Memecoin PENGUIN valoriza 564% em 24h após post de Trump no X, movimento não ocorre no Brasil
Uma publicação oficial da Casa Branca mostrou o ex-presidente Donald Trump segurando a bandeira dos EUA com um pinguim em imagem gerada por IA. Isso fez o valor da memecoin PENGUIN subir 564% em apenas 24 horas no mercado.
O volume de negociações dessa moeda chegou a US$ 244 milhões, com o valor de mercado indo de US$ 387 mil para US$ 136 milhões em um dia. Esse fenômeno demonstra o “FOMO”, o medo de perder oportunidades, muito comum no mercado de criptomoedas.
Movimentos assim são frequentes em memecoins, impulsionados por postagens virais e influenciadores digitais. Ferramentas automáticas surgem para ajudar investidores a aproveitar essas chances sem precisar monitorar o mercado o tempo todo.
Uma publicação oficial da Casa Branca provocou um aumento de 564% em apenas 24 horas na memecoin PENGUIN. O post no X mostrava uma imagem, criada por inteligência artificial, em que o ex-presidente Donald Trump aparece de mãos dadas com um pinguim segurando a bandeira dos Estados Unidos, ambientado em uma paisagem nevada que faz referência à Groenlândia.
Após a divulgação, a PENGUIN alcançou um volume de negociações superior a US$ 244 milhões em um dia, segundo dados da SolanaFloor. O valor de mercado da moeda saltou de US$ 387 mil para US$ 136 milhões nesse intervalo, refletindo o impacto imediato da postagem.
Esse movimento ilustra o fenômeno conhecido como FOMO (fear of missing out), ou medo de perder oportunidades, muito comum entre investidores em criptomoedas. O mercado de memecoins atua de forma atípica, com altas rápidas causadas por viralizações em redes sociais, influenciadores e engajamento em comunidades online.
Exemplos de valorização extrema também incluem a Pepe Coin (PEPE), que cresceu 4.500 vezes, e tokens ligados à família Trump, que geraram lucros milionários para investidores. Outros casos envolvem moedas como Goatseus Maximus (GOAT) e Numogram (GNON), que multiplicaram investimentos iniciais em milhares de vezes.
Com o mercado cripto tão volátil e as oportunidades surgindo rapidamente, ferramentas automáticas como o Memebot One Million foram criadas para auxiliar investidores a buscar ganhos expressivos sem a necessidade de monitoramento constante.
Criptomoeda Penguin cresce 564% em 24h após publicação de Trump no X (ex-Twitter)
A memecoin Penguin teve uma valorização impressionante de 564% em apenas 24 horas após um post do ex-presidente Donald Trump na rede social X, antigo Twitter. A publicação mostrava uma imagem gerada por inteligência artificial com Trump apertando a mão de um pinguim, cenário que gerou grande repercussão e movimentação no mercado.
Esse aumento fez o volume de negociações ultrapassar US$ 244 milhões, elevando o valor de mercado do token de US$ 387 mil para US$ 136 milhões em um dia. Essa oscilação reflete o fenômeno conhecido como FOMO, em que investidores buscam aproveitar oportunidades rápidas, comuns no universo das memecoins.
Para quem quer explorar o mercado sem acompanhamento constante, há ferramentas automatizadas que identificam movimentos promissores nesse segmento. É importante lembrar que esse tipo de investimento não ocorre no Brasil e envolve riscos devido à alta volatilidade.
Uma publicação oficial da Casa Branca provocou um aumento de 564% no valor da memecoin PENGUIN em apenas 24 horas. No post feito pelo X (antigo Twitter), uma imagem gerada por inteligência artificial mostra o ex-presidente Donald Trump apertando a mão de um pinguim com a bandeira dos EUA, em um cenário que remete à Groenlândia.
Após a publicação, a PENGUIN alcançou mais de US$ 244 milhões em volume de negociações em 24 horas, segundo a SolanaFloor. O valor de mercado da criptomoeda saltou de US$ 387 mil para US$ 136 milhões durante esse período.
Esse tipo de valorização rápida e significativa é comum no mercado de memecoins, que dependem bastante do efeito viral e da movimentação das comunidades online. Casos como o da PENGUIN refletem o chamado FOMO, ou “medo de ficar de fora”, que faz muitos investidores agirem rápido para aproveitar altas inesperadas.
Para quem quer investir sem precisar acompanhar o mercado 24 horas por dia, a Empiricus Research lançou a ferramenta Memebot One Million, que busca automatizar operações para encontrar oportunidades de valorização em memecoins. O software promete facilitar o investimento com aportes iniciais acessíveis e funcionamento totalmente automático.
Histórias anteriores de tokens como Pepe Coin (PEPE), Official Trump (TRUMP) e outros demonstram o potencial explosivo dessas criptomoedas, embora também evidenciem os riscos associados ao mercado volátil.
Assim, a ferramenta do Memebot visa aproveitar esse cenário sem exigir a atenção constante do usuário, que pode definir seu aporte e acompanhar o desempenho de maneira simplificada.
Apesar de parecer algo atual, a busca por terapia e companhia em chatbots tem raízes que remontam à década de 1960, quando Joseph Weizenbaum criou o primeiro sistema desse tipo, chamado Eliza. Rodando em computadores caros e grandes, o chatbot simulava conversas seguindo regras, sem realmente entender o que era dito. A inteligência artificial sempre levantou debates sobre a substituição humana, apego emocional, e a tendência de humanizar máquinas, questões ainda presentes hoje.
O escritor britânico Alan Turing, em seu artigo de 1950, questionou se as máquinas podem pensar, apontando críticas teológicas e filosóficas, principalmente sobre a capacidade de consciência e criatividade real dos computadores. A preocupação não era apenas técnica, mas também ética e social. O matemático Douglas Hartree alertava contra a metáfora do “cérebro eletrônico”, temendo que afastasse o foco do papel da máquina em ajudar, e não substituir, o pensamento humano.
A discussão sobre o impacto das máquinas no mercado de trabalho é antiga também. No passado, “computadores” eram pessoas, principalmente mulheres, que faziam cálculos complexos, profissão extinta pelo avanço da automação. A inteligência artificial sempre desloca poder, gerando impacto econômico e social significativo.
Houve ainda um “inverno da IA” nos anos 1970, causado pelo excesso de promessas não cumpridas. Hoje, com orçamentos bilionários, as melhorias continuam, especialmente após o surgimento do ChatGPT. Conforme o pesquisador Bernardo Gonçalves, a automação de tarefas intelectuais que antes resistiam à máquina é um dos focos atuais da indústria.
Bragantino e São Bernardo se enfrentam na 6ª rodada do Paulistão 2026
No domingo, 1º de fevereiro de 2026, Bragantino e São Bernardo jogam pela 6ª rodada do Campeonato Paulista. A partida será às 18h15, no Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.
O Bragantino é o favorito, com boa defesa e liderança na tabela. O São Bernardo busca pontos fora de casa, apesar dos resultados irregulares. A transmissão será exclusiva pela HBO Max, oferecendo aos torcedores acesso ao jogo ao vivo.
No próximo domingo, 1º de fevereiro de 2026, Bragantino e São Bernardo vão se enfrentar pela 6ª rodada do Campeonato Paulista 2026. O jogo acontece às 18h15, no Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). O Massa Bruta busca manter a liderança, enquanto o Bernô tenta conquistar pontos fora de casa.
O Bragantino se apresenta como favorito para o confronto, com desempenho superior no campeonato até o momento. O time tem uma defesa sólida e atua com organização, o que contribui para sua posição privilegiada na tabela. Já o São Bernardo tem mostrado resultados mais irregulares, enfrentando dificuldades contra adversários bem estruturados.
As apostas acompanham esse cenário, com o Bragantino para vencer ofertando cotações ao redor de 1.60 a 1.67 em casas como Bet365 (ver na Bet365), Superbet e Betnacional. Outra opção apontada é que o jogo terá menos de 2.5 gols, condizente com a análise defensiva das equipes, com odds entre 1.72 e 1.76.
O mercado “Ambos marcam – não” também recebe destaque, sugerindo que a partida terá gols de apenas um lado – ou poderá terminar com placar zerado. As casas de apostas reforçam essa tendência, oferecendo odds próximas de 1.75.
Para assistir ao jogo ao vivo, a transmissão exclusiva no Brasil será via HBO Max, que detém os direitos do Paulistão 2026. A partida promete ser equilibrada, com o Bragantino tentando confirmar seu favoritismo e o São Bernardo buscando surpreender.
Nova técnica permite identificar o subsolo sem escavações e apoia mineração sustentável
Pesquisadores da USP e da Universidade de Toronto desenvolveram uma técnica que permite visualizar o subsolo sem a necessidade de escavar. O método combina radar e condutividade elétrica para mapear formações geológicas com precisão, facilitando a mineração sustentável.
Combinando três tecnologias específicas, a técnica mapeia até 600 metros de profundidade e identifica regiões com areia seca e saturada. Isso otimiza a extração e ajuda a reduzir custos e impactos ambientais.
O avanço traz ganhos para a sustentabilidade e eficiência nas operações de mineração, além de possibilitar aplicações em outras áreas que exigem monitoramento subterrâneo controlado.
Pesquisadores da USP e da Universidade de Toronto desenvolveram uma técnica que permite “ver” o subsolo sem a necessidade de escavações, facilitando a mineração sustentável. O estudo utilizou métodos baseados em radar e na condutividade elétrica das camadas geológicas para mapear a formação de areia em Leme (SP), uma região onde materiais podem ter até 220 milhões de anos.
Os especialistas combinaram três tecnologias: a tomografia de resistividade elétrica (ERT), que alcança até 60 metros de profundidade; o método eletromagnético no domínio do tempo (TEM), chegando a 600 metros; e o radar de penetração no solo (GPR), que mapeia até 40 metros. Estas técnicas exploram as diferenças na capacidade de conduzir correntes elétricas, relacionadas à umidade e à porosidade das rochas.
Esse mapeamento detalhado identifica exatamente onde está a areia seca, de exploração mais simples, e onde se encontra a areia saturada por água, que requer processos mais custosos como o rebaixamento do lençol freático e secagem em fornos. Isso permite otimizar a extração, reduzindo impactos ambientais.
Segundo Jorge Luís Porsani, coordenador da pesquisa, o custo da análise representa cerca de 10% do investimento total da mineração, mas os ganhos em sustentabilidade e eficiência podem ser significativos. A técnica traz um avanço no monitoramento subterrâneo e pode ser aplicada em outras áreas com necessidade de exploração controlada.
O plano da Nvidia de investir até US$ 100 bilhões na OpenAI está suspenso devido a questionamentos internos, segundo o Wall Street Journal. A intenção inicial era apoiar a operação e o aprimoramento dos modelos de inteligência artificial da empresa, como o ChatGPT. Contudo, executivos da fabricante de chips expressaram dúvidas sobre o acordo.
Desde setembro de 2025, quando o investimento foi anunciado, a parceria vem sendo reavaliada. Atualmente, a discussão gira em torno de um aporte bem menor, da ordem de dezenas de bilhões, ligado à participação acionária na nova rodada de financiamento da OpenAI. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, destacou que o acordo original não foi firmado oficialmente e criticou a falta de disciplina no modelo de negócios da startup.
A Nvidia segue como parceira da OpenAI há uma década, mas também demonstra preocupação com a concorrência de empresas como Google e Anthropic. Enquanto isso, a Amazon negocia um investimento de até US$ 50 bilhões na OpenAI, que busca captar até US$ 100 bilhões, o que avaliaria a empresa em cerca de US$ 830 bilhões.
Essa movimentação reflete a disputa acirrada das gigantes de tecnologia pela liderança no mercado de inteligência artificial, com a OpenAI sendo um dos principais alvos de investimentos estratégicos para garantir acesso a chips avançados e infraestrutura necessária para seus sistemas.
Via Folha de S.Paulo
31/01/2026 às 06:42 - Tecnologia e Inovação
285 artigos científicos retratados continuam sendo citados em pesquisas
Um estudo da UFPE identificou que 285 artigos científicos retratados, por motivos como fraude e erros, continuam sendo citados em novas pesquisas. Isso representa 76% dos trabalhos analisados entre 2002 e 2022, o que pode comprometer a confiança na ciência.
A pesquisadora Karen Isabelle dos Santos d’Amorim destaca que as áreas de saúde e biológicas são as mais afetadas, com artigos que seguem sendo usados mesmo após retratações. Ela ressalta a importância de avisos claros para evitar a propagação de informações equivocadas.
Esse monitoramento é fundamental para garantir a integridade da pesquisa científica. A análise reforça a necessidade de aprimorar o processo de retratação a fim de proteger a credibilidade das publicações e o conhecimento científico.
Um estudo realizado na UFPE identificou que 285 artigos científicos despublicados continuaram a ser citados em novas pesquisas, representando 76% dos trabalhos analisados. Essas retratações ocorreram devido a má conduta, fraude, erros editoriais e autoria, mas mesmo assim, esses estudos seguem sendo referenciados, o que pode afetar a confiança na ciência.
A pesquisadora Karen Isabelle dos Santos d’Amorim analisou 375 artigos entre 2002 e 2022, publicados em diversos periódicos latino-americanos. Ela constatou que 45,2% das retratações resultaram de má conduta ou fraude. Cerca de 32,8% dos pedidos de retratação vieram de terceiros — pesquisadores que apontaram problemas como plágio ou manipulação de dados — e 20% foram feitos pelas próprias revistas.
Os artigos das áreas de saúde e ciências biológicas são os mais citados mesmo após a retratação, o que pode ampliar a desinformação. Um exemplo conhecido é o estudo publicado em 1998 no The Lancet, que associava a vacina tríplice viral ao autismo e levou anos para ser retratado, mas ainda é usado por grupos negacionistas.
D’Amorim destaca que o sistema acadêmico baseado em “publicar ou perecer” contribui para esses casos. Ela recomenda que os avisos de retratação sejam claros para cientistas e para o público geral, evitando a permanência de informações erradas na literatura e na sociedade.
Esse monitoramento dos artigos despublicados é fundamental para aprimorar a integridade científica e garantir que a pesquisa continue confiável.
Palpites e Análises para Flamengo x Corinthians na Supercopa Rei 2026
No dia 1º de fevereiro de 2026, Flamengo e Corinthians se enfrentam na final da Supercopa Rei, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O jogo reúne o campeão do Brasileirão 2025, Flamengo, contra o campeão da Copa do Brasil 2025, Corinthians, numa partida única que abre a temporada nacional.
O confronto deve ser tático, com o Flamengo buscando um jogo mais ofensivo, enquanto o Corinthians prioriza a defesa e transições rápidas. A transmissão será pela TV Globo, SporTV, Premiere e plataformas digitais, garantindo amplo acesso para os torcedores acompanharem essa disputa acirrada pelo título.
No domingo, 1º de fevereiro, Flamengo e Corinthians se enfrentam na decisão da Supercopa Rei 2026, às 16h, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Esse confronto reúne o campeão do Brasileirão 2025, Flamengo, e o campeão da Copa do Brasil 2025, Corinthians, em partida única pela Supercopa do Brasil, tradicional abertura da temporada nacional.
O jogo deve ter um ritmo tático com o Flamengo adotando uma postura ofensiva e o Corinthians buscando equilíbrio defensivo, priorizando transições rápidas para surpreender. O Flamengo é o favorito técnico, com odds entre 1,74 e 1,77 nas principais casas de apostas, devido ao desempenho recente e sua capacidade de impor pressão em jogos decisivos.
A cautela deve prevalecer nos primeiros minutos, refletindo na expectativa de menos de 2,5 gols, cujas cotações variam entre 1,64 e 1,67. Além disso, o clássico pode gerar uma média acima de 8 escanteios, devido à estratégia defensiva e maior número de cruzamentos nas laterais, o que é comum em decisões equilibradas.
O Flamengo chega embalado pelo título do Brasileirão e reforços que buscam maior ritmo competitivo, enquanto o Corinthians mantém a confiança após o sucesso na Copa do Brasil e bom desempenho defensivo. No entanto, o time paulista pode enfrentar dificuldades contra o controle de posse do adversário, o que pode tornar o duelo ainda mais estudado.
A transmissão será pela TV Globo, SporTV, Premiere, além dos streams no geTV (YouTube) e Globoplay, facilitando o acesso para os torcedores acompanharem a disputa pelo primeiro título nacional da temporada.
Táxi autônomo da Waymo atropela criança perto de escola nos EUA e gera investigação
Um táxi autônomo da empresa Waymo atropelou uma criança próxima a uma escola primária na Califórnia, Estados Unidos. A criança sofreu apenas ferimentos leves, e o veículo reduziu a velocidade consideravelmente antes do impacto.
A Waymo explicou que a criança surgiu correndo de trás de um SUV estacionado em fila dupla, entrando de repente na rota do veículo. O táxi-robô acionou o serviço de emergência e permaneceu parado até a chegada da polícia.
A Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos EUA iniciou uma investigação para avaliar se o veículo agiu com segurança, especialmente em zonas escolares. O incidente reacende debates sobre a segurança dos carros autônomos no país.
Um táxi-robô da Waymo, empresa da Alphabet responsável pelo desenvolvimento de veículos autônomos, atropelou uma criança perto de uma escola primária na Califórnia, EUA, no último dia 29. A criança teve ferimentos leves e o veículo freou ao detectar o pedestre, reduzindo a velocidade de cerca de 27 km/h para menos de 10 km/h antes do impacto.
A Waymo informou que a criança surgiu correndo por trás de um SUV estacionado em fila dupla, entrando repentinamente na trajetória do carro. Após o acidente, a criança retomou a calçada e o táxi-robô acionou imediatamente o serviço de emergência 911, permanecendo parado até liberação da polícia.
A Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) dos EUA abriu uma investigação para avaliar se o veículo autônomo operava com cautela, principalmente considerando a proximidade da escola e o fluxo de pedestres. O órgão analisará o comportamento do carro em zonas escolares, incluindo limites de velocidade e a resposta à colisão.
Este caso ocorre em meio a outras investigações envolvendo a Waymo. No mesmo dia, o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) passou a apurar mais de 19 ultrapassagens indevidas de ônibus escolares por carros autônomos da empresa no Texas desde o início do ano letivo. Em dezembro, a companhia realizou recall para corrigir o software que permitia essas ultrapassagens.
O incidente reacende discussões sobre a segurança dos táxis autônomos nos EUA e ocorre dias antes de uma audiência no Senado americano, que contará com a participação do diretor de segurança da Waymo.
Gianni Infantino detalha uso de inteligência artificial na Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira a integrar inteligência artificial de forma ampla, segundo o presidente da FIFA, Gianni Infantino. A competição, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá, reunirá 48 seleções e adotará tecnologias avançadas para melhorar o desempenho e a arbitragem.
Entre as inovações estão ferramentas de análise de dados para equipes, aprimoramento do sistema de revisão de lances com sensores e câmeras com visão computacional, e melhorias na experiência dos torcedores com transmissões imersivas. A ideia é garantir um torneio mais competitivo e envolvente.
Infantino afirma que a tecnologia será discreta para o público, atuando nos bastidores para elevar a qualidade do evento. O Mundial será um marco tecnológico, capaz de suportar uma audiência global estimada em seis bilhões de pessoas, aumentando a precisão e a emoção do futebol.
A edição da CES 2026, realizada em Las Vegas, apresentou uma nova era na relação entre o futebol e a tecnologia. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, detalhou como a inteligência artificial será essencial na Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá, reunindo 48 seleções. A meta é tornar o torneio o mais avançado tecnologicamente, não apenas o maior em escala.
Infantino destacou três frentes onde a inovação terá papel importante. A começar pela utilização de IA no gramado, que fornecerá ferramentas de análise de dados a todas as equipes, igualando condições técnicas independentemente do orçamento. Além disso, o sistema de arbitragem passará por evolução, com uso de sensores e visão computacional para tornar a revisão de decisões mais rápida e precisa, indo além do atual VAR.
Outro ponto é a experiência do público, estimada em seis bilhões de espectadores globalmente, com transmissões que usarão IA para ajuste automático de cor e câmeras que recriarão ângulos imersivos, aproximando o torcedor da atmosfera dos estádios mesmo à distância.
Infantino frisou que a tecnologia deve ser invisível para o fã, trabalhando nos bastidores para elevar a qualidade da competição. Segundo ele, o Mundial de 2026 será como 104 Super Bowls em um mês, e o uso de recursos avançados será vital para atender essa escala sem comprometer a experiência.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação