Visão de futuro em tecnologia: Integração de blockchain e inteligência artificial destaca criptomoedas no Brasil
O avanço tecnológico no Brasil ganha força com a convergência entre blockchain e inteligência artificial, destacando a atuação de empresários visionários como Jihan Wu. Essa integração aponta novas possibilidades para o mercado de criptomoedas no país, trazendo inovações e perspectivas para a economia digital.
Além disso, o setor de criptomoedas mantém debates sobre investimentos em moedas digitais como bitcoin, Solana, Aave e Ethereum, que são indicadas para o futuro. A tokenização de imóveis e a crescente captação de fundos por empresas como BitGo revelam o interesse institucional e os desafios da liquidez para ativos digitais.
O mercado financeiro tradicional influencia diretamente os preços das criptomoedas, como aconteceu recentemente com o bitcoin, que sofreu queda devido a oscilações nos títulos soberanos dos EUA. Essas movimentações ressaltam a importância de entender o cenário para aproveitar oportunidades nesse segmento em expansão.
Quem seria o herói da nossa era quando falamos em visão de futuro e impacto tecnológico? Inspirado por figuras históricas como Getúlio Vargas, que moldou a identidade e infraestrutura do Brasil, essa pergunta ganha relevo no contexto atual do avanço digital. Segundo Guilherme Prado, Country Manager do Brasil na Bitget, um destacado nome é Jihan Wu, empresário chinês que antecipou a convergência entre blockchain e inteligência artificial. Esse olhar à frente aponta caminhos para a aplicação dessas tecnologias no Brasil, trazendo possibilidades para o mercado de criptomoedas e além.
O mercado de criptomoedas se mantém em alta com debates sobre investimentos, como nos casos de bitcoin, Solana, Aave e Ethereum, sugeridos por especialistas para 2026. Além disso, temas como imóveis tokenizados mostram desafios, principalmente no que diz respeito à liquidez esperada para ativos reais digitalizados. Outro destaque recente foi a captação de US$ 212,8 milhões pela BitGo, empresa de custodiante de criptoativos, que conseguiu vender ações acima do valor esperado, ressaltando o interesse institucional no setor.
Vale ainda mencionar a influência dos mercados financeiros tradicionais nas oscilações das criptomoedas. Na última terça-feira (20), a valorização dos títulos soberanos dos EUA afetou o preço do bitcoin, que caiu abaixo dos US$ 90 mil diante do aumento das tensões comerciais globais.
O futuro das criptomoedas está atrelado a figuras visionárias e a eventos do mercado que impactam diretamente na adoção e valorização dessas tecnologias. Fique atento às próximas movimentações e análises para entender como essa integração tecnológica pode modernizar a economia nacional.
Como o jiu-jitsu influenciou a liderança da CEO da Termolar
Natalie Ardrizzo, CEO da Termolar, utilizou princípios do jiu-jitsu para superar desafios na liderança da empresa. A prática ajudou a desenvolver resistência e uma postura firme frente às dificuldades.
Com o tempo, Natalie percebeu que uma liderança mais humana e comunicativa traria melhores resultados. Ela adotou uma postura mais intuitiva, substituindo os esportes de combate pela dança, e passou a valorizar a escuta ativa e o equilíbrio.
Essa mudança impactou positivamente os resultados da Termolar, que fatura R$ 350 milhões e exporta para mais de 30 países. A CEO destaca que reconhecer os limites e focar na cultura da empresa é essencial para o sucesso e a inspiração das equipes.
A trajetória da CEO Natalie Ardrizzo na Termolar, fabricante gaúcha que exporta para mais de 30 países, mostra uma mudança profunda na forma de liderar. Durante anos, Natalie se inspirou no jiu-jitsu para enfrentar as dificuldades da empresa, aplicando uma liderança focada em resistência e confronto. Com o tempo, percebeu que esse estilo não era sustentável, tanto para sua saúde quanto para os negócios.
Após sucessivas lesões, Natalie trocou os esportes de combate pela dança, representando simbolicamente a transição para uma liderança mais intuitiva, humana e comunicativa. Ela passou a ouvir mais e a fluir com as situações, adotando decisões que levaram a resultados melhores para a Termolar, que tem cerca de 700 colaboradores e faturou R$ 350 milhões em 2025.
A mudança no comando refletiu no reposicionamento da empresa, que agora busca diversificar o portfólio, ampliar a atuação internacional e conquistar as gerações futuras, mirando os 70 anos de fundação em 2028.
Natalie destaca que a principal lição de sua experiência foi reconhecer os próprios limites, aprendeu que parar também é uma forma de inteligência. Hoje, ela conduz a empresa com foco na cultura, comunicação e inspiração das equipes, complementando o conhecimento técnico presente no conselho familiar.
A história da CEO e da Termolar está disponível no podcast Do Zero ao Topo, que apresenta relatos de líderes brasileiros sobre desafios e estratégias de negócios.
Heineken enfrenta queda no mercado brasileiro e troca de CEO
A Heineken anunciou a troca de seu CEO global, Dolf van den Brink, em um cenário desafiador para o mercado cervejeiro brasileiro, onde o consumo está em queda e as margens estão sob pressão.
Apesar de ampliar a produção, principalmente em Passos (MG), a empresa enfrenta diminuição nos volumes vendidos e dificuldades para manter investimentos sustentáveis no Brasil.
No terceiro trimestre de 2025, o volume global caiu 4,3%, com forte retração nas Américas de 7,4%. O consumo no Brasil apresentou queda acumulada entre 6,5% e 7% até setembro, impactado por fatores como clima, competição de gastos e mudança nos hábitos dos consumidores.
A saída do CEO global da Heineken, Dolf van den Brink, ocorre em um momento delicado para o mercado brasileiro de cerveja, que registra queda de consumo e pressão sobre margens. Enquanto a empresa amplia a capacidade de produção, especialmente na sua fábrica em Passos (MG), enfrenta volumes em retração e desafios para sustentabilidade dos investimentos no País.
No terceiro trimestre de 2025, a Heineken viu o volume global de cerveja cair 4,3%, com queda mais intensa nas Américas, alcançando 7,4%. A perspectiva para o lucro operacional orgânico indica crescimento próximo ao limite inferior das projeções anteriores, entre 4% e 8%.
O mercado brasileiro acompanha essa tendência, com consumo acumulado em queda de 6,5% a 7% no período de janeiro a setembro de 2025, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil). São estimados pelo diretor-geral Paulo Petroni uma redução total de volume de 15,5 bilhões para cerca de 14,7 bilhões de litros neste ano.
Fatores como temperaturas menores, menos ocasiões de consumo e competição pelo orçamento dos consumidores, que direcionam gastos para apostas esportivas, explicam parte da retração. Estudos da NielsenIQ indicam que os consumidores compram com frequência, porém em quantidades menores por compra.
A Heineken manteve preços congelados no mercado brasileiro até abril de 2025, retomando reajustes médios de 6% em julho, sinalizando ajuste diante do cenário mais restrito. A expectativa para 2026 é moderada, com estímulos pontuais como a Copa do Mundo e mais feriados, que podem aumentar as ocasiões de consumo, mas sem indicar recuperação rápida dos volumes.
Via InfoMoney
25/01/2026 às 10:23 - Tecnologia e Inovação
Quem é Egg? Descubra a verdadeira identidade do escudeiro em Cavaleiro dos Sete Reinos
A série Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, apresenta uma história focada em Ser Duncan e seu escudeiro Egg. Descobrir quem é Egg ajuda a conectar as narrativas do universo criado por George R.R. Martin.
Egg, na verdade Aegon Targaryen, vive longe da corte para esconder sua linhagem. Aparece pela primeira vez no Torneio de Vaufreixo e é designado escudeiro por Ser Duncan, recebendo o apelido “Egg” após o irmão raspar seu cabelo.
Como Aegon V, Egg teve importância no reino, impulsionando reformas no trono e lutando para manter o poder. Sua história mostra o lado complexo da realeza e as batalhas que moldaram Westeros.
A série Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, apresenta um estilo mais realista diferente de Game of Thrones e A Casa do Dragão. A trama foca na jornada de Ser Duncan e seu escudeiro, o jovem Egg, cuja identidade verdadeira é Aegon Targaryen, um membro da família ligada aos dragões, mas que vive longe da corte. Conhecer o personagem ajuda a entender a ligação entre as histórias do universo criado por George R.R. Martin.
Egg aparece pela primeira vez em 209 no Torneio de Vaufreixo, quando é confundido com um cavaleiro simples e designado pelo próprio Ser Duncan para cuidar dos seus cavalos. Ele segue Duncan como escudeiro, revelando em seguida ser Aegon Targaryen, filho de Maekar Targaryen. Para esconder sua identidade dos familiares, seu irmão Daeron raspa seu cabelo, dando origem ao apelido “Egg”.
Durante sua vida, Aegon teve participação relevante no reino, casando com Betha Blackwood e atuando no gerenciamento do território. Após diversas rebeliões, ele se torna rei de Westeros em 233. Como Aegon V, proibiu casamentos incestuosos e enfrentou dificuldades na manutenção do poder, contando com Duncan à frente de sua guarda real. Sua dedicação incluiu esforços para o retorno dos dragões a Westeros, missão que terminou na morte trágica do rei.
Apesar de ligado diretamente ao trono, o escudeiro mantém um sinete dado pelo pai, que pode chamar aliados do reino em momentos de aperto. Essa história mostra o lado menos glamoroso da realeza, explorando missões e batalhas que moldaram Westeros.
Santander identifica ações fora do consenso e classifica Banco do Brasil como complacente
O Santander analisou o mercado e identificou ações que estão fora do consenso, destacando empresas com potencial subestimado ou superestimado. A análise divide as ações em quatro categorias: compostos sub-alocados, geração de caixa mal precificada, empresas pouco acompanhadas e complacência.
No segmento de complacência, o Banco do Brasil foi incluído devido a riscos no agronegócio, provisões elevadas e restrições causadas pela intervenção governamental. O objetivo é mostrar como esses fatores influenciam o valuation e a flexibilidade da instituição.
Outras empresas, como Orizon e Suzano, foram apontadas como subestimadas, enquanto Lojas Renner e Marcopolo possuem geração de caixa mal avaliada. O relatório oferece uma visão clara para investidores sobre oportunidades e riscos.
O Santander identificou ações que, segundo sua análise, estão fora do consenso do mercado, tanto para posições compradas quanto vendidas. O objetivo é apontar empresas cujo potencial está sendo subestimado ou superestimado, especialmente num momento em que há uma migração de investimentos de ações de crescimento para ações de valor, categoria que inclui o Brasil.
As ações selecionadas se dividem em quatro grupos, baseados em distorções percebidas: compostos sub-alocados, histórico de geração de caixa mal precificado, empresas pouco acompanhadas e complacência.
No grupo dos compostos sub-alocados, o banco destaca a Orizon Valorização de Resíduos, enfatizando seu papel como consolidadora do mercado de tratamento de resíduos e o crescimento em biometano e créditos de carbono. A Suzano também é citada, com o mercado subestimando a empresa devido a narrativas negativas, mas que tem reajustado preços e enfrenta restrições estruturais na oferta de madeira. Já a Totvs é mencionada pela geração consistente de caixa e pelo potencial de revisões após aquisição da Linx.
No quesito geração de caixa mal precificada, o Santander aponta a Lojas Renner, cuja forte liquidez e remuneração aos acionistas são ignoradas, e a Marcopolo, que embora pressionada por movimentos táticos, deve se beneficiar de melhora na demanda e dividendos em 2026.
Empresas pouco acompanhadas incluem Brava Energia, Cogna, IRB Brasil, Randon e Ser Educacional, todas com fundamentos melhorando e expectativas de recuperação ou crescimento.
Por fim, o Banco do Brasil entra na categoria de complacência, com valuation justificado por riscos no agronegócio, provisões maiores e ganhos financeiros dependentes, além de maior intervenção governamental que limita sua flexibilização.
Pesquisa sobre energia escura após seis anos não traz conclusões definitivas
A colaboração DES analisou seis anos de dados coletados em 758 noites para estudar a energia escura e a expansão do Universo. O estudo utilizou quatro métodos, incluindo supernovas e lentes gravitacionais, e mapeou cerca de 669 milhões de galáxias distantes.
Os resultados permanecem inconclusivos, pois indicam compatibilidade tanto com o modelo padrão da cosmologia quanto com hipóteses alternativas. Isso mantém em aberto o entendimento sobre a verdadeira natureza da energia escura.
O trabalho descarta algumas teorias heterodoxas e reforça a necessidade de observações mais precisas no futuro para aprofundar o conhecimento sobre a evolução do cosmos e a influência da energia escura.
A colaboração DES, responsável pela Dark Energy Survey, divulgou a análise dos seis anos dedicados ao projeto que examina a expansão do Universo desde o Big Bang. Os dados coletados em 758 noites indicam que as descobertas se alinham tanto ao modelo padrão da cosmologia quanto a hipóteses alternativas, deixando dúvidas sobre a natureza da energia escura.
Essa energia, identificada em 1998, exerce uma força que acelera a expansão do cosmos — agindo contra a gravidade. O modelo convencional, derivado da teoria da relatividade geral de Einstein, considera a energia escura como uma constante, mas pesquisas recentes levantam a possibilidade de uma variação dessa força ao longo do tempo.
A pesquisa da DES abordou quase um oitavo do céu, mapeando cerca de 669 milhões de galáxias distantes, fornecendo um olhar aprofundado sobre diferentes estágios do Universo. Foram utilizados quatro métodos para avaliar a história da expansão, incluindo análise de supernovas e lentes gravitacionais.
Apesar da riqueza de dados, os resultados não apontam uma preferência clara entre o modelo padrão e as alternativas, mantendo a questão em aberto. Os achados contribuem para descartar modelos mais heterodoxos, guiando futuras investigações.
O estudo fortalece o entendimento atual, ao mesmo tempo em que sublinha a complexidade de compreender a energia escura e a evolução do Universo, destacando a necessidade de observações ainda mais precisas nos próximos anos.
Hamnet: a história que inspirou o filme indicado ao Oscar
O filme “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” traz uma visão inédita da vida do dramaturgo William Shakespeare e sua esposa Agnes após a perda do filho Hamnet. A trama, que mistura fatos históricos e ficção, explora como o luto da família pode ter influenciado a criação da peça Hamlet.
Situado na Inglaterra do século 16, o enredo acompanha o casal enfrentando a morte do filho pela peste bubônica. Enquanto Shakespeare se dedica ao trabalho em Londres, Agnes cuida dos filhos restantes, ganhando maior protagonismo que geralmente é negado a ela na história.
Baseado no romance de Maggie O’Farrell e com roteiro da mesma autora, o filme dirigido por Chloé Zhao mantém uma narrativa que conecta os eventos pessoais de Shakespeare com a criação do clássico Hamlet. A produção está em cartaz desde janeiro nos cinemas brasileiros.
O filme Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, indicado a 8 Oscars em 2026, revisita a vida do dramaturgo William Shakespeare e de sua esposa Agnes após a perda dolorosa do filho Hamnet. Com atuações de Paul Mescal e Jessie Buckley, a obra explora, entre fatos e ficção, o luto que pode ter inspirado a famosa peça Hamlet.
Ambientado na Inglaterra do século 16, o enredo acompanha o casal lidando com a morte do filho, vítima da peste bubônica aos 11 anos. Enquanto Shakespeare trabalha em Londres, Agnes, curandeira e apaixonada pela natureza, cuida dos dois filhos restantes em casa. O filme dá protagonismo a Agnes, frequentemente marginalizada na história, usando o nome que a escritora Maggie O’Farrell escolheu para ela, diferente do tradicional “Anne Hathaway”.
A obra é baseada no romance homônimo de O’Farrell, que também colaborou no roteiro. Com direção de Chloé Zhao, o filme apresenta uma narrativa que mistura informações históricas conhecidas com elementos fictícios para reconstruir o pano de fundo emocional da composição do clássico Hamlet. A peça, escrita anos após a morte de Hamnet, aborda a perda e a vingança do príncipe Hamlet contra a morte do pai.
Hamnet está em cartaz nos cinemas brasileiros desde 15 de janeiro, oferecendo uma nova perspectiva sobre o dramaturgo e sua família e apontando para como o luto pessoal pode ter influenciado sua obra mais célebre.
Segurança é o próximo foco da micromobilidade elétrica no Brasil
A micromobilidade elétrica já está consolidada em grandes centros urbanos, oferecendo uma alternativa prática e econômica ao transporte tradicional. Bicicletas e scooters elétricas ganham espaço pela rapidez, sustentabilidade e menor custo de manutenção.
Com o aumento do uso desses veículos, surge a necessidade de fortalecer a segurança no trânsito. Não basta regras, é preciso uma mudança cultural que valorize o respeito entre todos os meios de locomoção e priorize a proteção dos usuários.
Investir em infraestrutura, como ciclovias e sinalizações, além de campanhas educativas, é essencial para garantir uma convivência harmoniosa nas ruas brasileiras. A segurança é o caminho para que a micromobilidade cresça de forma responsável e acessível.
A micromobilidade elétrica já faz parte do cotidiano urbano, substituindo modos tradicionais devido à sua praticidade e menor custo. Veículos como bicicletas e scooters elétricas oferecem deslocamentos mais rápidos, econômicos e sustentáveis, o que tem levado muitos a adotá-los como transporte regular. Além disso, esses modais apresentam maior previsibilidade de tempo, fator crucial em cidades congestionadas.
O custo reduzido para aquisição e manutenção torna a micromobilidade uma alternativa viável em comparação com carros e motos convencionais. A consciência ambiental também contribui para sua popularização. No entanto, com a presença crescente desses veículos, surge o desafio de harmonizar o trânsito compartilhado entre carros, ônibus, pedestres e modais leves.
Mais do que regras novas, é necessária uma mudança cultural que respeite a diversidade de meios de locomoção e priorize a segurança de todos. A atualização regulatória, como a resolução do Contran vigente desde janeiro, já reforça critérios e estimula o uso responsável desses veículos.
Para consolidar esse cenário, a infraestrutura urbana deve evoluir, ampliando ciclovias integradas e sinalização clara para diminuir acidentes e conflitos. Ao mesmo tempo, campanhas educativas que incentivem o respeito mútuo e o uso de equipamentos de proteção são fundamentais para a convivência segura nas vias.
O avanço da micromobilidade elétrica representa uma transformação nas cidades, exigindo ajustes que garantam a continuidade desse desenvolvimento. Investir em segurança é essencial para que todos possam aproveitar seus benefícios sem riscos desnecessários, tornando as cidades mais acessíveis e eficientes.
Gafisa elege Luis Fernando Ortiz como novo diretor-presidente
A Gafisa anunciou a escolha de Luis Fernando Ortiz para o cargo de diretor-presidente, substituindo Sheyla Resende após o término de seu mandato. Ortiz possui 14 anos de experiência na empresa, com formação em engenharia civil e pós-graduações em real estate e finanças.
Além da presidência, Taimir Barbosa foi eleita diretora financeira e executiva operacional da controladoria. Frederico Kessler e Carmelo Di Leta continuam nos cargos de vice-presidente de negócios e diretor de relações com investidores, respectivamente.
Essas nomeações reforçam a continuidade da gestão focada no reposicionamento estratégico da Gafisa, especialmente no mercado imobiliário de alto padrão, com objetivo de manter a estabilidade administrativa e financeira da companhia.
A Gafisa escolheu Luis Fernando Ortiz como novo diretor-presidente, em substituição a Sheyla Resende, após o término de seu mandato. Ortiz tem 14 anos de experiência na empresa e formação em engenharia civil, além de pós-graduação em real estate e finanças.
Além da mudança na presidência, a companhia também elegeu Taimir Barbosa como diretora financeira e diretora executiva operacional da área de controladoria. Frederico Kessler e Carmelo Di Leta foram reconduzidos aos cargos de diretor vice-presidente de negócios e diretor de relações com investidores, respectivamente.
Essas trocas na diretoria indicam a manutenção da gestão atual, que vem focando no reposicionamento estratégico da empresa, consolidando sua atuação no mercado imobiliário de alto padrão. Ortiz traz na bagagem ampla atuação em incorporação e novos negócios no ramo da construção civil.
Com essas decisões, a Gafisa reforça seu alinhamento para continuar desenvolvendo projetos que atendam ao segmento de alta valorização, mantendo a estabilidade administrativa e financeira na companhia.
Luis Fernando Ortiz é eleito novo diretor-presidente da Gafisa pelo conselho
O conselho da Gafisa elegeu Luis Fernando Ortiz como novo diretor-presidente da empresa, em substituição a Sheyla Resende, que encerrou seu mandato após 16 anos. Ortiz atua na Gafisa há 14 anos e foi peça chave no reposicionamento da companhia no segmento imobiliário de alto luxo em São Paulo e Rio de Janeiro.
Além disso, a diretoria financeira e operacional também teve mudanças, com Taimir Barbosa assumindo novos cargos estratégicos. A continuidade da estratégia focada no mercado de alto padrão é um dos objetivos principais da nova gestão.
Com a liderança de Ortiz, a Gafisa pretende reforçar sua presença no setor imobiliário de alto padrão, mantendo o posicionamento consolidado em cidades importantes do Brasil e buscando fortalecer ainda mais sua atuação.
O conselho da Gafisa escolheu Luis Fernando Ortiz como novo diretor-presidente, substituindo Sheyla Resende, cujo mandato terminou. A decisão foi divulgada em comunicado oficial da empresa no último sábado. Ortiz, que trabalha na Gafisa há 14 anos, atuava como vice-presidente de negócios e teve papel importante no reposicionamento da empresa no segmento de alto luxo imobiliário em São Paulo e Rio de Janeiro.
Além disso, Taimir Barbosa foi eleita diretora financeira e diretora executiva operacional, assumindo também a área de controladoria. Permanecem em seus cargos Frederico Kessler, diretor vice-presidente de negócios, e Carmelo Di Leta, diretor de relações com investidores e executivo operacional responsável pela área jurídica.
O comunicado destaca que Sheyla Resende encerrou um ciclo de 16 anos na Gafisa, iniciando como trainee e chegando ao cargo de diretora-presidente. Ela foi fundamental no reposicionamento da companhia como referência no mercado de alto luxo. A eleição de Ortiz representa a continuidade dessa estratégia que consolidou a Gafisa nesse segmento.
Com a nova liderança, a companhia busca manter o foco no reforço de sua presença no mercado imobiliário de alto padrão, mantendo a linha estratégica desenvolvida nos últimos anos e buscando fortalecer ainda mais sua atuação nas principais cidades brasileiras.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação