Brasil enfrenta baixo desemprego e recorde histórico de endividamento das famílias
Apesar do desemprego baixo e a inflação controlada, as famílias brasileiras acumularam o maior nível de endividamento já registrado, chegando a quase metade da renda anual comprometida com dívidas como cartão de crédito e empréstimos.
A inadimplência aumentou junto com os juros altos, que alcançam taxa média acima de 60% ao ano no crédito livre. Cartão de crédito lidera o crescimento das dívidas, refletindo facilidade e custo elevado.
Programas como Desenrola e Crédito ao Trabalhador tentam aliviar o impacto dessas dívidas, enquanto a expectativa é que a redução da Selic em 2026 melhore o acesso ao crédito e aqueça o comércio.
Apesar do baixo desemprego e da inflação controlada, as famílias brasileiras estão com o endividamento recorde, que já atinge 49,8% da renda anual. Segundo dados do Banco Central, esse é o maior nível desde o governo de Jair Bolsonaro, quando o índice chegou a 49,9% em julho de 2022. Isso quer dizer que quase metade do que as famílias ganham em um ano já está comprometida com dívidas, como financiamentos, empréstimos e cartão de crédito.
A inadimplência também registrou crescimento, chegando a 6,9% em dezembro de 2025 no crédito livre. Esse valor supera em 1,7 ponto percentual o registrado um ano antes, mostrando aumento no atraso de pagamentos.
Especialistas apontam que os juros altos, atrelados à Taxa Selic de 15% ao ano — o maior patamar desde 2006 —, impactam diretamente as condições de acesso e custo do crédito. No crédito livre às famílias, a taxa média ultrapassa 60% ao ano.
O cartão de crédito lidera o crescimento da dívida, com as famílias devendo 17,1% a mais nesta modalidade em 2025. O fato reflete a facilidade e conveniência desse tipo de crédito para o consumidor, mesmo com o custo elevado.
Iniciativas como o programa Desenrola e o Crédito ao Trabalhador, que oferece empréstimo consignado privado com juros mais baixos, têm ajudado a mitigar a pressão sobre o endividamento. A expectativa é de que, com a redução da taxa Selic a partir de março de 2026, o cenário do crédito no país comece a melhorar, beneficiando também o comércio varejista.
Elon Musk planeja fusão entre SpaceX e xAI e cria X Corp?
Elon Musk está negociando a fusão entre a SpaceX e a startup de inteligência artificial xAI. A operação poderá envolver troca de ações entre as duas companhias privadas, aumentando as chances de um IPO maior para a SpaceX, previsto para este ano.
A fusão reuniria foguetes, satélites da Starlink, a rede social X e o chatbot Grok sob um único grupo, possivelmente chamado X Corp. O movimento une negócios variados de Musk e reforça seu investimento em IA, incluindo um aporte recente de US$ 2 bilhões.
Além disso, Musk anunciou a suspensão de dois modelos da Tesla para focar no desenvolvimento do robô Optimus, com produção planejada para até 1 milhão de unidades anuais. A Tesla aposta na autonomia veicular e robótica como parte de sua nova estratégia.
A SpaceX, empresa de Elon Musk, está negociando uma fusão com a xAI, a startup de inteligência artificial do empresário, segundo reportagem da Reuters. A operação, que envolveria troca de ações entre as duas companhias de capital fechado, pode ampliar o IPO da SpaceX, previsto para este ano.
Essa união reuniria diferentes negócios sob um único guarda-chuva: os foguetes e satélites da Starlink, a plataforma de mídia social X, e o chatbot Grok da xAI. Para facilitar a transação, foram criadas duas entidades em Nevada, informou a fonte ligada à negociação.
A SpaceX é atualmente a empresa privada mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 800 bilhões, enquanto a xAI alcançou um valor de US$ 230 bilhões. O movimento sugere que Musk planeja integrar seus principais negócios, possivelmente criando algo como a X Corp.
Paralelamente, Musk anunciou o fim da produção de dois modelos da Tesla para focar no desenvolvimento do robô Optimus. A montadora planeja transformar sua fábrica na Califórnia para montar esse robô, com a meta de produzir até 1 milhão de unidades por ano.
Apesar de estar em fase inicial, o Optimus é parte da nova estratégia da Tesla, que se apresenta agora como uma “companhia de AI físico”. A empresa também anunciou investimento de US$ 2 bilhões na xAI para reforçar o desenvolvimento da inteligência artificial.
O foco na inteligência artificial e na robótica marca uma mudança no caminho de Musk, que pretende que os veículos da Tesla sejam cada vez mais autônomos, incluindo a produção em série dos robo-táxis ainda neste ano.
Uso prolongado de melatonina pode causar riscos à saúde cardíaca, alerta estudo
Pesquisa recente mostrou que o uso de melatonina por mais de um ano eleva em até 90% o risco de insuficiência cardíaca. Além disso, a chance de hospitalização por problemas cardíacos aumenta em 250%, e a mortalidade por qualquer causa pode dobrar.
Apesar de ser vendida sem receita, a melatonina é um hormônio importante para o sono e outras funções do corpo. O uso sem orientação médica pode causar sonolência, tonturas e outros efeitos colaterais, principalmente quando a dose recomendada é ultrapassada.
Especialistas indicam que a melatonina deve ser usada apenas em casos específicos, com acompanhamento profissional. Para tratar insônia, terapias comportamentais e hábitos saudáveis são opções mais seguras e eficazes.
Embora melatonina seja vendida sem prescrição pela Anvisa, seu uso sem acompanhamento médico pode trazer riscos importantes. Um estudo preliminar apresentado em 2025 pela Associação Americana do Coração analisou mais de 130 mil pacientes e identificou que pessoas que usaram a melatonina por pelo menos um ano tiveram até 90% mais chances de desenvolver insuficiência cardíaca.
Além disso, o risco de hospitalização por essa condição foi 250% maior, e a probabilidade de morte por qualquer causa duplicou em comparação a quem não utilizou o hormônio. Esses números sugerem uma forte associação entre o uso prolongado da melatonina e problemas cardiovasculares, embora não comprovem relação de causa direta.
Apesar da classificação como suplemento alimentar, a melatonina é um neuro-hormônio fundamental para regular o ciclo sono-vigília, produzido pela glândula pineal em resposta à escuridão. Sua função vai além do sono, atuando em processos antioxidantes, imunológicos e no equilíbrio biológico.
O uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais como sonolência diurna, tontura e dor de cabeça. Superar a dose recomendada de 0,21 mg pela Anvisa aumenta riscos de acúmulo no organismo e possíveis complicações a longo prazo.
A melatonina é indicada apenas para casos específicos, como distúrbios do ritmo circadiano e deficiência em pessoas cegas. O tratamento para insônia geralmente é mais eficaz e seguro com terapia comportamental e hábitos saudáveis, como higiene do sono e atividade física.
Especialistas alertam que o acompanhamento médico é importante para evitar o uso indevido da melatonina e seus possíveis impactos na saúde.
Data e hora da segunda parte da 4ª temporada de Bridgerton na Netflix
A segunda parte da quarta temporada de Bridgerton estreia na Netflix no dia 26 de fevereiro, às 5h da manhã, no horário de Brasília. Este volume traz mais quatro episódios que continuam a trama iniciada na primeira metade lançada em 29 de janeiro.
A temporada adapta o livro “Um Distinto Cavalheiro” e acompanha Benedict Bridgerton e Sophie Baek, cuja relação promete mudanças importantes. A série mantém seu estilo que mistura elementos históricos com toques modernos, cativando o público.
Fãs da série devem se preparar para o lançamento sem spoilers e acompanhar a continuação da narrativa que explora os desafios sociais e emocionais dos personagens nesta fase da história.
O mês de fevereiro traz a segunda parte da Temporada 4 de Bridgerton na Netflix, que segue o formato dividido em dois volumes para manter o interesse dos fãs. A primeira metade, com 4 episódios lançados em 29 de janeiro, foca na jornada de Benedict Bridgerton e seu encontro com Sophie Baek, personagem que pode mudar seu status de solteirão.
O Volume 2 da temporada estreia no dia 26 de fevereiro, também com 4 episódios, que chegam ao streaming às 5h da manhã, horário de Brasília. Cada episódio tem duração superior a uma hora, aprofundando a história iniciada na primeira parte.
Esta temporada adapta o livro Um Distinto Cavalheiro, que entrou na cronologia da série em uma ordem diferente da publicação original, para se adequar melhor à narrativa da Netflix. Na trama, Benedict começa resistente a se comprometer, mas a descoberta de sua parceira durante um baile de máscaras mexe com seus planos.
Sophie, a Dama de Prata, enfrenta desafios ligados à sua posição social e hesitações amorosas, criando um conflito que guia o desenrolar dos episódios do segundo volume. A série mantém o equilíbrio entre elementos históricos e toques modernos, característica que agrada o público.
Os fãs que querem acompanhar os lançamentos sem spoilers devem programar o despertador para o dia 26, quando a segunda parte estará disponível na íntegra.
Como a visão de Steve Jobs impulsionou a trajetória da Apple
A Apple foi fundada na união das habilidades técnicas de Steve Wozniak com a visão comercial de Steve Jobs. Juntos, eles criaram produtos que transformaram o mercado e levaram a empresa a se tornar a primeira big tech a alcançar valor de mercado de US$ 3 trilhões.
Nos anos 1970, eles desenvolveram a blue box, um dispositivo que explorava falhas nas redes telefônicas, mostrando o potencial comercial e de inovação. A trajetória da Apple inclui desafios como a saída temporária de Jobs, seu retorno e a formulação de uma nova estratégia que reposicionou a empresa globalmente.
A Apple nasceu da parceria entre Steve Wozniak e Steve Jobs, que combinavam habilidades técnicas e visão comercial para criar produtos que mudaram o mercado. Antes dos lançamentos icônicos, a empresa passou por ciclos de inovação, erros e ousadia que a levaram a ser a primeira big tech a alcançar valor de mercado de US$ 3 trilhões.
Nos anos 1970, Wozniak criou uma versão digital da blue box, aparelho que explorava falhas nas redes telefônicas. Jobs enxergou o potencial comercial e juntos venderam o dispositivo para estudantes universitários, enquanto se divertiam pregando peças, como a ligação para o Vaticano, onde Wozniak simulou ser Henry Kissinger.
Esse episódio mostrou que suas ideias tinham impacto real e controle sobre uma infraestrutura bilionária. Após o sucesso dos primeiros computadores, a Apple abriu capital em 1980, atingindo US$ 1,7 bilhão. Porém, disputas internas e o foco de Jobs em tecnologias como interface gráfica criaram tensões que o levaram a deixar a empresa em 1985.
Jobs fundou a NeXT e, enquanto isso, a Apple enfrentava dificuldades. Seu retorno foi decisivo para reposicionar a empresa. Ele trouxe uma nova estratégia que culminou em produtos que reposicionaram a Apple no mercado global, transformando-a na big tech reconhecida mundialmente.
Detalhes dessa trajetória estão registrados no episódio mais recente do Tech Riders, que explora a história de como Jobs salvou a Apple e definiu os rumos da tecnologia.
Animal Crossing: New Horizons ganha atualização 3.0 com novidades para a ilha
Quase seis anos após o lançamento, Animal Crossing: New Horizons recebeu a atualização 3.0, que traz novidades gratuitas para a rotina da ilha e novas formas de progresso. Entre as novidades estão o sistema de bulk crafting, que permite criar vários itens ao mesmo tempo, e um hotel comunitário com missões e eventos sazonais.
O update adicionou também ilhas especiais para explorar com biomas raros e desafios, além de parcerias temáticas com outras franquias da Nintendo. No Switch 2, um pacote extra com melhorias visuais e funcionalidades exclusivas está disponível por R$ 30.
Essas novidades renovam o interesse dos jogadores veteranos e facilitam a entrada de novos, oferecendo conteúdo diversificado e melhorias aguardadas por muito tempo.
Quase seis anos após o lançamento, Animal Crossing: New Horizons ganhou o update 3.0, uma atualização gratuita que trouxe mudanças à rotina da ilha e novas formas de progressão. Além disso, para quem tem o Switch 2, um pacote extra oferece melhorias visuais e funcionalidades exclusivas. O update adicionou o sistema de bulk crafting, permitindo criar vários itens ao mesmo tempo e evitando repetições manuais.
O novo hotel comunitário funciona como um espaço social, com missões diárias, eventos sazonais e a recepção de personagens especiais. Nas viagens com o Dodo Airlines, ilhas especiais com biomas raros, desafios e recursos exclusivos aumentam o incentivo à exploração. A atualização também incluiu parcerias temáticas com outras franquias da Nintendo e marcas, ampliando as opções de personalização e eventos no calendário do jogo.
No Switch 2, o pacote de melhoria eleva a qualidade gráfica com texturas mais detalhadas, iluminação aprimorada e maior fluidez nos movimentos. Entre as novidades, o uso do microfone integrado permite comunicação por voz sem aplicativos externos, e o Joy-Con direito funciona como um mouse para facilitar navegação. O hardware do novo console garante carregamentos mais rápidos e estabilidade em sessões online repletas de detalhes.
O pacote extra custa R$ 30 para quem já tem o jogo e pode ser interessante para quem pretende investir muitas horas na ilha. O update 3.0 renova o interesse dos veteranos e torna o game mais acessível para iniciantes, oferecendo conteúdo diversificado e melhorias esperadas há anos.
PicPay abre capital na Nasdaq e destaca oportunidades para empresas brasileiras
O PicPay realizou sua oferta pública inicial (IPO) na Nasdaq em 29 de janeiro, entrando para o mercado financeiro dos Estados Unidos. A empresa captou US$ 499 milhões com a precificação das ações a US$ 19 cada. Esta movimentação ocorre após a estreia do Nubank em 2021, marcando nova fase para negócios brasileiros na bolsa americana.
O processo contou com a coordenação de grandes bancos e envolveu reforço na governança e equipe para ganhar confiança dos investidores. O CEO Eduardo Chedid afirmou que a preparação começou em 2021, focando em entregar resultados concretos. A fintech prevê crescer em receita, lucro e escala, e planeja mudar de nome na Nasdaq em 2026.
Esta abertura de capital ajuda a superar desafios de liquidez no mercado doméstico e atrair investidores internacionais. O PicPay busca consolidar sua presença global e incentivar outras empresas brasileiras a explorar oportunidades fora do Brasil.
O PicPay entrou finalmente na Nasdaq em 29 de janeiro, celebrando sua oferta pública inicial (IPO) no centro financeiro de Nova York. O lançamento marca a retomada das empresas brasileiras nos mercados americanos, após 2021, quando o Nubank abriu capital na mesma bolsa. O PicPay foi listado sob o código “PICS” e precificou suas ações a US$ 19, captando US$ 499 milhões, no topo da faixa esperada.
O processo de listagem contou com a coordenação dos bancos Citigroup, BofA Securities e RBC Capital Markets, e incluiu uma opção para venda adicional de ações. A fintech, controlada pela família Batista, enfrentou desafios para garantir a governança, transparência e fortalecimento da equipe, fatores essenciais para ganhar a confiança dos investidores.
O CEO Eduardo Chedid destacou que a preparação para o IPO começou em 2021 e envolveu entregar o que foi prometido aos investidores. O foco atual inclui crescimento de receita, lucro e escala, que são exigências primordiais para fintechs no mercado atual mais seletivo. Também está prevista a mudança de nome da empresa na Nasdaq para PicS N.V. em 2026.
Este movimento surge em um contexto de liquidez reduzida no mercado brasileiro e competição com a renda fixa, com a listagem no exterior atraindo investidores de longa data e melhorando a liquidez das ações. O PicPay aponta para um novo capítulo em sua trajetória, consolidando sua presença internacional e abrindo portas para outras empresas brasileiras.
PT determina mobilização para reeleição de Lula e ampliação no Congresso
O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou sua base para uma mobilização intensa visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. A legenda também quer ampliar suas bancadas na Câmara e no Senado, fortalecendo o apoio parlamentar ao governo.
A resolução do PT destaca a importância desse pleito como fundamental para consolidar a democracia e combater o bolsonarismo, além de fortalecer um projeto político comprometido com a redução das desigualdades e o desenvolvimento sustentável do país.
Lideranças do partido, incluindo a ministra Gleisi Hoffmann, sinalizam participação estratégica nas eleições para garantir uma base sólida no Congresso. O PT reforça que a eleição será uma grande batalha política para o país reafirmar seu compromisso com a justiça social.
O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu mobilização de sua base para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ampliar sua presença no Congresso e conquistar governadores. A Executiva Nacional do PT classificou o pleito de 2026 como um momento “histórico” e destacou que a reeleição de Lula é essencial para “consolidar a democracia” e combater o bolsonarismo, definido como uma vertente do fascismo no Brasil.
O documento reforça a importância de eleger uma maioria parlamentar na Câmara e no Senado que apoie o projeto político iniciado no governo atual, orientado para reduzir desigualdades e buscar um desenvolvimento nacional sustentável e soberano. A legenda ressalta que a eleição será a “grande batalha política de 2026” e que o país deve reafirmar seu compromisso com a democracia e a justiça social.
Na véspera, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também falou sobre esse “momento histórico” e ressaltou a necessidade de que chefs do partido, como o ministro da Fazenda Fernando Haddad, estejam na disputa eleitoral, ainda que ele resista aos apelos. A ministra mudou seus próprios planos para concorrer ao Senado, realinhando-se ao chamado do partido.
O PT não exige formalmente que lideranças sejam candidatas, porém evidencia que essa participação é estratégica para construir uma base parlamentar ampla e garantir o avanço do projeto político alinhado ao governo Lula, enfrentando o bolsonarismo e fortalecendo a democracia.
IRB anuncia criação de seguradoras para danos gerais e vida e previdência
O IRB está planejando o futuro com a criação de duas novas seguradoras, uma para danos gerais e outra para vida e previdência. A expectativa é obter autorização da SUSEP e iniciar as operações até o fim deste semestre.
A iniciativa visa fortalecer o segmento de resseguros local e aproveitar sinergias para reduzir custos no setor de vida e previdência. O IRB pretende recuperar o mercado nacional, que teve grande parte dos prêmios cedidos para o exterior desde 2017.
Com índices sólidos de solvência e lucro recuperado, a empresa espera crescer e investir nas novas subsidiárias, garantindo maior capacidade de atendimento e retorno financeiro a partir de 2025.
Quase seis anos após os problemas contábeis que marcaram sua história, o IRB começa a focar em seu futuro. Segundo o CEO Marcos Falcão, “o turnaround acabou” e a expectativa é apresentar resultados sólidos e geração de caixa a partir de 2025. A companhia planeja a abertura de duas seguradoras: uma para danos gerais de grande risco e outra para vida e previdência, ambas com autorização da SUSEP prevista para funcionamento até o fim deste semestre.
A seguradora de danos gerais busca fortalecer o braço de resseguros do IRB. Desde 2017, multinacionais transferem operações para o exterior. Em 2024, 75% dos R$ 31,8 bilhões em prêmios cedidos foram exportados. O objetivo é recuperar esses prêmios oferecendo uma opção local com maior capacidade de resseguro na América Latina.
No segmento de vida e previdência, a abordagem será mais cautelosa, mirando aproveitamento das sinergias para redução de custos. Com a chegada de Ricardo Siquieri, ex-Gen Re, a expectativa é retomar o crescimento com um underwriting mais rigoroso, consolidando o negócio em poucos anos.
O IRB reportou lucro líquido acumulado no terceiro trimestre e conta com índice de solvência regulatória de 251%, o que possibilita o retorno da distribuição de dividendos, estimada em 25% do lucro líquido de 2025. Parte dos recursos será usada para investir nas novas seguradoras, cujo capital mínimo exigido é de R$ 18,5 milhões cada. Desde que Falcão assumiu, a empresa superou prejuízos e voltou a gerar lucro, incluindo R$ 372 milhões em 2024.
Influenciadores virtuais gerados por IA ganham espaço nas redes sociais brasileiras
Influenciadores digitais criados por inteligência artificial estão conquistando cada vez mais espaço nas redes sociais. Esses personagens virtuais ajudam marcas a atingir o público com menor risco reputacional e maior escala de produção de conteúdo.
O mercado global desses influenciadores deve crescer de US$ 8 bilhões para US$ 50 bilhões até 2030. No Brasil, exemplos como a Lu, mascote virtual da Magalu, comprovam o potencial desse segmento, que conta também com avatares para celebridades.
Além de reduzir custos e acelerar a criação de conteúdo, esses influenciadores oferecem novas formas de interação com o público. Especialistas reforçam que o interesse cresce, especialmente por personagens menos hiper-realistas para manter a credibilidade.
Personagens digitais gerados por inteligência artificial têm ganhado espaço nas redes sociais e no marketing digital. O mercado global desses influenciadores criados com IA deve alcançar cerca de US$ 50 bilhões (R$ 266 bilhões) até 2030, um crescimento significativo em relação aos US$ 8 bilhões estimados atualmente.
Um exemplo famoso é a Lu, mascote virtual da varejista Magalu, que possui mais de 8 milhões de seguidores no Instagram e ultrapassa 30 milhões em todas as plataformas. O sucesso da Lu evidencia a potencialidade desse segmento. Outro destaque mundial é Lil Miquela, personagem norte-americana com contratos com marcas como BMW e Prada.
A evolução da tecnologia permite criar esses influenciadores com menos recursos e equipes menores, aumentando a velocidade na produção de conteúdo. Na China, influenciadores virtuais já geraram vendas milionárias em plataformas de comércio eletrônico, impulsionando um crescimento projetado em 35% até 2030.
Empresas brasileiras também investem nesse mercado, como a FlyMedia, startup que foca na criação de influenciadores digitais por IA. A motivação principal das marcas está no menor risco reputacional e na possibilidade de aumentar a produção, já que esses personagens não enfrentam limitações humanas.
Celebridades como Sabrina Sato têm adotado avatares virtuais para ampliar sua presença digital. A empresa Biobots desenvolve personagens para personalidades públicas, que agora podem interagir e atender o público com “cérebros digitais”.
Especialistas destacam que o público está mais aberto a essas figuras, porém com preferência por estilos menos hiper-realistas para evitar problemas de credibilidade.
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Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação