Criança quase se engasga com lâmina de estilete em pão comprado em Vila Velha
Uma menina de 9 anos quase se engasgou ao comer um pão comprado em um supermercado no bairro Glória, em Vila Velha. Ao sentir algo estranho na boca, a família descobriu que havia um pedaço de lâmina de estilete preso no alimento.
A mãe da criança registrou a ocorrência na polícia, e o supermercado foi informado sobre o incidente. A família espera que medidas sejam adotadas para evitar novos casos e garantir a segurança dos consumidores.
Uma menina de 9 anos quase engoliu uma lâmina de estilete ao comer um pão comprado em um supermercado no bairro Glória, em Vila Velha. O incidente aconteceu na tarde de segunda-feira (9) e foi registrado pela família na polícia.
A mãe da criança relatou que o pão foi adquirido pela manhã e, ao consumir o alimento durante o café da tarde, a menina sentiu algo estranho na boca. Ao abrir, a família encontrou um pedaço da lâmina preso ao pão.
Preocupados, os parentes foram ao supermercado BH, local da compra, onde a funcionária confirmou o achado e demonstrou surpresa. No entanto, o gerente não estava presente e, ao chegar, perguntou se eles desejavam trocar o pão, o que desagradou a família, que buscava alertar para o risco à segurança dos consumidores.
O caso gerou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Vila Velha. A Polícia Civil classificou a situação como ocorrência de direito civil, orientando a vítima sobre como proceder.
Até o momento, o supermercado não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. A família espera que providências sejam tomadas para evitar que outras pessoas enfrentem o mesmo problema.
Laboon em One Piece live-action tem diferenças importantes em relação ao anime
A adaptação de One Piece para o formato live-action na Netflix apresenta mudanças na personagem Laboon. Diferente do anime e mangá, a baleia gigante é mostrada sem o ecossistema interno complexo, tornando sua representação mais simples.
Além dessas alterações visuais, a série também modifica algumas cenas e personagens, como Mr. 9 e Nefertari Vivi, o que gerou reações mistas entre os fãs. Contudo, o live-action cria uma conexão emocional ao antecipar elementos da história, como a ligação com Brook e a música Binks no Sake.
Assim, a versão live-action equilibra mudanças e mantém a essência da narrativa original, ajustando cenas e simplificando detalhes para melhor adaptação audiovisual.
A adaptação de One Piece para o live-action na Netflix trouxe novidades que divergem do anime e mangá originais, especialmente em relação à personagem Laboon. No material original criado por Eiichiro Oda, Laboon é uma enorme baleia-ilha, com estruturas internas que funcionam quase como uma pequena comunidade. O médico Crocus construiu no interior da baleia túneis e até um navio metálico, com pintura que imita a luz solar.
No live-action, essa complexidade foi simplificada. Laboon continua gigante, mas seu interior não exibe o mesmo ecossistema aparentemente vivo, tornando sua representação menos surreal. A série também mudou cenas importantes envolvendo personagens como Mr. 9 e Nefertari Vivi, resultando em sequências que causaram estranheza para alguns fãs, como a aparição de Mr. 9 levantando de um suposto cadáver e a falta de reação do Zoro a uma luta próxima.
A fuga dos agentes da Baroque Works, que nadam ao lado dos Chapéus de Palha sem serem percebidos, também gerou críticas pela falta de realismo. Entretanto, a série compensou essas alterações com uma adaptação interessante: já conecta a história da baleia com Brook e a música Binks no Sake, que no mangá só aparece muito depois. Essa antecipação cria um elo emocional mais forte desde o início, mostrando um cuidado em ajustar a narrativa para o formato da série.
Portanto, a versão live-action do One Piece aposta em uma reinterpretação de Laboon que equilibra mudanças visuais e narrativas, buscando manter a essência enquanto simplifica elementos complexos para o novo formato.
Quatro em cada 10 brasileiras já viajaram sozinhas, aponta levantamento
Um estudo recente mostra que 40% das brasileiras já realizaram pelo menos uma viagem sozinha. Essa prática tem ganhado espaço, com mulheres entre 35 e 44 anos liderando o grupo. A maioria prefere destinos nacionais e busca lazer, independência e autoconhecimento.
A pesquisa aponta que liberdade e segurança são prioridades na hora de escolher um destino. O ecoturismo, atividades culturais e o bem-estar são as principais motivações dessas mulheres viajantes solo.
O levantamento evidencia uma evolução social importante, destacando a autonomia feminina na escolha e planejamento das viagens. Essa tendência reforça a busca por espaços mais seguros e livres para as mulheres explorarem o mundo.
Um levantamento recente mostra que o protagonismo das mulheres nas viagens vem crescendo significativamente. De acordo com o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, resultado de uma parceria entre o Ministério do Turismo e a Unesco, quatro em cada dez brasileiras já realizaram ao menos uma viagem solo. Entre essas, 31,4% afirmam fazer esse tipo de passeio com certa frequência, com preferência por destinos dentro do próprio país.
O estudo traz um perfil detalhado: a maioria das viajantes solo tem entre 35 e 44 anos e diferentes faixas de renda, que vão de 1 a 10 salários mínimos mensais. As principais motivações para essas viagens são lazer, busca por independência, liberdade e autoconhecimento. Entre as atividades favoritas estão o ecoturismo, experiências culturais e de bem-estar.
Aspectos como a liberdade de escolha aparecem como prioridade para 73% das entrevistadas, seguida pela segurança (63,2%), o interesse pela cultura local (57,8%), preços acessíveis (42,1%) e estrutura confortável (40,2%). Estes fatores influenciam diretamente a decisão sobre o destino e a programação das viagens solo.
O levantamento evidencia um movimento crescente de mulheres que exploram o mundo de forma autônoma, reforçando a importância da autonomia feminina em diferentes esferas. Esta tendência também é vista como uma reafirmação da conquista por espaços seguros e livres para que as mulheres possam fazer suas escolhas de viagem.
O guia, com base em dados coletados em agosto de 2025, ouviu 2.712 mulheres brasileiras e ressalta como essa prática representa um avanço social, refletindo mudanças no comportamento e nas expectativas das mulheres no turismo.
WCD Brasil nomeia Vania Neves como nova co-chair da organização
A WCD Brasil, que promove diversidade nos conselhos de administração, anunciou Vania Neves como nova co-chair, substituindo Cristina Pinho, que passou ao conselho consultivo.
Vania Neves tem mais de 30 anos de carreira e experiência em grandes empresas como Vale e Carrefour. Também integra conselhos importantes como o da Ultrapar e o Pacto Contra a Fome.
Além da nomeação, Leila Loria foi eleita presidente do conselho consultivo para 2026-2027. Novos membros também foram incorporados ao conselho, reforçando o compromisso com governança e inclusão.
A WCD Brasil, entidade global que promove a diversidade e boas práticas nos conselhos de administração, anunciou mudanças em sua liderança. Vania Neves foi nomeada nova co-chair da organização no país, substituindo Cristina Pinho, que agora integra o conselho consultivo da WCD.
Com mais de 30 anos de carreira, Vania Neves atua como conselheira independente da Ultrapar Participações, e também integra o conselho do Pacto Contra a Fome e o consultivo da Rede Mulher Empreendedora. Sua experiência inclui cargos executivos em empresas como Vale, onde foi diretora global de tecnologia, além de passagens pela GSK e Carrefour Brasil.
Além dessa novidade, a WCD Brasil empossou Leila Loria como presidente do conselho consultivo para o biênio 2026–2027. Leila já foi co-chair da organização e possui atuação em conselhos de empresas familiares e de capital aberto, principalmente nos setores de energia, varejo e agronegócio.
O conselho consultivo ganhou ainda três novos membros: Marina Procknor, sócia do Mattos Filho e integrante da ABVCAP; Piero Minardi, sócio-fundador da Lazuli Partners; e Cristina Pinho, vice-presidente do conselho do IBGC, conselheira da Shell Brasil e da Northern Technologies International Corporation.
Essas mudanças fortalecem o papel da WCD Brasil na promoção da governança corporativa com foco na diversidade e na inclusão em altos níveis de gestão.
As recentes declarações do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, sobre a crise envolvendo o Irã revelam divergências táticas entre países europeus. Segundo o analista Timofei Bordachev, apesar de não indicar uma divisão profunda na União Europeia, as posições evidenciam abordagens diferentes frente ao conflito no Oriente Médio.
A Espanha mantém uma postura histórica de proximidade com o mundo árabe e o norte da África, adotando uma crítica constante às ações de Israel. Por isso, Madrid declarou que as bases norte-americanas em seu território não poderiam ser usadas para ataques contra o Irã. Sánchez ressaltou ainda que a aliança com os Estados Unidos não implica concordância automática com todas as decisões dos norte-americanos.
Já a Itália, por meio de Meloni, expressou que a operação militar dos EUA e Israel contra o Irã viola o direito internacional. Essa posição reflete um discurso mais direto, que, segundo Bordachev, contrasta com outros líderes europeus, como o francês Emmanuel Macron e o alemão Merz, que evitam se posicionar publicamente.
O analista destaca que, apesar das diferenças, a escalada do conflito não deve provocar uma ruptura grave na Europa, lembrando que o Reino Unido, único dissidente notável em questões regionais, não integra mais a União Europeia.
Esses posicionamentos ilustram uma divisão tática no Ocidente sobre como lidar com o conflito no Oriente Médio, sem, contudo, comprometer a coesão europeia no cenário internacional.
Vale a pena comprar notebook com 8 GB de RAM em 2026? Entenda os prós e contras
Com a chegada de sistemas mais exigentes, como Windows 12, e o avanço da inteligência artificial, surge a dúvida sobre a relevância dos notebooks com 8 GB de RAM em 2026. Essa capacidade pode ser suficiente para atividades simples, como navegação e edição de textos, especialmente em sistemas que gerenciam a memória de forma eficiente.
No entanto, a memória limitada pode causar lentidão em tarefas mais pesadas, como edição de vídeo e jogos. O Windows 11, por exemplo, já utiliza parte significativa da memória para processos de fundo, o que pressiona o desempenho global. Por isso, para usuários que buscam maior performance, o investimento em 16 GB é recomendado.
Embora o custo dos notebooks tenha aumentado por causa da crise dos semicondutores, é possível encontrar modelos com 8 GB de RAM custando entre R$ 2.200 e R$ 2.800. Para essa faixa de preço, o ideal é avaliar o uso desejado para tomar a melhor decisão.
Com a chegada do Windows 12 e o avanço da inteligência artificial, muitos consumidores se perguntam se comprar um notebook com 8 GB de RAM ainda faz sentido em 2026. A memória é crucial para o desempenho, especialmente com sistemas e programas cada vez mais exigentes. Em computadores com essa capacidade, parte da memória é consumida pelo vídeo integrado, reduzindo o espaço disponível para outras tarefas.
Essa limitação pode causar lentidão, pois o sistema passa a usar o SSD como função extra de memória, o que é mais lento e gera travamentos. Para atividades básicas como navegar na internet, editar textos e planilhas, 8 GB de RAM pode ser suficiente, sobretudo em plataformas como ChromeOS e macOS, que gerenciam melhor a memória.
Por outro lado, quem trabalha com edição de vídeo, jogos ou programas pesados deve considerar mais memória. O Windows 11, por exemplo, usa cerca de 4 GB para processos de fundo, deixando menos espaço livre para apps exigentes. Isso torna a capacidade mínima recomendada para computadores atuais 16 GB, especialmente para uso com inteligência artificial.
No mercado, o custo dos notebooks foi impactado pela crise global dos semicondutores, elevando preços. Ainda assim, é possível encontrar modelos com 8 GB de RAM entre R$ 2.200 e R$ 2.800. Valores muito acima indicam que vale a pena investir em modelos com 16 GB, que protegem contra a rápida obsolescência.
Assim, para tarefas básicas, notebook com 8 GB de RAM mantém sua relevância, mas usuários que buscam desempenho superior devem considerar ao menos 16 GB.
Casos de câncer de pele crescem 1.500% no Brasil em 10 anos
O Brasil registrou um aumento expressivo nos casos de câncer de pele na última década, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia. De 2014 a 2024, os diagnósticos passaram de cerca de 4 mil para 72 mil, refletindo um crescimento de 1.500%.
O envelhecimento da população, a predominância de peles claras no Sul e Sudeste, e o baixo uso de proteção solar, principalmente entre homens, são fatores contribuintes. O câncer de pele é mais frequente em idosos, especialmente entre 70 e 79 anos.
Especialistas recomendam o uso regular de protetor solar, roupas adequadas e evitar exposição solar prolongada. Políticas públicas são essenciais para ampliar a conscientização e facilitar o acesso a exames e tratamentos.
O Brasil registrou um aumento preocupante nos casos de câncer de pele na última década. Levantamento da Sociedade Brasileira de Dermatologia mostra que os diagnósticos saltaram de aproximadamente 4 mil em 2014 para 72 mil em 2024, um crescimento de 1.500%. O envelhecimento da população, a predominância de peles claras no Sul e Sudeste, e a baixa adesão a medidas de prevenção, especialmente entre homens, contribuem para esse cenário.
O tempo maior de exposição à radiação solar ao longo da vida, devido à maior expectativa de vida, é um dos fatores que aumenta a incidência. Segundo dados do DATASUS, entre 2018 e 2023, a faixa etária de 70 a 79 anos mostrou maior frequência de casos. A região Sul e Sudeste registra mais diagnósticos, o que está atrelado à maior oferta de exames e maior incidência de pessoas com peles mais claras.
A adoção irregular de hábitos preventivos, como o uso correto do protetor solar, é um ponto de atenção. Dados indicam que 52% dos casos acontecem em homens, grupo que apresenta menor cuidado na prevenção. Especialistas recomendam aplicar protetor solar a cada duas horas, usar roupas protetoras e evitar exposição solar excessiva durante atividades físicas ao ar livre.
Para reduzir os riscos, é essencial que políticas públicas ampliem a educação nas escolas, facilitem o acesso a dermatologistas e promovam campanhas de conscientização durante o ano inteiro. O câncer de pele é evitável quando os cuidados básicos são adotados com regularidade, o que reforça a importância da informação adequada para a população.
LogiGo cresce no mercado automotivo com centrais multimídia e mira R$ 100 milhões em faturamento
A LogiGo, empresa brasileira de eletrônicos fundada em 2010, vem se destacando no mercado automotivo ao fornecer centrais multimídia para montadoras como Toyota, Volkswagen e Nissan. O crescimento se deu após a entrada no mercado OEM e o atendimento a rigorosos padrões técnicos, com produção final em São Bernardo do Campo.
O faturamento da LogiGo alcançou R$ 40 milhões em 2025, com previsão de chegar a R$ 100 milhões em 2027. A empresa investe em tecnologias exclusivas para o público brasileiro, como assistente virtual com IA e notificações de manutenção, ampliando a oferta para montadoras e motoristas.
Além da expansão no Brasil, a LogiGo planeja fortalecer sua presença internacional, especialmente nos Estados Unidos, diversificando receitas e enfrentando a concorrência global ao apostar em inovação e integração tecnológica.
Poucas empresas brasileiras de eletrônicos conseguiram se firmar diante da concorrência global, mas a LogiGo é um dos exemplos que se destaca. Fundada em 2010, iniciou adaptando acessórios vindos da China para o mercado nacional e evoluiu para fornecer centrais multimídia diretamente para as montadoras, como Toyota e Volkswagen.
A virada aconteceu quando a LogiGo começou a atuar no mercado OEM, entregando produtos instalados nas linhas de montagem e cumprindo padrões rigorosos. Isso exigiu reforço na equipe técnica e mudanças operacionais importantes, mas abriu caminho para contratos com Nissan, Mitsubishi, Ford e Volkswagen Caminhões, entre outros.
A empresa cresce rápido: faturou R$ 40 milhões em 2025, projeta R$ 60 milhões para 2026 e espera ultrapassar R$ 100 milhões em 2027 com novos segmentos e expansão internacional. A montagem final é feita em São Bernardo do Campo, onde o software exclusivo para o público brasileiro é desenvolvido internamente, criando um diferencial frente aos concorrentes.
A LogiGo investe em funcionalidades que vão além da tela: notificações de manutenção, promoções geolocalizadas e uma assistente virtual de inteligência artificial que sugere rotas e serviços ao motorista. Essa estratégia visa transformar a central multimídia em uma plataforma de relacionamento e monetização para as montadoras.
Com uma nova unidade focada em monitoramento de frotas no Brasil e expansão comercial nos Estados Unidos, a LogiGo busca diversificar receita e consolidar sua presença global, invertendo a lógica comum no setor, que costuma ter multinacionais dominando o mercado local.
Chef do renomado restaurante Noma enfrenta denúncias de abusos no trabalho
O famoso restaurante Noma, em Copenhague, está no centro de denúncias por práticas abusivas no ambiente de trabalho. Ex-funcionários relatam agressões físicas e psicológicas, principalmente contra estagiários e jovens cozinheiros, durante o comando do chef René Redzepi.
Relatos incluem episódios de humilhação coletiva e agressões físicas, como socos, que ocorreram mesmo após pedidos públicos de desculpas do chef. A cultura tóxica teria se estendido por anos e refletido na equipe atual.
A repercussão cresceu com a abertura do pop-up do Noma em Los Angeles, onde os preços elevados e as denúncias causam críticas e afastamento de patrocinadores. O caso evidencia os desafios na cultura da alta gastronomia, especialmente no que tange à saúde e respeito dos trabalhadores.
O renomado restaurante Noma, em Copenhague, famoso por sua alta gastronomia e pelo chef René Redzepi, vem sendo alvo de denúncias que revelam um passado de abuso físico e psicológico na cozinha. Ex-funcionários relataram que Redzepi praticava agressões como socos, humilhações públicas e intimidações diversas durante o trabalho, especialmente contra estagiários e jovens cozinheiros.
Um dos relatos mais chocantes envolve um episódio de 2014, no qual Redzepi obrigou sua equipe a participar de uma humilhação coletiva após um subchefe tocar música techno, gênero que o chef não apreciava. Em outra ocasião, ele supostamente agrediu uma cozinheira com socos durante o atendimento.
A cultura tóxica do Noma, segundo esses relatos, perdurou por anos, mesmo com pedidos públicos de desculpas do chef. Embora Redzepi tenha afirmado que trabalha para controlar sua raiva e tenha se afastado da operação diária, muitos ex-membros da equipe afirmam que a prática abusiva continuou, por vezes sob chefes seniores como extensão do comportamento do fundador.
O caso ganhou nova repercussão com a inauguração recente do pop-up do Noma em Los Angeles, onde jantares são servidos por US$ 1.500, suscitando críticas sobre a exploração dos profissionais da cozinha e a exclusividade do empreendimento. Patrocinadores importantes se retiraram do evento, demonstrando preocupação com as denúncias.
Além das agressões físicas, o ambiente de trabalho era marcado por jornadas longas, pressão constante e medo entre a equipe, fatores comuns na alta gastronomia, mas que neste caso ultrapassaram limites e deixaram marcas profundas nos envolvidos.
Na manhã desta sexta-feira (13), a cidade da Serra recebeu a carreta de saúde que oferece exames para detectar câncer de mama e do colo do útero. Instalado em frente ao Terminal de Laranjeiras, em Civit II, o veículo faz parte do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, que amplia o acesso a consultas e exames para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A unidade móvel conta com equipamentos modernos e equipe multiprofissional para realizar mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, biópsias e consultas ginecológicas especializadas. O atendimento está voltado para mulheres que têm agendamento e encaminhamento pela rede municipal de saúde.
Com essa iniciativa, o objetivo é diminuir o tempo de espera por exames e consultas, facilitando o diagnóstico precoce de doenças, especialmente os cânceres mencionados. A presença da carreta na Serra reforça o compromisso do governo federal em ampliar o alcance dos serviços especializados para a população local.
A disponibilização desses serviços em formato móvel é uma estratégia para levar a prevenção e o diagnóstico para regiões com dificuldade de acesso, colaborando para a redução da mortalidade decorrente dessas doenças. A expectativa é que a ação ajude a aumentar a quantidade de exames realizados, beneficiando a saúde da mulher na cidade.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação