Estudo revela que genética tem papel maior na longevidade humana do que se pensava
Diversos fatores influenciam a longevidade, como alimentação, exercícios e ambiente. Um estudo recente sugere que a genética pode ser mais importante do que se imaginava, explicando até metade da variação no tempo de vida.
A pesquisa analisou dados de gêmeos na Suécia e Dinamarca, corrigindo efeitos de mortes por causas externas que antes distorciam os resultados. Isso revelou a real influência dos genes no envelhecimento.
O trabalho destaca que, apesar do ambiente ser relevante, os genes têm papel fundamental no processo. Essa descoberta abre caminho para novas perspectivas no estudo do envelhecimento e a busca por genes protetores que contribuam para a saúde na velhice.
Diversos fatores influenciam quanto tempo uma pessoa vive, como hábitos alimentares, exercícios, consumo de álcool, tabagismo e ambiente. Um novo estudo, porém, aponta que a genética pode desempenhar um papel mais significativo no tempo de vida do que estimativas anteriores indicavam. De acordo com a pesquisa, os genes podem explicar até metade da variação na longevidade humana, praticamente o dobro do que estudos anteriores sugeriam.
O trabalho, conduzido pelo Instituto Weizmann de Ciência, analisou dados históricos de gêmeos da Suécia e Dinamarca, corrigindo distorções causadas por mortes por fatores externos, como acidentes e doenças infecciosas, que antes não eram consideradas. Esses fatores extrínsecos mascaravam a real influência genética. Com a correção, o estudo detectou uma contribuição genética maior ao tempo de vida.
Além disso, a pesquisa examinou gêmeos idênticos criados em ambientes diferentes, destacando que eles compartilham a mesma genética, mas não o mesmo ambiente, o que reforça a distinção entre influência genética e ambiental. A descoberta trouxe novas perspectivas para o campo do envelhecimento, indicando que genes protetores podem ajudar algumas pessoas a chegar aos 100 anos sem doenças graves.
Os resultados sugerem que a longevidade é uma combinação complexa de fatores genéticos, ambientais e até de aleatoriedade. Estudos anteriores que subestimaram a hereditariedade podem ter desencorajado pesquisas nessa área, mas esta análise reforça a importância da genética para entender e possivelmente influenciar o envelhecimento humano.
Consumo de café no Brasil cai em 2025, mas receita do setor cresce
O consumo de café no Brasil registrou queda de 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025, totalizando 21,4 milhões de sacas. O aumento dos preços da bebida impactou a demanda, refletindo no menor volume comercializado no maior produtor mundial de café.
Apesar da redução no consumo, o faturamento do setor cresceu 25,6%, alcançando R$ 46,24 bilhões. O preço médio do café no varejo chegou a superar R$ 70 por quilo, influenciado pela alta dos preços da matéria-prima devido a fatores climáticos e redução da safra.
Para 2026, a expectativa é de uma safra mais estável, que pode equilibrar o mercado e ajudar na redução dos preços ao consumidor. A estabilidade climática e o aumento da produção são apontados como fatores essenciais para o setor.
O consumo de café no Brasil caiu 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025, registrando 21,4 milhões de sacas de 60 kg, aponta a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Esse recuo ocorre após o aumento dos preços, que impactou a demanda no maior produtor mundial da bebida.
Apesar da diminuição no volume, o setor teve crescimento na receita, com faturamento de R$ 46,24 bilhões, aumento de 25,6% em relação ao ano anterior. O preço médio do café torrado no varejo do Sudeste alcançou picos de mais de R$ 70 por quilo em julho de 2025, caindo ao fim do ano para cerca de R$ 60, mas ainda acima dos valores registrados em janeiro de 2024.
A valorização do café verde, motivada por problemas climáticos e redução da safra no Brasil e em outras regiões, levou o preço da matéria-prima a mais do que dobrar em 2024. Esses custos foram repassados ao consumidor durante 2025, mesmo com leve queda nos valores da matéria-prima ao longo do ano.
Nos últimos cinco anos, o café conilon subiu 201% e o arábica, 212% no preço da matéria-prima, enquanto o preço no varejo aumentou 116%. A Abic atribui a instabilidade dos preços no varejo a fatores que incluem clima irregular, produção abaixo da demanda e estoques reduzidos.
Para 2026, as expectativas indicam uma safra mais estável, que pode equilibrar o mercado e ajudar a estabilizar os preços nas prateleiras.
Cientistas descobrem exoplaneta semelhante à Terra a 150 anos-luz
Cientistas identificaram o exoplaneta HD 137010 b, localizado a cerca de 150 anos-luz da Terra. Ele tem tamanho próximo ao do nosso planeta e um período orbital similar, com aproximadamente 355 dias, o que coloca o planeta no limite da zona habitável, região onde pode existir água líquida.
O estudo que revelou o HD 137010 b envolveu pesquisadores da University of Southern Queensland, Harvard e Oxford, que utilizaram dados do telescópio espacial Kepler da NASA. Apesar das boas características, a superfície é estimada com temperatura média de -68 °C, dificultando a existência de água em estado líquido.
Ainda são necessárias novas observações para confirmar a presença de atmosfera e avaliar seu real potencial para habitabilidade. A descoberta amplia o entendimento sobre planetas próximos em nossa vizinhança cósmica, embora viagens até lá sejam impraticáveis com a tecnologia atual.
A recente identificação do HD 137010 b trouxe à tona discussões sobre a busca por planetas semelhantes à Terra. Este exoplaneta, localizado a cerca de 150 anos-luz, apresenta dimensões próximas ao nosso planeta, com aproximadamente 6% a mais em diâmetro e um período orbital muito próximo ao terrestre, com um “ano” de 355 dias. Esses dados sugerem uma órbita na distância similar à que Marte mantém do Sol, colocando-o no limite da zona habitável, área onde água líquida poderia existir.
O estudo publicado no Astrophysical Journal Letters, liderado por pesquisadores da University of Southern Queensland junto a Harvard e Oxford, utilizou dados do telescópio espacial Kepler da NASA, que já revolucionou a busca por planetas fora do Sistema Solar.
Apesar de o HD 137010 b ter cerca de 50% de chance de estar na zona habitável, as condições observadas indicam que sua estrela é mais fria e menos luminosa que o Sol. Com estimativas de temperatura média da superfície próximo a –68 °C, semelhante a Marte, a existência de água em estado líquido é improvável, com a maior parte congelada.
O exoplaneta ainda é considerado um candidato, pois requer novas observações para confirmação e avaliação da atmosfera, crucial para determinar seu potencial habitável. Mesmo sendo próximo em termos galácticos, viagens até ele com a tecnologia atual levariam milhares de anos, tornando-o inviável como destino imediato. Entretanto, sua descoberta é significativa para os estudos astronômicos, ampliando o conhecimento sobre corpos celestes em nossa vizinhança cósmica.
Suécia planeja proibir uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio
O governo sueco anunciou uma proposta para banir o uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio. Os estudantes terão que entregar os aparelhos pela manhã e só poderão pegá-los no fim do dia. A medida visa limitar o uso excessivo de dispositivos digitais entre crianças e adolescentes para melhorar a atenção nas aulas.
A proibição pode ser implementada a partir de agosto de 2026, se aprovada pelo Parlamento. Centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra, que já é parcialmente adotada por 80% das escolas do país. A ministra da Educação destaca que a iniciativa auxiliará na saúde mental e no controle do tempo de tela dos alunos.
Estudos indicam que estudantes suecos se distraem mais com dispositivos do que a média dos países da OCDE. A nova regra busca reduzir essas distrações, melhorar o foco dos alunos e favorecer um ambiente escolar mais produtivo e saudável.
O governo da Suécia anunciou que pretende implementar uma proibição de celulares nas escolas de ensino fundamental e médio. A proposta determina que estudantes com até 15 ou 16 anos entreguem seus aparelhos pela manhã e só os recuperem no fim do dia letivo. A medida está alinhada com esforços globais para limitar o uso excessivo de dispositivos digitais por crianças e adolescentes.
A proibição entrará em vigor em agosto de 2026, caso seja aprovada pelo Parlamento sueco. Além das escolas, centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra. Atualmente, cerca de 80% das instituições do país já restringem o uso de celulares em sala, mas a nova norma visa garantir uma aplicação uniforme em todo o território nacional.
Segundo o comunicado oficial, “estudos demonstram que alunos suecos se distraem mais com dispositivos digitais do que a média dos estudantes da OCDE.” A ministra da Educação, Simona Mohamsson, ressaltou que a iniciativa busca reduzir intercorrências e melhorar a atenção durante as aulas, além de promover saúde mental mais equilibrada.
Ela também apontou que a proibição poderá auxiliar famílias a controlar o tempo que os filhos dedicam às telas fora da escola. Dados indicam que estudantes do ensino médio passam quase sete horas diárias em frente a diversas telas, sem contar o uso dentro das aulas, o que reforça a importância da regra para recuperação do foco.
Coterra e Devon avançam em negociação de fusão no setor de petróleo e gás dos EUA
A Coterra Energy e Devon Energy estão em fase avançada de negociação para uma fusão que pode ser uma das maiores dos últimos anos no setor de petróleo e gás nos Estados Unidos. A nova empresa teria valor de mercado estimado em US$ 57 bilhões.
A operação ainda não tem cronograma definido e pode ser alterada ou cancelada. Ambas as empresas concentram suas operações na Bacia do Permiano, região com alta produção de petróleo, o que ampliaria a escala e a competitividade.
Esse acordo sinaliza uma possível nova fase de consolidações no setor de shale após um período de pouca atividade. A movimentação gerou valorização das ações das duas companhias e pode impactar o mercado energético nos EUA.
A combinação de negócios entre a Coterra Energy e a Devon Energy está em fase avançada de negociação, de acordo com fontes próximas ao assunto. A transação pode se tornar uma das maiores do setor de petróleo e gás nos últimos anos, aumentando a competitividade das empresas no mercado.
Por enquanto, o cronograma da operação ainda não foi finalizado e as conversas podem sofrer alterações ou até mesmo não avançar. Caso o acordo seja concretizado, a nova empresa teria um valor de mercado estimado em cerca de US$ 57 bilhões, com base nas cotações atuais das ações.
As duas companhias concentram a maior parte de seus ativos na Bacia do Permiano, principal região produtora de petróleo dos Estados Unidos. A fusão ampliaria a escala operacional, ajudando a enfrentar um ambiente de preços mais baixos para o petróleo, que tem pressionado o setor.
Em reação às notícias, as ações da Coterra subiram 1,9%, chegando a US$ 28,33, o que atribui à companhia uma capitalização de mercado de cerca de US$ 21,6 bilhões. As ações da Devon também avançaram 1,9%, para US$ 40,60, avaliando a empresa em aproximadamente US$ 25,5 bilhões.
Essa operação seria a maior consolidação da indústria de shale nos EUA desde a aquisição da Endeavor Energy Resources pela Diamondback em fevereiro de 2024, que envolveu cerca de US$ 26 bilhões. A movimentação pode sinalizar uma nova fase de fusões depois de dois anos com pouca atividade no setor.
Preço do Petróleo Brent Passa de US$ 70 por Tensões no Irã
Os preços do petróleo Brent ultrapassaram US$ 70 por barril, impulsionados pelas tensões recentes envolvendo o Irã e um possível ataque militar dos EUA. A ameaça de interrupção no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo mundial, aumentou o risco geopolítico na região.
Além da instabilidade no Oriente Médio, interrupções temporárias na produção em outras regiões também contribuíram para a alta dos preços. Analistas apontam que o conflito pode elevar ainda mais o valor do Brent em médio prazo, impactando o mercado global de energia.
Os preços futuros do petróleo Brent alcançaram nesta quinta-feira (29) a maior alta em quatro meses, impulsionados pelas tensões envolvendo um possível ataque militar dos EUA ao Irã. O Irã, que produz cerca de 3,2 milhões de barris por dia, é um dos maiores membros da Opep e a instabilidade na região eleva o risco geopolítico associado às exportações de petróleo.
O medo mais imediato dos mercados é o impacto direto se o Irã fechar o Estreito de Ormuz, por onde passam 20 milhões de barris diários, além do potencial ataque a países vizinhos. No intradiário, o Brent chegou a ser vendido a US$ 70,35 por barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA subiu 2,17%, aproximando-se de US$ 65 por barril.
O presidente dos EUA, Donald Trump, pressiona o Irã para encerrar seu programa nuclear, avaliando ações militares direcionadas para líderes e forças de segurança, numa tentativa de estimular protestos contra o governo iraniano. Analistas do Citi estimam que o prêmio geopolítico pode somar entre US$ 3 e US$ 4 por barril, com possibilidade de levar o Brent a US$ 72 em até três meses.
Além das tensões no Oriente Médio, outras interrupções temporárias na produção afetaram o mercado, como o reinício gradual do campo petrolífero de Tengiz, no Cazaquistão, abalado por incêndios, e a retomada da operação de poços nos EUA afetados pela tempestade Fern.
Em resumo, o principal fator que sustenta a alta dos preços continua sendo o cenário geopolítico envolvendo o Irã e a região do Oriente Médio, combinado com interrupções pontuais em outras áreas produtoras.
PicPay capta R$ 2,25 bilhões em IPO na Bolsa de Nova York
O PicPay estreou suas ações na Nasdaq, Bolsa de Nova York, com uma demanda 12 vezes maior que a oferta. Foram vendidas 22,9 milhões de ações, levantando US$ 434 milhões, cerca de R$ 2,25 bilhões.
Essa operação avalia a fintech em aproximadamente US$ 2,6 bilhões (R$ 13,4 bilhões) e abre caminho para crescimento, rentabilidade e expansão no mercado de seguros, com a aquisição da Kovr Seguradora.
O CEO destacou a importância dessa etapa para escalar o negócio e fortalecer a confiança internacional, com o apoio de grandes bancos que coordenaram o IPO.
O PicPay oficializou sua entrada na Nasdaq nesta quinta-feira (29), encerrando quase quatro anos sem IPOs brasileiros no exterior. As ações, negociadas sob o ticker PICS, foram precificadas a US$ 19, valor que representa o topo da faixa inicial e reflete demanda 12 vezes maior que a oferta.
Na oferta inicial, foram vendidas 22,9 milhões de ações Classe A, captando cerca de US$ 434 milhões (R$ 2,25 bilhões). Caso a opção de lote adicional seja exercida, o montante pode chegar a US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões). Esse resultado coloca a avaliação de mercado da fintech em aproximadamente US$ 2,6 bilhões, ou R$ 13,4 bilhões, perto de 12 vezes o lucro projetado para 2026.
Nos nove meses até setembro de 2025, o PicPay apresentou lucro líquido de R$ 270,4 milhões, com receita de R$ 7,26 bilhões, quase o dobro do período anterior. O crescimento se apoia na diversificação do negócio, especialmente nos produtos de crédito, que têm aumentado a rentabilidade.
Parte dos recursos obtidos será destinada à aquisição da Kovr Seguradora, que amplia a atuação da empresa no mercado de seguros, fortalecendo o ecossistema financeiro e ampliando a oferta digital para os 67 milhões de clientes do PicPay.
O CEO Eduardo Chedid ressaltou que a listagem na Nasdaq representa o início de uma nova etapa, com foco em escala, crescimento e rentabilidade eficientes. A operação contou com a coordenação de grandes bancos internacionais, reforçando a confiança do mercado global na fintech brasileira.
Google concorda em pagar US$ 135 milhões por uso irregular de dados móveis nos EUA
O Google aceitou um acordo para pagar US$ 135 milhões para encerrar um processo aberto nos Estados Unidos que o acusa de usar dados móveis dos usuários de Android sem autorização. O caso indica que aplicativos do Google consumiam dados em segundo plano, mesmo com a tela bloqueada ou apps fechados.
Essa prática afetava principalmente usuários com planos limitados de internet móvel, pois os dados eram usados para sincronizações e exibição de anúncios sem consentimento. Caso o acordo seja aprovado, usuários afetados poderão receber compensação financeira.
Além do pagamento, o Google deverá implementar mudanças no sistema Android para melhorar o controle do consumo de dados móveis pelos usuários, aumentando a transparência sobre o uso das informações.
O Google aceitou pagar US$ 135 milhões para encerrar um processo aberto em 2020 nos Estados Unidos, que o acusa de usar dados móveis dos usuários de Android sem autorização. O acordo, registrado em um tribunal federal da Califórnia, ainda precisa ser aprovado por um juiz.
A acusação aponta que apps do Google consumiam dados móveis mesmo em segundo plano, sem o consentimento dos usuários, chegando a usar a franquia contratada mesmo com a tela bloqueada ou os aplicativos fechados. Essa prática, incluía sincronizações, atualizações e exibição de anúncios, afetando especialmente quem tem planos limitados de internet móvel.
O processo destaca que o consumo de dados móveis contribuía para o desenvolvimento de campanhas e produtos da empresa. Segundo o documento, o sistema Android foi programado para operar dessa maneira, o que segundo os autores, configura uma ação ilegal.
Se o acordo for homologado, os usuários afetados desde novembro de 2017 poderão receber até US$ 100, valor que varia conforme o número de participantes. Além do pagamento, o Google concordou em modificar as configurações do Android para informar melhor sobre o uso dos dados móveis e facilitar o controle do consumo em segundo plano, deixando claro para o usuário seus direitos e opções.
Até o momento, a empresa não se pronunciou oficialmente sobre o acordo, que tinha julgamento previsto para o início de agosto. Essas mudanças podem impactar diretamente a forma como o sistema operacional gerencia dados, trazendo mais transparência para os usuários.
Como reduzir seu tempo de uso diário de telas de forma prática
Diminuir o tempo de tela é um desafio comum, especialmente no Brasil, onde o uso diário chega a 9 horas entre celulares, computadores e TVs. Monitorar o uso com ferramentas como “Tempo de Uso” no iOS e “Bem-estar digital” no Android é o primeiro passo para entender o consumo dos aplicativos mais usados.
Para reduzir o estímulo ao uso, recomenda-se ajustar a tela para preto e branco ou usar aplicativos minimalistas, além de estabelecer limites diários para apps específicos. Medidas como desativar notificações e evitar o uso do celular no quarto ajudam a melhorar o sono e reduzir distrações.
Outra estratégia eficaz é retornar a hábitos analógicos, como usar despertadores e agendas físicas, além de buscar hobbies sem telas, como atividades ao ar livre, para cuidar da saúde mental e manter o uso digital sob controle.
Diminuir seu tempo de tela é um desafio para muitos, especialmente no Brasil, que lidera o uso diário com 9 horas em dispositivos como celular, PC e TV. O primeiro passo para reduzir esse tempo é monitorar o uso. Ferramentas como “Tempo de Uso” no iOS e “Bem-estar digital” no Android permitem identificar quais aplicativos mais consomem seu foco.
Para tornar o celular menos atraente, é possível reduzir o estímulo visual. Ajustar a tela para preto e branco ou usar apps minimalistas, que exibem somente listas simples de apps, ajuda a controlar a tentação. Também dá para criar barreiras, como limites diários para cada aplicativo, que avisam quando o tempo acaba.
Alguns aplicativos vão além, exigindo desafios para liberar o uso, como resolver problemas matemáticos antes de acessar apps que consomem mais tempo. Isso ajuda a tornar o acesso consciente e menos automático.
Voltar ao analógico é outra forma eficiente para cortar o vício digital. Utilizar despertadores comuns, relógios de pulso e planners físicos substitui funções que normalmente se concentram no celular. Além disso, priorizar revistas e jornais impressos em vez de redes sociais amplia a diversidade de consumo de informação.
Desativar notificações é fundamental para evitar distrações constantes, já que elas funcionam como estímulos inesperados que acionam a curiosidade. Evitar levar o celular para o quarto auxilia no descanso noturno, melhorando o sono e o ritmo natural do corpo.
Por fim, buscar hobbies que não envolvam telas, como atividades ao ar livre e socialização, preenche o tempo de forma saudável e mantém o uso digital sob controle, contribuindo para o bem-estar geral.
H&M planeja abrir mais sete lojas no Brasil após lucro global superar expectativas
A H&M anunciou planos de expansão no Brasil com a abertura de mais sete lojas, após já ter inaugurado quatro unidades no país. A primeira das novas lojas será no Rio de Janeiro, reforçando o foco da empresa no mercado brasileiro.
No último trimestre fiscal, o lucro operacional da H&M atingiu 6,36 bilhões de coroas suecas, superando as previsões dos analistas, apesar da queda nas vendas. A empresa ainda planeja ampliar sua presença na América Latina e investir em centros logísticos na Europa para melhorar a oferta de produtos.
A gestão eficiente de estoques e uma cadeia de suprimentos aprimorada ajudaram a H&M a elevar sua margem bruta para 55,9%. A empresa prevê desafios nas vendas e margens para o início de 2026, devido a fatores como a Black Friday e variações cambiais.
A H&M anunciou planos para expandir sua presença na América Latina, com foco no Brasil. Após abrir quatro lojas no País, a empresa pretende inaugurar mais sete unidades, sendo a primeira no Rio de Janeiro. Além disso, o Paraguai deve se tornar um novo mercado ainda em 2026, enquanto as operações online na Ucrânia devem começar no primeiro trimestre.
No último trimestre fiscal, o lucro operacional da H&M subiu para 6,36 bilhões de coroas suecas (US$ 719 milhões), superando as previsões de analistas. As vendas caíram 4,8%, totalizando 59,22 bilhões de coroas (US$ 6,69 bilhões), ligeiramente abaixo das estimativas. A margem bruta teve crescimento, passando para 55,9% em comparação ao ano anterior.
A empresa destacou a melhoria na gestão de estoques, que diminuíram 12%, resultado de uma cadeia de suprimentos mais eficiente e compra maior dentro da estação. A H&M ainda prepara a abertura de novos centros logísticos na Europa em 2026, com o objetivo de melhorar a disponibilidade dos produtos, tanto online quanto nas lojas físicas.
Para o início de 2026, a companhia prevê queda de 2% nas vendas em moeda local, citando o efeito da Black Friday e sazonalidade. Além disso, o fortalecimento da coroa sueca e tarifas devem afetar as margens no primeiro trimestre.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação