Ambiq Micro: Crescimento após IPO e foco em tecnologia de IA
Uma análise recente mostra o aumento do interesse na Ambiq Micro após seu IPO. A empresa, que estreou na Bolsa de Nova York em 31 de julho, viu suas ações subirem 60%, de US$ 24 para US$ 38,47.
Especializada em semicondutores de baixo consumo, a empresa utiliza a tecnologia SPOT para otimizar energia em dispositivos como smartwatches e fones de ouvido. Com a cobertura de analistas de grandes instituições financeiras, a Ambiq Micro atrai a atenção e promete ofertas de produtos inovadores.
Embora a empresa já tenha alimentado mais de 270 milhões de dispositivos, projeta-se que sua lucratividade chegue apenas em 2028. Apesar do potencial, sua dependência de clientes-chave levanta questionamentos sobre sua estabilidade e diversificação.
Uma análise recente aponta um aumento significativo no interesse da Ambiq Micro, uma fabricante de chips para inteligência artificial, desde que a empresa realizou sua oferta pública inicial (IPO). Com sede em Austin, Texas, a Ambiq Micro fez sua estreia na Bolsa de Nova York no dia 31 de julho, com um preço inicial de US$ 24 por ação. Desde então, seus papéis valorizam-se expressivamente, alcançando US$ 38,47, resultado em uma alta de 60%.
A empresa, especializada em tecnologia de semicondutores com foco em baixo consumo de energia, utiliza uma plataforma chamada SPOT, ou Sub-threshold Power Optimized Technology. Esta inovação possibilita que dispositivos como smartwatches, fones de ouvido e aparelhos médicos operem de forma eficiente em termos de consumo energético.
Analistas de instituições financeiras notáveis, como UBS e Bank of America, começaram a acompanhar a empresa de perto. O banco de investimentos Stifel, por exemplo, deu início à cobertura da Ambiq Micro com recomendações de compra e preço-alvo de US$ 45. Por outro lado, a UBS categoriza a empresa como neutra, sugerindo um preço-alvo de US$ 40, enquanto o Bank of America também mantém uma perspectiva neutra, almejando um alvo de US$ 42.
Um aspecto que chama a atenção dos analistas é o potencial para a Ambiq Micro se tornar lucrativa somente em 2028, dependendo do sucesso do lançamento de seu produto mais recente, chamado Atomiq, que está previsto para ser testado em 2027. Mesmo que a empresa tenha alimentado mais de 270 milhões de dispositivos, ainda depende de alguns clientes-chave para sua estabilidade financeira.
Esta trajetória de crescimento e especialização em IA de borda de baixo consumo coloca a Ambiq Micro como uma empresa promissora no setor, ao mesmo tempo que levanta questões sobre sua dependência de clientes e a capacidade de diversificação da sua base de receitas. O futuro próximo indicará se a empresa conseguirá solidificar sua posição no competitivo mercado de semicondutores.
Ibovespa Futuro Rompe Resistência e Alcança Novas Máximas
O Ibovespa futuro começou bem a semana, atingindo 140.740 pontos com uma alta de 2,63%. Esse avanço é um sinal positivo para investidores, dando força ao mercado logo nas primeiras horas de negociação. O índice já opera acima dos 141 mil pontos e as análises do BTG Pactual indicam um pivô de alta, com expectativas de busca por novas máximas.
O patamar de 142 mil pontos será crucial para determinar a continuidade do movimento, com projeções que podem levar o índice até 143.500. A antiga resistência de 138.000 agora é tratada como suporte, refletindo uma mudança positiva na dinâmica do mercado. O dólar futuro, por outro lado, teve queda de 0,86%, sugerindo um cenário desafiador para a moeda.
No setor de ações, o BTG Pactual elevou suas expectativas para o Brasil devido a uma possível redução de juros, o que pode atrair mais investidores. As opções recomendadas incluem empresas com forte potencial de crescimento, como Blau e as do setor de varejo. As recomendações de swing trade mantêm 7 posições abertas, com sugestões específicas de compra e venda.
O Ibovespa futuro (WINV25) apresentou um forte desempenho no último pregão, atingindo 140.740 pontos, com uma alta de 2,63%. Esse movimento positivo continuou na abertura desta segunda-feira, com o mini índice operando acima dos 141 mil pontos. A análise técnica do BTG Pactual aponta para um novo pivô de alta, indicando que o índice pode buscar novas máximas.
O rompimento da região dos 142 mil pontos será crucial para definir a tendência. Caso essa marca seja ultrapassada, o próximo alvo está projetado em 143.500. A antiga resistência de 138.000 agora atua como suporte. Já o dólar futuro (WDOU25) fechou em queda de 0,86%, aos 5.437,50 pontos, sinalizando um possível movimento vendedor.
Com a perda do patamar de 5.450, o cenário favorece a continuidade das quedas, com os próximos alvos em 5.420 e, posteriormente, em 5.400 pontos. Os analistas do BTG Pactual comentaram sobre o cenário macroeconômico e os setores de saúde e varejo, destacando as companhias com teses de investimento atrativas.
Apesar das incertezas políticas e do risco institucional, o BTG elevou recentemente a recomendação para o Brasil para “acima do benchmark”, baseando-se na perspectiva de um ciclo de cortes de juros mais cedo que o esperado, sustentado por uma inflação benigna e atividade econômica mais fraca. O banco recomenda que os investidores aumentem gradualmente posições em ações brasileiras, especialmente em ativos de maior valuation.
Dentro das small caps, a Blau (BLAU3) é a principal escolha do BTG, passando por um momento de transição para uma fase de expansão de longo prazo. A administração espera um crescimento acima do mercado a partir de 2026, com expansão de margens e geração de caixa mais robusta, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 19,00.
Após um primeiro semestre forte, o tom das discussões sobre o setor de varejo mudou para a cautela. A expectativa consensual é de uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre, o que deve impactar os lucros no curto prazo. As ações preferidas do BTG no setor são SmartFit (SMFT3), C&A (CEAB3), Renner (LREN3) e Vivara (VIVA3).
No relatório de Swing Trade desta segunda-feira, não houve novas recomendações de compra ou venda, nem operações encerradas no último pregão, mantendo a carteira com sete posições em aberto. As indicações para os ativos VIVA3 e CSMG3 são de compra, enquanto LREN3 e PGMN3 são recomendadas para venda.
As ações da LWSA3 e AAPL34 também possuem indicação de compra, assim como GOGL34. A análise técnica e as recomendações do BTG Pactual fornecem insights valiosos para investidores que buscam oportunidades no mercado brasileiro, tanto no curto quanto no longo prazo.
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Grupo Abril completa 75 anos com legado no jornalismo brasileiro
O Grupo Abril comemora seus 75 anos com um vídeo que retrata sua trajetória. A produção destaca a importância da revista Superinteressante e outras publicações emblemáticas. Essas revistas foram fundamentais na disseminação da cultura e ciência ao longo das décadas.
O vídeo é uma homenagem ao legado do Grupo Abril e sua capacidade de adaptação às mudanças do mercado. Com uma história marcada por inovações, a editora mostrou relevância e influência no cenário midiático brasileiro. O material revela momentos significativos que impactaram gerações de leitores.
Esta iniciativa do Grupo abril é um convite para novas gerações conhecerem a história da Super e outras revistas. Ao celebrarmos esses 75 anos, valorizamos o jornalismo de qualidade e a importância da informação para uma sociedade mais consciente.
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Um vídeo cativante celebra os 75 anos de história do Grupo Abril, com foco especial na História da Super e outras publicações icônicas. O vídeo é uma homenagem à trajetória da editora e à sua contribuição para o jornalismo e a cultura brasileira ao longo das décadas, mostrando a evolução e o impacto de suas revistas.
O vídeo comemorativo destaca a importância da Superinteressante, conhecida como Super, e outras revistas de grande sucesso do grupo. A publicação tem um papel fundamental na divulgação científica e cultural no Brasil. Além disso, o vídeo também celebra o legado de outras revistas que marcaram época e influenciaram gerações de leitores.
O Grupo Abril, ao longo de seus 75 anos, sempre se destacou pela inovação e qualidade de suas publicações. A empresa se adaptou às mudanças do mercado e às novas tecnologias, mantendo-se relevante e influente no cenário midiático brasileiro. O vídeo ressalta essa capacidade de adaptação e a importância do grupo para o jornalismo moderno.
O vídeo é uma forma de celebrar e relembrar a trajetória de sucesso do Grupo Abril e suas principais publicações. A História da Super e de outras revistas importantes do grupo é contada de forma dinâmica e envolvente. Isso permite que o público conheça ou reviva momentos marcantes do jornalismo brasileiro.
A iniciativa do Grupo Abril em produzir este vídeo demonstra o orgulho de sua história e o compromisso em continuar inovando e informando seus leitores. A celebração dos 75 anos é um marco importante e uma oportunidade de reconhecer o legado da editora e sua relevância para a sociedade brasileira.
O vídeo está disponível para todos que desejam conhecer mais sobre a história do Grupo Abril e suas publicações. É uma oportunidade de relembrar momentos importantes do jornalismo brasileiro e celebrar a trajetória de uma das maiores editoras do país. A produção é uma homenagem ao legado da empresa e ao seu impacto na cultura brasileira.
Por fim, o vídeo é um convite para que as novas gerações conheçam a História da Super e outras publicações que marcaram época. É uma forma de valorizar o jornalismo de qualidade e a importância da informação para a construção de uma sociedade mais crítica e consciente. O material é uma celebração da história e do futuro do Grupo Abril.
Corte da Taxa de Juros pelo Fed é Antecipado por Corretoras
Após declarações de Jerome Powell sobre o mercado de trabalho, grandes corretoras como Barclays e Deutsche Bank preveem um corte da taxa de juros de 25 pontos-base pelo Federal Reserve em setembro.
As observações de Powell no simpósio de Jackson Hole indicam uma mudança de enfoque do Fed, com maior atenção aos riscos do mercado de trabalho. A possibilidade de demissões e aumento do desemprego levaram as instituições financeiras a ajustarem suas previsões quanto às taxas.
Há um consenso entre diversas corretoras sobre a necessidade de estímulos adicionais na economia, enquanto o Bank of America e o Morgan Stanley permanecem céticos quanto a cortes neste ano. O mercado já precifica uma alta chance de redução na taxa de juros na próxima reunião do Fomc.
Após a sinalização de Jerome Powell sobre os riscos no mercado de trabalho, grandes corretoras como Barclays, BNP Paribas e Deutsche Bank já preveem um corte da taxa de juros de 25 pontos-base pelo Federal Reserve em setembro. Essa mudança de perspectiva acompanha a crescente atenção dada aos riscos do mercado de trabalho, conforme indicado pelas recentes declarações do chair do Fed em Jackson Hole.
As observações de Powell durante o simpósio de Jackson Hole ressaltaram uma alteração na abordagem do Fed, com um foco maior nos perigos que o mercado de trabalho pode apresentar. Powell alertou para a possibilidade de demissões e aumento do desemprego, o que poderia acontecer rapidamente.
Após o discurso de Powell, o Barclays ajustou sua previsão, antecipando o corte esperado de setembro de 2026 para setembro de 2025, justificando a mudança com a introdução de uma postura mais flexível e uma maior necessidade de justificar a manutenção das taxas. Economistas do BNP, liderados por Calvin Tse, também revisaram suas projeções, prevendo agora cortes nas taxas em setembro e dezembro.
Macquarie e Deutsche Bank também revisaram suas expectativas, alinhando-se à previsão de um corte de 25 pontos-base em setembro e outro em dezembro. Essas mudanças refletem uma percepção crescente de que a economia pode precisar de estímulos adicionais para manter o crescimento.
O Bank of America, no entanto, mantém uma visão diferente e não espera nenhum corte nas taxas de juros este ano. A instituição argumenta que, a menos que haja uma deterioração adicional no mercado de trabalho, o Fed correria o risco de cometer um erro de política monetária ao reduzir as taxas.
O Morgan Stanley adota uma posição semelhante, não prevendo um corte em setembro, mas reconhece que essa possibilidade pode se concretizar caso os próximos dados sobre o mercado de trabalho e a inflação confirmem um abrandamento ainda maior da economia.
Atualmente, os mercados estão precificando uma probabilidade de 87% de um corte de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de política monetária de setembro, de acordo com a ferramenta CME FedWatch, um aumento em relação aos 75% registrados antes do discurso de Powell. O Federal Open Market Committee (Fomc) do Fed, responsável por definir a taxa de juros, se reunirá novamente em 16 e 17 de setembro.
Goldman Sachs e J.P. Morgan mantiveram suas expectativas de um corte em setembro, concordando com a visão geral do mercado de que a moderação dos dados econômicos pode justificar uma política monetária mais branda. A decisão final dependerá dos próximos indicadores econômicos e da avaliação do Fed sobre os riscos e oportunidades no cenário econômico global.
Análise: O Investimento do Governo na Intel e Seus Desafios
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um investimento estratégico de quase US$ 9 bilhões na Intel, fazendo com que o governo se tornasse o maior acionista da empresa. No entanto, analistas alertam que esse financiamento pode não ser suficiente para resolver os problemas financeiros e de produção enfrentados pela Intel no competitivo mercado de chips.
A Intel está em busca urgente de novos clientes para sua linha de produção de chips de última geração, mas as dificuldades em atrair grandes empresas podem dificultar sua recuperação. Especialistas afirmam que, sem garantir um volume adequado de negócios, o futuro da empresa na fabricação de semicondutores permanece incerto, mesmo com o suporte governamental.
Outro ponto importante é que a Intel já enfrenta desafios técnicos significativos, especialmente em sua produção 14A. A falta de clientes pode impactar negativamente o rendimento e a viabilidade econômica da nova planta, gerando incertezas sobre sua capacidade de competir com gigantes como a TSMC. O futuro da Intel é um tópico de grande debate, e as implicações desse investimento ainda estão por ser plenamente avaliadas.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implementou uma injeção de quase US$ 9 bilhões na **Participação na Intel**, em troca de 9,9% de suas ações. No entanto, analistas apontam que essa quantia, proveniente de um financiamento federal já previsto, pode não ser suficiente para impulsionar o negócio de fabricação de chips por contrato da empresa.
A Intel necessita urgentemente de clientes externos para seu processo de fabricação 14A, considerado de última geração, uma tarefa que se mostra desafiadora no curto prazo. O presidente-executivo da Intel, Lip Bu Tan, empossado em março, levantou a possibilidade de a empresa abandonar a produção de chips sob contrato caso não consiga garantir grandes clientes.
Kinngai Chan, analista da Summit Insights, ressaltou que a Intel precisa assegurar um volume de clientes que justifique a produção em seus nós 18A e 14A, tornando seu braço de fundição economicamente viável. Chan duvida que qualquer investimento governamental possa alterar o cenário se a Intel não atrair clientes em número suficiente.
A empresa, que já foi um símbolo da capacidade dos EUA na fabricação de chips, enfrentou dificuldades devido a erros de gestão, perdendo sua liderança para a TSMC de Taiwan e ficando para trás na produção de chips para inteligência artificial, onde a Nvidia se destaca.
A Intel precisa demonstrar sua capacidade de produzir chips avançados para atrair clientes. A Reuters noticiou que o processo 18A da Intel enfrenta problemas de rendimento, medido pela quantidade de chips utilizáveis. Grandes fabricantes como a TSMC arcam com os custos de baixo rendimento nas primeiras fases de produção ao trabalhar com clientes como a Apple. Para a Intel, que acumula perdas líquidas, essa estratégia é mais difícil de sustentar.
Ryuta Makino, analista da Gabelli Funds, que detém ações da Intel, afirmou que novos clientes não optarão pela Intel Foundry se o rendimento for insatisfatório, o que não resolveria os problemas técnicos da empresa. Makino considera o acordo um resultado negativo em comparação com o financiamento originalmente prometido pelo governo Biden.
O governo federal não terá assento no conselho da Intel, mas votará com a diretoria em questões que necessitem de aprovação dos acionistas, com “exceções limitadas”. Em contrapartida, o governo adquire as ações da Intel com um desconto de 17,5% em relação ao preço de fechamento da última sexta-feira.
O governo dos EUA se tornará o maior acionista da Intel, embora a data da transação não tenha sido divulgada. As ações da Intel tiveram alta após o anúncio da **Participação na Intel** pelo governo, mas recuaram após a divulgação dos termos do acordo.
Analistas afirmam que a Intel pode se beneficiar do apoio do governo, inclusive na construção de fábricas. A Intel planeja investir mais de US$ 100 bilhões para expandir suas fábricas nos EUA e iniciar a produção de chips de alto volume em sua fábrica no Arizona ainda este ano.
O investimento de US$ 8,9 bilhões do governo se soma aos US$ 2,2 bilhões em subsídios já recebidos pela Intel, totalizando US$ 11,1 bilhões. O governo também receberá uma garantia de cinco anos, a US$ 20 por ação, para um adicional de 5% das ações da Intel, exercível se a empresa deixar de deter pelo menos 51% do negócio de fundição.
Uma **Participação na Intel** pelo governo pode ser interpretada como um sinal de que a empresa é “grande demais para falir”. No entanto, há preocupações sobre as implicações de governança e como isso pode afetar a capacidade da empresa de agir no melhor interesse dos acionistas, segundo Andy Li, analista da CreditSights.
O investimento segue uma injeção de US$ 2 bilhões da SoftBank anunciada no início desta semana. O futuro da Intel e sua capacidade de manter sua relevância no mercado de semicondutores continuam sendo temas de grande interesse e debate.
Dinossauros de pescoço longo podiam se erguer sobre duas patas, aponta estudo
Pesquisadores revelam que dinossauros de pescoço longo eram capazes de se erguer sobre duas patas, o que pode impactar nossa compreensão sobre esses animais. A pesquisa aponta que esta habilidade estava ligada a comportamentos complexos, fundamentais para a sobrevivência. Esses dinossauros utilizavam estratégias avançadas para defesa, alimentação e reprodução, revelando um nível de adaptação surpreendente ao ambiente.
O comportamento para defesa observados nos dinossauros evidencia um conjunto de ações coordenadas que não se limitavam a reações instintivas. O estudo ilustra como as pressões ambientais moldaram esses comportamentos ao longo do tempo, refletindo adaptações que ajudaram esses animais a prosperar. Além disso, táticas de alimentação e estratégias sociais foram fundamentais para a obtenção de recursos, revelando a complexidade da vida desses herbívoros gigantes.
A pesquisa também sublinha a importância de considerar o contexto ecológico nas investigações sobre comportamento animal. As descobertas poderão auxiliar no desenvolvimento de estratégias de conservação mais eficazes, promovendo a preservação de espécies ameaçadas e a proteção de habitats. Assim, a colaboração científica internacional continua a oferecer novos insights sobre a evolução e a ecologia dos dinossauros, apontando para futuras investigações que podem trazer mais detalhes sobre suas vidas.
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Uma recente pesquisa com participação de cientistas brasileiros revelou que o comportamento para defesa, alimentação e reprodução em animais pode ser mais intrincado do que se imaginava. O estudo oferece novas perspectivas sobre como diversas espécies utilizam o comportamento como ferramenta essencial para a sobrevivência e adaptação.
O estudo aprofunda a compreensão de como os animais utilizam o comportamento para defesa, explorando as nuances por trás das estratégias de proteção. A pesquisa aponta que o comportamento para defesa não se resume a reações instintivas, mas envolve um conjunto complexo de ações coordenadas que aumentam as chances de sobrevivência em ambientes hostis. Esse tipo de análise revela a importância de estudar o comportamento para defesa para entender a ecologia e a evolução das espécies.
Além da defesa, o estudo também aborda o papel do comportamento na alimentação. As táticas de caça e forrageamento variam amplamente entre as espécies, influenciadas tanto por fatores ambientais quanto pelas características físicas dos animais. Observou-se que algumas espécies desenvolvem comportamentos sociais complexos para otimizar a obtenção de recursos alimentares, enquanto outras adotam estratégias solitárias altamente especializadas.
No contexto da reprodução, o comportamento desempenha um papel crucial na seleção de parceiros e no sucesso da reprodução. Rituais de cortejo elaborados, demonstrações de força e outras formas de exibição comportamental são comuns em diversas espécies. Esses comportamentos não apenas sinalizam a aptidão genética dos indivíduos, mas também ajudam a coordenar o acasalamento e a garantir a sobrevivência da prole.
A pesquisa destaca ainda a importância de considerar o contexto ecológico ao estudar o comportamento para defesa dos animais. As pressões seletivas impostas pelo ambiente moldam os comportamentos ao longo do tempo, resultando em adaptações notáveis. A disponibilidade de recursos, a presença de predadores e a competição intraespecífica são apenas alguns dos fatores que influenciam o desenvolvimento e a expressão dos comportamentos animais.
Os resultados da pesquisa têm implicações importantes para a conservação da biodiversidade. Ao compreender melhor como os animais utilizam o comportamento para defesa, alimentação e reprodução, é possível desenvolver estratégias de conservação mais eficazes. A proteção de habitats críticos, a mitigação de impactos antropogênicos e o manejo de populações ameaçadas são algumas das ações que podem ser implementadas com base no conhecimento gerado por estudos como este.
Adicionalmente, o estudo ressalta a importância da colaboração científica internacional para avançar o conhecimento sobre o comportamento animal. A participação de pesquisadores brasileiros em projetos de pesquisa de grande porte contribui para o desenvolvimento da ciência no país e para a formação de novos cientistas. Essa troca de conhecimentos e experiências é fundamental para enfrentar os desafios globais relacionados à conservação da biodiversidade e ao entendimento da vida na Terra.
Os achados desta pesquisa abrem novas portas para investigações futuras sobre o comportamento animal e suas implicações ecológicas. A utilização de tecnologias avançadas, como o rastreamento por satélite e a análise genética, promete revelar ainda mais detalhes sobre a vida secreta dos animais e as estratégias que eles empregam para sobreviver e prosperar em um mundo em constante mudança.
Tiago Menezes é o novo CEO da Umgrauemeio, substituindo Rogério Cavalcante, que agora preside o conselho. Com quase 30 anos de carreira, Menezes traz uma vasta experiência em empresas como Ambev e Xerox, e uma sólida formação acadêmica em administração e marketing.
A mudança de liderança ocorre em um momento estratégico, com a Umgrauemeio expandindo suas operações e lançando a plataforma Pantera em Barcelona, que gerencia incêndios florestais. O projeto “Abrace a Floresta” já foi premiado internacionalmente, elevando o status da empresa no mercado.
Menezes e Cavalcante pretendem fortalecer a posição da Umgrauemeio como referência em soluções sustentáveis, visando inovações no combate a incêndios e no monitoramento ambiental. A empresa se destaca por contribuir para a segurança das comunidades e pela preservação do meio ambiente.
No dinâmico mundo das startups, a **Novo CEO da Umgrauemeio** é Tiago Menezes, que assume o comando da climatech brasileira. Com uma trajetória de quase 30 anos no mundo corporativo, Menezes chega para somar sua experiência e visão estratégica à empresa, enquanto Rogério Cavalcante, fundador, assume a presidência do conselho, focando em estratégias e investidores.
Tiago Menezes traz consigo uma sólida formação acadêmica, com graduação em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e MBA pela Business School São Paulo, além de Consumer Marketing Strategy pela Northwestern University – Kellogg School of Management. Sua experiência profissional inclui passagens pela Xerox e uma longa jornada de 26 anos na Ambev (atual ABI), onde ocupou diversos cargos, inclusive no exterior, como Country Head na Bolívia. Antes de ingressar na Umgrauemeio, Menezes atuou como investidor, o que lhe proporcionou uma visão ampla do mercado de startups.
A chegada do Novo CEO da Umgrauemeio ocorre em um momento estratégico para a empresa. A climatech está expandindo sua atuação com a implementação do Pantera, uma plataforma de gestão de incêndios florestais e agrícolas, em Barcelona. O projeto “Abrace a Floresta” foi reconhecido pela MWCapital Awards e premiado com o Barcelona Horizon Award, consolidando a posição da Umgrauemeio no cenário internacional.
Para Rogério Cavalcante, a chegada de Tiago Menezes ao comando da empresa reforça a busca por excelência e inovação. A experiência de Menezes, somada à visão estratégica de Cavalcante, impulsionará o crescimento da Umgrauemeio e fortalecerá sua posição como referência no mercado de climatech. A mudança na liderança reflete o compromisso da empresa em se adaptar às novas demandas do mercado e buscar soluções inovadoras para os desafios ambientais.
A Umgrauemeio se destaca por seu foco em sustentabilidade e tecnologia. A empresa desenvolve soluções inovadoras para o monitoramento e combate a incêndios florestais, contribuindo para a preservação do meio ambiente e a segurança das comunidades. Com a chegada do novo CEO, a Umgrauemeio se prepara para um novo ciclo de crescimento e expansão, consolidando sua posição como líder no setor de climatech.
Aenaria: a cidade italiana submersa pela erupção de 2.000 anos
Há quase dois milênios, a cidade de Aenaria, situada na ilha de Ísquia, foi submersa por uma violenta erupção vulcânica. Recentes escavações subaquáticas têm trazido à tona detalhes fascinantes de sua história, revelando a vida e a cultura de seus habitantes. Arqueólogos buscam artefatos que resistiram ao tempo, proporcionando uma perspectiva valiosa sobre o cotidiano daquela sociedade.
Localizada na Campânia, Aenaria era um importante centro comercial na antiguidade. Sua posição estratégica facilitava o desenvolvimento de atividades marítimas e trocas culturais com outras regiões do Mediterrâneo. A erupção vulcânica que destruiu a cidade provocou um impacto significativo na história civil, submergindo uma rica herança cultural que agora é redescoberta.
Os trabalhos de exploração em Aenaria utilizam técnicas avançadas para mapeamento e recuperação de artefatos. Cada descoberta não só ajuda a reconstruir a história da cidade, mas também destaca a importância da arqueologia subaquática. A narrativa de Aenaria é um lembrete da força da natureza e da vulnerabilidade das civilizações diante de eventos geológicos.
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Há quase dois milênios, a cidade de Aenaria em Ísquia, situada na ilha vulcânica de Ísquia, no Mar Tirreno, região da Campânia, Itália, foi tragicamente submersa por uma violenta erupção vulcânica. Atualmente, novas expedições subaquáticas estão desvendando os segredos e a rica história dessa cidade perdida, trazendo à tona detalhes fascinantes de seu passado.
As recentes escavações subaquáticas em Aenaria em Ísquia têm revelado detalhes impressionantes sobre a vida e a cultura dos habitantes da cidade antes da catástrofe. Arqueólogos e mergulhadores trabalham em conjunto para resgatar artefatos e estruturas que resistiram ao tempo e à força do mar, proporcionando insights valiosos sobre o cotidiano daquela sociedade.
Localizada na ilha vulcânica de Ísquia, Aenaria em Ísquia era um importante centro urbano e comercial na antiguidade. Sua posição estratégica no Mar Tirreno favorecia o desenvolvimento de atividades marítimas e trocas culturais com outras regiões do Mediterrâneo. A erupção vulcânica que a destruiu representou um golpe devastador para a região e para a história da civilização.
Os trabalhos de exploração subaquática em Aenaria em Ísquia envolvem técnicas avançadas de mergulho e mapeamento, além de equipamentos de última geração para a recuperação e conservação dos artefatos encontrados. Cada descoberta contribui para reconstruir a história da cidade e entender melhor os eventos que levaram ao seu desaparecimento.
A história de Aenaria em Ísquia serve como um lembrete da força da natureza e da vulnerabilidade das cidades costeiras diante de eventos geológicos. Ao mesmo tempo, ressalta a importância da arqueologia subaquática para preservar a memória de civilizações antigas e promover o conhecimento sobre o passado.
As escavações em Aenaria em Ísquia continuam a revelar informações importantes sobre a vida na cidade antes da erupção. Os arqueólogos esperam encontrar novos artefatos e estruturas que ajudem a contar a história completa de Aenaria em Ísquia, preservando a memória desse importante centro urbano da antiguidade.
A Umgrauemeio anunciou a nomeação de Tiago Menezes como seu novo CEO. Ele traz quase 30 anos de experiência em grandes empresas e sucederá Rogerio Cavalcante, que agora atuará como presidente do conselho.
Tiago é formado em Administração pela UFRGS e possui um MBA pela Business School São Paulo. Ele iniciou a carreira na Xerox e trabalhou 26 anos na Ambev, onde ocupou cargos em várias localidades, no Brasil e no exterior.
A chegada de Tiago coincide com a implementação da plataforma Pantera, que visa a gestão integrada de incêndios. O fundador Rogerio Cavalcante acredita que a expertise de Tiago será crucial para o sucesso futuro da Umgrauemeio.
A Umgrauemeio, empresa brasileira de climatech, anunciou hoje a nomeação de Tiago Menezes como seu novo CEO da Umgrauemeio. Com uma sólida trajetória de quase três décadas no mercado corporativo, Tiago se junta à equipe para impulsionar a visão e a estratégia da empresa. Ele sucede Rogerio Cavalcante, que deixará o cargo de CEO e passará a atuar como presidente do conselho, focando mais proximamente nas interações com investidores.
Tiago é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, ele possui uma especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, um MBA Corporativo pela Business School São Paulo e um curso em Estratégia de Marketing de Consumo pela Northwestern University – Kellogg School of Management. Ele também participou do Programa de Desenvolvimento de Conselheiros da Fundação Dom Cabral.
A carreira profissional de Tiago teve início na Xerox e, nos últimos 26 anos, ele foi parte da Ambev (hoje ABI). Durante esse período, ele ocupou diversas funções em 13 localidades, tanto no Brasil quanto no exterior. Recentemente, atuou como Country Head na Bolívia e, após deixar a Ambev em março de 2024, passou a ser investidor até que se deparou com a proposta da Umgrauemeio.
Tiago chega à Umgrauemeio em um momento crucial. A empresa está iniciando a implementação da plataforma Pantera, que tem como objetivo a gestão integrada de incêndios florestais e agrícolas, começando por Barcelona. Recentemente, a empresa também foi reconhecida com o prêmio MWCapital Awards pelo projeto “Abrace a Floresta” e recebeu o Barcelona Horizon Award, um reconhecimento importante em seu segmento.
Rogerio Cavalcante, o fundador, expressou otimismo sobre o futuro da Umgrauemeio ao afirmar que a experiência de Tiago fará a diferença nas decisões cotidianas. “A presença ativa na visão e estratégias da empresa, juntamente com a expertise que Tiago traz, nos levará a resultados de sucesso que estamos certos que chegarão”, comentou Cavalcante.
A transição de poder na Umgrauemeio substitui focos táticos pela visão estratégica que Cavalcante planeja estabelecer em sua nova posição. Tiago, por sua vez, terá a missão de conduzir as operações diárias e implemetar inovações que possam garantir o crescimento e a evolução da empresa no competitivo mercado de climatech.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação