Amazon envia email por engano que revela plano de demissões na AWS
A Amazon enviou por engano um email aos funcionários da AWS anunciando antecipadamente demissões planejadas. A mensagem mencionava cortes em equipes dos EUA, Canadá e Costa Rica, além de um encontro cancelado logo após o envio.
O conteúdo revelou planos internos da empresa para reduzir milhares de postos, abrangendo áreas como varejo, Prime Video e recursos humanos. Em outubro, a Amazon já havia desligado 14 mil colaboradores e prepara cortes adicionais.
Essas demissões fazem parte da estratégia da empresa frente ao avanço da inteligência artificial, podendo impactar até 10% do quadro corporativo total da Amazon, que mantém cerca de 1,58 milhão de empregados.
A Amazon enviou um email por engano para funcionários da Amazon Web Services (AWS), avisando antecipadamente sobre demissões planejadas para esta quarta-feira. A mensagem, assinada por Colleen Aubrey, vice-presidente sênior de soluções aplicadas de IA da AWS, indicava erroneamente que colaboradores nos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica já haviam sido informados sobre o corte de seus empregos.
O conteúdo do email incluía condolências e um convite para uma reunião, que foi cancelada minutos após o envio da mensagem. A comunicação se referia ao projeto “Dawn”, nome interno para as mudanças.
A Reuters informou que milhares de cortes devem afetar várias divisões da empresa, como AWS, varejo, Prime Video e recursos humanos, embora o número exato ainda não tenha sido confirmado. Em outubro, a Amazon já havia desligado 14 mil funcionários em um plano para reduzir cerca de 30 mil postos na equipe corporativa.
Além disso, na terça-feira, a empresa demitiu trabalhadores nas divisões Fresh grocery e Go Market, com intenção de encerrar unidades físicas e transformar algumas em lojas Whole Foods, sem revelar a quantidade de afetados.
O total desses cortes representa cerca de 10% da força de trabalho corporativa, embora a empresa mantenha 1,58 milhão de funcionários ao todo. A Amazon associou as demissões ao aumento do uso da inteligência artificial, sugerindo que novas reduções podem ocorrer.
Gestoras projetam Selic em 11,8% ao fim de 2026 com câmbio influenciando inflação
As principais gestoras de fundos preveem que a taxa Selic deve encerrar 2026 em 11,8%, indicando uma estabilidade nos juros básicos no Brasil. A expectativa é baseada no cenário global, que tem influenciado positivamente o câmbio. O fortalecimento do real contribui para a redução dos preços internos e auxilia no controle da inflação.
Essa valorização do real ajuda a conter a alta dos preços ao baratear importações e commodities, o que amplia a possibilidade de futuras quedas na taxa de juros. Embora gestoras tenham reduzido sua projeção inicial de Selic para 2026, ainda recomendam cautela diante dos riscos dos mercados financeiros.
A previsão das principais gestoras de fundos para a taxa básica de juros indica manutenção dos níveis atuais, com Selic em 11,8% ao final de 2026. Embora o Banco Central brasileiro e o Federal Reserve dos EUA ainda não tenham anunciado mudanças, a expectativa é de estabilidade, com juros em 15% ao ano no Brasil e entre 3,5% e 3,75% nos Estados Unidos.
O destaque da pesquisa é o impacto do cenário global na economia doméstica. Com uma conjuntura externa mais favorável, o real se fortalece, o que contribui para a redução dos preços internos e o controle da inflação. Esse movimento cria espaço para futuras quedas na taxa básica de juros.
Em janeiro de 2025, as gestoras estimavam que a Selic chegaria a 15% em 2026; agora, essa projeção diminuiu para 11,8%, o que coincide com o alinhamento ao indicador oficial do mercado, o Boletim Focus, que aponta 12,5%. A valorização do real traz benefícios ao baratear importados e commodities, atuando como um mecanismo natural de contenção inflacionária.
No mercado acionário, percebe-se menor confiança em investimentos locais, com gestores preferindo ativos internacionais, principalmente nos EUA. Apesar disso, 72% das gestoras manteriam posições compradas em real, evidenciando otimismo moderado na moeda.
Esse cenário favorece fundos multimercados, que ganham espaço com maior disposição ao risco e estratégias mais agressivas, embora a recomendação de cautela para investidores permaneça em vigência, dados os riscos inerentes dos mercados financeiros.
Um estudo da Universidade de Cambridge relaciona a menopausa a uma redução significativa da massa cinzenta no cérebro, especialmente em áreas responsáveis pela memória, raciocínio e tomada de decisões. As regiões afetadas incluem o hipocampo, o córtex entorrinal e o córtex cingulado anterior, conhecidas por sua ligação com o Alzheimer.
A pesquisa avaliou dados de quase 125 mil mulheres, incluindo exames de ressonância magnética em 11 mil delas. Os resultados indicam aumento de ansiedade, depressão e dificuldades no sono durante a menopausa. Além disso, houve declínio na velocidade de reação cognitiva, mesmo que a memória não tenha mostrado alterações relevantes entre os grupos estudados.
A Terapia de Reposição Hormonal (TRH), apesar de não reverter a perda de massa cinzenta nem os sintomas depressivos e de sono, apresentou efeito positivo ao desacelerar o declínio da velocidade de reação. Curiosamente, mulheres em tratamento relataram mais cansaço, embora tenham dormido a mesma quantidade de horas que as que não usaram a terapia.
Os especialistas recomendam atenção à saúde mental e física nessa fase, destacando a importância de uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos. Conforme afirmam os pesquisadores, ouvir e apoiar mulheres durante a menopausa é fundamental para reconhecer e tratar os sintomas sem estigmas.
Esse achado pode ajudar a entender por que mulheres têm quase o dobro de casos de demência que homens, apontando a menopausa como um fator que aumenta a vulnerabilidade cerebral ao longo da vida.
BTG Pactual amplia oferta de serviços para investidores de todos os perfis
O BTG Pactual busca consolidar seu posicionamento como banco completo para diversos perfis, desde investidores iniciantes até empreendedores. Oferece mais de 1.000 produtos financeiros acessíveis por aplicativo, incluindo Tesouro Direto e ações, garantindo praticidade e segurança.
Além do app, o banco dispõe de Assistente Virtual no WhatsApp, com recursos de inteligência artificial para facilitar operações cotidianas, como pagamentos e consultas. Para clientes exclusivos, oferece cartões com benefícios especiais e programa de fidelidade.
O BTG também apoia pequenos empresários com Conta Digital PJ isenta de tarifas e crédito emergencial. Assim, o banco visa oferecer soluções financeiras integradas para quem busca mais opções em um só lugar.
O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, busca reforçar seu posicionamento como um banco completo que atende a diferentes perfis, do investidor iniciante ao empreendedor. O banco oferece um portfólio abrangente de soluções financeiras, incluindo um aplicativo com acesso a mais de 1.000 produtos, como Tesouro Direto, CDBs, LCIs/LCAs, fundos e ações, garantindo praticidade e segurança para seus clientes.
Além do app, o banco disponibiliza uma Assistente Virtual no WhatsApp que utiliza inteligência artificial para facilitar operações do dia a dia, como Pix, pagamentos, consulta de saldo e boletos. Essa ferramenta permite que os usuários enviem mensagens de texto, áudio, imagens ou documentos, acelerando as transações financeiras.
O BTG também oferece uma variedade de cartões bancários com benefícios como IOF zero em compras internacionais no crédito e no débito e um programa de fidelidade que permite escolher entre pontos ou cashback. Os pontos acumulados podem ser usados para descontos na fatura, programas parceiros ou investimentos.
Para clientes com perfil mais exclusivo, o cartão Ultrablue BTG Pactual oferece acesso a fundos e investimentos diferenciados, limite de crédito flexível, além de benefícios para viajantes, como acesso a mais de 1.000 Salas VIP LoungeKey, serviço de concierge premium e descontos no Terminal BTG Pactual no Aeroporto de Guarulhos.
O banco também apoia empreendedores com a Conta Digital PJ, que é isenta de taxas e burocracias, e oferece linhas de crédito para emergências. Assim, o BTG Pactual oferece soluções financeiras completas para quem espera mais de um banco.
Atlético-MG recebe aporte de R$ 500 milhões e testa sustentabilidade da SAF com novo CEO
O Atlético Mineiro está recebendo um aporte de R$ 500 milhões liderado por Rubens Menin para organizar finanças e consolidar a SAF. O novo CEO, Pedro Daniel, foca em reduzir dívidas e melhorar a saúde financeira do clube.
A gestão busca equilíbrio entre receitas e despesas, ampliando receitas recorrentes como o uso comercial da Arena MRV. O clube planeja crescer até alcançar quase R$ 1 bilhão em faturamento, sem depender só de resultados esportivos.
A estratégia inclui fortalecer o caixa com fundos de investimento e ampliar negociações de direitos de transmissão, garantindo sustentabilidade e concorrência saudável no futebol brasileiro.
O Atlético Mineiro está próximo de receber um investimento de R$ 500 milhões liderado pelo bilionário Rubens Menin, com o objetivo de organizar suas finanças e consolidar a transição para uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Segundo Pedro Daniel, novo CEO do clube, essa injeção de capital visa principalmente reduzir as dívidas de curto prazo e aliviar o custo financeiro das operações.
Com experiência em reestruturação financeira pela consultoria EY, Daniel assumiu no fim de 2024 e busca equilibrar as contas do Galo, que enfrentava uma relação dívida líquida/receita de 3,8 vezes em 2024, ainda que tenha melhorado em relação a 2023. O clube fechou o ano com receitas de R$ 607 milhões contra despesas de R$ 452 milhões.
O Atlético já lançou um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que captou R$ 90 milhões, e agora essa nova rodada de aportes deve fortalecer ainda mais o caixa. A estratégia inclui ampliar as receitas recorrentes, com destaque para o uso comercial da Arena MRV, inaugurada em 2023, que recebe jogos e shows, e conta com parceria com a americana Live Nation.
O CEO também destacou a importância de organizar o clube para operar dentro dos seus limites financeiros, especialmente diante da concorrência de rivais como Flamengo e Palmeiras, que possuem receitas superiores a bilhão. O Atlético busca crescer sem comprometer sua saúde financeira, focando em sustentabilidade.
No plano futuro, o clube visa alcançar faturamento próximo a R$ 1 bilhão, sem contar ganhos ocasionais por desempenho esportivo, e tem reforçado sua atuação na LFU para ampliar o poder de negociação nos direitos de transmissão.
Como remover imagens falsas suas da internet: guia prático para brasileiros
Fotos pessoais manipuladas e montagens feitas por inteligência artificial têm causado problemas graves na internet. Essas imagens falsas afetam a reputação, privacidade digital e segurança das pessoas.
Para remover essas fotos, é essencial localizar onde estão hospedadas e reunir provas. Plataformas específicas ajudam a pedir a retirada automática, além de existir a possibilidade de acionar os responsáveis pelos sites ou usar medidas legais.
Embora nem sempre seja possível eliminar totalmente as imagens falsas, usar ferramentas disponíveis é fundamental para proteger sua imagem e reduzir os impactos negativos na web.
Fotos pessoais fora de contexto, imagens editadas e montagens realistas geradas por inteligência artificial tornaram-se um desafio crescente na internet. O avanço das ferramentas para criar imagens a partir de outras imagens facilitou a produção de conteúdos falsos que parecem verdadeiros. Isso gerou um aumento significativo nos casos de uso indevido com impactos na reputação, privacidade digital e até na segurança pessoal e profissional.
Para remover imagens falsas da internet, o primeiro passo é identificar onde estão hospedadas, juntar provas e acionara as plataformas responsáveis por sua retirada. Serviços como o StopNCII.org usam uma tecnologia que cria um identificador único das fotos íntimas e buscam por essas imagens em redes sociais como Facebook, Instagram, TikTok e outras, solicitando a remoção automática.
Outra opção é o Take It Down, que opera com o mesmo princípio, mas foca em proteger menores de idade, acionando sites parceiros para eliminar os arquivos. Também é possível pedir a retirada da indexação nos buscadores, como o Google, através de formulários próprios para casos sensíveis, que incluem imagens de menores, conteúdo sexual não autorizado e dados pessoais.
Quando a remoção nas plataformas não é possível, buscar contato direto com os responsáveis pelo site ou recorrer a medidas legais pode ser necessário. Ferramentas como Whois ajudam a identificar os administradores dos domínios para ações judiciais. Contudo, é importante entender que nenhum método garante a exclusão total, pois fotos falsas podem ser replicadas indefinidamente na web.
Apesar dessas dificuldades, usar os recursos disponíveis é fundamental para mitigar os efeitos negativos desses conteúdos falsos e proteger sua imagem e privacidade online.
PGR investiga suposto conflito de interesses envolvendo escritório de Lewandowski e Banco Master
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi acionado para investigar possíveis irregularidades na contratação do escritório do ex-ministro Ricardo Lewandowski pelo Banco Master. O escritório recebeu mais de R$ 5 milhões, incluindo pagamentos após a nomeação de Lewandowski no governo federal em 2024, o que levanta suspeitas de conflito de interesses.
A denúncia partiu de um deputado estadual que aponta pagamentos mensais de R$ 250 mil e questiona a legalidade dos contratos firmados, além de possíveis crimes relacionados à administração pública. A investigação busca confirmar se os valores são compatíveis com os serviços prestados e se houve influência indevida.
Lewandowski, ex-ministro do Supremo, começou no governo Lula logo após deixar o STF, o que acende alertas sobre o uso do prestígio público para benefícios pessoais. A apuração também considera o impacto dessas ações na administração pública e a necessidade de garantir transparência.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi acionado para investigar possíveis irregularidades envolvendo o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. O escritório de advocacia do qual ele é sócio recebeu mais de R$ 5 milhões do Banco Master, incluindo pagamentos após sua nomeação para o governo federal em fevereiro de 2024. A apuração deve esclarecer se houve conflito de interesses ou tráfico de influência.
A denúncia partiu do deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil), que cita reportagem do Metrópoles apontando um contrato que previa pagamentos de R$ 250 mil mensais ao escritório de Lewandowski. O parlamentar acredita que os fatos indicam o cometimento de crimes relacionados à administração pública, destacando a necessidade de verificar se valores pagos condizem com serviços prestados e se houve participação de familiares ou pessoas próximas ao ex-ministro.
Lewandowski foi ministro do Supremo Tribunal Federal até abril de 2023 e assumiu o cargo no governo Lula pouco depois, o que levanta dúvidas sobre a legalidade dos contratos firmados antes e durante seu mandato público. O deputado ressalta o risco institucional de uso indevido do prestígio vinculado à função pública.
Recentemente, Paulo Gonet rejeitou pedidos para afastar o ministro do STF Dias Toffoli da relatoria de processos ligados ao Banco Master, mesmo após reportagens que sugeriram relação entre ele e investigados.
A investigação agora deverá confirmar a legalidade das ações associadas ao pagamento recebido pelo escritório de Lewandowski e o impacto disso na administração pública.
Copom deve manter taxa Selic hoje e iniciar cortes a partir de março: entenda o cenário
O Banco Central deve manter a taxa básica de juros, Selic, em 15% na decisão desta quarta-feira (28). A expectativa é que os cortes comecem em março ou abril, com ritmo ainda incerto. O Copom avalia indicadores como inflação e mercado de trabalho para definir a política monetária dos próximos meses.
As projeções variam: XP prevê cortes mais agressivos, JP Morgan aposta em ajustes trimestrais e Itaú acredita em reduções moderadas. O foco é atingir a meta de inflação de 3% até o terceiro trimestre de 2027, com atenção especial ao cenário eleitoral que pode afetar a economia.
A decisão busca um equilíbrio entre controle da inflação e estímulo econômico, com uma postura cautelosa diante da volatilidade cambial e possíveis impactos nos gastos públicos. O comunicado deve refletir essa cautela, sem sinal claro de cortes imediatos.
O mercado financeiro aguarda a decisão do Banco Central sobre a política de juros nesta quarta-feira (28). Embora o juro básico, ou Selic, esteja em 15%, a expectativa de corte imediato perdeu força, e a maioria das projeções aponta para o início da flexibilização em março, com algumas instituições sugerindo abril.
O ritmo dos cortes será determinante para a economia em 2026 e 2027. O Comitê de Política Monetária (Copom) vai observar indicadores como inflação, mercado de trabalho, atividade econômica e a expectativa de reformas fiscais para 2027, que podem afetar os gastos públicos. A cautela segue sendo prioridade.
Diversas instituições financeiras têm suas previsões para o fim de 2026. A XP projeta cinco cortes de 0,50 ponto percentual a partir de março, reduzindo a taxa para 12,5%. O JP Morgan espera um ajuste trimestral de 1 ponto percentual até fechar em 11,5%. Já o Itaú prevê cortes mais leves, somando 2,75 pontos percentuais até chegar a 12,25%.
O comunicado do Copom deve apresentar uma política monetária ainda contracionista, embora com mudança na linguagem sobre o crescimento econômico, com menos ênfase na expressão “resiliência”. Ainda assim, não é esperado sinal claro para cortes em março.
A decisão mira o chamado “horizonte relevante”, período que abrange o terceiro trimestre de 2027, onde se espera que a inflação atinja a meta de 3%. Em 2025, o IPCA fechou em 4,26%, dentro da margem de tolerância.
O cenário eleitoral de 2026 adiciona volatilidade, especialmente no câmbio, que pode impactar a inflação e a eficácia da política monetária. O Copom deve monitorar o ritmo dos cortes em função desses riscos.
AXIA e Copel ajustam estratégias para lidar com mercado de energia volátil no Brasil
Empresas do setor elétrico, como AXIA e Copel, têm adaptado suas estratégias para atuar em um mercado de energia cada vez mais volátil, influenciado pelo aumento da participação de fontes renováveis e pela variação horária dos preços.
A volatilidade é intensificada por eventos climáticos extremos e pela incerteza na geração solar e eólica. AXIA e Copel buscam capitalizar essas oscilações adotando mais energia descontratada para realizar arbitragem.
Essa postura oportunista pode trazer ganhos no curto prazo, apesar dos riscos de quedas inesperadas. A flexibilidade operacional é essencial para enfrentar esse cenário em evolução.
Empresas do setor elétrico estão se adaptando a um cenário de preços mais imprevisíveis no mercado. Desde 2021, o valor da energia no mercado de spot tem variação horária, que se intensifica pela maior participação de usinas solar e eólica, cuja produção depende do sol e do vento.
Segundo Ivan Monteiro, CEO da AXIA, a volatilidade cresce também por eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, um fenômeno que ele define como parte da “nova realidade”. Já a Copel resolveu ajustar sua estratégia, preferindo deixar mais energia descontratada para aproveitar essas oscilações de preço e realizar arbitragem, conforme explicou seu CEO Daniel Slaviero.
Essa mudança permite que as empresas aproveitem oportunidades de lucro no curto prazo, embora também assumam riscos como quedas repentina de valores e falta de previsibilidade. A integração das operações de geração, transmissão e distribuição ajuda a Copel a ser mais flexível nessas decisões.
AXIA lidera no volume de energia descontratada com 20% para 2026 e 36% para 2027, enquanto Copel tem 15% e 26% para os mesmos anos, segundo levantamento da XP. Essa postura pode ser vantajosa caso os preços subam nos próximos anos.
Além disso, o crescimento da demanda por energia de data centers pode pressionar os preços para cima no médio e longo prazo, segundo Lucas Araripe, CEO da geradora Casa dos Ventos, que já desenvolve projetos para atender esse segmento.
X permite vídeos que simulam estupros apesar de regras internas de segurança
A plataforma X, antiga Twitter, tem permitido a publicação de vídeos que simulam estupros, mesmo com suas próprias regras que proibem conteúdos violentos e agressões sexuais. Em uma semana, foram encontrados mais de 20 vídeos desse tipo, além de centenas de publicações com parafilias associadas, consideradas crimes no Brasil.
Após mudanças na gestão, a moderação foi flexibilizada sob o argumento da liberdade de expressão, e conteúdos adultos explícitos passaram a ter espaço na plataforma, que tenta limitar o acesso de menores. Denúncias sobre esses vídeos recebem respostas automáticas negando violações às políticas.
Especialistas apontam que a redução da equipe de moderação contribui para essa situação. O X tornou-se um canal frequente para circulação de material adulto extremo, o que gerou reações internacionais, como bloqueios em países asiáticos, e investigações no Reino Unido.
A plataforma X, antigo Twitter, tem permitido a publicação de vídeos que simulam estupros, apesar de suas próprias regras internas que proíbem conteúdos envolvendo violência e agressão sexual. Em uma semana, foram identificados mais de 20 vídeos dessa natureza, além de centenas de postagens com parafilias que indicam excitação por pessoas dormindo ou inconscientes, comportamento classificado como crime de estupro quando ocorre sem consentimento.
A rede social vetava imagens com cenas de violência sexual, mas após mudanças na gestão e políticas de moderação, houve uma flexibilização sob o argumento de proteção à liberdade de expressão. Essa alteração coincidiu com a entrada de conteúdo adulto explícito na plataforma, que agora permite pornografia, apesar de tentar restringir acesso de menores.
Denúncias direcionadas ao X receberam respostas automáticas negando violação das políticas, enquanto a empresa responsável, a xAI, do bilionário Elon Musk, respondeu acusando a imprensa tradicional de mentir.
Especialistas da Safernet Brasil apontam que houve demissões massivas da equipe de moderação desde 2022, o que contribui para a exposição desses conteúdos. O X tornou-se um dos principais canais para circulação de material adulto extremo, que antes era limitado à “dark web”.
Vídeos simulando estupro usam atrizes e variam de produção caseira a cinematográfica, gerando discussões sobre legislação, já que a pornografia pressupõe consentimento. O Código Penal brasileiro criminaliza a apologia ao sexo sem consentimento e a circulação de cenas de estupro.
O crescimento desses conteúdos levou países como Indonésia e Malásia a bloquearem o acesso ao X, enquanto o Reino Unido investiga práticas ilegais relacionadas a deepfakes sexuais no chatbot da plataforma. No Brasil, recomenda-se a suspensão de contas que promovem esse tipo de material, respeitando a legislação local.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação