INSS não interromperá pagamento de aposentadorias por falta da nova identidade até 2026
Circulam notícias falsas sobre o INSS deixar de pagar aposentadorias em 2026 para quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A exigência da CIN para manutenção e novos pedidos de benefícios só será obrigatória a partir de 2028.
Desde novembro de 2025, o INSS exige documentos com biometria para novos pedidos, aceitando CIN, CNH e Título de Eleitor. Os pagamentos dos benefícios já concedidos não serão suspensos por ausência da nova identidade até 2028. O órgão recomenda que os beneficiários emitam a CIN para evitar problemas futuros.
Circulam publicações falsas afirmando que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de pagar aposentadorias em 2026 para quem não possui a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Essa informação é incorreta. A exigência da CIN para manutenção e requerimento de benefícios do INSS só será obrigatória a partir de 1° de janeiro de 2028.
Desde 21 de novembro de 2025, o INSS cobra documentos com biometria para novos pedidos de aposentadorias e pensões, aceitando, além da CIN, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o Título de Eleitor como comprovantes válidos. A obrigatoriedade, neste caso, não impacta quem já recebe benefícios.
A partir de 1° de maio de 2026, a biometria torna-se necessária em novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária e pensão por morte. Caso o cidadão não possua biometria na CNH ou Título de Eleitor, a emissão da CIN será obrigatória. No entanto, há exceções para idosos acima de 80 anos, pessoas com dificuldades de locomoção comprovadas, moradores de áreas remotas e refugiados.
Até 2028, os pagamentos dos benefícios a beneficiários ativos não serão interrompidos por ausência da CIN. O órgão recomenda que os cidadãos emitam a nova carteira para evitar conflitos futuros e garantir maior segurança nos dados pessoais.
Quando atualização biométrica for necessária, o INSS notificará o beneficiário com antecedência, sem suspender pagamentos. Portanto, não há motivo para preocupação quanto à continuidade dos benefícios em 2026 sem a nova identidade.
Imagens revelam todas as cores do Moto G67 e Moto G77
Renderizações mostram o visual dos novos Moto G67 e Moto G77, com design semelhante e módulos traseiros com três câmeras. Os aparelhos possuem câmera frontal centralizada em um furo no topo da tela.
Moto G77 estará disponível nas cores verde azulado e marrom, enquanto o Moto G67 aparece em cinza claro e verde claro. Ambos têm bordas finas, laterais curvas e telas AMOLED de 6,8 polegadas.
Especificações indicam processadores Dimensity, baterias de 5.200 mAh e carregamento rápido. O Moto G77 já tem homologação da Anatel e deve ser lançado em breve no Brasil.
Imagens renderizadas revelam o visual dos próximos lançamentos da Motorola, o Moto G77 e o Moto G67. Os dois aparelhos, quase idênticos no design, exibem um módulo traseiro com três câmeras integradas ao corpo e uma câmera frontal centralizada em um furo no topo da tela. A diferença mais evidente fica para o logo da marca na traseira.
O Moto G77 surge nas cores verde azulado (Pantone Black Olive) e marrom (Pantone Shaded Spruce). Já o Moto G67 aparece em cinza claro (Pantone Arctic Seal) e verde claro (Pantone Light Parrot). Ambos contam com bordas finas, laterais levemente curvas e cantos arredondados, mantendo um visual alinhado com outros lançamentos recentes da Motorola.
Especificações indicam que o Moto G77 será equipado com o chipset Dimensity 6400, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. O modelo mais simples, Moto G67, deve trazer o Dimensity 6300, 4 GB de RAM e a mesma capacidade de armazenamento. As telas serão AMOLED de 6,8 polegadas, com proteção Gorilla Glass 7i e taxa de atualização de 120 Hz.
A bateria prevista para os aparelhos tem 5.200 mAh com recarga rápida de 30 W. O Moto G77 já foi homologado pela Anatel e deve chegar em breve ao mercado brasileiro, enquanto o Moto G67 ainda aguarda a certificação.
Mantenha-se atualizado para mais detalhes sobre esses modelos e outras novidades da Motorola.
Governo altera regras de leilão de energia e aumenta concorrência para Eneva
O governo modificou a regra do leilão de capacidade de energia, marcado para março, beneficiando empresas com usinas ligadas diretamente a gasodutos, como Petrobras e Âmbar. A alteração reduz de 100% para 70% a exigência de contratação de capacidade de transporte para projetos conectados a gasodutos, diminuindo custos fixos.
Essa mudança afetou a Eneva, que investiu em termelétricas próximas aos poços de gás na Bacia do Parnaíba e unidades abastecidas por GNL. A nova regra traz mais concorrência e limita a vantagem inicial da empresa, impactando seus projetos e o valor das ações.
O leilão é crucial para a Eneva expandir e renovar suas termelétricas em Sergipe, Ceará e Parnaíba. Ao mesmo tempo, Petrobras e Âmbar mantêm vantagem competitiva com usinas diretamente conectadas a gasodutos, o que pode influenciar os resultados do certame.
O governo alterou uma regra do leilão de capacidade de energia marcado para março, beneficiando empresas como a Petrobras e a Âmbar, enquanto a Eneva enfrenta maior competição. A mudança do Ministério de Minas e Energia reduziu de 100% para 70% a exigência de contratação de capacidade de transporte para usinas conectadas a gasodutos, diminuindo custos fixos desses projetos.
Essa modificação impacta principalmente a estratégia da Eneva, que investiu em termelétricas gas-to-wire localizadas próximas aos poços de gás na Bacia do Parnaíba, e em unidades abastecidas por gás natural liquefeito (GNL). Por outro lado, Petrobras e Âmbar possuem usinas ligadas diretamente a gasodutos, mantendo vantagem competitiva com a nova regra.
A Eneva busca contratos para expandir e renovar suas termelétricas, especialmente nos estados de Sergipe, Ceará e no complexo do Parnaíba. A Petrobras planeja um projeto termelétrico no Complexo Boaventura, no Rio de Janeiro, e a Âmbar controla termelétricas próximas a gasodutos na Região Sul e Centro-Oeste.
O leilão, que contempla termelétricas existentes, novos projetos e ampliações de hidrelétricas, é considerado uma chance importante para a Eneva. Segundo analistas do Itaú BBA, a empresa pode gerar até R$ 6,70 por ação com seus projetos greenfield em estágio avançado. No entanto, a mudança regulatória traz desafios e limita a vantagem inicial da Eneva, que já viu suas ações recuarem 2,7% recentemente.
Amazon reduz 16 mil vagas corporativas nos Estados Unidos em reestruturação
A Amazon anunciou a redução de 16 mil postos corporativos nos Estados Unidos, parte de um plano maior de reestruturação para simplificar a gestão interna e reduzir a burocracia. Essa ação faz parte de um total de 30 mil cortes nos últimos três meses, representando cerca de 10% da força de trabalho corporativa.
A companhia possui cerca de 1,55 milhão de colaboradores no mundo, sendo 350 mil na área corporativa. Os funcionários afetados receberam aviso prévio e terão 90 dias para buscar recolocação, com suporte e pacotes de rescisão. A empresa destaca que o avanço da inteligência artificial pode levar a novos ajustes no quadro de funcionários.
Essa mudança ocorre em meio a uma onda global de demissões em grandes empresas focadas na gestão. A Amazon esclarece que não pretende realizar cortes frequentes desse porte e continuará ajustando sua estrutura conforme a necessidade do mercado.
A Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, parte de um plano para reduzir a burocracia e simplificar a gestão interna. Com essa nova redução, a empresa já eliminou 30 mil postos de trabalho nos últimos três meses, o que representa cerca de 10% da força de trabalho corporativa. A meta é reforçar o senso de responsabilidade entre os times e diminuir níveis hierárquicos excessivos.
Até o fim de 2024, a Amazon tinha aproximadamente 1,55 milhão de funcionários globalmente, sendo 350 mil na área corporativa e o restante em centros de distribuição. Os cortes mais recentes correspondem a 4,6% desse quadro corporativo. Os colaboradores nos EUA receberam aviso e terão 90 dias para buscar recolocação interna, com direito a pacotes de rescisão e suporte na transição.
O presidente Andy Jassy destaca que a redução da gestão ganhou prioridade após o crescimento acelerado durante a pandemia. Além disso, a empresa projeta que o avanço da inteligência artificial trará mudanças estruturais que podem reduzir ainda mais a equipe com a automação de tarefas.
Essa reorganização acontece no meio de uma série global de demissões focadas na gestão. Recentemente, empresas como Microsoft, Nissan, Meta e ASML também anunciaram cortes em suas equipes administrativas, refletindo um movimento mais amplo de ajuste das estruturas corporativas.
A Amazon afirma que não planeja fazer cada poucos meses cortes tão significativos e que ajustes continuarão sendo feitos conforme necessário para se adaptar às demandas do mercado.
Brasil terá maior déficit fiscal da América Latina em 2026, aponta Fitch
A América Latina tem mostrado melhora em seus déficits fiscais após a pandemia, mas o Brasil deve apresentar o maior déficit fiscal da região em 2026 segundo a Fitch. O país também terá uma das maiores dívidas públicas da América Latina nesse período.
Apesar dos desafios fiscais, a inflação no Brasil está caindo e a economia deve crescer cerca de 2% em 2026, conforme projeções da Fitch. A política monetária brasileira mantém juros elevados por mais tempo, o que valoriza o real em comparação com outras moedas da região.
Enquanto isso, a China enfrenta desaceleração econômica, e a região se beneficia da desvalorização do dólar. Esses fatores indicam um cenário complexo, mas que traz oportunidades para a economia brasileira e latino-americana.
A América Latina tem melhorado seu déficit fiscal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) após a pandemia, mas o Brasil deve registrar o maior déficit fiscal da região em 2026, segundo Shelly Shetty, chefe de ratings soberanos da Fitch Ratings para Américas e Ásia-Pacífico. O governo brasileiro terá uma das maiores dívidas públicas da América Latina no período.
Apesar dessas projeções fiscais negativas, Shetty destaca que a inflação no Brasil está diminuindo e a economia mostra sinais de crescimento. A Fitch projeta expansão econômica do país próxima a 2% em 2026, um pouco abaixo da taxa esperada para os Estados Unidos, também de 2%. Já a China deve apresentar desaceleração, com crescimento previsto de 2,1%, afetado por uma demanda interna reduzida e investimentos baixos na América Latina.
Outro ponto que diferencia o Brasil dos demais países da América Latina é a política monetária. Enquanto a maioria dos países da região tem conseguido reduzir as taxas de juros, o Brasil mantém níveis elevados por um período prolongado. Esse cenário contribui para uma valorização do real, junto com a moeda colombiana, especialmente diante de um dólar global em desvalorização, o que tem sido positivo para a região.
Em resumo, o Brasil apresenta desafios fiscais significativos para 2026, mas conta com indicadores econômicos melhorando e uma política monetária distinta que impacta seu câmbio e juros.
Experimento com IA revela que criar não é só apertar um botão, como mostra cadeira impressa em 3D
Um designer e o Google DeepMind mostraram que criar com IA não é simplesmente apertar um botão. Eles desenvolveram uma cadeira funcional impressa em 3D usando inteligência artificial, mas o processo exigiu muito ajuste humano.
A IA teve dificuldades para entender termos técnicos e precisou de descrições mais abstratas para fugir do comum. Foram geradas centenas de variações, algumas com estética inesperada, e a criação final passou por refinamentos e simulações.
Esse projeto destaca que o trabalho humano ainda é essencial na criação com IA. A inteligência artificial transforma o processo em uma parceria entre tecnologia e curadoria, e não substitui o criador.
Criar com IA não é simplesmente apertar um botão, como mostra o experimento conduzido pelo designer Ross Lovegrove junto com o Google DeepMind. A proposta não foi fazer a inteligência artificial criar a cadeira do zero, mas treiná-la com esboços autorais do designer, que trabalha com formas orgânicas e biomórficas. O resultado final é uma cadeira funcional impressa em 3D, feita em metal.
O processo, contudo, exigiu muita mediação humana. A IA encontrou dificuldades até para compreender termos técnicos de design usados no estúdio. Por exemplo, o termo “cadeira” gerava resultados previsíveis. Para contornar isso, a equipe usou descrições mais abstratas, como “extensão contínua de superfície única” e “fluxos laterais”, o que ajudou a peça sair do comum.
Além dos desafios linguísticos, a IA produziu centenas de variações, algumas até destoando do estilo de Lovegrove.
Algumas criações lembravam a estética do artista H. R. Giger, trazendo um lado inesperado ao projeto. A seleção final, chamada Seed 6143, passou por refinamentos técnicos e simulações estruturais para garantir a viabilidade física. A fabricação foi feita com auxílio de um braço robótico na impressão 3D metálica.
Esse experimento evidencia que, apesar das possibilidades da inteligência artificial, criar ainda depende bastante de escolhas e interpretações humanas. O uso da IA no design não elimina o trabalho humano, apenas o transforma em uma parceria entre tecnologia e curadoria.
Entenda qual é a função das sobrancelhas no corpo humano
As sobrancelhas humanas têm um papel fundamental além da proteção dos olhos contra suor, chuva e detritos. Elas são essenciais para a comunicação não verbal, ajudando na expressão de emoções e na conexão social entre as pessoas.
Charles Darwin observou que a movimentação das sobrancelhas serve como sinal de alerta, como expressão de medo. Esses movimentos sutis ajudam a interpretar sentimentos como simpatia ou hostilidade, sendo vitais nas interações humanas e até influenciando a comunicação em animais.
Além disso, as sobrancelhas contribuem para o reconhecimento facial e refletem diferenças sexuais influenciadas por hormônios. Essa característica evolutiva fortaleceu a capacidade comunicativa do Homo sapiens, facilitando interações sociais mais amigáveis e complexas.
As sobrancelhas humanas fazem mais do que impedir a passagem de detritos, suor e chuva aos olhos. Elas desempenham um papel essencial na comunicação não verbal, especialmente na expressão de emoções. Essa capacidade de transmitir sentimentos ajuda a formar conexões sociais, sendo uma vantagem evolutiva para a sobrevivência.
Charles Darwin já destacou que a elevação das sobrancelhas é um sinal de medo, podendo alertar os outros sobre situações de perigo. Além disso, as variações sutis nos movimentos das sobrancelhas contribuem para a interpretação de simpatia ou hostilidade, fundamentais nas interações humanas. Essa expressividade é tão importante que até os cães desenvolveram músculos para levantar suas sobrancelhas, aumentando suas chances de comunicação e adoção pelos humanos.
As sobrancelhas também auxiliam no reconhecimento facial e na distinção entre os sexos. Mulheres e homens apresentam diferenças influenciadas por hormônios, como a forma da testa, que tende a ser mais protuberante nos homens. Estudos indicam que essa característica influenciou a evolução da nossa face, que se tornou mais achatada e expressiva no Homo sapiens, em contraste com espécies como os neandertais, que possuíam testas mais salientes associadas à dominância social.
Essa evolução aparenta ter incentivado uma melhor comunicação entre indivíduos, favorecendo interações sociais mais amigáveis. A movimentação e a pelugem das sobrancelhas funcionam, portanto, como ferramentas comunicativas, além da proteção física, reforçando seu papel no desenvolvimento social humano.
Lula critica Trump e defende integração da América Latina e Caribe em fórum no Panamá
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe, realizado no Panamá, onde ressaltou o retrocesso na integração regional devido a divisões geopolíticas e atos neocoloniais. Ele destacou a necessidade de uma postura firme das lideranças para fortalecer a união latino-americana.
Lula também criticou a interferência dos Estados Unidos na Venezuela e relembrou a política de boa vizinhança de Franklin Roosevelt, que priorizou a diplomacia. Além disso, reafirmou o compromisso brasileiro com a neutralidade do Canal do Panamá e elogiou sua administração.
No evento, Lula mencionou ainda novos acordos do Brasil com parceiros emergentes como Índia, México, Canadá e Emirados Árabes, e falou sobre diálogo recente com Donald Trump a respeito da Venezuela e do convite para integrar o Conselho da Paz em Gaza.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe, realizado no Panamá, onde destacou o avanço do retrocesso na integração regional. Ele criticou divisões geopolíticas e atos neocoloniais, ressaltando que tais posturas são atrasos históricos. Lula chamou as lideranças para adotarem uma postura mais firme em direção à união da América Latina.
O presidente ressaltou ainda a fragilidade da região diante das tensões atuais, como a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela no início do ano. Lula mencionou momentos em que os EUA foram parceiros no desenvolvimento latino-americano, citando a política de boa vizinhança do presidente Franklin Roosevelt, que priorizou a diplomacia em vez da intervenção militar.
Além disso, Lula reafirmou o compromisso do Brasil com a neutralidade do Canal do Panamá, elogiando sua administração como eficiente e segura. Ele também anunciou a intenção de fortalecer relações com países emergentes e outros parceiros, citando acordos em andamento com Índia, México, Canadá e Emirados Árabes Unidos.
O discurso ocorreu pouco depois de uma conversa entre Lula e o ex-presidente Donald Trump, em que discutiram a situação na Venezuela e o convite para o Brasil integrar o Conselho da Paz em Gaza, criado por Trump.
A Revena capta R$ 40 milhões em rodada seed liderada pelo fundo Canary, com participação da Flourish Ventures e Caravela Capital. A plataforma usa inteligência artificial para automatizar o ciclo de receita hospitalar, atuando na complexa validação de faturamento que, atualmente, consome até 18 horas de trabalho manual em hospitais brasileiros.
O sistema da Revena já está presente em mais de 60 hospitais e permite evitar perdas de faturamento entre 6% e 12%, além de reduzir em até 75% o trabalho operacional financeiro. A tecnologia acelera o envio das contas médicas em 23%, interpretando dados clínicos e contratos para gerar cobranças mais precisas e confiáveis.
Fundada por dois engenheiros do ITA, a empresa cresceu 20 vezes em 2025 e aposta em um modelo de negócios em que o hospital só paga pelo serviço após comprovar a eficácia na redução das perdas. A Revena busca ampliar sua equipe de Produto para aprimorar ainda mais a tecnologia e enfrentar os desafios do setor de saúde no Brasil, que movimenta cerca de R$ 1 trilhão ao ano e ainda lida com processos manuais.
Com o investimento, a plataforma pretende atuar desde o atendimento inicial até a quitação completa da conta hospitalar, facilitando a rotina administrativa e possibilitando que os hospitais concentrem esforços na qualidade do atendimento ao paciente.
Tanto investidores quanto o mercado reconhecem a capacidade da Revena em transformar um ambiente complexo por meio de automação inteligente, trazendo eficiência e maior retorno financeiro ao setor de saúde.
Após cinco anos da campanha de vacinação, a covid-19 apresenta uma redução significativa no Brasil, mas continua sendo uma ameaça à saúde pública. Em 2025, apenas menos de 40% das doses distribuídas foram aplicadas, o que resultou em 10.410 casos graves confirmados e 1,7 mil mortes.
Especialistas reforçam a importância da imunização, especialmente para crianças, idosos e gestantes, grupos que compõem o calendário básico de vacinação contra a doença desde 2024. Contudo, a adesão ainda é baixa, com apenas 3,49% das crianças menores de 1 ano vacinadas em 2025.
Crianças com menos de 2 anos estão entre os mais vulneráveis, sendo o segundo grupo com maior risco de complicações graves, incluindo a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), que registrou 2,1 mil casos no país e um índice de letalidade próximo a 7%.
Dados indicam que a vacinação protege contra casos graves, como mostrou um estudo com 640 crianças vacinadas em São Paulo, que tiveram baixa incidência de infecção e sem gravidade. A baixa cobertura é atribuída à diminuição da percepção de risco e à disseminação de fake news sobre imunizantes.
Profissionais de saúde são apontados como peça-chave para melhorar a aceitação da vacina recomendando sua aplicação conforme as evidências científicas atualizadas. O risco de novas variantes e a ausência de sazonalidade definida reforçam a necessidade de manter a população atualizada com as doses.
Grupos com recomendação para continuar a vacinação incluem crianças, idosos, gestantes, imunocomprometidos e outros prioritários, com doses periódicas para assegurar proteção. O combate à covid-19 ainda depende do comprometimento coletivo com a vacinação.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação