Governo brasileiro busca investidores chineses e gestores para leilões de ferrovias
O Governo do Brasil está focado em atrair investidores estrangeiros, destacando empresas chinesas e gestores institucionais, para os próximos leilões ferroviários previstos para 2026. São oito licitações que envolvem investimentos na ordem de R$ 140 bilhões.
Projetos como o Anel Ferroviário do Sudeste e o Corredor Minas-Rio fazem parte dessa agenda, com concessões que podem chegar a 69 anos. O governo busca garantir segurança para os investidores oferecendo licenças ambientais antecipadas.
Além disso, roadshows ocorrerão em países como China e na Europa para promover as concessões, com expectativa de primeiro leilão em junho. Essa ação sinaliza a intenção de expandir a infraestrutura ferroviária com forte participação internacional e expertise gestora.
O Governo brasileiro está mobilizando esforços para atrair investidores para os leilões bilionários de ferrovias previstos para este ano. Entre os interessados, destacam-se empresas chinesas e gestores institucionais. Segundo o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, diversos grupos tradicionais e aqueles com experiência em concessões rodoviárias estão estudando os projetos ferroviários.
A carteira de concessões inclui oito licitações previstas para 2026, totalizando cerca de R$ 140 bilhões em investimentos. A lista traz projetos como o Anel Ferroviário do Sudeste (EF-118), com R$ 6,6 bilhões em capex e concessão de 50 anos, além do Corredor Minas-Rio, que adotará a modalidade de autorização.
No segundo semestre, estão previstos desplantes maiores, como o Corredor Leste-Oeste, anunciado com o maior capex, de R$ 41,8 bilhões, e a Malha Oeste, cujo investimento estimado é de R$ 35,7 bilhões. Outro destaque é a Ferrogrão, projeto polêmico, estimado em R$ 33,3 bilhões e com concessão de 69 anos, que enfrenta disputa no STF relacionada a impactos ambientais e indígenas.
Para reduzir riscos, o Governo garantirá licenças ambientais prévias a todos os projetos antes dos leilões, seguindo prática semelhante à de concessões hidroelétricas. A Infra SA está à frente desse processo, buscando maior segurança para os investidores.
O executivo informou que roadshows acontecerão a partir de abril em várias regiões, incluindo China e Europa, para divulgar as concessões e captar interesse estrangeiro. A expectativa é que o primeiro leilão ocorra em junho, sinalizando a aposta do governo na expansão da infraestrutura ferroviária com participação estrangeira e gestora.
Por que a voz fica mais grave ao acordar? Entenda o motivo
Você já percebeu que a voz fica mais grossa ao despertar? Isso ocorre porque as cordas vocais relaxam e incham durante a noite, acumulando líquidos. Esse inchaço faz com que o som saia diferente pela manhã, além do muco que pode dificultar a vibração das pregas vocais.
Quem dorme com a boca aberta pode ter a voz mais seca devido à perda da lubrificação natural. O refluxo ácido também pode irritar as cordas vocais e afetar a voz. Essas alterações são temporárias e, normalmente, a voz volta ao normal em cerca de 30 minutos, sendo um fenômeno comum no corpo durante o sono.
Você já reparou que nossa voz fica mais grave ao acordar? Isso acontece por conta do relaxamento da laringe e do acúmulo de líquidos durante a noite. As cordas vocais são músculos que vibram para formar a voz. Durante o sono, elas incham e ficam mais juntas, fazendo o som sair diferente pela manhã.
Além disso, uma camada fina de líquido cobre as cordas para protegê-las e facilitar a vibração. No entanto, enquanto dormimos, o muco pode se acumular e dificultar o movimento das pregas vocais, deixando a voz mais rouca.
Quem dorme de boca aberta pode ter o efeito contrário: o muco seca, o que prejudica a lubrificação natural. Outro fator que pode irritar as cordas vocais é o refluxo ácido, quando gases do estômago sobem pelo esôfago durante a noite.
Essas alterações são temporárias, e em cerca de 30 minutos, a voz já volta ao normal. Portanto, o costume de acordar por um tempo com a voz mais grave é um fenômeno comum do funcionamento do corpo durante o descanso.
Copom mantém Selic em 15% e ABRAINC pede redução dos juros; Abecip mantém otimismo
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano para o início de 2026, gerando impacto no mercado imobiliário. A ABRAINC considera os juros altos um obstáculo para o crescimento econômico e solicita redução para impulsionar o setor. Por outro lado, a Abecip mantém uma visão otimista, prevendo aumento nos financiamentos mesmo com a taxa atual.
O mercado imobiliário vem de uma recuperação, com destaque para programas sociais e aumento da capacidade de crédito dos consumidores em faixas intermediárias e altas. A alta da Selic limita o acesso ao crédito, afetando investimentos e novas operações no setor.
A ABRAINC destaca que juros elevados restringem o crédito e pressionam a economia, impactando a construção civil. Já a Abecip projeta crescimento de 16% nos financiamentos imobiliários em 2026 e acredita em melhorias no segundo semestre, mesmo com a Selic estável.
A decisão do Copom em manter a taxa Selic em 15% ao ano no começo de 2026 trouxe diferentes reações para o mercado imobiliário. A ABRAINC, que representa as incorporadoras, considerou o atual patamar como excessivamente elevado e um obstáculo para o crescimento econômico e do setor. Já a Abecip, associação ligada ao crédito imobiliário, mantém otimismo, prevendo alguma redução dos juros ainda neste ano e crescimento nas concessões de financiamento.
O mercado imobiliário vem de um período de recuperação apoiado sobretudo em programas como o Minha Casa, Minha Vida, que fortaleceu vendas em faixas de baixa renda. Segmentos médios e altos se beneficiam de consumidores com maior capacidade de crédito. Porém, com a Selic alta, o acesso ao crédito fica limitado, afetando investimentos e novas operações.
A ABRAINC argumenta que juros altos por longos períodos pressionam a economia, restringem o crédito e prejudicam setores intensivos em mão de obra, como a construção civil. Segundo a associação, cada ponto percentual de redução na Selic poderia economizar entre R$ 55 bilhões e R$ 60 bilhões anuais em despesas com juros, recursos que poderiam ser usados para impulsionar empregos e produção.
Por sua vez, a Abecip projeta crescimento de 16% nos financiamentos imobiliários em 2026. A presidente Priscilla Ciolli destacou que a permanência da Selic nos 15% no início do ano não altera as expectativas positivas para o mercado de crédito no segundo semestre.
O setor imobiliário segue atento à possibilidade de uma flexibilização gradual da política monetária para ampliar o acesso à casa própria e fortalecer o segmento no Brasil.
Tesla investe US$ 2 bilhões em inteligência artificial e inicia produção do Cybercab ainda em 2026
A Tesla destinou US$ 2 bilhões para a empresa de inteligência artificial xAI, liderada por Elon Musk. Além disso, planeja iniciar a produção do veículo autônomo Cybercab e do caminhão Semi ainda em 2026.
Esses movimentos buscam reafirmar a confiança dos investidores, após atrasos anteriores em projetos de táxis robôs. A projeção é entregar 1,77 milhão de veículos no próximo ano, refletindo crescimento contínuo.
O investimento reforça a estratégia da Tesla em IA e mobilidade autônoma. Acompanhar os próximos passos será fundamental para avaliar seus avanços no setor de tecnologia e transporte.
A Tesla anunciou um investimento de US$ 2 bilhões na empresa de inteligência artificial xAI, liderada por Elon Musk. Além disso, a produção dos veículos autônomos, incluindo o táxi Cybercab e o caminhão Semi, está prevista para iniciar ainda neste ano, conforme o cronograma da fabricante.
Reafirmar esses planos é importante para manter a confiança dos investidores, especialmente considerando que a empresa já deixou de cumprir várias promessas anteriores, como a expansão dos serviços de táxis-robôs nos Estados Unidos.
Wall Street projeta que a Tesla conseguirá entregar 1,77 milhão de veículos em 2026, o que indica um crescimento de 8,2% em relação ao ano anterior, segundo dados do Visible Alpha.
Nos últimos três meses do ano passado, a montadora registrou receita de US$ 24,9 bilhões, superando a expectativa média do mercado que apontava para US$ 24,79 bilhões. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,50, também acima das estimativas, que previam cerca de 45 centavos.
Essa movimentação reforça o compromisso da Tesla em fortalecer sua presença na área de inteligência artificial e veículos autônomos, áreas que buscam ampliar a atuação da empresa no mercado de mobilidade e tecnologia.
Ficar de olho nos próximos passos da Tesla será essencial para acompanhar se as metas planejadas serão cumpridas ao longo de 2026, marcando a evolução da empresa diante dos desafios do setor.
BTG Pactual atualiza preço-alvo da Aura Minerals e destaca mudança no mercado do ouro
O BTG Pactual aumentou o preço-alvo da Aura Minerals (AURA33) de US$ 48 para US$ 87 por ação, indicando um potencial de valorização de 25,6% em 12 meses, além dos dividendos. A recomendação de compra permanece.
Os analistas do BTG ressaltam que o atual rali do ouro representa uma mudança de cenário, motivada por fatores como déficits fiscais, tensões geopolíticas e a diversificação do dólar. Este novo ambiente prevê maior volatilidade e possíveis correções no mercado.
A Aura Minerals tem perspectivas positivas, com crescimento na produção e dividendos atrativos entre 6% e 8%. O valuation da empresa indica espaço para valorização, com indicadores que mostram preços ainda interessantes para investidores.
O BTG Pactual atualizou o preço-alvo da Aura Minerals (AURA33), elevando-o de US$ 48 para US$ 87 por ação, mantendo a recomendação de compra. Com o último fechamento em US$ 69,25, o banco enxerga um potencial de valorização de 25,6% em 12 meses, além dos dividendos.
Os analistas Leonardo Corrêa e Marcelo Arazi destacam que o rali do ouro não é apenas um ciclo comum, mas sim uma mudança de cenário, impulsionada por déficits fiscais elevados, tensões geopolíticas e a busca pela diversificação do dólar. No entanto, alertam para uma maior volatilidade no mercado, com possibilidade de “pullbacks” bruscos.
O principal motivo para a revisão da projeção está na atualização da curva de preços do ouro, que o BTG ajustou para US$ 5.000 a onça entre 2026 e 2031, caindo para US$ 4.500 a longo prazo, na cotação real. Além disso, a compra de ouro por bancos centrais pode retirar até 25% da oferta anual disponível para o mercado, criando uma demanda menos sensível ao preço.
Para a Aura Minerals, a combinação entre o potencial de crescimento da produção — com dois novos ativos prometidos para 2026 —, baixo risco financeiro e dividendos atrativos reforça a tese do BTG. A expectativa é quase dobrar a produção, atingindo cerca de 600 mil onças no longo prazo, e oferecer dividendos com yield entre 6% e 8% durante o ciclo.
O valuation da empresa ainda mostra espaço para valorização, já que negocia com desconto de aproximadamente 20% no indicador preço sobre valor líquido dos ativos (P/NAV 0,8x) e um múltiplo EV/Ebitda de 4,6x para 2026, o que indica preços ainda interessantes para investidores.
Governo estabelece novas regras para acelerar instalação de medidores inteligentes
O Ministério de Minas e Energia definiu novas regras para acelerar a implantação de medidores inteligentes no Brasil. As distribuidoras devem instalar sistemas em pelo menos 2% dos consumidores cativos a cada ano, nos próximos 24 meses.
Essa medida visa modernizar o setor elétrico e beneficiar tanto os consumidores quanto as distribuidoras. Estima-se a instalação de 3,6 milhões de medidores inteligentes, que permitem leitura remota e melhor gestão do consumo.
Além disso, os novos sistemas facilitarão a identificação de falhas e interrupções de energia, melhorando a qualidade do serviço. O governo também autorizou o uso de receitas adicionais para cobrir os custos destas instalações.
O Ministério de Minas e Energia estabeleceu novas regras para acelerar a implantação da medição inteligente de energia elétrica entre os consumidores cativos do país. A portaria publicada no Diário Oficial da União determina que as distribuidoras devem garantir a instalação de sistemas de medição inteligente em, pelo menos, 2% dos consumidores de suas áreas anualmente, durante os próximos 24 meses, a partir de 1º de março.
O objetivo é modernizar o setor e beneficiar consumidores e distribuidoras. Estima-se que cerca de 3,6 milhões de medidores inteligentes sejam instalados nesse período inicial. Estes equipamentos já são amplamente empregados em indústrias e grandes comércios, permitindo o monitoramento em tempo real do consumo e facilitando a gestão eficiente da energia.
Além disso, as distribuidoras poderão identificar e gerenciar remotamente interrupções no fornecimento, o que deve contribuir para a qualidade do serviço. Um ponto de destaque da nova regra é que os sistemas de medição deverão permitir funcionalidades como leitura remota, corte e religamento de energia à distância, além de manter registros detalhados sobre interrupções.
Para minimizar impactos nas tarifas, o governo autorizou o uso de receitas acessórias e valores arrecadados com ultrapassagem de demanda para cobrir os custos da instalação dos medidores. A medida também está alinhada à abertura total do mercado livre de energia e à futura implementação da tarifa horária.
Por fim, até 29 de fevereiro de 2028, as distribuidoras devem apresentar uma análise de custo-benefício à Aneel para futura expansão da medição inteligente, que poderá ser implementada sem aprovação prévia a partir de 1º de março de 2028, com os investimentos reconhecidos regulatoriamente.
Frisa participa de feira global de alimentos e bebidas em Dubai
Um dos pioneiros na exportação de carnes no Brasil, o Frisa está participando nesta semana da GulFood 2026, em Dubai. Trata-se de uma das principais feiras de alimentos e bebidas realizadas em âmbito global, que reúne mais de 5 mil expositores de 120 países, atraindo cerca de 150 mil visitantes. A feira começou no dia 26 e vai até sexta (30).
O Frisa participa da GulFood há pelo menos cinco anos, via estande da ABIEC Brazilian Beef, viabilizado em uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e a Apex Brasil. O objetivo é fortalecer a imagem da carne bovina brasileira e 43 empresas, entre as quais o Frisa, participam da iniciativa.
No coração do Oriente Médio, a região do Golfo é o principal mercado da indústria de carnes Frisa, para onde a empresa exporta há cerca de 40 anos. Para a empresa, a participação em eventos como a GulFood contribui para a consolidação de mercados estratégicos e o fortalecimento de relações comerciais de longo prazo.
“Seguimos ampliando nossa presença internacional, priorizando qualidade e regularidade de fornecimento, além de atender as exigências sanitárias e religiosas específicas desses mercados, cuja demanda vem crescendo, sobretudo em produtos da linha premium”, destaca Jean Dilly, gerente de exportação do Frisa. Ele acrescenta que a empresa segue investindo em qualidade, rastreabilidade, certificações e eficiência operacional para atender mercados cada vez mais exigentes.
Via: Rogéria Gomes
29/01/2026 às 11:03 - Tecnologia e Inovação
Google lança AlphaGenome, ferramenta que aprimora o estudo do genoma humano
O Google lançou o AlphaGenome, uma ferramenta de inteligência artificial que analisa sequências de DNA para compreender como elas regulam a atividade genética nas células. Essa tecnologia vai além do sequenciamento tradicional, focando em entender o papel dos pares de nucleotídeos, especialmente aqueles que não codificam proteínas, mas influenciam a expressão gênica e estão ligados a diversas doenças.
O diferencial do AlphaGenome está na capacidade de processar longas sequências de DNA e avaliar simultaneamente 11 processos biológicos, o que dispensa o uso de múltiplos modelos para diferentes funções celulares. Desenvolvido com redes neurais treinadas com dados públicos de humanos e ratos, o sistema é capaz de prever como cada fragmento de DNA impacta funções celulares importantes.
Apesar do avanço, especialistas destacam que a eficácia do AlphaGenome depende da qualidade dos dados disponíveis, que ainda são limitados. Além disso, fatores ambientais também influenciam a expressão gênica. Mesmo assim, a ferramenta é vista como um passo decisivo para acelerar pesquisas genéticas e o desenvolvimento de tratamentos personalizados, podendo ser utilizada globalmente por cientistas como código aberto para pesquisa não comercial.
O Google lançou o AlphaGenome, uma ferramenta de inteligência artificial que analisa o DNA para entender como suas sequências regulam a atividade dos genes nas células. A ideia é ir além do sequenciamento completo do genoma humano, compreendendo como os vários pares de nucleotídeos influenciam processos biológicos.
Ao contrário de outras abordagens, o AlphaGenome consegue processar sequências longas de DNA e prever o impacto de cada fragmento em diferentes funções celulares. Isso inclui cerca de 98% do genoma, que não codifica proteínas, mas regula a expressão genética e está associado a variantes ligadas a doenças. O sistema usa redes neurais treinadas com dados públicos de experimentos feitos em humanos e ratos.
Também se destaca por simultaneamente avaliar 11 processos biológicos, dispensando a necessidade de vários modelos separados. Esta capacidade amplia a análise detalhada das variantes genéticas e seu papel na regulação gênica, segundo os pesquisadores ligados ao projeto publicado na revista Nature.
Apesar do potencial, especialistas ressaltam que o AlphaGenome ainda depende da qualidade e quantidade dos dados de treinamento, que são limitados e pouco padronizados. O modelo não resolve sozinho todas as questões biológicas, já que a expressão genética envolve fatores ambientais complexos. Mesmo assim, é considerado uma ferramenta fundamental para avançar no estudo das bases genéticas de doenças complexas.
Após testes por milhares de cientistas em mais de 160 países, o AlphaGenome está disponível como código aberto para pesquisa não comercial, o que pode acelerar descobertas e o desenvolvimento de tratamentos personalizados.
Estácio amplia oferta na área da saúde com novos cursos no Espírito Santo
A Estácio acaba de ampliar sua atuação na área da saúde no Espírito Santo com o lançamento de novos cursos a partir de 2026. A instituição de ensino passa a oferecer o curso de Odontologia na unidade de Vitória e inaugura também, em formato semipresencial, a graduação em Terapia Ocupacional em Vitória e Vila Velha.
A chegada do curso de Odontologia marca a formação da primeira turma da graduação na capital capixaba. “A implantação do curso de Odontologia mostra a nossa atenção especial à área da saúde, que é um dos setores mais importantes para o nosso cotidiano. Nosso intuito é conceder excelência acadêmica e aumentar o acesso ao ensino superior de qualidade no Espírito Santo. Estamos investindo em uma formação sólida, alinhada às demandas da sociedade e do mercado de trabalho”, destaca o reitor do Centro Universitário Estácio de Vitória, Anderson Cruz.
Já o curso de Terapia Ocupacional chega às unidades de Vitória e Vila Velha no formato semipresencial, combinando atividades online e presenciais. Segundo a pró-reitora Natália Dettman, o modelo alia flexibilidade acadêmica e vivência prática indispensável à formação profissional, ampliando o acesso ao ensino superior sem comprometer a qualidade da formação. “A modalidade semipresencial é extremamente vantajosa para o aluno, pois permite conciliar a conveniência do ambiente virtual com as atividades práticas realizadas conosco. Assim, o estudante ganha mais autonomia na organização da sua rotina, sem abrir mão da experiência em laboratório, estágios e vivências presenciais, que são essenciais para sua preparação profissional”, destaca.
Como parte do lançamento, a Estácio oferece condições promocionais especiais para os interessados em Odontologia, com descontos de até 80% ao longo de todo o curso e mensalidades a partir de R$ 986,50, válidas para as turmas iniciais, que contam com vagas limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (27) 98126-4240, pelo link https://estacio.br/inscricao/formulario?cod_agente=41293#cursos ou diretamente nas unidades da Estácio no Espírito Santo.
Via: Vítor De Vincentis
29/01/2026 às 10:42 - Tecnologia e Inovação
Carregadores portáteis da Samsung, Geonav e outras marcas com até 60.000 mAh em oferta no Mercado Livre
Ficar sem bateria no celular pode ser um problema, principalmente quando não há tomada por perto. Os carregadores portáteis são essenciais para quem utiliza smartphones, tablets e outros dispositivos no dia a dia, permitindo recargas rápidas fora de casa.
No Mercado Livre, há ofertas de power banks com capacidades que variam de 5.000mAh até modelos robustos de 60.000mAh. Marcas como Samsung, Geonav, i2GO e outras estão disponíveis com preços mais acessíveis, ideais para diferentes necessidades e orçamentos.
Ficar sem bateria no celular pode complicar o dia, ainda mais quando não há uma tomada por perto. O uso constante de smartphones para acesso rápido à internet, mensagens e chamadas torna essencial ter uma fonte extra de energia. Por isso, contar com um carregador portátil facilita a vida, permitindo recargas imediatas fora de casa.
Os power banks são dispositivos compactos que permitem recarregar celulares, tablets, smartwatches e outros gadgets com facilidade. Eles variam em capacidade, mas têm sido itens populares para quem precisa de energia extra durante o dia sem depender de tomadas.
No Mercado Livre, há uma seleção diversificada de carregadores portáteis com desconto por tempo limitado. Entre eles, modelos de 5.000mAh até mais robustos, de 60.000mAh, atendem a diferentes necessidades e orçamentos, incluindo marcas reconhecidas como Samsung, i2GO e Geonav.
Power Bank Haixia, 20.000mAh por R$ 51,98
Power Bank Casen, 20.000mAh por R$ 99,54
Power Bank Liggi, 50.000mAh por R$ 158,01
Power Bank Samsung EB-P3400, 10.000mAh por R$ 164,16
Power Bank Geonav por Indução, 10.000mAh por R$ 159,00
Power Bank Tabprime Titan, 60.000mAh por R$ 335,99
Quem está buscando se proteger contra a falta de energia pode aproveitar para garantir um carregador portátil com bons preços e variadas opções. As promoções são válidas por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques, então vale a pena conferir os links para não perder a oferta.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação