A Tesla anunciou um investimento de US$ 2 bilhões na empresa de inteligência artificial xAI, também pertencente a Elon Musk. A xAI desenvolve o Grok, um serviço de IA integrado à rede social X, foco de polêmica global por gerar imagens falsas sem consentimento, incluindo deepfakes de mulheres e menores.
O Grok tem estado no centro de críticas após reportagens revelarem a criação de fotos manipuladas sexualmente, algumas envolvendo vítimas brasileiras. Ashley St. Clair, influenciadora e mãe de um filho de Musk, afirmou ter sido alvo do recurso e entrou com processo contra a empresa.
A xAI admitiu falhas nos sistemas de proteção que permitiram gerar imagens de menores de idade sexualizadas, embora alegue ter corrigido essas vulnerabilidades. Pesquisadores do Centro de Combate ao Ódio Digital estimam que o Grok produziu cerca de 3 milhões dessas imagens em 11 dias.
Mesmo sob pressão, a xAI captou US$ 20 bilhões em sua última rodada de investimentos, superando a meta de US$ 15 bilhões para 2025. A empresa possui centros de dados com mais de um milhão de GPUs da Nvidia e já lançou os modelos Grok 4 e Grok Voice, que opera em tempo real nos carros da Tesla.
Atualmente, os serviços da empresa alcançam cerca de 600 milhões de usuários ativos mensais pela plataforma X e aplicativos do Grok, que está na fase de treinamento da versão Grok 5.
Via G1 Tecnologia
29/01/2026 às 08:04 - Tecnologia e Inovação
Dragon Hatch: entenda como funciona o jogo online de dragões
Dragon Hatch é um jogo de slot online com tema fantástico que envolve dragões e ovos mágicos. Criado pela PG Soft, apresenta uma grade 5×5 e paga agrupamentos de pelo menos quatro símbolos iguais, eliminando linhas fixas para mais chances de vitória.
O jogo tem RTP de 96,83% e volatilidade média, equilibrando ganhos frequentes e prêmios potencialmente altos, que podem alcançar até 15.000 vezes a aposta. Há símbolos variados e recursos especiais com dragões que desbloqueiam habilidades únicas durante a partida.
Para jogar com segurança, é recomendado acessar plataformas licenciadas que garantem um ambiente controlado e oferecem modo demo para treino. É importante atuar com responsabilidade e lembrar que os resultados são aleatórios, focando no entretenimento.
Se você gosta de jogos com tema fantástico, o Dragon Hatch traz uma experiência de slot que mistura dragões, ovos mágicos e cascatas de vitórias. Desenvolvido pela PG Soft, o título tem uma grade 5×5 e exige agrupamentos de pelo menos quatro símbolos iguais para pagar, eliminando as tradicionais linhas fixas e gerando mais possibilidades em cada rodada.
Com um RTP de 96,83% e volatilidade média, o jogo mantém o equilíbrio ideal entre frequência de ganhos e prêmios expressivos, que podem chegar a multiplicadores de até 15.000 vezes a aposta. Os símbolos são variados, de naipes coloridos com pagamentos menores até dragões que oferecem recompensas maiores. O ícone wild, que é um ovo dourado, substitui outras peças para formar combinações vencedoras.
Além do mecanismo principal, há dragões com habilidades especiais que se desbloqueiam conforme várias combinações são feitas: o dragão da terra elimina símbolos de baixo valor, o da água adiciona wilds extras, o de fogo traz símbolos valiosos, e a rainha dragão pode transformar toda a grade. Esses recursos deixam as partidas imprevisíveis e dinâmicas.
Para jogar com segurança, escolha sites licenciados como Superbet, Bet365, Betnacional, Betsson, KTO e Vbet, que oferecem o Dragon Hatch dentro de um ambiente controlado e com ferramentas para jogo responsável. A versão demo também está disponível para experimentar sem riscos antes de apostar dinheiro real.
Aproveite para manter o controle ajustando limites e lembre-se: resultados são aleatórios, então jogue com equilíbrio e foco no entretenimento.
Lavvi Empreendimentos vai distribuir R$ 200 milhões em dividendos aos acionistas
A construtora Lavvi Empreendimentos comunicou a distribuição de R$ 200 milhões em dividendos para seus acionistas, com base na posição acionária de 2 de fevereiro de 2026. O valor por ação ordinária será de R$ 1,02336154291, descontadas ações em tesouraria.
As ações passarão a ser negociadas no sistema ex-proventos a partir de 3 de fevereiro. O pagamento pode ocorrer até 31 de dezembro de 2026, conforme fluxo de caixa da empresa, e não terá atualização monetária ou juros. A decisão foi tomada alinhada à liminar do STF sobre impostos em lucros e dividendos.
A construtora Lavvi Empreendimentos anunciou a distribuição de R$ 200 milhões em dividendos para seus acionistas, conforme informado por meio de fato relevante. O pagamento será efetuado aos investidores que possuírem ações na data-base de 2 de fevereiro de 2026.
Para cada ação ordinária da companhia, o valor do dividendo será de R$ 1,02336154291, excluindo as unidades que estão em tesouraria. As negociações das ações passarão a ocorrer no sistema “ex-proventos” a partir do dia 3 de fevereiro.
A empresa poderá realizar o pagamento até 31 de dezembro de 2026, seguindo a disponibilidade do seu fluxo de caixa. Importante destacar que os dividendos não terão qualquer atualização monetária ou juros até a data da efetiva transferência aos acionistas.
Essa decisão foi aprovada em reunião do conselho de administração da Lavvi, considerando a liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou até 31 de janeiro de 2026 o prazo para que as empresas estabeleçam deliberações sobre lucros e dividendos sem a incidência de impostos.
O anúncio reforça o compromisso da companhia em distribuir resultados aos seus acionistas, seguindo normas vigentes e orientações do STF.
Mantenha-se informado para acompanhar as próximas movimentações e atualizações do mercado financeiro.
Lotofácil acumula novamente e prêmio sobe para R$ 14 milhões antes do sorteio da Mega-Sena
A Lotofácil acumulou pelo segundo sorteio seguido, elevando o prêmio para R$ 14 milhões no próximo concurso. Não houve acertadores dos 15 números sorteados no concurso 3599, realizado na última quarta-feira.
Além da Lotofácil, outras loterias da Caixa também acumularam, como a Quina e a Lotomania, com prêmios milionários. Nesta quinta-feira, a Mega-Sena terá prêmio estimado em R$ 102 milhões, em um dos maiores sorteios do ano.
A Lotofácil acumulou pelo segundo sorteio seguido no concurso 3599 realizado na quarta-feira (28). Nenhum apostador acertou os quinze números sorteados, que foram 01, 04, 06, 07, 08, 09, 11, 12, 13, 16, 19, 20, 21, 23 e 24. Com isso, o prêmio pulou de R$ 5 milhões para R$ 14 milhões para o próximo sorteio, que ocorrerá na noite desta quinta-feira (29).
Além da Lotofácil, outras loterias da Caixa também acumularam. A Quina 6939 não teve vencedores e o prêmio subiu para R$ 13,7 milhões. A Lotomania segue com seu prêmio em R$ 8,2 milhões após o concurso 2881 não premiar ninguém. A Dupla Sena também acumulou, com o prêmio chegando a R$ 500 mil.
A Super Sete sorteou os números 9, 7, 8, 9, 4, 6 e 7 no concurso 804 e o prêmio acumulado está em R$ 1,45 milhão.
Alguns ganhadores de prêmios secundários receberam valores em dinheiro por terem quase acertado a sequência dos números, como 336 apostas na Lotofácil que acertaram 14 dezenas e receberão cerca de R$ 1.890,46 cada. Na Lotomania, um apostador de Jaguaquara (BA) vai receber mais de R$ 281 mil por chegar perto do resultado.
Para esta quinta-feira, a Caixa programou cinco sorteios, com prêmios previstos de R$ 102 milhões na Mega-Sena, R$ 14 milhões na Lotofácil, R$ 13,5 milhões na Quina, R$ 4 milhões na Timemania e R$ 650 mil no Dia de Sorte, com início a partir das 21h.
Gasto do governo com Previdência ultrapassa R$ 1 trilhão em 2025
Em 2025, o governo brasileiro gastou R$ 1,026 trilhão com Previdência, pela primeira vez ultrapassando a marca de R$ 1 trilhão. A receita líquida com benefícios foi de R$ 709,7 bilhões, resultando em um déficit de R$ 317,1 bilhões no regime previdenciário do setor privado.
O aumento das despesas em relação a 2024, que foram de R$ 939 bilhões, dificulta o cumprimento da meta fiscal de superávit para 2026 e afeta investimentos públicos. O déficit também supera a despesa do Ministério da Saúde, refletindo o impacto do envelhecimento acelerado da população brasileira.
Especialistas alertam que, apesar da reforma da Previdência de 2019, o rombo tende a crescer nos próximos anos. A pressão dos custos previdenciários desafiará a sustentabilidade das finanças públicas brasileiras.
Em 2025, o gasto anual do governo com Previdência ultrapassou R$ 1 trilhão pela primeira vez. O relatório do governo central destaca que a receita líquida com benefícios previdenciários foi de R$ 709,7 bilhões, enquanto as despesas chegaram a R$ 1,026 trilhão, gerando um déficit de R$ 317,1 bilhões. Esse resultado aumenta o déficit estrutural do regime previdenciário do setor privado.
O aumento foi significativo em relação a 2024, quando o gasto foi de R$ 939 bilhões. Para 2025, a proposta orçamentária prevê despesas de R$ 1,11 trilhão. O crescimento das despesas torna mais difícil atingir a meta fiscal de superávit de 0,25% do PIB para 2026, além de afetar investimentos públicos e políticas prioritárias.
O rombo registrado supera a despesa orçada para o Ministério da Saúde, projetada em R$ 271,3 bilhões. Apesar da reforma da Previdência de 2019, o déficit tende a aumentar, influenciado pelo envelhecimento acelerado da população brasileira.
Os dados não incluem os regimes de aposentadoria dos servidores públicos e das Forças Armadas. Especialistas apontam que a pressão dos custos previdenciários causará desafios para as finanças públicas nos próximos anos.
Mercados asiáticos fecham com variações após decisões do Fed e tensões geopolíticas mantêm preço do ouro elevado
As bolsas da Ásia fecharam o pregão desta quinta-feira em direções variadas, após o Federal Reserve dos EUA manter a taxa de juros estável e adotar postura cautelosa. As tensões geopolíticas no cenário mundial mantiveram o ouro valorizado, com preço acima de US$ 5.500 por onça-troy.
O índice Nikkei, em Tóquio, terminou quase estável, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, subiu 0,5%. Em Seul, o Kospi avançou 1%, apesar da queda nas ações da Samsung. Na China, os índices apresentaram alta e baixa em diferentes bolsas, e a Indonésia sofreu queda devido a um alerta da MSCI. A Austrália fechou com leve queda.
As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta quinta-feira em direções variadas após o Federal Reserve manter a taxa de juros dos EUA estável e manter um tom cauteloso. No cenário global, as tensões geopolíticas reforçaram a valorização do ouro, que permanece acima de US$ 5.500 por onça-troy.
Em Tóquio, o índice Nikkei ficou praticamente estável, encerrando em 53.375,60 pontos. Já em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,5%, alcançando 27.986,09 pontos. A valorização acompanha o interesse de três empresas chinesas que planejam captar mais de US$ 2 bilhões via oferta pública na bolsa local. Muyuan Foods pretende levantar US$ 1,37 bilhão, enquanto a CNC Technology busca US$ 619,5 milhões. A Distinct Healthcare iniciou seu processo para oferta pública inicial.
Em Seul, o Kospi subiu 1%, fechando em 5.221,25 pontos, apesar da queda de 1,05% nas ações da Samsung Electronics. A fabricante divulgou lucro recorde no último trimestre, superando as expectativas do mercado. Na China, o índice Xangai Composto avançou 0,2%, e o Shenzhen Composto recuou 0,5%. O Taiex de Taiwan caiu 0,8%.
Na Indonésia, o índice Jacarta Composto teve queda de 1,1% depois que a MSCI alertou sobre o possível rebaixamento do país para a categoria de mercado de fronteira, o que motivou paralisação das negociações. Por fim, na Oceania, o índice S&P/ASX da Austrália fechou em leve baixa de 0,07%, aos 8.927,50 pontos.
Dívida histórica das maiores economias globais ameaça estabilidade financeira
A dívida das maiores economias do mundo, como Estados Unidos, Japão e países europeus, atingiu níveis recordes, colocando em risco o crescimento econômico global e a estabilidade financeira. O aumento dos pagamentos de juros limita investimentos essenciais em áreas como saúde, educação e infraestrutura.
Esse cenário faz com que governos tenham menos recursos para enfrentar crises e necessitem elevar gastos militares, agravando ainda mais o endividamento. Analistas alertam que essa situação pode reduzir a confiança dos investidores e impactar negativamente o consumo e a inflação global.
LONDRES — Por décadas, a dívida provocou problemas em países pobres, mas agora o maior risco está nas nações ricas. Dívidas em níveis recordes ou próximos disso nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália e Japão ameaçam o crescimento global e a estabilidade financeira.
O aumento constante da dívida obriga esses países a direcionar grande parte dos recursos para o pagamento de juros, prejudicando investimentos em saúde, infraestrutura, educação e tecnologia. Além disso, a alta nos custos de financiamento eleva taxas para empréstimos a empresas e consumidores, impactando o consumo e a inflação.
Esse cenário reduz a margem de manobra dos governos para responder a crises financeiras, pandemias ou desastres naturais, especialmente em um contexto de envelhecimento populacional em regiões como Europa e Japão. Isso pressiona gastos sociais e previdenciários enquanto diminui o número de trabalhadores que sustentam a economia.
O aumento das despesas militares, impulsionado por tensões geopolíticas, eleva ainda mais a dívida. No Japão, a dívida já ultrapassa o dobro do PIB, e propostas para ampliar gastos têm afetado os rendimentos dos títulos públicos. Nos EUA, a dívida alcançou US$ 38 trilhões, cerca de 125% do PIB, com gastos militares previstos para crescer ainda mais, o que pode agravar o endividamento.
Analistas alertam para riscos financeiros globais, destacando que mesmo as maiores economias enfrentam desafios para manter a confiança dos investidores e a estabilidade econômica diante dessa situação.
JBS e MBRF disputam mercado halal voltado ao consumidor muçulmano
JBS e MBRF intensificam a competição no mercado halal, focado no consumidor muçulmano do Oriente Médio. A demanda cresce junto com a população, que ultrapassa 1,9 bilhão de pessoas, e movimenta mais de US$ 2 trilhões globalmente.
As empresas investem para ampliar presença, com JBS aumentando a produção na Arábia Saudita e MBRF planejando abrir capital da Sadia Halal em 2027. A região é estratégica pela alta demanda por carne conforme normas islâmicas.
Essa disputa reforça a importância do mercado halal para indústria brasileira, que busca expandir no Oriente Médio, uma das maiores áreas consumidoras de proteína animal halal do mundo.
A histórica rivalidade entre os frigoríficos das famílias Batista e Molina ganhou novo palco no crescente mercado halal do Oriente Médio, onde JBS e MBRF, dona da Sadia, intensificam esforços. A demanda por produtos conforme as normas islâmicas cresce impulsionada pela rápida expansão da população muçulmana, que já soma mais de 1,9 bilhão de consumidores.
O mercado global halal movimenta mais de US$ 2 trilhões, com destaque para a proteína animal. Estimativas apontam que o consumo de carnes halal ultrapassará US$ 1,5 trilhão até 2027, tornando a região um foco de expansão para a indústria mundial de alimentos.
Recentemente, JBS anunciou investimento de cerca de R$ 500 milhões para ampliar a produção e a presença da marca Seara na Arábia Saudita, onde planeja dobrar a capacidade de frango este ano. Por outro lado, a MBRF prepara a abertura de capital da Sadia Halal em 2027, fortalecendo sua atuação via joint venture com o fundo soberano saudita PIF.
A Arábia Saudita lidera as prioridades graças ao elevado consumo per capita de frango e ao impulso das políticas locais para segurança alimentar, com investimentos previstos de US$ 20 bilhões até 2035. O segmento halal representa estratégia central, com esforços de JBS para fortalecer a marca junto ao consumidor final e a MBRF contando com forte tradição regional acumulada desde os anos 1970.
Apesar de suas trajetórias distintas, ambas as empresas brasileiras buscam ampliar participação neste mercado crescente, marcado pela preferência pelo frango nos hábitos locais e pelo potencial de expansão econômico da região MENA, que já importa níveis de carne semelhantes aos da Ásia.
Fósseis de criaturas marinhas com 512 milhões de anos são descobertos na China
Paleontólogos encontraram milhares de fósseis de criaturas marinhas com 512 milhões de anos na província de Hunan, sul da China. A descoberta inclui 153 espécies, das quais 91 são inéditas, com preservação que revela detalhes como pernas, brânquias e nervos.
A chamada biota de Huayuan é comparável a outras descobertas famosas, mostrando um ecossistema marinho complexo em águas profundas. Os fósseis destacam artrópodes predadores e outras formas de vida da época, com informações valiosas sobre a recuperação após uma extinção em massa.
Este achado contribui para o entendimento da evolução inicial dos animais e do impacto ambiental da época. Evidências mostram que organismos já se difundiam pelos oceanos desde o início da explosão Cambriana, ampliando o conhecimento sobre a vida marinha antiga.
Paleontólogos descobriram milhares de fósseis de criaturas marinhas com cerca de 512 milhões de anos no sul da China, numa região chamada Huayuan, na província de Hunan. Essas descobertas incluem 153 espécies, sendo 91 delas inéditas. Os fósseis estão tão bem preservados que permitem observar pernas, brânquias, intestinos, olhos e até nervos desses animais.
Conhecida como a biota de Huayuan, essa coleção rivaliza com outras famosas, como a da biota do xisto Burgess, no Canadá, e a de Chengjiang, em Yunnan, na China. Os animais viviam nadando e se alimentando em um ecossistema marinho complexo, em águas profundas na borda da plataforma continental.
Os fósseis incluem principalmente artrópodes, cnidários e esponjas, que foram alguns dos principais grupos de vida animal na época. O grande destaque vai para os artrópodes predadores, com membros especializados para capturar presas, e uma criatura coberta de espinhos, lembrando um cacto.
Este achado oferece uma visão valiosa de um ecossistema marinho que se recuperava de uma extinção em massa causada provavelmente por vulcanismo e mudanças climáticas rápidas há 513,5 milhões de anos. Os fósseis indicam que as espécies de águas profundas foram menos afetadas do que as de águas rasas.
Além disso, há evidências de parentes próximos dos vertebrados entre os achados. A presença de estágios larvais comuns sugere que esses organismos já conseguiam se espalhar por correntes oceânicas desde o início da explosão Cambriana.
Resultados dos investimentos de impacto com foco ambiental e social
Os investimentos de impacto têm ganhado espaço ao integrar metas ambientais e sociais às decisões financeiras. Esse movimento representa uma transformação no mercado, onde risco, retorno e impacto são considerados simultaneamente.
Embora o volume ainda seja modesto em termos globais, há crescimento significativo impulsionado por investidores, empresas e governos atentos à sustentabilidade. Modelos inovadores, como títulos de impacto social, ajudam a mensurar resultados e alinhar lucro com propósito.
Essa evolução marca uma nova fase para os investimentos responsáveis, destacando a colaboração entre setores e o avanço na contabilidade de impacto para quantificar benefícios sociais e ambientais.
O investidor Sir Ronald Cohen detalha em seu livro a crescente relevância dos investimentos de impacto, que integram metas ambientais e sociais às decisões financeiras. Ele aponta que o mercado está passando por uma transformação semelhante à que ocorreu décadas atrás, quando o foco passou a ser o risco e o retorno rigorosamente mensurados.
Na visão de Cohen, o investimento hoje já considera risco, retorno e impacto. A inovação, a mensuração clara dos resultados e a colaboração entre empresas, governos e instituições marcam uma nova etapa onde lucro e propósito não são excludentes, mas sim complementares.
Apesar de o volume de ativos destinados a esse tipo de investimento ainda ser modesto (US$ 2,3 trilhões em 2024, pouco mais de 1% dos US$ 225 trilhões globais), o crescimento é expressivo, impulsionado pela demanda de investidores, consumidores e trabalhadores preocupados com questões sociais e ambientais.
Os investimentos ligados a critérios ESG somam US$ 30 trilhões – com US$ 5,7 trilhões apenas em títulos verdes. Fundos de pensão e milhares de investidores globais já aderiram a princípios responsáveis que focam em sustentabilidade.
O avanço da contabilidade de impacto, que quantifica os resultados sociais e ambientais, também contribui para o amadurecimento da área. Modelos inovadores como os títulos de impacto social, nos quais o retorno financeiro depende do cumprimento de metas sociais, reforçam essa trajetória.
Embora a jornada para alinhar completamente retorno financeiro e impacto esteja em curso, Cohen destaca que a rede crescente de atores engajados e as inovações em financiamento refletem uma fase inicial promissora para os investimentos de impacto.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação