12 filmes da produtora A24 previstos para lançamento em 2026
A produtora A24 vai lançar 12 filmes em 2026, com gêneros variados como terror psicológico, drama e adaptações de videogames. Entre os destaques estão mockumentários com Charli XCX e o filme Elden Ring, dirigido por Alex Garland, com elenco estrelado por Zendaya e Robert Pattinson.
Os lançamentos incluem produções como The Moment, que combina música e documentário, e Pillion, que aborda relações complexas no universo BDSM. Também estreia How to Make a Killing, thriller protagonizado por Glen Powell, e The Drama, que explora a crise de um relacionamento com Zendaya e Pattinson.
Além disso, a lista traz Undertone, um suspense focado no design de som, o biopic Tony sobre Anthony Bourdain e o romance histórico Dennis, ambientado em Moscou nos anos 1990. Esses títulos demonstram a diversidade e inovação que a A24 oferece no cinema contemporâneo.
A produtora A24 prepara uma série de lançamentos para 2026, com produções que atravessam gêneros como terror psicológico, drama e até adaptações de videogames. Entre os destaques estão mockumentários com Charli XCX e um filme baseado no jogo Elden Ring, dirigido por Alex Garland. Com nomes como Zendaya, Robert Pattinson e Glen Powell no elenco, a produtora mantém sua posição relevante no cinema contemporâneo.
A diversidade das produções inclui filmes da A24 em 2026 como The Moment, que mistura música e documentário, e Pillion, que aborda relações complexas no universo BDSM. Outra estreia é How to Make a Killing, thriller protagonizado por Glen Powell, conhecido por seus papéis recentes em Hollywood.
O projeto The Drama reúne Zendaya e Robert Pattinson em um roteiro que explora a deterioração de um relacionamento à beira do casamento. Já Undertone usa o design de som como elemento principal de suspense, criando uma experiência de terror psicológico sem precedentes.
Entre os lançamentos, também está o biopic Tony, sobre Anthony Bourdain, e o romance histórico Dennis, ambientado na Moscou dos anos 1990. O maior interesse no universo gamer fica por conta do Elden Ring, que traz o universo do jogo para as telas com Kit Connor no papel principal.
Esses títulos reforçam o compromisso da A24 com narrativas autorais e diversidade temática, consolidando seu espaço no cinema independente e entre o público jovem ávido por conteúdos inovadores.
Embraer inaugura fábrica na Índia para ampliar produção global de aviões
A Embraer anunciou a instalação de uma fábrica de aeronaves comerciais na Índia, em parceria com o conglomerado Adani. A iniciativa visa atender à crescente demanda do mercado indiano e expandir a presença da empresa em um dos maiores mercados de aviação civil do mundo.
Com a nova linha de montagem, a Embraer projeta aumentar a produção para até 85 aviões em 2025, mirando uma demanda de 500 aeronaves nos próximos 20 anos. O foco está nos modelos regionais que atendem rotas menores, impulsionados pelo programa federal UDAN.
O acordo com o grupo Adani reforça o compromisso com a indústria local, integrando o programa “Make in India”. A expansão deve gerar empregos e fortalecer a cadeia de fornecedores no país, ampliando a influência da Embraer no mercado asiático.
A Embraer anunciou a intenção de instalar uma fábrica de aeronaves comerciais na Índia, um movimento estratégico para expandir sua presença em um dos maiores mercados globais de aviação civil. A parceria firmada com o conglomerado indiano Adani visa produzir jatos regionais no país, alinhando-se com a demanda crescente e as políticas locais que incentivam a produção e infraestrutura aérea.
Atualmente, a Embraer projeta entregar entre 77 e 85 aeronaves em 2025, aumentando em relação às 73 unidades de 2024. Com a instalação da linha de montagem na Índia, a expectativa é ampliar essa produção para atender a uma demanda estimada de 500 aviões nos próximos 20 anos, sendo cerca de 300 na próxima década, cifra que embasa a decisão de expandir localmente.
No mercado indiano, a presença da Embraer ainda é modesta; dos 50 aparelhos no país, apenas 11 são comerciais. O foco está nos modelos E195-E2 e E175, que atendem rotas regionais pouco exploradas, oferecendo capacidade e alcance adequado para cidades menores, segmento em expansão com o apoio do programa federal UDAN, que visa fortalecer a aviação regional.
O grupo Adani, parceiro da Embraer, é um dos maiores conglomerados na Índia, com atuação em infraestrutura, energia e aeroportos, reforçando a importância estratégica do acordo. O anúncio foi feito no Ministério da Aviação Civil em Nova Déli, destacando a iniciativa como parte do programa “Make in India”, que busca desenvolver a indústria local com geração de empregos e cadeia de fornecedores.
Entenda o que é realidade mista e suas diferenças para RA e VR
A realidade mista combina elementos da realidade virtual e aumentada para criar experiências digitais que interagem com o mundo real. Diferente da RA, que apenas sobrepõe objetos virtuais, e da VR, que isola o usuário em ambientes digitais, a realidade mista permite que elementos virtuais reconheçam e reajam ao ambiente físico.
Essa tecnologia utiliza câmeras, sensores e algoritmos para mapear o espaço ao redor, permitindo que objetos digitais sejam posicionados de forma integrada ao ambiente real. É aplicada em áreas como entretenimento, educação, indústria e medicina, oferecendo mais imersão e interatividade.
Óculos especializados são a principal forma de acesso à realidade mista, com dispositivos que combinam alta resolução e sensores avançados. Essa tecnologia amplia as possibilidades de interação digital além das telas convencionais, transformando o ambiente real em uma interface dinâmica.
Realidade mista une elementos da realidade virtual e realidade aumentada, criando experiências digitais que interagem diretamente com o mundo real. Diferente de tecnologias que apenas adicionam objetos virtuais à visão ou isolam o usuário em ambientes totalmente digitais, essa tecnologia permite que os elementos digitais reconheçam e reajam ao espaço físico, considerando superfícies, gestos e movimentos.
Essa combinação envolve o uso de câmeras, sensores de profundidade e algoritmos de mapeamento, formando uma malha tridimensional ao redor do usuário. Com isso, objetos virtuais podem ser posicionados ou escondidos atrás de móveis, interagindo conforme o ambiente real muda.
A realidade mista tem aplicações em várias áreas, como entretenimento — com jogos que ocupam o espaço da casa — e educação, trazendo modelos 3D para facilitar o aprendizado. No setor industrial e médico, é usada em simulações para treinamentos ou procedimentos, enquanto no trabalho remoto oferece reuniões em ambientes virtuais com maior sensação de presença que videochamadas tradicionais.
Óculos especializados são a principal forma de acessar essas experiências. Dispositivos como o Apple Vision Pro e Meta Quest 3 combinam alta resolução com sensores avançados para criar essas interações sem a necessidade de computadores ou smartphones. Modelos anteriores, como o HoloLens da Microsoft, também exploraram esses conceitos.
Essa forma de computação espacial transforma o ambiente real em uma interface interativa, ampliando as possibilidades da interação digital para além das telas convencionais. Fique atento para acompanhar a expansão das tecnologias imersivas e seus desdobramentos.
Inteligência Artificial e direitos de imagem: o que McConaughey e Luísa Sonza têm em comum
Recentemente, o ator Matthew McConaughey e a cantora brasileira Luísa Sonza foram destaque em debates sobre o uso da inteligência artificial para criar vídeos e áudios com suas imagens sem autorização.
McConaughey adotou nos EUA uma estratégia inédita, registrando movimentos e trechos de atuação como marca para proteger sua imagem juridicamente contra usos indevidos. No Brasil, Luísa Sonza enfrentou um caso diferente: uma música gerada por IA usando sua voz ficou entre as mais ouvidas no Spotify, sem ser sua gravação original.
Embora o Brasil ainda não tenha mecanismos específicos para registro desses direitos via INPI, a legislação protege o direito de imagem e autoral. A discussão segue intensa sobre a necessidade de novas regras para proteger artistas diante dos avanços da inteligência artificial.
Recentemente, o ator Matthew McConaughey e a cantora brasileira Luísa Sonza estiveram no centro de debates sobre o uso de inteligência artificial para criar vídeos e áudio envolvendo suas imagens sem autorização. McConaughey adotou uma estratégia inédita nos EUA ao registrar trechos de suas atuações como marca no Escritório de Patentes e Marcas, buscando proteção jurídica contra usos indevidos.
O registro aprovado inclui um vídeo de sete segundos mostrando movimentos característicos do ator, representando uma nova forma de proteger a imagem pública a partir do direito de marca. A jogada ressalta como a tecnologia tem pressionado artistas a encontrar alternativas para conservar seus direitos autorais diante de produções não autorizadas feitas por IA.
Por outro lado, Luísa Sonza enfrentou um caso diferente no Brasil, onde uma música gerada por IA com sua voz ultrapassou as paradas no Spotify, sem ter sido gravada por ela. No entanto, o país ainda não dispõe de mecanismos para proteger voz ou vídeo via registros no INPI, o que limita as formas de defesa contra criações digitais que se apropriam da imagem do artista.
Advogados especializados apontam que a legislação brasileira já ampara o direito de imagem e autoral, embora a regulação do mercado seja necessária para lidar com os desafios impostos pela tecnologia. O debate sobre os direitos de criadores frente à expansão da inteligência artificial segue em alta, tanto no Brasil quanto no exterior, evidenciando a necessidade de novos instrumentos e políticas para proteger o trabalho artístico.
Corinthians e Bahia se enfrentam na estreia do Brasileirão 2026: informações e onde assistir
Corinthians e Bahia abrem a temporada do Brasileirão Betano de 2026 em um confronto que promete ser tático e equilibrado. A partida está marcada para 28 de janeiro, às 20h, na Neo Química Arena, em São Paulo, transmitida pelo SporTV e Premiere.
O jogo deve ser disputado com foco na organização defensiva, com chances de placar apertado. O Corinthians buscará manter o controle, enquanto o Bahia apostará em ataques mais diretos. Opções de apostas como dupla hipótese e ambos não marcam refletem o perfil do duelo.
Apesar da tendência de equilíbrio, a possibilidade de mais de 1,5 gols não está descartada, pois um gol inicial pode abrir o jogo. Os torcedores podem esperar uma partida estratégica com ritmo monitorado e muita disputa no meio-campo.
Corinthians e Bahia se enfrentam na primeira rodada do Brasileirão Betano com a missão de começar a pontuar logo cedo e evitar problemas no início da temporada. O duelo tende a ser bem estratégico, com as equipes controlando o ritmo e priorizando a organização tática em campo.
O jogo está marcado para o dia 28 de janeiro de 2026, às 20h00, na Neo Química Arena, em São Paulo. A transmissão será feita pelo SporTV e Premiere, garantindo acesso para os torcedores acompanharem cada lance.
Por ser a estreia, a partida pode se apresentar travada e com bastante disputa no meio-campo. Se o Corinthians conseguir manter o controle e pressionar o Bahia, a opção por dupla hipótese — vitória do Corinthians ou empate — aparece como uma alternativa segura para quem quer apostar no equilíbrio. Esse mercado é oferecido por casas como Bet365, Superbet e Betnacional, com odds próximas de 1.28 a 1.31.
Outra possibilidade é que ambos times não marquem, considerando que as equipes devem focar na estrutura defensiva. Essa aposta, com odds entre 1.90 e 1.95, reflete o jogo mais fechado e tático esperado.
Apesar da tendência mais contida, não se descarta o cenário de mais de 1.5 gols. Um gol pode abrir o confronto e gerar ajustes que aumentam as chances de um segundo tento, com odds por volta de 1.33 a 1.36.
O Corinthians deve priorizar organização e controle, enquanto o Bahia aposta em linhas postadas e ataques mais diretos para conter o adversário. A partida deve seguir um ritmo monitorado, com chances de placar apertado especialmente nos minutos iniciais.
ChatGPT avalia 10 anos de dados do Apple Watch e aponta problemas de saúde
O ChatGPT lançou um recurso chamado ChatGPT Health que analisa dados pessoais de saúde, como os coletados por um Apple Watch ao longo de 10 anos. Ao avaliar os dados de um jornalista, a ferramenta deu nota zero para sua saúde cardíaca, gerando preocupações.
Especialistas criticam a precisão da análise, apontando que o bot utiliza métricas não indicadas para diagnóstico, como estimativas instáveis do Apple Watch. Mesmo com dados adicionais, as avaliações melhoraram pouco, mostrando limitações do sistema.
O cardiologista Eric Topol ressalta que a tecnologia não está pronta para substituir a consulta médica e pode causar ansiedade. A OpenAI reconhece os problemas e trabalha para aprimorar a precisão da ferramenta.
O ChatGPT lançou um recurso chamado ChatGPT Health que promete analisar dados pessoais de saúde, como os coletados ao longo de 10 anos por um Apple Watch. A ferramenta quer ajudar usuários a identificar padrões em sua saúde, mas, ao avaliar os dados de um jornalista, deu uma nota zero para sua saúde cardíaca, causando alarmes infundados.
Especialistas em medicina e inteligência artificial criticam a precisão da análise, destacando que o bot usa métricas que não foram feitas para diagnóstico, como estimativas de VO₂ máximo do Apple Watch e variabilidade da frequência cardíaca, que podem conter erros.
Mesmo com a adição de prontuários médicos, a nota melhorou pouco, de zero para três, mostrando limitações do sistema. O cardiologista Eric Topol afirmou que essa abordagem não está pronta para orientar decisões médicas e pode gerar ansiedade desnecessária.
O sistema varia suas respostas e frequentemente esquece informações básicas do usuário, como idade e sinais vitais, o que reforça a falta de estabilidade nas avaliações. A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT Health, reconhece o problema e trabalha para melhorar a confiabilidade da ferramenta.
Apesar do potencial da inteligência artificial na área da saúde, produtos como esse ainda estão longe de substituir profissionais médicos, servindo mais como auxílio para entender dados do que para fornecer diagnósticos precisos.
Vídeo que mostra jovens surfando na enxurrada em favela é falso e criado por IA
Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra jovens surfando na enxurrada em uma favela, mas tratamento especializado confirmou que as imagens são falsas. Elas foram produzidas por uma plataforma de inteligência artificial chamada MindVideo AI, que gera conteúdo sintético a partir de textos simples.
Análises de ferramentas específicas indicaram alta probabilidade de manipulação por IA, com detecção de marcas d’água e sons fabricados digitalmente. O vídeo de 53 segundos traz sinais claros de edição e foi rotulado como “encaminhado com frequência”, levantando suspeitas de desinformação.
Esse caso reforça a importância de verificar a autenticidade de conteúdos antes de compartilhá-los, especialmente aqueles que causam curiosidade ou parecem reais, para evitar a propagação de notícias falsas e manipulações digitais.
Vídeo de jovens surfando na enxurrada em favela que circula nas redes é falso. As imagens que mostram a cena viralizaram no WhatsApp com a legenda “Pobre precisa de pouco para se divertir”, mas foram geradas com o uso de inteligência artificial (IA) e não mostram uma situação real.
O vídeo tem 53 segundos e, logo na segunda metade, traz uma marca d’água da MindVideo AI, uma plataforma que cria vídeos sintéticos a partir de textos simples. O áudio reproduz sons da corrente da água e inclui comentários típicos, mas os conteúdos são fabricados digitalmente.
Para confirmar a origem, o vídeo foi analisado por duas ferramentas que detectam inteligência artificial. A Hive Moderation indicou entre 87% e 97% de probabilidade de que as imagens são sintéticas. Já a Sightengine apontou 75% de chance e sugeriu que o vídeo pode ter sido criado com o modelo Sora, da OpenAI, que usa comandos textuais para gerar vídeos.
Um leitor enviou o material para o serviço de verificação via WhatsApp do Fato ou Fake, buscando esclarecer sua veracidade. O conteúdo tem também o selo de “encaminhado com frequência”, o que levanta a suspeita de desinformação.
Este caso reforça a importância de checar a autenticidade antes de acreditar ou compartilhar conteúdos que aparentam ser curiosidades, mas podem ser vídeos falsos com manipulação por IA.
Próximos passos na investigação do caso Master-BRB: depoimentos e apurações
A investigação sobre o caso Master-BRB entrou em uma fase decisiva com a coleta de depoimentos de investigados pela Polícia Federal. O foco está na suspeita de compra irregular do Banco Master pelo BRB, envolvendo fraudes em carteiras de crédito e patrimônio inflado.
Nos dias 26 e 27 de janeiro, diretores, empresários e ex-executivos prestam depoimentos no Supremo Tribunal Federal e por videoconferência. A apuração visa esclarecer operações suspeitas e a estrutura paralela usada para fraudes, com ações coordenadas pela Polícia Federal e o Banco Central.
A primeira fase da operação resultou em prisões e na liquidação do Banco Master. A investigação segue rigorosa e busca reforçar a transparência no sistema financeiro, prevenindo novos casos semelhantes.
A investigação sobre suspeitas de irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB) entrou em uma fase crucial. A Polícia Federal iniciou a coleta de depoimentos dos investigados na Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025, envolvendo prisões e mandados de busca.
Nos dias 26 e 27 de janeiro, oito pessoas ligadas ao caso prestam depoimento, incluindo diretores do BRB e do Banco Master, empresários e ex-executivos das instituições. As oitivas ocorrem por videoconferência ou no Supremo Tribunal Federal (STF), conforme decisão do relator, ministro Dias Toffoli.
O objetivo da PF é investigar a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito falsas ao BRB. Além disso, apuram uma suposta estrutura paralela que teria inflado o patrimônio do Banco Master em R$ 11,5 bilhões, envolvendo operações com a gestora Reag DTVM, segundo o Banco Central.
Houve mudanças no cronograma das oitivas para concentrar as entrevistas em dois dias consecutivos no STF, decisão que gerou discussões entre a Polícia Federal e o ministro. Ele também determinou que os celulares apreendidos fiquem sob custódia da Procuradoria-Geral da República, limitando o acesso da PF.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, afirmou que a investigação tramita com “absoluta regularidade” e espera que os depoimentos acrescentem informações importantes. A primeira fase da operação resultou na prisão do empresário Daniel Vorcaro, controlador do banco, e na liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central.
Além do Banco Master, o Banco Central também decretou liquidação da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e do Will Bank recentemente.
França aprova proibição do uso de redes sociais para menores de 15 anos
A Assembleia Nacional da França aprovou uma proposta que proíbe o acesso às redes sociais para menores de 15 anos. A medida tem como objetivo proteger a saúde mental de crianças e adolescentes, combatendo problemas como bullying e vícios digitais.
O projeto agora será enviado ao Senado para votação final, com apoio do presidente Macron, que pretende implementar a regra até o início do ano letivo. A nova lei exigirá mecanismos rigorosos de verificação de idade nas plataformas.
A decisão acompanha iniciativas internacionais, como a da Austrália, e atende às recomendações do Parlamento Europeu, sinalizando uma preocupação crescente com o impacto das redes sociais na rotina dos jovens.
A Assembleia Nacional da França aprovou uma proposta que proíbe o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. A medida busca conter os efeitos negativos dessas plataformas sobre a saúde mental de crianças e adolescentes, como bullying e vícios digitais. O projeto foi aprovado com 116 votos favoráveis e 23 contrários.
Agora, o texto segue para o Senado antes da votação final na Câmara dos Deputados. O presidente Emmanuel Macron defende a implementação da proibição para o início do ano letivo em setembro. Ele segue o exemplo da Austrália, país que desde dezembro proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos, abrangendo plataformas como Facebook, TikTok, Snapchat e YouTube.
A nova regra francesa obrigará as plataformas a adotarem mecanismos rigorosos de verificação de idade, alinhados à legislação da União Europeia, para impedir o acesso dos jovens. Além disso, estende a atual proibição do uso de smartphones em escolas de ensino fundamental para também abranger o ensino médio.
Pesquisas recentes indicam que 73% da população francesa apoia a restrição às redes sociais para essa faixa etária. No entanto, a aplicação dessa norma pode enfrentar desafios, como ocorre na Austrália, onde crianças têm burlado os controles alegando ter mais idade.
O Parlamento Europeu já recomendou que países-membros estabeleçam idades mínimas para o uso das redes, mas a decisão final cabe a cada Estado. A discussão ganha força diante do aumento das preocupações com a saúde mental dos jovens e o impacto das redes sociais em suas rotinas.
Review de Code Vein II: boas ideias, mas falhas técnicas persistem
Code Vein II, lançado para PC, PS5 e Xbox Series, tenta aprimorar o gênero soulslike com mecânicas novas e builds diversificadas. A narrativa simples serve para sustentar as mecânicas, como viagens no tempo, mas não é o foco principal.
O jogo apresenta ampla personalização de armas, habilidades e equipamentos, permitindo estilo flexível de jogo. Porém, a jogabilidade tem problemas de fluidez e colisões imprecisas, além de performance instável com quedas de frames e bugs visuais que afetam a imersão.
O mundo aberto é extenso, mas vazio e pouco atraente para exploração. Code Vein II agrada fãs do gênero por seu desafio e customização, mas limitações técnicas e no design comprometem a experiência geral.
O Code Vein II, lançado em 29 de janeiro para PC, PS5 e Xbox Series, tenta avançar no gênero soulslike incorporando o que funcionou no primeiro jogo da Bandai Namco e buscando corrigir falhas. A narrativa se passa cem anos após os eventos anteriores, com um enredo simples que serve mais para sustentar mecânicas como viagens no tempo do que como foco principal.
Este título mantém a característica da série em oferecer uma variedade de builds e personalizações bastante ampla. Armas, habilidades e equipamentos especiais formam uma combinação que permite flexibilidade para diferentes estilos de jogo. A reformulação do sistema de habilidades, agora diretamente vinculadas às armas, amplia ainda mais essas opções.
Apesar disso, a jogabilidade apresenta problemas de fluidez e imprecisão nas colisões dos ataques, além de um tempo elevado de recuperação após ações básicas, o que pode frustrar jogadores. O desafio permanece elevado, especialmente nos combates contra chefes, e o sistema de companheiros controlados pela IA ajuda no suporte.
Um ponto negativo forte está na performance, mesmo no modo performance do PS5. O jogo sofre com quedas de frames e bugs visuais como o pop-in excessivo, o que prejudica a imersão e a experiência durante confrontos intensos. O world design também deixa a desejar, com um mundo aberto extenso, porém vazio e pouco estimulante para exploração.
Em resumo, Code Vein II oferece uma boa gama de personalizações e personagens com histórias interessantes, mas suas falhas técnicas e de level design limitam o potencial do título. A experiência pode agradar principalmente fãs da franquia ou do gênero soulslike que buscam desafios e personalização.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação