Redes sociais superam televisão como principal fonte de notícia política no Brasil
Uma pesquisa do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez no Brasil, as redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política, superando a televisão. Em janeiro de 2026, 39% dos brasileiros buscaram notícias políticas nas redes, contra 34% na TV.
O estudo aponta que esse novo comportamento está ligado ao atual cenário eleitoral e à segmentação das plataformas digitais, que reforça visões políticas distintas. A população direita está mais presente no digital, enquanto a esquerda ainda prefere a televisão.
Essa mudança sinaliza a necessidade de adaptação das estratégias de comunicação política para um modelo híbrido, que una meios tradicionais e digitais. Entender essa transformação é essencial para acompanhar o impacto nas eleições e no engajamento do público.
Uma pesquisa recente do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez, as redes sociais ultrapassaram a televisão como principal fonte de informação política no Brasil. Enquanto em dezembro de 2025 a TV e as redes estavam empatadas na preferência do público, com 35%, em janeiro de 2026 as redes sociais passaram para 39%, contra 34% da TV.
Esse dado indica uma mudança no comportamento dos brasileiros, especialmente em um ano eleitoral. A pesquisa também mostrou como a percepção das notícias varia conforme a orientação ideológica. Eleitores pró-governo tendem a enxergar as notícias de forma mais positiva, enquanto grupos de direita, como os bolsionistas, afirmam ver mais notícias negativas sobre o governo Lula.
A tendência de consumo hipersegmentado, amplificada pelas plataformas digitais, reforça as visões políticas existentes, criando um ambiente em que é difícil influenciar eleitores a mudarem suas opiniões. A divisão no consumo também reflete preferências diferentes: a direita está mais presente no digital, a esquerda ainda usa mais a TV.
Com essa alteração, a comunicação política em 2026 enfrenta o desafio de se adaptar a um modelo híbrido, que combine estratégias digitais hipersegmentadas com métodos mais tradicionais de comunicação. Essa abordagem é necessária para alcançar um público diversificado em suas formas de acessar notícias e informações.
Esse cenário evidencia a importância crescente das redes sociais no debate político e no processo eleitoral brasileiro, sinalizando mudanças no modo como a população se informa e como campanhas devem se estruturar. Acompanhar essa evolução será crucial para entender o impacto nas eleições e no engajamento político.
Redes sociais ultrapassam TV como principal fonte de notícias políticas no Brasil
Pesquisa do instituto Quaest mostra que 39% dos brasileiros agora buscam informações políticas nas redes sociais, contra 34% que ainda usam a TV. Essa mudança representa uma transformação nos hábitos de consumo de notícias no país.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia conforme a ideologia dos eleitores, com apoiadores vendo de forma positiva e eleitores independentes e de direita mais negativos. Esse cenário reforça a tendência da polarização e da busca por conteúdos alinhados com crenças pessoais.
Para as eleições de 2026, a comunicação política deve combinar mídias digitais e tradicionais, enfrentando o desafio de dialogar tanto com o público conectado quanto com os que ainda preferem a televisão.
Pesquisa recente do instituto Quaest, publicada em janeiro de 2026, mostra que as redes sociais ultrapassaram a TV como fonte principal de informação política no Brasil. Agora, 39% dos entrevistados afirmam buscar notícias políticas nas redes, contra 34% que ainda se informam pela televisão. Essa mudança indica uma transição no hábito do consumo informativo, que pode influenciar a comunicação eleitoral neste ano.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia bastante conforme a ideologia dos eleitores. Entre os apoiadores, predominam visões mais positivas, enquanto eleitores independentes e da direita tendem a enxergar as notícias de forma mais negativa. Tal comportamento reforça a ideia de que grupos buscam conteúdos que confirmam suas próprias crenças, ampliado pelo ambiente digital que segmenta o público por viés.
O consumo político digital concentra-se mais no campo da direita, enquanto os lulistas continuam preferindo a TV. Essa divisão torna o cenário eleitoral um desafio para campanhas, que precisam dialogar tanto com o público tradicional quanto com o mais conectado e segmentado.
Diante desse contexto, a comunicação política de 2026 deve apostar em um modelo híbrido, combinando estratégias digitais com canais tradicionais para alcançar uma audiência plural. O desafio está em equilibrar a hipersegmentação digital com a preferência ainda significativa pelo analógico, considerando a diversidade dos eleitores no país.
Pesquisa recente do instituto Quaest indica que, pela primeira vez, as redes sociais superaram a TV como principal fonte de informação política no Brasil. Em janeiro de 2026, 39% dos entrevistados afirmaram buscar notícias políticas nas redes, contra 34% na televisão. Em levantamentos anteriores desde maio de 2024, a TV liderava.
Essa mudança reflete uma transição no consumo de notícias, embora não se possa ainda confirmar se é uma nova tendência definitiva ou uma variação pontual. A pesquisa indica que eleitores mais à direita preferem as redes sociais, enquanto a esquerda ligada ao ex-presidente Lula ainda mantém a TV como meio principal.
A percepção das notícias sobre o governo Lula varia conforme a ideologia. Eleitores de esquerda tendem a avaliar as notícias como mais positivas, enquanto independentes e bolsonaristas consideram o conteúdo predominantemente negativo, com 76% dos bolsonaristas reportando visão negativa sobre o governo.
O ambiente digital facilita o consumo seletivo que reforça pontos de vista políticos, limitando a mobilização para mudanças ideológicas. Essa segmentação cria desafios para a comunicação eleitoral no modelo híbrido que será necessário em 2026, combinando estratégias digitais e tradicionais.
O cenário aponta para um uso crescente das redes sociais como fonte primária de informação política, exigindo que candidatos e campanhas adaptem suas abordagens a uma realidade marcada pela coexistência de canais analógicos e digitais.
Índia anuncia redução de tarifas sobre carros importados da União Europeia para 40%
A Índia decidiu diminuir as tarifas sobre carros importados da União Europeia de 110% para 40%, com a medida podendo ser oficializada em breve. A redução vale inicialmente para carros com preço de importação acima de 15 mil euros.
Esse acordo marca uma maior abertura do mercado automotivo indiano, um dos mais protegidos do mundo, facilitando a entrada de marcas europeias como Volkswagen, Mercedes e BMW. Veículos elétricos não terão cortes tarifários nos próximos cinco anos.
A iniciativa visa ampliar o comércio bilateral da Índia com a União Europeia, beneficiando também exportações indianas de têxteis e joias. O pacto pode fortalecer a cooperação econômica entre os dois blocos.
A Índia decidiu reduzir as tarifas sobre carros importados da União Europeia de 110% para 40%, conforme revelado por fontes próximas às negociações. Essa mudança faz parte de um acordo comercial entre os dois blocos que pode ser formalizado em breve.
O governo indiano, sob a liderança do primeiro-ministro Narendra Modi, já concordou em aplicar essa redução imediatamente para carros com preço de importação superior a 15.000 euros (aproximadamente US$ 17.739). A previsão é que essa taxa caia para 10% ao longo do tempo, o que facilitará a entrada de veículos de marcas europeias como Volkswagen, Mercedes-Benz e BMW no mercado do país.
Esse acordo representa a abertura mais significativa do mercado automotivo indiano, um dos mais protegidos do mundo, com tarifas locais que hoje variam de 70% a 110%. A Índia, sendo o terceiro maior mercado mundial em vendas de automóveis, espera expandir seu comércio bilateral com a União Europeia.
A redução será inicialmente aplicada a cerca de 200 mil carros com motor de combustão por ano. No entanto, veículos elétricos ficarão de fora da redução tarifária por cinco anos, para preservar os investimentos locais de empresas como Mahindra & Mahindra e Tata Motors.
O pacto ampliará também as exportações indianas de têxteis e joias, setores que enfrentam tarifas elevadas dos Estados Unidos. Apesar do sigilo sobre as negociações, a expectativa é de que o acordo fortaleça a cooperação comercial entre Índia e UE, beneficiando ambas as regiões.
Microsoft pode fornecer chaves de descriptografia do BitLocker a autoridades em casos legais
A Microsoft revelou que entregou as chaves de descriptografia do BitLocker ao FBI em uma investigação na região de Guam. A empresa explicou que fornece esses dados apenas mediante ordens judiciais válidas. O BitLocker é uma ferramenta do Windows usada para proteger discos rígidos com criptografia, evitando acessos não autorizados.
Usuários podem optar por guardar suas chaves na nuvem da Microsoft ou localmente, o que pode facilitar o acesso dessas autoridades às informações em casos legais. Embora essa prática seja rara, com cerca de 20 solicitações por ano, este é o primeiro caso público envolvendo o BitLocker. A situação traz debates sobre a segurança e privacidade dos dados, já que essa possibilidade funciona como uma espécie de backdoor controlada por decisão judicial.
A Microsoft entregou chaves de descriptografia do BitLocker ao FBI durante uma investigação em Guam, conforme revelou a Forbes. A empresa confirmou que disponibiliza essas informações a autoridades quando apresentam um mandado judicial válido. O BitLocker é um recurso padrão do Windows que criptografa os discos rígidos para proteger dados contra acessos não autorizados.
Usuários podem escolher guardar a chave de recuperação localmente ou na nuvem da Microsoft, o que facilita o acesso, mas também permite que a empresa a forneça às autoridades mediante solicitação legal. Esse tipo de pedido não é comum, com a Microsoft afirmando receber cerca de 20 solicitações anuais. Contudo, esse é o primeiro caso público envolvendo o BitLocker.
Essa prática levanta dúvidas sobre a segurança do mecanismo. Embora proteja contra acesso direto, a possibilidade de a chave estar acessível à Microsoft constitui uma forma de backdoor condicionada a ordens judiciais. Empresas como Meta, Google e Apple adotam modelos onde as chaves são mais protegidas, exigindo senha ou inserção do usuário para liberação.
Em geral, investigações criminais tentam quebrar criptografias por meio de ferramentas externas, sem depender do fornecedor. A decisão da Microsoft de não proteger as chaves na nuvem com camadas adicionais facilita a colaboração judicial, mas também amplia o debate sobre privacidade e segurança dos dados.
Leões-marinhos de Galápagos continuam amamentando após a maturidade
Leões-marinhos da espécie Zalophus wollebaeki nas Ilhas Galápagos mantêm um comportamento atípico: continuam a mamar nas mães mesmo após a maturidade sexual. Pesquisas mostram que alguns indivíduos amamentam até os 16 anos, um fenômeno que desafia a lógica evolutiva tradicional e indica a persistência do vínculo materno além da independência alimentar.
Estudos realizados por quase duas décadas revelam que cerca de 11% dos leões-marinhos voltam a amamentar depois da puberdade, sendo que 20% desses mantêm essa prática na fase adulta. Apesar de já se alimentarem de peixes e lulas, esses “supermamadores” continuam buscando o leite materno, que é rico em gorduras, gerando um custo energético elevado para as mães.
Essa amamentação prolongada pode enfraquecer as chances dos irmãos mais jovens em períodos de escassez alimentar, mas acredita-se que também fortaleça os laços sociais entre mãe e filho adulto. O comportamento, raro e pouco compreendido, contribui para as características únicas dessa população de mamíferos marinhos e segue sendo objeto de estudo na biologia comportamental.
Leões-marinhos de Galápagos, espécie Zalophus wollebaeki, apresentam um comportamento incomum: continuam a mamar em suas mães mesmo após atingir a maturidade sexual. Estudos que acompanham essa população no oceano Pacífico indicam que alguns exemplares chegam a mamar até os 16 anos, idade equivalente a 60 anos humanos. Essa persistência na amamentação desafia a lógica evolutiva tradicional, que prevê o desmame após a independência alimentar e capacidade reprodutiva.
Pesquisadores observaram vários casos ao longo de quase duas décadas. Aproximadamente 11% dos leões-marinhos voltam a mamar nas mães mesmo após a puberdade. Dentre esses, um em cada cinco mantém esse comportamento durante a fase adulta, ao mesmo tempo em que já se alimentam de peixes e lulas. Surpreendentemente, não há preferência pelo sexo das crias nessa amamentação tardia.
Esse fenômeno gerou o termo “supermamadores” para esses adultos dependentes do leite materno. A produção do leite, que é rica em lipídios, requer alto custo energético das mães, levantando dúvidas sobre as vantagens evolutivas desse comportamento. Em anos de escassez alimentar, a presença desses “supermamadores” pode prejudicar a sobrevivência dos irmãos mais jovens e totalmente dependentes.
Embora a quantidade e o valor nutricional do leite nas amamentações prolongadas ainda sejam incertos, uma hipótese sugere que, além da nutrição, esse ato fortaleça vínculos sociais entre mãe e filho já adulto. Esse comportamento inusitado se soma a outras peculiaridades dessa população, como a caça cooperativa para capturar peixes, configurando um ecossistema único nas ilhas Galápagos.
Pesquisas continuam para compreender as causas e consequências desse padrão, considerado um enigma na biologia comportamental. A complexidade dos laços maternos entre esses mamíferos marinhos segue desafiando as teorias atuais.
Irã enfrenta apagão total da internet há quase três semanas
O Irã está quase três semanas sem acesso à internet após uma ordem governamental para o bloqueio total desde 8 de janeiro. Provedores e backbones foram instruídos a interromper a rede, impedindo a comunicação digital no país.
Essa medida afeta o dia a dia da população, dependente da internet para comunicação e serviços. Apesar do bloqueio, apps que funcionam sem internet, como o Bitchat, cresceram em popularidade como alternativa. A situação mostra o controle crescente em infraestruturas digitais e o surgimento de novas formas de conexão.
O Irã está completando quase três semanas sem acesso à internet, após o governo ordenar o bloqueio total desde 8 de janeiro. Provedores e backbones foram instruídos a interromper o funcionamento da rede, isolando o país do mundo digital. Até serviços via satélite, como a Starlink, foram bloqueados com equipamentos de interferência e apreensões de aparelhos, enquanto o uso de VPNs também foi barrado por técnicas avançadas de monitoramento.
Essa medida extremada afeta o dia a dia da população, que depende da internet para comunicação, pagamentos e acesso a serviços. O apagão do Irã está entre os mais longos já registrados, superando casos como o bloqueio no Egito durante a Primavera Árabe.
Em reação ao bloqueio, ganhou força no país o uso de aplicativos como o Bitchat, criado por Jack Dorsey, que permite comunicação sem internet, usando conexões via bluetooth em uma rede de malha entre celulares próximos. O app oferece mensagens criptografadas e recursos de privacidade, como a eliminação instantânea de dados enviados. No Irã, uma versão local chamada Noghteha tem registrado crescente popularidade.
Essa situação evidencia a crescente capacidade de governos para controlar a infraestrutura da internet, apesar de a rede ter sido desenvolvida para resistir a intervenções. Ao mesmo tempo, novas tecnologias de comunicação descentralizadas chamam a atenção como alternativas para manter ao menos parte dos direitos digitais em ambientes de repressão.
Irã enfrenta apagão de internet que já dura quase três semanas
O Irã enfrenta o seu maior apagão de internet desde 8 de janeiro, com o governo bloqueando provedores locais e protocolos internacionais, isolando o país da rede global. O acesso a sites nacionais e estrangeiros está inacessível para os iranianos.
Tentativas de usar internet via satélite foram barradas, com o governo interferindo nos sinais e reprimindo o uso de VPNs. Como alternativa, aplicativos que operam sem internet, como o Bitchat, têm sido adotados para manter a comunicação.
Essas medidas mostram como bloqueios digitais afetam serviços essenciais e aumentam a busca por tecnologias alternativas, destacando a resistência à censura e a busca por liberdade de comunicação.
O Irã está enfrentando seu apagão de internet mais longo, que já dura quase três semanas. Desde 8 de janeiro, o governo iraniano ordenou a paralisação dos provedores locais e o bloqueio dos protocolos internacionais, isolando o país da internet global. O acesso a sites iranianos e estrangeiros tornou-se impossível para a população local.
Tentativas de manter a conexão com o serviço Starlink, de internet via satélite, também foram barradas após apenas três dias de funcionamento. O governo passou a usar equipamentos que interferem no sinal, apreendeu aparelhos e prendeu usuários, complicando o uso de VPNs e outras formas de driblar o bloqueio.
Derrubar a internet em um país representa um ato extremo, comprometendo acesso a serviços essenciais como comunicação, pagamentos, notícias e compras online. O bloqueio iraniano supera o famoso apagão do Egito durante a Primavera Árabe, que durou apenas cinco dias.
Em meio a essa situação, surge o uso de aplicativos que não dependem da internet, como o Bitchat, criado pelo fundador do Twitter, Jack Dorsey. O app usa a tecnologia bluetooth para formar redes locais entre celulares próximos, permitindo comunicação segura e privada mesmo sem conexão tradicional.
O Bitchat é um aplicativo de código aberto, com mensagens criptografadas e funcionalidades que protegem os usuários, como um comando de exclusão rápida de mensagens. No Irã, uma versão adaptada chamada Noghteha tem ganhado espaço, possibilitando a criação de redes alternativas em áreas densamente povoadas.
Esse episódio demonstra que, embora a infraestrutura tradicional da internet esteja suscetível a bloqueios governamentais, tecnologias paralelas estão evoluindo para garantir a continuidade da comunicação em cenários de censura digital.
10 filmes e séries para assistir com Wagner Moura no streaming
Wagner Moura é um dos atores brasileiros mais renomados, com destaque no cinema e na televisão. Ganhador do Globo de Ouro por “O Agente Secreto”, Moura tem uma carreira sólida, que inclui papéis marcantes como o Capitão Nascimento em “Tropa de Elite” e Pablo Escobar na série “Narcos”.
Sua versatilidade é evidente na variedade de trabalhos em streaming. Ele participa de produções como “Sr. e Sra. Smith” no Prime Video, “A Busca” na Netflix e “Praia do Futuro” no Telecine/Globoplay. Moura também atua em dramas, suspenses e comédias, mostrando seu talento em diferentes gêneros.
Além dos sucessos internacionais, Moura está em séries como “Iluminadas” e “Ladrões de Drogas” no Apple TV, e filmes recentes como “Guerra Civil” na Netflix. Sua trajetória o consolida como uma referência no audiovisual nacional e global.
Wagner Moura é um dos atores brasileiros mais reconhecidos, com carreira marcada em cinema e televisão. Ele ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que também recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo uma para o próprio ator. Seu desempenho impressiona ao concorrer com nomes de Hollywood.
Natural de Salvador, Moura iniciou a trajetória artística no teatro e novelas, destacando-se nos anos 2000 com o papel icônico do Capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite. A projeção internacional veio com a série Narcos da Netflix, onde interpretou Pablo Escobar, que elevou seu reconhecimento mundial.
A versatilidade do ator fica evidente na diversidade de seus trabalhos disponíveis em plataformas de streaming. Ele participa da série Sr. e Sra. Smith no Prime Video, e de produções como A Busca na Netflix, que conta a história de um médico em busca do filho desaparecido, e Praia do Futuro no Telecine/Globoplay, onde vive um salva-vidas que se muda para a Alemanha.
Além disso, Moura está na série Iluminadas e em Ladrões de Drogas, ambas no Apple TV, com papéis de destaque em histórias de suspense e investigação. Ele também brilha em comédias como Saneamento Básico: O Filme, enquanto em Tropa de Elite e Narcos mostra sua força em papéis dramáticos. Seu trabalho recente inclui o filme Guerra Civil, disponível na Netflix.
O talento e a diversidade de Wagner Moura fazem dele uma referência sólida no audiovisual brasileiro e internacional, com indicações e papéis que alcançam diferentes públicos.
Bank of America prevê corte de 0,50 ponto na Selic nesta semana
O Bank of America projeta que o Copom iniciará a redução da taxa Selic em 0,50 ponto percentual, baixando-a para 14,50% já nesta semana. Essa previsão difere do consenso, que indica manutenção dos juros na reunião de quarta-feira.
Os economistas do banco destacam que a política monetária ainda está apertada, com a inflação desacelerando e se aproximando da meta. O corte deve ser gradual, acompanhando a expectativa de inflação para 2027 em linha com a meta.
A flexibilização dos juros será comunicada com cuidado para evitar expectativa de cortes rápidos. A previsão é que a Selic encerre 2026 em 11,25%, acompanhando a estabilidade da inflação e a desaceleração econômica.
O Comitê de Política Monetária (Copom) deve iniciar a flexibilização da Selic já nesta semana, reduzindo a taxa em 0,50 ponto percentual para 14,50%, segundo projeção do Bank of America (BofA). Essa previsão contrasta com o consenso de mercado, que aponta para a manutenção dos juros na reunião marcada para esta quarta-feira (28).
A análise dos economistas do BofA, David Beker, Natacha Perez e Gustavo Mendes, indica que a política monetária ainda está bastante apertada, e que as expectativas de inflação têm se aproximado da meta estipulada. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou de 4,5% em novembro para 4,26% em dezembro, embora a inflação de serviços, especialmente os essenciais, permaneça resistente, com taxa anualizada em torno de 5%.
Além disso, a reunião atual ocorre durante uma transição do horizonte da política monetária para 2027, com projeções de inflação revisadas para baixo. O BofA estima que a inflação para o segundo trimestre de 2027 será de 3,1%, abaixo dos 3,2% anteriores, devido à valorização do câmbio e a uma atividade econômica mais fraca.
Os economistas do banco ressaltam que o corte da Selic deve ser acompanhado de uma comunicação cuidadosa, sem indicar um ritmo acelerado de redução dos juros. A expectativa é que a flexibilização prossegue de forma gradual ao longo de 2026, com a taxa chegando a 11,25% ao final do ano, acompanhando a convergência da inflação ao intervalo da meta.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação