Apple registra receita recorde de US$ 144 bilhões com alta nas vendas do iPhone 17
A Apple alcançou receita recorde de US$ 144 bilhões no último trimestre de 2025, impulsionada principalmente pelo aumento nas vendas do iPhone 17. A receita com smartphones cresceu 23% na comparação anual, refletindo a forte demanda durante a temporada de festas.
O mercado chinês foi destaque, com alta de 38% nas vendas, enquanto o lucro líquido da empresa chegou a US$ 42 bilhões, superando as expectativas. A margem bruta ficou em 48,2%, acima do estimado.
Além das vendas, a Apple investe em inteligência artificial, firmando parcerias para aprimorar a assistente virtual Siri e adquirindo startups de tecnologia. As receitas de serviços também atingiram um recorde, mostrando diversidade na fonte de receita da empresa.
A Apple alcançou receita recorde de US$ 144 bilhões no último trimestre de 2025, impulsionada principalmente pelo aumento nas vendas do iPhone 17. Segundo a empresa, a receita com smartphones cresceu 23% na comparação anual, refletindo a forte demanda durante a temporada de festas.
A companhia também registrou crescimento significativo na China, com aumento de 38% nas vendas nesse mercado estratégico. O lucro líquido reportado foi de US$ 42 bilhões, superando as projeções do mercado.
Apesar das incertezas em relação à sua estratégia em inteligência artificial, marcada por atrasos e saída de talentos, a Apple mantém um desempenho robusto. No mês passado, firmou acordo para usar os modelos Gemini, do Google, para aprimorar a assistente virtual Siri, além de adquirir a startup israelense Q.AI, focada em tecnologia de reconhecimento facial para dispositivos vestíveis.
A margem bruta no trimestre atingiu 48,2%, acima da expectativa de 47,5%. As receitas com serviços também chegaram a um recorde de US$ 30 bilhões, beneficiadas por unidades como App Store, Apple Pay e iCloud.
O diretor financeiro Kevan Parekh atribui o sucesso à recepção positiva da linha do iPhone 17, que motivou a substituição de modelos antigos e a migração de consumidores de outras marcas, especialmente no mercado chinês.
O desempenho das ações da empresa reflete esse cenário, com alta de 22% nos últimos seis meses, superando índices como o Nasdaq Composite.
Segunda temporada de Jury Duty estreia com novo formato de julgamento corporativo
Jury Duty retorna com uma segunda temporada que mantém seu formato inovador. A trama agora se passa em um retiro corporativo, onde apenas um participante ignora o roteiro, gerando situações únicas.
A nova fase, intitulada Jury Duty Presents: Company Retreat, apresenta um conflito pelo controle da empresa entre o elenco fictício, enquanto o funcionário real enfrenta desafios inesperados. A estreia está marcada para 20 de março na Prime Video.
A primeira temporada foi muito bem recebida por público e crítica. A produção conta com nomes experientes, garantindo a qualidade da série e mantendo o interesse do público para os novos episódios.
Jury Duty retorna com uma segunda temporada que promete seguir o formato que conquistou público e crítica. O reality show, que em 2023 mostrou um participante real em meio a atores interpretando um julgamento, agora muda o cenário para uma reunião empresarial fora do comum. Anthony, o novo funcionário da trama, é o único que desconhece os eventos roteirizados ao seu redor.
Na nova fase chamada Jury Duty Presents: Company Retreat, Anthony é convocado para um retiro corporativo. Enquanto isso, o elenco de apoio atua conforme roteiros, apresentando uma disputa pelo controle da empresa, que envolve a saída dos fundadores. A produção destaca um embate entre desejos ambiciosos e princípios de uma empresa menor.
A estreia está marcada para 20 de março na Prime Video, com os três primeiros episódios liberados simultaneamente. Dois episódios adicionais serão lançados no dia 27 do mesmo mês, e o encerramento, dividido em três partes, chega em 3 de abril. A primeira temporada marcou 84% de aprovação entre críticos no Rotten Tomatoes e 96% entre usuários, valorizando a proposta original e o desempenho do participante Ronald Gladden.
Os nomes ligados à produção-executiva incluem David Bernad, Lee Eisenberg, Gene Stupnitsky, entre outros. Eisenberg e Stupnitsky são os criadores da série, com Stupnitsky também na direção dos episódios desta temporada.
Fique ligado para acompanhar os novos episódios e veja como Anthony enfrentará situações inesperadas em um ambiente corporativo planejado para confundir um participante real dentro de um elenco virtualmente roteirizado.
SITA nomeia novo vice-presidente para América Latina e Caribe
A SITA anunciou a nomeação de George Miley como vice-presidente para América Latina e Caribe. Ele traz ampla experiência em desenvolvimento comercial e transformação digital, com o objetivo de fortalecer a atuação da empresa na região.
Desde 2012 na SITA, Miley liderou projetos importantes, como a modernização digital do Aeroporto Internacional Jorge Chávez, no Peru, com tecnologias que agilizam serviços e aumentam a segurança. Seu trabalho inclui ainda iniciativas digitais sustentáveis para melhorar a experiência dos passageiros.
Antes da SITA, Miley atuou no setor público e privado, com destaque para a presidência da Superintendência de Telecomunicações da Costa Rica. Sua formação acadêmica inclui MBA pela Emory University e diploma pela Universidade da Costa Rica, unindo teoria e prática em mercados globais.
A SITA anunciou a nomeação de George Miley como vice-presidente para a América Latina e o Caribe. Com ampla experiência em desenvolvimento comercial e transformação digital, ele terá a missão de fortalecer a atuação da empresa na região e colaborar com governos, companhias aéreas e parceiros para acelerar a adoção de soluções que elevem a eficiência operacional e aprimorem a experiência dos passageiros.
Desde 2012 na SITA, George Miley liderou iniciativas importantes, como a modernização digital do Aeroporto Internacional Jorge Chávez, no Peru, com tecnologias para agilizar o check-in e o controle fronteiriço, reduzindo filas e aumentando a segurança. Ele também é ativo na promoção de soluções digitais e sustentáveis alinhadas ao perfil dos viajantes latino-americanos.
Antes da SITA, atuou em cargos públicos e privados, destacando-se como presidente fundador da Superintendência de Telecomunicações da Costa Rica (SUTEL), onde conduziu a abertura e atualização do setor. Sua formação inclui um MBA pela Emory University – Goizueta Business School e diploma da Universidade da Costa Rica, integrando conhecimento acadêmico e prática em mercados globais.
Shawn Gregor, presidente da SITA para as Américas, destacou que a escolha de Miley confirma o compromisso da companhia em liderar a transformação digital na região, atendendo a um mercado em constante mudança. Para o executivo, este é um momento estratégico, com múltiplas oportunidades para inovar, melhorar operações e elevar a satisfação dos usuários do transporte aéreo.
Nubank obtém autorização para atuar oficialmente como banco nos EUA
O Nubank recebeu uma autorização preliminar do órgão regulador americano para atuar como banco nacional nos Estados Unidos, abrindo caminho para suas operações na maior economia mundial.
A fintech latino-americana planeja organizar suas operações no país e iniciar seus serviços em até 18 meses, oferecendo produtos como contas, cartões e empréstimos.
Apesar do foco principal no Brasil e México, o Nubank vê os EUA como uma oportunidade estratégica, especialmente para atender latino-americanos expatriados e clientes insatisfeitos com bancos tradicionais locais.
A fintech latino-americana Nubank avançou no processo para atuar nos Estados Unidos ao receber aprovação preliminar para operar como banco nacional. O Office of the Comptroller of the Currency (OCC), órgão regulador americano, concedeu uma autorização condicional à nova entidade chamada Nubank NA. Essa aprovação marca o primeiro passo para que a empresa de serviços financeiros comece suas operações na maior economia do mundo.
O Nubank planeja entrar na fase de organização nesse mercado e estima lançar sua operação nos EUA em até 18 meses. Cristina Junqueira, cofundadora que acompanhará a expansão local, destacou o objetivo de oferecer serviços financeiros transparentes aos futuros clientes americanos. Após a licença completa, a fintech poderá disponibilizar contas de depósito, cartões, empréstimos e custódia de ativos digitais.
Essa movimentação ocorre num cenário regulatório norte-americano mais favorável a novos negócios no setor financeiro digital, aproveitando janela aberta durante a gestão anterior. O banco digital mantém o foco em seus mercados principais, Brasil e México, mas enxerga na presença nos EUA uma oportunidade estratégica a médio prazo.
O desafio está em adaptar o modelo bem-sucedido na América Latina a um sistema financeiro americano mais fragmentado, onde tecnologias como o Pix, que impulsionaram o Nubank no Brasil, não existem. A expectativa inicial é focar em expatriados latino-americanos e consumidores americanos insatisfeitos com seus bancos tradicionais.
Com 127 milhões de clientes ao redor do mundo, o Nubank busca repetir a fórmula digital-first que sustentou seu crescimento na América Latina, agora mirando no mercado norte-americano. A operação americana é um movimento importante para a fintech, que expande suas fronteiras além do continente.
Oscar 2026: Entenda a polêmica envolvendo os irmãos Josh e Benny Safdie, de Marty Supreme e Coração de Lutador
Os irmãos Josh e Benny Safdie, conhecidos por filmes como Bom Comportamento e Joias Brutas, rumam para caminhos profissionais distintos. No Oscar 2026, Josh se destaca com o filme Marty Supreme, enquanto o trabalho recente de Benny, Coração de Lutador, não foi reconhecido pela Academia.
A polêmica veio à tona por um incidente durante as filmagens de Bom Comportamento, quando uma atriz de 17 anos foi exposta em cenas que infringem leis de proteção a menores. Detalhes revelados durante um processo de divórcio causaram desconforto e repercussão.
A situação levou ao fim da parceria dos Safdie com o produtor Sebastian Bear-McLard e o cancelamento de um projeto na Netflix. Josh enfrenta críticas por práticas arriscadas no set, enquanto Benny pode seguir com carreira mais estável.
Os irmãos Benjamin e Josh Safdie, conhecidos pelo trabalho conjunto em filmes como Bom Comportamento e Joias Brutas, agora seguem rumos profissionais separados. No Oscar 2026, Josh ganha destaque com Marty Supreme, enquanto o filme recente de Benjamin, Coração de Lutador, não foi reconhecido pela Academia. A separação, conforme reportagem do Page Six, teve origem em um incidente durante as filmagens de Bom Comportamento, envolvendo uma menor de idade contratada para um papel crucial.
Na gravação, uma jovem de 17 anos desempenhava uma prostituta, inclusive em cenas que exigiam nudez, o que contraria leis de proteção a menores. Além disso, situações desconfortáveis ocorreram, incluindo um ator amador expondo-se diante da garota. As filmagens seguiram, sem que Benjamin soubesse da idade da atriz até anos depois, quando os fatos vieram à tona em processo de divórcio de envolvidos na produção.
Esse episódio levou ao afastamento dos Safdie de Sebastian Bear-McLard, produtor com quem colaboraram em vários projetos. Embora tenham continuado trabalhando juntos por nove meses após a descoberta, a publicação dos detalhes do divórcio foi decisiva para o fim da parceria entre os irmãos.
O projeto que já estava em pré-produção para a Netflix, com participação de Adam Sandler, foi cancelado após a separação. Apesar da desvantagem na disputa pelo Oscar 2026, relatos indicam que Benjamin pode manter uma carreira mais estável, enquanto Josh é criticado por práticas questionáveis no set, como o uso frequente de não-atores, o que aumenta os riscos em suas produções.
Morte do cão Orelha destaca problema das redes que lucram com tortura de animais na internet
A morte do cachorro comunitário Orelha, vítima de tortura por adolescentes em Florianópolis, evidencia a grave questão do zoosadismo, violência contra animais que acontece globalmente e é promovida em redes digitais para lucro e entretenimento.
Especialistas alertam que essas plataformas influenciam jovens a normalizar a agressão contra animais. Embora o envolvimento direto desses grupos nos casos ainda não tenha sido confirmado, a situação ressalta a necessidade de educação e prevenção para proteger crianças e adolescentes.
No Brasil, maus-tratos a cães e gatos são crimes com pena de até cinco anos, mas a punição para animais silvestres é mais branda. A atuação limitada das plataformas em remover conteúdos abusivos mantém o desafio de combater a violência contra animais na internet e no mundo real.
A morte do cachorro comunitário apelidado de Orelha, vítima de tortura cometida por adolescentes em Florianópolis, destaca um problema que ultrapassa fronteiras. Além dele, outro cão, Caramelo, também sofreu agressões, mas sobreviveu. Esse tipo de violência, conhecida como zoosadismo, ocorre globalmente e envolve grupos que gravam e compartilham abusos, transformando a crueldade em entretenimento e até fonte de lucro.
Especialistas alertam para a influência de redes digitais que incentivam esses comportamentos extremos entre jovens, normalizando a violência contra animais. Apesar de não haver ligações confirmadas entre os agressores e tais redes, o caso reforça a importância da educação e prevenção para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a esse tipo de conteúdo.
No Brasil, maus-tratos a animais são crime, com penas que podem chegar a cinco anos de prisão quando envolvem cães e gatos. Contudo, casos envolvendo animais silvestres frequentemente têm punições amenizadas, gerando reclamações de ativistas.
Investigações recentes revelam que esses grupos violentos utilizam plataformas populares para promover abusos. Campanhas internacionais pressionam por maior controle e remoção desse conteúdo na internet, embora a resposta das empresas ainda seja limitada, tendo removido apenas uma parte das postagens denunciadas.
Além da dor provocada, esses crimes expõem um desafio social e digital que requer atenção constante para combater a normalização da violência contra animais no ambiente virtual e real.
Estudo revela que genética tem papel maior na longevidade humana do que se pensava
Diversos fatores influenciam a longevidade, como alimentação, exercícios e ambiente. Um estudo recente sugere que a genética pode ser mais importante do que se imaginava, explicando até metade da variação no tempo de vida.
A pesquisa analisou dados de gêmeos na Suécia e Dinamarca, corrigindo efeitos de mortes por causas externas que antes distorciam os resultados. Isso revelou a real influência dos genes no envelhecimento.
O trabalho destaca que, apesar do ambiente ser relevante, os genes têm papel fundamental no processo. Essa descoberta abre caminho para novas perspectivas no estudo do envelhecimento e a busca por genes protetores que contribuam para a saúde na velhice.
Diversos fatores influenciam quanto tempo uma pessoa vive, como hábitos alimentares, exercícios, consumo de álcool, tabagismo e ambiente. Um novo estudo, porém, aponta que a genética pode desempenhar um papel mais significativo no tempo de vida do que estimativas anteriores indicavam. De acordo com a pesquisa, os genes podem explicar até metade da variação na longevidade humana, praticamente o dobro do que estudos anteriores sugeriam.
O trabalho, conduzido pelo Instituto Weizmann de Ciência, analisou dados históricos de gêmeos da Suécia e Dinamarca, corrigindo distorções causadas por mortes por fatores externos, como acidentes e doenças infecciosas, que antes não eram consideradas. Esses fatores extrínsecos mascaravam a real influência genética. Com a correção, o estudo detectou uma contribuição genética maior ao tempo de vida.
Além disso, a pesquisa examinou gêmeos idênticos criados em ambientes diferentes, destacando que eles compartilham a mesma genética, mas não o mesmo ambiente, o que reforça a distinção entre influência genética e ambiental. A descoberta trouxe novas perspectivas para o campo do envelhecimento, indicando que genes protetores podem ajudar algumas pessoas a chegar aos 100 anos sem doenças graves.
Os resultados sugerem que a longevidade é uma combinação complexa de fatores genéticos, ambientais e até de aleatoriedade. Estudos anteriores que subestimaram a hereditariedade podem ter desencorajado pesquisas nessa área, mas esta análise reforça a importância da genética para entender e possivelmente influenciar o envelhecimento humano.
Consumo de café no Brasil cai em 2025, mas receita do setor cresce
O consumo de café no Brasil registrou queda de 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025, totalizando 21,4 milhões de sacas. O aumento dos preços da bebida impactou a demanda, refletindo no menor volume comercializado no maior produtor mundial de café.
Apesar da redução no consumo, o faturamento do setor cresceu 25,6%, alcançando R$ 46,24 bilhões. O preço médio do café no varejo chegou a superar R$ 70 por quilo, influenciado pela alta dos preços da matéria-prima devido a fatores climáticos e redução da safra.
Para 2026, a expectativa é de uma safra mais estável, que pode equilibrar o mercado e ajudar na redução dos preços ao consumidor. A estabilidade climática e o aumento da produção são apontados como fatores essenciais para o setor.
O consumo de café no Brasil caiu 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025, registrando 21,4 milhões de sacas de 60 kg, aponta a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Esse recuo ocorre após o aumento dos preços, que impactou a demanda no maior produtor mundial da bebida.
Apesar da diminuição no volume, o setor teve crescimento na receita, com faturamento de R$ 46,24 bilhões, aumento de 25,6% em relação ao ano anterior. O preço médio do café torrado no varejo do Sudeste alcançou picos de mais de R$ 70 por quilo em julho de 2025, caindo ao fim do ano para cerca de R$ 60, mas ainda acima dos valores registrados em janeiro de 2024.
A valorização do café verde, motivada por problemas climáticos e redução da safra no Brasil e em outras regiões, levou o preço da matéria-prima a mais do que dobrar em 2024. Esses custos foram repassados ao consumidor durante 2025, mesmo com leve queda nos valores da matéria-prima ao longo do ano.
Nos últimos cinco anos, o café conilon subiu 201% e o arábica, 212% no preço da matéria-prima, enquanto o preço no varejo aumentou 116%. A Abic atribui a instabilidade dos preços no varejo a fatores que incluem clima irregular, produção abaixo da demanda e estoques reduzidos.
Para 2026, as expectativas indicam uma safra mais estável, que pode equilibrar o mercado e ajudar a estabilizar os preços nas prateleiras.
Cientistas descobrem exoplaneta semelhante à Terra a 150 anos-luz
Cientistas identificaram o exoplaneta HD 137010 b, localizado a cerca de 150 anos-luz da Terra. Ele tem tamanho próximo ao do nosso planeta e um período orbital similar, com aproximadamente 355 dias, o que coloca o planeta no limite da zona habitável, região onde pode existir água líquida.
O estudo que revelou o HD 137010 b envolveu pesquisadores da University of Southern Queensland, Harvard e Oxford, que utilizaram dados do telescópio espacial Kepler da NASA. Apesar das boas características, a superfície é estimada com temperatura média de -68 °C, dificultando a existência de água em estado líquido.
Ainda são necessárias novas observações para confirmar a presença de atmosfera e avaliar seu real potencial para habitabilidade. A descoberta amplia o entendimento sobre planetas próximos em nossa vizinhança cósmica, embora viagens até lá sejam impraticáveis com a tecnologia atual.
A recente identificação do HD 137010 b trouxe à tona discussões sobre a busca por planetas semelhantes à Terra. Este exoplaneta, localizado a cerca de 150 anos-luz, apresenta dimensões próximas ao nosso planeta, com aproximadamente 6% a mais em diâmetro e um período orbital muito próximo ao terrestre, com um “ano” de 355 dias. Esses dados sugerem uma órbita na distância similar à que Marte mantém do Sol, colocando-o no limite da zona habitável, área onde água líquida poderia existir.
O estudo publicado no Astrophysical Journal Letters, liderado por pesquisadores da University of Southern Queensland junto a Harvard e Oxford, utilizou dados do telescópio espacial Kepler da NASA, que já revolucionou a busca por planetas fora do Sistema Solar.
Apesar de o HD 137010 b ter cerca de 50% de chance de estar na zona habitável, as condições observadas indicam que sua estrela é mais fria e menos luminosa que o Sol. Com estimativas de temperatura média da superfície próximo a –68 °C, semelhante a Marte, a existência de água em estado líquido é improvável, com a maior parte congelada.
O exoplaneta ainda é considerado um candidato, pois requer novas observações para confirmação e avaliação da atmosfera, crucial para determinar seu potencial habitável. Mesmo sendo próximo em termos galácticos, viagens até ele com a tecnologia atual levariam milhares de anos, tornando-o inviável como destino imediato. Entretanto, sua descoberta é significativa para os estudos astronômicos, ampliando o conhecimento sobre corpos celestes em nossa vizinhança cósmica.
Suécia planeja proibir uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio
O governo sueco anunciou uma proposta para banir o uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio. Os estudantes terão que entregar os aparelhos pela manhã e só poderão pegá-los no fim do dia. A medida visa limitar o uso excessivo de dispositivos digitais entre crianças e adolescentes para melhorar a atenção nas aulas.
A proibição pode ser implementada a partir de agosto de 2026, se aprovada pelo Parlamento. Centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra, que já é parcialmente adotada por 80% das escolas do país. A ministra da Educação destaca que a iniciativa auxiliará na saúde mental e no controle do tempo de tela dos alunos.
Estudos indicam que estudantes suecos se distraem mais com dispositivos do que a média dos países da OCDE. A nova regra busca reduzir essas distrações, melhorar o foco dos alunos e favorecer um ambiente escolar mais produtivo e saudável.
O governo da Suécia anunciou que pretende implementar uma proibição de celulares nas escolas de ensino fundamental e médio. A proposta determina que estudantes com até 15 ou 16 anos entreguem seus aparelhos pela manhã e só os recuperem no fim do dia letivo. A medida está alinhada com esforços globais para limitar o uso excessivo de dispositivos digitais por crianças e adolescentes.
A proibição entrará em vigor em agosto de 2026, caso seja aprovada pelo Parlamento sueco. Além das escolas, centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra. Atualmente, cerca de 80% das instituições do país já restringem o uso de celulares em sala, mas a nova norma visa garantir uma aplicação uniforme em todo o território nacional.
Segundo o comunicado oficial, “estudos demonstram que alunos suecos se distraem mais com dispositivos digitais do que a média dos estudantes da OCDE.” A ministra da Educação, Simona Mohamsson, ressaltou que a iniciativa busca reduzir intercorrências e melhorar a atenção durante as aulas, além de promover saúde mental mais equilibrada.
Ela também apontou que a proibição poderá auxiliar famílias a controlar o tempo que os filhos dedicam às telas fora da escola. Dados indicam que estudantes do ensino médio passam quase sete horas diárias em frente a diversas telas, sem contar o uso dentro das aulas, o que reforça a importância da regra para recuperação do foco.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação