganhou ainda mais destaque pela semelhança com enigmas presentes em GTA 5, fazendo alguns fãs acreditarem que a Rockstar está preparando um teaser estratégico para GTA 6, cujo lançamento está marcado para 19 de novembro de 2026. Até agora, a desenvolvedora não comentou oficialmente sobre o conteúdo, mantendo o suspense.
A comunidade segue ativa no Reddit e no YouTube, tentando desvendar cada detalhe e entender a possível conexão entre esses dois universos da Rockstar.
O que a NRF 2026 mostra sobre a evolução da IA no varejo global
A NRF 2026 demonstra que a inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa e passou a ser uma ferramenta prática no varejo mundial. A discussão atual não é mais se a IA deve ser adotada, mas onde ela gera valor e quão rápido converte dados em resultados efetivos.
No varejo de luxo, esportivo, beleza e outros setores, a IA promove personalização em escala, atendimento especializado e maior fidelização. Além disso, torna o ambiente de compra mais social e cultural, ampliando o engajamento do consumidor.
A transformação mais significativa apontada pela NRF 2026 é o redesenho do varejo baseado na tecnologia. O sucesso dependerá da integração dos dados com operação e cultura, e da execução disciplinada que definirá quem avança ou fica para trás.
Em janeiro, a inteligência artificial (IA) assume papel prático no varejo global, deixando de ser promessa para foco executivo. A NRF 2026 evidencia que não se discute se a IA deve ser adotada, mas em quais áreas ela gera valor e com que rapidez converte dados em resultados.
No varejo de luxo, a IA permite personalização em escala sem perder exclusividade, usando dados globais e histórico de consumo para oferecer atendimento consultivo. Isso fortalece a fidelização e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.
Setores voltados à experiência, como food e lifestyle, utilizam a IA para organizar fluxo, eventos e mix de produtos, tornando o varejo uma plataforma social e cultural. O engajamento estende vendas além do horário tradicional e transforma comunidade em indicador econômico.
No varejo esportivo e de performance, a tecnologia transforma vendedores em consultores especializados, usando sensores e análises para justificar preços e melhorar conversão. O produto passa de commodity para solução personalizada, reduzindo a dependência de promoções.
Já no segmento de beleza, a IA qualifica o atendimento com diagnósticos e acompanhamento contínuo. Isso sustenta a personalização, aumenta a confiança do cliente e impacta na conversão e fidelização.
A NRF 2026 reforça que a verdadeira transformação é o varejo se redesenhar a partir da tecnologia, focando em serviço, relacionamento e recorrência. A inteligência artificial no varejo será um pré-requisito, onde o diferencial estará na integração dos dados com operação e cultura. A execução disciplinada definirá as empresas que avançam ou ficam para trás.
NVIDIA lança plataforma Rubin que prepara caminho para supercomputador de IA
A NVIDIA apresentou a plataforma Rubin, composta por seis chips que conseguem formar um supercomputador dedicado a inteligência artificial. O sistema traz avanços em desempenho, segurança e redução de custos com tecnologias como NVLink e Transformer Engine.
Rubin é projetada para acelerar tarefas de IA complexas, como raciocínio avançado e inferência em larga escala, utilizando modelos chamados MoE. Com essa plataforma, o treinamento requer até quatro vezes menos GPUs e o custo por token cai até dez vezes em relação à geração anterior.
Grandes empresas de tecnologia e provedores de nuvem, como AWS, Google e Microsoft, planejam adotar Rubin. A plataforma terá produtos disponíveis a partir do segundo semestre de 2026, incluindo a CPU Vera Rubin, que promete melhorar o desempenho e a eficiência energética de sistemas de IA generativa.
A NVIDIA Rubin é a nova plataforma da NVIDIA composta por seis chips desenvolvidos para formar um supercomputador dedicado à inteligência artificial. A empresa destaca que o sistema oferece avanços em desempenho e segurança, além de reduzir custos, com inovações como as tecnologias NVLink, Transformer Engine, Confidential Computing, RAS Engine e a CPU Vera.
Essa plataforma visa acelerar tarefas de IA, incluindo raciocínio avançado e inferência em larga escala, usando modelos especializados chamados MoE (mistura de especialistas). Segundo a NVIDIA, Rubin treina esses modelos com até quatro vezes menos GPUs, reduzindo custos por token em até dez vezes em comparação com a geração anterior, a plataforma Blackwell.
O ecossistema Rubin contempla parcerias com grandes laboratórios, provedores de nuvem e fabricantes, como AWS, Google, Microsoft, Meta e Dell, que planejam adotar a plataforma. A infraestrutura inclui a NVIDIA Inference Context Memory Storage, que expande o contexto de inferência, e a tecnologia BlueField-4, que promove compartilhamento eficiente de dados com menor consumo de energia.
Além disso, Rubin traz a placa-mãe HGX Rubin NVL8, capaz de interligar oito GPUs via NVLink para suportar sistemas de IA generativa baseados em arquitetura x86. A solução de rede Spectrum-6 Ethernet oferece comunicação otimizada para expansões em fábricas de IA, apresentando maior confiabilidade e eficiência energética.
Os produtos da plataforma NVIDIA Rubin começarão a ser disponibilizados no segundo semestre de 2026, com grandes provedores de nuvem já programados para lançar instâncias baseadas na nova CPU Vera Rubin.
Exportação de minério de ferro do Brasil ultrapassa 400 milhões de toneladas em 2025
O Brasil alcançou um novo recorde nas exportações de minério de ferro em 2025, com 416,4 milhões de toneladas comercializadas, um aumento de 7,1% em comparação ao ano anterior. Este crescimento reflete a recuperação da produção, principalmente da mineradora Vale, e a forte demanda internacional, especialmente da China.
Além disso, o Brasil manteve sua posição entre os maiores exportadores globais, destacando-se no último trimestre do ano, quando as exportações mensais passaram de 40 milhões de toneladas. A China, principal importadora, contribuiu significativamente para o aumento das compras, motivada por programas de estímulo e preços competitivos.
O preço do minério de ferro também subiu na bolsa de Dalian, alcançando a maior alta em cinco meses. Para 2025, a previsão é de crescimento contínuo da produção, consolidando o Brasil como um pilar importante no mercado mundial de minério de ferro.
As exportações de minério de ferro do Brasil atingiram um novo recorde em 2025, alcançando 416,4 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados em 6 de fevereiro.
O aumento nas exportações foi impulsionado principalmente pela produção da mineradora Vale e a alta demanda da China, maior importador global do produto, além de outros mercados internacionais. O Brasil, entre os maiores exportadores mundiais ao lado da Austrália, teve destaque no último trimestre, quando registrou cifras superiores a 40 milhões de toneladas nos meses de outubro e dezembro.
Este recorde anual superou a marca anterior de 2018, que somou quase 390 milhões de toneladas. Desde então, a produção foi afetada por revisões de segurança após o desastre em Brumadinho (MG). Contudo, a Vale tem mostrado recuperação, com o maior volume trimestral desde 2018, 94,4 milhões de toneladas entre julho e setembro.
Para 2025, a mineradora projeta um crescimento na produção de aproximadamente 7 milhões de toneladas, totalizando 335 milhões. A China deve fechar o ano com importações recordes, motivadas por programas de estímulo, preços competitivos e um esforço para reabastecer estoques.
Além disso, o preço do minério de ferro na bolsa de Dalian chegou à maior alta em mais de cinco meses, refletindo a continuidade da demanda chinesa.
Índice da Pizza: Teoria que relaciona alta em pedidos perto do Pentágono com operações militares dos EUA
Na madrugada de sábado, pizzarias próximas ao Pentágono, nos EUA, registraram aumento inusitado nos pedidos, pouco antes da confirmação de uma operação militar em Caracas.
Essa movimentação, conhecida como índice da pizza, sugere que picos em pedidos indicam ações estratégicas, com base em dados públicos do Google Maps sobre horários populares.
Embora curioso, o índice não é oficial e pode refletir coincidências, mas permanece tema de interesse para analistas e cultura popular.
Na madrugada do último sábado (3), enquanto o mundo acompanhava relatos de explosões em Caracas, um padrão curioso chamou atenção próximo ao Pentágono, na Virgínia (EUA). Pizzarias da região registraram um aumento inesperado no movimento, segundo dados públicos do Google Maps, pouco antes de a operação militar dos EUA na Venezuela ser oficialmente confirmada.
Esse fenômeno é conhecido como índice da pizza, uma teoria que associa picos nos pedidos de pizza nas proximidades do complexo militar americano a momentos de decisões ou ações militares importantes. A ideia surgiu na década de 1990, quando se observou que equipes do Departamento de Defesa, trabalhando tarde da noite, recorriam às pizzas para alimentação, gerando picos nos pedidos.
O perfil @PenPizzaReport, criado em 2024 para monitorar dados públicos de pizzarias ao redor do Pentágono, apontou a movimentação incomum durante a operação na Venezuela. A ferramenta não acessa pedidos ou entregas, apenas utiliza gráficos de “horários populares” do Google Maps baseados em dados anônimos de celulares. O aumento do fluxo durou cerca de uma hora e meia, antes da confirmação oficial da ação militar dos EUA contra Nicolás Maduro.
Apesar de sua popularidade, o índice da pizza não é reconhecido oficialmente como um indicador confiável. O Departamento de Defesa ressalta que picos em restaurantes não refletem necessariamente medidas estratégicas. O fenômeno pode ser explicado também pelo viés de confirmação, já que eventos coincidentes tendem a ser lembrados enquanto outros passam despercebidos.
Mesmo assim, o Pentagon Pizza Index continua ocupando um espaço curioso na cultura popular e entre analistas que buscam sinais indiretos da movimentação militar americana.
Por que Trump quer a Groenlândia? Estratégia, minerais e base militar
O interesse dos EUA na Groenlândia tem foco estratégico e militar. Donald Trump destacou a importância da ilha para a segurança nacional americana, devido à presença de uma base antimísseis no território. A Groenlândia é uma região semiautônoma da Dinamarca, que gerencia suas políticas externas e defesa. Essa proximidade levantou tensões diplomáticas, com a Dinamarca rejeitando a ideia de anexação.
Além da localização, a Groenlândia possui minerais essenciais para tecnologias avançadas, o que amplia o interesse dos EUA. A importância geopolítica da região aumenta com o derretimento do gelo no Ártico, que abre novas rotas comerciais. Apesar disso, a população local é majoritariamente contrária à compra da ilha e sua autonomia dificulta qualquer negociação direta.
Enquanto os EUA têm a maior força militar do mundo, a Dinamarca mantém um exército modesto. Trump mencionou que, embora prefira evitar o uso da força, não descarta essa possibilidade para garantir a aquisição. A disputa pela Groenlândia revela questões complexas sobre soberania, interesses econômicos e o futuro geopolítico do Ártico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a afirmar o interesse em adquirir a Groenlândia, alegando que a ilha é essencial para a segurança nacional americana. O território é uma região semiautônoma da Dinamarca, que controla sua política externa e defesa. Essa posição gerou reação da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, que pediu o fim das “ameaças” para anexação.
Trump justificou o interesse pela localização estratégica da Groenlândia, que abriga uma base antimísseis dos EUA e está no centro da disputa por poder no Ártico, região que tem ganhado importância por conta do derretimento do gelo e da abertura de rotas comerciais. Além da relevância militar, a ilha possui reservas significativas de minerais de terras raras, essenciais para tecnologia de ponta, embora a exploração de petróleo tenha sido abandonada devido a questões ambientais.
A Dinamarca possui um exército modesto, com cerca de 7 mil a 9 mil militares, enquanto os EUA têm a maior força armada do mundo, com 1,3 milhão de ativos. Trump indicou que, apesar de preferir evitar o uso da força, não descarta essa possibilidade para garantir a aquisição da ilha. A Groenlândia, no entanto, mantém um forte sentimento popular contra a anexação, com 85% da população rejeitando a ideia.
Embora os EUA possam tentar influenciar por vias econômicas, a autonomia da ilha e sua dependência da Dinamarca dificultam um avanço direto. A situação segue delicada, com lideranças locais classificando a retórica americana como “desrespeitosa” e afirmando que a decisão cabe exclusivamente a Groenlândia e Dinamarca.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação