Imposto na China sobre preservativos não impede queda na taxa de natalidade
A China lançou um imposto de 13% sobre preservativos e outros contraceptivos para tentar aumentar a taxa de natalidade do país. Porém, o impacto desse imposto é mínimo diante dos altos custos para criar filhos.
Especialistas afirmam que despesas extras com contraceptivos são quase insignificantes em comparação com o gasto médio que ultrapassa 538.000 yuans até os 18 anos da criança. Isso torna improvável que o imposto influencie a decisão dos casais.
Experiências internacionais mostram que medidas fiscais têm pouca eficácia para reverter o declínio da fertilidade, que persiste mesmo após a China liberar até três filhos por família.
A China implementou um novo imposto sobre camisinhas e outros contraceptivos, com uma alíquota de 13%, em uma tentativa de estimular a taxa de natalidade do país. A medida, que entrou em vigor em 1º de janeiro, visa reduzir a utilização desses produtos para aumentar o número de nascimentos. No entanto, especialistas apontam que o impacto econômico do imposto é mínimo, representando uma pequena despesa adicional em comparação com o alto custo de criar filhos no país.
O custo médio para criar uma criança até os 18 anos na China ultrapassa 538.000 yuans (mais de US$ 77 mil), o que torna o acréscimo no preço de preservativos e pílulas quase insignificante para as famílias. Esse cenário mostra que o imposto dificilmente influenciará a decisão dos casais.
Além disso, experiências internacionais, como as de Cingapura e Coreia do Sul, indicam que políticas pronatalistas, mesmo com incentivos financeiros e subsídios, não conseguem reverter a baixa taxa de fertilidade. Esses países enfrentam desafios similares, devido à modernização, urbanização e mudanças sociais que afetam os padrões reprodutivos.
A China já abandonou sua antiga política do filho único e agora permite até três filhos por família, mas a taxa de fertilidade permanece em declínio, atingindo 1,0 filho por mulher em 2024, bem abaixo da taxa de reposição de 2,1 necessária para manter a população estável.
Especialistas destacam a chamada “armadilha da baixa fertilidade”, que demonstra a dificuldade em elevar a taxa quando esta está muito abaixo do nível sustentável, algo que medidas fiscais, como o novo imposto, dificilmente conseguirão reverter diante dos custos de vida elevados e das oportunidades ampliadas para mulheres no mercado de trabalho.
Via Super
25/01/2026 às 16:08 - Tecnologia e Inovação
Redes sociais ultrapassam TV como principal fonte de informação política no Brasil
Uma pesquisa do instituto Quaest revelou uma mudança significativa no consumo de informação política no Brasil. Pela primeira vez, as redes sociais foram apontadas como a principal fonte, com 39% da preferência, superando a televisão que teve 34%. Essa transformação reflete uma tendência que deve ganhar força nas próximas eleições.
Além da mudança de hábito, o estudo aponta uma divisão ideológica na percepção das notícias. Apoiadores do ex-presidente Lula tendem a consumir notícias mais positivas, enquanto eleitores independentes e de direita encontram mais conteúdos negativos. Essa segmentação reforça a polarização política e destaca o desafio de diversificar as fontes de informação.
O avanço das redes sociais como meio predominante indica que a comunicação política precisará se adaptar a esse cenário híbrido. Estratégias eficazes deverão integrar mídias digitais e tradicionais para alcançar públicos variados, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
Pesquisa recente do instituto Quaest revelou que as redes sociais ultrapassaram a televisão como principal fonte de consumo de informação política no Brasil, com 39% dos entrevistados optando pelo digital contra 34% da TV. Essa mudança indica uma tendência que pode se consolidar nas próximas pesquisas, marcando uma transformação no hábito de se informar sobre política.
A percepção do governo Lula varia segundo as preferências ideológicas dos eleitores: os apoiadores do ex-presidente veem mais notícias positivas, enquanto os eleitores independentes e da direita relatam maior exposição a notícias negativas, evidenciando um consumo de mídia fortemente segmentado.
Esse fenômeno reforça a polarização, já que as plataformas digitais facilitam o acesso a conteúdos alinhados a visões pré-existentes, limitando a diversidade de informações e dificultando a mobilização para escolhas políticas distintas.
Os eleitores de direita apresentam maior preferência por conteúdo digital, enquanto os lulistas ainda se inclinam à TV, refletindo um cenário híbrido de consumo de informação. Essa divisão aponta para desafios na comunicação eleitoral de 2026, que precisará integrar estratégias em meios digitais e tradicionais para alcançar o público de forma eficaz.
O avanço das redes sociais como fonte principal de notícias políticas mostra como o ambiente informacional se adapta às novas tecnologias, exigindo atenção dos atores políticos e comunicadores para dialogar com públicos diversificados em plataformas variadas.
Os 10 filmes de suspense mais aguardados para 2026 no exterior
Os filmes de suspense previstos para 2026 prometem tramas intensas e envolventes, misturando crime real, ação e desafios psicológicos. Destaques incluem “63 Horas de Pânico”, inspirado em um sequestro real dos anos 70, e “Psicopata em Fuga”, que traz a busca de uma policial por um serial killer.
Diversos títulos trazem nomes conhecidos, como “Socorro!” dirigido por Sam Raimi e estrelado por Rachel McAdams, além do thriller policial “Dinheiro Suspeito”, com Matt Damon e Ben Affleck. Sequências como “Casamento Sangrento: A Viúva” mantêm o suspense vivo com histórias sombrias.
Outros lançamentos interessantes são “Verity”, que mistura suspense psicológico com segredos, e “Pânico 7”, que revisita a famosa série de terror. O filme “Caminhos do Crime” mostra um assalto complexo com Chris Hemsworth e Halle Berry no elenco.
Os filmes de suspense em 2026 prometem um ano marcante para o gênero, combinando trajetórias de crime real, desafios psicológicos e ação intensa. A oferta inclui estreias que capturam tanto histórias baseadas em fatos quanto renovações de franquias já conhecidas. Entre eles, destaca-se “63 Horas de Pânico”, dirigido por Gus Van Sant, que aborda um sequestro inspirado em um caso real dos anos 70.
Outro título relevante é Psicopata em Fuga, que traz uma caçada implacável a um serial killer por uma policial em busca de vingança. Sam Raimi dirige Socorro!, que explora a luta pela sobrevivência após a queda de um avião em ilha deserta, com Rachel McAdams e Dylan O’Brien no elenco.
“Dinheiro Suspeito” reúne Matt Damon e Ben Affleck em um thriller policial focado em corrupção e traição em Miami. A sequência “Casamento Sangrento: A Viúva” continua o enredo sombrio envolvendo uma elite poderosa e um jogo mortal para manter suas fortunas.
Outros destaques incluem “Verity”, misturando suspense psicológico com segredos perturbadores, e “Pânico 7”, que vai revisitar a série com Sidney Prescott enfrentando novo perigo. No topo da lista, “Caminhos do Crime” acompanha um assalto complexo, com Chris Hemsworth e Halle Berry.
Para entender as tendências que moldam o cinema atual e o que está por vir, vale conferir as 12 melhores filmes e séries do streaming em 2025, disponíveis em plataformas digitais.
Brasileiros participam de ação coletiva que acusa WhatsApp de acessar mensagens criptografadas
Uma ação coletiva que envolve usuários do Brasil acusa o WhatsApp, empresa da Meta, de violar a privacidade dos usuários ao acessar mensagens protegidas por criptografia de ponta a ponta. O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e questiona as declarações da empresa sobre a segurança das conversas.
Os autores da ação afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que somente remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. O grupo inclui representantes de vários países e traz denúncias sobre práticas internas da empresa.
Essa ação coloca em discussão a confiabilidade dos aplicativos de mensagens em proteger a privacidade e levanta questões sobre o direito dos usuários à proteção de seus dados pessoais e à transparência das grandes empresas de tecnologia.
Uma ação coletiva envolvendo usuários brasileiros acusa a WhatsApp, parte da Meta, de violar a privacidade ao acessar mensagens protegidas pela criptografia de ponta a ponta. O processo, apresentado no Tribunal Distrital dos EUA em San Francisco, questiona declarações da empresa sobre a segurança e confidencialidade das conversas.
Os demandantes afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que só remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. A criptografia usada, baseada no protocolo Signal, é destacada pela empresa como padrão há mais de uma década.
Um porta-voz da Meta classificou a acusação como “frívola” e defendeu a integridade da criptografia, afirmando que as alegações “são categoricamente falsas e absurdas”. A empresa também avisou que buscará punições contra os responsáveis pelo processo.
O grupo inclui representantes da Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul, e cita a participação de denunciantes que teriam exposto práticas internas de acesso aos conteúdos no WhatsApp. Os advogados tentam consolidar a ação como uma coletânea, aumentando o alcance das acusações em âmbito global.
Essa disputa coloca em xeque a segurança prometida em aplicativos de mensagens e levanta questionamentos sobre os direitos dos usuários em relação à proteção dos dados pessoais e a transparência das grandes empresas de tecnologia.
Ação coletiva com participação de brasileiros acusa WhatsApp de violar privacidade
Uma ação coletiva internacional com participação de brasileiros foi protocolada contra a Meta, responsável pelo WhatsApp, acusando a empresa de acessar conversas supostamente criptografadas. O processo está em andamento no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco.
Os demandantes afirmam que a Meta viola a privacidade ao armazenar e analisar comunicações que deveriam ser protegidas pela criptografia ponta a ponta. A empresa nega as acusações e classifica a ação como sem fundamento.
O caso destaca a preocupação global com a segurança digital e a proteção de dados pessoais em plataformas de mensagens amplamente usadas no mundo todo.
Um grupo internacional, que inclui brasileiros, iniciou uma ação coletiva contra a Meta, acusando a empresa de violar a privacidade no WhatsApp. Os demandantes afirmam que a Meta estaria acessando conversas criptografadas, contrariando as promessas da empresa sobre segurança e privacidade. O processo foi protocolado no Tribunal Distrital dos EUA em San Francisco.
Segundo a ação, apesar do sistema de criptografia “ponta a ponta” ser divulgado como um recurso que assegura que apenas participantes das conversas tenham acesso às mensagens, a Meta e o WhatsApp estariam armazenando, analisando e podendo acessar dados dessas comunicações supostamente protegidas. O grupo alega que a empresa e seus executivos teriam cometido fraude ao comunicar as garantias de privacidade aos bilhões de usuários globalmente.
A Meta respondeu classificando a ação como “frívola” e declarou que buscará punições contra os advogados envolvidos. Andy Stone, porta-voz da companhia, ressaltou que a criptografia ponta a ponta pelo protocolo Signal está em uso desde 2016, e negou qualquer tipo de acesso indevido às mensagens dos usuários.
A ação coletiva reúne participantes de diversos países, incluindo Austrália, Índia, México e África do Sul. Cita ainda denunciantes que contribuíram para as alegações, sem revelar identidades. Advogados responsáveis pelo processo pedem ao tribunal que a ação seja reconhecida como coletiva, o que ampliaria a abrangência das reclamações contra a gigante tecnológica.
O caso coloca em evidência o debate sobre segurança digital e proteção dos dados pessoais em plataformas de comunicação amplamente utilizadas.
Ação coletiva com participação de brasileiros acusa WhatsApp de violar privacidade
Uma ação coletiva internacional reúne brasileiros para acusar a Meta, dona do WhatsApp, de acessar mensagens que deveriam ser protegidas pela criptografia ponta a ponta. O processo alega que a empresa armazenou e analisou conversas confidenciais, contrariando as garantias de segurança oferecidas pelo aplicativo.
A Meta nega as acusações, afirmando que o WhatsApp mantém criptografia forte que só permite leitura das mensagens pelo remetente e destinatário. O caso foi apresentado em tribunal dos EUA e envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Índia e México.
O processo levanta dúvidas sobre o real nível de proteção das mensagens e a transparência das grandes empresas quanto ao uso dos dados pessoais. O desfecho pode impactar bilhões de usuários globalmente e abrir precedentes no debate sobre privacidade digital.
Uma ação coletiva internacional, com participação de brasileiros, acusa a Meta de violar a privacidade dos usuários do WhatsApp ao acessar conversas que deveriam ser protegidas pela criptografia de ponta a ponta. Segundo o processo, a empresa teria armazenado, analisado e acessado mensagens consideradas privadas, contrariando as promessas feitas sobre segurança.
A Meta, dona do aplicativo, nega as acusações, classificando a ação como infundada e afirmando que o WhatsApp usa criptografia ponta a ponta pelo protocolo Signal há uma década. Um porta-voz da empresa afirmou que as mensagens só podem ser lidas pelo remetente e destinatário, e que o processo não tem base concreta.
O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e envolve demandantes de países como Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul. Os autores destacam denúncias internas para embasar o caso, alegando que funcionários da Meta podem ter acesso às comunicações criptografadas.
Os advogados responsáveis pedem que o tribunal reconheça a ação como coletiva. A Meta indicou a intenção de buscar sanções contra os responsáveis pelo processo e mantém a defesa da integridade da criptografia oferecida no WhatsApp.
O caso levanta questionamentos sobre o nível de proteção real das mensagens no aplicativo e sobre a transparência das grandes empresas de tecnologia em relação a dados pessoais. Fique atento a novidades sobre esse debate que pode afetar bilhões de usuários globalmente.
Redes sociais superam televisão como principal fonte de notícia política no Brasil
Uma pesquisa do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez no Brasil, as redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política, superando a televisão. Em janeiro de 2026, 39% dos brasileiros buscaram notícias políticas nas redes, contra 34% na TV.
O estudo aponta que esse novo comportamento está ligado ao atual cenário eleitoral e à segmentação das plataformas digitais, que reforça visões políticas distintas. A população direita está mais presente no digital, enquanto a esquerda ainda prefere a televisão.
Essa mudança sinaliza a necessidade de adaptação das estratégias de comunicação política para um modelo híbrido, que una meios tradicionais e digitais. Entender essa transformação é essencial para acompanhar o impacto nas eleições e no engajamento do público.
Uma pesquisa recente do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez, as redes sociais ultrapassaram a televisão como principal fonte de informação política no Brasil. Enquanto em dezembro de 2025 a TV e as redes estavam empatadas na preferência do público, com 35%, em janeiro de 2026 as redes sociais passaram para 39%, contra 34% da TV.
Esse dado indica uma mudança no comportamento dos brasileiros, especialmente em um ano eleitoral. A pesquisa também mostrou como a percepção das notícias varia conforme a orientação ideológica. Eleitores pró-governo tendem a enxergar as notícias de forma mais positiva, enquanto grupos de direita, como os bolsionistas, afirmam ver mais notícias negativas sobre o governo Lula.
A tendência de consumo hipersegmentado, amplificada pelas plataformas digitais, reforça as visões políticas existentes, criando um ambiente em que é difícil influenciar eleitores a mudarem suas opiniões. A divisão no consumo também reflete preferências diferentes: a direita está mais presente no digital, a esquerda ainda usa mais a TV.
Com essa alteração, a comunicação política em 2026 enfrenta o desafio de se adaptar a um modelo híbrido, que combine estratégias digitais hipersegmentadas com métodos mais tradicionais de comunicação. Essa abordagem é necessária para alcançar um público diversificado em suas formas de acessar notícias e informações.
Esse cenário evidencia a importância crescente das redes sociais no debate político e no processo eleitoral brasileiro, sinalizando mudanças no modo como a população se informa e como campanhas devem se estruturar. Acompanhar essa evolução será crucial para entender o impacto nas eleições e no engajamento político.
Redes sociais ultrapassam TV como principal fonte de notícias políticas no Brasil
Pesquisa do instituto Quaest mostra que 39% dos brasileiros agora buscam informações políticas nas redes sociais, contra 34% que ainda usam a TV. Essa mudança representa uma transformação nos hábitos de consumo de notícias no país.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia conforme a ideologia dos eleitores, com apoiadores vendo de forma positiva e eleitores independentes e de direita mais negativos. Esse cenário reforça a tendência da polarização e da busca por conteúdos alinhados com crenças pessoais.
Para as eleições de 2026, a comunicação política deve combinar mídias digitais e tradicionais, enfrentando o desafio de dialogar tanto com o público conectado quanto com os que ainda preferem a televisão.
Pesquisa recente do instituto Quaest, publicada em janeiro de 2026, mostra que as redes sociais ultrapassaram a TV como fonte principal de informação política no Brasil. Agora, 39% dos entrevistados afirmam buscar notícias políticas nas redes, contra 34% que ainda se informam pela televisão. Essa mudança indica uma transição no hábito do consumo informativo, que pode influenciar a comunicação eleitoral neste ano.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia bastante conforme a ideologia dos eleitores. Entre os apoiadores, predominam visões mais positivas, enquanto eleitores independentes e da direita tendem a enxergar as notícias de forma mais negativa. Tal comportamento reforça a ideia de que grupos buscam conteúdos que confirmam suas próprias crenças, ampliado pelo ambiente digital que segmenta o público por viés.
O consumo político digital concentra-se mais no campo da direita, enquanto os lulistas continuam preferindo a TV. Essa divisão torna o cenário eleitoral um desafio para campanhas, que precisam dialogar tanto com o público tradicional quanto com o mais conectado e segmentado.
Diante desse contexto, a comunicação política de 2026 deve apostar em um modelo híbrido, combinando estratégias digitais com canais tradicionais para alcançar uma audiência plural. O desafio está em equilibrar a hipersegmentação digital com a preferência ainda significativa pelo analógico, considerando a diversidade dos eleitores no país.
Pesquisa recente do instituto Quaest indica que, pela primeira vez, as redes sociais superaram a TV como principal fonte de informação política no Brasil. Em janeiro de 2026, 39% dos entrevistados afirmaram buscar notícias políticas nas redes, contra 34% na televisão. Em levantamentos anteriores desde maio de 2024, a TV liderava.
Essa mudança reflete uma transição no consumo de notícias, embora não se possa ainda confirmar se é uma nova tendência definitiva ou uma variação pontual. A pesquisa indica que eleitores mais à direita preferem as redes sociais, enquanto a esquerda ligada ao ex-presidente Lula ainda mantém a TV como meio principal.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia conforme a ideologia. Eleitores de esquerda tendem a avaliar as notícias como mais positivas, enquanto independentes e bolsonaristas consideram o conteúdo predominantemente negativo, com 76% dos bolsonaristas reportando visão negativa sobre o governo.
O ambiente digital facilita o consumo seletivo que reforça pontos de vista políticos, limitando a mobilização para mudanças ideológicas. Essa segmentação cria desafios para a comunicação eleitoral no modelo híbrido que será necessário em 2026, combinando estratégias digitais e tradicionais.
O cenário aponta para um uso crescente das redes sociais como fonte primária de informação política, exigindo que candidatos e campanhas adaptem suas abordagens a uma realidade marcada pela coexistência de canais analógicos e digitais.
Índia anuncia redução de tarifas sobre carros importados da União Europeia para 40%
A Índia decidiu diminuir as tarifas sobre carros importados da União Europeia de 110% para 40%, com a medida podendo ser oficializada em breve. A redução vale inicialmente para carros com preço de importação acima de 15 mil euros.
Esse acordo marca uma maior abertura do mercado automotivo indiano, um dos mais protegidos do mundo, facilitando a entrada de marcas europeias como Volkswagen, Mercedes e BMW. Veículos elétricos não terão cortes tarifários nos próximos cinco anos.
A iniciativa visa ampliar o comércio bilateral da Índia com a União Europeia, beneficiando também exportações indianas de têxteis e joias. O pacto pode fortalecer a cooperação econômica entre os dois blocos.
A Índia decidiu reduzir as tarifas sobre carros importados da União Europeia de 110% para 40%, conforme revelado por fontes próximas às negociações. Essa mudança faz parte de um acordo comercial entre os dois blocos que pode ser formalizado em breve.
O governo indiano, sob a liderança do primeiro-ministro Narendra Modi, já concordou em aplicar essa redução imediatamente para carros com preço de importação superior a 15.000 euros (aproximadamente US$ 17.739). A previsão é que essa taxa caia para 10% ao longo do tempo, o que facilitará a entrada de veículos de marcas europeias como Volkswagen, Mercedes-Benz e BMW no mercado do país.
Esse acordo representa a abertura mais significativa do mercado automotivo indiano, um dos mais protegidos do mundo, com tarifas locais que hoje variam de 70% a 110%. A Índia, sendo o terceiro maior mercado mundial em vendas de automóveis, espera expandir seu comércio bilateral com a União Europeia.
A redução será inicialmente aplicada a cerca de 200 mil carros com motor de combustão por ano. No entanto, veículos elétricos ficarão de fora da redução tarifária por cinco anos, para preservar os investimentos locais de empresas como Mahindra & Mahindra e Tata Motors.
O pacto ampliará também as exportações indianas de têxteis e joias, setores que enfrentam tarifas elevadas dos Estados Unidos. Apesar do sigilo sobre as negociações, a expectativa é de que o acordo fortaleça a cooperação comercial entre Índia e UE, beneficiando ambas as regiões.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação