Ministro Moraes solicita informações sobre visita de assessor de Trump ao Brasil
O ministro do STF Alexandre de Moraes solicitou informações detalhadas sobre a visita de Darren Beattie, assessor do ex-presidente dos EUA Donald Trump, ao Brasil. Beattie pretende se encontrar com Jair Bolsonaro, que está preso em Brasília. Moraes autorizou o encontro, desde que sejam seguidas as regras do sistema prisional.
A visita ganhou atenção no contexto político entre Brasil e EUA, já que Trump criticou decisões do judiciário brasileiro e aplicou sanções contra Moraes. A defesa de Bolsonaro pediu a visita no Complexo da Papuda, onde Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.
Moraes busca esclarecer a agenda e as condições do encontro, reforçando a necessidade de transparência em ações envolvendo figuras políticas importantes e relações delicadas. Autoridades acompanham o caso devido ao possível impacto nas relações diplomáticas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes solicitou informações detalhadas sobre a visita de Darren Beattie, assessor do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, ao Brasil. Beattie pretende se encontrar com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso em Brasília. Moraes autorizou o encontro, desde que sejam seguidas as regras normais de visitação do sistema prisional.
A viagem do assessor americano ganhou atenção devido ao contexto político e diplomático complexo entre Brasil e EUA. O governo Trump tem criticado decisões do judiciário brasileiro e aplicado sanções contra Moraes, o que torna o contato mais sensível. A defesa de Bolsonaro requereu a visita no Complexo da Papuda, onde o ex-presidente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.
Além de pedir detalhes sobre a agenda de Beattie no país, Moraes busca compreender o contexto da visita e as condições do encontro, reforçando a necessidade de transparência em ações envolvendo figuras políticas relevantes e relações internacionais delicadas.
A agenda completa do assessor norte-americano ainda não foi divulgada, e autoridades monitoram o caso devido ao impacto potencial nas relações políticas e diplomáticas.
iPhone dobrável terá multitarefa inspirada no iPad, mas sem Face ID
O novo iPhone dobrável da Apple está previsto para ser lançado ainda este semestre. Ele contará com uma tela interna que permite multitarefa semelhante à do iPad, usando recursos como aplicativos lado a lado e barras laterais para navegação, proporcionando uma experiência de uso mais produtiva e versátil.
Porém, o dispositivo não suportará Face ID devido ao design fino da tela e usará Touch ID no botão de energia para desbloqueio. Também não oferecerá aplicativos nativos do iPadOS, mas sim versões adaptadas do iOS, o que pode limitar o acesso a funcionalidades avançadas. A câmera frontal terá um furo na tela, e o conjunto traseiro terá apenas duas lentes.
A expectativa pelo lançamento do iPhone dobrável da Apple está próxima, com previsão para este semestre. A principal novidade será uma interface interna que imita o multitarefa do iPad, permitindo usar aplicativos lado a lado e barras laterais para navegação. O dispositivo terá uma tela interna com proporção semelhante ao iPad mini em modo paisagem, favorecendo produtividade e consumo de vídeo.
Apesar do tamanho e formato da tela, o iPhone dobrável rodará uma versão adaptada do iOS, sem suporte aos aplicativos nativos do iPadOS. A Apple espera que os desenvolvedores criem versões específicas de iPhone para a novidade, evitando abrir a loja do tablet. Essa escolha pode simplificar o uso, mas limita o acesso a programas mais avançados.
Outro ponto controverso é a ausência do Face ID. A tela fina não comporta os sensores, então a empresa deve substituir o reconhecimento facial pelo Touch ID integrado ao botão de energia. Além disso, o aparelho trará um furo na tela para a câmera frontal, algo inédito para a linha iPhone.
O conjunto óptico será mais simples, com apenas duas câmeras traseiras, uma a menos que nos modelos Pro atuais. Estes ajustes parecem refletir limitações físicas e a aposta da Apple em priorizar a experiência da tela dobrável, mas levantam dúvidas sobre a aceitação pelo público, devido às mudanças em recursos já tradicionais.
Duas pessoas são assassinadas em ataque a tiros na Grande Terra Vermelha, Vila Velha
Duas pessoas foram assassinadas durante um ataque a tiros na tarde de quinta-feira no bairro Ulisses Guimarães, na Grande Terra Vermelha, em Vila Velha. Dois homens em motocicletas abriram fogo na avenida principal causando danos em veículos e prédios.
Uma das vítimas, atendente de lanchonete de 25 anos, era moradora do bairro e sem ligação com o crime organizado. A segunda vítima trabalhava em uma barbearia e não resistiu aos ferimentos apesar de ter sido socorrida por populares.
Após esse ataque e outros incidentes recentes, a Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região para conter a violência que tem afetado a rotina dos moradores e o comércio local.
Duas pessoas morreram durante um ataque a tiros na tarde desta quinta-feira (12) no bairro Ulisses Guimarães, na Grande Terra Vermelha, em Vila Velha. Segundo a polícia, dois homens em motos saíram da Rodovia do Sol atirando ao longo da avenida principal do bairro, provocando marcas de bala em veículos e muros.
Uma vítima tem 25 anos e trabalhava como atendente em uma lanchonete na Praia da Costa. A família informou que ele não tinha relação com o tráfico de drogas e morava no bairro onde o crime ocorreu, uma área com comércio movimentado. A segunda vítima, que atuava em uma barbearia, chegou a ser socorrida por populares, mas não resistiu aos ferimentos.
O clima na região permanece tenso, com diversos estabelecimentos comerciais fechando as portas. No dia anterior (11), outros dois homens foram baleados no bairro 23 de Maio, vizinho ao Ulisses Guimarães. Ainda na mesma localidade, um ônibus foi incendiado no viaduto da região, mas não há confirmações sobre a ligação deste ataque com os crimes recentes.
Devido aos episódios, a Polícia Militar anunciou reforço no policiamento na Região 5 de Vila Velha para tentar conter os confrontos. Os tiroteios prolongam o período de conflito que já dura mais de 24 horas na Grande Terra Vermelha, afetando a rotina das comunidades envolvidas.
Por que classificar facções brasileiras como organizações terroristas é inadequado
A proposta de designar facções brasileiras como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas enfrenta críticas. Enquanto o crime organizado visa o lucro e controle comercial, o terrorismo tem motivação política, o que não se aplica a essas facções.
Além disso, a atuação dessas facções em território americano é limitada, diferentemente dos cartéis mexicanos. A medida pode prejudicar a cooperação entre Brasil e Estados Unidos e impactar a economia brasileira.
Especialistas defendem que o combate deve focar em controle de armas, inteligência financeira e cooperação bilateral, respeitando a soberania nacional e as leis brasileiras.
A arquitetura de segurança das Américas tem passado por mudanças significativas. Entre 2025 e 2026, os Estados Unidos mudaram sua política de cooperação policial para uma abordagem unilateral e mais dura, classificando cartéis mexicanos e o grupo venezuelano Tren de Aragua como organizações terroristas. Agora, o foco recai sobre as facções brasileiras, com proposta de designar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Foreign Terrorist Organizations (FTO).
Essa ação enfrenta críticas por não se basear em argumentos legais ou fatos sólidos. O crime organizado, conforme a Convenção de Palermo, busca lucros e controle de mercados ilícitos, enquanto o terrorismo, segundo a legislação dos EUA, envolve violência com motivação política contra civis. O PCC e o CV não possuem objetivos ideológicos ou políticos, mas sim estruturam-se como organizações de controle comercial, sem intenção de derrubar governos ou causar terror ideológico.
Além disso, a presença dessas facções em solo americano é limitada, com atuação logística pontual. Ao contrário dos cartéis mexicanos, que alimentam crises como a do fentanil nos EUA, o PCC direciona suas atividades principalmente a exportações para Europa e África, gerando lucros maiores.
A designação como organizações terroristas parece mais uma ferramenta política americana, já usada contra a Venezuela, que uma estratégia real de segurança. Isso pode prejudicar a cooperação entre Brasil e EUA, afetar o combate ao crime e gerar impactos econômicos, como o aumento dos custos de transações financeiras e isolamento do Brasil.
O combate eficiente exige foco no controle de armas, inteligência financeira e cooperação bilateral, respeitando as leis específicas brasileiras e a soberania nacional.
Pai de Alexandre Martins homenageia o filho usando seu terno em julgamento no ES
O julgamento do último réu acusado pelo assassinato do juiz Alexandre Martins de Castro Filho começou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo. O pai do juiz, Alexandre Martins de Castro, prestou homenagem usando um dos ternos favoritos do filho durante as sessões.
Alexandre Martins foi assassinado em 2003, quando tinha 32 anos, em Vila Velha. O réu Antônio Leopoldo Teixeira nega a acusação e seu julgamento foi adiado diversas vezes ao longo das últimas duas décadas.
O pai do juiz destacou a longa espera por justiça e espera uma condenação que sirva de exemplo para a sociedade. O caso marca um momento importante na busca pela responsabilização dos envolvidos no crime.
Alexandre Martins de Castro Filho, juiz assassinado em 2003, teve um julgamento iniciado nesta quinta-feira 12, no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), referente ao último réu apontado como mandante do crime. O pai do juiz, Alexandre Martins de Castro, usou um dos ternos favoritos do filho em homenagem durante o julgamento de Antônio Leopoldo Teixeira, que nega a acusação.
O assassinato ocorreu em 24 de março de 2003, quando o magistrado de 32 anos chegou a uma academia no bairro Itapoã, Vila Velha. Foram disparados três tiros contra ele. Dez pessoas foram acusadas pelo envolvimento no crime, mas somente Leopoldo aguardava julgamento, que foi adiado diversas vezes devido a recursos apresentados.
Alexandre Martins de Castro expressou a longa espera de mais de 20 anos por justiça. Em entrevista à TV Vitória/Record, ele afirmou: “Se eu pudesse, teria chegado aqui às cinco horas da manhã. Espero que seja uma condenação severa, que seja pedagógica e que sirva de exemplo para toda a sociedade, mostrando que o Estado está aparelhado para punir aqueles que cometem crimes.”
Leopoldo foi identificado pela polícia em 2005. Após depoimentos, ele passou mais de oito meses preso no Quartel da Polícia Militar em Vitória até conseguir habeas corpus. Além do juiz acusado, outras duas pessoas foram denunciadas como mandantes do assassinato do magistrado.
O julgamento marca um capítulo importante após décadas de espera, trazendo à tona a busca pela responsabilização dos envolvidos na morte do juiz.
A Estatueta do Oscar já foi Feita de Gesso Durante a Segunda Guerra
Durante a Segunda Guerra Mundial, a estatueta do Oscar, que hoje é feita de bronze e banhada a ouro, foi temporariamente produzida em gesso pintado devido à escassez de metais essenciais. Essa medida foi adotada entre 1943 e 1945 para manter a continuidade da premiação em meio às dificuldades do conflito.
As estatuetas de gesso eram mais leves e traziam um adesivo na base indicando seu caráter provisório, com a promessa de troca por versões metálicas após o fim da guerra. Nomes famosos como Humphrey Bogart e Ingrid Bergman chegaram a receber esse tipo de troféu.
Hoje, a maioria das peças foi substituída, mas algumas estatuetas de gesso ainda existem e aparecem em leilões, identificadas pelo selo oficial da Academia. O design icônico dos Oscars, criado em 1927, permanece praticamente inalterado desde então, simbolizando os diversos ramos da indústria cinematográfica.
A estatueta do Oscar, hoje feita em bronze maciço e banhada a ouro de 24 quilates, já teve um período incomum na sua fabricação. Durante a Segunda Guerra Mundial, a escassez de metais essenciais como cobre, níquel e estanho levou a Academia a criar os troféus em gesso pintado. Essa solução temporária foi adotada entre 1943 e 1945, refletindo as dificuldades impostas pelo conflito global.
Fotos da época mostram que as estatuetas pareciam mais leves nas mãos dos vencedores, comprovando sua composição diferente. Para garantir a autenticidade, as peças tinham um adesivo na base avisando que o troféu era provisório e deveria ser manuseado com cuidado. Esse adesivo explicava que, após o fim da guerra, os recipientes receberiam as versões feitas em metal.
A Academia realmente substituiu a maioria dos troféus de gesso pelas estatuetas tradicionais de metal e ouro, mas nem todos os originais foram trocados. Por isso, esporadicamente, essas estatuetas aparecem em leilões e podem ser identificadas pelo selo da Academia. Entre os premiados que receberam o Oscar de gesso estiveram nomes como Humphrey Bogart, Ingrid Bergman e Bing Crosby.
O design da estatueta, criado em 1927 por Cedric Gibbons, representa um cavaleiro segurando uma espada sobre um rolo de filme com cinco divisões. Cada divisão simboliza um dos ramos originais da Academia: atores, produtores, diretores, técnicos e roteiristas. O ícone permanece praticamente o mesmo desde então, mantendo seu significado histórico e simbólico.
CESAR intensifica venture building para desenvolver tecnologia com startups brasileiras
O CESAR, centro de inovação ligado à Universidade Federal de Pernambuco, reforça seu modelo de venture building para cocriar soluções tecnológicas com startups. Com quase 30 anos de atuação, o centro combina equipes multidisciplinares para desenvolver produtos inovadores, preparando empreendedores para assumir a operação dos projetos.
Desde 1998, o CESAR apoia startups e atualmente adota um método hands-on, mobilizando profissionais diretamente no desenvolvimento das soluções. O portfólio do centro inclui 14 startups, com projeção de chegar a 23 até 2026, priorizando setores como educação, mobilidade e cibersegurança, com forte uso de inteligência artificial.
Além do suporte direto, o CESAR promove conexões por meio da plataforma DATES, integrando startups, investidores e empresas. O avanço do ecossistema no Nordeste sinaliza crescimento, impulsionado ainda pelo fundo FIP Nordeste, que prevê R$ 150 milhões para investimentos futuros.
CESAR, centro de inovação ligado à Universidade Federal de Pernambuco, vem investindo em um modelo de venture building para cocriar tecnologias com startups. Com quase 30 anos, a instituição combina equipes multidisciplinares para desenvolver produtos inovadores junto a empreendedores, preparando-os para assumir a operação integral dos projetos.
Desde 1998, o CESAR apoia startups, inicialmente chamadas de empresas de base tecnológica. Após um período com programas de aceleração até 2022, o centro adotou o método hands-on para atuar diretamente no desenvolvimento das soluções, mobilizando cerca de 10 a 12 profissionais por projeto. Esse modelo permite compartilhar riscos e reduzir custos, aproveitando recursos de fomento para impulsionar a inovação.
O portfólio atual conta com 14 startups e deve chegar a 23 até 2026, priorizando setores como educação, energia renovável, mobilidade, finanças, óleo e gás, cibersegurança e deep techs. A inteligência artificial tem sido componente fundamental nos projetos recentes, com 100% de iniciativas de venture building envolvendo IA, conforme destaca o diretor de Ventures Augusto Galvão.
Além do apoio direto, o CESAR promove conexões via plataforma DATES, que conecta startups, investidores e empresas. São mais de 2.300 startups cadastradas, ampliando a identificação de oportunidades alinhadas à tese do centro. O ambiente também estimula a cultura intraempreendedora ao ampliar a participação dos colaboradores no processo de avaliação e decisão sobre investimentos.
O avanço das startups no Nordeste reflete a evolução do ecossistema local, que já supera o Sul em número de empresas. O novo fundo FIP Nordeste, com R$ 150 milhões previstos para investimentos, deve fortalecer ainda mais esse cenário.
Impressora 3D ELEGOO Mars 5: precisão e facilidade para criar peças próprias
A impressora 3D ELEGOO Mars 5 usa tecnologia LCD monocromático 4K e luz ultravioleta para solidificar resina fotossensível, garantindo alta precisão nos detalhes. O equipamento conta com sensor inteligente e nivelamento automático, que facilitam a operação e melhoram a qualidade das impressões.
Com área de impressão ideal para miniaturas e protótipos, a Mars 5 aceita diversos tipos de resinas e serve para usos profissionais e amadores. Seu design compacto e recursos tecnológicos tornam o uso acessível e eficiente para diferentes perfis de usuários.
A impressora 3D ELEGOO Mars 5 emprega tecnologia de LCD monocromático 4K com tela de 6,6 polegadas, que utiliza luz ultravioleta para solidificar a resina fotossensível, formando cada camada dos objetos produzidos. Esse recurso permite maior precisão e detalhamento nas peças.
O modelo incorpora um sensor mecânico inteligente, que monitora as condições da impressão para garantir o funcionamento contínuo e seguro da máquina. Além disso, o sistema de nivelamento automático da base simplifica o ajuste inicial antes da impressão, otimizando a qualidade dos resultados.
A área útil para impressão mede aproximadamente 5,91 x 5,65 x 3,53 polegadas, o que possibilita a criação de miniaturas, protótipos e objetos de pequeno a médio porte com riqueza de detalhes. A impressora é compatível com diversos tipos de resinas fotopoliméricas, adequando-se a diferentes necessidades.
Com estrutura compacta, o equipamento é indicado tanto para ambientes profissionais quanto para entusiastas e hobistas. Seu funcionamento baseia-se na impressão por camadas, utilizando radiação UV para o endurecimento da resina, característica comum a impressoras 3D de resina.
Entre as vantagens da Mars 5 estão a facilidade de uso, precisão detalhada e a versatilidade em aplicações, otimizadas pelo conjunto tecnológico do LCD 4K, sensores inteligentes e ajustes automáticos. Isso torna o processo mais eficiente e acessível para usuários variados.
Ingressos para evento com Adriana Calcanhotto em Vila Velha estarão disponíveis nesta sexta
Os ingressos gratuitos para o encontro com Adriana Calcanhotto no Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha, estarão disponíveis a partir das 16h desta sexta-feira (13) pela plataforma INTI. O evento ocorrerá no dia 21 de março e abordará a relação da artista com a obra de Hélio Oiticica.
O evento faz parte do seminário “Só o experimental me interessa: 46 anos da morte de Hélio Oiticica”, que inclui a inauguração da instalação Magic Square #3 e diversas atividades culturais nos dias 21 e 22 de março. Haverá mesas de debate, oficinas para crianças e visitas mediadas.
As inscrições para participar das oficinas e demais atividades devem ser feitas pelo site do Parque Cultural a partir desta sexta. O encerramento do seminário terá um cortejo da escola de samba Mocidade Unida da Glória (MUG), promovendo um encontro entre arte, cultura e comunidade.
Os ingressos gratuitos para o encontro com Adriana Calcanhotto no Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha, estarão disponíveis para retirada a partir das 16h desta sexta-feira (13), pela plataforma INTI. A conversa musical, marcada para o dia 21 de março, às 16h30, será mediada pelo curador Omar Salomão, e abordará a relação da artista com a obra de Hélio Oiticica.
O evento integra o seminário “Só o experimental me interessa: 46 anos da morte de Hélio Oiticica”, que ocorrerá nos dias 21 e 22 de março, com destaque para a inauguração da instalação Magic Square #3. Essa peça inédita no Espírito Santo é um labirinto ao ar livre, composto por planos coloridos que proporcionam uma experiência sensorial, integrando arte contemporânea e paisagem natural.
Magic Square #3 é a terceira versão dessa obra, sendo apenas a segunda aberta ao público no mundo, enquanto a outra está no Instituto Inhotim, em Minas Gerais. O seminário terá cinco mesas de debate explorando diversos aspectos da vida, obra e experimentalidade de Oiticica, além de visitas mediadas, oficinas para crianças e exposições de pesquisa durante o fim de semana.
Entre as oficinas, destacam-se atividades para crianças e propostas sobre arte e caminhar, com vagas limitadas por ordem de chegada. O encerramento contará com um cortejo da escola de samba Mocidade Unida da Glória (MUG). Para participar, as inscrições devem ser feitas pelo site do Parque Cultural a partir desta sexta-feira.
Dia Mundial do Rim: entenda por que o rim é o órgão mais transplantado no Brasil
No Dia Mundial do Rim, destaca-se a alta demanda por transplantes renais no Brasil. Atualmente, cerca de 45 mil pessoas aguardam por um rim, devido ao aumento de casos de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, principais causas da falência renal.
O transplante renal é a principal forma de recuperar a qualidade de vida para esses pacientes. A hemodiálise é o tratamento mais comum enquanto esperam pelo órgão. A doação em vida ajuda a reduzir a fila, que segue critérios técnicos e de prioridade para crianças e pacientes críticos.
Prevenir doenças renais com hábitos saudáveis, exames regulares e evitar a automedicação são medidas essenciais. A conscientização sobre a doação de órgãos também é fundamental para diminuir o tempo de espera.
Nesta quinta-feira, no Dia Mundial do Rim, chama a atenção a questão do alto número de pessoas que dependem de terapias alternativas para a função renal no Brasil. Cerca de 180 mil pacientes realizam hemodiálise ou diálise peritoneal, com quase 92% utilizando a hemodiálise, que substitui parcialmente o papel dos rins.
O transplante renal é apontado como a principal forma de recuperar qualidade de vida para muitos desses pacientes. Atualmente, 44.759 pessoas estão na fila do Sistema Nacional de Transplantes aguardando um rim. Esse número reflete fatores como o envelhecimento da população, o aumento das doenças crônicas e o diagnóstico tardio dos problemas nos rins.
A doença renal crônica é silenciosa. O nefrologista Alexandre Bignelli explica que a indicação para transplante ocorre na fase 5 da doença, quando os rins filtram menos de 15% de sua capacidade. Sintomas claros costumam surgir já com o comprometimento avançado do órgão, pois a dor quase nunca alerta para o problema.
Hipertensão e diabetes são as principais causas da falência renal, sobretudo entre idosos. O controle rigoroso dessas condições é essencial para evitar a progressão para a falência renal. Outras causas são inflamações, doenças genéticas e problemas que dificultam a eliminação da urina. O uso indiscriminado de anti-inflamatórios também é um fator de risco.
Como o ser humano tem dois rins, existe a possibilidade de doação em vida, o que ajuda a aliviar a demanda, mas a fila segue organizada por critérios técnicos e geográficos. Crianças, adolescentes e pacientes críticos têm prioridade.
Medidas preventivas incluem manter o peso adequado, hidratação, exercícios e evitar automedicação. Também é importante realizar exames regulares para identificar problemas precocemente e aumentar a conscientização sobre a doação de órgãos.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação