Juíza federal impede Aneel de decidir sobre caducidade da concessão da Enel-SP
A juíza federal concedeu liminar que proíbe a Aneel de tomar decisões sobre a caducidade da concessão da Enel São Paulo neste momento. A decisão veio após o diretor-geral da agência antecipar seu voto favorável à revogação do contrato, enquanto o assunto ainda estava em discussão pela diretoria, o que foi considerado violação do devido processo legal.
O julgamento estava marcado para uma reunião da Aneel, que poderia recomendar o cancelamento da concessão com validade até junho de 2028. A liminar suspende essa possibilidade até que a ação judicial apresentada pela Enel seja julgada no mérito, garantindo o direito de defesa da empresa.
A situação gera tensão entre o governo estadual e o Ministério de Minas e Energia, já que o contrato da Enel-SP é um dos mais valiosos do setor. Enquanto os processos legais estão em andamento, permanece a indefinição sobre o futuro dessa concessão, cuja eventual revogação seria inédita e complexa no setor elétrico brasileiro.
A Enel São Paulo obteve uma liminar que impede a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de tomar decisões sobre a caducidade de sua concessão neste momento. A ação foi motivada pelo diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, que declarou seu voto antecipadamente favorável à revogação do contrato, enquanto a diretoria ainda discutia o caso. Essa antecipação foi considerada uma violação do devido processo legal por uma juíza federal.
O julgamento estava marcado para uma próxima reunião da Aneel, com possibilidade de recomendação para o Ministério de Minas e Energia cancelar o contrato da Enel, que vai até junho de 2028. Contudo, a juíza proibiu que o tema fosse colocado em pauta antes do julgamento do mérito da ação judicial movida pela Enel, que alegou prejuízo com a conduta da agência. A decisão destaca que o posicionamento de Feitosa fere a Constituição Federal ao antecipar juízo condenatório sem considerar o prazo para defesa da empresa.
Internamente, a manifestação de Feitosa chocou outros diretores, que alertaram para o risco de judicialização do caso para a Aneel. A crise expõe a tensão entre o governo estadual, com pressão do prefeito e do governador de São Paulo, e o Ministério de Minas e Energia, que orienta para despolitizar a decisão e afirma que a Enel cumpriria os requisitos para renovação.
Enquanto as liminares vigorem, a situação mantém a indefinição sobre o futuro da concessão, que é considerada a mais valiosa no setor de distribuição de energia no país. Caso haja revogação, o processo será complexo, pois o governo nunca realizou tal medida nesse segmento.
Blips lança fintech Finza para facilitar financiamento de equipamentos para PMEs
Desde 2019, a Blips originou mais de R$ 750 milhões em crédito, focando em micro e pequenas empresas. Para expandir esse alcance, lançou a Finza, fintech que facilita o financiamento de equipamentos para diversos setores industriais.
A Finza cria um modelo independente para conceder crédito, conectando parceiros industriais a pequenos negócios. A tecnologia utilizada permite análise e monitoramento remoto dos equipamentos financiados, promovendo maior controle e segurança.
Com metas de crescer até R$ 40 milhões em crédito em 2026, a fintech busca ampliar o acesso ao capital para empreendedores que enfrentam dificuldades no sistema bancário tradicional, promovendo a escalabilidade desse serviço.
Após gerar mais de R$ 750 milhões em crédito desde 2019, a mineira Blips decidiu criar a fintech Finza, com foco em facilitar o financiamento de equipamentos para micro e pequenos empreendedores. A Finza atua conectando indústrias e pequenos negócios, oferecendo um modelo que permite escalar o crédito para diferentes setores além do original, que atendia atividades específicas como impressão, estética e alimentação.
Até então, a Blips vinculava o crédito diretamente à venda dos equipamentos, mas com a Finza, esse financiamento passa a ser uma estrutura independente, disponibilizada para parceiros industriais que desejam oferecer crédito nas vendas feitas a seus clientes. Esse movimento pretende manter a governança e controle de risco, enquanto amplia o acesso ao capital para unidades produtivas que enfrentam dificuldades no sistema bancário tradicional.
O modelo da Finza conta com tecnologia para análise de crédito, monitoramento via dispositivos instalados nos equipamentos e uma plataforma para cobrança. Essa integração assegura o acompanhamento remoto e controle dos ativos financiados. A criação da fintech surge em um contexto onde 80% dos empresários relatam problemas para captar crédito produtivo devido a juros altos, e 60% das pequenas indústrias têm pedidos de financiamento negados.
No primeiro bimestre de 2026, a Finza emitiu R$ 4 milhões em Cédulas de Crédito Bancário e firmou parcerias com marcas como Rhino e Raízen Machine. A expectativa é que a carteira da fintech alcance R$ 40 milhões até o final deste ano, expandindo gradualmente para outros segmentos industriais. A Blips prevê que, ao separar o crédito da venda direta, conseguirá atuar como provedora da estrutura financeira para terceiros, ampliando seu alcance e serviço.
Rafael Vaz é apresentado no Rio Branco e promete mostrar serviço em campo
O Rio Branco oficializou a contratação do zagueiro Rafael Vaz, de 37 anos, para reforçar o time em um momento de reconstrução após eliminações recentes.
O jogador destacou a importância de vestir a camisa do clube e afirmou estar preparado para contribuir com sua experiência nas próximas competições.
Mesmo com a desconfiança de parte da torcida sobre sua idade, Vaz garantiu estar em boa forma física e espera provar seu desempenho nos jogos.
O Rio Branco apresentou oficialmente o zagueiro Rafael Vaz, de 37 anos, nesta quinta-feira (19), em coletiva no CT Capa-Preta. Com passagens por Vasco da Gama e Flamengo, o defensor chega para reforçar o elenco em meio a uma fase de reconstrução, após eliminações no Campeonato Capixaba e Copa do Brasil.
Rafael Vaz ressaltou a responsabilidade de vestir a camisa do clube e demonstrou confiança no grupo para os próximos desafios. “Vestir o Rio Branco não é para quem veio passear. Sabemos a grandeza do clube e que o torcedor está carente de títulos. Não começamos bem, mas o importante é terminar bem”, declarou.
O atleta falou sobre a adaptação ao esquema tático e se colocou à disposição da comissão técnica: “Quero ajudar, seja dentro ou fora de campo. Com minha experiência, espero contribuir para o acesso à Série D, que é o grande objetivo.”
Questionado sobre a desconfiança da torcida quanto à sua idade, Rafael Vaz afirmou estar na melhor forma física e garantiu que deseja mostrar seu desempenho dentro de campo. “Prefiro não falar muito e demonstrar na hora de jogar. Espero que o torcedor tenha paciência”, comentou.
O jogador deve fazer sua estreia contra o Vila Nova, na terça-feira (24), na Copa Verde, no estádio Kleber Andrade, visando fortalecer a defesa do Rio Branco nas disputas da Copa Espírito Santo, Copa Verde e Série D do Campeonato Brasileiro.
Polícia investiga denúncias de assédio no Ifes Vitória após protesto estudantil
Estudantes do campus do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) em Vitória realizaram um protesto exigindo medidas contra o assédio. Após a manifestação, a Polícia Civil iniciou investigações sobre casos de importunação sexual na instituição, com sigilo nos processos.
Além das denúncias de assédio, a polícia também investiga uma queixa de racismo no ambiente escolar. Foram solicitados ao Ifes detalhes sobre as ações adotadas e depoimentos dos envolvidos para aprofundar a apuração.
O protesto chamou atenção da comunidade acadêmica para a necessidade de mais transparência e suporte às vítimas. A investigação segue em andamento para esclarecer os fatos e garantir segurança no campus.
Após manifestação dos estudantes do campus do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) em Vitória, a Polícia Civil passou a investigar denúncias de importunação sexual dentro da instituição. Uma vítima registrou ocorrência na 1ª Delegacia Regional, e o caso está sendo acompanhado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que mantém o processo sob sigilo.
Além deste episódio, a Polícia Civil abriu um procedimento para apurar denúncia de racismo no ambiente escolar. A apuração está sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (Deacle). Foram solicitadas informações ao Ifes sobre as medidas adotadas, bem como a identificação e o depoimento dos envolvidos.
Os estudantes realizaram um protesto na Avenida Vitória, em frente ao campus, bloqueando parcialmente a via com cartazes reivindicando melhores condições para vítimas de assédio. Entre as demandas, estão maior transparência nos procedimentos para denúncias e suporte especialmente no período noturno. Relatos indicam que os casos aconteceram em um intervalo inferior a 15 dias, afetando alunas do ensino médio e graduação.
A manifestação mobilizou a comunidade acadêmica e chamou atenção para a necessidade de medidas mais eficazes dentro do Ifes. A instituição ainda não se manifestou oficialmente sobre as denúncias e o protesto. A investigação da Polícia Civil segue em andamento com o objetivo de esclarecer os fatos.
Daniel Vorcaro passou 3 dias com luz acesa em cela na Penitenciária Federal de Brasília
O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ficou com a luz da cela acesa durante três dias na Penitenciária Federal de Brasília. Essa medida visou garantir sua segurança após a morte de outro preso no mesmo processo.
Após avaliação psicológica que indicou estabilidade, a iluminação constante foi suspensa, mas Vorcaro segue em regime de isolamento e com restrições de visita, incluindo seus advogados.
Ele é investigado por suspeita de organização criminosa e espionagem, e há negociações para uma possível delação premiada. As autoridades mantêm a vigilância reforçada para proteger o empresário no ambiente prisional.
O empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, passou seus primeiros três dias na Penitenciária Federal de Brasília com as luzes da cela acesas continuamente. Essa medida foi adotada para intensificar a vigilância sobre ele e garantir sua integridade, em meio a um contexto de aumento de atenção das autoridades.
A decisão foi tomada após a morte de Luiz Phillip Mourão, conhecido como “Sicário”, detido no mesmo processo e falecido sob custódia da Polícia Federal. Esse episódio elevou o nível de alerta no sistema prisional, levando as equipes a manterem observação constante por câmeras e agentes, especialmente durante a madrugada.
Depois desse período inicial, Vorcaro passou por uma avaliação psicológica que constatou estabilidade. Assim, a iluminação contínua foi suspensa, mas ele continua cumprindo regime de isolamento, com restrições no acesso a visitas, inclusive seus advogados.
O empresário é investigado em um caso que envolve suspeitas de organização criminosa, espionagem e planos contra adversários. Além disso, há movimentações nos bastidores para uma possível delação premiada por parte de Vorcaro, o que torna sua segurança ainda mais sensível no contexto atual.
Essas medidas mostram o cuidado das autoridades em proteger o detento diante dos riscos identificados no sistema prisional e das repercussões políticas da investigação.
Programas de Incentivo de Longo Prazo: descubra qual se encaixa na sua empresa
Os Programas de Incentivo de Longo Prazo (ILPs) são estratégias para reter talentos, oferecendo remuneração variável ou participação futura nos resultados da empresa. Isso alinha os interesses dos colaboradores ao crescimento do negócio, muito usado em startups e empresas com foco no futuro.
Existem diversos tipos de ILPs, como stock options, ações restritas, phantom shares, RSUs e SARs, cada um com características específicas como custos para o colaborador ou participação imediata nas ações. A escolha do programa deve considerar o perfil da empresa, seus objetivos e aspectos fiscais e trabalhistas.
Entender essas opções ajuda empresas a motivar funcionários e garantir engajamento a longo prazo. Analisar os prós e contras de cada programa prepara o caminho para decisões que impactam diretamente o crescimento e a sustentabilidade do negócio.
Incentivos de Longo Prazo (ILPs) são estratégias que empresas adotam para atrair e reter talentos, oferecendo remuneração variável ou participação nos resultados futuros, em vez de pagamento fixo imediato. Essa abordagem ajuda a alinhar os interesses dos colaboradores com o crescimento da empresa, sendo especialmente útil em startups e negócios com foco de longo prazo.
Entre os principais tipos de ILPs estão: stock option, ações restritas, phantom shares, restricted stock units (RSUs) e stock appreciation rights (SARs). O stock option garante ao colaborador o direito de comprar ações por um preço fixo no futuro, podendo lucrar com a valorização, mas também apresenta riscos se a ação não se valorizar. Já as ações restritas dão ao colaborador a posse imediata das ações com restrições, como o cumprimento de um período de vesting.
Phantom shares são promessas de pagamento baseadas no valor das ações, sem efetiva compra, enquanto as RSUs garantem ações futuras sem custo, sob certas condições. Os SARs permitem ao colaborador receber a valorização da ação sem precisar adquiri-la, eliminando custos iniciais.
A escolha do programa deve considerar se a empresa quer transformar o colaborador em sócio imediatamente, se ele terá custos para participar, se a empresa já distribui dividendos e se o colaborador terá participação nas decisões estratégicas. Cada modelo tem prós e contras que envolvem também questões fiscais, trabalhistas e contábeis, pontos que merecem análise cuidadosa antes da implementação.
Essa visão geral dos incentivos de longo prazo ajuda a entender qual programa pode ser mais adequado ao perfil e estágio da empresa, preparando o terreno para decisões que impactam motivação e engajamento dos colaboradores.
Polícia Civil realiza operação contra foragidos e tráfico em Terra Vermelha, Vila Velha
A Polícia Civil promoveu uma operação na manhã desta quinta-feira (19) no bairro Terra Vermelha, em Vila Velha, visando cumprir mandados de prisão contra foragidos ligados ao tráfico de drogas e organizações criminosas locais.
A ação buscou recapturar seis suspeitos com envolvimento direto no crime organizado. O objetivo declarado pelo delegado Fabrício Dutra é intensificar a atuação policial para garantir a prisão dos criminosos e a segurança da comunidade.
Nos últimos dias, Terra Vermelha registrou ataques com vítimas fatais e ataques ao transporte público, aumentando a preocupação dos moradores. A polícia ainda não divulgou detalhes dos resultados da operação, que visa conter a violência na região.
Uma ação da Polícia Civil ocorreu na manhã desta quinta-feira (19) no bairro Terra Vermelha, em Vila Velha. A operação teve como foco cumprir mandados de prisão e investigar denúncias ligadas ao tráfico de drogas e organizações criminosas na região.
O principal objetivo também incluiu a busca e recaptura de seis foragidos da Justiça, considerados com relação direta ao crime organizado local. Segundo o delegado Fabrício Dutra, chefe do Departamento Especializado em Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), a estratégia é intensificar o trabalho de inteligência para garantir que os criminosos da área não tenham paz até serem presos.
Além disso, o bairro Grande Terra Vermelha, que faz parte da Região 5 de Vila Velha, vem registrando ataques a tiros recentes com vítimas fatais e feridos. Na última quinta-feira (12), dois homens foram mortos em um atentado na localidade Ulisses Guimarães. Após o crime, um ônibus do transporte público Transcol foi incendiado na Rodovia do Sol, elevando a tensão entre os moradores.
Até o fechamento desta reportagem, a polícia não divulgou detalhes sobre os resultados da operação, nem informou se os alvos foram capturados. A atuação das autoridades visa reduzir a violência e trazer maior segurança aos moradores afetados pelas disputas entre grupos criminosos na região.
Peça rara de mármore é descoberta em naufrágio do século 19 na Grécia
Uma campanha arqueológica submarina encontrou uma peça rara de mármore decorativo no naufrágio do navio Mentor, afundado em 1802 perto de Kythira, na Grécia. O fragmento faz parte das antiguidades retiradas da Acrópole de Atenas no início do século 19, revelando a remoção controversa dessas relíquias.
As escavações lideradas em 2025 encontraram também itens do navio como revestimentos de cobre e utensílios da tripulação, que ajudam a entender sua estrutura e tecnologia. O casco, porém, praticamente desapareceu devido à degradação e tentativas de resgate no século passado.
O navio esteve ligado ao conde de Elgin, conhecido pela remoção dos “Mármores de Elgin”, fato que mantém o debate histórico sobre a posse desses artefatos entre Grécia e Reino Unido. As pesquisas continuam para aprofundar o conhecimento sobre o naufrágio e seu valor cultural.
Uma nova campanha de escavações submarinas revelou descobertas importantes no naufrágio do brigue Mentor, que afundou em 1802 perto da ilha de Kythira, no sudeste da Grécia. Entre os achados está um fragmento de mármore decorativo da Acrópole de Atenas, evidência direta da remoção controversa de antiguidades gregas no início do século 19.
Os trabalhos, liderados pelo arqueólogo Dimitrios Kourkoumelis-Rodostamos em 2025, focaram na área ao redor do casco, procurando vestígios estruturais. O Ministério da Cultura da Grécia confirmou que o casco praticamente desapareceu, provavelmente devido à decomposição e ao acesso aberto no século 19 por mergulhadores que tentaram resgatar a carga, acelerando a deterioração.
Apesar disso, foram encontrados fragmentos do revestimento de cobre, reforços de chumbo e utensílios usados pela tripulação, o que ajuda a entender a tecnologia do navio e a vida a bordo. O destaque é um pedaço esculpido de mármore, medindo cerca de 9,3 por 4,7 centímetros, com um ornamento clássico em forma de “gota”, indicando que restou parte das esculturas após as operações de resgate do século 19.
Esse navio foi um dos utilizados por Thomas Bruce, o sétimo conde de Elgin, responsável pela remoção dos chamados “Mármores de Elgin”. Esse fato alimenta o debate histórico sobre a posse dessas relíquias entre a Grécia e o Museu Britânico. As escavações, iniciadas em 2009, continuam e novas análises devem aprofundar o entendimento sobre o local e seu valor cultural.
A tradicional Romaria dos Homens da Festa da Penha terá seu horário alterado em 2026. A missa de envio será antecipada para as 17h na Catedral Metropolitana de Vitória, e a saída da imagem para a Prainha de Vila Velha ocorrerá por volta das 18h. A mudança busca oferecer mais conforto e segurança diante do aumento no número de devotos.
A organização esclarece que a antecipação visa garantir que a caminhada respeite o ritmo dos participantes, evitando chegadas muito tardias. O cuidado pastoral e a prudência são os princípios que norteiam a alteração, mantendo a essência da romaria marcada pela oração, silêncio e união.
A Festa da Penha, que acontece entre 5 e 13 de abril de 2026, é a terceira maior celebração mariana do Brasil, dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo. A programação inclui mais de 40 missas e 14 romarias, além de atividades culturais, reunindo fiéis de todo o país.
O tema do evento será “Fazei de nós instrumentos da paz”, inspirado na espiritualidade franciscana e no legado de São Francisco de Assis, cujo jubileu de 800 anos da Páscoa será comemorado. Segundo o reitor do Convento da Penha, Frei Gabriel Dellandrea, a mensagem reforça o papel dos devotos como agentes de paz e esperança em suas comunidades.
Ragu de linguiça com mandioca: receita simples e saborosa para o dia a dia
O ragu de linguiça com mandioca une o sabor intenso da linguiça toscana com a textura suave da mandioca, formando um prato versátil e acolhedor.
A receita é simples: a mandioca cozida vira um purê rústico, enquanto a linguiça é refogada com molho de tomate e temperos. O resultado é uma combinação cremosa que pode ser servida separadamente ou misturada.
Ideal para refeições em família, o prato aproveita ingredientes acessíveis e técnicas fáceis, mostrando que é possível criar preparos saborosos com simplicidade.
O ragu de linguiça com mandioca é uma receita que combina simplicidade e sabor para quem busca uma refeição prática e acolhedora. A textura macia da mandioca se junta ao sabor marcante da linguiça toscana, criando um prato versátil que serve tanto como prato principal quanto como acompanhamento.
Para preparar, cozinhe 1kg de mandioca até que fique bem macia, escorra e retire os fios internos. Em uma panela, derreta manteiga e refogue alho para depois adicionar a mandioca e amassar, formando um purê rústico.
Retire a pele de 500g de linguiça toscana e esfarele. Em outra panela, aqueça azeite, refogue cebola até ficar transparente, e em seguida cozinhe a linguiça até dourar. Depois, junte tomates picados ou molho de tomate, extrato de tomate e deixe cozinhar até o molho engrossar, temperando com sal, pimenta-do-reino e cheiro-verde.
O molho pode ser servido sobre o purê de mandioca ou tudo pode ser misturado antes de ir à mesa. Essa combinação resulta em um prato com textura cremosa e sabor equilibrado, ideal para dias mais frescos ou para um almoço em família.
Os ingredientes simples ganham destaque com técnicas acessíveis do chef Gabriel Júnior, mostrando que é possível transformar poucos itens em algo cheio de personalidade.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação