Revista Traços estreia no Espírito Santo com edição especial em março
A Revista Traços, conhecida por sua atuação em Brasília e Rio de Janeiro, amplia sua circulação para o Espírito Santo. A primeira edição capixaba será lançada no dia 27 de março, no Theatro Carlos Gomes, em Vitória, com destaque para a artista Elisa Lucinda.
O projeto, uma parceria com a Secretaria da Cultura do Espírito Santo, visa distribuir a revista por pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo cultura e geração de renda. A publicação foca na cena cultural local, com reportagens e conteúdos diversos.
Com mais de 100 edições publicadas e reconhecida nacionalmente, a revista mantém uma tiragem média de três mil exemplares e também atua no meio digital, fortalecendo a cultura capixaba e dando voz a artistas do estado.
A Revista Traços, presente há mais de uma década em Brasília e cinco anos no Rio de Janeiro, amplia sua circulação para o Espírito Santo. A estreia local está marcada para o dia 27 de março, às 19h, no Theatro Carlos Gomes, em Vitória. A primeira edição capixaba traz na capa a artista Elisa Lucinda.
O projeto é uma parceria entre a Secretaria da Cultura do Espírito Santo e a Associação Traços de Comunicação e Cultura, inspirado em modelos internacionais de publicações de rua. As revistas são distribuídas por pessoas em situação de vulnerabilidade, conhecidas como porta-vozes da cultura, que vendem a publicação como fonte de renda.
Com mais de 100 edições publicadas, a Revista Traços já promoveu trabalhos de mais de quatro mil artistas e acumulou mais de 16 prêmios nacionais e internacionais. Seu conteúdo inclui reportagens, perfis, ensaios fotográficos, entrevistas, crônicas e poesias, com foco na cena artística local.
A chegada ao Espírito Santo envolve edições dedicadas exclusivamente à cultura capixaba e a criação de uma rede local de porta-vozes. A revista mantém uma tiragem média de três mil exemplares por edição e também atua digitalmente, atualizando diariamente seu portal.
O lançamento no Theatro Carlos Gomes é aberto ao público, proporcionando uma nova plataforma para artistas e agentes culturais do Estado.
Estúdio brasileiro une realidade virtual e inteligência artificial em novo jogo
O estúdio brasileiro ARVORE, vencedor do Emmy 2020, lançou o jogo Fabula Rasa Dead Man Talking, que combina inteligência artificial generativa com realidade virtual. A inovação permite que personagens respondam em tempo real ao jogador via grandes modelos de linguagem.
A proposta visa expandir a experiência narrativa, mantendo a criatividade humana. O jogo oferece interações dinâmicas e histórias personalizadas, adaptando-se aos comandos do usuário para criar uma narrativa imprevisível.
Apesar das controvérsias em torno do uso da IA generativa, o título destaca uma tendência de integrar tecnologia avançada em jogos, abrindo caminho para novas formas de contar histórias digitais.
O estúdio brasileiro ARVORE, vencedor do Emmy 2020, apresentou no South By Southwest o jogo Fabula Rasa Dead Man Talking, que combina inteligência artificial generativa com realidade virtual. A proposta é criar uma narrativa interativa onde personagens controlados por Large Language Models (LLMs) respondem em tempo real às falas do jogador, gerando diálogos e histórias únicas a cada partida.
Segundo a diretora criativa Luiza Justus, a intenção não é que a IA substitua o processo criativo, mas sim que expanda a experiência narrativa com conversas dinâmicas, mantendo o olhar humano da equipe. Essa abordagem tem gerado debates pela característica controversa da IA generativa, que é conhecida por remixar conteúdos existentes e não criar de forma original.
O jogo aposta na interação espontânea entre jogador e personagens para oferecer uma experiência que mistura tecnologia e criatividade humana. A narrativa se adapta aos comandos do usuário, criando imprevisibilidade e personalização no desenrolar da história.
A reação do público e da crítica ao uso intenso de IA no roteiro ainda é uma incógnita, mas certamente o título reforça a tendência de integrar inteligência artificial generativa na criação de jogos, abrindo caminhos para novas formas de contar histórias digitais.
Confira o trailer oficial para entender como essa tecnologia é aplicada na prática e fique atento para novidades sobre o lançamento do jogo.
Via Flow Games
12/03/2026 às 19:43 - Tecnologia e Inovação
Fred Trajano destaca foco em margem e inteligência artificial no Magalu
O Magalu superou expectativas no último trimestre, apresentando lucro líquido ajustado de R$ 124 milhões, apesar da queda anual de 10,5%. O CEO Fred Trajano atribuiu o desempenho à priorização dos canais e segmentos mais rentáveis, com crescimento nas lojas físicas e foco em produtos de maior valor.
A empresa aposta na inteligência artificial para melhorar experiências de compra, como o assistente virtual no WhatsApp, que já alcançou 3 milhões de usuários. A estratégia inclui ampliar a integração entre e-commerce, lojas físicas e serviços, além de priorizar produtos de marca e fortalecer a Luizacred.
Embora o primeiro semestre seja considerado desafiador devido a juros altos, Fred espera recuperar o ritmo com a Copa do Mundo e a redução das taxas. O Magalu mantém o foco em equilíbrio entre crescimento e rentabilidade para os próximos anos.
Apesar dos juros elevados, o Magalu apresentou um resultado no quarto trimestre acima das previsões do mercado e anunciou um novo plano estratégico para os próximos quatro anos. O lucro líquido ajustado foi de R$ 124 milhões, uma queda anual de 10,5%, porém mais que o dobro do consenso Bloomberg, influenciado por créditos tributários.
O CEO Fred Trajano atribuiu o desempenho à decisão de priorizar segmentos e canais mais rentáveis. Com isso, o marketplace teve uma queda de 11,7%, principalmente por reduzir vendas de produtos com menor valor agregado, enquanto as vendas mesmas lojas físicas cresceram 8,4%.
A receita líquida atingiu R$ 11,1 bilhões, avanço de 3,4%, alinhada ao consenso. O EBITDA ajustado cresceu 2,5%, chegando a R$ 867 milhões, superando as expectativas de R$ 833 milhões. Celebrando dez anos como CEO, Fred destacou o foco em inteligência artificial (AI) para extrair valor do ecossistema construído, que inclui MagaluPay, KaBuM! e Netshoes.
O diferencial do Magalu está na integração entre lojas físicas, e-commerce e serviços, planejando ampliar essa lógica com mais unidades da Galeria Magalu e maior diversidade de produtos físicos. A aposta maior é na agentic AI, com experiências de compra mais conversacionais por meio de assistentes virtuais, como o WhatsApp da Lu, que já alcançou 3 milhões de usuários e converte três vezes mais que outras plataformas.
A estratégia também inclui dar prioridade a produtos de marca no e-commerce, com uma curadoria mais focada para equilibrar crescimento e rentabilidade. A Luizacred, joint venture com Itaú, é outro componente central da diversificação, mostrando melhorias na inadimplência e potencial de crescimento principalmente no ambiente online.
Trajano espera um primeiro semestre desafiador, mas vê potencial para recuperação com a Copa do Mundo e queda dos juros.
Pesquisa mostra que 82% dos brasileiros até 40 anos querem o fim da escala 6×1
Uma pesquisa realizada pela Nexus revela que 82% dos brasileiros entre 16 e 40 anos apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. A amostra incluiu 2.021 pessoas de todas as regiões do país, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Os jovens da Geração Z (16 a 24 anos) e os millennials (25 a 40 anos) são os principais defensores da mudança, refletindo uma mudança nos valores e nas expectativas em relação às condições de trabalho no Brasil. A pesquisa também indica a necessidade de discussão sobre jornadas mais flexíveis para atender a essas gerações.
Pesquisa da Nexus revela que 82% dos brasileiros de 16 a 40 anos apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. A amostra incluiu 2.021 pessoas com 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, conhecidos como Geração Z, 31% são totalmente favoráveis ao fim da escala independentemente do salário, enquanto 47% só apoiam se o pagamento for mantido. Já os millennials (25 a 40 anos) apresentam 35% de apoio irrestrito e 42% condicionando ao salário.
Nessas duas faixas etárias, o total que defende o fim da escala 6×1 sem corte no salário alcança 82%. Oscila para 62% entre quem tem entre 41 e 59 anos e cai para 48% entre os maiores de 60 anos.
O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, destaca que existe um grupo menor, porém significativo, que apoia a extinção da escala independentemente do impacto no salário. Isso indicaria uma mudança nos valores relacionados ao trabalho no Brasil.
A pesquisa também reforça a importância de discutir condições de trabalho que atendam às expectativas das gerações mais jovens, que mostram maior interesse em flexibilização da jornada, mesmo diante de desafios salariais.
Azos capta R$125 milhões em rodada Série C liderada por Kaszek e Kevin Efrusy
A insurtech Azos captou R$125 milhões em uma rodada Série C, com liderança dos investidores Kaszek e Kevin Efrusy, que também participou da rodada anterior. A Endeavor Catalyst investiu na rodada, que ocorre menos de um ano depois de uma Série B de R$170 milhões.
Os recursos serão usados para fortalecer a tecnologia da empresa, focando em inteligência artificial para melhorar subscrição, atendimento e monitoramento. A empresa dobrou o faturamento em 2025 e ampliou sua rede para mais de 11 mil corretores em 24 cidades.
O CEO Rafael Cló destaca que a rodada aumentará os investimentos e acelerará avanços tecnológicos no setor. A Azos projeta crescer R$80 bilhões em capital segurado até 2026 e reduzir o tempo médio para pagamento de sinistros para cinco dias úteis.
A insurtech Azos captou R$125 milhões em uma rodada Série C liderada pela Kaszek e pelo investidor Kevin Efrusy, que já havia participado do aporte anterior. Além deles, a Endeavor Catalyst também entrou no capital da empresa. Essa nova captação acontece menos de um ano após a Série B, quando a Azos levantou R$170 milhões.
Com esses recursos, a Azos pretende fortalecer sua estrutura tecnológica, especialmente com foco no uso de inteligência artificial para aprimorar operações como subscrição, atendimento e monitoramento de qualidade. A empresa destaca que em 2025 dobrou seu faturamento e ultrapassou R$100 bilhões em capital segurado, além de expandir sua rede para mais de 11 mil corretores em 24 cidades.
O CEO Rafael Cló afirma que a rodada amplia a capacidade de investimento e reforça a estratégia de acelerar avanços tecnológicos no setor segurador. A Azos também projeta crescer R$80 bilhões em capital segurado até o fim de 2026 e reduzir o tempo médio para pagamento de sinistros para cinco dias úteis.
Kevin Efrusy ressalta a persistência da empresa ao modernizar um mercado tradicional, enquanto Andy Young, da Kaszek, destaca que a Azos foi concebida como uma empresa com base tecnológica e está preparada para aproveitar as oportunidades da era da inteligência artificial.
A Azos oferece seguros de vida individual com coberturas de até R$5 milhões sem necessidade de exames médicos, com análise rápida e emissão automatizada das apólices em até um dia útil.
Google lança função para testar jogos pagos antes da compra no Brasil
O Google Play apresenta o recurso Game Trials, que permite testar jogos pagos gratuitamente por um tempo limitado antes da compra. Inicialmente disponível em alguns títulos para celular, a função deve chegar ao Google Play Games para PC em breve.
Jogos como Dredge oferecem cerca de 60 minutos para experimentar o gameplay antes de escolher adquirir ou não o jogo completo. A novidade também inclui melhorias na loja, com mais jogos independentes e uma seção para games otimizados para PC.
Além disso, o Google lançou o Play Games Sidekick, um assistente de IA que dá dicas em tempo real durante o jogo, e o recurso Publicações da Comunidade para trocas entre jogadores. Esses avanços ampliam a experiência e a interação dos usuários na plataforma.
O Google Play lançou o recurso Game Trials, que permite experimentar jogos pagos antes de comprá-los. Disponível inicialmente para alguns títulos na versão móvel, a ferramenta deve chegar em breve ao Google Play Games para PC. Nos jogos compatíveis, um botão “Experimentar” oferece um período gratuito de teste.
Um exemplo é o jogo “Dredge”, que oferece aproximadamente 60 minutos para o usuário testar o gameplay antes de decidir pela compra ou remoção do app. Após o período, o jogador escolhe se quer adquirir o jogo completo.
Além dessa função, o Google planeja ampliar a oferta de jogos independentes pagos na Play Store. A empresa também criou uma nova seção dedicada a games otimizados para PC com Windows, permitindo que usuários adicionem títulos à lista de desejos e sejam avisados sobre promoções.
Outra novidade é o Play Games Sidekick, assistente baseado em inteligência artificial Gemini, que fornece dicas em tempo real durante a jogatina, eliminando a necessidade de pesquisar informações externas. Para quem prefere interação humana, o Google introduziu o recurso Publicações da Comunidade, que permite acessar conteúdos e discussões feitas por outros jogadores diretamente nas páginas dos jogos na loja.
Por enquanto, esses recursos estão disponíveis para um número limitado de títulos e idiomas, mas refletem esforços do Google para ampliar a experiência de jogo e ampliar conexões entre usuários.
Morador na República Tcheca encontra molde antigo de ponta de lança da Idade do Bronze
Um morador da República Tcheca encontrou em seu quintal um molde antigo de ponta de lança que data da Idade do Bronze. O artefato, feito de rocha vulcânica, tem quase 23 cm e pertence à cultura dos Campos de Urnas, conhecida por práticas funerárias específicas.
O molde indica produção em série de armas e pode ter influenciado conflitos e comércio na Europa Central naquele período. Apesar de descoberto em 2007, sua análise foi divulgada apenas em 2025, após estudos detalhados.
O artefato foi doado a um museu local para preservação e reforça as conexões comerciais e culturais da Idade do Bronze na região dos Cárpatos.
Um achado arqueológico inesperado surgiu em um celeiro na República Tcheca: o tcheco J. Tomanec encontrou um antigo molde de ponta de lança datado da Idade do Bronze. O artefato, feito de tufo riolítico, rocha vulcânica originária das montanhas Bükk, no norte da Hungria, foi estudado e publicado recentemente na revista Archeologické Rozhledy.
Com quase 23 centímetros e pesando mais de um quilo, o molde representa apenas uma das metades que, originalmente, ficavam unidas por fio de cobre. Segundo os pesquisadores, ele pertence à cultura dos Campos de Urnas, conhecida por cremar e sepultar os mortos em urnas enterradas em campos da Europa Central, e foi encontrado na Morávia do Sul.
O formato da ponta de lança, com nervuras ao longo da lâmina e uma crista afiada no encaixe, indica a produção em série, possivelmente criando dezenas de peças a partir daquele molde. Essa fabricação em larga escala pode ter contribuído para o aumento dos conflitos armados e impulsionado o comércio na região da Bacia dos Cárpatos.
Apesar de o molde de ponta de lança ter sido descoberto em 2007, sua análise completa só foi divulgada em 2025. Estudos por tomografia e difração de raios-X confirmaram a origem da matéria-prima. O artefato foi doado ao Museu da Morávia para preservação e estudos futuros.
Esse achado esclarece detalhes do passado da Europa Central, mostrando conexões comerciais entre áreas distantes da Idade do Bronze e o uso sistemático de moldes para armas em uma era marcada por transformações sociais e culturais.
Escultura do deus Hermes será devolvida ao Centro Histórico de Vitória após 50 anos
Após quase cinco décadas desaparecida, a escultura em mármore do deus Hermes será devolvida ao Centro Histórico de Vitória. A obra fazia parte do conjunto de alegorias na Escadaria do Palácio Anchieta e Praça Cecília Monteiro desde 1912, mas desapareceu no final dos anos 1970 depois de ter sido danificada por uma tempestade.
A peça foi encontrada guardada após uma investigação acadêmica da Universidade Federal do Espírito Santo, em parceria com o Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes (LEENA). O retorno da escultura está previsto para este mês durante a reestruturação da praça, sem as marcas do tempo inicialmente corrigidas.
O caso destaca a importância da pesquisa e da memória coletiva na preservação do patrimônio histórico de Vitória. Além disso, reacende o debate sobre a necessidade de políticas públicas para conservar o legado cultural da cidade.
Após quase 50 anos afastada, a escultura em mármore do deus Hermes será devolvida ao Centro Histórico de Vitória. A peça integrou o conjunto de alegorias na Escadaria do Palácio Anchieta e Praça Cecília Monteiro desde 1912, mas desapareceu no final dos anos 1970, após ser danificada durante uma tempestade.
Parte da história da modernização da cidade, o conjunto inclui figuras que representam as estações do ano e a Indústria, formando um marco da paisagem cultural local. A escultura foi removida para reparos e, embora o pedestal tenha permanecido na praça, a obra ficou esquecida por décadas.
O reencontro ocorreu graças a uma investigação do professor Raphael Teixeira, da Universidade Federal do Espírito Santo, em parceria com o Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes (LEENA). A equipe buscava imagens antigas para possibilitar, se preciso, uma reconstrução digital 3D da peça.
Contrariando a expectativa de uma perda permanente, o Hermes estava guardado e jamais foi furtado ou destruído. O retorno da escultura deve ocorrer ainda neste mês, durante a reestruturação da praça, sem correção das marcas do tempo inicialmente. A ação também evidencia o papel da pesquisa acadêmica e da memória coletiva na preservação do patrimônio.
Além de restaurar a escultura, o caso reacende o debate sobre políticas públicas eficientes para conservar o legado histórico de Vitória, que segue ganhando atenção de moradores e estudiosos.
Como telemedicina, inteligência artificial e prontuários eletrônicos melhoram o atendimento na saúde brasileira
O mercado brasileiro de saúde digital está em rápido crescimento, projetando alcançar USD 44,6 bilhões até 2034. A alta conectividade do país impulsiona o uso de telemedicina, inteligência artificial e prontuários eletrônicos, que ajudam a melhorar o acesso e a gestão do cuidado.
Essas tecnologias permitem o compartilhamento seguro de dados, reduzem exames repetidos e aceleram processos clínicos. Além disso, a integração de sistemas clínicos e automação melhora a experiência do paciente e a eficiência das clínicas.
A transformação digital na saúde depende da capacidade de unir dados, processos e comunicação. Assim, clínicas e hospitais podem garantir um atendimento mais ágil, seguro e eficiente para todos.
O mercado brasileiro de saúde digital alcançou USD 12,4 bilhões em 2025 e projeta crescimento anual de 15,3% até 2034, podendo atingir USD 44,6 bilhões. A alta conectividade do país, com 72,5 milhões de residências online e penetração de 92,5%, impulsiona ferramentas como telemedicina e aplicativos de saúde. Entre 2020 e 2024, as teleconsultas aumentaram mais de 400%, e os agendamentos via telemedicina cresceram 53% entre 2023 e 2024.
A transformação digital integra acesso, informação clínica, diagnóstico e comportamento. Soluções como prontuário eletrônico unificado e plataformas com padrão FHIR viabilizam o compartilhamento seguro de dados, reduzindo exames repetidos e garantindo continuidade no tratamento. A inteligência artificial acelera laudos e auxilia no agendamento inteligente para evitar faltas.
Nas clínicas, o desafio reside na integração operacional para superar silos em sistemas como agenda, MIP e call center. A unificação via sistemas clínicos interoperáveis e CRMs integrados otimiza processos, gera métricas e melhora a jornada do paciente. Usuários exigem agilidade e clareza desde o agendamento até o pós-consulta, tornando a automação uma necessidade para agendar, enviar lembretes e gerenciar documentos.
Bitrix24 destaca-se por reunir CRM, comunicação, automação e integração com WhatsApp, proporcionando organização das informações clínicas e agilizando processos administrativos. Isso melhora tanto atendimento quanto eficiência operacional, essenciais para a competitividade de clínicas e hospitais.
O progresso na digitalização da saúde depende da capacidade de integrar dados, processos e comunicação de forma confiável, transformando a tecnologia em ações concretas no cuidado ao paciente.
Miá Mello retorna ao Brasil após 11 dias retida no Catar
A atriz Miá Mello e o marido, Lucas Melo, chegaram ao Brasil após ficarem retidos por 11 dias em Doha, no Catar. A situação ocorreu devido ao fechamento do espaço aéreo no Oriente Médio por causa das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Durante a estadia, Miá compartilhou relatos sobre alarmes de segurança e o impacto dos alertas recebidos em meio ao conflito. Além da apreensão, a maior dificuldade foi a separação dos filhos, que aguardavam o retorno da família.
A volta ao Brasil trouxe alívio para Miá e seu marido, que celebraram a reunião com os filhos. O episódio evidenciou os desafios imprevistos enfrentados por viajantes em regiões de conflito.
A atriz Miá Mello e o marido, Lucas Melo, retornaram ao Brasil na manhã de quinta-feira (12), após ficarem retidos por 11 dias em Doha, capital do Catar. Eles estavam em escala após uma viagem à Tailândia quando o espaço aéreo do Oriente Médio foi fechado, motivado pelo aumento das tensões na região entre Estados Unidos, Israel e Irã.
O voo da Qatar Airways pousou em Guarulhos (SP) às 5h, trazendo o casal de volta depois de um período complicado. Durante a estadia prolongada, a atriz compartilhou relatos nas redes sociais sobre a experiência, incluindo alarmes de segurança relacionados a possíveis ataques e o impacto de receber alertas governamentais por meio do celular.
Miá Mello comentou que aprendeu rapidamente termos militares e de conflito durante esses dias, o que chamou atenção dela pela intensidade do momento. Um dos episódios marcantes foi o toque de alarmes que indicavam tanto perigo iminente quanto um retorno gradual à calma na área onde estavam.
A maior dificuldade, segundo a atriz, foi a distância dos filhos Nina, de 16 anos, e Antônio, de 9, pois a prioridade da família estava em se reunir após o período afastada. Assim que voltou, Miá celebrou o reencontro publicando uma foto junto dos familiares, registrando o momento de alívio.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação