PicPay abre capital na Nasdaq e destaca oportunidades para empresas brasileiras
O PicPay realizou sua oferta pública inicial (IPO) na Nasdaq em 29 de janeiro, entrando para o mercado financeiro dos Estados Unidos. A empresa captou US$ 499 milhões com a precificação das ações a US$ 19 cada. Esta movimentação ocorre após a estreia do Nubank em 2021, marcando nova fase para negócios brasileiros na bolsa americana.
O processo contou com a coordenação de grandes bancos e envolveu reforço na governança e equipe para ganhar confiança dos investidores. O CEO Eduardo Chedid afirmou que a preparação começou em 2021, focando em entregar resultados concretos. A fintech prevê crescer em receita, lucro e escala, e planeja mudar de nome na Nasdaq em 2026.
Esta abertura de capital ajuda a superar desafios de liquidez no mercado doméstico e atrair investidores internacionais. O PicPay busca consolidar sua presença global e incentivar outras empresas brasileiras a explorar oportunidades fora do Brasil.
O PicPay entrou finalmente na Nasdaq em 29 de janeiro, celebrando sua oferta pública inicial (IPO) no centro financeiro de Nova York. O lançamento marca a retomada das empresas brasileiras nos mercados americanos, após 2021, quando o Nubank abriu capital na mesma bolsa. O PicPay foi listado sob o código “PICS” e precificou suas ações a US$ 19, captando US$ 499 milhões, no topo da faixa esperada.
O processo de listagem contou com a coordenação dos bancos Citigroup, BofA Securities e RBC Capital Markets, e incluiu uma opção para venda adicional de ações. A fintech, controlada pela família Batista, enfrentou desafios para garantir a governança, transparência e fortalecimento da equipe, fatores essenciais para ganhar a confiança dos investidores.
O CEO Eduardo Chedid destacou que a preparação para o IPO começou em 2021 e envolveu entregar o que foi prometido aos investidores. O foco atual inclui crescimento de receita, lucro e escala, que são exigências primordiais para fintechs no mercado atual mais seletivo. Também está prevista a mudança de nome da empresa na Nasdaq para PicS N.V. em 2026.
Este movimento surge em um contexto de liquidez reduzida no mercado brasileiro e competição com a renda fixa, com a listagem no exterior atraindo investidores de longa data e melhorando a liquidez das ações. O PicPay aponta para um novo capítulo em sua trajetória, consolidando sua presença internacional e abrindo portas para outras empresas brasileiras.
PT determina mobilização para reeleição de Lula e ampliação no Congresso
O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou sua base para uma mobilização intensa visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. A legenda também quer ampliar suas bancadas na Câmara e no Senado, fortalecendo o apoio parlamentar ao governo.
A resolução do PT destaca a importância desse pleito como fundamental para consolidar a democracia e combater o bolsonarismo, além de fortalecer um projeto político comprometido com a redução das desigualdades e o desenvolvimento sustentável do país.
Lideranças do partido, incluindo a ministra Gleisi Hoffmann, sinalizam participação estratégica nas eleições para garantir uma base sólida no Congresso. O PT reforça que a eleição será uma grande batalha política para o país reafirmar seu compromisso com a justiça social.
O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu mobilização de sua base para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ampliar sua presença no Congresso e conquistar governadores. A Executiva Nacional do PT classificou o pleito de 2026 como um momento “histórico” e destacou que a reeleição de Lula é essencial para “consolidar a democracia” e combater o bolsonarismo, definido como uma vertente do fascismo no Brasil.
O documento reforça a importância de eleger uma maioria parlamentar na Câmara e no Senado que apoie o projeto político iniciado no governo atual, orientado para reduzir desigualdades e buscar um desenvolvimento nacional sustentável e soberano. A legenda ressalta que a eleição será a “grande batalha política de 2026” e que o país deve reafirmar seu compromisso com a democracia e a justiça social.
Na véspera, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também falou sobre esse “momento histórico” e ressaltou a necessidade de que chefs do partido, como o ministro da Fazenda Fernando Haddad, estejam na disputa eleitoral, ainda que ele resista aos apelos. A ministra mudou seus próprios planos para concorrer ao Senado, realinhando-se ao chamado do partido.
O PT não exige formalmente que lideranças sejam candidatas, porém evidencia que essa participação é estratégica para construir uma base parlamentar ampla e garantir o avanço do projeto político alinhado ao governo Lula, enfrentando o bolsonarismo e fortalecendo a democracia.
IRB anuncia criação de seguradoras para danos gerais e vida e previdência
O IRB está planejando o futuro com a criação de duas novas seguradoras, uma para danos gerais e outra para vida e previdência. A expectativa é obter autorização da SUSEP e iniciar as operações até o fim deste semestre.
A iniciativa visa fortalecer o segmento de resseguros local e aproveitar sinergias para reduzir custos no setor de vida e previdência. O IRB pretende recuperar o mercado nacional, que teve grande parte dos prêmios cedidos para o exterior desde 2017.
Com índices sólidos de solvência e lucro recuperado, a empresa espera crescer e investir nas novas subsidiárias, garantindo maior capacidade de atendimento e retorno financeiro a partir de 2025.
Quase seis anos após os problemas contábeis que marcaram sua história, o IRB começa a focar em seu futuro. Segundo o CEO Marcos Falcão, “o turnaround acabou” e a expectativa é apresentar resultados sólidos e geração de caixa a partir de 2025. A companhia planeja a abertura de duas seguradoras: uma para danos gerais de grande risco e outra para vida e previdência, ambas com autorização da SUSEP prevista para funcionamento até o fim deste semestre.
A seguradora de danos gerais busca fortalecer o braço de resseguros do IRB. Desde 2017, multinacionais transferem operações para o exterior. Em 2024, 75% dos R$ 31,8 bilhões em prêmios cedidos foram exportados. O objetivo é recuperar esses prêmios oferecendo uma opção local com maior capacidade de resseguro na América Latina.
No segmento de vida e previdência, a abordagem será mais cautelosa, mirando aproveitamento das sinergias para redução de custos. Com a chegada de Ricardo Siquieri, ex-Gen Re, a expectativa é retomar o crescimento com um underwriting mais rigoroso, consolidando o negócio em poucos anos.
O IRB reportou lucro líquido acumulado no terceiro trimestre e conta com índice de solvência regulatória de 251%, o que possibilita o retorno da distribuição de dividendos, estimada em 25% do lucro líquido de 2025. Parte dos recursos será usada para investir nas novas seguradoras, cujo capital mínimo exigido é de R$ 18,5 milhões cada. Desde que Falcão assumiu, a empresa superou prejuízos e voltou a gerar lucro, incluindo R$ 372 milhões em 2024.
Influenciadores virtuais gerados por IA ganham espaço nas redes sociais brasileiras
Influenciadores digitais criados por inteligência artificial estão conquistando cada vez mais espaço nas redes sociais. Esses personagens virtuais ajudam marcas a atingir o público com menor risco reputacional e maior escala de produção de conteúdo.
O mercado global desses influenciadores deve crescer de US$ 8 bilhões para US$ 50 bilhões até 2030. No Brasil, exemplos como a Lu, mascote virtual da Magalu, comprovam o potencial desse segmento, que conta também com avatares para celebridades.
Além de reduzir custos e acelerar a criação de conteúdo, esses influenciadores oferecem novas formas de interação com o público. Especialistas reforçam que o interesse cresce, especialmente por personagens menos hiper-realistas para manter a credibilidade.
Personagens digitais gerados por inteligência artificial têm ganhado espaço nas redes sociais e no marketing digital. O mercado global desses influenciadores criados com IA deve alcançar cerca de US$ 50 bilhões (R$ 266 bilhões) até 2030, um crescimento significativo em relação aos US$ 8 bilhões estimados atualmente.
Um exemplo famoso é a Lu, mascote virtual da varejista Magalu, que possui mais de 8 milhões de seguidores no Instagram e ultrapassa 30 milhões em todas as plataformas. O sucesso da Lu evidencia a potencialidade desse segmento. Outro destaque mundial é Lil Miquela, personagem norte-americana com contratos com marcas como BMW e Prada.
A evolução da tecnologia permite criar esses influenciadores com menos recursos e equipes menores, aumentando a velocidade na produção de conteúdo. Na China, influenciadores virtuais já geraram vendas milionárias em plataformas de comércio eletrônico, impulsionando um crescimento projetado em 35% até 2030.
Empresas brasileiras também investem nesse mercado, como a FlyMedia, startup que foca na criação de influenciadores digitais por IA. A motivação principal das marcas está no menor risco reputacional e na possibilidade de aumentar a produção, já que esses personagens não enfrentam limitações humanas.
Celebridades como Sabrina Sato têm adotado avatares virtuais para ampliar sua presença digital. A empresa Biobots desenvolve personagens para personalidades públicas, que agora podem interagir e atender o público com “cérebros digitais”.
Especialistas destacam que o público está mais aberto a essas figuras, porém com preferência por estilos menos hiper-realistas para evitar problemas de credibilidade.
Via Folha de S.Paulo
30/01/2026 às 06:45 - Tecnologia e Inovação
Por que os americanos não podem comprar certos carros elétricos acessíveis da China
O Xiaomi SU7 Max, sedã elétrico chinês, é testado como uma opção acessível e competitiva, mas não está disponível para compra nos Estados Unidos.
Isso ocorre devido a tarifas elevadas e preocupações dos EUA com segurança nacional e controle do mercado automotivo local.
Enquanto os EUA restringem esses modelos, o Brasil e outros mercados já começam a receber investimentos e conseguem acesso a veículos elétricos chineses.
Marques Brownlee, conhecido por seus reviews de tecnologia, testou por duas semanas o Xiaomi SU7 Max, um sedã elétrico disponível na China, mas não nos EUA. Com preço aproximado de US$ 42 mil no mercado americano, o veículo entrega uma experiência comparável a carros de US$ 75 mil a US$ 100 mil. A pergunta que fica é: por que um modelo tão competitivo não pode ser comprado nos Estados Unidos?
A resposta está nas barreiras políticas e de segurança nacional. Os EUA temem o uso dos dados coletados por carros chineses e também tentam proteger seu mercado de modelos “bons e baratos” que podem impactar as montadoras locais. Em 2024, uma tarifa de 100% foi imposta sobre veículos elétricos chineses, e programas de incentivo federal foram encerrados para frear a concorrência externa.
Enquanto as montadoras americanas, como General Motors e Ford, ajustam suas estratégias após perdas bilionárias em projetos elétricos e mudam suas linhas para produtos menos tecnológicos, marcas chinesas avançam em outros mercados. A Geely, por exemplo, sinaliza expansão para os EUA usando a estrutura da Volvo Cars. Ao mesmo tempo, no Brasil, modelos elétricos chineses têm conquistado espaço, com 19 marcas já atuando no país e investimentos de US$ 575 milhões em 2024.
Essa postura mostra que os Estados Unidos não rejeitam a tecnologia elétrica, mas controlam o acesso a ela baseado em interesses econômicos e geopolíticos. Assim, carros como o Xiaomi SU7 Max permanecem exclusivos para quem está fora do mercado americano.
Missão Artemis 2: pela primeira vez, Lua terá mulher, homem negro e estrangeiro na tripulação
A missão Artemis 2, prevista para decolar em 6 de fevereiro, marcará a volta dos humanos além da órbita terrestre desde 1972. A tripulação é formada por quatro astronautas, incluindo a primeira mulher a dar a volta na Lua, Christina Koch, o primeiro homem negro a realizar a façanha, Victor Glover, e o canadense Jeremy Hansen, o primeiro não americano nessa missão.
Essa diversidade inédita destaca um avanço na exploração espacial, liderada pela Agência Espacial Americana, que visa ampliar a presença humana além da Terra. A missão é um passo fundamental para futuros pousos lunares e a construção da estação orbital lunar Gateway, com participação de parceiros internacionais.
A missão Artemis 2 está programada para decolar em 6 de fevereiro e marcará um novo capítulo na exploração espacial, trazendo quatro astronautas rumo às imediações da Lua. O quarteto inclui Reid Wiseman como comandante, Victor Glover como piloto, e Christina Koch e Jeremy Hansen na função de especialistas de missão. Essa será a primeira vez, desde 1972, que humanos ultrapassam a órbita terrestre.
A composição da tripulação destaca a diversidade, com Christina Koch se tornando a primeira mulher a dar a volta ao redor da Lua, Victor Glover o primeiro homem negro a realizar a façanha e Jeremy Hansen, canadense, o primeiro não americano a participar desse tipo de missão lunar. O programa Artemis, liderado pela Agência Espacial Americana, tem fomentado parcerias internacionais e tem como objetivo ampliar a presença humana no espaço próximo.
Reid Wiseman, engenheiro e veterano da Estação Espacial Internacional, retornará ao espaço como comandante da missão. Já Victor Glover acumula experiência em voos espaciais e participou de missões na cápsula Crew Dragon da SpaceX. Christina Koch detém o recorde de maior permanência contínua de uma mulher no espaço, ultrapassando 328 dias em órbita. Jeremy Hansen, com formação em ciência espacial e física, realizará seu primeiro voo espacial na Artemis 2.
A missão Artemis 2 é um passo fundamental para futuros pousos lunares, previstos para 2028, e para estabelecer uma presença sustentável na Lua, incluindo parcerias que envolvem módulos criados pela Agência Espacial Europeia e a construção da estação orbital lunar Gateway.
Via Folha de S.Paulo
30/01/2026 às 06:41 - Sem Categoria
Ibovespa fecha semana com balanço de indicadores no Brasil, EUA, Europa e China
O Ibovespa encerrou a semana atento a indicadores econômicos relevantes do Brasil, Estados Unidos, Europa e China. No Brasil, o foco foi em dados como IGP-M, desemprego e saldo do Caged, que mostram o cenário do mercado local.
Na Europa, o PIB e a taxa de desemprego da Zona do Euro foram divulgados, enquanto nos EUA o índice PPI impactou a percepção global. Na China, dados dos PMIs industrial e composto auxiliaram na projeção econômica.
As bolsas americanas refletiram esse cenário, com quedas nas ADRs da Vale e no ETF do Ibovespa. Além disso, a notícia sobre o novo presidente do Federal Reserve e a joint-venture entre Chinalco, Rio Tinto e Votorantim mostraram o movimento global do mercado.
O Ibovespa fechou a semana sob análise de indicadores econômicos importantes do Brasil, Estados Unidos, Europa e China. No Brasil, a atenção está em dados como o IGP-M, balanço orçamentário, taxa de desemprego e o Caged, que revelam o panorama do mercado local.
Na Zona do Euro, o destaque vai para a divulgação do PIB e da taxa de desemprego, fundamentais para entender a situação econômica do bloco. Nos Estados Unidos, o índice PPI, que mede a inflação ao produtor, foi divulgado e deve influenciar a percepção do mercado global.
A China acompanha as divulgações dos PMIs industrial e composto, indicadores que avaliam a atividade econômica e auxiliam na projeção do desempenho comercial mundial.
Nas bolsas americanas, as ADRs da Vale recuaram 3,13%, cotadas a US$ 16,41 no pré-market, e o ETF que replica o Ibovespa (EWZ) caiu 1,15%, sendo negociado a US$ 37,68. Isso reflete o sentimento dos investidores diante das informações globais recentes.
Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que anunciará o nome do novo presidente do Federal Reserve nesta sexta-feira, informação que impacta os mercados financeiros mundialmente.
Outro ponto relevante foi o acordo firmado entre a Chinalco e Rio Tinto para adquirir a participação da Votorantim na CBA, numa transação de R$ 4,7 bilhões. A operação cria uma joint-venture que fortalecerá a presença das mineradoras no Brasil.
O cenário atual demonstra a interconexão do mercado brasileiro com eventos econômicos internacionais e movimentações corporativas, que influenciam a direção do Ibovespa e dos investidores.
Trump anuncia Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que Kevin Warsh será o novo presidente do Federal Reserve, substituindo Jerome Powell. A confirmação ocorreu durante evento no Kennedy Center, marcando o fim das especulações sobre o comando do banco central.
Kevin Warsh já atuou como membro do Conselho de Governadores do Fed, trazendo experiência para enfrentar desafios econômicos, como inflação e ajustes nas taxas de juros. A nomeação ocorre em momento delicado para a política monetária dos EUA.
O anúncio oficial deve esclarecer a visão de Warsh para a política econômica norte-americana e indicar possíveis mudanças estratégicas. A decisão impacta diretamente os mercados financeiros e a economia global.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve anunciar nesta sexta-feira a escolha de Kevin Warsh para assumir a presidência do Federal Reserve, substituindo Jerome Powell. A informação foi divulgada por fontes da imprensa internacional com conhecimento da decisão.
Trump confirmou que fará o anúncio na manhã desta sexta-feira, durante evento no Kennedy Center, onde afirmou: “Anunciarei o chair do Fed amanhã de manhã”.
Kevin Warsh já atuou como membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve, experiência que reforça seu entendimento sobre a política monetária dos Estados Unidos. A expectativa é que ele conduza a instituição em momentos de desafios econômicos, principalmente relacionados à inflação e às taxas de juros.
A nomeação de Warsh ocorre em meio a debates sobre a condução da política monetária nacional, especialmente depois do atual período de ajustes em resposta às pressões econômicas globais. A escolha do presidente do Federal Reserve tem forte impacto nos mercados financeiros e na economia.
Além da confirmação da troca, o anúncio oficial pode trazer mais detalhes sobre a visão de Warsh para o futuro da política econômica norte-americana e possíveis mudanças estratégicas no comando do banco central.
O nome do novo presidente já circulava na imprensa desde a noite anterior ao anúncio, gerando atenção entre investidores e analistas globais. A cerimônia desta sexta marca o fim das especulações e o início da nova liderança do Federal Reserve.
OpenAI desenvolve rede social com biometria para combater bots
A OpenAI está criando uma rede social que utiliza verificação biométrica, como reconhecimento facial ou escaneamento ocular, para garantir que os usuários sejam pessoas reais, não bots. A iniciativa visa combater o crescimento de contas falsas que prejudicam a experiência em plataformas como o X.
O projeto é conduzido por uma equipe pequena e busca oferecer um ambiente seguro e autêntico para interações humanas. A biometria usada será baseada na tecnologia World, que promete uma autenticação mais rigorosa do que os métodos tradicionais.
Ainda em desenvolvimento, a rede pode permitir que os usuários criem conteúdos com o suporte de inteligência artificial. Não há previsão de lançamento, e o produto pode passar por mudanças até a sua estreia.
A OpenAI está desenvolvendo uma rede social que pretende utilizar verificação biométrica, como o Face ID da Apple ou o sistema de escaneamento ocular World, para garantir que todos os usuários sejam pessoas reais e não bots. Essa iniciativa surge como resposta ao aumento de bots que afetam plataformas como o X (antigo Twitter), criando um ambiente tóxico e menos confiável.
O projeto, conduzido por uma pequena equipe de menos de 10 pessoas, visa oferecer um espaço exclusivo para interações humanas autênticas. O uso da biometria, especialmente com a tecnologia World gerida pela Tools for Humanity, empresa liderada pelo CEO da OpenAI, Sam Altman, traria uma autenticação mais rigorosa, algo ainda não adotado por grandes plataformas, que normalmente usam métodos baseados em telefone, e-mail ou comportamento.
Embora a plataforma esteja em fase inicial, há indicações de que usuários poderão criar conteúdos com o suporte da inteligência artificial, semelhante ao que já ocorre em redes como Instagram e TikTok. Ainda não há previsão para o lançamento, e o produto pode passar por mudanças significativas até sua apresentação.
A proposta surge em meio a um mercado dominado por concorrentes poderosos e problemas persistentes com contas falsas. Altman, ativo no X desde 2008, tem destacado a dificuldade em lidar com perfis gerenciados por IA que degradam a experiência online. Esta rede social da OpenAI, que alia biometria e IA, tentará trazer uma nova abordagem para esse cenário.
Via Forbes Tech
29/01/2026 às 21:41 - Sem Categoria
S&P rebaixa rating do BRB e mantém banco sob observação negativa por risco reputacional
A agência S&P rebaixou o rating do BRB Banco de Brasília de brBBB-/brA-3 para brBB/brB na Escala Nacional Brasil. A decisão foi motivada por pressões no capital e risco reputacional associados à Operação Compliance Zero, que investiga fraude em ativos adquiridos pelo banco.
A continuidade da investigação pode levar o banco a precisar de aportes de capital ou venda de ativos para cobrir perdas, o que impacta seu capital regulatório. O risco reputacional também dificulta a relação do banco com clientes e investidores, comprometendo a geração de negócios e o funding.
Para fortalecer o capital, o BRB estuda alternativas como venda de carteira, aporte dos controladores e financiamento com o FGC. No entanto, a S&P alerta que as medidas podem não ser suficientes diante da incerteza sobre a qualidade dos ativos investigados.
A S&P National Ratings rebaixou os ratings do BRB Banco de Brasília, apontando pressões no capital e risco reputacional decorrentes da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que investiga fraude em ativos adquiridos pelo banco do Banco Master. Os ratings passaram de brBBB-/brA-3 para brBB/brB na Escala Nacional Brasil, permanecendo em observação negativa.
Segundo a agência, a continuidade da investigação pode exigir aportes de capital ou venda de ativos para cobrir perdas, pressionando o capital regulatório do BRB. O risco reputacional também afeta o relacionamento com clientes e investidores, impactando a geração de negócios e o funding. A S&P considera possível, mas não garantido, o suporte extraordinário do governo do Distrito Federal, controlador do banco, que depende de aprovação legislativa.
Para reforçar capital, o banco avalia alternativas como venda de carteira de crédito, alienação dos ativos investigados, aportes do controlador e linha de financiamento com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A agência alerta, porém, que as medidas podem não ser suficientes ou rápidas, dada a incerteza sobre a qualidade dos ativos.
O funding do BRB alcançava R$ 67,3 bilhões em junho de 2025, com 35% em CDBs e 28,9% em depósitos judiciais, considerados fontes estáveis. Apesar dos desafios, relações com investidores e plataformas de distribuição seguem mantidas, o que contribui para lidar com a liquidez.
A S&P ressalta que o rebaixamento reflete alta incerteza sobre os desdobramentos das investigações na capacidade do banco de manter capital adequado e continuar seus negócios normalmente. O CreditWatch negativo indica possibilidade de novo rebaixamento em até 90 dias, caso haja impacto significativo nos três pilares financeiros do BRB.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação