O que a NRF 2026 mostra sobre a evolução da IA no varejo global
A NRF 2026 demonstra que a inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa e passou a ser uma ferramenta prática no varejo mundial. A discussão atual não é mais se a IA deve ser adotada, mas onde ela gera valor e quão rápido converte dados em resultados efetivos.
No varejo de luxo, esportivo, beleza e outros setores, a IA promove personalização em escala, atendimento especializado e maior fidelização. Além disso, torna o ambiente de compra mais social e cultural, ampliando o engajamento do consumidor.
A transformação mais significativa apontada pela NRF 2026 é o redesenho do varejo baseado na tecnologia. O sucesso dependerá da integração dos dados com operação e cultura, e da execução disciplinada que definirá quem avança ou fica para trás.
Em janeiro, a inteligência artificial (IA) assume papel prático no varejo global, deixando de ser promessa para foco executivo. A NRF 2026 evidencia que não se discute se a IA deve ser adotada, mas em quais áreas ela gera valor e com que rapidez converte dados em resultados.
No varejo de luxo, a IA permite personalização em escala sem perder exclusividade, usando dados globais e histórico de consumo para oferecer atendimento consultivo. Isso fortalece a fidelização e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.
Setores voltados à experiência, como food e lifestyle, utilizam a IA para organizar fluxo, eventos e mix de produtos, tornando o varejo uma plataforma social e cultural. O engajamento estende vendas além do horário tradicional e transforma comunidade em indicador econômico.
No varejo esportivo e de performance, a tecnologia transforma vendedores em consultores especializados, usando sensores e análises para justificar preços e melhorar conversão. O produto passa de commodity para solução personalizada, reduzindo a dependência de promoções.
Já no segmento de beleza, a IA qualifica o atendimento com diagnósticos e acompanhamento contínuo. Isso sustenta a personalização, aumenta a confiança do cliente e impacta na conversão e fidelização.
A NRF 2026 reforça que a verdadeira transformação é o varejo se redesenhar a partir da tecnologia, focando em serviço, relacionamento e recorrência. A inteligência artificial no varejo será um pré-requisito, onde o diferencial estará na integração dos dados com operação e cultura. A execução disciplinada definirá as empresas que avançam ou ficam para trás.
NVIDIA lança plataforma Rubin que prepara caminho para supercomputador de IA
A NVIDIA apresentou a plataforma Rubin, composta por seis chips que conseguem formar um supercomputador dedicado a inteligência artificial. O sistema traz avanços em desempenho, segurança e redução de custos com tecnologias como NVLink e Transformer Engine.
Rubin é projetada para acelerar tarefas de IA complexas, como raciocínio avançado e inferência em larga escala, utilizando modelos chamados MoE. Com essa plataforma, o treinamento requer até quatro vezes menos GPUs e o custo por token cai até dez vezes em relação à geração anterior.
Grandes empresas de tecnologia e provedores de nuvem, como AWS, Google e Microsoft, planejam adotar Rubin. A plataforma terá produtos disponíveis a partir do segundo semestre de 2026, incluindo a CPU Vera Rubin, que promete melhorar o desempenho e a eficiência energética de sistemas de IA generativa.
A NVIDIA Rubin é a nova plataforma da NVIDIA composta por seis chips desenvolvidos para formar um supercomputador dedicado à inteligência artificial. A empresa destaca que o sistema oferece avanços em desempenho e segurança, além de reduzir custos, com inovações como as tecnologias NVLink, Transformer Engine, Confidential Computing, RAS Engine e a CPU Vera.
Essa plataforma visa acelerar tarefas de IA, incluindo raciocínio avançado e inferência em larga escala, usando modelos especializados chamados MoE (mistura de especialistas). Segundo a NVIDIA, Rubin treina esses modelos com até quatro vezes menos GPUs, reduzindo custos por token em até dez vezes em comparação com a geração anterior, a plataforma Blackwell.
O ecossistema Rubin contempla parcerias com grandes laboratórios, provedores de nuvem e fabricantes, como AWS, Google, Microsoft, Meta e Dell, que planejam adotar a plataforma. A infraestrutura inclui a NVIDIA Inference Context Memory Storage, que expande o contexto de inferência, e a tecnologia BlueField-4, que promove compartilhamento eficiente de dados com menor consumo de energia.
Além disso, Rubin traz a placa-mãe HGX Rubin NVL8, capaz de interligar oito GPUs via NVLink para suportar sistemas de IA generativa baseados em arquitetura x86. A solução de rede Spectrum-6 Ethernet oferece comunicação otimizada para expansões em fábricas de IA, apresentando maior confiabilidade e eficiência energética.
Os produtos da plataforma NVIDIA Rubin começarão a ser disponibilizados no segundo semestre de 2026, com grandes provedores de nuvem já programados para lançar instâncias baseadas na nova CPU Vera Rubin.
Exportação de minério de ferro do Brasil ultrapassa 400 milhões de toneladas em 2025
O Brasil alcançou um novo recorde nas exportações de minério de ferro em 2025, com 416,4 milhões de toneladas comercializadas, um aumento de 7,1% em comparação ao ano anterior. Este crescimento reflete a recuperação da produção, principalmente da mineradora Vale, e a forte demanda internacional, especialmente da China.
Além disso, o Brasil manteve sua posição entre os maiores exportadores globais, destacando-se no último trimestre do ano, quando as exportações mensais passaram de 40 milhões de toneladas. A China, principal importadora, contribuiu significativamente para o aumento das compras, motivada por programas de estímulo e preços competitivos.
O preço do minério de ferro também subiu na bolsa de Dalian, alcançando a maior alta em cinco meses. Para 2025, a previsão é de crescimento contínuo da produção, consolidando o Brasil como um pilar importante no mercado mundial de minério de ferro.
As exportações de minério de ferro do Brasil atingiram um novo recorde em 2025, alcançando 416,4 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados em 6 de fevereiro.
O aumento nas exportações foi impulsionado principalmente pela produção da mineradora Vale e a alta demanda da China, maior importador global do produto, além de outros mercados internacionais. O Brasil, entre os maiores exportadores mundiais ao lado da Austrália, teve destaque no último trimestre, quando registrou cifras superiores a 40 milhões de toneladas nos meses de outubro e dezembro.
Este recorde anual superou a marca anterior de 2018, que somou quase 390 milhões de toneladas. Desde então, a produção foi afetada por revisões de segurança após o desastre em Brumadinho (MG). Contudo, a Vale tem mostrado recuperação, com o maior volume trimestral desde 2018, 94,4 milhões de toneladas entre julho e setembro.
Para 2025, a mineradora projeta um crescimento na produção de aproximadamente 7 milhões de toneladas, totalizando 335 milhões. A China deve fechar o ano com importações recordes, motivadas por programas de estímulo, preços competitivos e um esforço para reabastecer estoques.
Além disso, o preço do minério de ferro na bolsa de Dalian chegou à maior alta em mais de cinco meses, refletindo a continuidade da demanda chinesa.
Índice da Pizza: Teoria que relaciona alta em pedidos perto do Pentágono com operações militares dos EUA
Na madrugada de sábado, pizzarias próximas ao Pentágono, nos EUA, registraram aumento inusitado nos pedidos, pouco antes da confirmação de uma operação militar em Caracas.
Essa movimentação, conhecida como índice da pizza, sugere que picos em pedidos indicam ações estratégicas, com base em dados públicos do Google Maps sobre horários populares.
Embora curioso, o índice não é oficial e pode refletir coincidências, mas permanece tema de interesse para analistas e cultura popular.
Na madrugada do último sábado (3), enquanto o mundo acompanhava relatos de explosões em Caracas, um padrão curioso chamou atenção próximo ao Pentágono, na Virgínia (EUA). Pizzarias da região registraram um aumento inesperado no movimento, segundo dados públicos do Google Maps, pouco antes de a operação militar dos EUA na Venezuela ser oficialmente confirmada.
Esse fenômeno é conhecido como índice da pizza, uma teoria que associa picos nos pedidos de pizza nas proximidades do complexo militar americano a momentos de decisões ou ações militares importantes. A ideia surgiu na década de 1990, quando se observou que equipes do Departamento de Defesa, trabalhando tarde da noite, recorriam às pizzas para alimentação, gerando picos nos pedidos.
O perfil @PenPizzaReport, criado em 2024 para monitorar dados públicos de pizzarias ao redor do Pentágono, apontou a movimentação incomum durante a operação na Venezuela. A ferramenta não acessa pedidos ou entregas, apenas utiliza gráficos de “horários populares” do Google Maps baseados em dados anônimos de celulares. O aumento do fluxo durou cerca de uma hora e meia, antes da confirmação oficial da ação militar dos EUA contra Nicolás Maduro.
Apesar de sua popularidade, o índice da pizza não é reconhecido oficialmente como um indicador confiável. O Departamento de Defesa ressalta que picos em restaurantes não refletem necessariamente medidas estratégicas. O fenômeno pode ser explicado também pelo viés de confirmação, já que eventos coincidentes tendem a ser lembrados enquanto outros passam despercebidos.
Mesmo assim, o Pentagon Pizza Index continua ocupando um espaço curioso na cultura popular e entre analistas que buscam sinais indiretos da movimentação militar americana.
Por que Trump quer a Groenlândia? Estratégia, minerais e base militar
O interesse dos EUA na Groenlândia tem foco estratégico e militar. Donald Trump destacou a importância da ilha para a segurança nacional americana, devido à presença de uma base antimísseis no território. A Groenlândia é uma região semiautônoma da Dinamarca, que gerencia suas políticas externas e defesa. Essa proximidade levantou tensões diplomáticas, com a Dinamarca rejeitando a ideia de anexação.
Além da localização, a Groenlândia possui minerais essenciais para tecnologias avançadas, o que amplia o interesse dos EUA. A importância geopolítica da região aumenta com o derretimento do gelo no Ártico, que abre novas rotas comerciais. Apesar disso, a população local é majoritariamente contrária à compra da ilha e sua autonomia dificulta qualquer negociação direta.
Enquanto os EUA têm a maior força militar do mundo, a Dinamarca mantém um exército modesto. Trump mencionou que, embora prefira evitar o uso da força, não descarta essa possibilidade para garantir a aquisição. A disputa pela Groenlândia revela questões complexas sobre soberania, interesses econômicos e o futuro geopolítico do Ártico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a afirmar o interesse em adquirir a Groenlândia, alegando que a ilha é essencial para a segurança nacional americana. O território é uma região semiautônoma da Dinamarca, que controla sua política externa e defesa. Essa posição gerou reação da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, que pediu o fim das “ameaças” para anexação.
Trump justificou o interesse pela localização estratégica da Groenlândia, que abriga uma base antimísseis dos EUA e está no centro da disputa por poder no Ártico, região que tem ganhado importância por conta do derretimento do gelo e da abertura de rotas comerciais. Além da relevância militar, a ilha possui reservas significativas de minerais de terras raras, essenciais para tecnologia de ponta, embora a exploração de petróleo tenha sido abandonada devido a questões ambientais.
A Dinamarca possui um exército modesto, com cerca de 7 mil a 9 mil militares, enquanto os EUA têm a maior força armada do mundo, com 1,3 milhão de ativos. Trump indicou que, apesar de preferir evitar o uso da força, não descarta essa possibilidade para garantir a aquisição da ilha. A Groenlândia, no entanto, mantém um forte sentimento popular contra a anexação, com 85% da população rejeitando a ideia.
Embora os EUA possam tentar influenciar por vias econômicas, a autonomia da ilha e sua dependência da Dinamarca dificultam um avanço direto. A situação segue delicada, com lideranças locais classificando a retórica americana como “desrespeitosa” e afirmando que a decisão cabe exclusivamente a Groenlândia e Dinamarca.
Ibovespa fecha em alta com maior apetite ao risco; Vale e bancos sobem
O Ibovespa encerrou o dia com alta de 1,11%, atingindo 163.663,88 pontos, graças ao ambiente global favorável e à valorização das ações da Vale e de bancos.
Investidores passaram a focar em indicadores econômicos locais e internacionais, após a redução das preocupações com questões geopolíticas, buscando sinais para a política monetária do país.
No Brasil, o mercado aguarda importantes dados da inflação e da indústria, enquanto internacionalmente a atenção está no relatório de emprego dos EUA, que poderá influenciar as decisões do Federal Reserve.
O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (6) em alta, influenciado por um ambiente global mais favorável a ativos de risco e pelo desempenho positivo de ações relevantes, como a Vale e empresas do setor financeiro. O índice subiu 1,11%, atingindo 163.663,88 pontos, com volume financeiro de R$ 24,8 bilhões.
Investidores reduziram a preocupação sobre os impactos econômicos após o ataque dos Estados Unidos que levou à captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e passaram a focar na agenda de indicadores econômicos locais e internacionais, buscando sinais para a política monetária.
No Brasil, o mercado acompanha dados da indústria e, especialmente, os números do IPCA de dezembro e da inflação acumulada para este ano, que serão divulgados na sexta-feira (9). Internacionalmente, a atenção está voltada para o relatório mensal de emprego dos Estados Unidos, também previsto para sexta, considerado crucial para as decisões do Federal Reserve.
Analistas do Itaú BBA mantêm a expectativa de que o Ibovespa avance para resistências em 163.100 e 165.000 pontos. Segundo eles, o índice está em tendência positiva, e o próximo desafio é superar as máximas registradas em 2025, tanto para o mercado geral quanto para as ações específicas.
Alckmin destaca avanços nas negociações do acordo Mercosul-União Europeia
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia está bem encaminhado após mais de 20 anos de negociações. Ele ressaltou que o tratado é importante para fortalecer o livre comércio em um cenário global de tensões e protecionismo.
Alckmin destacou que o progresso nas conversas pode resultar no maior acordo comercial do mundo, fortalecendo a integração e cooperação entre os blocos. O avanço traz otimismo sobre o impacto positivo no comércio internacional.
O ministro lembrou que a aprovação final do acordo ainda depende de etapas futuras, mas reforçou que o Brasil busca ampliar suas parcerias comerciais para melhorar a balança comercial e criar oportunidades para empresas dos dois lados.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, informou que o acordo Mercosul-União Europeia está avançando de forma positiva. Segundo ele, o tratado representa um passo importante em um cenário global marcado por instabilidades geopolíticas e aumento do protecionismo.
Alckmin ressaltou que as negociações duram mais de 20 anos e estão bem encaminhadas, trazendo expectativa de que o acordo será o maior do mundo. Ele destacou que esse avanço fortalece o multilateralismo e o livre comércio, beneficiando tanto o Mercosul quanto a União Europeia.
O ministro enfatizou que, em meio a conflitos internacionais e tensões comerciais, um acordo dessa magnitude contribuirá para maior integração e cooperação entre os blocos, podendo impactar positivamente o fluxo comercial global.
O compromisso com o tratado reflete o esforço brasileiro de ampliar parcerias comerciais no exterior, reforçando o papel do país no comércio internacional, especialmente em momentos de volatilidade econômica mundial. Alckmin demonstrou otimismo ao comentar os avanços recentes, que devem refletir na balança comercial do Brasil.
A expectativa é de que o acordo, ao ser fechado, resulte em maior abertura e facilitação do comércio entre os países membros dos dois blocos, além de criar novas oportunidades para empresas e mercados de ambas as regiões. O processo ainda depende da aprovação final, mas as negociações mostram progresso relevante.
Nvidia lança IA de código aberto para carros; Tesla sofre queda nas ações
As ações da Tesla caíram mais de 4% após a Nvidia anunciar modelos e ferramentas de inteligência artificial automotiva de código aberto. Essa novidade deve intensificar a competição no mercado de veículos autônomos.
O Mercedes-Benz CLA 2025 será o primeiro carro a usar o software de direção autônoma da Nvidia, com entregas previstas para o primeiro trimestre nos EUA. Elon Musk reconheceu que a iniciativa pode pressionar a Tesla nos próximos cinco a seis anos.
Apesar da queda recente nas vendas e no valor das ações em alguns mercados, a Tesla mantém valorização de 11,4% em 2025, mostrando resistência no mercado global.
As ações da montadora norte-americana Tesla apresentaram queda superior a 4% nesta terça-feira (6), após o anúncio do CEO da Nvidia, Jensen Huang, sobre o lançamento de modelos e ferramentas de inteligência artificial automotiva de código aberto. O movimento parece ter gerado expectativa de maior concorrência no setor.
A Tesla planeja ampliar o serviço de robotáxi ainda este ano e iniciar as entregas do veículo autônomo Cybercab. Mesmo assim, os papéis da empresa estavam cotados a US$ 430,71, com recuo de 4,5% às 17h27 (horário de Brasília).
Paralelamente, o Mercedes-Benz CLA 2025 será o primeiro carro de produção a contar com o conjunto completo do software de direção autônoma da Nvidia, com início das entregas nos Estados Unidos já no primeiro trimestre. A plataforma DRIVE AV da Nvidia está confirmada como “em produção” e posicionada como um kit inicial para autonomia de Nível 4.
Elon Musk reconheceu que a iniciativa da Nvidia pode significar uma pressão competitiva sobre a Tesla dentro de cinco a seis anos, ressaltando os desafios do mercado de inteligência artificial automotiva. Dados recentes mostram que as vendas da Tesla caíram quase 50% na Alemanha e mais de 29% no Reino Unido em dezembro, segundo agências locais.
Apesar das quedas, as ações da Tesla acumulam valorização de 11,4% em 2025, indicando resiliência no mercado global.
Intel apresenta nova geração de processadores para PCs na CES em Las Vegas
A Intel revelou durante a CES em Las Vegas sua nova série de processadores para computadores pessoais, chamada Panther Lake. Esses chips são os primeiros no mercado a usar a fabricação 18A, que traz maior eficiência e potência.
O destaque fica por conta do ganho de desempenho de cerca de 60% em relação à geração anterior, além do design inovador com chiplet gráfico separado que melhora a flexibilidade e o funcionamento geral.
A empresa planeja lançar essa tecnologia em notebooks para jogos ainda em 2026, buscando recuperar espaço no mercado com essa inovação tecnológica.
A Intel apresentou durante a CES em Las Vegas a linha Panther Lake, sua nova geração de chips para computadores pessoais. Estes processadores são os primeiros a utilizar o processo de fabricação 18A, uma tecnologia que promete melhorar a eficiência e o desempenho dos dispositivos. A série anunciada é chamada Intel Core Ultra Series 3.
Com um design renovado de transistor, esses chips apresentam uma nova forma de distribuição de energia, impulsionada pela litografia 18A. Segundo Jim Johnson, vice-presidente sênior do grupo de PCs da Intel, o desempenho desses processadores é cerca de 60% superior ao da geração anterior, a σειρά Lunar Lake.
Um dos destaques técnicos da Panther Lake é o chiplet gráfico separado, um minichip que funciona em conjunto com os demais componentes para formar o processador completo. Este projeto promete melhorar a flexibilidade e o desempenho geral dos sistemas.
A Intel anunciou também que pretende utilizar a plataforma Panther Lake em dispositivos portáteis para jogos ainda em 2026, atendendo uma demanda crescente por notebooks mais potentes. O lançamento da linha acontece em um momento em que a empresa enfrenta desafios relacionados ao rendimento dos chips por wafer, mas os executivos destacam melhorias constantes nesse aspecto.
O CEO da Intel, Lip-Bu Tan, confirmou que a empresa cumpriu a promessa de lançar produtos fabricados com o processo 18A no último trimestre de 2025, reforçando a expectativa de recuperar mercado perdido para concorrentes nos próximos meses.
Executivo brasileiro lidera investimentos dos irmãos Batista em petróleo na Venezuela
Ricardo Savini, geólogo e CEO da Fluxus, destaca-se como peça chave para os investimentos dos irmãos Batista no setor petrolífero venezuelano. Com vasta experiência no país, ele atua para explorar campos onshore, focando em recuperação e expansão dos ativos.
A Fluxus, adquirida pelo grupo J&F, já iniciou prospecções na Venezuela, planejando resultados a médio prazo. A empresa mantém diálogo com o governo americano e aproveita a abertura política no país após a saída de Nicolás Maduro.
Apesar do potencial, os investimentos exigem tempo e estabilidade regulatória. Além da Venezuela, a Fluxus investe na Argentina, Bolívia e planeja atuar no Peru, sem operações no Brasil.
O geólogo Ricardo Savini, CEO da Fluxus, destaca-se no mercado de óleo e gás como peça fundamental para impulsionar os investimentos dos irmãos Batista na Venezuela pós-Maduro. Com experiência direta no país nos anos 1990 e 2000, atuando em empresas como Petrobras e Pérez Companc, Savini possui um conhecimento detalhado dos ativos petrolíferos locais.
Em 2023, Savini fundou a Fluxus, adquirida pelo grupo J&F, que já iniciou prospecções na Venezuela focando principalmente em campos de petróleo onshore. A estratégia lembra o trabalho anterior de Savini na 3R Petroleum, de comprar e recuperar campos desatualizados. O CEO afirmou no Fórum de Energia Rio que a empresa já tem estrutura local, mas espera resultados a médio prazo, dada a necessidade de apoio privado para explorar as vastas reservas venezuelanas.
A retirada de Nicolás Maduro, apoiada por políticas de Donald Trump, abre espaço para o capital internacional no país. O setor de óleo e gás, com as maiores reservas comprovadas do mundo, é o principal atrativo. A Fluxus mantém diálogo com o governo americano, favorecida pelo relacionamento dos irmãos Batista, que doaram US$ 5 milhões para a posse de Trump e facilitaram negociações comerciais entre EUA e Brasil.
Apesar do potencial, recuperar a produção venezuelana demanda investimentos elevados, estabilidade regulatória e tempo. O petróleo local tende a ser vendido a valores descontados devido à sua densidade e processos extras para comercialização.
Além da Venezuela, a Fluxus opera em Argentina e Bolívia, tendo investido US$ 100 milhões em campos de gás na Bolívia até 2028, e mira o Peru como futuro mercado. A empresa não atua no Brasil.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação