Simulador desenvolvido por USP ajuda a analisar risco de impeachment no Brasil
Pesquisadores da USP criaram um simulador baseado em inteligência artificial para avaliar os riscos de impeachment no Brasil. O sistema utiliza redes neurais que analisam a popularidade do presidente e o apoio dos parlamentares no Congresso Nacional.
O simulador traduz dados complexos da política brasileira em indicadores simples, simulando decisões que refletem a estabilidade do governo. Casos históricos, como os impeachments de Collor e Dilma, são usados para validar o modelo.
Apesar de não incluir dados completos da gestão atual, o projeto representa avanço no uso da IA para compreender tensões entre Executivo e Legislativo e pode ser base para futuras análises da democracia brasileira.
Pesquisadores da USP desenvolveram um simulador com inteligência artificial que visa entender os riscos de impeachment no Brasil. O sistema utiliza redes neurais para analisar dados de popularidade do presidente e apoio do Congresso Nacional. Essas variáveis são consideradas essenciais para avaliar a estabilidade política.
O simulador funciona por meio de redes neurais que interagem e avaliam a confiabilidade das informações recebidas. Essa estrutura matemática permite criar um “jogo” que simula o funcionamento da democracia brasileira, atribuindo custos e benefícios às decisões de apoio ou discordância entre o presidente e grupos parlamentares.
O modelo gera um diagrama que indica o risco de impeachment conforme o nível de popularidade do presidente e seu suporte no Congresso. Casos históricos, como os impeachments de Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff, cruzaram a chamada “zona de perigo” nesse gráfico, enquanto os mandatos de Lula e Fernando Henrique Cardoso permanecem fora dessa fronteira.
A ferramenta se destaca por condensar dados complexos em indicadores simples, possibilitando análises que vão além das tradicionais pesquisas eleitorais. Os pesquisadores buscam aplicar o modelo para ampliar o entendimento e até prever crises presidenciais, tendo em vista a independência dos mandatos presidencial e legislativo no Brasil.
Atualmente, o sistema não inclui dados completos da gestão de Jair Bolsonaro, devido a limitações das bases de dados usadas. Mesmo assim, o projeto demonstra avanço no uso da inteligência artificial para analisar cenários políticos complexos combinando física e ciência política.
Essa abordagem inovadora pode servir de base para futuras ferramentas que ajudem no acompanhamento da saúde da democracia brasileira, acompanhando as tensões entre executivo e legislativo.
Via Folha de S.Paulo
28/01/2026 às 11:22 - Sem Categoria
Casa sustentável feita com garrafas de vidro é opção de hospedagem no litoral de Pernambuco
A Casa de Sal é uma residência localizada na Ilha de Itamaracá, Pernambuco, construída com cerca de 8 mil garrafas de vidro reutilizadas, além de madeira e outros materiais reciclados. O projeto nasceu durante a pandemia, promovendo a reutilização de resíduos e a sustentabilidade ambiental.
A casa possui sete cômodos, ventilação adequada e conforto térmico, funcionando tanto como moradia quanto como espaço de educação ambiental. Disponível para hospedagem via Airbnb, a diária custa R$ 430, e os visitantes participam de atividades educativas sobre descarte correto e preservação.
Essa iniciativa reforça a importância do turismo comunitário aliado à geração de renda local e valorização ambiental, mostrando como materiais descartados podem ser reaproveitados em construções pioneiras e sustentáveis.
Após a temporada turística, lixo e vidros quebrados costumam aparecer na areia e ruas. Na Ilha de Itamaracá, Pernambuco, Edna Dantas e sua filha Maria Gabrielly decidiram agir. Durante a pandemia, elas começaram a coletar garrafas de vidro descartadas nas praias e vias para algo diferente: construir uma casa.
Foram quase dois anos recolhendo, lavando e separando cerca de 8 mil garrafas, usadas para erguer os muros da moradia batizada de Casa de Sal. O projeto não veio de profissionais ou grandes financiamentos, mas do desejo pessoal e da necessidade de criar em meio ao isolamento social.
A casa tem sete cômodos, com paredes feitas de garrafas encaixadas e unidas por argamassa. Além do vidro, a construção utiliza madeira reaproveitada, paletes e outros materiais descartados. O projeto também considerou conforto térmico, ventilação cruzada e durabilidade.
Situada a 100 metros da praia, a Casa de Sal é tanto moradia quanto espaço de educação ambiental. Por meio do Airbnb, oferece estadias ecológicas por R$ 430 a diária. Edna atua como educadora ambiental, promovendo oficinas e conscientização sobre descarte correto. Maria Gabrielly gerencia a Casa, organiza hospedagens e as atividades educativas.
Mais que paredes feitas com vidro, esse projeto integra turismo comunitário, educação e geração de renda local na ilha. A iniciativa é um exemplo prático da reutilização de materiais e da valorização ambiental em territórios litorâneos.
O CEO da Apple, Tim Cook, pediu uma desescalada nas ações do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) após a morte de duas pessoas em Minneapolis. Em um memorando interno, Cook destacou que os Estados Unidos são mais fortes quando todos são tratados com dignidade e respeito, independentemente da origem. O pedido surge em meio a protestos e repercussões nacionais após a morte de um enfermeiro de UTI, Alex Pretti, que foi morto por um agente do ICE durante um protesto no dia 24 de janeiro.
Cook informou que conversou com o presidente Donald Trump, agradecendo a abertura do governo para discutir o assunto. A morte de Pretti ocorreu apenas 17 dias depois de outro homem, Renee Nicole Good, ter sido baleado por um agente do ICE em uma abordagem na mesma cidade.
O CEO destacou a importância de viver conforme os ideais americanos mais elevados e ressaltou o empenho dos funcionários da Apple em se preocupar com questões sociais, mesmo além do ambiente corporativo. Trump também anunciou uma reorganização da liderança das operações do ICE em Minnesota, enviando Tom Homan para assumir a coordenação e demitindo Greg Bovino, que havia se tornado símbolo das medidas mais duras da agência na cidade.
Esses acontecimentos vêm acompanhados de manifestações públicas de políticos, artistas e organizações contra a postura do ICE e pedindo respeito aos direitos humanos nas ações da agência.
Pinterest anuncia cortes de empregos e fechamento de escritórios para investir em inteligência artificial
O Pinterest comunicou a redução de até 15% do seu quadro de funcionários, o que pode afetar cerca de 780 pessoas, além do fechamento de escritórios menores. A empresa deseja direcionar recursos para o desenvolvimento de estratégias com inteligência artificial.
O custo estimado da reestruturação ficará entre US$ 35 milhões e US$ 45 milhões, com previsão de conclusão até o fim do terceiro trimestre. O movimento ocorre apesar do lançamento recente de ferramentas que usam IA.
Especialistas avaliam que o corte faz parte de uma adaptação do mercado de trabalho, onde funções tradicionais desaparecem e novas oportunidades surgem com a evolução tecnológica e a competição no setor digital.
O Pinterest anunciou cortes de até 15% em seu quadro de funcionários para redirecionar recursos a estratégias envolvendo inteligência artificial. Em setembro, a empresa contava com 5.205 colaboradores, mas agora a redução pode afetar cerca de 780 pessoas.
Além das demissões, o Pinterest planeja fechar escritórios menores. Os custos de reestruturação antes de impostos estão estimados entre US$ 35 milhões e US$ 45 milhões, com conclusão prevista para o fim do terceiro trimestre.
No final do ano passado, a empresa lançou o Pinterest Assistant, ferramenta de compras com recomendações personalizadas, e o pacote Performance+, focado na automação de anúncios. Apesar disso, as ações caíram quase 10% após uma apresentação sobre IA que decepcionou investidores.
Analistas apontam que os cortes parecem mais defensivos do que estratégicos, especialmente com a concorrência crescente de plataformas como TikTok, Facebook e Instagram na disputa por espaço no mercado publicitário.
Outras grandes companhias, como a Amazon, também têm anunciado demissões significativas recentemente, associando cortes a investimentos em inteligência artificial. Especialistas afirmam que muitas empresas utilizam a IA como justificativa para dispensas que já estavam planejadas.
Esse movimento mostra como o mercado de trabalho está se transformando com a adoção da inteligência artificial, onde empregos tradicionais desaparecem, mas novas funções podem surgir, acompanhando a evolução tecnológica.
Samsung confirma recurso exclusivo de privacidade na tela do Galaxy S26
A Samsung anunciou um novo recurso de privacidade para a tela do Galaxy S26, que permite proteger partes específicas do display, como notificações e senhas, de olhares indesejados. O sistema utiliza hardware avançado e inteligência artificial para garantir que apenas o dono do aparelho veja essas informações.
Essa tecnologia, desenvolvida ao longo de cinco anos, será inicialmente lançada no Galaxy S26 Ultra. O recurso promete mudar a forma como os usuários interagem com seus smartphones, proporcionando mais segurança na visualização de dados sensíveis durante o uso.
O modo de privacidade pode evitar exposição de mensagens, bloqueios e acessos a aplicativos bancários. A novidade é parte das expectativas para o lançamento no Brasil, com previsão de chegada ao mercado em breve, incluindo o modelo Plus aprovado pela Anatel.
Faltando poucas semanas para o lançamento do Galaxy S26, a Samsung confirmou um recurso que promete alterar a forma como os usuários interagem com seus aparelhos: a tela com modo de privacidade. A funcionalidade permitirá que partes específicas da tela, como a área de notificações ou a digitação de senhas, fiquem protegidas, enquanto o restante do display funciona normalmente.
Ao contrário das películas tradicionais que apenas escurecem a tela para quem está ao lado, o novo sistema usará uma combinação de hardware e inteligência artificial para garantir que informações sensíveis apareçam apenas para o dono do celular. Por exemplo, uma mensagem recebida ficará visível para o usuário, mas borrada ou escurecida para quem estiver próximo.
A tecnologia é resultado de cinco anos de desenvolvimento da Samsung, que envolve tanto o painel do aparelho quanto o software para manter a privacidade. A função deve chegar inicialmente ao Galaxy S26 Ultra, e ainda não se sabe se estará presente em outros modelos da linha. Smartphones antigos têm baixas chances de receber o modo por meio de atualizações, já que exigirá um novo tipo de tela.
Além do controle de visualização em notificações, o recurso pode evitar olhares indesejados ao desbloquear o dispositivo ou acessar aplicativos bancários, segundo especulações. Em 2025, a Samsung já havia apresentado a tecnologia Flex Magic Pixel OLED, que pode estar relacionada a esse avanço no hardware da tela.
O modelo Plus da linha S26 foi recentemente homologado pela Anatel para vendas no Brasil, e o anúncio oficial está previsto até o final de fevereiro. A chegada do modo de privacidade na tela deve ser uma das principais novidades dessa geração.
Textos gnósticos descrevem Deus da Bíblia como divindade falsa
O gnosticismo é uma corrente religiosa da Antiguidade que reinterpretou o Deus da Bíblia, especialmente do Antigo Testamento, como um ser falso, imperfeito e distinto do verdadeiro Deus representado por Jesus Cristo.
Os textos gnósticos, descobertos em Nag Hammadi, no Egito, apresentam um diálogo entre cristianismo, judaísmo e filosofia platônica, associando o Deus do Antigo Testamento a um Demiurgo limitado e distante.
Essa visão busca explicar as diferenças entre o Deus vingativo do Antigo Testamento e o Deus mais amoroso do Novo Testamento, propondo uma mitologia própria que desafia a ortodoxia bíblica.
O gnosticismo é um conjunto de ideias religiosas e filosóficas da Antiguidade que reinterpretou o Deus da Bíblia, especialmente o do Antigo Testamento. Segundo esses textos, influenciados pela filosofia platônica, o Deus bíblico seria uma divindade falsa, má e incompetente, distinta do verdadeiro Deus representado por Jesus Cristo.
Com origens que datam dos séculos 2º e 3º d.C., graças à descoberta dos códices de Nag Hammadi, no Egito, esses escritos mostram um diálogo entre o cristianismo nascente, o judaísmo e o platonismo. Platão via o mundo físico como imperfeito, criado por um Demiurgo, uma entidade artesanal que molda o universo a partir de formas ideais, mas de forma limitada.
No pensamento gnóstico, esse Demiurgo é associado ao Deus do Antigo Testamento, visto como um ser imperfeito e distante do Deus verdadeiro, que enviou Jesus para trazer o conhecimento libertador chamado de gnóssis. Esse conhecimento seria a chave para libertar os espíritos presos no mundo material criado pelo falso Deus, um conceito que revisa radicalmente as tradições judaicas e cristãs.
A distinção entre essas duas divindades é uma forma de explicar as diferenças entre a figura do Deus do Antigo Testamento, considerado vingativo e violento, e o Deus do Novo Testamento, mais associado ao amor e ao perdão. O gnosticismo, portanto, desenvolveu uma mitologia própria que desafia a ortodoxia bíblica e seus fundamentos religiosos.
Via Folha de S.Paulo
28/01/2026 às 10:22 - Tecnologia e Inovação
CEO que usou 65 cartões de crédito financia startups e gera US$ 1 bilhão em valor
Ravinder Sajwan iniciou sua jornada no Vale do Silício usando 65 cartões de crédito para financiar suas startups, estourando limites de US$ 3 mil a cada dois dias. Hoje, ele lidera a UltraGreen.ai, que abriu capital em Singapura e valorizou a participação familiar em cerca de US$ 1,2 bilhão.
A UltraGreen.ai fabrica corantes fluorescentes para imagens cirúrgicas e domina 85% do mercado americano, mesmo após aumentos expressivos de preços. A empresa desbancou grandes nomes como Stryker e Daiichi Sankyo no segmento.
Além da saúde, Sajwan tem investimentos em bebidas energéticas e tecnologia, gerenciados a partir de Singapura. O sucesso financeiro é sustentado por parcerias com bancos e investidores globais, com ações em alta no mercado.
Ravinder Sajwan começou sua trajetória no Vale do Silício estourando o limite de US$ 3.000 do cartão de crédito a cada dois dias, acumulando até 65 cartões simultaneamente para financiar suas startups. Anos depois, ele comanda a UltraGreen.ai, que abriu capital em Singapura e levantou US$ 400 milhões, valorizando a participação da família em cerca de US$ 1,2 bilhão via Renew Group, controladora com mais de 60% da companhia.
A UltraGreen.ai fabrica corantes fluorescentes usados em imagens cirúrgicas para monitorar o fluxo sanguíneo. A empresa domina cerca de 85% do mercado americano, mesmo após aumentar os preços em 60% e 30% nos dois últimos anos. Antes, o segmento era liderado por gigantes como Stryker e Daiichi Sankyo.
Sajwan não detém participação direta na UltraGreen, que pertence a membros da família por meio do The Saul Trust, ligado ao ashram Hanslok na Índia, administrado pelo cunhado. A Renew é sediada em Singapura e investe globalmente em várias frentes, incluindo saúde e bebidas energéticas.
Antes da área da saúde, Sajwan teve sucesso em startups de tecnologia e é também sócio da empresa que produz a bebida 5-Hour Energy, que tem grande presença no mercado americano e asiático. Seu portfólio é gerenciado a partir de Singapura, incluindo marcas como True Hydration e Renew Enhanced Circulation.
O banco DBS atuou como subscritor da oferta, e investidores como o Temasek Holdings e Vitruvian Partners também participam do capital. As ações da UltraGreen subiram cerca de 16% desde a estreia no mercado.
Amazon anuncia corte de 16 mil vagas em nova rodada de demissões
A Amazon anunciou a demissão de 16 mil funcionários como parte de um processo de reestruturação iniciado em outubro de 2023, quando 14 mil funcionários também foram desligados. O objetivo é simplificar a gestão e fortalecer a empresa com foco em áreas como automação e inteligência artificial.
Os cortes atingem setores como Amazon Web Services, varejo e Prime Video, sem afetar centros de distribuição. Funcionários nos EUA terão 90 dias para tentar recolocação interna ou receberão seguro-desemprego.
A empresa, que tem mais de 300 mil empregados no setor corporativo, reforça que cortes desse porte não devem ocorrer com frequência. Avaliações de desempenho continuarão para ajustes futuros.
A Amazon anunciou a demissão de 16 mil funcionários, reforçando um processo de reestruturação organizacional iniciado em outubro do ano passado, quando 14 mil colaboradores também foram desligados. A iniciativa visa simplificar a gestão, reduzir burocracia e fortalecer a empresa, além de ajustar sua atuação em áreas estratégicas como a automação e a inteligência artificial.
Os cortes atingem equipes de setores como Amazon Web Services (AWS), varejo, Prime Video e Recursos Humanos, mas não impactam os trabalhadores nos centros de distribuição e armazéns. Recentemente, a Amazon também reduziu suas operações físicas nas unidades Amazon Go e Amazon Fresh.
Funcionários afetados nos Estados Unidos terão 90 dias para buscar recolocação interna em outras divisões; caso contrário, receberão os benefícios previstos pelo seguro-desemprego. A empresa possui mais de 300 mil trabalhadores no setor corporativo, e aproximadamente 10% deles foram desligados nos últimos meses.
Em comunicado, Beth Galetti, vice-presidente de Experiência de Pessoas e Tecnologia, afirmou que não há planos para anunciar cortes desse porte com frequência, mas ressaltou que avaliações de desempenho continuarão para possíveis ajustes futuros. O movimento reforça o foco da Amazon em acelerar a automação de processos e investir em tecnologia.
Amazon anuncia demissão de aproximadamente 16 mil funcionários nos EUA
A Amazon revelou a demissão de cerca de 16 mil trabalhadores, reforçando uma tendência de cortes no setor de tecnologia. A decisão ocorreu poucos meses após a redução de 14 mil postos em 2023, visando tornar a empresa mais eficiente e menos burocrática.
Os funcionários nos Estados Unidos terão 90 dias para tentar uma recolocação interna. Caso não consigam, receberão apoio financeiro, manutenção dos benefícios de saúde e suporte para transição de carreira. O impacto dessas demissões no Brasil não foi confirmado pela empresa.
A Amazon anunciou a demissão de cerca de 16 mil funcionários, reforçando a tendência de cortes no setor de tecnologia. Esse movimento ocorre poucos meses após a redução de 14 mil empregos em outubro do ano passado. A informação foi divulgada por Beth Galetti, vice-presidente responsável pela experiência de pessoas e tecnologia da empresa.
Segundo o comunicado, os colaboradores dos Estados Unidos afetados terão 90 dias para buscar recolocação interna. Caso não consigam, receberão indenização, suporte para transição de carreira e manutenção dos benefícios de saúde. A empresa não detalhou se as demissões alcançarão outras regiões, nem confirmou informações específicas para o Brasil.
Um episódio curioso aconteceu um dia antes do anúncio oficial: a Amazon enviou por engano um e-mail para funcionários da divisão de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS), avisando prematuramente sobre as demissões. A mensagem foi rapidamente cancelada, mas gerou apreensão entre os empregados.
Beth Galetti mencionou que as mudanças organizacionais fazem parte de um esforço para reduzir burocracias, eliminar camadas desnecessárias e aumentar a eficiência. Apesar dos cortes, a empresa destacou que continuará contratando em áreas estratégicas, visando se adaptar a um mercado em constante transformação.
Essa estratégia de reestruturação da organização, embora difícil, reflete o ritmo acelerado de mudanças no mundo da tecnologia, que exige ajustes frequentes para manter a competitividade e a inovação.
Amazon envia email por engano que revela plano de demissões na AWS
A Amazon enviou por engano um email aos funcionários da AWS anunciando antecipadamente demissões planejadas. A mensagem mencionava cortes em equipes dos EUA, Canadá e Costa Rica, além de um encontro cancelado logo após o envio.
O conteúdo revelou planos internos da empresa para reduzir milhares de postos, abrangendo áreas como varejo, Prime Video e recursos humanos. Em outubro, a Amazon já havia desligado 14 mil colaboradores e prepara cortes adicionais.
Essas demissões fazem parte da estratégia da empresa frente ao avanço da inteligência artificial, podendo impactar até 10% do quadro corporativo total da Amazon, que mantém cerca de 1,58 milhão de empregados.
A Amazon enviou um email por engano para funcionários da Amazon Web Services (AWS), avisando antecipadamente sobre demissões planejadas para esta quarta-feira. A mensagem, assinada por Colleen Aubrey, vice-presidente sênior de soluções aplicadas de IA da AWS, indicava erroneamente que colaboradores nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica já haviam sido informados sobre o corte de seus empregos.
O conteúdo do email incluía condolências e um convite para uma reunião, que foi cancelada minutos após o envio da mensagem. A comunicação se referia ao projeto “Dawn”, nome interno para as mudanças.
A Reuters informou que milhares de cortes devem afetar várias divisões da empresa, como AWS, varejo, Prime Video e recursos humanos, embora o número exato ainda não tenha sido confirmado. Em outubro, a Amazon já havia desligado 14 mil funcionários em um plano para reduzir cerca de 30 mil postos na equipe corporativa.
Além disso, na terça-feira, a empresa demitiu trabalhadores nas divisões Fresh grocery e Go Market, com intenção de encerrar unidades físicas e transformar algumas em lojas Whole Foods, sem revelar a quantidade de afetados.
O total desses cortes representa cerca de 10% da força de trabalho corporativa, embora a empresa mantenha 1,58 milhão de funcionários ao todo. A Amazon associou as demissões ao aumento do uso da inteligência artificial, sugerindo que novas reduções podem ocorrer.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação