Serra e Vilavelhense decidem última vaga na final do Capixabão 2026
O Serra recebe o Vilavelhense neste domingo, no Estádio Robertão, pelo jogo de volta das semifinais do Capixabão 2026. A partida definirá quem avança para a final do campeonato.
Na primeira partida, o Serra venceu fora de casa por 2 a 1 e tem a vantagem de empatar para garantir a vaga. Já o Vilavelhense precisa vencer por dois gols de diferença para avançar direto ou decidir nos pênaltis se ganhar por um gol.
Essa semifinal marca um momento importante para ambos os times. O Serra busca voltar à final após alguns anos, enquanto o Vilavelhense tenta alcançar sua melhor campanha histórica ou disputar uma final inédita.
O Serra recebe o Vilavelhense neste domingo, às 16h, no Estádio Robertão, para o jogo de volta das semifinais do Campeonato Capixaba 2026. A partida vai definir quem será o último finalista da competição. A Rádio ES Hoje fará a transmissão ao vivo, com narração de Rogério Nascimento, comentários de Jorge Buery e reportagens de Pedro Rocha.
Na primeira partida, o Serra venceu por 2 a 1 fora de casa, no Estádio Sumaré, com gols de Dandan e Marcudinho. Assim, a vantagem do Serra é manter o empate simples para chegar à decisão. Por outro lado, o Vilavelhense precisa vencer por dois gols de diferença para avançar direto; caso ganhe por 1 a 0 ou alguma igualdade no placar agregado, a vaga será decidida nos pênaltis.
O time da Cobra-Coral não disputa uma final do estadual desde 2018, quando foi campeão contra o Real Noroeste. A última vez que chegou às semifinais foi em 2022. Já o Vilavelhense vive uma campanha histórica nesta edição, podendo igualar seu melhor desempenho, alcançado em 2007 e 2009, ou até chegar a uma final inédita.
A arbitragem será conduzida por Davi Lacerda, com o auxílio dos assistentes Kaio Robert e Leonardo Ferreira, além do VAR por Rapahel Garcia e o AVAR Heberth Victer.
Os torcedores podem esperar um confronto decisivo neste domingo, com o Serra em busca de confirmar sua vantagem, enquanto o Vilavelhense luta por uma virada que garantiria um lugar inédito na final do Capixabão.
O programa secreto da CIA que tentou controlar a mente humana durante a Guerra Fria
Durante a Guerra Fria, a CIA desenvolveu o MK-Ultra, projeto secreto para destruir e reconstruir a personalidade humana. Liderado por Sidney Gottlieb, buscava drogas e técnicas para controlar a mente.
Experimentos com LSD, isolamento, tortura psicológica e eletrochoques foram feitos em vários países, muitas vezes sem consentimento das vítimas. Os resultados foram controversos, causando traumas e danos permanentes.
No fim, a CIA concluiu que não era possível dominar completamente a mente. O programa marcou os limites éticos do poder estatal e alerta sobre abusos em nome da segurança.
Durante a Guerra Fria, a CIA desenvolveu o programa MK-Ultra, visando controlar a mente humana por meio da destruição e reconstrução da personalidade. Liderado pelo químico Sidney Gottlieb, o projeto buscava métodos para apagar a mente atual de um indivíduo e substituí-la por uma nova. A intenção era encontrar drogas ou técnicas eficazes para essa manipulação mental.
Entre os experimentos, realizadas em diversos países como Estados Unidos, Japão e Filipinas, houve uso de alto doses de LSD, isolamento sensorial, tortura psicológica e eletrochoques. Muitas pessoas, muitas vezes sem consentimento, foram submetidas a esses tratamentos. O programa também envolveu a compra de grande parte do estoque mundial de LSD, com o objetivo de utilizar a substância como ferramenta de controle mental.
Os resultados foram controversos e os avanços da reconstrução da mente foram limitados. Algumas vítimas, como Whitey Bulger, relataram experiências traumáticas durante os testes, considerando o que viveram como um crime maior do que o que cometeram. O custo humano do MK-Ultra permanece desconhecido, com mortes e danos permanentes sofridos por muitos.
No fim, a CIA concluiu que o domínio completo da mente não era alcançável, mas o programa deixou marcas importantes sobre os limites éticos do poder estatal em nome da segurança. A história do MK-Ultra serve como advertência sobre a manipulação mental e abuso de poder em contextos de medo e sigilo.
ByteDance adia lançamento mundial de modelo de vídeo por IA após acusações de uso indevido de direitos autorais
A ByteDance, empresa chinesa criadora do TikTok, suspendeu o lançamento global do Seedance 2.0, seu novo modelo de inteligência artificial para geração de vídeos. A decisão veio após pressões de grandes estúdios de Hollywood, como a Disney, que apontaram uso não autorizado de personagens protegidos por direitos autorais em conteúdos gerados pela IA.
A empresa afirmou que vai reforçar os mecanismos para evitar o uso indevido de propriedade intelectual em sua ferramenta. Os engenheiros trabalham em controles adicionais enquanto o departamento jurídico avalia possíveis implicações legais. O Seedance 2.0 foi apresentado como uma solução para criação multimodal de vídeos, imagens e áudio com potencial para reduzir custos na indústria audiovisual.
Esse caso evidencia os desafios enfrentados por tecnologias que automatizam a criação de conteúdo, especialmente no que diz respeito às regulamentações e à proteção dos direitos autorais vigentes mundialmente. A ByteDance manterá o desenvolvimento da ferramenta, mas com atenção reforçada às questões legais.
A empresa chinesa ByteDance, responsável pelo TikTok, adiou o lançamento global do seu novo modelo de inteligência artificial para geração de vídeo, o Seedance 2.0, após confrontos com grandes estúdios de Hollywood envolvendo direitos autorais. A Disney, entre outras companhias, pressionou a ByteDance após detectar uso não autorizado de personagens protegidos em conteúdos gerados pela IA.
A fabricante asiática comunicou que irá reforçar mecanismos para impedir o uso indevido de propriedade intelectual em sua ferramenta, diante das ameaças de ações legais. A Disney acusou a ByteDance de incluir uma biblioteca não autorizada com personagens de franquias como Star Wars e Marvel, representados como imagens de domínio público.
Apresentado em fevereiro, o Seedance 2.0 visa o setor profissional, oferecendo geração multimodal de vídeos, imagens, áudio e texto. Sua promessa é reduzir os custos de criação de conteúdo para cinema, publicidade e comércio eletrônico. O modelo chamou atenção por ser comparado a outras IAs de destaque no mercado, conquistando elogios por sua capacidade de criação.
A ByteDance suspendeu os planos de liberá-lo para clientes globais, conforme reportado pelo site The Information. A equipe jurídica analisa eventuais implicações legais, enquanto os engenheiros trabalham para implementar controles que evitem futuras infrações de direitos autorais em conteúdos gerados.
Esse episódio evidencia os desafios que surgem quando tecnologias que geram conteúdo automatizado colidem com regulações e proteções de propriedade intelectual vigentes.
Tradição de morar em casas subterrâneas: conheça países que adotam essa prática
Morar em casas construídas debaixo da terra é uma tradição em diversos países pelo mundo. Essas habitações aproveitam o isolamento do solo para manter temperaturas estáveis, garantindo conforto térmico e economia de energia, além de proteção contra condições climáticas extremas e invasores.
Na Austrália, na cidade de Coober Pedy, as casas são escavadas em rochas para fugir do calor do deserto. Na Turquia, as vilas subterrâneas da Capadócia serviram de abrigo por séculos. Na China, os “yaodong” usam terra compactada para isolamento em regiões frias, enquanto no Irã residências em desertos mantêm temperatura constante.
Essas construções utilizam técnicas como ventilação natural e iluminação estratégica, combinando engenharia e design. Além de preservar tradições, essas casas são soluções sustentáveis e inspiram projetos modernos que buscam eficiência energética e menor impacto ambiental.
Morar embaixo da terra é uma prática que, apesar de parecer saída de um filme de ficção científica, é realidade em vários países. Essas casas aproveitam o isolamento natural do solo para manter a temperatura estável, oferecendo conforto térmico e economia de energia. Além disso, elas protegem contra o calor extremo, frio intenso e até invasores, dependendo da região.
Na Austrália, por exemplo, em Coober Pedy, as casas são escavadas em rochas sólidas para fugir do calor do deserto. Já na Turquia, especialmente na Capadócia, vilas subterrâneas históricas serviram de abrigo contra invasores por séculos. Na China, as habitações chamadas yaodong utilizam terra compactada para garantir isolamento térmico natural em regiões frias, enquanto no Irã, as residências em desertos centrais mantêm temperatura constante, tornando o ambiente mais seguro e confortável.
Essas construções apresentam técnicas variadas, como sistemas de ventilação natural e iluminação estratégica, integrando engenharia e design ao ambiente. Por isso, vão além de simples residências e refletem uma adaptação inteligente ao clima e aos recursos locais.
Além de preservar tradições culturais, as casas subterrâneas são vistas como uma solução sustentável para desafios atuais, principalmente em relação à eficiência energética e impacto ambiental reduzido. Para arquitetos, esses modelos inspiram projetos modernos que buscam conforto e baixo consumo em áreas urbanas, especialmente em locais com climas extremos ou em expansão.
Assim, morar embaixo da terra combina história, sustentabilidade e inovação, indicando caminhos que podem influenciar o futuro da habitação em diversas partes do mundo.
CD Projekt Red descarta novas DLCs para Cyberpunk 2077 após Phantom Liberty
A CD Projekt Red comunicou que não há previsão de lançamento de novas DLCs para Cyberpunk 2077 após a expansão Phantom Liberty. A empresa afirmou que qualquer mudança será anunciada oficialmente, encerrando rumores sobre conteúdos adicionais.
Desde o lançamento em 2020, o jogo recebeu várias atualizações técnicas que melhoraram sua performance e corrigiram bugs. A expansão adicionou missões e personagens novos, principalmente para máquinas mais recentes, mantendo o interesse da comunidade.
Enquanto isso, a comunidade continua ativa com mods que ampliam funcionalidades e gráficos do jogo. A CD Projekt Red agora foca em projetos futuros, como The Witcher 4, mantendo a franquia Cyberpunk em destaque também em outras mídias.
A desenvolvedora CD Projekt Red informou que não estão previstos lançamentos de novas DLCs para Cyberpunk 2077, encerrando rumores após a principal expansão Phantom Liberty. A empresa comunicou nas redes sociais que não há planos para conteúdos adicionais, mas garantiu que qualquer mudança será divulgada oficialmente.
Desde o lançamento em 2020, Cyberpunk 2077 recebeu diversas atualizações técnicas, melhorando o desempenho e corrigindo bugs. A expansão Phantom Liberty adicionou novas missões, personagens e conteúdo narrativo, transformando a experiência principalmente em máquinas mais recentes.
Enquanto isso, a comunidade segue ativa com mods que ampliam funcionalidades, gráficos e até experimentações rumo a modos multiplayer, embora não oficiais. O jogo continua relevante entre os fãs, especialmente com o universo expandido em projetos paralelos como o anime Cyberpunk: Mercenários.
Com o ciclo de conteúdo do jogo se encerrando, a CD Projekt Red concentra esforços em novos projetos, com destaque para The Witcher 4, próximo título da série inspirada nos livros de Andrzej Sapkowski. A franquia permanece em evidência também graças às produções relacionadas disponíveis na Netflix.
A continuidade do universo Cyberpunk está em desenvolvimento, porém, detalhes sobre futuras produções ainda não foram revelados. A empresa mantém a franquia como uma de suas principais propriedades, sinalizando que novidades podem surgir em outras mídias ou futuras gerações de jogos, sem no entanto anunciar novas DLCs para o título atual.
Investimentos em startups na América Latina crescem 106% em fevereiro após retração em janeiro
Os investimentos em startups na América Latina tiveram uma recuperação significativa em fevereiro, após um janeiro com desempenho fraco. Os aportes em equity cresceram 106%, totalizando US$ 83,1 milhões, segundo dados do Sling Hub.
Incluindo modalidades como dívida e FIDCs, o volume captado chegou a US$ 448 milhões, alta de 255% em relação ao mês anterior. Foram registradas 22 rodadas de investimento, um aumento de 22%, mesmo com queda anual de 39% em comparação a fevereiro do ano passado.
Fintechs lideraram as maiores captações do mês, incluindo Listo, 99Pay e Zippi, com destaque para a participação relevante de investidores corporativos. No mercado de fusões e aquisições, também houve crescimento de 67% em relação a janeiro.
Após um início de ano lento, os investimentos em startups na América Latina mostraram recuperação significativa em fevereiro. Segundo o levantamento do Sling Hub, os aportes em equity cresceram 106% em relação a janeiro, totalizando US$ 83,1 milhões.
Considerando outras modalidades de financiamento, como dívida e FIDCs, o volume captado chegou a US$ 448 milhões, uma alta de 255% em comparação ao mês anterior. Foram registradas 22 rodadas, aumento de 22%, embora o cenário anual ainda mostre queda de cerca de 39% em relação a fevereiro do ano passado.
Destaque para as fintechs e operações em FIDC, que lideraram as maiores captações do mês. A Listo foi a maior, recebendo US$ 190 milhões em um fundo de investimentos coordenado pelo Itaú BBA e UBS BB. Na sequência, a 99Pay captou US$ 133 milhões com o Bradesco e sua controladora 99. A Zippi também se destacou, arrecadando US$ 41,9 milhões, com investidores como Bradesco e Itaú.
No segmento de equity puro, a hrtech Comp levantou US$ 17,5 milhões em rodada liderada por fundos como Khosla Ventures e Kaszek. Outras fintechs como Avenia e edtech de IA BeConfident também figuraram entre as maiores captações do período.
Investidores corporativos participaram com 45% do volume total, mostrando participação relevante, contrária à ideia de retração dos CVCs. No mercado de fusões e aquisições, houve aumento de 67% em relação a janeiro, com destaque para aquisição da MaisMei pela norueguesa Visma.
O clássico Duke Nukem Zero Hour, originalmente lançado para Nintendo 64, ganhou uma modificação que permite jogá-lo em primeira pessoa. A transformação foi feita por fãs e traz o título para o PC, incluindo adaptações nos controles para suportar mouse e teclado.
Esse mod, chamado Duke Nukem Zero Hour Recomp, altera a perspectiva tradicional do jogo, que antes era em terceira pessoa. Além disso, o sistema de armas foi otimizado para permitir a troca rápida usando as teclas de 1 a 9, facilitando a ação durante o gameplay.
Para melhorar a experiência, o mod também incorpora recursos modernos, como suporte a quicksave, permitindo salvar o progresso rapidamente. O HUD foi redesenhado, com uma interface mais clara e detalhada, que ajuda o jogador a acompanhar informações essenciais durante as partidas.
Quem quiser experimentar essa nova versão pode baixar o jogo recompilado para PC diretamente do site oficial do mod. A atualização busca manter a essência do título clássico, enquanto oferece uma nova perspectiva e controles mais adequados para o ambiente de computador.
O esforço dos fãs mostra como jogos antigos podem ser revitalizados com modificações que alinham o passado à tecnologia atual, trazendo mais opções para os jogadores interessados em reviver clássicos sob um olhar diferente.
8 mistérios que Outlander precisa esclarecer na última temporada
Outlander acumula mistérios desde sua estreia em 2014, com várias perguntas sem respostas mesmo após sete temporadas. A série combina romance, personagens históricos e viagens no tempo, criando diversas dúvidas entre os fãs.
Com a oitava temporada em andamento, a expectativa é sobre como a produção encerrará essas histórias. O destino de personagens como Faith Fraser, Brianna, Roger e Jamie será revelado, assim como o papel de Claire na trama.
Além disso, pontos ainda não explicados envolvem os poderes das crianças Mandy e Jemmy, a identidade de Fanny e o enigmático Mestre Raymond. A temporada final promete respostas, mas pode deixar alguns mistérios no ar.
Outlander acumula mistérios desde sua estreia em 2014, deixando várias questões sem resposta mesmo após sete temporadas. A série, adaptada dos livros de Diana Gabaldon, mescla romances, personagens históricos e viagens no tempo, o que gerou inúmeras dúvidas entre fãs. Com a oitava temporada em andamento, a expectativa é sobre como a produção irá fechar essas histórias.
O final da sétima temporada trouxe um suspense importante: Faith Fraser, filha de Claire e Jamie, dada como morta, pode estar viva. Essa revelação reacendeu antigas teorias e levantou novas perguntas sobre o destino da família Fraser. Além disso, o paradeiro e o futuro de Brianna e Roger, que seguem em 1739, ainda precisam ser definidos.
Outro ponto em aberto é o destino de Jamie. Um livro mencionado na trama indica sua morte em uma batalha futura, fator que movimenta a narrativa da nova temporada. Ainda assim, há possibilidades ligadas ao papel de Claire como La Dame Blanche, sugerindo que ela pode ter a capacidade de salvar Jamie.
Pontos que também permanecem sem explicação completa envolvem os poderes das crianças Mandy e Jemmy, a real identidade de Fanny, neta presumida de Claire e Jamie, e o papel misterioso do Mestre Raymond, que parece atuar como um guia dos viajantes do tempo.
A série traz ainda o enigma do “fantasma” de Jamie visto por Frank Randall, um fenômeno semelhante a uma projeção astral sem explicação até agora.
Com apenas dez episódios restantes, a produção promete tentar responder o máximo possível, mas alguns desfechos podem continuar abertos, mantendo o suspense até o fim.
Ministério da Saúde abre 310 vagas para especialização em enfermagem neonatal no SUS
O Ministério da Saúde lançou um edital oferecendo 310 vagas para a especialização em enfermagem neonatal, destinada a profissionais que atuam no SUS. As inscrições vão de 16 de março a 6 de abril pelo SIGA-LS, com prioridade para regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que possuem maior déficit da especialização.
O curso, que dura 14 meses e é promovido pelo Instituto Fernandes Figueira, visa qualificar a equipe do SUS para melhorar o atendimento a recém-nascidos e mulheres, reduzindo desigualdades regionais e aumentando a segurança nas intervenções neonatais. As vagas estão distribuídas entre capitais e interior, abrangendo 64 hospitais em 36 cidades.
O Ministério da Saúde divulgou edital com 310 vagas para a Especialização em Enfermagem Neonatal, destinada a profissionais que atuam em unidades neonatais do Sistema Único de Saúde (SUS). O programa conta com investimento de R$ 2,6 milhões e tem inscrições abertas de 16 de março a 6 de abril via plataforma SIGA-LS. A prioridade será para profissionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, áreas com maior déficit dessa especialização.
Segundo a pasta, a formação pretende qualificar a equipe do SUS para aprimorar o atendimento a mulheres e recém-nascidos, além de reduzir desigualdades regionais. Espera-se maior precisão na identificação precoce de riscos neonatais, manejo clínico adequado e realização de intervenções seguras, o que pode contribuir para a diminuição de óbitos evitáveis.
O curso será promovido pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, e terá duração de 14 meses. A iniciativa faz parte do Programa Agora Tem Especialistas, previsto para ampliar em mais de 30% o número de enfermeiros neonatais no SUS.
Das 310 vagas, 206 são para capital e 104 para interior, com 56 vagas no Centro-Oeste, 182 no Nordeste e 72 no Norte. Os profissionais atuarão em 64 hospitais, espalhados por 36 municípios. O edital também reserva 172 vagas para ações afirmativas.
Além disso, o Ministério da Saúde investiu R$ 17 milhões em 2025 para a Especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, com 760 profissionais inscritos. Essa iniciativa busca fortalecer a assistência obstétrica e neonatal, priorizando profissionais de regiões interioranas e da Amazônia Legal.
Jogos da Square Enix têm até 90% de desconto na Steam, promoção válida fora do Brasil
A Square Enix está oferecendo descontos de até 90% em vários jogos na Steam. Entre os títulos com desconto estão Final Fantasy, NieR e Dragon Quest. A promoção é válida até 19 de março e aponta preços bastante atrativos para os jogadores de PC.
Destaques incluem NieR:Automata por R$ 42,80 e Final Fantasy VII Remake Intergrade por R$ 87,45. Também há opções como Sleeping Dogs: Definitive Edition e PowerWash Simulator, com preços reduzidos que facilitam a ampliação da biblioteca de jogos.
Essa é uma oportunidade para adquirir clássicos e lançamentos da Square Enix com preços menores. Vale ressaltar que essa promoção está disponível apenas na Steam internacional, fora do Brasil.
A Square Enix está com uma promoção na Steam oferecendo descontos que chegam a 90% em vários jogos, incluindo títulos das franquias Final Fantasy, NieR e Dragon Quest. A oferta limita-se até 19 de março, período em que jogadores de PC podem adquirir diversos jogos por preços bastante reduzidos.
Dentre os destaques, o RPG de ação NieR:Automata pode ser comprado por R$ 42,80. Já Final Fantasy VII Remake Intergrade está disponível por R$ 87,45. Para quem prefere experiências diferentes, Sleeping Dogs: Definitive Edition está com preço de R$ 8,39, quase simbólico. O simulador PowerWash Simulator também faz parte da promoção, saindo por R$ 37,45.
Outros jogos da editora com descontos incluem Just Cause (a partir de R$ 3,06), Life is Strange Remastered (R$ 39,80), e Dragon Quest Builders por R$ 59,95. A promoção abrange tanto clássicos quanto lançamentos mais recentes, oferecendo opções para diferentes gostos dentro do gênero RPG e ação.
Os descontos são uma oportunidade para quem busca ampliar sua biblioteca de jogos da Square Enix sem pagar o preço cheio, especialmente para títulos consagrados e remasterizações. Basta acessar a Steam e aproveitar os valores promocionais até o prazo final.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação