Agosto tem se revelado um mês favorável para empreender no Brasil, desafiando crenças populares. Tradicionalmente visto como “mês de desgosto”, ele superou janeiro na abertura de novos negócios. Dados recentes mostram um crescimento contínuo, evidenciando um novo cenário para o empreendedorismo.
Um estudo da Agilize Contabilidade revela que agosto ultrapassa janeiro na abertura de empresas nos últimos três anos. Em 2021, houve um salto de 22% e, em 2022, o crescimento tornou-se ainda mais notável, alcançando 24,5%. Para 2023, já se prevê uma tendência de superação, com expectativa de aumento significativo de novos negócios em agosto.
Rafael Caribé, CEO da Agilize, indica que eventos comerciais como Black Friday e o espírito de renovação do segundo semestre estão impulsionando essa mudança de comportamento. Com a economia mostrando sinais de recuperação, muitos empreendedores vêem em agosto a oportunidade perfeita para iniciar suas jornadas empresariais.
Contrariando crenças populares, agosto tem se destacado como o melhor mês para empreender no Brasil. Tradicionalmente visto como um período de “cachorro louco” ou “mês de desgosto”, agosto tem surpreendido ao superar janeiro na abertura de novos negócios nos últimos anos. Dados recentes revelam um crescimento constante, desafiando a antiga superstição e mostrando um novo panorama para o empreendedorismo nacional.
Um levantamento da Agilize Contabilidade, baseado no Mapa de Empresas do Governo Federal, indica que agosto tem consistentemente ultrapassado janeiro em número de empresas abertas nos últimos três anos. Em 2021, houve um aumento de 22%, saltando de 94.910 para 112.031 empresas. Em 2022, o crescimento foi ainda mais expressivo, atingindo 24,5%, com 105.618 novas empresas em comparação com 84.815 em janeiro. Já em 2023, o aumento foi de 23,8%, com 105.518 empresas abertas em agosto contra 85.247 em janeiro.
A análise de dados parciais de 2025 mostra que janeiro registrou 118.795 empresas abertas, enquanto julho fechou com 111.412. Diante desses números, a expectativa é que agosto supere janeiro em pelo menos 20%. Essa tendência crescente sinaliza uma mudança no comportamento dos empreendedores brasileiros, que veem em agosto um período propício para iniciar seus negócios.
Rafael Caribé, CEO da Agilize Contabilidade, sugere que a proximidade de datas comerciais importantes como a Black Friday e o Natal, além do clima de renovação associado ao segundo semestre, pode explicar essa tendência. Segundo ele, agosto se apresenta como um ponto de virada para muitos empreendedores, combinando o impulso do segundo semestre com tempo hábil para planejar o próximo ano fiscal. Essa visão estratégica faz com que muitos optem por começar seus empreendimentos nesse período.
O cenário de retomada da confiança dos consumidores também tem um papel crucial nesse aumento. Com a economia mostrando sinais de recuperação, pequenos e médios empresários se sentem mais seguros para investir e expandir seus negócios. Além disso, o ambiente de negócios tem se tornado mais favorável, com políticas e incentivos que facilitam a abertura e manutenção de novas empresas.
A análise dos últimos anos mostra que agosto não é mais um mês de “desgosto” para os empreendedores brasileiros. Pelo contrário, tornou-se um período estratégico para iniciar novos negócios, aproveitando o impulso do segundo semestre e o clima de renovação. Se você está pensando em empreender, considere agosto como o melhor mês para empreender e planeje seu negócio para aproveitar essa tendência crescente no mercado brasileiro.
Queda das Ações da Rumo (RAIL3) Após Revisão do Citi
As Ações da Rumo (RAIL3) sofreram uma das maiores quedas no Ibovespa, refletindo a revisão feita pelo Citi. Isso ocorreu após a instituição reduzir o preço-alvo das ações, que caiu de R$ 19,50 para R$ 16,50. Apesar da queda de 2,79%, esse novo preço ainda sugere um potencial de valorização de 9,5% em relação ao valor anterior.
De acordo com o analista Filipe Nielsen, a revisão reflete riscos relacionados à precificação de fretes. Mesmo com o corte nas estimativas, o Citi manteve uma recomendação neutra para as ações. O cenário de valuation atual já considera muitos riscos, mas a demanda por fretes pode continuar pressionando as tarifas.
Os desafios para as exportações de milho e a dinâmica da demanda por soja chinesa são fatores que afetam a Rumo. O Citi também revisou a estimativa de lucro líquido para 2025, reduzindo-a para R$ 1,887 bilhão. As dificuldades no setor exigem que a Rumo adapte suas estratégias para manter a competitividade.
As Ações da Rumo (RAIL3) registraram uma das maiores quedas no Ibovespa nesta segunda-feira, refletindo a revisão das estimativas da companhia pelo Citi. A instituição financeira diminuiu o preço-alvo das ações, impactando negativamente o desempenho da empresa no mercado financeiro. Às 14h30 (horário de Brasília), os papéis da RAIL3 apresentavam uma queda de 2,79%, cotados a R$ 14,65.
O Citi cortou o preço-alvo das Ações da Rumo de R$ 19,50 para R$ 16,50, embora este novo valor ainda represente um potencial de valorização de 9,5% sobre o preço de fechamento da última sexta-feira. Essa revisão reflete, principalmente, os riscos associados à precificação de fretes no setor. Apesar do corte, o Citi manteve uma recomendação neutra para as ações da companhia.
De acordo com Filipe Nielsen, analista do Citi, o cenário atual de valuation já incorpora grande parte das perspectivas negativas. A oferta e a demanda no setor de logística não têm demonstrado a força esperada, exercendo pressão sobre as tarifas de frete, mesmo diante de um potencial promissor para as exportações brasileiras em 2025.
Nielsen ressaltou que, após a decepção da Rumo com as tarifas no segundo trimestre de 2025, há uma maior probabilidade de que essa fraqueza persista no segundo semestre. Além disso, os riscos de longo prazo para a exportação de milho do Brasil podem impactar negativamente o poder de precificação da Rumo.
Ainda segundo o Citi, a demanda chinesa por soja brasileira pode impulsionar os volumes da Rumo no segundo semestre. Contudo, as exportações de milho enfrentam desafios maiores devido à dinâmica entre oferta e demanda. O aumento do consumo interno de milho, o menor interesse da China pelo produto brasileiro e a possibilidade de a Europa aumentar as importações de milho dos Estados Unidos podem intensificar a pressão sobre as tarifas da Rumo.
O banco também revisou a estimativa de lucro líquido para R$ 1,887 bilhão em 2025, abaixo da projeção anterior de R$ 1,920 bilhão. Além disso, o Citi elevou o custo de capital próprio de 17,6% para 18,5%, considerando os riscos agrícolas para a demanda de frete ferroviário e as taxas de juros de longo prazo mais elevadas.
Apesar das dificuldades, melhorias na eficiência de custos podem compensar o impacto nas margens da companhia. No entanto, a geração de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) parece mais fraca e próxima do limite inferior do guidance da Rumo para este ano, conforme as estimativas do Citi.
Diante desse cenário, a atenção se volta para como a Rumo irá adaptar suas estratégias para mitigar os impactos da menor demanda e das pressões sobre as tarifas, buscando manter sua competitividade e rentabilidade no mercado de logística.
Intel aponta riscos da participação do governo dos EUA em suas operações
A Intel advertiu que a participação do governo dos EUA em sua estrutura acionária, com a aquisição de 10% na empresa, pode comprometer suas vendas internacionais. A companhia destacou que isso poderia afetar sua capacidade de obter subsídios essenciais e causar receios entre clientes de outros países.
As preocupações da Intel estão relacionadas à autonomia da empresa em tomada de decisões estratégicas. Com a possível desconfiança de clientes globais, especialmente de nações com tensões comerciais com os EUA, as vendas no exterior podem sofrer uma queda considerável, gerando um impacto significativo em sua operação.
Além das vendas, a Intel teme que entraves burocráticos possam dificultar o acesso a incentivos financeiros no futuro. A empresa busca dialogar com o governo para mitigar os riscos. Em um mercado financeiro instável, garantir a confiança dos investidores é crucial para a sustentabilidade e competitividade no setor de chips.
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A Intel comunicou nesta segunda-feira que a Participação do governo na Intel, especificamente a aquisição de 10% da fabricante de chips pelo governo dos Estados Unidos, pode acarretar riscos significativos para suas operações. A empresa destaca que essa participação acionária pode impactar negativamente as vendas internacionais e restringir sua capacidade de assegurar futuros subsídios governamentais.
A possível influência do governo dos EUA na Intel levanta preocupações sobre a autonomia da empresa em decisões estratégicas. Uma das principais apreensões é que essa Participação do governo na Intel possa gerar desconfiança em clientes internacionais, especialmente em países com relações comerciais tensas com os Estados Unidos. Tal cenário poderia levar a uma diminuição na demanda por produtos da Intel em mercados estrangeiros.
Outro ponto crítico destacado pela Intel é a potencial limitação na obtenção de subsídios governamentais futuros. A empresa teme que a Participação do governo na Intel possa criar entraves burocráticos ou até mesmo impedir o acesso a incentivos financeiros essenciais para o desenvolvimento de novas tecnologias e expansão de suas operações. A dependência de subsídios é crucial para manter a competitividade no mercado global de chips.
A Intel ressalta que a Participação do governo na Intel pode gerar incertezas no mercado financeiro, afetando o valor de suas ações e a confiança dos investidores. A empresa enfatiza a necessidade de um diálogo transparente com o governo para mitigar esses riscos e garantir a continuidade de suas operações de forma eficiente e competitiva.
A empresa também está atenta às possíveis implicações legais e regulatórias decorrentes da Participação do governo na Intel. A conformidade com as leis e regulamentos é fundamental para evitar sanções e garantir a sustentabilidade de seus negócios a longo prazo.
Diante desse cenário, a Intel busca estratégias para minimizar os impactos negativos da Participação do governo na Intel. A empresa está empenhada em fortalecer suas relações com clientes internacionais, diversificar suas fontes de financiamento e investir em pesquisa e desenvolvimento para manter sua posição de liderança no mercado de chips.
O direito à morte assistida no Brasil: um debate necessário
A discussão sobre o direito de parar de sofrer em casos de doenças incuráveis é complexa e delicada. No Brasil, a legislação atual não permite que pacientes tenham a opção de interromper o próprio sofrimento, levantando importantes questões éticas sobre a autonomia e dignidade humana.
A legislação não contempla eutanásia ou suicídio assistido, o que significa que qualquer auxílio direto para parar de sofrer é crime. Essa restrição causa sofrimento prolongado aos pacientes, enquanto a falta de regulamentação gera debates intensos entre médicos, juristas e sociedade sobre o direito do paciente de decidir sobre seu corpo.
É crucial aprofundar o debate social sobre esse direito, buscando alternativas que permitam aos pacientes com doenças incuráveis exercerem sua autonomia. O cuidado paliativo é uma opção garantida por lei, visando melhorar a qualidade de vida e prevenir o sofrimento, mas o respeito à vida e a compaixão pelo sofrimento humano devem andar lado a lado.
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A discussão sobre o direito de parar de sofrer em casos de doenças incuráveis, terminais ou irreversíveis é um tema complexo e delicado. No Brasil, a legislação atual não permite que pacientes tomem a decisão de interromper o próprio sofrimento, o que levanta questões éticas e humanitárias importantes sobre a autonomia individual e a dignidade humana.
A legislação brasileira não contempla a eutanásia ou o suicídio assistido, o que significa que qualquer auxílio direto para parar de sofrer é considerado crime. Essa restrição legal impõe aos pacientes com doenças incuráveis um sofrimento prolongado, sem a possibilidade de buscar uma alternativa para aliviar o desconforto físico e emocional.
A falta de regulamentação sobre o direito de parar de sofrer no Brasil gera um debate intenso entre médicos, juristas, bioeticistas e a sociedade em geral. Muitos defendem que a autonomia do paciente deve ser respeitada, garantindo-lhe o direito de decidir sobre o próprio corpo e de buscar uma morte digna, sem dor e sofrimento desnecessário. Outros argumentam que a vida é um bem inviolável e que a eutanásia ou o suicídio assistido representam uma violação desse direito fundamental.
Para aqueles que enfrentam o fardo de uma doença incurável, a possibilidade de parar de sofrer pode representar um alívio inestimável. A dor física, o sofrimento emocional e a perda da qualidade de vida podem tornar a existência insuportável, levando muitos pacientes a desejar uma forma de abreviar o sofrimento e encontrar paz no fim da vida.
A discussão sobre o direito de parar de sofrer envolve questões éticas complexas, como a autonomia do paciente, o papel da medicina, os limites da intervenção médica e a responsabilidade da sociedade em garantir uma morte digna para todos. É preciso encontrar um equilíbrio entre o respeito à vida e a compaixão pelo sofrimento humano, buscando soluções que permitam aos pacientes tomar decisões informadas e conscientes sobre o próprio destino.
É crucial que a sociedade brasileira aprofunde o debate sobre o direito de parar de sofrer, buscando alternativas legais e éticas que permitam aos pacientes com doenças incuráveis exercerem sua autonomia e terem uma morte digna, sem dor e sofrimento desnecessário. A conscientização, o diálogo aberto e a busca por soluções compassivas são essenciais para garantir que todos os cidadãos tenham o direito de decidir sobre o próprio corpo e de buscar o alívio do sofrimento no fim da vida.
É importante lembrar que o cuidado paliativo é um direito garantido por lei no Brasil. Ele visa melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a vida, através da prevenção e alívio do sofrimento.
A discussão sobre a terminalidade da vida, como parar de sofrer, é um processo multifacetado que envolve não apenas o indivíduo, mas também sua família e os profissionais de saúde. É essencial que todos os envolvidos tenham acesso a informações claras e precisas, a fim de tomar decisões informadas e garantir que os desejos do paciente sejam respeitados. A bioética desempenha um papel fundamental nesse contexto, oferecendo um espaço para reflexão e diálogo sobre os valores e princípios que devem guiar as decisões relacionadas ao fim da vida.
Além do aspecto legal e ético, a questão de parar de sofrer também envolve dimensões emocionais e existenciais. A proximidade da morte pode despertar sentimentos de medo, angústia, tristeza e solidão, tanto no paciente quanto em seus familiares. É fundamental oferecer apoio psicológico e espiritual para ajudar a lidar com esses sentimentos e encontrar sentido no processo de finitude.
YouTube interfere em vídeos e gera questionamentos sobre IA
Com a popularização da inteligência artificial, usuários começam a questionar a autenticidade dos conteúdos. No YouTube, algumas mudanças em vídeos têm gerado controvérsias. Criadores notaram que suas gravações passaram a ter um aspecto artificial, com contornos e texturas diferentes.
Usuários do YouTube Shorts relataram diversas alterações em vídeos, levando a uma discussão sobre as práticas da plataforma. Em uma thread no Reddit, muitos compararam vídeos específicos e apontaram melhorias que, na opinião deles, prejudicaram a qualidade original. O YouTube, por sua vez, justifica essa prática como um experimento para aprimorar a qualidade do conteúdo.
A falta de transparência é um ponto crítico. Criadores expressam preocupação sobre modificações realizadas em suas obras sem consentimento prévio. O YouTube ainda não decidiu se dará aos criadores a opção de recusar esse tipo de alteração, o que gera um clima de incerteza sobre a confiança do público.
Compreendo a crescente dificuldade em distinguir conteúdos gerados por inteligência artificial. No entanto, o que acontece quando a própria plataforma modifica vídeos, conferindo-lhes uma aparência artificial? Usuários do YouTube Shorts com IA notaram essa mudança, levantando questões sobre a autenticidade do conteúdo. O YouTube confirmou estar realizando um “experimento” em alguns vídeos, negando o uso de IA generativa e alegando utilizar “aprendizado de máquina tradicional”. Essa mudança gerou críticas, especialmente após o YouTube atualizar suas políticas para punir criadores que publicam conteúdo de baixa qualidade feito por IA.
As discussões sobre as alterações nos vídeos começaram nas redes sociais, ganhando destaque em uma thread no Reddit. Um usuário comparou um vídeo do criador Hank Green antes e depois da aplicação do filtro, notando contornos mais nítidos, sombras mais fortes e uma textura que faz o cabelo parecer “de plástico”. Outros usuários compartilharam exemplos semelhantes, sugerindo que o YouTube estaria aplicando upscaling com IA para melhorar a resolução de vídeos de baixa qualidade.
Diante da repercussão, o YouTube respondeu às críticas, afirmando que o experimento visa melhorar a qualidade do vídeo, utilizando aprendizado de máquina para remover o desfoque, reduzir o ruído e melhorar a clareza. Essa justificativa não convenceu a todos, com alguns especialistas apontando que “aprendizado de máquina” é um subcampo da inteligência artificial, sugerindo uma tentativa de evitar a conotação negativa da IA generativa.
A falta de transparência e controle sobre as alterações nos vídeos é uma preocupação central. Criadores de conteúdo questionam a modificação de seus vídeos sem consentimento, temendo que isso possa comprometer a confiança de seu público. Até o momento, o YouTube não informou se os criadores terão a opção de não participar do experimento e manter seus vídeos no estado original.
Cientista revela ciência do cotidiano em novo livro
Joe Schwarcz, doutor em química e divulgador científico, apresenta seu novo livro, que revela a ciência envolvida no cotidiano das pessoas. Com uma abordagem acessível, ele desmistifica conceitos complexos e encanta o público com curiosidades sobre alimentos e fenômenos naturais.
A paixão de Schwarcz pela química começou na infância, inspirada por truques de mágica que utilizavam reações químicas. Essa combinação de ciência e ilusionismo permite que ele desperte o interesse pela química em leitores de todas as idades, tornando o aprendizado uma experiência divertida e cativante.
Com o objetivo de combater a desinformação, Schwarcz utiliza suas habilidades em comunicação para apresentar a ciência de forma clara e objetiva. Ele incentiva o pensamento crítico e convida as pessoas a enxergar o mundo com novos olhos, mostrando que a ciência pode ser fascinante e relevante no dia a dia.
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Joe Schwarcz, um doutor em química com um talento especial para o ilusionismo, demonstra que a ciência pode ser tão fascinante quanto um truque de mágica bem executado. Sua paixão pela química mágica começou na infância, transformando-o em um divulgador científico que encanta e educa simultaneamente. O livro, “O Surpreendente Mundo da Ciência”, oferece uma visão do mundo pelas lentes da química, desmistificando conceitos complexos com uma abordagem acessível.
A trajetória de Schwarcz é uma prova de que a ciência e a arte podem coexistir harmoniosamente. Inspirado por um mágico que usava reações químicas em seus truques, ele decidiu seguir o caminho da química, sem abandonar o fascínio pelo ilusionismo. Essa combinação inusitada o tornou um comunicador único, capaz de despertar o interesse pela ciência em pessoas de todas as idades.
O livro de Schwarcz é uma coletânea de curiosidades científicas, que abrangem desde a origem de alimentos comuns até os princípios por trás de fenômenos naturais. Sua abordagem descomplicada torna a química mágica acessível a todos, transformando o aprendizado em uma experiência divertida e interessante. Ao revelar a ciência por trás do cotidiano, Schwarcz nos convida a enxergar o mundo com novos olhos.
A habilidade de Schwarcz em combinar ciência e entretenimento é um diferencial em sua atuação como divulgador científico. Seus truques de mágica não são apenas diversão, mas também uma forma de ilustrar princípios químicos complexos de maneira visual e memorável. Essa abordagem inovadora torna o aprendizado mais eficaz e estimulante, despertando a curiosidade e o interesse pela ciência.
Para Schwarcz, a química mágica é uma ferramenta poderosa para combater a desinformação e promover o pensamento crítico. Ao apresentar fatos científicos de forma clara e concisa, ele capacita as pessoas a tomar decisões informadas e a questionar informações duvidosas. Sua atuação é um exemplo de como a ciência pode ser utilizada para o bem comum, contribuindo para uma sociedade mais esclarecida e consciente.
A influência da química mágica na vida de Joe Schwarcz transcende sua profissão e paixão, tornando-se um modo de vida. Ao enxergar o mundo através das lentes da ciência, ele nos convida a explorar as maravilhas que nos cercam e a questionar as explicações simplistas. Sua abordagem inovadora e acessível torna a ciência mais atraente e relevante para todos.
O trabalho de Schwarcz é um lembrete de que a ciência não precisa ser intimidante ou inacessível. Com a abordagem certa, é possível despertar o interesse e a curiosidade de pessoas de todas as idades, transformando o aprendizado em uma experiência prazerosa e enriquecedora. Sua paixão pela química mágica é contagiante, inspirando outros a explorar o mundo fascinante da ciência.
Brasil tem apenas 1,8% dos data centers globais, aponta estudo
O Brasil possui uma fatia reduzida dos data centers no mundo, com menos de 200 unidades. Em comparação, existem mais de 10 mil data centers globalmente, o que evidencia a discrepância. Esse dado vem de um levantamento do Data Center Map, que analisa a distribuição de infraestruturas tecnológicas.
A concentração de data centers é um indicador do avanço tecnológico de um país. O estudo revela que países com mais data centers têm maior capacidade de processamento e inovação. Além disso, a localização dessas estruturas potencia o crescimento econômico e a competitividade no cenário internacional.
Diante da demanda crescente por serviços digitais, o Brasil busca expandir sua infraestrutura de data centers. O governo e o setor privado estão colaborando para atrair investimentos e construir novas unidades, reduzindo a dependência de tecnologias estrangeiras. Isso é crucial para o fortalecimento da economia digital no país.
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O Brasil possui uma parcela significativamente pequena dos Data centers no mundo, abrigando menos de 200 instalações em comparação com as mais de 10 mil existentes globalmente. Esses números incluem os data centers de provedores de nuvem, serviços terceirizados e as infraestruturas de conectividade utilizadas pelas empresas de telecomunicações. Os dados foram obtidos através de um levantamento colaborativo conduzido pelo Data Center Map, que mapeia a distribuição dessas infraestruturas essenciais em escala global.
A concentração de data centers é um indicador crucial do desenvolvimento tecnológico e da capacidade de processamento de dados de um país. A análise do Data Center Map revela disparidades significativas na distribuição dessas instalações ao redor do mundo. A localização estratégica de data centers impulsiona a inovação, o crescimento econômico e a competitividade no mercado global.
A relevância dos data centers para a economia digital é inegável. Eles servem como o alicerce para a computação em nuvem, o armazenamento de dados em larga escala e a execução de aplicações críticas para empresas e governos. A infraestrutura de data centers é essencial para garantir a disponibilidade, a segurança e a eficiência dos serviços digitais que impulsionam a economia moderna.
Os data centers são vitais para provedores de nuvem, oferecendo a infraestrutura necessária para hospedar servidores, armazenar dados e fornecer serviços escaláveis. Empresas de serviços terceirizados também dependem de data centers para oferecer soluções de colocation, hospedagem gerenciada e serviços de recuperação de desastres. As empresas de telecomunicações utilizam data centers para suportar suas redes de comunicação e garantir a conectividade de seus clientes.
Apesar de ter menos de 200 data centers, o Brasil busca aumentar sua capacidade e atrair investimentos no setor. A expansão da infraestrutura de data centers é fundamental para acompanhar o crescimento do mercado digital e garantir a soberania dos dados. Iniciativas governamentais e investimentos privados visam impulsionar a construção de novos data centers no país, com o objetivo de reduzir a dependência de infraestruturas estrangeiras.
A distribuição desigual dos Data centers no mundo destaca a importância de políticas públicas e incentivos para promover o desenvolvimento da infraestrutura digital em todas as regiões. O aumento da capacidade de data centers no Brasil é essencial para impulsionar a inovação, o crescimento econômico e a inclusão digital. A colaboração entre o setor público e privado é fundamental para superar os desafios e aproveitar as oportunidades do mercado global.
O futuro do mercado de data centers no Brasil é promissor, com perspectivas de crescimento impulsionadas pela demanda por serviços de computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial (IA). A expansão da infraestrutura de data centers é essencial para garantir a competitividade do país no cenário global e promover o desenvolvimento de uma economia digital sustentável e inclusiva.
Tuesday Capital Adquire 14,3% da WDC em Transação de PIPE
A compra da WDC pela Tuesday Capital movimentou o mercado de investimentos. A gestora, nova no setor, passa a deter 14,3% do capital da WDC, que atua em tecnologia. Esta aquisição representa um momento significativo para ambas as empresas.
A Tuesday Capital adquiriu 10,2% da WDC em um block trade recém-concluído, totalizando R$ 20 milhões. Cada ação foi negociada a R$ 3,28, refletindo um ágio de 7,8%. A 2B Capital ainda manterá aproximadamente 20% da empresa após a venda de parte de sua participação.
Adeodato Neto, da Tuesday Capital, comentou sobre o potencial de crescimento da WDC, que está subvalorizada no mercado. Com um baixo float e liquidez, eles seguem um plano de investimento estruturado e buscam novas oportunidades, aumentando seu portfólio no setor de tecnologia.
A **Compra da WDC** pela Tuesday Capital movimentou o mercado de investimentos. A gestora, fundada há um ano, agora detém 14,3% do capital da WDC, empresa B2B de infraestrutura de tecnologia. A aquisição, que inclui soluções de monitoramento de rodovias a redes 5G e data centers, marca um momento significativo para ambas as empresas.
A gestora de Adeodato Neto e Pedro Thompson adquiriu 10,2% da empresa em um block trade recém-concluído. A transação totalizou R$ 20 milhões, com as ações negociadas a R$ 3,28 cada, representando um ágio de 7,8% em relação ao preço de tela e à média ponderada dos últimos 180 dias.
A 2B Capital, fundo de private equity que investiu na WDC em 2017 com cotistas como Bradesco, Valia, Previ e Funcef, foi quem vendeu parte de sua participação. Após a venda, a 2B Capital ainda mantém cerca de 20% do capital da WDC. Anteriormente, a Tuesday Capital já havia adquirido 4% de um dos fundadores da empresa que não está mais envolvido na operação.
Adeodato Neto, que fundou e vendeu a Eleven Research, acompanha a WDC há anos. Ele mencionou que a empresa possui grande potencial de crescimento, uma gestão competente e está subvalorizada. No IPO, a WDC foi avaliada em R$ 1,5 bilhão, mas, segundo Adeodato, o papel sofreu com a alta dos juros e a migração para a renda fixa.
Um dos fatores que impactaram o desempenho da empresa é o baixo float e liquidez. Os fundadores detêm 36% do capital, o Bradesco e a 2B Capital, 30%, a Tuesday, 14,3%, e o investidor Luiz Alves Paes de Barros, 8%, resultando em um float de apenas 12%. A Tuesday Capital considera que o valor intrínseco da WDC é 3,5 vezes o preço de tela.
Para calcular o valor, Adeodato considerou os ativos imobilizados, estimou um preço de liquidação forçada e adicionou o backlog de receita da empresa, que é de R$ 700 milhões. Ele aplicou um histórico de inadimplência a esse backlog, uma penalidade de liquidação e liquidou 100% da dívida, que é de R$ 600 milhões.
A **Compra da WDC** posiciona a Tuesday Capital em um cenário de crescimento. A empresa está bem posicionada para aproveitar tendências importantes, como o mercado de redes privativas de 5G e de data centers. Segundo Adeodato, a diversificação setorial e o avanço em áreas como retail media e data centers são fatores positivos para a companhia.
A Tuesday Capital realiza todos os seus investimentos por meio de fundos monoativos captados com terceiros, principalmente famílias brasileiras. De acordo com Pedro Thompson, as teses da empresa devem ter proteção de capital, com um valor terminal superior ao de entrada, e um plano de saída claro.
A WDC é o segundo investimento da Tuesday, que também investiu na Bridgewise, empresa israelense de inteligência artificial para investimentos. A Tuesday investiu US$ 3 milhões na Bridgewise há um ano, e o investimento está avaliado em cerca de US$ 8 milhões.
A Tuesday Capital está de olho em novas oportunidades, com mais investimentos de PIPE na bolsa brasileira e uma empresa de growth em seu radar. A aquisição da participação da Tuesday Capital na **Compra da WDC** destaca o potencial da empresa de infraestrutura de tecnologia em um mercado em constante evolução.
Plantio de milho da 1ª safra 2025/2026 chega a 3,2% no Centro-Sul
O plantio de milho da primeira safra de 2025/2026 no Centro-Sul do Brasil alcançou 3,2% até a última quinta-feira. Este avanço foi fruto das condições climáticas favoráveis, com chuvas e temperaturas elevadas no Sul, conforme dados da consultoria AgRural. Na semana anterior, o índice de semeadura era de 1,6%.
Comparado ao ano passado, o ritmo de semeadura está levemente mais lento, quando já havia alcançado 4,2% na mesma época. No entanto, este progresso é um bom indicativo para a safra, com os trabalhos concentrados no Rio Grande do Sul, além de avanços em Santa Catarina e Paraná.
A colheita da segunda safra de 2024/25 já está quase completa, com 98% colhidos. O bom desempenho desta colheita pode impactar positivamente as expectativas para a próxima safra. As condições climáticas, com chuvas e temperaturas adequadas, têm sido essenciais para o desenvolvimento das lavouras e a continuidade do plantio.
O plantio de milho da primeira safra de 2025/26 no centro-sul do Brasil alcançou 3,2% da área total estimada até a última quinta-feira. Esse avanço foi impulsionado pelas condições climáticas favoráveis, incluindo chuvas e elevação das temperaturas nos estados do Sul do país, segundo levantamento da consultoria AgRural. Na semana anterior, o índice de semeadura era de 1,6%.
Em comparação com o ano anterior, o ritmo de semeadura está um pouco mais lento. Na mesma época do ano passado, a semeadura já havia atingido 4,2% da área. Apesar disso, o progresso atual indica um bom começo para a safra, com os trabalhos concentrados principalmente no Rio Grande do Sul, e também avançando em Santa Catarina e no Paraná.
A colheita da segunda safra de 2024/25 está em sua fase final, com 98% da área colhida no centro-sul. No ano passado, a colheita da safrinha já havia sido concluída neste mesmo período. Esse bom desempenho da colheita da segunda safra pode influenciar positivamente as expectativas para a safra seguinte.
As condições climáticas têm sido um fator crucial para o avanço do plantio de milho. As chuvas e as temperaturas mais altas no Sul do Brasil criaram um ambiente favorável para o desenvolvimento das lavouras, permitindo que os agricultores intensificassem seus trabalhos de semeadura.
Apesar do atraso em relação ao ano anterior, o plantio de milho continua progredindo em um ritmo considerado adequado, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis e pelo esforço dos produtores. A expectativa é que, com a continuidade dessas condições, a semeadura possa alcançar e superar os níveis do ano passado.
Keurig Dr Pepper compra JDE Peet’s, dona do Café Pilão
A Keurig Dr Pepper anunciou a compra da JDE Peet’s em um negócio de US$ 18 bilhões, que inclui a renomada marca Café Pilão. Esta transação representa uma mudança significativa no mercado global de bebidas, reforçando a presença da Keurig em novas regiões. A aquisição deverá trazer novas estratégias e oportunidades no setor.
Com a compra, a Keurig Dr Pepper planeja reestruturar suas operações em duas empresas distintas. Uma delas será focada no mercado de café, com uma receita anual estimada em US$ 16 bilhões, e a outra irá concentrar-se em bebidas refrescantes. Esse movimento visa consolidar a posição da Keurig como um player global no mercado.
A união com a JDE Peet’s é um passo estratégico para a Keurig Dr Pepper, que até então focava suas operações na América do Norte. A expectativa é que essa aquisição gere novas oportunidades de crescimento e inovação para as marcas envolvidas, especialmente em resposta ao aumento da concorrência no setor.
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A Compra da JDE Peet’s pela Keurig Dr Pepper, em um acordo de US$ 18 bilhões, marca um novo capítulo no mercado de café. Essa aquisição bilionária, que inclui a famosa marca brasileira Pilão, promete remodelar a atuação das empresas no cenário global e gerar novas estratégias para o futuro do setor de bebidas.
A Keurig Dr Pepper, gigante americana do setor de bebidas, anunciou que pagará 31,85 euros por ação da JDE Peet’s, representando um significativo ágio de 33% sobre o valor médio das ações nos últimos três meses. A transação avalia a JDE Peet’s em aproximadamente US$ 15 bilhões, enquanto a Keurig Dr Pepper está avaliada em cerca de US$ 50 bilhões.
Com a Compra da JDE Peet’s, a Keurig Dr Pepper planeja uma reestruturação interna, separando suas operações em duas entidades distintas, ambas listadas nas bolsas de valores dos EUA. Uma empresa se concentrará no mercado de café, com uma receita anual estimada em US$ 16 bilhões, e a outra focará em bebidas refrescantes, com receita de cerca de US$ 11 bilhões. Marcas como Dr Pepper, 7UP, Snapple, Bloom e Ghost farão parte da divisão de bebidas.
Segundo Tim Cofer, CEO da Keurig Dr Pepper, a Compra da JDE Peet’s ampliará o alcance geográfico da empresa. Enquanto a Keurig tem forte presença na América do Norte, a JDE Peet’s atua principalmente na Europa, América Latina e Oriente Médio. Essa união de forças visa consolidar a posição da Keurig Dr Pepper como um player global no mercado de bebidas.
A Compra da JDE Peet’s representa uma transformação significativa para a Keurig Dr Pepper, revertendo a transação de 2018 que uniu a fabricante de café Keurig e a empresa de bebidas Dr Pepper. Na época, essa foi a maior transação no setor de bebidas não alcoólicas, mas agora a empresa busca um novo foco estratégico.
O negócio de café da Keurig Dr Pepper, que engloba o café Green Mountain e as máquinas Keurig, tem enfrentado desafios devido à crescente concorrência no mercado. No entanto, a empresa registrou melhorias em seu segmento de café no último trimestre, com aumentos de preços implementados ao longo do ano.
Diante da Compra da JDE Peet’s, o mercado aguarda os próximos passos da Keurig Dr Pepper e como a empresa pretende integrar as operações e marcas da JDE Peet’s. A expectativa é que a união das empresas gere novas oportunidades de crescimento e inovação no setor de café e bebidas.
A Compra da JDE Peet’s é um movimento estratégico que visa fortalecer a posição da Keurig Dr Pepper no mercado global, ampliando seu portfólio de marcas e sua presença geográfica. Resta acompanhar como essa aquisição impactará o futuro das empresas e a experiência dos consumidores.
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Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação