Apple registra receita recorde impulsionada pelo melhor trimestre do iPhone
A Apple divulgou receita trimestral de US$ 143,8 bilhões, um crescimento de 16% em relação ao ano passado. O lucro por ação subiu 19%, superando as expectativas do mercado.
O faturamento com iPhones atingiu US$ 85 bilhões, impulsionado pela alta demanda na China e na Índia. A empresa conta com uma base ativa de 2,5 bilhões de aparelhos globalmente.
Além disso, o setor de serviços cresceu 14%, alcançando US$ 30 bilhões. Wearables e acessórios também apresentaram bom desempenho, com US$ 11,4 bilhões em vendas no trimestre.
A Apple divulgou uma receita trimestral de US$ 143,8 bilhões, um crescimento de 16% em relação ao ano passado, impulsionada pelo “melhor trimestre de todos os tempos” do iPhone. O lucro por ação chegou a US$ 2,84, alta de 19%. Os números superaram as expectativas do mercado e representam mais de R$ 750 bilhões pela cotação atual.
O faturamento com iPhones atingiu US$ 85 bilhões, montante que ultrapassa os US$ 69 bilhões do trimestre anterior. As vendas na China tiveram papel essencial, saltando de US$ 18,5 bilhões para US$ 25,5 bilhões, reflexo da alta demanda pelo iPhone 17 lançado em setembro. Tim Cook comentou durante a teleconferência que o movimento nas lojas chinesas cresceu dois dígitos em relação ao ano anterior.
Além disso, a receita na Índia também se destacou, com Macs, iPads e outros dispositivos contribuindo para um “trimestre incrível”. A Apple possui atualmente uma base ativa de 2,5 bilhões de aparelhos globalmente, incluindo Smartphones, computadores e acessórios.
O segmento de serviços da empresa cresceu 14%, chegando a US$ 30 bilhões, enquanto wearables, casa e acessórios somaram US$ 11,4 bilhões no trimestre. A Apple ainda aposta em ampliar sua base com a integração da IA, especialmente na Siri, a partir da colaboração com o Google.
Smart TV Hisense QLED de 65 polegadas disponível com desconto na Amazon fora do Brasil
A Smart TV Hisense QLED de 65 polegadas oferece uma experiência visual de alta qualidade com tela 4K UHD e tecnologia QLED, destacando cores vibrantes e brilho intenso. Ela conta com inteligência artificial para otimizar imagens e som Dolby Atmos para um áudio imersivo.
Além disso, o modelo é ideal para gamers, com Modo Jogo PRO de 144Hz e AMD FreeSync Premium, garantindo fluidez e reduzindo atrasos. Seu sistema operacional Google TV facilita o acesso a aplicativos e permite controle por voz via Alexa.
Disponível por R$ 3.132,00 na Amazon, essa oferta é válida para mercados fora do Brasil e pode variar conforme o estoque. A TV é indicada para ambientes médios e grandes, proporcionando entretenimento completo para diferentes usos.
As Smart TVs assumem um papel central no entretenimento doméstico, reunindo filmes, séries, esportes e jogos em uma única tela. A Smart TV Hisense QLED de 65” oferece essa experiência com uma tela QLED 4K UHD que destaca cores vivas, brilho elevado e excelente uniformidade de imagem. Isso se traduz em uma exibição mais detalhada e natural dos conteúdos.
O modelo incorpora inteligência artificial para ajustar automaticamente o contraste, a nitidez e as cores de acordo com o tipo de programa, otimizando a qualidade visual. No som, a TV apresenta Dolby Atmos, que cria uma sensação mais imersiva e tridimensional, melhorando diálogos e efeitos sem a necessidade de caixas externas.
Dedicada ao público gamer, a Hisense conta com o Modo Jogo PRO de 144Hz, que proporciona movimentos suaves e mais rápidos. Além disso, o AMD FreeSync Premium minimiza cortes e atrasos na imagem, ideal para consoles e PCs modernos.
O sistema operacional usado é o Google TV, que facilita o acesso a aplicativos de streaming e sugere conteúdos personalizados. O suporte à Alexa permite usar comandos de voz para controlar funções básicas como ligar, trocar canais e ajustar volume. A conexão Wi-Fi garante acesso rápido e estável a serviços online.
Com dimensões de cerca de 145,3 cm de largura por 89,7 cm de altura com base, a TV é indicada para ambientes médios e grandes. A Smart TV Hisense QLED de 65” está disponível na Amazon por R$ 3.132,00, valor sujeito a alterações conforme o estoque.
GoodStorage alcança faturamento anual de R$ 300 milhões com expansão na logística urbana
O mercado de armazenagem urbana no Brasil cresce impulsionado pelo aumento do e-commerce e demandas por logística de proximidade. A GoodStorage registrou 40% de crescimento na receita em 2025, ultrapassando um faturamento anual de R$ 300 milhões e preservando mais de 22 mil contratos ativos após 12 anos de atuação.
A empresa inaugurou o condomínio logístico Park Lapa IV, com 39 mil metros quadrados, antes mesmo da abertura já apresentava 50% de ocupação. Isso evidencia a busca por soluções integradas próximas às principais vias de São Paulo para agilidade operacional.
Além disso, GoodStorage investe em construção de unidades de self storage no Itaim Bibi voltadas para pessoas físicas e pequenas empresas, com contratos flexíveis e localização estratégica. O foco está em soluções urbanas que atendem à necessidade de espaço e distribuição eficiente.
O mercado brasileiro de armazenagem urbana tem apresentado expansão impulsionada pelo crescimento do e-commerce e pela demanda por logística de proximidade. A GoodStorage registrou um aumento de 40% na receita em 2025, atingindo faturamento anual acima de R$ 300 milhões e mantendo mais de 22 mil contratos ativos após 12 anos de operação.
A empresa inaugurou o condomínio logístico Park Lapa IV, na Marginal Tietê, com 39 mil metros quadrados divididos entre Galpões Urbanos e Flexíveis. Antes mesmo da abertura oficial, o condomínio alcançou mais de 50% de ocupação, refletindo a procura por soluções integradas e localizadas próximas às principais vias da capital paulista.
No setor de self storage, a GoodStorage iniciou a construção de duas novas unidades no Itaim Bibi, região comercial e residencial densa em São Paulo. Essas unidades são direcionadas para pessoas físicas e pequenas empresas que necessitam otimizar espaço com contratos flexíveis e localização central.
O CEO Thiago Cordeiro destaca que a estratégia da empresa é ocupar áreas centrais, entendendo a dinâmica urbana para oferecer soluções que atendam à necessidade de espaço e distribuição eficiente. O crescimento obtido indica a demanda por galpões próximos ao consumidor para redução de deslocamentos e agilidade operacional.
Com investimentos focados em infraestrutura de alto padrão e ativos próprios, a GoodStorage mantém sua atuação para acompanhar o adensamento das cidades e a evolução da logística de proximidade no Brasil.
Bitcoin como alternativa entre liquidez e instabilidade política no Brasil
O Bitcoin encerrou 2025 com uma leve queda, enquanto mercados tradicionais como o Ibovespa apresentaram alta. O interesse institucional por criptomoedas cresce: 55% dos hedge funds globais já investem nesse mercado, com alocações médias de 7%, mostrando maior confiança dos investidores profissionais.
O comportamento do Bitcoin hoje responde mais a fatores macroeconômicos, como liquidez e riscos geopolíticos. Nos Estados Unidos, a combinação de inflação controlada e estímulos monetários reforça seu papel como ativo de retorno em períodos de liquidez elevada. No cenário atual, o Bitcoin é visto como complemento a metais preciosos, oferecendo proteção patrimonial sem substituí-los.
Relatórios indicam que o Bitcoin tende a valorizar após eventos políticos relevantes, com muita demanda institucional. Assim, torna-se uma peça estratégica em portfólios que buscam proteção e crescimento, aproveitando tanto a liquidez quanto a instabilidade política global.
O Bitcoin fechou 2025 com queda discreta, enquanto mercados tradicionais, como o Ibovespa, registraram alta. Apesar disso, a presença do ativo no portfólio de investidores institucionais cresce: 55% dos hedge funds globais já investem em criptoativos, com uma alocação média em torno de 7%, indicando maior interesse do capital profissional.
O mercado de criptomoedas vem deixando para trás o conceito de ciclos fixos baseados no halving. Hoje, o Bitcoin reage mais a movimentos macroeconômicos, especialmente à liquidez e ao aumento dos riscos globais. Nos Estados Unidos, menores índices de inflação e sinais de expansão de liquidez reforçam o papel do ativo como uma aplicação que pode oferecer alto retorno em ambientes de estímulo monetário.
Ao mesmo tempo, a instabilidade geopolítica tem impulsionado o interesse em ativos que protejam patrimônio. Nesse cenário, o Bitcoin começa a ser visto ao lado do ouro e prata, funcionando como um ativo complementar, mas sem substituir os metais preciosos tradicionais, graças à sua resistência a interferências estatais.
Relatórios da BlackRock indicam que o Bitcoin tende a valorizar em média 38,8% nos dois meses seguintes a eventos geopolíticos relevantes. A demanda institucional supera a oferta do ativo, e a maioria dos gestores financeiros confirma a intenção de manter ou ampliar a exposição em criptomoedas.
Assim, o Bitcoin é hoje um elemento estratégico, beneficiando-se tanto do aumento da liquidez quanto do aumento da instabilidade, cabendo como uma peça que combina proteção e crescimento em portfólios profissionais.
Poco M8 5G é lançado no Brasil com recarga rápida e três opções de cores
A Poco anunciou a chegada oficial do Poco M8 5G ao mercado brasileiro. O modelo traz uma tela AMOLED de 6,77 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e bateria de 5.520 mAh com recarga rápida de 45W.
Disponível em três cores — preta, prata e verde — o smartphone conta com processador Snapdragon 6 Gen 3 e 8 GB de RAM. O aparelho também oferece resistência IP66 e câmeras traseiras de 50 MP.
Esse lançamento reforça a entrada da Poco no segmento intermediário brasileiro, trazendo especificações que melhoram a experiência do usuário em entretenimento e desempenho, além de opções diversificadas de armazenamento e design.
A Poco confirmou a chegada dos smartphones Poco M8 5G e Poco M8 Pro 5G ao mercado brasileiro. Ambos fazem parte da linha intermediária e focam em aprimorar a experiência de entretenimento, com destaque para melhorias na tela e bateria. Os aparelhos serão vendidos nas cores preta, prata e verde, oferecendo opções de armazenamento de 256 GB ou 512 GB.
O Poco M8 5G se destaca pela espessura de 7,35 mm, incomum para celulares dessa categoria, e conta com uma tela Flow AMOLED de 6,77″ com 120 Hz e brilho de até 3.200 nits. Ele é equipado com processador Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, 8 GB de RAM, bateria de 5.520 mAh com recarga de 45W e câmeras traseiras de 50 MP e 2 MP para profundidade, além de sensor frontal de 20 MP. O modelo oferece resistência IP66 e alto-falantes duplos compatíveis com Dolby Atmos.
Já o Poco M8 Pro 5G apresenta tela maior, de 6,83″ com resolução 1,5K e suporte a Dolby Vision e HDR10+. Conta com processador Qualcomm Snapdragon 7s Gen 4, chip Surge T1S para melhor sinal, 8 GB ou 12 GB de RAM e bateria de 6.500 mAh com carga rápida de 100W. As câmeras traseiras são uma principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS) e uma ultra-wide de 8 MP, e a frontal tem 32 MP. O aparelho tem certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K.
Os preços ainda não foram divulgados oficialmente, embora ambos os modelos já possam ser encontrados em importação no Brasil.
Kevin Warsh é apontado por economistas como figura com credibilidade institucional e perfil conservador
Kevin Warsh, ex-membro do Federal Reserve, foi indicado como possível novo presidente do banco central dos EUA. Sua experiência inclui a gestão durante a crise de 2008. Economistas destacam sua credibilidade institucional e perfil conservador, sem expectativas de mudanças bruscas na política monetária.
Se aprovado pelo Senado, Warsh substituirá Jerome Powell e deve manter uma postura cautelosa, conciliando proteção contra inflação e apoio a cortes nos juros. O mercado espera que ele atue para reduzir a taxa básica para níveis entre 2,5% e 2,75%, influenciado por fatores econômicos atuais.
A indicação de Warsh sinaliza uma continuidade na política econômica alinhada às orientações do governo Trump. Seu histórico sugere uma liderança equilibrada, buscando ajustes econômicos sem causar instabilidade no mercado.
O anúncio de Kevin Warsh como possível novo presidente do Federal Reserve (Fed) chamou atenção do mercado nesta sexta-feira (30). Ex-membro do banco central dos EUA entre 2006 e 2011, Warsh é conhecido por sua experiência durante a crise financeira de 2008, participando de decisões cruciais na política monetária.
Se aprovado pelo Senado, Warsh deve assumir o cargo em maio, sucedendo Jerome Powell. Sua indicação é vista como uma escolha com credibilidade institucional, alinhada ao perfil conservador, sem causar grandes rupturas na gestão do Fed.
Atualmente, os juros nos EUA estão entre 3,5% e 3,75%, e o mercado espera cortes, com possibilidade de chegarem a 3%. Warsh tem histórico de postura hawkish, mais propenso a proteger a economia contra pressões inflacionárias, mas também tem sinalizado apoio a cortes de juros mais rápidos, seguindo a pressão do governo de Donald Trump.
O economista Gustavo Cruz, da RB Investimentos, destaca que Warsh deverá buscar uma queda dos juros para níveis próximos a 2,5% a 2,75%, considerando fatores como o impacto da Inteligência Artificial na produtividade econômica. Contudo, esse argumento enfrenta críticas, já que o setor tem demandado altos investimentos, podendo influenciar a inflação de forma contrária.
Warsh é considerado por Trump um nome de confiança, principalmente após ter demonstrado apoio a pontos centrais da agenda econômica atual, incluindo críticas à gestão de Powell. Com isso, o Fed pode seguir mais de perto as orientações presidenciais, buscando uma política monetária adaptada às demandas do governo.
TGAR11 cai 14% em três dias: principais motivos e o que os investidores devem considerar
O fundo imobiliário TGAR11 sofreu uma queda de 14% em três dias, motivada pela redução na estimativa de rendimentos para entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota, afetada pela alta da taxa Selic e o impacto no ritmo das vendas.
Mesmo com diversificação, o fundo teve receitas reduzidas devido ao ciclo de alta dos juros, atrasos em repasses financeiros e adiamento de pagamentos relacionados a loteamentos. O patrimônio líquido do TGAR11 é superior a R$ 2,5 bilhões, com a maioria dos ativos em fase avançada de obras.
A gestora aposta em marketing digital e reforço nas vendas para manter a comercialização. O rendimento estimado para o primeiro semestre de 2026 varia entre 10,5% e 15%, mostrando potencial para investidores com perfil mais arrojado diante da possível queda dos juros.
O fundo imobiliário TG Ativo Real (TGAR11) sofreu uma queda de mais de 14% em apenas três dias. Essa baixa foi motivada principalmente pela revisão para baixo da estimativa de rendimentos, que agora fica entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota. A redução do guidance reflete os efeitos da taxa Selic alta, que tem impacto direto no ritmo de vendas das incorporações.
De acordo com o analista André Oliveira, mesmo com a diversificação dos ativos, o fundo não conseguiu evitar a redução da receita causadas pelo ciclo de alta de juros. A situação piorou no fim de 2025, com atrasos nos repasses financeiros de unidades vendidas e adiamento dos pagamentos relacionados a loteamentos Cipasa e NovaColorado.
O TGAR11 conta com patrimônio líquido superior a R$ 2,5 bilhões, investidos em 177 ativos, dos quais 141 são projetos imobiliários, que respondem por 83% do patrimônio e 85% da receita do fundo. Apesar do cenário atual, mais de 72% desses projetos apresentam obras avançadas, o que diminui o risco de execução.
A gestora intensifica esforços em marketing digital e reforça equipe de vendas para tentar manter o ritmo comercial, enquanto as taxas de juros não se estabilizam. O fundo não possui incentivos do programa Minha Casa Minha Vida, o que influencia as oscilações nas vendas.
O novo rendimento estimado para o primeiro semestre de 2026 varia entre 10,5% e 15%, tornando o fundo atraente para investidores mais arrojados, principalmente no cenário de possível queda dos juros no ano que vem.
Ex-engenheiro do Google é condenado por espionagem envolvendo segredos de IA para empresas chinesas
Linwei Ding, ex-engenheiro do Google, foi condenado em San Francisco por roubar segredos relacionados à inteligência artificial para empresas chinesas. O julgamento concluiu que ele cometeu espionagem econômica e entrega de informações sigilosas.
Ding copiou dados importantes sobre infraestrutura e software usados em IA no Google, com o objetivo de favorecer concorrentes chineses. O caso é parte do esforço dos EUA contra o roubo tecnológico de alta relevância.
O ex-engenheiro enfrenta até 15 anos de prisão e multas elevadas. A decisão ressalta os desafios das empresas de tecnologia com a proteção de seus dados em um cenário global competitivo.
Linwei Ding, ex-engenheiro do Google, foi condenado em San Francisco por roubar segredos relacionados à inteligência artificial para beneficiar empresas chinesas. O julgamento, que durou 11 dias, considerou Ding culpado de espionagem econômica e roubo de informações confidenciais.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Ding copiou milhares de páginas contendo dados sobre a infraestrutura de hardware e a plataforma de software usada para treinar modelos de IA nos data centers do Google. Esses projetos visavam garantir vantagem competitiva contra rivais como Amazon e Microsoft, além de reduzir a dependência da empresa em chips da Nvidia.
O ex-engenheiro ingressou no Google em 2019 e começou a roubar informações três anos depois, quando foi aliciado por uma startup chinesa. Ele enfrentará penas que incluem até 15 anos de prisão por cada acusação de espionagem econômica e multas elevadas.
O processo faz parte do esforço governamental americano contra o roubo tecnológico, coordenado pela força-tarefa chamada Disruptive Technology Strike Force, criada em 2023. O Google cooperou com as autoridades, mas a empresa não foi acusada no caso.
Ding deverá comparecer a uma audiência preliminar no início de fevereiro, e seu advogado ainda não se pronunciou sobre o veredito. O caso ressalta os desafios crescentes das empresas de tecnologia diante do vazamento de informações sobre inteligência artificial e o esforço internacional para proteger essas tecnologias.
Descoberta na Grécia revela as ferramentas de madeira mais antigas já encontradas
Pesquisadores encontraram na Grécia as ferramentas de madeira mais antigas já registradas, com cerca de 430 mil anos. A descoberta ocorreu na região de Megalópolis e revela que humanos primitivos dominavam a fabricação dessas ferramentas muito antes do que se pensava.
As peças foram encontradas junto a fósseis de elefantes, hipopótamos e tartarugas, indicando que foram produzidas por neandertais ou Homo heidelbergensis. Isso amplia nosso entendimento sobre o uso de materiais como madeira, osso e pedras nessa época.
Essas evidências mostram que as primeiras habilidades tecnológicas humanas surgiram no Pleistoceno Médio, reforçando a evolução da inteligência humana bem antes do Homo sapiens.
Pesquisadores encontraram na Grécia as mais antigas ferramentas de madeira já registradas, com cerca de 430 mil anos. Essa descoberta, feita na região de Megalópolis, revela que nossos antepassados dominavam a fabricação de instrumentos bem antes do que se pensava. Entre os objetos, há um bastão entalhado usado possivelmente para escavação, que foi identificado graças a marcas de corte e entalhe.
Essas ferramentas de madeira foram achadas em um sítio minerado de carvão, junto a fósseis de animais como elefantes, hipopótamos e tartarugas. A análise indica que os artefatos foram produzidos por neandertais ou pelo Homo heidelbergensis, antecessores do Homo sapiens.
Paralelamente, na Inglaterra, arqueólogos identificaram um martelo de osso de elefante ou mamute datado de 500 mil anos. Essa peça de 10 cm de comprimento é um dos mais antigos exemplos de ferramentas feitas de osso usadas para lascar pedras, segundo análise recente de especialistas do Museu de História Natural de Londres.
As descobertas ampliam o entendimento da capacidade tecnológica dos primeiros humanos e da diversidade dos materiais usados, como madeira, osso e sílex, para criar ferramentas. A escassez de artefatos desse tipo pode se explicar pelo frágil estado de preservação desses materiais orgânicos ao longo do tempo.
Esses estudos fornecem pistas valiosas sobre a evolução da inteligência humana, indicando que habilidades para moldar objetos complexos já existiam no Pleistoceno Médio, muito antes do surgimento do Homo sapiens.
Rede de supermercados no interior paulista elimina escala 6×1 a partir de 2026
A rede Savegnago, no interior de São Paulo, vai substituir a escala 6×1 pelo modelo 5×2 em suas unidades a partir de janeiro de 2026. Essa mudança será aplicada em cidades como Campinas, Sumaré e Hortolândia, visando maior equilíbrio entre trabalho e descanso, sem comprometer a operação.
Outros setores, como a hotelaria, também adotam jornadas reduzidas para melhorar a qualidade de vida dos funcionários. Apesar desse movimento, a alteração no modelo 6×1 ainda depende de aprovação legislativa, o que pode atrasar a oficialização da mudança.
O tema ganha força no governo e no mercado, indicando uma possível transformação nas relações de trabalho no Brasil em médio prazo.
A discussão sobre a adoção do modelo 6×1 nas jornadas de trabalho ganhou espaço nas redes e conversas cotidianas. Enquanto o governo federal ainda avalia mudanças nas normas, empresas como o Savegnago, no interior de São Paulo, já começam a aplicar a escala 5×2 — cinco dias trabalhados seguidos por dois de descanso — ampliando esse formato para diversas unidades a partir de janeiro de 2026. O objetivo é oferecer uma rotina mais equilibrada, mantendo a eficiência operacional.
A mudança inclui lojas em cidades como Campinas, Sumaré e Hortolândia, além das unidades Paulistão Atacadista em Barretos, Sertãozinho e Franca. Com mais de 13 mil funcionários em 21 municípios, o Grupo Savegnago projeta alcançar 79 lojas até o fim de 2026.
Outros setores também seguem tendências similares. O tradicional Copacabana Palace, por exemplo, reduziu a jornada tradicional de 44 horas semanais, buscando minimizar o desgaste dos colaboradores e aumentar a qualidade de vida. Equipes como camareiras, garçons e chefs atuam sob esse novo formato, exceto a segurança, que mantém regime 12×36. Já o Palácio Tangará, em São Paulo, adotou a jornada após consulta interna, investindo cerca de R$ 2 milhões anuais para atender à preferência dos funcionários.
No âmbito legislativo, propostas para modificar a escala de trabalho avançam no Senado, tendo recebido sinal verde da Comissão de Constituição e Justiça. Ainda será preciso vencer etapas na Câmara e a sanção presidencial para que virem lei, o que indica que o fim do modelo 6×1 pode demorar a ser oficializado.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação