Pita Bread negocia compra da Tá Pronto! para aprovação da fusão Bimbo–Wickbold pelo Cade
A Wickbold está negociando a venda da marca Tá Pronto! para o grupo Farina, controlador da Pita Bread, como condição para aprovação da fusão com a Bimbo Brasil pelo Cade.
O Cade considera que a fusão entre Bimbo e Wickbold pode gerar concentração excessiva no mercado de tortilhas, por isso exigiu a venda da Tá Pronto! e da marca Nutrella. O prazo para conclusão da venda é até março, seis meses após a aprovação.
Essa operação faz parte da estratégia da Bimbo para ampliar sua liderança no mercado brasileiro de panificação, aproveitando sinergias logísticas e expansão em novos segmentos.
A Wickbold está negociando a venda das tortilhas da marca Tá Pronto! para o grupo Farina, controlador da Pita Bread. A transação, que já foi submetida ao Cade para análise, depende da aprovação final do órgão para ser concluída. Atualmente, o grupo Farina produz a maior parte das tortilhas comercializadas pela Wickbold.
Essa venda foi uma das condições impostas pelo Cade para aprovar a compra da Wickbold pela Bimbo Brasil, dona das marcas Pullmann e Ana Maria, além da líder do mercado de tortilhas, a Rap10, rival direta da Tá Pronto!. O órgão antitruste considerou que a união das empresas poderia gerar concentração excessiva nesse segmento.
Além das tortilhas, a Bimbo terá que vender os ativos da marca Nutrella, que já despertou interesse de outras empresas do setor. O prazo para concluir as vendas é até março, seis meses após a aprovação do Cade, mas o processo pode ser antecipado.
A operação faz parte da estratégia da Bimbo para consolidar sua liderança no mercado brasileiro de panificação, que representa cerca de 40% do mercado, superando a concorrente Lua Nova. O grupo espera ampliar sua eficiência logística e aumentar seu faturamento com a fusão.
Enquanto o Cade avalia a negociação, a expectativa é que o mercado de pães industrializados continue em alta, impulsionado por maior distribuição e inovação nos produtos. A Bimbo planeja aproveitar essa escala para investir em novas categorias e fortalecer sua presença no Brasil.
Blue Origin lança serviço de internet espacial até 6.000 vezes mais rápido que a Starlink
Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, anunciou o serviço TeraWave, que promete ser até 6.000 vezes mais rápido que a Starlink. O sistema contará com mais de 5 mil satélites em baixa e média órbita, visando conexão global.
O TeraWave oferecerá velocidades de até 144 Gbps por rádio e 6 TBps via feixes de laser, focado no mercado empresarial com conexões simétricas. A operação está prevista para o último trimestre de 2027.
Apesar ainda sem detalhes sobre preços, o serviço vai atender grandes empresas e facilitar a transferência de dados entre centros distantes. A Blue Origin segue também investindo no mercado espacial e turismo com seus foguetes reutilizáveis.
A Blue Origin, empresa fundada por Jeff Bezos, anunciou um serviço de internet espacial chamado TeraWave, que promete ser até 6.000 vezes mais rápida que a Starlink. Prevista para começar a operar no quarto trimestre de 2027, essa rede usará uma constelação de 5.408 satélites que vão orbitar a Terra em baixa e média altitude.
Dentre esses satélites, 5.280 estarão em órbita baixa (LEO) transmitindo dados por rádio com velocidade máxima de até 144 Gbps. Já os 128 satélites restantes, em órbita média (MEO), vão usar feixes de laser, possibilitando alcançar velocidades de até 6 terabytes por segundo (TBps) em qualquer ponto do planeta.
O serviço é focado no uso empresarial, oferecendo conexões simétricas, ou seja, com a mesma velocidade para download e upload, atendendo até 100 mil empresas ao redor do mundo. Apesar da latência mais alta nas transmissões via satélites em órbita média, o sistema visa transferir grandes volumes de dados entre data centers distantes, que não possuem conexão direta por fibra óptica.
A Blue Origin ainda não detalhou planos comerciais ou preços para o TeraWave. Paralelamente ao projeto, a empresa continua desenvolvendo foguetes para lançamentos espaciais, concorrendo com a SpaceX no mercado, e explora o turismo espacial com seu veículo reutilizável New Shepard.
Fórmula do WD-40 é guardada em cofre nos EUA e poucos conhecem sua composição
A fórmula do WD-40, conhecido lubrificante multifuncional, está protegida em um cofre bancário em San Diego, nos Estados Unidos. O documento manuscrito com a receita original raramente sai do local e é acessado apenas por pessoas autorizadas mediante rigorosos acordos de confidencialidade.
Além do CEO, poucos membros da equipe conhecem a composição real, que passou por 39 versões antes da formulação atual. Pesquisadores trabalham com códigos para manter o segredo, enquanto especulações sobre ingredientes circulam, mas são todas negadas pela empresa.
A proteção extrema da fórmula, semelhante à da Coca-Cola, gera curiosidade interna e planos de ampliar o grupo restrito que pode acessá-la, desde que metas financeiras sejam alcançadas.
Em San Diego, EUA, a fórmula do WD-40, famoso lubrificante multifuncional, é guardada em um cofre bancário protegido por intensa segurança. A receita está manuscrita em um caderno que quase nunca sai do local, e acessar o documento exige chaves especiais e assinatura de acordos de confidencialidade rigorosos.
Segundo o Wall Street Journal, apenas poucas pessoas tiveram o privilégio de ver a composição original, incluindo o CEO Steve Brass, que só foi autorizado a consultá-la mais de 30 anos após ingressar na empresa. O documento registra 39 versões que não deram certo antes da fórmula atual, que recebe o nome de WD por conter a função de water displacement (deslocamento de água).
Curiosamente, mesmo membros técnicos da equipe de pesquisa trabalham com versões codificadas da fórmula para desenvolver novos produtos, garantindo que o segredo permaneça protegido. Furos e especulações na internet indicam ingredientes como óleo de peixe e casca de laranja, mas a empresa nega essas hipóteses.
Uma análise laboratorial realizada por uma publicação especializada enumerou alguns componentes, mas segundo a porta-voz da empresa, a descrição é vaga demais para que alguém consiga reproduzir o produto, assim como acontece com a fórmula da Coca-Cola.
Entre os funcionários da WD-40, o segredo da fórmula é motivo de curiosidade e brincadeiras, enquanto a liderança considera ampliar o “clube” que pode acessar o caderno apenas se metas financeiras ambiciosas forem alcançadas.
Highguard apresenta personagem inspirado em Neymar, diz estúdio
O estúdio Wildlight Entertainment, responsável por Highguard, revelou que o personagem Atticus foi inspirado no jogador brasileiro Neymar Jr. Essa influência faz parte do processo criativo do jogo, que combina elementos globais para moldar seus personagens.
Highguard é um raid-shooter PvP 3v3 gratuito que mistura tiroteios com habilidades arcanas. O título oferece modos de cerco onde equipes disputam o controle de uma espada poderosa chamada Shieldbreaker, em partidas dinâmicas e estratégicas.
Disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, Highguard traz cinco mapas, oito personagens jogáveis e suporte a cross-play. O estúdio aposta em atualizações constantes com conteúdo gratuito, mantendo microtransações limitadas a itens cosméticos.
Sem muito alarde desde seu anúncio no The Game Awards, Highguard está começando a revelar detalhes interessantes. O estúdio Wildlight Entertainment, formado por veteranos de jogos como Apex Legends e Call of Duty, confirmou que o personagem Atticus, protagonista do título, foi inspirado em Neymar Jr., jogador brasileiro de futebol. A referência não é direta, mas parte de um conjunto de influências globais utilizadas na criação do personagem.
Highguard é um raid-shooter PvP 3v3 gratuito que combina tiroteios com habilidades arcanas e modos de cerco. O objetivo das partidas é proteger ou destruir bases inimigas enquanto as equipes disputam o controle da poderosa espada Shieldbreaker. Cada jogo evolui com novas investidas, regeneração de escudos e surgimento de equipamentos, mantendo a ação dinâmica e estratégica.
Os jogadores controlam Sentinelas, personagens que misturam armamento tradicional e magia, proporcionando uma experiência que valoriza o gunplay. Montarias adicionam mobilidade e táticas diferenciadas, favorecendo combates em movimento e o transporte do Shieldbreaker.
O título chega com cinco mapas, oito personagens jogáveis, vários tipos de armas, montarias e itens. A Wildlight mantém um compromisso com atualizações constantes durante 2026, entregando conteúdo gratuito que impacte a jogabilidade, enquanto microtransações ficam restritas a itens cosméticos, sem loot boxes.
Highguard já está disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com suporte a cross-play, ampliando o alcance para diversos públicos. A inspiração no Neymar Jr. adiciona um toque cultural ao jogo, que busca se destacar entre os shooters gratuitos no mercado global.
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos EUA por suposto vício em jovem
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos Estados Unidos por alegações de terem causado dependência em uma jovem de 19 anos. O processo, que ocorre na Califórnia, é o primeiro desse tipo contra grandes empresas de mídia digital.
A ação judicial questiona se o design das plataformas levou a depressão e pensamentos suicidas da jovem. O júri avaliará se houve negligência das empresas em relação à saúde mental da autora.
Meta nega responsabilidade, YouTube argumenta distinção de suas plataformas e TikTok não comenta o processo. O caso destaca o debate sobre o impacto das redes sociais na saúde mental jovem.
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos Estados Unidos por alegações de terem causado vício em uma jovem de 19 anos. Ela afirma que o design dessas plataformas a tornou dependente, levando a depressão e pensamentos suicidas. O processo, que acontece no Tribunal Superior da Califórnia, marca o primeiro caso do tipo a chegar a julgamento contra grandes empresas de mídia digital.
O advogado da autora destacou que as companhias enfrentarão um nível de escrutínio inédito, diferente dos depoimentos no Congresso. O júri avaliará se houve negligência das empresas ao disponibilizar produtos que afetaram a saúde mental da jovem e se o uso das plataformas foi um fator direto em seu quadro, afastando outras causas externas.
A Meta nega responsabilidade sobre o impacto desses aplicativos e rejeita a ideia de que causaram os problemas da autora. Já o YouTube argumenta que suas plataformas possuem natureza distinta das redes sociais tradicionais e não deveriam ser incluídas no mesmo julgamento. O TikTok, por sua vez, optou por não comentar os detalhes do processo.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está previsto para testemunhar, assim como o presidente-executivo da Snap, empresa relacionada que resolveu o caso em acordo separado. A ação judicial traz à tona o debate sobre o real efeito de plataformas digitais na saúde mental dos usuários jovens, um tema em crescente discussão global.
Gilmar Mendes defende Dias Toffoli diante de críticas sobre caso Banco Master
O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, saiu em defesa do colega Dias Toffoli em meio às críticas relacionadas à sua atuação no caso Banco Master. Mendes ressaltou que Toffoli mantém o compromisso com a Constituição e que sua condução do processo é considerada regular pela Procuradoria-Geral da República.
Mendes destacou a importância de preservar a independência judicial e o respeito às instituições para garantir a confiança da sociedade. Em paralelo, o presidente do STF, Edson Fachin, enfatizou a necessidade da criação de um código de ética para as cortes superiores, reforçando a autolimitação interna do Judiciário para evitar interferências externas.
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, manifestou-se em defesa do ministro Dias Toffoli diante das críticas relacionadas à atuação no caso Banco Master. Mendes destacou que Toffoli mantém um compromisso com a Constituição e que sua condução respeita o devido processo legal, sendo avaliada como regular pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Para o ministro, é fundamental preservar a independência judicial e respeitar as instâncias institucionais a fim de garantir a confiança da sociedade nas instituições. A posição de Gilmar Mendes ocorre em meio às suspeitas de possível conflito de interesse envolvendo Toffoli, que geraram debates sobre sua permanência na relatoria do processo.
O presidente do STF, Edson Fachin, também comentou a situação, evitando avaliar condutas individuais, mas reforçando a importância da criação de um código de ética para as Cortes superiores. Fachin alertou que a autolimitação interna pode impedir interferências externas no Judiciário, afirmando haver maioria favorável à medida.
A PGR, conforme divulgado por Mendes, arquivou o pedido de afastamento de Toffoli da relatoria do caso. Integrantes do órgão consideram que pedidos similares dificilmente obteriam sucesso no STF, especialmente sem provas além de reportagens publicadas.
Nos últimos dias, a atuação do ministro no caso Banco Master causou controvérsias, com decisões que restringiram o acesso da Polícia Federal a provas e relações familiares próximas a investigados. Toffoli também já havia sido alvo de críticas por voar em jatinho particular com o advogado do banco para evento esportivo.
Lula fala com Trump por telefone e agenda visita a Washington
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa de 50 minutos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na segunda-feira (26). Foi pactuada uma visita de Lula a Washington, prevista para após suas viagens à Índia e Coreia do Sul em fevereiro.
Durante a ligação, os presidentes discutiram a situação na Venezuela, com Lula defendendo a paz e criticando a ação militar dos EUA contra Nicolás Maduro. Trump propôs a criação de um Conselho da Paz, e Lula sugeriu que incluísse o conflito na Faixa de Gaza e os palestinos.
Além disso, trataram da reforma do Conselho de Segurança da ONU e celebraram avanços na relação bilateral, como a redução de tarifas para produtos brasileiros no segundo semestre do ano passado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um telefonema de 50 minutos nesta segunda-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a conversa, foi acertada uma visita de Lula a Washington, marcada para ocorrer após suas viagens à Índia e Coreia do Sul em fevereiro, segundo o Palácio do Planalto.
Entre os temas tratados, a situação na Venezuela ganhou destaque, com Lula ressaltando a necessidade de preservar a paz e estabilidade da região. O presidente brasileiro criticou a iniciativa militar dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro, apontando que ultrapassou limites inaceitáveis, e destacou o compromisso de ambos os países em trabalhar pelo bem-estar do povo venezuelano.
Lula também abordou a proposta de Trump para a criação de um Conselho da Paz, sugerindo que a iniciativa seja restrita ao conflito na Faixa de Gaza e que inclua assento aos palestinos. Além disso, defendeu uma reforma na Organização das Nações Unidas (ONU) para ampliar o número de membros permanentes no Conselho de Segurança.
O comunicado oficial mencionou que Trump planeja que o Conselho da Paz atue em parceria com a ONU, mas não deixou claro se Lula aceitou integrar o conselho. Durante o diálogo, ambos comemoraram o avanço nas relações bilaterais, destacando a redução das tarifas para produtos brasileiros no segundo semestre do ano passado.
Vazamento de dados internos da Nike é investigado após ataque hacker
A Nike está investigando um vazamento que expôs cerca de 1,4 terabyte de dados internos, segundo informação do site britânico The Register. O incidente, atribuído ao grupo hacker WorldLeaks, não comprometeu dados pessoais de clientes ou funcionários.
O ataque envolveu o acesso a quase 190 mil arquivos relacionados a setores como roupas esportivas e processos de produção. A Nike monitora a situação para evitar impactos maiores.
Este caso evidencia a crescente ameaça de ataques cibernéticos a grandes empresas e reforça a importância da segurança da informação no setor corporativo.
A Nike está investigando um possível ataque hacker que expôs cerca de 1,4 terabyte de dados internos, segundo o site britânico de tecnologia The Register. O incidente não teria comprometido informações pessoais de clientes ou funcionários. A empresa comunicou que está avaliando a situação, reforçando o compromisso com a privacidade e segurança dos dados.
O vazamento foi atribuído ao grupo hacker WorldLeaks, conhecido por atingir diversas empresas anteriormente. Eles afirmam ter acessado 188.347 arquivos da Nike, envolvendo diretórios relacionados a setores como “Roupas Esportivas Femininas”, “Roupas Esportivas Masculinas”, “Recursos de Treinamento – Fábrica” e “Processo de Confecção de Vestuárias”. Isso sugere que o acesso foi a documentos sobre produtos e processos de produção.
O grupo já havia divulgado ataques contra outras grandes empresas, como a Dell, que teve 416.103 arquivos acessados em julho de 2025, embora a fabricante tenha destacado que dados sensíveis não foram expostos. O caso da Nike reforça a persistência dessas ameaças no setor corporativo.
Recentemente, outro incidente de segurança ganhou atenção quando um pesquisador da Ucrânia encontrou um banco de dados com 149 milhões de senhas vazadas, incluindo contas de serviços conhecidos como Gmail, Facebook e Instagram.
A Nike segue monitorando a situação para conter possíveis impactos. A cibersegurança continua sendo uma preocupação constante para empresas que lidam com grandes volumes de dados e informações estratégicas.
Enamed evidencia desafios e desigualdades na formação médica no Brasil
O Enamed, Exame Nacional da Formação Médica, revela disparidades entre instituições de ensino no Brasil. Universidades públicas tradicionais apresentam melhor desempenho devido à infraestrutura e qualidade docente superiores.
Já cursos privados e recentes enfrentam dificuldades, com estágios fragmentados e pouca supervisão, afetando a formação prática dos estudantes. O exame avalia principalmente o conhecimento teórico, deixando lacunas na avaliação de habilidades clínicas e éticas.
Especialistas sugerem mudanças estruturais, como aprimoramento do internato, capacitação dos docentes e avaliações práticas que simulem situações reais, além de incluir temas como atenção primária e saúde coletiva no currículo.
Os resultados do Exame Nacional da Formação Médica (Enamed) revelam desigualdades significativas na formação de médicos no Brasil. Universidades públicas tradicionais lideram o desempenho, enquanto muitos cursos privados e recentes apresentam dificuldades claras, principalmente devido à falta de infraestrutura e qualidade docente.
O Enamed evidencia que o modelo institucional afeta diretamente a proficiência dos estudantes, com as melhores instituições oferecendo internato diversificado e supervisão prática sólida. Cursos mal avaliados costumam ter estágios fragmentados e pouca orientação, prejudicando a preparação clínica.
Outro ponto importante é que o exame foca no conhecimento teórico, avaliando pouco habilidades como comunicação médico-paciente e ética profissional. Por isso, confiar apenas no resultado do exame pode ser insuficiente para medir a qualidade do ensino.
Para aprimorar a formação, especialistas defendem uma abordagem sistêmica, que inclua padrões claros para o internato, capacitação docente e avaliações práticas que simulem situações reais de atendimento. Também ressaltam a importância de incorporar temas como atenção primária e saúde coletiva no currículo.
Além disso, o acompanhamento longitudinal dos estudantes, desde o ingresso até a conclusão, ajudaria a entender melhor o crescimento acadêmico e o valor agregado pelos cursos. O desafio é garantir que a ampliação das escolas médicas acompanhe qualidade, segurança e compromisso ético.
O Enamed serve como um alerta para políticas educacionais, mostrando que o aprimoramento da formação médica depende de mudanças estruturais que vão além de rankings.
Tesla, WEG e empresas chinesas disputam leilão de baterias no Brasil
O governo brasileiro lança seu primeiro leilão para sistemas de armazenamento de energia, visando contratar até 2 gigawatts em capacidade. Empresas globais como Tesla, CATL, Huawei e a brasileira WEG participam da disputa, que pode movimentar cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.
O mercado local já conta com cerca de 1 GW instalado, e a expectativa é superar dez vezes esse volume com propostas que somam 20 GW. A China domina o mercado global de baterias e está fortemente representada no certame, enquanto a WEG lidera o mercado brasileiro com cerca de 50% de participação.
Especialistas apontam que a competição será intensa, com fabricantes formando consórcios e buscando ampliar a presença no Brasil. O ministro de Minas e Energia destaca a importância estratégica do país para a expansão dessas tecnologias no país.
O governo brasileiro prepara seu primeiro leilão para sistemas de armazenamento de energia, atraindo nomes globais do setor. Participam empresas como Tesla, CATL, Huawei e a brasileira WEG, interessadas em projetos de Battery Energy Storage Systems (BESS). A licitação, prevista para abril, busca contratar 2 gigawatts em capacidade, o que pode movimentar cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.
Essa iniciativa ocorre em um momento de intensa atividade no mercado, com estimativas apontando para cerca de 20 GW em propostas, dez vezes a expectativa inicial. Além de geradoras, transmissoras e distribuidoras, fabricantes poderão formar consórcios para disputar o certame.
Hoje, o Brasil conta com aproximadamente 1 GW instalado em BESS. A Vale já atua com baterias da Tesla, enquanto a WEG possui projetos comerciais e industriais. A Huawei também está no mercado local, associada à Matrix Energia, para sistemas em garagens de ônibus elétricos.
A China domina 60% da capacidade global em sistemas de armazenamento, com mais de 75 GW previstos até o fim de 2024, seguida pelos Estados Unidos. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tem buscado atrair fabricantes chineses para participar da licitação.
Especialistas destacam que a WEG aparece bem posicionada para competir tanto no Brasil quanto internacionalmente, possuindo cerca de 50% do mercado nacional de BESS. A disputa promete ser acirrada, com a CATL declarando o Brasil como mercado prioritário, e a Tesla considerando a licitação uma oportunidade estratégica para expansão da tecnologia.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação